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É uma peça de teatro que aborda temas de gênero, racismo, o etarismo. Fazendo referência à obra de Anton Tchekhov "As 3 Irmãs", a peça "3 Manas" aborda a vida de 3 mulheres pretas acima dos 50 anos, que se reencontram após anos de afastamento para dividir o espólio do falecido pai, tendo que decidir se vendem a antiga casa da família onde mora a mais velha delas, ou se tentam reconstruir seus laços, buscando juntas uma nova chance de felicidade.Conduzido de forma leve, às vezes dramática, às vezes cômica, à reflexão sobre o quanto as mudanças sociais, código de conduta e valores, atravessam a vida das personagens. Olga, Macha e Irina, três mulheres negras, irmãs, criadas junto com o irmão, Andrei, no Rio de Janeiro, numa família em que a mãe era professora e o pai médico-legista. "3 Manas" mostra, no Brasil do século XXI, as dores e os sonhos de 3 mulheres pretas que enfrentam a desigualdade tanto pelo seu gênero quanto por sua cor de pele.
"Estou cansada de viver. Não sei por que estou aqui, nem o que vim fazer...”Masha A esperança de um futuro melhor que nunca chega. Olga, Macha e Irina, três mulheres negras, três irmãs criadas junto como irmão, Andrei, no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, numa família classe média em que a mãe era professora e o paimédico-legista.Uma escadinha: Olga, Andrei, Masha e Irina. Nasceram e cresceram num confortável apartamento próprio de 4 quartos, nasférias iam para a aconchegante “casa de campo” em Guapimirim. Estudaram num tradicional colégio particular onde a mãe dava aula e levavam uma vida tranquila, as meninas cheias de planos esperançosos para o futuro: Olga queria ser professora como a mãe; Masha fazia teatro desde pequena, sonhando com a carreira de atriz e Irina queria encontrar um amor verdadeiro e um trabalho que a realizasse. Já Andrei sempre foi um menino brigão e problemático, se meteu com jogo na adolescência, para pagar as dívidas do jogo se meteu com drogas, além de engravidar a namorada, Natália, que “sumiu” com o filho. Andrei arruinou o patrimônio da família e foi morto pelo tráfico, aos 23 anos. O pai teve que vender o apartamento das Laranjeiras e a família foi morar na casa de Guapimirim. Poucos anos depois damudança, a mãe morreu de câncer. O tempo passou, as irmãs se afastaram e cada uma enfrentou suas próprias dificuldades: Olga se tornou uma professora amarga e solitária que nunca saiu da casa dos pais; Masha se casou com um diretor de teatro que não amava e viu sua carreira de atriz declinar com a idade; Irina se casou com um corretor de imóveis que morreu num acidente e ficou presa numa rotina de dona de casa explorada pela família.O pai morreu no dia do aniversário de Irina. Após o inventário, as 3 irmãs receberam o pouco dinheiro que ele deixou nobanco e agora, um ano depois, elas se reúnem novamente na casa de Guapimirim para resolver um dilema: vender o imóvele dividir o valor entre elas, um dinheiro que talvez possa tirá-las da “areia movediça” em que se encontram, mas... O quefazer com Olga, que mora lá e não tem condições de pagar um aluguel, muito menos de se sustentar sozinha? Olga (58), a mais velha, seguiu os caminhos da mãe, trabalhando como professora. Nuncasaiu da casa dos pais, cuidando da doença e dos últimos dias da mãe e depois do pai, quecaiu no alcoolismo. Sempre foi a mais introvertida