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PRONAC 247008Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Nova Expografia - Memorial Minas Gerais Vale

INSTITUTO VALE
Solicitado
R$ 19,70 mi
Aprovado
R$ 23,90 mi
Captado
R$ 18,50 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33931478000194SALOBO METAIS S/A1900-01-01R$ 10,00 mi
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 8,50 mi

Eficiência de captação

77.4%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçãoRegistroPromoção d Acervo d Museu/Memór
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-11-01
Término

Resumo

Em continuidade ao processo de renovação do Memorial Minas Gerais Vale, o projeto prevê a segunda fase da implantação do novo Memorial com o desenvolvimento e a execução do projeto da nova expografia.

Sinopse

Os colaboradores do MMGV pensaram em conceitos norteadores para subsidiar o trabalho da equipe multidisciplinar contratada: Museu-fórum, História Plural e Mineiridades. A proposta é que o Memorial não seja apenas um espaço contemplativo ou de veneração histórica (“museu templo�), mas um museu que visa oferecer um ambiente propício para a reflexão e o diálogo (“museu fórum�), aprofundando seu potencial como um espaço instigante de educação não-formal ao mesmo tempo que se configura como espaço de lazer. As diversas Vozes de Minas devem estar representadas no Memorial considerando-se que o conflito faz parte do museu moderno. A intenção é permitir a abertura para leituras contemporâneas, possibilitando outros significados para o conceito de mineiridade, sem perder a característica de “museu de Estado�. A proposta da renovação das exposições de longa duração do Memorial visa ampliar o diálogo com o entorno e com os seus diversos públicos e possibilitar diversas leituras do espaço que serão aprofundadas em outras camadas que se atravessam. Para a representação das diversas Vozes de Minas uma premissa que será considerada para a renovação é a forma como as minorias serão representadas, respeitando seus lugares de fala. Dessa forma, buscamos despertar no visitante um sentimento de pertencimento, assim como sensibilizá-lo sobre os laços sociais e identitários por trás do conceito de cidadania, promovendo a inclusão social do público, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião ou condição econômica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:O presente projeto prevê a segunda fase da implantação do novo Memorial com o desenvolvimento e a execução do projeto de expografia. O MMGV renasce para trazer à luz um novo olhar sobre aspectos da grande diversidade física e humana do estado de Minas Gerais, em toda a sua complexidade e beleza. Com uma nova perspectiva sobre a formação histórica, social e cultural de Minas, e com uma expografia que mescla objetos antropológicos e artísticos de diferentes épocas, propõe um diálogo entre o ontem, o hoje e o amanhã no qual o visitante é o protagonista, com os seguintes objetivos gerais:- Desenvolver e realizar a implantação da nova expografia do Memorial Minas Gerais Vale, que permita que a edificação histórica faça parte da experiência de visitação em seus espaços e materialidades;- Promover melhoria na espacialização para favorecer o percurso narrativo da exposição de longa permanência e contribuir para o melhor uma melhor integração entre todos os setores do Memorial;- Promover a continuidade do conceito de museu de experiência que preza a interatividade, usando a tecnologia como meio e não como fim;- Promover a diversidade trazendo as culturas das periferias e do interior do Estado, e representação das comunidades tradicionais para serem representadas nas exposições;- Trazer para as futuras exposições o conceito ampliado de acessibilidade, já usado pelo MMGV em suas ações educativas e programação.