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Realizar um festival cultural com objetivo de mobilizar a comunidade escolar para a sustentabilidade através de atividades culturais e educacionais voltadas para todas as idades. Através de eventos e diversas atividades realizadas em escolas públicas municipais, pretendemos ensinar, aprender, provocar, formar e refletir sobre práticas culturais populares e sua relação com a sustentabilidade.
O Festival PMANE Cultural contará com as seguintes atividades: 1. Realização de Exposições e Atividades Diversas 1.1 Exposição fotográfica “Verde Que Te Quero Manter” de Sergio Caddah: uma mostra de 30 imagens da Região Amazônica com o objetivo de valorizar a importância da vida na floresta e sua biodiversidade, da conservação e preservação desse ecossistema, da sua fauna, flora e população local, principalmente dos povos indígenas. Essa pequena mostra também faz parte de uma oficina divertida de fotocolagem a ser feita com os alunos a partir da sua montagem com combinações de imagens e significados de forma a buscar uma reflexão sobre o futuro de todos com a ressignificação das imagens. O resultado desse projeto visa uma estética imagética em prol da sensibilização ambiental usando cópias preto e branco representando imagens das queimadas e a revitalização feita a partir da arte de fotocolagem dos alunos. 1.2 Danças populares: Como em uma brincadeira no quintal, a proposta é fazer dança da maneira mais natural que podemos, como acontece na infância, à semelhança das tradições populares. Nesses contextos o brinquedo (que são a dança, a música e seus artefatos e adereços) contagia os brincantes (que são os participantes) e quando percebemos, a dança se fez. Os participantes adquirem consciência corporal, noções de espacialidade e novas formas de lidar com o corpo em movimento. 1.3 Objetos Impressos: propõe a construção de novas imagens a partir do uso de objetos cotidianos como carimbos, investigando maneiras de transformar seus desenhos através da imaginação, ao mesmo tempo em que refletimos sobre os elementos constantemente descartados no nosso entorno. 1.4 Graffiti: propõe intervenções coletivas que utilizem as artes plásticas, sobretudo técnicas de graffiti como instrumentos de investigação do espaço escolar e de interação com o público. As metodologias resultantes desse processo pretendem promover reflexões sobre os usos do espaço educativo. Nossa proposta é a criação de um percurso educativo que possibilite aos integrantes do Festival o desenvolvimento de um novo olhar compartilhado e construído coletivamente. Para isso, pretendemos realizar atividades que busquem provocar reflexões sobre as estruturas e dinâmicas de cada local, detectar possibilidades de interação com os espaços e, por fim, instrumentalizar os jovens para a realização de intervenções artísticas. 1.5 Escrita Criativa e Poesia Haicai: atividade lúdica de exercício do olhar sensível e o pensamento artístico através da palavra. Tomando por base o gênero haicai, o oficineiro conduzirá a turma na elaboração de imagens poéticas a partir da observação do mundo e da sua “transcriação” em versos. 1.6 Escrita Criativa e Slam: tem por objetivo principal apresentar por meio de rodas de conversa, vídeos expositivos e formações de escrita criativa com Slammers, diálogos com Slammasters, novas formas de fazer literatura permitindo que pessoas variadas tenham acesso, possibilitando a inclusão e troca de convívio experienciando representação e/ou pertencimento. 1.7 Stencil (impressão de cartazes e objetos): foco na vivência de arte urbana, abordando as etapas da técnica do lambe-lambe, desde a elaboração, tipos de impressão e colagem. Serão abordadas as principais características da arte urbana, seu potencial enquanto suporte de poesia, seu histórico, seus códigos, sua recepção e sua importância. (8) Apresentação artística musical: uma banda musical local, que servirá de abertura para um espaço onde o microfone ficará aberto para artistas locais se apresentarem.
