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PRONAC 246905Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Orquestra Mundana Refugi: Todo Lugar é Aqui

MUNDANO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 999,7 mil
Aprovado
R$ 999,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-11-04
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalBelém ParáPorto Alegre Rio Grande do SulSão Paulo São Paulo

Resumo

A referida proposta culminará na produção e lançamento de um mini documentário (média metragem de 40 minutos em Full HD) acerca do trabalho artístico, social e educativo desenvolvido pela Orquestra Mundana Refugi desde a sua criação. Para isso será realizada uma circulação passando pelas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Belém. Além disso, oferecerá 6 oficinas de música para o público em geral além da realização de 1 concerto. Tudo será registrado e o mini documentário será lançado gratuitamente e ficará disponível na página da Orquestra no Youtube.

Sinopse

MINI DOCUMENTÁRIO: Este mini documentário propõe um mergulho no trabalho artístico, social e educativo desenvolvido pela Orquestra Mudana Refugi desde sua criação. Durante uma circulação por 6 cidades brasileiras, a Orquestra dividirá seus dias com grupos locais num processo de troca de vivências e aprendizagens e oferecerá uma série de oficinais gratuitas que irão abordar as diferenças culturais e identidades musicais de diversos países que compõe a miscigenação do povo brasileiro, tudo isso sempre visando sensibilizar o público para os problemas enfrentados no mundo atual, garantindo o respeito às culturas e às diferenças. Livre para todas as idades. OFICINAS: Nas oficinas serão abordadas as relações entre a cultura indígena e a chegada dos chineses ao continente americano e as relações entre a população negra e os árabes e malês que habitaram e se desenvolveram em grande parte do Nordeste. Tudo isso tendo a música como principal fio condutor. Classificação indicativa: 14 anos CONCERTOS: Formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados, a Orquestra Mundana Refugi sob direção de Carlinhos Antunes, faz um giro pelo mundo através de suas canções, abordando a cultura e identidade de diversos países relacionados aos músicos que a compõe. Para esses concertos contarão com a presença dos grupos que juntos passaram momentos de trocas e reflexão. Livre para todas as idades.

Objetivos

Objetivo Geral O presente projeto tem como principal objetivo a realizaça~o de um mini documentário (média metragem) acerca do trabalho desenvolvido pele Orquestra Mundana Refugi. Através deste projeto, pretende-se fomentar o acesso à cultura universal, sensibilizando o pu´blico, atrave´s da mu´sica, para os problemas enfrentados no mundo atual, garantindo o respeito ao ser humano e a diversidade cultural. Objetivos específicos -Realizar uma circulação passando pelas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Belém, Brasília e Salvador; -Promover 4 dias de encontros para trocas e vivências com grupos musicais locais que também desenvolvem um trabalho social através da música; -Oferecer 6 oficinas gratuitas de música em cada uma das cidades (30 participantes por oficina); -Realizar 1 concerto gratuito em cada uma das cidades com a participação dos grupos locais; -Produzir e lançar gratuitamente em ambiente virtual, 1 mini documentário média metragem sobre o trabalho desenvolvido pela Orquestra Mundana Refugi através desta circulação.