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:I. PRODUTO PRINCIPAL "MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS"I.1) Desenvolver - mediante a produção de conteúdo, o licenciamento de direitos e a aquisição de obras artísticas e bens museáveis - e implantar a nova expografia de quinze salas temáticas do primeiro e segundo pavimentos do Memorial Minas Gerais Vale, nos termos dos anexos projetos de curadoria e de expografia, conforme os seguintes conceitos norteadores: 1º Pavimento _ Exposição de longa permanência: "Caminhos e Travessias de Minas": - O que é Minas? Quem são os mineiros? No labirinto de pequenas salas intercomunicantes, formado pela arquitetura da casa, será criado um caminho de experiências sonoras e visuais com obras e objetos que trazem questões sobre Minas Gerais.- As terras, as águas e os homens de Minas: O labirinto escuro e misterioso desemboca em uma sala luminosa e colorida. Nela, vê-se projetado sobre a maior parede um grande mapa animado de Minas Gerais.- Jogo Conhecendo Minas: Quatro instalações interativas distribuídas nas paredes da sala convidam os visitantes a participar de um jogo multimídia coletivo e colaborativo, no qual crianças e jovens de diferentes regiões de Minas Gerais apresentam aspectos da natureza e da cultura de sua região e propõem perguntas. 2º pavimento _ Exposição de longa permanência: "Gentes e Lutas": - A praça, o prédio e sua história: serão duas pequenas salas conjugadas, em uma delas haverá pequenos monitores touch, trazendo um conjunto de podcasts com histórias da praça, dos prédios de seu entorno e de pessoas ligadas à sua construção. Na sala ao lado haverá uma grande maquete tátil em madeira da praça da Liberdade e varais de fotos históricas da praça.- Liberdade: Ao longo das paredes desta sala, com janelas abertas para a Praça, uma linha do tempo viva e dinâmica narra a formação histórica e sociocultural de Minas Gerais até o final do século XX, com seus principais acontecimentos.- Minas Século 21: A sala traz uma mostra da vitalidade do pensamento e da produção de mineiros do nosso tempo e em um bosque de monitores de vídeo pendurados verticalmente por toda a sala.- Utopias: A sala trata de momentos da história de Minas Gerais e do Brasil nos quais o povo mineiro buscou inventar formas mais solidárias de viver.- As transformações das paisagens mineiras: Um grande tríptico de telas com slideshow apresenta um painel das transformações das paisagens mineiras rurais e urbanas ao longo do tempo.- O barroco mineiro: Uma sala para revelar o esplendor do barroco mineiro. Vitrines expõem belas peças de Aleijadinho e outros artistas. Numa das paredes, grande projeção do espetáculo "Bach", do Grupo Corpo.- Ave, palavra: Em uma sala escura com pequena arquibancada, o visitante mergulha em uma experiência audiovisual na qual entra em contato com amostras representativas da criação poética mineira.- Matrizes _ Comunidades em festa: Instalação audiovisual circular, ocupando do chão ao teto, propõe imersão no universo das festas mineiras, com suas músicas, danças, vestuários e ambientações.- Trabalho: do manual ao digital: Pendurados pela sala, objetos do mundo do trabalho de diferentes naturezas _ dos ofícios tradicionais à tecnologia industrial _ dialogam entre si.- Culinárias mineiras: Nesta sala, cinco pequenas mesas redondas com banquinhos recebem projeções de vídeos que tematizam os temas centrais das riquíssimas culinárias mineiras e falam de suas origens através de imagens e depoimentos. I.2) Equipar as salas de exposição de longa duração, as sete salas de exposições temporárias e o auditório - esses dois últimos, localizados no 3º Pavimento do Memorial - mediante aquisição de equipamentos audiovisuais, de iluminação e de segurança e de aquisição e/ou construção de mobiliários adequados aos novos usos propostos, conforme detalhado no projeto de curadoria, no projeto de expografia, nas especificação de materiais e equipamentos e na propostas comerciais e orçamentos, todos em anexo.

