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Realizar o processo de edição, impressão e distribuição do livro fotográfico "Esqueleto Cósmico", de Izabel Jaguaribe. Desvendando as superfícies materiais da natureza em sua temporalidade, riqueza e diversidade de formas, a obra reúne cerca de 100 imagens fotográficas de três geografias: as ilhas Galápagos, no Equador; o Parque El Leoncito, no deserto da Patagônia argentina; e províncias minerárias do Brasil. Nesta investigação imagética, Jaguaribe chama a atenção, por um lado, para a depredação de nosso espaço natural e, por outro, almeja a revelação de mundos que apontam para a interconexão com o cósmico. Apresenta, com isso, a dicotomia absoluta entre a finitude humana e a inexorável eternidade do universo. Com tiragem de 1200 exemplares, serão reservadas parte para distribuição gratuita em bibliotecas, centros culturais, universidades e escolas públicas em conjunto com ações formativas por meio de duas palestras/debates gratuitos entre fotógrafa e especialistas convidados.
Desvendando as superfícies materiais da natureza em sua temporalidade, riqueza e diversidadede formas, "Esqueleto Cósmico" reúne cerca de 100 imagens fotográficas de três geografias: as ilhas Galápagos, no Equador; o Parque Nacional El Leoncito, no deserto da Patagônia argentina; e províncias minerárias do Brasil. Nesta investigação imagética, Jaguaribe chama a atenção, por um lado, para a depredação de nosso espaço natural e, por outro, almeja a revelação de mundos que apontam para a interconexão com o cósmico. Apresenta, com isso, a dicotomia absoluta entre a finitude humana e a inexorável eternidade do universo. Contudo, Izabel Jaguaribe propõe não uma leitura imediatamente histórica em seus encadeamentos teleológicos, mas a evidenciação de uma poética que mergulha no contraste entre o amplo vazio e a imensidão de uma paisagem com os detalhes e texturas da terra, da água e dos fósseis, da passagem entre matéria viva para matéria inerte pela força do irrefreável tempo, ao qual tudo se submete. Mundos entremeados onde a sombra da morte paira no espaço. O "Esqueleto Cósmico" que flutua inerte no universo, como emblema da nossa finitude, pode ser a resposta para onde iremos: o cosmos. No livro de Izabel, João Moreira Salles ressalta: “O impacto silencioso das imagens de Esqueleto Cósmico nos torna atentos como ela”. Ao explorar a diversidade paisagística da América Latina, a história que ela conta é sobre de que maneira, ao longo desse processo, os lugares se tornam parecidos, chamando atenção para a carga de destruição do homem e a necessidade da preservação de nossas riquezas ambientais
OBJETIVO GERAL Editorar, imprimir e lançar 1200 exemplares do livro "Esqueleto Cósmico", da fotógrafa e diretora Izabel Jaguaribe. Amplamente experiente na área do cinema, fotografia e artes plásticas, Jaguaribe explora a diversidade natural na América Latina. Com fotografias das Ilhas Galápagos, no Equador; do deserto da Patagônia argentina; e das províncias minerárias do Brasil, a fotógrafa investiga a materialidade e as texturas do mundo natural em sua correlação com as transformações e a vida submersas na irrefreável temporalidade do universo. Nesse sentido, "Esqueleto Cósmico" surge como o grande enigma em que fósseis e paisagens vivas apontam, paradoxalmente, para a morte e finitude, evidenciando a interconexão do elemento humano com o mundo da diversidade infinita de seres e matéria viva. Como importante retrato e valorização absoluta da vida natural imersa em um infinito que aponta para o cosmos, esta obra chama atenção para a carga de destruição do homem e a necessidade da preservação de nossas riquezas ambientais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 1200 exemplares do livro fotográfico "Esqueleto Cósmico". Com aproximadamente 130 páginas e 100 fotografias inéditas em conjunto com textos da própria fotógrafa e prefácio de João Moreira Salles, os exemplares serão vendidos em livrarias e doados para escolas e universidades públicas, centros culturais e centros de pesquisa e preservação ambiental do país. - Como contrapartida social e com o objetivo de formação, mediação e discussão, visando chamar a atenção para a importância do debate contemporâneo sobre a preservação de nossas riquezas ambientais através de suas correlações com o universo imagético da fotografia, será realizado um circuito de lançamento das obras gratuitamente em universidades públicas e/ou centros culturais do Rio de Janeiro, com duas palestras/debate da fotógrafa em conjunto com pesquisadores convidados. Serão discutidas as histórias desses espaços em correlação com a poética apresentada nas imagens. - Distribuir gratuitamente a obra para bibliotecas, centros culturais e centros de preservação, escolas e universidades públicas do Brasil. Difindundo e salvaguardando, desse modo, as imagens e acesso a este bem cultural para população. - Desse modo, com o objetivo de propiciar e contribuir para o amplo acesso à obra, serão elaborados e executados planos de divulgação. Com ênfase nas mídias digitais e, em parte, nas mídias físicas, serão produzidas informações sobre o livro e seus lançamentos através das redes sociais, bem como na elaboração de cartazes e flyers a serem confeccionados, distribuídos e afixados em locais públicos. Além disso, prevê-se a distribuição de releases e convite para realização de entrevistas com a fotógrafa, por meio de assessoria de imprensa, em jornais e revistas.