e tímida das irmãs, e hoje é umamulher severa, solitária e amarga que reclama de tudo, remoendo a mágoa do abandonoe da ausência de ajuda de Masha e Irina. Acabou de se aposentar, sem saber como irá sesustentar com o valor tão pequeno que irá receber. Não sabe o que fazer nem a quemrecorrer, afoga suas tristezas no álcool e se sente “a injustiçada”. Masha (53) correu atrás do sonho de ser atriz, casou-se por interesse com um diretor quenunca amou e, depois de um relacionamento tóxico de 20 anos, separou-se dele. Nuncaquis ter filhos. Fez peças de teatro, novelas, filmes e séries, ganhou e perdeu muitodinheiro e agora, depois dos 50 anos, sofre com a escassez de papéis para mulheres maismaduras e a falta de oportunidades para atrizes pretas. Endividada, pega qualquer “job”que lhe oferecem e pensa em produzir um monólogo no teatro que talvez lhe rendaalgum dinheiro em turnês pelo Brasil, até quem sabe, no exterior... Irina (50) terminou o ensino médio e se casou com um corretor de imóveis por quem eraapaixonada. Foram muito felizes até que ele morreu num acidente de carro há 10 anos,deixando-a em profunda depressão. Hoje mora num casarão decadente em Sepetibacom 2 filhos e 5 netos. Irina não fez faculdade e nunca trabalhou “por falta de tempo”, seanulando pra cuidar da família, engolida pela rotina dos filhos, noras e netos que aexploram como se ela fosse escrava deles. Boa cozinheira, sonha em abrir um restauranteonline de comida fit e botar filhos e noras trabalhando para ela. Resumo dos temas abordados: 1º ato – VOLTA AO PASSADO"Eu não acredito em nada. Eu não espero nada. Eu só vivo por hábito."IrinaA peça começa com as 3 irmãs reunidas na casa de Guapimirim onde Olga mora, no dia em que se completa 1 ano da morte do pai, quetambém é o dia do aniversário de Irina. Olga serve um café com sanduichinhos para as visitantes. Pela conversa inicial, ficamos sabendoque elas se viram pela última vez há 6 meses, no escritório do advogado para assinar a finalização do inventário. Já se passaram mais de2 anos desde a última vez em que Masha e Irina estiveram naquela casa, num triste Natal chuvoso e deprimente em que o pai chorou desaudades da mulher e de Andrei, o filho perdido para o crime. 2º ato – O PRESENTE"Eu sou uma professora sem vocação. Eu ensino sem prazer, sem interesse...”OlgaOlga se justifica por conta da falta de dinheiro e a vida difícil que leva com sua pouca aposentadoria, refletindo sobre sua decadênciacomo professora e a falta de incentivo e o desalento dos professores do ensino fundamental e médio no Brasil, um problema grave queafeta a qualidade da educação e o desenvolvimento do país.Nessa discussão, Olga levanta questões como o baixo prestígio social da profissão, a falta de reconhecimento, respeito e apoio dogoverno, dos pais e dos alunos. Pra piorar, não dá pra viver de um salário tão baixo e o professor tem que trabalhar em mais de umaescola ou buscar outras fontes de renda. Olga também reclama das desigualdades de gênero e raça, já que as professoras mulheres epretas são vítimas de discriminação, assédio, violência e invisibilização. ..... 