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PRONAC 246936Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Os protocolos dos sábios do Sião

MM Halfim Produções Artísticas Ltda.
Solicitado
R$ 372,0 mil
Aprovado
R$ 372,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-07-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A proposta é montar e apresentar uma temporada de 16 apresentações, no mínimo, num teatro no Rio de Janeiro da peça "Os protocolos dos sábios do Sião", escrita por Miriam Halfim, direção de Ary Coslov. A peça trata do artigo fraudulento de Mathieu Golovinsky, publicado pelo jornal Znamya, em 1903, mostrando o desejo dos judeus de conquistar o mundo. A farsa foi descoberta em 1921, pelo reporter inglês Philip Graves. Henry Ford patrocinou uma edição de 500 mil exemplares, apesar da descoberta da fraude. O malfadado artigo segue inflamando o ódio e a violência contra os judes, mostrando que a mentira pode ser usada contra os desavisados. No texto do projeto, o narrador da história é o diabo. A ficha técnica está estabelecida com os mesmos profissionais que participaram dos últimos trabalhos com textos de Miriam Halfim: o cenógrafo Marcos Flaksman, o figurinista Samuel Abrantes, o iluminador Aurélio de Simoni e o diretor de produção Celso Lemos. Os atores serão escolhidos na ocasião da montagem.

Sinopse

Em 1903, alegando precisar melhorar a imagem do czar e desviar a atenção do povo, o jornal Znamya, decidiu mostrar os judeus como desejosos de conquistar o mundo, conspiradores e manipuladores. O fato abordaria como exemplo o consultor judeu do czar, atribuindo-lhe todos os males que assolavam a Rússia. O artigo deveria parecer um documento escrito em segredo, tornado público graças à inteligência de um jornalista. Também deveria parecer algo simples, como atas de reuniões. Apresentado em seriados, em 1905, a obra fraudulenta e antissemita de Mathieu Golovinsky, editada como complemento de um livro de Sergei Nilus, causou verdadeiro tumulto entre os ávidos leitores do jornal, tamanho o sucesso da publicação. Teria ficado restrito à Rússia, não fosse a revolução de 1917. Mathieu Golovinski fugiu do país levando cópias para espalhar por onde passasse. Em 1921, Philip Graves, um repórter inglês, descobriu toda a farsa. ‘Os Protocolos dos Sábios de Sião’ eram um plágio da obra ‘Diálogos no Inferno’, do francês Maurice Joly, que usava Montesquieu e Maquiavel para criticar Napoleão Bonaparte. Apesar da descoberta da fraude, Henry Ford, o rei dos automóveis, aceitou patrocinar edição de 500.000 exemplares para distribuir nos Estados Unidos, bem como em vários países, inclusive muçulmanos, onde seriam usados como verdade histórica e ensinado nas escolas, entranhando mais o ódio contra os judeus. Henry Ford também escreveu O Judeu Internacional, usado por Hitler para compor o seu venenoso ‘Mein Kampf’. 100 anos após a fraude ser colocada a olho nu, a infâmia dos ‘Protocolos dos Sábios de Sião’ segue inflamando o ódio e a violência onde quer que a ignorância prevaleça. A mentira sempre pode ser usada por homens de má-fé contra os desavisados, que continuam aos milhões mundo afora. No projeto, a história tem o narrador mais plausível: o diabo. O teatro como meio de entreter e informar, aprimorar. Cultura na veia.

Objetivos

Objetivo geral "Os protocolos dos sábios de Sião" propõe o começo de uma nova trajetória, um ciclo que escolha a adoção da Cultura, da Educação e da coexistência entre os homens. O projeto pretende, através do espetáculo de teatro, levar uma mensagem de paz, onde as pessoas têm mais chance de crescer e se aprimorar. Objetivos específicos 1. Se o passado do homem _ assim como o presente - é uma sequência interminável de guerras, onde apenas alguns raros momentos tenham conhecido a paz, nos colocamos numa luta pela paz, que aprimora o homem. A guerra, talvez, aprimore os armamentos. E é só. 2. Queremos ainda denunciar o mau uso da inteligência e de fortunas, e enfatizar que apenas a utilização correta e justa de ambas fará jus à denominação do ser humano como racional. O teatro dá a medida de civilização de um povo. Queremos o melhor para a nossa. 3. Pretendemos levar o espetáculo ao público em temporada num teatro do Rio de Janeiro, com cerca de 16 apresentações. 4. Após as apresentações, será aberto espaço para conversas entre o público, a autora, o diretor e os atores. 5. Será oferecida uma oficina de interpretação para atores iniciantes e/ou amadores com o diretor Ary Coslov.