Justificativa

Por motivos ta~o diversos quanto sonhos e guerras, diariamente chegam ao Brasil imigrantes e refugiados de inu´meras partes do mundo. Em comum, têm diante de si o desafio dos novos vi´nculos e das barreiras culturais e lingui´sticas que se colocam em qualquer deslocamento. Considerando essa realidade mu´ltipla que caracteriza nosso país desde sua fundaça~o e os nu´meros de refugiados, que hoje no mundo chegam a 110 milho~es, e´ fundamental que possamos abordar a problema´tica de maneira refletida e, do modo que nos cabe, sensibilizar para a diversidade e criar, onde quer que estejamos, um ambiente de acolhimento e integraça~o. Diante disso, surgiu o projeto REFUGI, dentro do Sesc Sa~o Paulo, que ofereceu durante 2 meses oficinas musicais gratuitas para imigrantes e refugiados e realizou uma se´rie de ensaios abertos para que o pu´blico pudesse acompanhar o processo em toda sua riqueza e dinamicidade. O projeto REFUGI, idealizado por Carlinhos Antunes e pela assistente social Cleo Regina Miranda, surgiu com o objetivo de, principalmente atrave´s da mu´sica, acolher e integrar pessoas que por escolha ou necessidade hoje têm a cidade de Sa~o Paulo como sua casa. Dentro desse projeto, deu-se ini´cio a formaça~o da Orquestra Mundana Refugi, que nasceu do desejo de criar, por meio da mu´sica, um espaço simbo´lico de convi´vio e trocas arti´sticas, priorizando sempre o respeito e a diversidade em tempos ta~o difi´ceis. Vivemos atualmente a maior crise de refugiados desde o final da segunda guerra mundial. O Brasil e´ considerado pelo ACNUR como um pioneiro na proteça~o internacional dos refugiados, mas apesar disso, diversas barreiras fi´sicas e culturais servem como um entrave na adaptaça~o desses refugiados no seu novo pai´s. Diante dessas dificuldades, a Orquestra Mundana REFUGI, surge como um espaço de abertura e acolhimento, que da´ voz aos participantes e que carrega consigo um enorme potencial de reflexa~o, tanto pela diversidade das histo´rias pessoais de seus participantes quanto pelo pro´prio trabalho da orquestra, em sua dinâmica de trocas na composiça~o de temas capazes de refletir musicalmente a presença de trajeto´rias ta~o diversas. Pela primeira vez, a Orquestra terá a oportunidade de desenvolver uma série de atividades focadas em sua pesquisa sobre as raízes mais profundas do Brasil e suas relações com outros povos e culturas que aqui chegaram, sejam eles imigrantes ou refugiados e realizar através desta circulação ricos encontros com grupos que também oferecem através da música um espaço de acolhimento e desenvolvimento humano que só serão possíveis através do apoio via Lei de Incentivo à Cultura. Com a realização deste projeto serão atendidos os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E também alçancará os seguintes objetivos do Art. 3º da mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O presente projeto visa a realização de uma série de atividades denominadas “Todo Lugar É Aqui” em torno da Orquestra Mundana Refugi que culminará na produção e lançamento de um mini documentário média metragem a cerca do trabalho artístico, social e educativo desenvolvimento pela Orquestra desde a sua criação. Formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados, a Orquestra Mundana Refugi sob direção de Carlinhos Antunes, faz um giro pelo mundo através de suas canções, abordando a cultura e identidade de diversos países relacionados aos músicos que a compõe. Sua formação inclui 22 músicos, sendo 9 mulheres e 13 homens. Pessoas que chegaram ao país em situação de refúgio vindos da Palestina, Irã, Venezuela, Turquia, Congo, Guiné Conacri, entre outros países. Para tal projeto, será realizada uma circulação passando pelas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Belém. Nesse projeto a Orquestra estabelecerá relações com os grupos Neojiba (SSA), Povo Guarani M’Bya (SP), ABC Musical (DF), Sol Maior (POA) e Vale Música Belém (BEL), seu território e cultura local. Os espaços para a realização serão: Teatro Municipal de São Paulo, Teatro da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Teatro Castro Alves, Sesc Brasília e Sesc Belém. Para além disso teremos a participação de Badi Assadi no concerto em São Paulo, Patrícia Bastos no concerto em Belém, Virgínia Rodrigues no concerto em Salvador e Vitor Ramil no concerto em Porto Alegre. Em cada uma das cidades a Orquestra passará 4 dias realizando encontros com os grupos para troca de saberes e vivências e para desenvolvimento em conjunto de canções, além disso serão realizadas atividades distintas que poderão contar com a participação do público. O plano de trabalho compreende: · 2 dias de vivência com o grupo local mais 5 integrantes da Orquestra e seu diretor Carlinhos Antunes. Neste dia serão também realizadas 3 oficinas de música, com temáticas em torno dos sons e culturas abordadas no trabalho da Orquestra, no período da tarde que poderão contar com a participação do público através de inscrição prévia. · 1 dia de encontro com o grupo local mais a Orquestra Mundana Refugi com seus 21 integrantes para ensaio e trocas. · 1 dia de encontro com grupo mais a Orquestra para a realização de 1 concerto com 1h30 de duração que apresentará o resultado deste encontro ao público, além de algumas cidades contarem com a participação especial de um artista de renome da região. Os concertos e oficinas contarão com intérprete de libras. Todas essas as ações serão gravadas e farão parte do mini documentário “Orquestra Mundana Refugi: Todo Lugar É Aqui”, que será lançado no Youtube na Orquestra Mundana Refugi. Com este projeto daremos continuidade ao trabalho desenvolvido na formação que une o ecletismo e a maturidade profissional adquiridos ao longo dos 15 anos da Orquestra Mundana associados a entrada de novos músicos, advindos de outras partes do mundo, desde o Projeto Refugi, na situação de imigrantes ou refugiados, todos residentes em São Paulo. Com três discos lançados, a Orquestra encontra-se em plena atividade e atualmente toca e canta em quinze idiomas. Essa é uma forma de abranger muitas culturas e apresentar ao público que o respeito pela diversidade passa por aprender e divulgar a música de todos os povos. Seguir acreditando que um mundo melhor ainda será aquele onde todas as culturas poderão viver em harmonia, onde todos poderão ser acolhidos e aceitos como são, e começar essa revolução através da arte é a única maneira encontrada pela Orquestra de dar voz aqueles que por diversos motivos deixaram suas casas e encontram hoje no Brasil um lugar onde podem manter viva sua cultura, sabendo também que todas elas são partes de nossa constituição enquanto povo. Através desta série de atividades desenvolvidas espera-se não apenas produzir um material audiovisual e ofertar uma série de atividades de caráter social e educativo à população, mas também abrir espaço para reflexão e debate sobre a crise de refugiados e o preconceito ainda existente na aceitação de uma cultura que às vezes se mostra tão diversa.