3º ato – SONHOS E CONFISSÕES"Eu traí meu marido, traí muito, mas não tô nem aí, não me sinto culpada. Eu nunca amei quele cara, nunca...” sou uma professorasem vocação. Eu ensino sem prazer, sem interesse...”MashaMasha diz que é impossível ficar ali, combinou uma peça com o namorado, um diretor famoso vai estar presente e ela tem que conversarcom ele. Irina diz que nem pensar dormir ali, é seu aniversário, a família toda está esperando em casa pra festa! Olga acende velas parailuminar a casa e diz que é isso, elas deixaram de ser uma família. Irina tem a sua, Masha tem a sua... Masha diz que é sozinha, Irinaironiza: e seu namorado? Olga: aposto que é branco, pra variar, que Masha sempre foi “palmiteira”... Masha desabafa que pra não ficarsozinha, engatou um caso com Valmir, um capitão do exército dez anos mais novo que conheceu no Tinder.15Olga ri: taí, o Valmir é a sua família. Masha se entristece: o cara é casado, pai de duas filhas, nem cogita a possibilidade de se separar, nãoa assume publicamente mas se mete em tudo na sua vida.Elas concluem que em suas vidas nada saiu como elas planejaram e que estão infelizes com suas escolhas.... 4º ato – UM NOVO DESPERTAR"Somos três irmãs sozinhas no mundo...Ninguém pra ajudar, ninguém pra consolar, ninguém pra entender a gente...”IrinaOlga servindo um café da manhã. Clima parecido com o início do primeiro ato.Masha cruzando por elas com o balde d’água pra dar descarga no banheiro, mal-humorada. Pelo amor de Deus, Olga, conserta isso!Olga diz que um dia vai consertar sim. A boa notícia é que parou de chover, a luz já voltou e a defesa civil está tirando a barreira daestrada. Vão liberar ainda pela manhã.Irina e Masha reclamam que está muito cedo, pedem remédio pra dor de cabeça, sal de fruta, beberam demais ontem. Olga diz que sesente ótima, está acostumada a beber... Sozinha... Fecha o pano.
Objetivo Geral: Colocar em cena de forma emocionante e divertida o olhar crítico e inaugural sobre temas universais e atemporais como a solidão, a liberdade e a felicidade de 3 mulheres pretas na faixa etária de 50 anos. Proporcionar referência a mulheres nessa faixa etária, por conta da inquietação, sentida pelas próprias atrizes , diante da falta de representatividade em todos os setores da sociedade brasileira. Contribuir para a democratização do acesso aos bens culturais, valorizar a mulher negra , fomentar a prática teatral e representar uma experiência estética inédita. Contribuir para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal. Refletir sobre como superar os efeitos patológicos que o racismo estrutural, o etarismo , e estereótipos , provocam na vida de cada pessoa e da sociedade em geral. Exercer a cidadania através de ações culturais, antirracistas , além de ser uma iniciativa, e o cumprimento de uma estratégia de formação de plateia, alcançando o objetivo de fazer valer os direitos fundamentais dos cidadãos aos bens culturais produzidos em seu tempo e em seu pais. Objetivo específico: Disponibilizar cota especial de convites durante toda a temporada do espetáculo para Ongs, Escolas de Teatro e Escolas da Rede Publica de Ensino. Promover, a cada semana, em cada cidade, 1 roda de conversa de 30 minutos após o espetáculo sobre os temas abordados. Reservar espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento.Promover uma Oficina de Teatro Sustentável em cada cidade de apresentação, de forma gratuita para mulheres ministradas por uma das atrizes do espetáculo. A ação será oferecida a grupos/coletivos de mulheres em estado de vulnerabilidade social, moradoras de comunidades economicamente desfavorecidas, preferencialmente mulheres de 50 anos ou mais.