Justificativa

Estamos vivendo crises recorrentes, como a corrupção, conflitos internos e externos em vários países, guerras, ataques terroristas estão matando inocentes sem piedade, e inúmeras notícias enganosas já fazem parte do cotidiano em diferentes países do mundo. Acreditamos ser este o momento certo para viabilizar o nosso projeto, já que o teatro é o palco de grandes momentos, como um instrumento capaz de levar, ao mesmo tempo, ao entretenimento e à reflexão. O entretenimento com informação, como o que oferecemos, é capaz de formar e transformar pessoas. Mostramos a capacidade de mentir para confundir e instigar homens uns contra os outros, tendo assim a chance de mostrar que a humanidade pode e deve caminhar por uma estrada mais saudável e pavimentada com cultura, conhecimento e respeito entre os homens. O projeto "Os Protocolos dos Sábios de Sião" lança luz sobre o lado sombrio dos seres humanos, assim como deixa implícito o dever que cabe, a cada um de nós, de construir um legado mais fértil e de convívio ameno para as gerações futuras. A peça mostra como é possível espalhar uma notícia mentirosa em larga escala mundial. O artigo fraudulento de Mathieu Golovinsky mostrando os judeus como pretensos conquistadores do mundo atingiu leitores e repetidores em proporções assustadoras. Henry Ford patrocinou as 50000 versões, mesmo após a denúncia da fraude. O projeto soma justificativas ao montar uma ficha técnica de profissionais competentes, de prestígio, todos premiados e com uma carreira sólida e de muito sucesso. São profissionais sérios que passam credibilidade aos espectatores, contribuindo para levar a mensagem explícita no texto, captaneados pelo diretor Ary Coslov que, com 61 anos de carreira, dirigiu mais de 35 peças e mais de 50 produções na TV. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1ª da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;O projeto atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

A peça terá duração de cerca de 70 minutos.

Acessibilidade

O teatro a ser escolhida para a temporada do espetáculo do nosso projeto, terá que ser totalmente acessível para pessoas com dificuldades de locomoção, cadeirante e idosos, com rampas de acesso, banheiros especiais para PCD. A cada duas semanas, faremos um espetáculo totalmente acessível, com intérprete de Libras para permitir o acesso a pessoas com deficiência auditiva, Audiodescrição para permitir o acesso a pessoas com deficiências visuais e dois mediadores para atender pessoas autistas ou com deficiências intelecutais. Nestes espetáculos, oferecemos gratuidade para PCDs e condução para os mesmos.

Democratização do acesso

20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente. A cada duas semanas, teremos uma sessão totalmente acessível, com condução oferecida às pessoas em vulnerabilidade. A oficina de interpretação será totalmente gratuita.