O mundo contemporâneo vê-se diante de eventos climáticos cada vez mais frequentes. O que antes seria uma raridade de correlações de forças naturais hoje torna-se recorrente e, até mesmo, normalizado. Próximo à virada para o século XXI, o filósofo francês Michel Serres diagnosticava que, por seu avanço técnico, o humano se distanciara do mundo, dos ciclos, temporalidades e das próprias materialidades da natureza. Em seu célebre "O contrato natural", Serres questiona qual a linguagem das coisas naturais e responde: "Na verdade, a Terra fala-nos em termos de forças, de ligações e de interações, e isso basta para celebrar um contrato." É por este caminho que "Esqueleto Cósmico" busca desvendar imageticamente esta materialidade de uma natureza disponível e que pode ser lida. Entretanto, Izabel Jaguaribe propõe não uma leitura imediatamente histórica em seus encadeamentos teleológicos, mas a evidenciação de uma poética que mergulha no contraste entre o amplo vazio e a imensidão de uma paisagem, e os detalhes e texturas da terra, da água e dos fósseis, da passagem entre matéria viva para matéria inerte pela força do irrefreável tempo ao qual tudo se submete. Mundos entremeados onde a sombra da morte paira no espaço. O Esqueleto Cósmico que flutua inerte no universo, como emblema da nossa finitude, pode ser a resposta para onde iremos: o cosmo. No livro de Izabel, João Moreira Salles ressalta: "O impacto silencioso das imagens de Esqueleto Cósmico nos torna atentos como ela". Centrada em diferentes paisagens da América Latina, a história que ela conta é sobre de que maneira, ao longo desse processo, os lugares se tornam parecidos. Espaços emergentes do estranhamento do nosso mundo culminam na revelação da dinâmica de uma totalidade, do infinito que aponta para o cosmos. Através disso, enquanto retrato e valorização absoluta da vida e das dinâmicas da matéria, esta obra busca ampliar a visão sobre o importante debate do papel e da carga de destruição provocadas pelo homem, bem como a necessidade da preservação das nossas riquezas ambientais. Seguindo esta proposta formativa, "Esqueleto Cósmico" pretende debater essas questões, propondo seu lançamento através de dois eventos realizados com pesquisadores interessados nessa temática, em conjunto com a fotógrafa. Esses eventos serão realizados exclusivamente em espaços públicos e de forma gratuita, possibilitando o amplo acesso às discussões históricas, estéticas e poéticas que envolvem a obra. Diante da ausência de financiamento privado imediato e do elevado custo requerido para produzir e imprimir um livro fotográfico de qualidade, é fundamental recorrer ao mecanismo de incentivo fiscal estabelecido nesta lei. Isso visa facilitar o acesso e promover a democratização de obras desse gênero, que permanecem em grande parte inacessíveis ao grande público devido aos altos preços. Além disso, por mais vasta que seja a experiência da artista em questão no campo cultural, este será seu primeiro livro fotográfico, sendo necessária o recurso a lei para facilitar a viabilização da materialidade e difusão de sua obra. Com isso, em conformidade com o Artigo 1º da Lei 8313/91, este projeto se alinha aos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação ao Artigo 3º da Lei 8313/91, o "Livro fotográfico Esqueleto Cósmico, de Izabel Jaguaribe" alcança os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Notas Orçamentárias Os custos administrativos referentes a este projeto são mínimos, por isto, optamos pelo referencial de 1%, correspondentes a material de escritório, postagem de livros, etc. O material fotográfico já elaborado foi desenvolvido pela própria fotógrafa em suas viagens, com recursos e materiais próprios (equipamento fotográfico, deslocamentos, etc). Com isso, não se aplica, na planilha orçamentária os gastos prévios a criação destas fotografias e textos. Do mesmo modo, a própria fotógrafa elabora os textos que acompanham as imagens da obra, anexada ao Salic em sua versão inicial, em primeiro tratamento e concepção