Montar o espetáculo " 3 Manas" se faz necessário. Precisamos ter "referências", principalmente por ser uma peça com personagens negras protagonistas de sua própria história . Devido à complexidade da proposta, ter o apoio LEI ROUANET, é importante, uma vez que sem patrocínio fica impossibilitada a montagem desse espetáculo. Através dos patrocínios, via Lei Rouanet, é possível o exercício dos direitos culturais, com valorização de recursos humanos além de contribuir para o livre acesso a todos às manifestações culturais. Mulheres pretas acima dos 50 anos compartilham dos mesmos desafios, como o racismo estrutural, etarismo, desigualdade, exclusão, invisibilidade e a precarização, problemas que afetam a saúde, a educação, o trabalho, a cultura, a autoestima e a cidadania dessas mulheres, que são frequentemente marginalizadas e silenciadas pela sociedade dominante. "3 Manas" passa por esses temas, fazendo uma crítica às imposições sociais e aos estereótipos comportamentais que colocam as mulheres dessa faixa etária num plano inferior de desempenho na cultura e na mídia, limitando suas oportunidades e identidades. De forma divertida e irônica, a peça retrata as situações vividas pelas três irmãs, suas trajetórias, amores, sexualidade, autoimagem, trabalho, família, sociedade e suas dores omitidas - recortes de um cotidiano de enfrentamentos, possibilidades de resistência e transformação de qualquer mulher. "3 Manas" busca contribuir para ampliar a diversidade e a representatividade das vozes femininas negras nas artes cênicas, valorizando suas histórias, experiências e perspectivas, num espetáculo que traz uma grande qualidade artística e técnica, com um elenco de atrizes negras experientes e talentosas, um texto sensível e criativo, e uma direção primorosa. "3 Manas" se propõe a dialogar e a provocar o público de forma divertida e crítica, oferecendo uma experiência que possa gerar reflexão, emoção e identificação. O projeto prevê a disponibilização de cota especial de convites para ONGs, escolas de teatro e escolas da rede pública de ensino.
Não se aplica
Será oferecido um número limitado de ingressos gratuitos, para que pessoas em situação de vulnerabilidade socialpossam assistir à peça. Esses ingressos poderão ser distribuiíos por meio de parcerias com instituições sociais, comoONGs e associações.Intérprete de libras.Acessibilidade para pessoas com deficiência, incluindo disponibilização de rampas de acesso e espaço reservadospara cadeirantes.
O projeto prevê a disponibilização de cota especial de convites para ONGs, escolas de teatro e escolas da rede pública de ensino. A montagem contribui para a democratização do acesso aos bens culturais, valoriza a mulher negra , fomenta a prática teatral e representa uma experiência estética inédita., além de contribuir para a formação de platéia Contribuir para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais 3 Manas -Temporadas no Rio de Janeiro (12 apresentações),Niterói (2 apresentações),São Paulo (6 apresentações) ,Ribeirão Preto (2 apresentações) Belém do Pará( 2 apresentações)Worshop/Oficina de Teatro Sustentável.Em todas as cidades em que o projeto vai se apresentar, haverá antes da estréia do espetáculo, um dia de oficina gratuita para mulheres. Ministrada por uma das atrizes do espetáculo. A ação será oferecida a mulheres de 50 anos ou mais , preferencialmente em estado de vulnerabilidade social.Além de jogos teatrais, criação de figurino e adereços para composição de personagem.Durante o período de apresentações, haverá uma roda de conversa por semana, logo após o espetáculo, comduração de 20 a 30 minutos, com a participação de uma pessoa convidada/especialista reconhecida, as atrizes dapeça e a plateia.