Justificativa

Inicialmente, tem-se que o projeto aqui apresentado atende prioritariamente aos seguintes objetivos e finalidades da Lei 8.313/91: Artigo 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Artigo 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; Inaugurado em 2010, o Memorial Minas Gerais Vale é um dos grandes destaques cultuaris e turísticos de Belo Horizonte e em quase dez anos de atividades, o espaço já recebeu mais de 1.300.000 visitantes. Após mais de dez anos de sua inauguração foi constatada a necessidade de readequações prediais e proposta a renovação do conteúdo das exposições de longa permanência. Com esse fim, desenvolveu-se um projeto para melhorias na distribuição da espacialização, promoção de acessibilidade, de preservação do patrimônio e preparação para recebimento da nova expografia. A partir das reflexões foram estabelecidos previamente conceitos orientadores para pautar as propostas de trabalho da equipe a ser contratada para a renovação. Esses conceitos são: Museu-fórum, História Plural e Mineiridades. As diversas Vozes de Minas devem estar representadas no Memorial considerando-se que o conflito faz parte do museu moderno. A intenção é permitir a abertura para leituras contemporâneas, possibilitando outros significados para o conceito de mineiridade, sem perder a característica de "museu de Estado". Propomos que o Memorial não apenas um espaço contemplativo ou de veneração histórica ("museu templo"), mas um museu que visa oferecer um ambiente propício para a reflexão e o diálogo ("museu fórum"), aprofundando seu potencial como um espaço instigante de educação não-formal ao mesmo tempo que se configura como espaço de lazer. Um espaço que considere a experiência do visitante e faça uso da tecnologia como meio para interatividade e não como um fim em si mesma. A proposta da renovação das exposições de longa duração do Memorial visa ampliar o diálogo com o entorno e com os seus diversos públicos e possibilitar diversas leituras do espaço que serão aprofundadas em outras camadas que se atravessam. Um grande conceito pode estar em várias salas expositivas entrecruzadas, o que leva os visitantes a não compartimentar o conhecimento e escutar as várias vozes de Minas. Não impondo uma linha obrigatória para a visitação, uma leitura cronológica das temáticas estaremos ampliando a experiência do público. Para a representação das diversas Vozes de Minas uma premissa que será considerada para a renovação é a forma como as minorias serão representadas, respeitando seus lugares de fala. Dessa forma, buscamos despertar no visitante um sentimento de pertencimento, assim como sensibilizá-lo sobre os laços sociais e identitários por trás do conceito de cidadania, promovendo a inclusão social do público, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica. A programação e práticas do educativo já refletem essa adesão que terá ressonância agora também nas exposições de longa duração. Todo o material produzido pela equipe interna do Memorial - os resultados sistematizados na escuta interna, os desdobramentos em conceitos norteadores somados a outros materiais de apresentação da programação e ações de acessibilidade, pesquisas de público, plantas arquitetônicas, textos produzidos pelo programa educativo - foi disponibilizado para embasamento da equipe multidisciplinar contratada para a construção dos projetos conceitual e executivo da renovação das exposições de longa permanência. Outra premissa do projeto foi trazer para as futuras exposições e estrutura físicas do espaço, o conceito ampliado de acessibilidade, já usado pelo MMGV em suas ações educativas e programação. A acessibilidade é uma das questões centrais para a qualidade de vida e o pleno exercício da cidadania das pessoas com necessidades especiais. A meta nº 29 do PNC é de garantir que as pessoas com deficiência possam ter acesso aos espaços culturais, seus acervos e atividades. A Meta 34 do PNC prevê que as instituições culturais e museais devem oferecer aos cidadãos acervos atualizados e conservados, instalações adequadas, equipamentos modernos e em funcionamento, o que vai ao encontro da necessidade de reforma do prédio tombado onde o MMGV está instalado bem como a de renovar sua exposição permanente. O apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível para a sua realização.

Estratégia de execução

Adequação à Realidade da Execução A adequação realizada foi tão somente para atualizar a justificativa do Item Orçamentário "Sinalização" e para incluir o orçamento referente a tal item nos documentos "Propostas comerciais.pdf e "Caderno tecnico de Comunicacao Visual_com orcamento.pdf", atualizando também seu detalhamento no presente campo, da seguinte forma: ITEM ORÇAMENTÁRIO "SINALIZAÇÃO" refere-se à execução e instalação de peças de sinalização predial e comunicação visual da exposição de longa duração, tais como painéis em chapa metálica ACM com texto em pintura serigrafada ou impressão UV, placas em acrílico com relevo, textos serigrafados ou impressão UV sobre suportes cenográficos metálicos, legendas de obras com pintura automotiva ou impressão direta, aplicação de vinil recortado sobre suportes cenográficos, impressão UV sobre placa de aço galvanizado, impressão UV em placa de PVC, placas de PVC expandido com pintura automotiva, bandeiras em L em chapa metálica. Instalação/frete incluídos. Em anexo: Caderno Técnico de Comunicação Visual preliminar e Orçamento. *** 1. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: Foi previsto o número simbólico de "1" beneficiário por inexistir fruição direta ao público neste projeto. O Proponente informa que a média anual de público beneficiário das atividades do Memorial Minas Gerais Vale é de 110 mil pessoas. Espera-se, com a renovação, que o Memorial passe a atingir a média de 140 mil pessoas por ano. 2. DESLOCAMENTOS: Não se aplica pois os fornecedores serão responsáveis por seus próprios deslocamentos. Além do que, não haverá custeio de deslocamentos da equipe própria do Proponente por meio deste projeto. 3. REFERÊNCIAS ORÇAMENTÁRIAS EM ANEXO: . Orçamento detalhado e Memórias de Cálculo; . Propostas Técnico Comerciais de Fornecedores (obs. Em função de negociações já realizadas entre Proponente e Fornecedores, algumas propostas estão com valores um pouco maiores do que o inserido/solicitado na planilha orçamentária do projeto); . Especificações técnicas dos materiais e equipamentos.