Especificação técnica

MINI DOCUMENTÁRIO: Será disponibilizado gratuitamente do canal da Orquestra Mundana Refugi no Youtube. Duração de 45 minutos com legenda acessível e intérprete de Libras. OFICINAS: Serão realizadas 6 oficinas em cada cidade, sendo cada uma delas com duração de 1h30 e 30 vagas a serem preenchidas conforme inscrição prévia. CONCERTOS: Serão realizados em teatros com duração de 1h30. Os ingressos serão gratuitos com distribuição com 1 hora de antecedência de cada apresentação.

Acessibilidade

Os locais que serão escolhidos para realização das ações do projeto contarão com rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais, de modo a viabilizar e facilitar o deslocamento de pessoas que tenham condições de mobilidade comprometidas de alguma forma, isso é uma das principais premissas adota pela Orquestra, visto que uma das suas integrantes é uma pessoa com deficiência física. Além disso contaremos com a presença de intérprete de LIBRAS nas oficinas e concertos e o mini documentário contará com legendagem e intérprete de LIBRAS. Todo material de divulgação gerado pelo projeto será de linguagem simples contendo informações sobre recursos de acessibilidade garantidos nas ações e legenda acessível.

Democratização do acesso

MINI DOCUMENTÁRIO: Tendo em vista a importância da internet como um dos principais meios de comunicação, o mini documentário será lançado no canal da Orquestra no Youtube gratuitamente e ficará disponível por tempo ilimitado. OFICINAS: Todas as oficinas serão gratuitas e abertas ao público geral com necessidade de inscrição prévia. Quantidade de vagas: 30 pessoas por oficina, totalizando 1080 pessoas durante todo o projeto. CONCERTOS: Os concertos terão entrada gratuita e a distribuição dos ingressos será feita nos teatros com 1 hora de antecedência do horário do início das apresentações.