OBJETIVO GERAL O Festival PMANE (Programa Meio Ambiente nas Escolas) Cultural tem por objetivo mobilizar a comunidade escolar para a sustentabilidade através da cultura, valorizando competências nacionais e regionais, por meio de atividades culturais e educacionais para crianças, jovens e adultos. Serão realizados 4 eventos em escolas públicas municipais de 4 municípios: Mairinque, Embu das Artes, São Vicente e Santos. - Programar formação e informação por meio de ações envolvendo oficinas e debates, vivências culturais, apresentações literárias, visuais para o público em geral, mostrando na prática ações de incentivo à cultura e sua relação com a sustentabilidade. - Levar a cultura para as escolas, onde serão realizadas apresentações de poesia, escrita criativa, danças populares, pinturas, grafite, slam em diversas modalidades de forma a incentivar a formação cultural de crianças, jovens e adultos, com uma linguagem atual e em conexão com a cultura local. - Potencializar competências na abordagem da palavra, da imagem e das danças que se traduzam em novas estratégias de formação cultural com expressões artísticas atuais e democráticas como o grafite e o slam (ou Poetry Slams, são batalhas de poesia falada que surgiram nos anos de 80 e se tornaram uma forte expressão artística popular em São Paulo) - Criar uma ponte entre profissionais da área de arte educação, música, dança e literatura e o público interessado em sustentabilidade. - Expandir e divulgar o conhecimento sobre o papel da arte e cultura para a potencialização da sustentabilidade e envolver a comunidade escolar e entornos nesse engajamento. OBJETIVO ESPECIFICO (1) Exposição fotográfica "Verde Que Te Quero Manter" de Sergio Caddah: uma mostra de 30 imagens da Região Amazônica com o objetivo de valorizar a importância da vida na floresta e sua biodiversidade, da conservação e preservação desse ecossistema, da sua fauna, flora e população local, principalmente dos povos indígenas. Essa pequena mostra também faz parte de uma oficina divertida de fotocolagem a ser feita com os alunos a partir da sua montagem com combinações de imagens e significados de forma a buscar uma reflexão sobre o futuro de todos com a ressignificação das imagens. O resultado desse projeto visa uma estética imagética em prol da sensibilização ambiental usando cópias preto e branco representando imagens das queimadas e a revitalização feita a partir da arte de fotocolagem dos alunos. (2) Danças populares: Como em uma brincadeira no quintal, a proposta é fazer dança da maneira mais natural que podemos, como acontece na infância, à semelhança das tradições populares. Nesses contextos o brinquedo (que são a dança, a música e seus artefatos e adereços) contagia os brincantes (que são os participantes) e quando percebemos, a dança se fez. Os participantes adquirem consciência corporal, noções de espacialidade e novas formas de lidar com o corpo em movimento. (3)Atividades com Objetos Impressos: A atividade propõe a construção de novas imagens a partir do uso de objetos cotidianos como carimbos, investigando maneiras de transformar seus desenhos através da imaginação, ao mesmo tempo em que refletimos sobre os elementos constantemente descartados no nosso entorno. (4) Graffiti: A atividade propõe intervenções coletivas que utilizem as artes plásticas, sobretudo técnicas de graffiti como instrumentos de investigação do espaço escolar e de interação com o público. As metodologias resultantes desse processo pretendem promover reflexões sobre os usos do espaço educativo. Nossa proposta é a criação de um percurso educativo que possibilite aos integrantes do Festival o desenvolvimento de um novo olhar compartilhado e construído coletivamente. Para isso, pretendemos realizar atividades que busquem provocar reflexões sobre as estruturas e dinâmicas de cada local, detectar possibilidades de interação com os espaços e, por fim, instrumentalizar os jovens para a realização de intervenções artísticas. (5) Escrita Criativa e Poesia Haicai: Poesia e Escrita Criativa é uma atividade lúdica de exercício do olhar sensível e o pensamento artístico através da palavra. Tomando por base o gênero haicai, a atividade conduzirá a turma na elaboração de imagens poéticas a partir da observação do mundo e da sua "transcriação" em versos. (6) Escrita Criativa e Slam: A atividade tem como objetivo principal apresentar por meio de rodas de conversa, vídeos expositivos e formações de escrita criativa com Slammers, diálogos com Slammasters, novas formas de fazer literatura permitindo que pessoas variadas tenham acesso, possibilitando a inclusão e troca de convívio experienciando representação e/ou pertencimento. (7) Stencil (impressão de cartazes e objetos): Atividade tem como foco a vivência de arte urbana, abordando as etapas da técnica do lambe-lambe, desde a elaboração, tipos de impressão e colagem. Serão abordadas as principais características da arte urbana, seu potencial enquanto suporte de poesia, seu histórico, seus códigos, sua recepção e sua importância. (8) Apresentação artística musical: uma banda musical local, que servirá de abertura para um espaço onde o microfone ficará aberto para artistas locais se apresentarem.