Especificação técnica

O projeto de readequação arquitetônica e de renovação das exposições de longa permanência do Memorial Minas Gerais Vale teve seu início em 2020. Ao longo dos três últimos anos uma equipe multidisciplinar vem trabalhando no seu desenvolvimento contemplando a integração das exposições de longa duração, exposições temporárias e as demais áreas de convivência do Memorial. O projeto geral foi desenvolvido em duas fases paralelas, uma de arquitetura (Pronac 234763, em andamento) e outra de expografia (presente projeto). Seguem anexos ao presente projeto os seguintes documentos: 1. Projeto conceitual curatorial; 2. Projeto expográfico; 3. Referências Orçamentárias: Orçamento detalhado e Memórias de Cálculo; Propostas Técnico Comerciais de Fornecedores. (obs. Em função de negociações já realizadas entre Proponente e Fornecedores, algumas propostas estão com valores um pouco maiores do que o inserido/solicitado na planilha orçamentária do projeto). 4. Termo de compromisso de patrocínio; 5. Escritura do imóvel ou de documento comprobatório de sua situação fundiária; 6. Autorização do proprietário do imóvel; 7. Ato de tombamento do bem tombado; 8. Proposta de intervenção aprovado pelo órgão responsável pelo tombamento /Anuências Institucionais: Diretoria de Patrimônio Cultural – DIPC da Fundação Municipal de Cultura – FMC / Prefeitura Municipal de Belo Horizonte; IEPHA Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - Governo do Estado De Minas Gerais. 9. Especificações técnicas dos materiais e equipamentos; 10. Anuência dos participantes; 11. Relatório do desenvolvimento dos projetos de renovação.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA (a serem realizadas por meio do PRONAC 234763 - projeto em execução): Desde o início da elaboração, o PRONAC 234763 contou com a consultoria de acessibilidade da empresa Museus Acessíveis – Treinamento e Desenvolvimento de Acessibilidade, que teve a oportunidade de participar ativamente, avaliando as propostas e sugerindo as adequações necessárias para a garantia dos direitos culturais das pessoas com deficiência. Dessa forma, a solução de adequação arquitetônica proposta para a garantia de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida ao edifício do Memorial Minas Gerais Vale está alinhada com os conceitos, com os aspectos éticos, com a legislação vigente acerca da garantia dos direitos das pessoas com deficiência, bem como com a preservação do patrimônio cultural edificado e com a manutenção de suas características estéticas e históricas, evitando qualquer tipo de descaracterização do mesmo. ACESSO UNIVERSAL FRONTAL Será criado um conjunto formado por uma rampa e escada para permitir o pleno acesso de pessoas com deficiência, idosos, pessoas com mobilidade reduzida e famílias com crianças pequenas, na entrada principal do Memorial Minas Gerais Vale. A solução é a mais adequada em detrimento a uma solução que ofereça apenas uma entrada acessível diferente do acesso principal dos demais visitantes. A proposição da rampa projetada no conjunto de escadaria promove acesso universal e também preservação da escadaria, uma vez que a solução é sobreposta e reversível. AUDITÓRIO O auditório será renovado para que possa atender as normas de acessibilidade vigentes. O palco que atualmente não é acessível será suprimido possibilitando o acesso dos participantes no mesmo nível onde se encontram as cadeiras. Será mantido espaço reservado para cadeiras de rodas e haverá assentos especiais para pessoas com sobrepeso. O camarim também será reformado para permitir seu acesso ao palco que hoje é feito por meio de escadas e contará também com um banheiro PNE. PÁTIO Para permitir o livre acesso ao pátio interno o anteparo que o separa das demais salas transversais será suprimido. O espaço que hoje abriga os jardins será convertido em um espaço multiuso com arquibancadas com espaço reservado para cadeiras de rodas. ELEVADOR O elevador continuará dando acesso a todos os andares. Ele conta com sinalização em braille e alto relevo que indica o andar, tanto nas botoeiras