Ficha técnica

A Mundano Produções é a empresa fundada por Carlinhos Antunes, que gerencia todos os trabalhos desenvolvidos pelo mesmo enquanto músico, historiador e diretor da Orquestra Mundana Refugi. Será responsável pela direção artística deste projeto. Carlinhos possui mais de 25 trabalhos publicados. Já atuou com nomes como Tom Zé, Adoniram Barbosa, Jair Rodrigues, Vânia Bastos, Grupo Tarancón, Badi Assad, Susana Baca, Mahala Räi Band e Ionel Manole Trio, Isabel Parra e Tita Parra, Pascal Lefeuvre, Petros Tabourius, Xabi Lozano, Chris Stout. Foi Secretário de Cultura de Diadema, Coordenador do Projeto Adoniram Barbosa, Assessor Cultural do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Criador e Diretor Artístico dos Projetos Latinidades, Orquestra Mediterrânea. Guto Ruocco- Diretor de Produção: Diretor da Circus Produções Culturais, produtora que faz o planejamento, realização e manutenção das carreiras de importantes artistas brasileiros como Arthur Nestrovski, Ceumar, José Miguel Wisnik, Jussara Silveira, Luiz Tatit, Ná Ozzetti, Orquestra Mundana Refugi. Além disso, é especializada por trazer grupos internacionais para o Brasil, principalmente para o Sesc, produzindo eventos como o Festival Sesc de Música de Câmara. Músicos Abou Cissé é percussionista da Guiné-Conacri e vive em São Paulo desde 2017. Integra o grupo Músico Cidadão, idealizado e dirigido por Leo Bianchini, ao lado de Mariama Camara, também da Guiné, e Salam Alsayeed, sírio-palestino. Ministra oficinas de percussão africana. Beto Angerosa é músico percussionista e baterista, bacharel em Filosofia pela USP. Participou de gravações e shows com Antonio Canales, Agustin Carbonell “Ël Bola”, Belén Maya, Belen Fernandez, além de Lars Moller, Hassam Hackmoun, Saeid Shanbe Zadeh, Bayfall, Djiguya, Daniela Mercury, Cauby Peixoto, Alcione, Renato Braz, Fabiana Cozza, Luiza Possi, Yamandu Costa, Benjamin Taubkin. Chadas Ustuntas é multi-instrumentista, arranjador, diretor musical e compositor, nasceu em Ordu – Turquia. Ganhou uma bolsa de estudos para estudar na Universidade de Bilkent - Faculdade de Música e Artes Cênicas de Ankara. Se especializou em violão clássico, piano, viola e composição. Claudio Kairouz iniciou os estudos de música aos 9 anos de idade, tendo concluído o curso de piano erudito. Se especializou em música árabe e no instrumento musical tradicional qanoun, primeiramente no Líbano e concluindo com o renomado professor libanês Elie Ashkar. Daniel Muller é mestre em música pela UNICAMP e integra o Quatro a Zero. Já dividiu o palco com músicos como Joel Nascimento, Proveta, Toninho Ferragutti e Hermeto Paschoal; junto à Orquestra Sinfônica de Campinas, estreou o Concerto Carioca nº 3 (1972) de Radamés Gnattali (1906-1988). Integra também o Conversa Ribeira e o À Deriva. É também arranjador e compositor. Danilo Penteado formado em Música Popular na UNICAMP, especializado no baixo elétrico. Fundou o Quatro a Zero em 2001. Criou a trilha sonora de diversos espetáculos da Companhia Nova Dança 4 e do filme “Super Nada”, de Rubens Rewald. Trabalhou com nomes como Elza Soares, Luiz Tatit, João Falcão, Palavra Cantada, Cida Moreira. Fran Castellar nasceu em Cumaná, Venezuela. Atualmente, além de realizar apresentações com repertório baseado em cantos de trabalhos da Venezuela, é cantora da Orquestra Mundana Refugi, de La Caravana Orquestra y La Pachanga. Hidras Tuala é cantor congolês. Aprendeu a cantar ainda na infância nos coros de igreja no Congo. Em São Paulo, além de estudar Comunicação Visual na UNIP, integra o grupo Os Escolhidos, formado por imigrantes e refugiados do Congo e de Angola. Participou também do Refugees in Brazil - Refugiados no Brasil. Hilda Maria é cantora e compositora paulista. Com 23 anos de carreira, estudou canto erudito e popular e tem dois discos lançados: “Feita de Rendas” e “Canções que não têm fim”. É integrante da Orquestra Mundana Refugi, do Conjunto João Rubinato e do grupo de teatro Núcleo