Esse projeto é uma iniciativa poderosa para conscientizar os frequentadores da rede pública de ensino sobre a sustentabilidade, utilizando a cultura como meio de comunicação. Como instrumento para alcance dessa conscientização, iremos abordar Conscientização Ambiental, aumentando a consciência sobre questões de sustentabilidade e meio ambiente, e para tanto, utilizaremos a cultura, para engajar e sensibilizar o público. No espaço educativo é possível implantar uma reflexão sobre esse espaço, propondo intervenções que promovam essa reflexão, com utilização de atividades coletivas interagindo com o público. Através da criação desse percurso educativo é possivel desenvolver uma visão compartilhada e coletiva sobre sustentabilidade. Sempre trabalhando os pilares da sustentabilidade, desenvolve-se uma estética imagética em prol da sensibilização ambiental, com desenvolvimento de novas percepções sobre sustentabilidade e modos de vida sustentáveis, reflexões e intervenções que valorizem os espaços escolares como locais de aprendizagem e conscientização ambiental. Este projeto promete criar um impacto significativo na comunidade escolar, promovendo a sustentabilidade através da arte e da cultura, transformando os espaços escolares em ambientes mais conscientes e engajados com o meio ambiente. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Não se aplica
1. Exposição fotográfica “Verde Que Te Quero Manter” Classificação indicativa etária: a partir de 10 anos Duração: 3 horas de preparação + 1 hora de montagem da exposição dos trabalhos Material: 30 fotografias COR em papel fotográfico 40x60cm com acabamento em “Papel Cartão Paraná 2.0mm”; 120 fotografias PB em papel fotográfico 40x60cm (30 por oficina) com acabamento em “Papel Cartão Paraná 2.0mm”; 15 tesouras sem ponta; 60 tubos de cola “Pritt” (15 por oficina); 10 réguas de 50cm; 20 rolos de dupla face 3m; 20 rolos de fita crepe (5 por oficina); 120 revistas e jornais usados (30 por oficina); 4 rolos de fio barbante para uso no varal expositório das fotografias (1 por exposição/oficina); 120 prendedores de roupa para uso no varal de fotos 2. Danças Populares Classificação indicativa etária: de 06 a 13 anos Duração: 2h Material: Será utilizado como material de apoio caixas de som com capacidade de reproduzir a música do celular ou computador. Espaço adequado para a prática de movimentos com as crianças descalças. Todas as experiências serão práticas e de exploração das capacidades corporais de cada participante. A partir do brincar, estímulos musicais e de movimentos serão a base para o aprendizado de gestos, jogos corporais e brincadeiras infantis que poderão ser ressignificados nas ideias e improvisações de cada participante e do grupo. Surgirá, no processo do trabalho, uma dança própria daquele grupo e daquele momento, com caráter lúdico, ligada ao imaginário cultural popular brasileiro. Conteúdo desenvolvido: roda de boas-vindas, brincadeira de apresentação; dança de roda (tradicional) – brincadeira com deslocamento; Brinquedo/ jogo (a definir – exemplo: amarelinha ou jogo de mão); Exploração rítmica usando o brinquedo – fazendo música com o corpo; Improvisação de movimentos – dança (exploração espacial e gestual); Dança popular relacionada com o brinquedo escolhido; Dança final resultante do processo. 3. Objetos impressos Classificação indicativa etária: a partir de 6 anos Duração: 2 horas do oficina + 1 hora de montagem da exposição dos trabalhos Material: Papel sulfite Papéis coloridos Cola bastão Tinta guache + rolos de espuma/pincéis ou esponjas de lavar louça + corante alimentício Tesouras Lápis grafite 6B A partir da coleta e impressão de objetos descartados nas ruas da cidade, a atividade Objetos Impressos propõe a investigação do desenho dos objetos que nos rodeiam por meio do deslocamento desses elementos encontrados na cidade, estimulando a reflexão sobre suas especificidades e como revelam o lugar onde estão, seu tempo e quem os observa, além de nos chamar a atenção para o descarte incorreto