internas quanto do lado de fora, em cada piso; anúncio verbal e dispositivo de comunicação para pedido de auxílio (botão amarelo) e barras de apoio. BANHEIROS E BEBEDOUROS O Memorial possui bebedouros instalados em todos os pisos seguindo as normas de acessibilidade e banheiros adaptados para deficientes físicos em todos os andares, inclusive com espelhos inclinados. MOBILIÁRIO Todos os projetos de mobiliário foram pensados considerando as normas vigentes de acessibilidade. Haverá mesas de atendimento no café, recepção, loja, oficina, além de escaninhos especiais com alturas adequadas ao público com cadeira de rodas e crianças. Está previsto também no projeto assentos dispostos ao longo do Memorial para descanso e espaço adequado para circulação por cadeirantes. PREPARAÇÃO PARA EXPOGRAFIA Todos os espaços estão sendo preparados para que o conteúdo expográfico possa ser disponibilizado de acordo com a legislação de acessibilidade vigente. ACESSIBILIDADE COGNITIVA (DE CONTEÚDO): O presente projeto também conta com a consultoria de acessibilidade da empresa Museus Acessíveis – Treinamento e Desenvolvimento de Acessibilidade, que participará ativamente da implantação dos recursos de acessibilidade cognitiva na nova expografia do MMGV. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: . Reproduções táteis: pranchas táteis de imagem bidimensional com impressão em relevo 2D em serigrafia com legenda Braille e em caracteres ampliados. Dimensões: Tamanho A3 (30x40 cm). . Sinalização em braile: Impressão em Braille e caracteres ampliados em polipropileno até trinta (30) laudas em Braille – vinte e cindo (25) unidades de legendas em Braille + vinte (20) unidades QR code em relevo. . Audiodescrição: Leitura dramatizada de poemas e poesias (até 10 laudas). Gravação em voz feminina, edição e entrega de arquivos em MP3 para gravação em aparelhos de reprodução, QR Code, fones ou sound tubes espalhados no espaço expositivo. . Produção de Audioguia com Audiodescrição da exposição: Apresentação e boas vindas; descrição do espaço em geral, das 18 salas expositivas, de até 36 obras, documentos, objetos e recursos acessíveis e leitura dos textos curatoriais. Gravação em voz feminina, edição e entrega de arquivos em MP3 para gravação em aparelhos de reprodução, QR Code, aplicativo da exposição, fones ou sound tubes. . Maquete tátil do edifício e área externa com impressão 3D, modelagem manual com acabamento em pintura e verniz impermeável. Dimensões (aproximadas): 90 cm de largura x 70 cm de profundidade por 35 cm de altura, com legenda em Braille e em caracteres ampliados. . Mapa tátil em acrílico ou PS com recortes e impressão em relevo. Obs. Item Orçamentário: Consultor de Acessibilidades - Proposta em anexo da empresa Museus Acessíveis – Treinamento e Desenvolvimento de Acessibilidade. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: . Vídeo-libras: Interpretação em Libras de poemas e poesia em Libras (até 10 laudas). Gravação em vídeo com legendas em português, edição e entrega de arquivos em MP4 para gravação em aparelhos de reprodução QR Code, e/ou tablets dispostos no espaço expositivo. . Produção do Videoguia em Libras: Apresentação e boas vindas; e 11 textos curatoriais. Gravação em vídeo com intérprete, edição e entrega de arquivos em MP4 para gravação em aparelhos de reprodução, QR Code, aplicativo. . Legenda descritiva - Acessibilização de vídeos slides, podcasts e jogos: Acessibilização de até 6 horas de vídeos, slides, podcasts e jogos – Produção de roteiros, inserção de legendas em português, janela em Libras e audiodescrição. Obs. Item Orçamentário: Consultor de Acessibilidades - Proposta em anexo da empresa Museus Acessíveis – Treinamento e Desenvolvimento de Acessibilidade. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: . O conteúdo das exposições será disponibilizado com linguagem simples e acessível aos mais diversos públicos com necessidades especiais. Obs. Item Orçamentário: Consultor de Acessibilidades - Proposta em anexo da empresa Museus Acessíveis – Treinamento e Desenvolvimento de Acessibilidade.