Caboclinhas. Laura Santos é clarinetista, cantora, compositora e arranjadora. Formada na Escola Brasileira do Auditório Ibirapuera e na EMESP. Atualmente Bacharel em música pelo Instituto de Artes da UNESP. Atuou em várias formações musicais como Orquestra Mundana Refugi, Orquestra Jovem Tom Jobim, Conjunto João Rubinato e em bandas de artistas como Aloysio Letra, Mumu de Oliveira, Samba de Dandara. Leo Matumona é nascido na República Democrática do Congo. Integra grupos corais desde a infância e tem formação de canto vocal em 2010 em Angola. Em 2013 fundou com outros congoleses o grupo vocal Os Escolhidos. Foi convidado a cantar no congresso MERCOSUL em 2015 em Brasília. Luis Cabrera é saxofonista cubano. Formou-se na Escola Profissional de Música José White. Fez parte de bandas como Afrocuba e o grupo do cantor cubano Issac Delgado. Já tocou com importantes nomes como o contrabaixista Sizão Machado, Bocato, Milton Nascimento, Pedro Cargo Mariano, Wilson Simoninha, Elsa Soares, Elba Ramalho, Fernanda Porto e Flavio Venturini. Mah Mooni nasceu em Teerã, capital do Irã. Desde criança, as suas grandes paixões eram as artes e o canto. Aos 15 anos, sofreu um grave acidente e teve a sua perna esquerda amputada. No entanto, isso não a fez desistir de seus sonhos. Fez parte de um coral em Teerã. Mudou-se para o Brasil em 2012 em busca de liberdade e com o desejo de fazer as suas próprias escolhas na vida. Hoje, o sonho de ser cantora e modelo tornaram-se realidade. Maiara Moraes é flautista mestre em Música pela UNICAMP, passou pelo Conservatório de Tatui e EMESP sempre dedicando-se ao estudo da música popular latino-americana. Acompanhou Arismar do Espírito Santo, Vinícius Dorin, Tavinho Moura. Já tocou ao lado de músicos como Nailor Proveta, Arismar do Espírito Santo, Gabriel Levy, Patricia Bastos, Susana Travassos e Ronaldo do Bandolim. Mariama Camara é guineana. Atua como dançarina, percussionista, cantora, coreógrafa e professora. Integrou o Les Ballets Africains (1999-2007), dançou com artistas renomados como Youssou N’dour, Youssouf Koumbassa e Salif Keita. Nelson Lin é jornalista (ECA-USP) e tem mestrado em Ciência Política (FFLCH-USP). Pianista de formação erudita e compositor de formação contemporânea, Estudou Yanqing (Cítara de Martelo) com a consagrada instrumentista Jing Lu e é músico interprete do grupo "Ensemble Gao Shan Liu Shui desde 2012, onde toca a cítara de martelo. Oula Al-Saghir é cantora palestina. Vivendo em situação de guerra por três anos e já com um filho pequeno, resolveu embarcar para o Brasil com o marido. Desde que chegou ao Brasil em 2015, vem se dedicando à sua carreira profissional como cantora de música árabe. Paula Tesser é cantora, socióloga e gestora de projetos em música. Nascida na França de pais brasileiros, em 2007 finaliza o doutorado em sociologia na Sorbonne- França com pesquisa sobre o movimento cultural de Recife, Mangue Beat. Em 2004 gravou o disco Retratos do Vento com o compositor cearense Valdo Aderaldo e em 2013 grava seu disco solo VALHA. Pedro Ito transita em diferentes linguagens musicais através de variadas combinações entre a bateria e outros instrumentos de percussão. Se formou na Berklee College of Music em 2002. Já apareceu ao lado de artistas como Esperanza Spalding, George Garzone, Didier Lockwood, Arnaldo Antunes, Benjamim Taubkin, Céu, Ney Matogrosso, Jamelão, Dave Fiuczynski, Dave Pietro (Maria Schneider Orchestra). Tiago Daiello nascido em Farroupilha e formado em contrabaixo Mpb/Jazz no Conservatório de Tatuí-SP. Idealizador da Escola Pública de Música/ Farroupilha-RS. Atualmente toca nos grupos João Paulo “JP” Ramos Barbosa e Grupo, Quinteto Canjerana e Orquestra Mundana Refugi. Yousef Saif é palestino e começou a tocar bouzouki aos 18 anos. Trabalhou na Dar Qandeel for Arts and Culture, ONG com foco na promoção da cultura e das artes para a transformação social onde criou um coro de estudantes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.