de embalagens e outros objetos. Quando o desenho das coisas é revelado, cria-se a possibilidade de trazer à tona formas invisíveis ao olhar desatento, anestesiado pelo cotidiano e seus movimentos repetitivos, o que nos propicia novas possibilidades e maneiras de ver e nos relacionar com o mundo. Pretende-se que na prática do ateliê possamos descobrir juntos: que objetos podem ser impressos? De que maneira podemos imprimi-los? Que desdobramentos essas formas reveladas podem nos trazer? A proposta para esta oficina tem origem na prática da artista e em seu interesse pelo uso de matrizes encontradas para o desenvolvimento do trabalho plástico. No processo de entintar e imprimir objetos descartados nas ruas e caçambas de entulho da cidade, provoca-se um deslocamento, revelando a força gráfica desses elementos, consequência das suas geometrias imprecisas e desgastadas. Iniciando a oficina com um passeio no entorno e no interior das escolas em busca de materiais para impressão, pretende-se sensibilizar os participantes para aquilo que não se vê de maneira imediata, que apenas um olhar atento é capaz de revelar. Na prática do ateliê, a experimentação proposta busca estimular novas maneiras de olhar para os diferentes objetos que nos rodeiam e para aquilo que parece não ter mais uso, utilizando-os como carimbos e transformando-os em novas imagens por meio da colagem e do desenho. Ao final de cada oficina, pretende-se compartilhar com o público do festival a produção do encontro a partir de uma exposição nos pátios das escolas, utilizando varais ou paredes, conforme a disponibilidade de cada instituição. 4. Graffiti Classificação indicativa etária: a partir de 10 anos Duração: 2 horas do oficina + 1 hora de montagem da exposição dos trabalhos Material: 30 latas de spray cores variadas; Tinta latex acrilico, vermelho, azul, amarelo, preto e branco. Duas placas de compensado nas medidas de 220 cm X 160 cm X 3 cm; Uma caixa de luvas cirúrgicas; 20 rolinhos de pintura de 10 cm e 20 unidades de 5 cm. 8 esponjas de lavar louças; Lapis de cor; Giz de cera; Folhas de sulfite; Lapis de grafite numero 2. A proposta é a criação de um percurso que possibilite ao público do Festival o desenvolvimento de um novo olhar compartilhado e construído coletivamente. Para isso, serão realizadas atividades que busquem provocar reflexões sobre as estruturas e dinâmicas de cada local, detectar possibilidades de interação com os espaços e, por fim, instrumentalizar os jovens para a realização de intervenções artísticas. Objetivos principais: Desenvolver percurso educativo que possibilite aos integrantes do projeto desenvolver novo olhar sobre seus lugares de convívio, instrumentalizando-os para a realização de intervenções urbanas nestes locais. Realização de atividades que busquem provocar reflexões sobre as estruturas e dinâmicas de cada local, detectar possibilidades de interação com os espaços. 5. Escrita Criativa e Haicai Classificação indicativa etária: estudantes que estejam cursando o ensino fundamental Duração: 2 horas Material: folhas de sulfite, lápis grafite e lápis de cor, tesoura, cola e revistas para recortar. Fazer poesia é um hábito que se cria no jeito de estar no mundo. De participar das coisas, de perceber os detalhes, os acidentes, as coincidências, as ironias. Um exercício do olhar para as miudezas. É o poeta quem se afeta e afeta o outro. É poeta quem chama a atenção para o que se vê e ouve. Quem ouve uma conversa e pesca um atalho, quem olha uma rua e fisga uma imagem. Nessa oficina, o poeta Victor Rodrigues propõe a prática da poesia e da escrita criativa a partir do haicai e do poema curto. O haicai é um formato de poema de origem japonesa que trata, tradicionalmente, da observação da natureza e das cenas cotidianas em imagens concisas. É como uma fotografia de um momento entre o ambiente ao redor e quem observa registrado em textos de, geralmente, três versos. Em um primeiro momento, vamos conversar sobre o exercício do olhar e da escuta de maneira criativa