Democratização do acesso

I) Democratização de Acesso: Embora os benefícios sejam disponibilizados de forma plena somente quando o Memorial for reaberto ao público, o Proponente informa que as atividades expositivas, culturais e educativas do Memorial Minas Gerais Vale, após sua reabertura, continuarão a ser todas de caráter gratuito à sociedade. O Proponente informa que a média anual de público beneficiário das atividades do Memorial Minas Gerais Vale é de 110 mil pessoas. Espera-se, com a renovação, que o Memorial passe a atingir a média de 140 mil pessoas por ano. II) Ampliação de Acesso: Embora os benefícios sejam disponibilizados de forma plena somente quando o Museu for reaberto ao público, o Proponente se compromete, conforme disposto no inciso X do Art. 30 da IN 11/2024, a disponibilizar, em seus canais oficiais na Internet, registros audiovisuais do processo de renovação da expografia. Além disso, o Proponente esclarece que por meio do PRONAC 234763 (projeto de obras para renovação da infra-estrutura predial do MMGV - em execução), restaram definidas as seguintes medidas de ampliação de acesso: "i) disponibilizar aos órgãos públicos de patrimônio (Iepha-MG, Iphan e Diretoria de Patrimônio do Município de Belo Horizonte) e aos Arquivos Públicos Mineiro e Belo Horizontino, os registros audiovisuais do processo de renovação; ii) produzir um livro relatório de todo o processo, com distribuição aos órgãos já citados e outros órgãos e agentes públicos, patrocinadores, funcionários, terceirizados, prestadores de serviços, veículos de comunicação, público de visitas mediadas e de ações extra-muros durante o período de reforma e desenvolvimento da nova expografia permanente." Assim, o processo de renovação expográfica previsto no presente projeto será incorporado aos materiais previstos em tais medidas.