visual. (material bruto do livro em anexo) Izabel Jaguaribe é dirigente da empresa Jaguar Produções Artísticas e será remunerada conforme os lucros das vendas dos exemplares reservados ao proponente, sendo desnecessária as remunerações referentes a cachê como fotógrafa e artista na planilha orçamentária. Nesse sentido, como a artista responde pela proponente, exclui-se a necessidade de carta de anuência. A Jaguar Produções Artísticas será responsável pela coordenação geral do projeto e responde por esta rubrica. João Moreira Salles realizou prefácio do livro de forma gratuita, abdicando de pagamento, de modo que não é necessária sua inclusão em elaboração textual da planilha orçamentária. (Carta de anuência em anexo)
Livro "Esqueleto Cósmico" 1200 exemplares de 128 PÁGS + GUARDAS + CAPA (CAPA DURA). , 1-Revestimento CAPA 4pg 4x0 FSC COUCHE BRILHO 150grs. Fechado: 300x200. Aberto: 600x220, Laminação fosca frente; Refilados. 8-CADERNOS 16pg 4x4 FSC GARDA PAT KIARA_LD 150grs, acabamento; DOBRADOS; VERNIZ À BASE D´ÁGUA FOSCO Total Frente;Total Verso. GUARDAS: FSC COLOR PLUS ESCURO 180g, acabamento: REFILADOS; DOBRADOS. Acabamento geral: cadernos costurados, livro: CAPA DURA ; SHIRINK INDIVIDUAL ; CAIXAS DE PAPELÃO A CRITÉRIO DA GRÁFICA; CAIXA PAPELÃO
Considerando as características técnicas do produto principal, em conformidade com o Artigo 27 da IN 11/2024 este projetooferece as seguintes medidas de acessibilidade no produto circuito de duas palestras/debates: - Ainda aderindo ao Artigo 27 da IN 11/2024, e visando o aspecto comunicacional de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência auditiva, é prevista a contratação de intérprete de Libras com experiência comprovada e devidamente qualificado para a palestra. A informação quanto a disponibilidade deste intérprete também será acrescentada em todos os materiais gráficos de divulgação do evento. ITEM ORÇAMENTO: Intérprete de Libras - Em conformidade com o Art. 23 da Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2022, proporcionamos acesso preferencial para pessoas idosas. Se necessário, serão implementadas medidas adicionais para garantir o conforto e a participação das pessoas idosas no circuito de lançamento da obra. No mesmo sentido, seguinto o Art. 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, os locais escolhidos para realização possuirão espaços livres e reservados, com boa visibilidade e possibilidade de acomodação de acompanhante. - No processo de seleção do local para a realização do evento, serão escolhidos apenas aqueles que, em termos de design arquitetônico, atendam às normas de acessibilidade também estabelecidas pela Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Ou seja, que disponham de eliminação de barreiras de mobilidade, como rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, áreas reservadas para cadeirantes e facilitadores de locomoção.
Em acordo com a IN Nº 11 de Janeiro de 2024 e devidamente organizado em nosso plano de distribuição e contrapartida social, este projeto se propõe a realizar: Para o produto principal LIVRO - Em caráter educativo, doar 10% (120 livros) de seus exemplares para Bibliotecas públicas, Universidades e Escolas Públicas e Centros culturais e ambientais do Brasil. (Obedecendo ao inciso II do artigo 29). - Com natureza social, promover a distribuição gratuita de 10% dos exemplares, preferencialmente a portadores da Identidade Jovem (ID Jovem), estudantes, idosos e pessoas com deficiência. (Cumprindo o inciso I do artigo 30) - Comercialização, a preço popular, de 20% do produto pelo valor de 35 reais a unidade. Cumprindo o inciso V do Parágrafo 30, para o produto PALESTRA: - Como contrapartida social, realizaremos duas palestras em Universidades e ou centros culturais do estado do Rio de Janeiro, onde, para fins promocionais, realizaremos o sorteio de 5% de exemplares, sendo igualmente divididos entre as duas ocasiões. (inciso III do artigo 29) - Os dois eventos terão entrada gratuita e serão exclusivamente realizados em equipamentos públicos.