na percepção do dia-a-dia, discutindo cenas e situações que nos afetam e evocam memórias, pensamentos, sensações e outros afetos. Então, em uma breve rodada, a turma será convidada a dizer versos curtos que já tenham ouvido, lido ou criado, enquanto o oficineiro pontua as características do movimento de transformação ou “transcriação” do olhar em palavra. Então, o oficineiro deve apresentar à turma autores e autoras que escrevem a poesia curta e desenvolvem um olhar de recorte do cotidiano. Entre eles, Paulo Leminski, Alice Ruiz, Manoel de Barros, Viviane Mosé, junto a poetas da literatura contemporânea. Identificaremos os “desenhos verbais”, como diz Manoel de Barros, nos textos apresentados, procurando a possibilidade desses desenhos em nosso dia-a-dia. Num próximo momento, partimos para a prática da escrita. O oficineiro deve apresentar alguns formatos de texto curto em exercícios de escrita coletiva. Além do haicai, será apresentada a quadrinha popular, estrofes de cordel, o microconto e a história de seis palavras. Os textos serão elaborados em um quadro junto com a turma. Então, tendo por base os versos coletivos, a turma parte para as escritas individuais ou em pequenos grupos. O processo será orientado por exercícios e dinâmicas de escrita criativa desenvolvidos pelo oficineiro, a partir de gatilhos, jogos e situações de observação. Os textos são lidos coletivamente conforme são escritos, com comentários feitos pelo oficineiro a fim de ilustrar o processo criativo. Em um último momento, cada participante deverá registrar os textos produzidos em um livreto artesanal confeccionado a partir de uma única folha sulfite com técnicas simples de dobra e corte. Esse livreto se torna uma materialização do processo, formando uma memória física e uma matriz que pode ser replicada ou reimpressa. 6. Escrita Criativa e Slam Classificação indicativa etária: livre Duração: 2 horas Material: Cadeiras, Transmissor - Sonoro (Caixa de Som / Mesa de Som), 3 Microfones; Objetos para sorteio (canecas, caixas de madeira pequenas); folhas de sulfite, lápis grafite e lápis de cor, tesoura, cola e revistas para recortar. Trabalhar a compreensão do que é o Slam de Poesia Falada bem como mostrar as poesias e praticar a reflexão das discussões e as questões declamadas de forma poética; Conversar sobre a apropriação do espaço urbano por jovens; Refletir sobre setores e regiões marginalizados da sociedade; Ouvir e ver variadas modalidades de poesia; Conscientização corporal e cuidados; Aquecimento vocal. Apresentar por meio de rodas de conversa, vídeos expositivos e conversas com Slammers, análise de algumas composições, formas de escrita e maneiras utilizadas para criar uma poesia. O conteúdo pode ser abordado em conjunto com a literatura contemporânea, literatura nos Slams, cultura popular, arte urbana e história do Brasil contemporâneo. Disponibilizamos livros para consultas e exemplos da escrita variada praticada nos Slams. Após a integração e troca entre participantes, iniciamos a prática da escrita, nos formatos: coletiva, individual e temática. 7. Stencil Impressão em Cartazes e outros objetos Classificação indicativa etária: a partir de 10 anos Duração: 2 horas Material: 5 kg de cola branca PVA EXTRA Cascorez; 20 rolinhos de espuma 15 cm Tigre; 5 bandeijas para tinta; 100 folhas de papel sulfite Branco A4; 100 folhas de papel sulfite Branco A3; 200 folhas de papel sulfite colorido diversos A450 folhas de acetato A4 10; marcadores permanentes; 2 estiletes; 7 latas de spray; 3 tintas para Carimbos; Carimbos Alfabeto1; tela de serigrafía A43; tintas para serigrafia. Iniciação teórica e prática à técnica do lambe-lambe. Aproximação e reflexão sobre o potencial poético e político da arte urbana, e as diferentes técnicas utilizadas na expressão de vozes ausentes da mídia tradicional. Criação de poemas autorais dos participantes, a partir dos conteúdos desenvolvidos nos encontros. Realização conjunta de cartazes utilizando a técnica do stencil e os poemas criados na oficina.