Ficha técnica

I. PROPONENTE: . NOME: INSTITUTO VALE - MEMORIAL MINAS GERAIS VALE. FUNÇÃO NO PROJETO: Gestão Administrativo-Financeira – O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira do projeto – O Proponente poderá será remunerado por tal função (previsto em custos administrativos vinculados).. CURR�CULO: O Instituto Vale - MMGV é uma instituição sem fins lucrativos e que atua exclusivamente no campo da cultura, empreendendo esforços para a boa gestão e a plena realização dos objetivos do Memorial Vale. É a entidade gestora do MMGV - o qual se encontra em funcionamento desde 2010 - e responsável pelo estabelecimento das parcerias importantes para a atuação do MMGV, tendo, por meio de incorporação jurídica, recebido todo o legado e histórico cultural construído pela Associação Memorial Minas Gerais Vale, do qual é sucessora. II. EQUIPE PRÓPRIA DOS QUADROS DO PROPONENTE QUE ATUAR� NO PROJETO (profissionais não remunerados por meio deste projeto mas com recursos de outra fonte): . NOME: WAGNER LUIZ GOMES TAMEIRÃO. FUNÇÃO NO PROJETO: Responsável pelo planejamento geral de atividades do Memorial; pelo planejamento e gestão orçamentária; pelo estabelecimento de parcerias institucionais; pela supervisão das coordenações de gestão zelando pela manutenção do conceito que orienta a instituição e pelo cumprimento de seus objetivos.. CURR�CULO: Formado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, e pós-graduado em Administração em Marketing pela Fundação João Pinheiro. Tem diversos cursos na área de gestão cultural. Trabalha na área cultural há 24 anos. Atualmente é Gerente do Memorial Minas Gerais Vale, integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade e foi Presidente da Estação Conhecimento Vale do Jequitinhonha. Também atua como professor de gestão e produção cultural. Dirige o "Horizontes Urbanos - Mostra Internacional de Dança em Espaços Urbanos" e o “1, 2 na Dança� em parceria com Jacqueline Castro. Trabalhou na gestão do Teatro Alterosa de 1994 a 2011, tendo criado projetos culturais que promoveram o mercado cultural da cidade. . NOME: BIANCA DIAS PEREIRA. FUNÇÃO NO PROJETO: Analista Administrativo Instituto Vale. CURR�CULO: Profissional graduada em Contabilidade com ênfase em Controladoria e Administração e Marketing, ambos cursados na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Possui cursos de extensão e atualização profissional em Compliance e Anticorrupção pela Fundação Getúlio Vargas e Ibmec BH. Possui vasto conhecimento e vivência na elaboração de relatórios quantitativos e qualitativos de projetos incentivados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Amplo conhecimento sobre revisão fiscal de empresas de pequeno e médio porte, apuração de tributos, obrigações acessórias e demais rotinas contábil e financeira. . NOME: ELENICE APARECIDA MARTINS. FUNÇÃO NO PROJETO: Analista Administrativo Instituto Vale. CURR�CULO: Graduada em Gestão Financeira e pós-graduada em Gestão Estratégica em Finanças. Atuação em segmentos diversificados em área administrativa e financeira em Museu, empresa de inovação tecnológica de meio ambiente, área hospitalar e cooperativa médica, promovendo gestão setoriais e interagindo com as demais áreas da empresa, proporcionando qualidade ao atendimento aos clientes, parceiros e colaboradores. Acompanhamento do desempenho da empresa, posicionando e emitindo relatórios para a gestão. Ampla vivência na coordenação de equipe e setorial com ênfase em planejamento organizacional e expressivos resultados na racionalização e redistribuição de fluxos de trabalho. Interesse em atuar na supervisão e coordenação de equipes administrativas e financeiras. . NOME: BRUNO HENRIQUE PINHEIRO DE AZEVEDO. FUNÇÃO NO PROJETO: Analista de Comunicação. CURR�CULO: Nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais, possui especialização em MBA em Digital Business pela USP, especialização em MBA Comunicação e Marketing pela PUC-Minas, graduação em Publicidade e Propaganda pela PUC-Minas e Técnico em Rádio e Televisão pelo Centro Universitário Newton Paiva. Atuou em empresas públicas, culturais, de saúde e mineração. Possui vivência e experiência nas áreas de produção gráfica, fotografia, edição de vídeo, produção de conteúdo para mídias sociais, assessoria de comunicação, planejamento de mídia e de comunicação, redação jornalística e publicitária, concepção de eventos corporativos, culturais e ações de marketing. III. EQUIPE COMPLEMENTAR DO PROJETO (CARTAS DE ANUÊNCIA EM ANEXO): . NOME: Michelle Antunes - Andorinha Produções Culturais. FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação Técnica. CURR�CULO: Gestora Cultural e Publicitária Formada em Comunicação com especialização em Comunicação, imagens e culturas midiáticas e em Cooperação Cultural Internacional e mestrado em Gestão de empresas e instituições culturais. Trabalha com comunicação e cultura há mais de vinte anos. É gestora da Andorinha Produções Culturais e coordena o projeto de renovação Memorial Minas Gerais Vale. Foi gestora cultural do projeto Infâncias, da Associação Cultural Meninas de Sinhá e da Inspire Gestão Cultural. Foi professora do EAD do Itaú Cultural, da Escola livre de Artes Arena da Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e do Programa de Soluções Estratégicas para as Artes Cênicas do SEBRAE MG. Atuou no acompanhamento do Programa de Formação em Gestão Cultural para Pontos de Cultura do Brasil da Comuna SA, na consultoria do Programa de Cultura e Educação da CEMIG, na criação