Ficha técnica

MIRIAM HALFIM, dirigente da MM Halfim, participa do projeto como autora. Miriam Halfim é Mestre em Literatura Inglesa pela UFRJ, sócia titular do Pen Clube do Brasil, membro da Academia Carioca de Letras, ocupando a cadeira 33, pesquisadora da Fulbright, professora e dramaturga, Tem 15 peças encenadas, 4 delas com indicações em prêmio Cesgranrio, ‘Eugênia’, ‘Meus 200 Filhos’, ‘Freud e Mahler’, ‘O homem do Planeta Auschwitz’; ‘Matar ou Morrer: Dilermando de Assis e Euclides da Cunha’, estreou no CCJF, foi encenada na ABL e participou dos festivais de teatro do Midrash e de Goiânia; estreia em outubro próximo, ‘Carlos Gomes, o maestro selvagem’, também no CCJF. Duas de suas peças são encenadas em Pernambuco: ‘Senhora de Engenho: entre a Cruz e a Torá’, sobre Branca Dias, estreou em 2012 e até hoje é mostrada ao público, seja em Recife ou nas cidades vizinhas; a outra é Ana de ferro, estreou em 2017, e também é ainda encenada pelo mesmo grupo. ARY COSLOV - diretor Ary Coslov nasceu no Rio de Janeiro e começou sua carreira profissional como ator em 1963 com a peça “Aonde vais, Isabel?” de Maria Inês de Almeida, no Teatro Jovem. Até 1980, atuou em mais de 20 peças, entre elas “Mortos sem Sepultura” de Jean-Paul Sartre (1964), “A Bossa da Conquista” de Ann Jellicoe (1966), “Tango” de Slawomir Mrozeck (1972) e “A Fila” de Israel Horowitz (1978) . Depois de 30 anos, voltou ao teatro como ator em 2010 com a peça “Produto”, de Mark Ravenhill. Participou também de uma das montagens de “A Estufa” de Harold Pinter (2014). Como diretor, estreou em 1977 no Museu de Arte Moderna com “Palácio do tango” de M. Irene Fornès e desde então dirigiu mais de 35 peças, sendo que entre as últimas estão “A Estufa” de Harold Pinter (Teatro Laura Alvim, 2015), “Entre corvos”, espetáculo sobre Antonin Artaud (Teatro SESC, 2016), “O Amor perdoa tudo”, de Fabricio Carpinejar e Claudia Tajes (Teatro Leblon, 2016), “Ivanov” de Anton Tchekov (Teatro Ipanema, 2017), “Meus Duzentos Filhos” de Miriam Halfim (Centro Cultural Justiça Federal, 2018). Com “Traição” de Harold Pinter, grande sucesso no Teatro Solar de Botafogo, recebeu os prêmios Shell e APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) como melhor diretor de teatro de 2008. “O Inoportuno”, também de Pinter, estreou em novembro de 2018 no Teatro dos Quatro, peça com a qual foi indicado ao Premio Cesgranrio de melhor diretor. Em 2019 dirigiu “Freud e Mahler”, de Miriam Halfim (Centro Cultural Justiça Federal), em 2020, “Uma Relação Tão Delicada” de Loleh Belon (Teatro Vanucci) e em 2022, “O Homem do Planeta Auschwitz” de Miriam Halfim (Teatro Laura Alvim), “Matar ou Morrer: Dilermando de Assis e Euclides da Cunha”, de Miriam Halfim. Atuou na televisão como ator em diversos programas e novelas desde 1963 e tornou-se diretor à partir de 1979. Dirigiu mais de 50 produções - novelas, seriados, minisséries e musicais - como, entre muitas outras, “Paraíso” (1982), “Louco Amor” (1983), “Carga Pesada” (1979-1980, 2003-2005), “Explode Coração” (1995), “Por Amor” (1997), “Vida ao Vivo Show” (1998), “Mulheres Apaixonadas” (2002), “Senhora do Destino” (2004), “Duas Caras” (2007), “Fina Estampa” (2011) e “Guerra dos Sexos” (2013), todas na TV-Globo; “Marquesa de Santos (1984), “Tudo em Cima” (1984), “Tamanho Família” (1985), “Corpo Santo” (1987), na TV-Manchete. E ainda, no exterior, “El Hombre Que Debe Morir”, de Janete Clair, (TV-Panamericana, Lima, Peru, 1989) e “El Magnate”, de Manoel Carlos (Capitalvision Productions -Telemundo, EUA, 1990). CELSO LEMOS - diretor de produção Sócio fundador da APTR – Associação de Produtores de Teatro, atualmente em cartaz com espetáculo A Lista com direção de Guilherme Piva, com Lilia Cabral, no teatro Adolpho Bloch. Produziu O homem do Planeta Auschwitz, de Miriam Halfim, direção de Ary Coslov, Matar ou Morrer: Dilermando de Assis e Euclides da Cunha, da mesma autora, ambos dirigidos por Ary Coslov.Entre 2018 e 2022 