PRODUTO Exposição Fotográfica Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Festival e Mostra Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Apresentação Artistica Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição. Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor
PRODUTO Exposição Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos pelo Inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PRODUTO Festival e Mostra Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos pelo VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO Apresentação Artistica Todas as atividades serão realizadas em escolas públicas, sem cobrança de ingressos
Sergio Caddah - Fotografo. Desde 1988, como guia de turismo, Sergio Caddah já fotografava pessoas e cotidianos em excursões do Piauí para o mundo. Em 1999, foi estudar Administração e Fotografia no Rio de Janeiro, levando na bagagem sua essência nordestina. Em 2009, mudou-se para São Paulo e montou seu estúdio. Formado em Administração e Fotografia pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduado em Fotografia Como Instrumento de Pesquisa em Ciências Sociais pela Universidade Cândido Mendes, ambas no Rio de Janeiro. Com trabalhos em diversas áreas, editoras e revistas como Vogue, Elle, TOP Magazine, L’Officiel, Casa Vogue, Marie Claire, Joyce Pascowitch, Glamurama, e-Interiores, Vogue Kids, Harpers Bazaar Kids, Vogue Joias, Iguatemi, Glamour, Capricho, Pais & Filhos, Azul Magazine, TPM, TRIP, Rolling Stone e outras nacionais e internacionais. Quando morou, por 11 anos, no Rio de Janeiro, atuou como coordenador voluntário, de 2002 a 2009, do núcleo de comunicação da CACCAST – Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa Deise Alves - Coreografa e Consciencia corporal. Educadora Corporal e pesquisadora das Artes do Movimento e da Cultura Tradicional. Graduada em Educação Física FMUSP e pós-graduanda em Neurociências e Comportamento – PUCRS. Formada no Método Bertazzo em formação no Body Mind Moviment. É docente no curso de pós-graduação de Dança e Consciência Corporal da Universidade Estácio de Sá e “A Arte de Ensinar Arte: Expressões Singulares” do Instituto Singularidades. Há 20 anos ministra aulas para crianças e adultos, ajudando pessoas a se desenvolverem individualmente e pelo corpo e a encontrarem seu melhor estado físico, emocional e mental. Mirella Marino - Artista Plastica. formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo em 2001 e em 2020 finalizou seu mestrado em Poéticas Visuais na Escola de Comunicação e Artes da USP. Atua como artista plástica e educadora e desenvolve projetos nas áreas do design gráfico e da ilustração. Como principais exposições individuais, realizou a instalação Galeria dos Sussurros, no Festival da Cultura Inglesa (2018), o projeto Vou Voltar, na Escola da Cidade (2015), ambos em parceria com Mariana Vaz, além de Geometria Aplicada, no Estúdio Quinn (2005) e Matriz Motor (2022). Participou de diversas exposições coletivas como Arte Londrina (2018), Cidade Gráfica no Itaú Cultural (2014), Programa de exposições do Centro Cultural São Paulo (2003), entre outras. Foi contemplada pelo edital Proac de Artes Visuais 2014 da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo para realizar o projeto Vou Voltar e em 2004 recebeu o Prêmio Estímulo CPFL pelo trabalho realizado no Museu de Arte de Ribeirão Preto. Desde 2011 colabora com a artista Mariana Vaz e juntas realizaram a vídeo-instalação Quanto tempo leva um coração para descongelar, no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (2011) e a instalação Belvedere, na Casa de Dona Yayá, CPC-USP (2013). Eymard Ribeiro - Artista grafite e atividades educacionais. Experiência na regência de aulas, planejamento e elaboração de atividades e projetos educacionais com objetivo de integrar ao máximo a realidade do educando a prática educativa e fazê-la de forma mais criativa possível. Experiência na área de Arte-Educação Contemporânea, Estudos Culturais e Territoriais com competência acadêmica para atuar na condução de aulas e outras atividades relacionadas ao estudo e prática de arte, cultura e territorialidades contemporâneas. Experiência em atividades educativas em escolas e organizações não governamentais como facilitador, organizador, coordenador e proponente de atividades de intervenção comunitária com ações de arte em espaços públicos. Experiência em ações de redução de danos para usuários de substâncias psicoativas, utilizando de técnicas artísticas para superação dos problemas relacionados ao uso abusivo destas substâncias. Victor Leite Rodrigues de Oliveira - Escritor. Escritor, pedagogo e produtor cultural. Idealizador do Projeto Praga, co-idealizador da série Revide, artista-coordenador do Projeto Livrar e artista da palavra falada. Trabalha a importância do lúdico para o pensamento artístico e pesquisa a poesia como elemento musical, promovendo