Nome: Luminis Produções Artísticas LTDA Função: Proponente Mini-Curriculo: Desde sua criação em 2003, a LUMINIS, inicialmente formada por Joel Zito Araújo, Renato Mattarelli e Maria Ceiça, representa a convergência das experiências desses produtores no cinema, teatro e TV. Desde 2006, Maria Ceiça lidera a empresa, destacando-se na realização de projetos significativos. A co-produção do curta "Vista a Minha Pele" para o projeto "Educar para Igualdade Racial" da UNICEF, distribuído em duas mil escolas, é notável. Em 2012, produziu a peça infantil "A Pequena Vendedora de Fósforos" e "Calango Deu, Os Causos da Dona Zaninha" em 2012, patrocinado pela FATE, Prefeitura do RJ e Petrobras BR. A circulação desses espetáculos por diversas cidades e o sucesso do musical "Por Dentro da Música" (2015) com patrocínio dos CORREIOS são marcos. Atualmente, a produção do documentário "Que Bom Te Ver no Filme" está em andamento. Nome: Maria Ceiça de Paula Função: Coordenação geral e atriz Responsável por encaminhar e conduzir o projeto desde a inscrição em leis de incentivo e editais, na captação de recursos, coordenação geral da equipe e coordenação geral da produção. Mini-Curriculo: Maria Ceiça, premiada atriz, cantora e apresentadora, recebeu o Troféu Andorinha no Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (2006) e foi homenageada no African Film Festival em Nova York (2005). Notável apresentadora na TV Escola (1997-2014), também atuou como Superintendente da Igualdade Racial no RJ (2007). Destacou-se na TV Globo em novelas como "Felicidade" e "Por Amor", e na Record em produções como "Prova de Amor" e "Os 10 Mandamentos". Participou de espetáculos teatrais e musicais, incluindo "As Comadres" (2019) e turnê na França em 2021. Marcante em filmes nacionais e internacionais, como "A Batalha de Shangri-lá" e "Grande Kilapy". À frente da Produtora Luminis Produções Artísticas, produziu notáveis espetáculos. Participou como jurada em diversos festivais, incluindo o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2016) e o Festival Tudo sobre Mulheres (2018), participou da mini série Verônika em 2023 e atualmente está na novela das 18h da TV Globo - Elas por Elas. Nome: Joana Damázio - Máquina Cultural Função: Direção de Produção Formada em Comunicação Social, Rádio e TV, pela UFRJ, iniciou sua carreira no cinema em 1999 como integrante da equipe de produção do departamento de publicidade da Conspiração Filmes. Nos anos seguintes atuou também como assistente de câmera, de edição e como produtora de finalização. Trabalhou para as principais produtoras de cinema do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre elas: Margarida Filmes, Conspiração Filmes, Dueto Filmes, Zohar Cinema, Cine SP, O2 Filmes, Arrudeia Filmes, Mixer e Raccord Produções. Em 2010 passa a atuar também nas artes cênicas. Entre 2020 e 2021 idealizou, em parceria com Eduardo Andrade, e produziu para o canal de youtube da Arte 5 Produções as vídeo-oficinas de construção de bonecos e brinquedos artesanais “PLANO B DE BONECOS” (SECEC – Programa Cultura Presente nas Redes) e “PLANO B PARA CRIANÇAS” (SMC – Lei Aldir Blanc – Prêmio Arte & Escola). Como produtora e administradora parceira da Arte 5 Produções, participou também da realização do espetáculo “MACACO – Relatório a uma academia”, com Eduardo Andrade, direção de Beto Brown (2021) – SECEC – Lei Aldir Blanc. Diretora de produção dos espetáculos: “Inferno”, com Ana Paula Bouzas, direção de Fábio Espírito Santo (2019 – 2020) – SESC Copacabana (RJ) e SESI Rio Vermelho (BA); “Noite do Sorriso Negro”, direção de João Carlos Artigos, (2019) – SESC Copacabana; “Eu Organizo o Movimento”, com Ana Paula Bouzas, direção de Paulo Marques (temporadas RJ, 2019); “Urbana”, com direção e atuação de Glaucy Fragoso (temporada SP, 2019); “BISPO”, com direção e atuação de João Miguel (2015/2016/2017); “À Deriva” e “Cidades Flutuantes” – Intrépida Trupe (2016); Nome: Anderson de Almeida Carreiro Função: Produção executiva Anderson de Almeida Carreiro é designer gráfico, web-designer, roteirista e produtor audiovisual com foco no desenvolvimento de novos formatos. É fundador e diretor criativo da empresa Unick (unick.tv). Nome: Ingrid Zavarezzi Função: autora Últimos trabalhos realizados: 2023 - SERIADO "ESTRANHO AMOR" - Produtora Vison Digital - SONY/ TV Record. 