produziu a circulação do espetáculo AS CRIANÇAS, com direção de Rodrigo Portella e INSETOS de Jô Bilac, com a Cia de Atores. Em 2018, produziu Navalha na Carne, de Plinio Marcos, com direção de Gustavo Wabner; Em 2017, “Ivanov”, de Anton Tchekhov, com direção de Ary Coslov e “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher” de Svetlana Aleksiévitch, com direção de Marcello Bosschar.Em 2016 produziu o encerramento das Olimpíadas, para Rio 2016, com direção artística de Rosa Magalhães.Em 2011, 2013 e 2015 ocupou o teatro Dulcina, no RJ, com os projetos – Dulcina no Plural, Dulcina Abre o Pano e Dulcina em Foco.Produziu a MOSTRA de TEATRO – Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura, no Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015.Em 2011 produziu a turnê no Rio de Janeiro do Théâtre du Soleil, maior companhia de teatro da França.Trabalhou com as principais atrizes e atores, entre eles, Marília Pêra, Julia Lemmertz, Bibi Ferreira, Tônia Carrero, Nicette Bruno, Yoná Magalhães, Sérgio Britto, André Valle e diretores como Antonio Gilberto, Eduardo Tolentino, Ary Coslov, Rodrigo Portella, Fernando Philbert. MARCOS FLAKSMAN - cenógrafo Marcos Flaksman é diretor, diretor de arte de arte e cenógrafo para cinema, teatro, ópera e televisão e arquiteto. Realizou aproximadamente 90 espetáculos de teatro como cenógrafo, entre eles: “Rasga Coração”, “Equus”, “A Serpente”, “O amante de Madame Vidal”, “Coriolano”, Seria Cômico Se Não Fosse Sério”, “A Vida Impressa Em Dólar”, “O Assalto”, “Os convalescentes”, “O Sr. Puntilla e seu criado Matti”, “Nó Cego” e, mais recentemente “Nada de pânico”, “K2”, “O Homem Inesperado”. “O Método Gronholm”, “Dá uma entradinha...”, Traição. Nos últimos anos: “Palácio do Fim”, “O Homem Travesseiro”,” Pinteresco”, “Rain Man”, “Relações Aparentes”, “Freud e Mahler”, “ O homem do Planeta Auschwitz”, “Matar ou Morrer: Dilermando de Assis e Euclides da Cunha”, entre outros e dirigiu “Band-age” musical, de Zé Rodrix e M. Paiva, Nó Cego de Carlos Vereza e A Serpente, de Nelson Rodrigues. Óperas: “Carmem”, “Il Campanello”, “Um Homem Só”, “Così Fan Tutte”, “Yerma”, “Werther”, “Artemis”, “Tosca”, “La Gioconda”, “Fosca” etc. Programas de televisão, entre eles: “Viva o Gordo”, “Grandes Nomes, “O Dia D”, etc. e Direção de Arte para Cinema, com mais de 50 filmes.. Premiado 3 vezes com o “Prêmio Molière”, “Prêmio Mambembe”, “Prêmio IBEU”, “Prêmio Governador do Estado”, “Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte”, “Prêmio APTR”, Prêmio Associação dos produtores (APTR), “Prêmio Bibi Ferreira para Teatro Musical no teatro e 3 vezes com o “Crystal Lens em Miami”, “Prêmio ABC de Cinema”, “Grande Prêmio da Academia Brasileira de Cinema”, “Troféu Candango” do Festival de Brasília, no cinema. SAMUEL ABRANTES - figurinista Performer efigurinista de teatro e carnaval. Pesquisador e professor dos cursos de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes/EBA daUFRJ. Doutorado em Ciência da Literatura (UFRJ) e Mestrado em História da Arte (PPGAV-UFRJ). Pesquisador-associado do NEPAC – Núcleo deEstudo e Pesquisa em Artes Cênicas, da EBA/UFRJ. Atuou nas ações performativas“Próspero” (2018) e “O cão é morto – ação inacabada” (2019), ambas com direçãode Larissa Elias. Sua estreia como ator foi em 2009, no espetáculo “Inês émorta”, de Felipe Barenco, com direção de Felipe Herzog. Criou os figurinos dos espetáculos “Baal”, de Brecht (1989); “A Escola de Bufões”, de Michel de Ghelderode (1990) – Prêmios Shell, Molière e Sated de Melhor Figurino; “Epifanias”, adaptação de “O sonho”, de Strindberg (1993) – Prêmios Shell e Mambembe de Melhor Figurino; “Eduardo II”,Christopher Marlowe (1994) – Prêmio Sated de Melhor Figurino; “Trilogia Tebana”,de Sófocles (1995) e “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues (1998),todos com direção de Moacyr Góes. Assinou ainda os figurinos de “Alcassino e Nicoleta”(1994), direção de André Paes Leme; “Tragédias