Jaguar Produções Artísticas LTDA (Proponente e Coordenação Geral) Atuante no Rio de Janeiro desde 1997, a produtora tem como foco o desenvolvimento de produtos ligados à imagem. Constituindo, no decorrer de duas décadas, um corpo de obras que exploram a cultura em seus diversos modos de expressão. Em seus quase 30 anos de existência, produziu obras como: 1) Elza, lançado em diversos festivais no Brasil e exterior em 2010 (co-produção com a Pedra Corrida produções artísticas), o documentário conta a história de vida da cantora Elza Soares. Dirigido por Izabel Jaguaribe e Ernesto Baldan, o filme conta com personalidades como Maria Bethânia, Caetano Veloso e Paulinho da Viola. 2) Tudo é Irrelevante, documentário que conta a história do intelectual Hélio Jaguaribe. Dirigido por Izabel Jaguaribe e Ernesto Baldán, foi produzido pela Jaguar em 2018. Conta com narração de Fernanda Montenegro e entrevistas de Fernando Henrique Cardoso, Maria da Conceição Tavares, entre outros. 3) Sorria, você está na barra: Co-produzido em 2013 pela Jaguar e Tambellini Filmes, o documentário revela o estilo de vida e a pluralidade da Barra da Tijuca, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Imagens raras de arquivo mostram o nascimento do bairro e seu crescimento a partir dos anos 60. Com depoimentos de Adriana Bombom, Dudu Nobre, Fernando Gabeira e Letícia Spiller. Com vasta experiência na área do audiovisual, atualmente tem como projeto sua inserção nas artes visuais com o lançamento do livro "Desnudo Disfarce" (Ernesto Baldan) e "Esqueleto Cósmico" (Izabel Jaguaribe), também produzindo exposições destes fotógrafos. A empresa é uma sociedade entre Izabel Jaguaribe (dirigente) e Ernesto Baldán. Responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto, a Jaguar Produções Artísticas será remunerada por esta rubrica. (Porfólio anexado ao Salic) Izabel Jaguaribe (Fotógrafa e concepção artística) Diretora de cinema, fotógrafa e artista visual, Izabel Jaguaribe foi sócia da produtora Conspiração Filmes por 10 anos, trabalhou como diretora em várias produtoras do RJ e SP, as principais são: VideoFilmes, Zola, Movi&Art e Tambellini Filmes. Atualmente tem a sua própria produtora, Jaguar Produções, mas continua trabalhando como diretora independente. Entre seus filmes como diretora e roteirista podemos destacar "Paulinho da Viola. Meu tempo é hoje", que ganhou o prêmio Margarida de Prata, "Elza", documentário sobre a vida da cantora Elza Soares. Também dirigiu séries para a TV tanto no âmbito documental como ficcional. Entre as séries que atuou como diretora geral, podemos destacar, "Saúde por aí", apresentada por Maria Paula e, "Por isso, sou vingativa", com Camila Morgado. Trabalhou como diretora na 1a e 2a temporada da série "Bom dia, Verônica" (produzida pela Zola filmes e distribuída pela Netflix, 2020-2023) e atualmente é diretora geral da série "Cenas de um Crime" (distribuída pela Paramount + e em fase de pós-produção). Além disso, Izabel também dirigiu diversos comerciais e videoclipes e é formada em jornalismo pela Puc-Rio. Como fotógrafa, realizou em 2023 a exposição fotográfica "Esqueleto Cósmico" em conjunto com as impressões em mármore chamada "Cactus Est". (Porfólio anexado ao Salic) João Moreira Salles (texto de prefácio) Diretor, roteirista e produtor cinematográfico, é reconhecidamente um dos maiores documentaristas e realizadores da geração que floresceu na virada para os anos de 1990, no momento de retomada do cinema autoral e documental brasileiro. Notícias de uma Guerra Particular (1999 – dirigido e escrito em parceria com Kátia Lund), Nelson Freire (2003), Entreatos (2004 – nomeado ao Grande Prêmio Cinema Brasil de melhor diretor) e Santiago (2007) são alguns dos seus principais documentários. Em 1987, fundou com seu irmão e também cineasta Walter Salles a produtora VideoFilmes, inicialmente voltada para a realização de documentários e programas para a televisão. Seus primeiros trabalhos foram séries exibidas na Rede Manchete, como China, o império do centro (1987), América (1989), entre outras. Foi também roteirista de Krajcberg, o poeta dos vestígios (1987), de Walter Salles; produtor de Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho, Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz, Babilônia 2000 (2001) e Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho. Recentemente, produziu e colaborou na edição final do último documentário de Coutinho (morto em 2014): Últimas Conversas (2015). Atua também como jornalista, tendo criado em 2006 a revista Piauí, para a qual colabora na editoria e na realização de reportagens e ensaios. Como professor, lecionou no curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-RIO. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. (Carta de Anuência anexada ao Salic)
PROJETO ARQUIVADO.