2023 - SERIADO "A MOIRA" - Produtora H2O. 2023 - PEÇA "NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS" adaptada do livro de Augusto Cury. 2022/ 2023 - SERIADO “AMEAÇA INVISÍVEL” - dramaturgia - 12 episódios para a TV RECORD, direção de Ajax Camacho. 2020/ 2021 - MISTÉRIOS DO MARANHÃO - documentário - 6 episódios para o canal NOW, direção Marlene Mattos. 2020/ 2023 - VALE/ MARFRIG/ ENEL - institucionais empresariais - produtora TAKE4CONTENT. 2021 - INSTITUCIONAL / PREFEITURA DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO - GESTÃO DE LIMPEZA URBANA 2020 - SERIADO “A SOMA DAS HORAS” - dramaturgia - 8 episódios para o podcast ORELLO com direção de Mário Márcio Bandarra. 2020 - PLANETA GÊMEAS - dramaturgia - roteiro da websérie teenager “DUAS ADOLESCENTES E UM BEBÊ” e “O DIA EM QUE O MUNDO PAROU” com milhões de visualizações. 2019/2020 - DOCUMENTÁRIOS “HISTÓRIAS” - CANAL SAÚDE/ FIOCRUZ Nome: Luíz Antônio Pilar Função: Diretor Mini-Curriculo: Ator, produtor e diretor formado em Artes Cênicas pela UNI-RIO, destaca-se em diversas produções. Recentemente, protagonizou "O Rio de Janeiro de Ho Chi Mim" (2018), lançado em 2022 no Canal Brasil. Como diretor, roteirista e produtor, realizou "Lima Barreto, ao Terceiro Dia" (2018), premiado no CINE PE – Festival do Audiovisual 2021. Dirigiu a série "Cinema De Enredo" (2023) e eventos como o Festival BB Seguros de Blues e Jazz (2020) e o Festival de Música e Gastronomia Comgás (2020). Suas produções teatrais, "Mãe de Santo" e "Mãe Baiana," viraram filmes em novembro de 2022. Dirigiu a novela "Todas As Flores" para o GloboPlay (2022). Em andamento, monta o musical "Leci Brandão – Na Palma Da Mão" (estreia em janeiro de 2023) e prepara um documentário sobre Mílton Gonçalves (lançamento em junho de 2023). Premiado com o Troféu Batoque (2018) e Melhor Roteiro e Melhor Direção De Arte no Cine Pe (2021). Nome: Lica Oliveira Função: Atriz Lica Oliveira, ex-jogadora de vôlei, iniciou sua carreira esportiva no Fluminense e destacou-se na seleção brasileira até 1998. Por acaso, enquanto estudava jornalismo, ingressou na TV ao fazer documentários para a TV Universitária. Em 2002, chamou a atenção da TV Globo e estreou na novela "Mulheres Apaixonadas". Antes de deixar as quadras em 1997, passou na Oficina de Atores da Globo. Homenageada em 2010 com o vídeo "Das quadras de vôlei para TV", fez sucesso na novela "Viver a Vida" (2009-2010) e no Esporte Espetacular desde 2005. Indicada ao "Troféu Raça 2009", participou do filme "Faroeste Caboclo" (2013) e integrou o júri do Carnaval de 2012. Em 2019, tornou-se noticiarista na Super Rádio Tupi. Uma trajetória multifacetada, evidenciando sua versatilidade artística. Nome: Ana Miranda Função: Atriz Diretora, atriz, e professora, Ana Miranda já ganhou o Prêmio de melhor atriz no festival de cinema CPE (Recife – 2011), como melhor atriz coadjuvante. Além de atuações em novelas na Rede Globo (inclusive Ana está no ar em “Malhação: Toda Forma de Amar”) ela agora nos apresenta ‘O Oráculo’, peça que motou e dirigiu pela primeira vez, em 2016, durante a defesa da tese final do curso de licenciatura em teatro. Hoje, este espetáculo estreia no Teatro Vannucci, com os renomados atores Luciano Szafir (Nelson), Lica Oliveira (Helena), Luca Machado (Oráculo) e Rodrigo de Castro (José).
PROJETO ARQUIVADO.