encontros e experimentos entre musicistas e poetas. Organiza e participa de saraus e intervenções artísticas desde 2009. Ativo em ações no espaço escolar na formação de alunos e professores em literatura marginal-independente. Ministra oficinas, workshops e cursos regulares de escrita criativa, propõe espaços de discussão e produz conteúdo multimidia, participando do movimento que alimenta a literatura contemporânea. Formação Acadêmica: Universidade de São Paulo Graduação em Pedagogia. Graduação em Letras em curso. Graduação em Marketing incompleta. Lika Rosa - slamer e multi artista. Seu primeiro trabalho intitulado Lika Rosa - Movi...Mento (2012) e circulou realizando shows até 2018. Em 2017 iniciou como Slam Master do maior slam da américa latina, Slam Resistência. Em 2018, lançou junto com programa VAI, a primeira antologia e o documentário do Slam Resistência, neste mesmo ano fez sua primeira publicação como poeta, a Coleção de Cartões Arte Poesia. Em 2019 apresentou seu primeiro Livro chamado: HOJE NÃO VAI TER... trabalhos realizados junto com a TV Uniao Leste. Em 2020 aliada com Carol Vidal, Patrícia Meira e Mariana Felix para criação e desenvolvimento da primeira agência cultural de artistas periféricas, projeto chamado de Efêmera Produção em parceria no audiovisual com a Arô. Átila Fragoso - Video artista e animador. Átila Fragozo da Silva, nascido no ano de 1981 em Santana-BA, mora na capital paulista desde 1992. Integrante dos coletivos casadalapa e paulestinos, trabalha desde 2008 com artes visuais, atuando na finalização e animação de vídeos, cenários digitais e instalações. Em 2012 foi arte finalista e animador de vídeo do documentário: “100 Anos Luz” produzido pela Miração Filmes. Em um passeio pela história da energia elétrica, o filme mostra a transformação da sociedade rural para a sociedade urbana no século XX, a partir de 10 ícones eletroeletrônicos representativos dessa progressiva transformação e da criação dos conceitos de cidade moderna, conforto e diversão. No ano de 2013 fez a cenografia digital e as vinhetas de abertura de 11 programas da Série “Retrovisor”. Corpo Rastreado - Produção. Criada em 2005, a Corpo Rastreado sempre foi uma rede de corpos associados diversos que desejam, imaginam, inventam, criam e realizam. Produtores, artistas, técnicos planejam, implementam e acreditam na cooperação entre os corpos como primeira matéria para a criação artística. Uma rede que desenvolve propostas autorais, a partir da necessidade primeira de entender e investir em novos meios de produção. O objetivo é experimentar, gerir e difundir pensamentos atrelados à cultura, que deem autonomia para público e artista, no que se refere à relação com a arte contemporânea. Com foco em estratégias de sustentabilidade e diversidade propositiva, buscamos linhas de fuga para direcionar as manifestações artísticas junto ao entorno de seu ponto de criação e irradiação. A Corpo desenvolve parceria na gestão de projetos importantes para o cenário das artes cênicas no Brasil. Corpo Rastreado é idealizadora e realizadora das ações: Farofa, Estufa e Arquipélago. Em 2020, idealizou e realizou a primeira FarOFFa, que teve duas versões: presencial em parceria com a Oficina Cultural Oswald de Andrade, e digital, a FarOFFa no Sofá com a publicação Críticas no Sofá ( antropositivo.com.br/especiais ). Em 2021, a edição digital Ocupação FarOFFa – voltada à produtores culturais – foi contemplada pelo Proac Lab/Lei Aldir Blanc. A partir de 2022, o interesse aponta para o processo de criação e a aproximação com outras iniciativas na cidade, resultando na FarofaZona (2023), em articulação com outros coletivos de São Paulo, e na Farofa do Processo (2022 e 2024), com foco nos processos criativos dos espetáculos. A FAROFA é, a cada vez, um mergulho em questionamentos sobre o olhar e o fazer nas artes cênicas, é, antes de mais nada, ações de aproximação, sejam elas quais forem. A cada edição ela surge das necessidades e urgências que a produção percebe e lê ao seu redor. O olhar é a partir da produção. No que diz respeito a produções de grande porte, a Corpo Rastreado realiza a produção do Cultura Inglesa Festival desde a 24º edição virtual em 2021( culturainglesafestival.com.br/ ). Foi responsável pela produção da Virada Cultural do estado de São Paulo, em 2009 e 2010, que aconteceu em 30 cidades simultaneamente, além da produção do palco da dança na Virada Cultural Municipal de São Paulo. Fez coordenação de produção da MIT (Mostra Internacional de São Paulo) em 2014 e 2015. Realizou [FP1] em parceria a produção do Festival Contemporâneo de Dança de São Paulo desde 2014. Realiza a produção de artistas nacionais e internacionais em festivais como MIRADA Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos do SESC, Bienal Sesc de Dança, Festival de Curitiba, FIT Festival Internacional de Teatro de Rio Preto.
PROJETO ARQUIVADO.