Cariocas para Rir” (1996), direção de Luiz Arthur Nunes; “Boca de Ouro” (1997), direção de Marco Antonio Braz; “Um Gosto de Mel” (1999), direção de Amir Haddad; “A Via Sacra dos Contrários – Bispo Jesus do Rosário” (1999), de Clara Góes; e “As centenárias”(2007), direção de Aderbal Freire-Filho, com Marieta Severo e Andréa Beltrão. Fez, ainda o figurino de “Eugênia”, de Miriam Halfim, quando foi indicado ao prêmio Shell. Paralelamente ao trabalho em teatro, Samuel Abrantes atua continuamente em escolas de samba, como carnavalesco e performer. Autor alguns livros: 2017, Sertão Reinventado"; Editora Balls; Transconexões, Memórias e heterodoxa, 2014 Rio Boook editora). “Poética têxtil: figurinos; memórias e texturas”(Editora Gráfica Onida, 2011); e “Heróis e bufões, o figurino encena” (Editora Ágora da Ilha, 2001). AURÉLIO DE SIMONI - iluminador Nos 45 (quarenta e cinco) anos de carreira já realizou trabalhos nas áreas de teatro, dança, shows, feiras, convenções, etc, contabilizando mais de mil eventos. Na área teatral apontamos as seguintes peças: AS LÁGRIMAS AMARGAS DE PETRA VON KANT- Direção - Celso Nunes; EMILLY – Direção – Miguel Fallabela; A CARAVANA DA ILUSÃO – Direção – Luis Arthur Nunes; AO TERCEIRO DIA – LIMA BARRETO – Direção – Aderbal Freire Filho; ROBERTO ZUCO – Direção – Moacir Chaves; O CARTEIRO E O POETA – Direção – Aderbal Freire Filho; O INIMIGO DO POVO – Direção – Domingos de Oliveira; MASTER CLASSE - Direção – Fábio Namatame; D. JUAN – Direção – Moacir Chaves; O ABRE ALAS – Direção – Charles Moeller; O AVARENTO – Direção – Amir Hadad; ESPLËNDIDOS – Direção – Daniel Herz; SERMÃO DA QUARTA FEIRA DE CINZAS – Direção – Moacir Chaves; BUGIARIA – Direção – Moacir Chaves; SOUTH AMERICAN WAY – Direção – Miguel Fallabela; CONDUZINDO MISS DAISY – Direção – Bibi Ferreira; LONGA JORNADA DE UM DIA NOITE ADENTRO – Direção – Naum Alves de Souza; COM A PULGA ATRÁS DA ORELHA – Direção Gracindo Junior; AS ARTIMANHAS DE SCAPINO – Direção Daniel Herz; VENEZA – Direção – Miguel Fallabela; SONHOS DE EINSTEIN – Direção Cláudio Balthar (Intrépida Trupe); A ALMA IMORAL – Supervisão Amir Hadad; IMPÉRIO – Direção Miguel Fallabela; MEMÓRIA – Direção Moacir Chaves; A CANÇÃO BRASILEIRA – Direção Paulo Betti; UM BOÊMIO NO CÉU – Direção Amir Hadad; A ARTE DE ESCUTAR – Direção Henrique Tavares; POR UM FIO – Direção Moacir Chaves; AÇAÍ E DEDOS – Direção Henrique Tavares; O JARDIM DAS CEREJEIRAS – Direção Moacir Chaves; A TARTARUGA DE DARWIN – Direção Paulo Betti; O BAILE – Direção José Possi Neto; LABIRINTO – Direção Moacir Chaves; ADULTÉRIO – Direção Daniel Herz; O FILHO ETERNO - Direção Daniel Herz; VALSA Nº 6 – Direção Alexandre Boccanera; ABSURDO – Direção Daniel Herz; A GUERRA NÃO TEM ROSTO DE MULHER – Direção Marcelo Bosschar; MEU SABA – Direção de Daniel Herz; CALANGO DEU – Direção de Isaac Bernat; FREUD E MAHLER – Direção Ary Coslov; O HOMEM DO PLANETA AUSCHVITZ – Direção Ary Coslov; MATAR OU MORRER: DILERMANDO DE ASSIS E EUCLIDES DA CUNHA – Direção Ary Coslov Óperas: - Alma – Teatro Amazonas; - Tosca – Teatro Municipal do Rio de Janeiro; - D. Quixote e a Duquesa – CCBB/RJ; - As Bodas de Fígaro – Teatro Municipal do Rio de Janeiro; - Orfeu Vive – Teatro Municipal do Rio de Janeiro; - A Redenção pelo Sonho – Tim Rescala; - Piedade – Sala Cecília Meireles Prêmios Recebidos: 1982 e 1989 – Mambembe; 199l – Coca-Cola; 1991 – SATED; 1992 – Coca-Cola67; 1992 – SHELL; 1994 – SATED, 1995, 1996, 1997 – SHELL; 1998 – SHARP; 1998 – Coca-Cola e Mambembe; 1999 – Coca-Cola e Festival Nova Friburgo; 2003 – SHELL; 2006 – Zilka Sallaberry de Teatro Infantil e Gralha Azul; 2007 – Festival de Teatro de Rezende – RJ; 2009 – Festival de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro; 2013 – Prêmio APACEPE – 19º Janeiro de Grandes Espetáculos; 2015 – Prêmio CBTIJ, Prêmio Zilka Salaberry, Prêmio Botequim Cultural, Prêmio Cesgranrio de Teatro, Prêmio APTR.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.