das plataformas virtuais EAD do Observatório Itaú Cultural e website do IPHAN MG. Trabalhou na produção executiva do núcleo de TV e Multiplataformas da Conspiração Filmes, na produção do programa Revelando os Brasis e da série de TV Almanaque Brasil. . NOME: Isa Ferraz - Texto e Imagem. FUNÇÃO NO PROJETO: Curadoria. CURR�CULO: roteirista, documentarista e curadora de exposições e museus multimídia. Na área da museografia, é curadora especial do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Foi curadora do Memorial da Democracia, em Recife, do Cais do Sertão, em Recife, da Estação Natureza, da USP e do projeto de renovação e integração dos museus do Instituto Butantan e do Museu de Saúde Pública Emílio Ribas, em São Paulo, além das exposições Utopia Brasileira - Darcy Ribeiro 100 anos, no Sesc 24 de maio, Sonhei em português, no Museu da Língua Portuguesa, As utopias de Darcy Ribeiro, em Brasília, e Marighella, em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, entre outros. Dirigiu a concepção museográfica e curatorial do Museu das Missões, do Museu do Pampa e do Museu da Cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul.Por três anos, foi colaboradora de Lina Bo Bardi e, por mais de 10 anos, de Darcy Ribeiro. Foi diretora cultural por 7 anos da Fundação Darcy Ribeiro, onde atua como conselheira. . NOME: Marcelo Macca - Texto e Imagem. FUNÇÃO NO PROJETO: Assistente de Curadoria. CURR�CULO: jornalista, redator e roteirista. Integrou, como pesquisador e roteirista, equipes de criação de séries documentais para a televisão, como Florestabilidade (2012, TV Futura), O povo brasileiro (2000, Superfilmes), Galáxias (2014, SescTV) e A cidade no Brasil (2019, SescTV), as três últimas dirigidas por Isa Grinspum Ferraz. Criou roteiros de filmes e multimídias para pavilhões brasileiros em eventos internacionais como: Expo 2010 Shangai, na China (coordenação de Marcello Dantas); Rio+20 – Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, no Rio de Janeiro (2012, O2 Filmes e Marcello Dantas); SXSW – South by Southwest (2017), em Austin, nos Estados Unidos (O2 Filmes e Apex-Brasil). Tem participado de equipes de curadoria e criação de conteúdo de vários museus no país, tais como: Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo (2006/2020); Cais do Sertão (2013), em Recife; Museu do Pampa (2010) e Museu das Missões (2015), no Rio Grande do Sul (ambos ainda em projeto); Museu do Homem Americano (2007), no Piauí; Museu do Amanhã (2015), no Rio de Janeiro e Museu de Saúde Pública Emílio Ribas (2020), em São Paulo. . NOME: Fernando Maculan - Mach Arquitetos. FUNÇÃO NO PROJETO: Projetos de arquitetura e expografia. CURR�CULO: arquiteto e urbanista pela UFMG em 1997. Trabalha com projetos de naturezas e escalas bastante distintas, mas que se completam e se informam mutuamente. Idealizador e curador do evento Coarquitetura, realizado em 2011 na Casa do Baile. Foi um dos integrantes do projeto Designing Across Boundaries, realizado em Londres em 2006-2007 e arquiteto colaborador do escritório Hayano Gumi, em Tóquio, em 2004-2005. Foi membro do Fórum Municipal de Assuntos Estratégicos da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, membro do Conselho Curador da Fundação Clóvis Salgado e integrante do grupo de consultores da Casa da Economia Criativa do SEBRAE-MG. Recebeu premiações no Brasil, México, Bélgica e China. Desde 2006, Maculan atua como integrante do Laboratório Piracema de Design, que estuda a cultura brasileira através de vivências de trocas de saberes entre profissionais com formação acadêmica e artesãos em todo o território brasileiro. Atua na direção do projeto Território-parque para a ressignificação do Córrego do Feijão – comunidade impactada pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em 2019. Em 2023, foi um dos arquitetos indicados para o Royal Academy Dorfman Award, em Londres. . NOME: Rafael Yanni - Mach Arquitetos. FUNÇÃO NO PROJETO: Projetos de arquitetura e expografia. CURR�CULO: formado pela Escola de Arquitetura da UFMG em 1997 e mestre (NPGAU) pela mesma escola em 2020. É professor de arquitetura na Faculdade Pitágoras desde 2020. Trabalhou 6 anos no escritório técnico de arquitetura da UFMG e 5 anos no Núcleo de Entregas e de Empreendedores Públicos do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, desenvolvendo projetos de grandes equipamentos e atuando na gestão de contratos públicos. Colaborou regularmente com os escritórios Horizontes Arquitetura e Jô Vasconcellos, com quem projetou a Sede da Orquestra Filarmônica de MG, Rede Minas e Rádio Inconfidência. Em 2020 se associou à MACh Arquitetos. . NOME: Carlos José de Almeida Neto - Cavalinho de Pau projetos museológicos. FUNÇÃO NO PROJETO: Consultoria Técnica (Consultoria de conservação e museologia). CURR�CULO: Bacharel em Museologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com intercâmbio acadêmico na Universidade de Évora (UE), Portugal, onde foi locado no curso de História e Arqueologia. É pós- graduado em Gestão de Empreendimentos Culturais na PUC-MG. Jó atuou como museólogo no Projeto de lnventário e Política de Acervo do Museu do Escravo em Belo Vale (MG); no desenvolvimento do Ponto Cultural CDL; na consultoria museológica para o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto e na produção das exposições O Legado de Martim Afonso de Sousa e D. Ana Pimentel na formação do Brasil, o Desafio Cartográfico do Novo: Olhares sobre o globo e o Brasil, O Desafio Cartográfico do Novo: Cartografar e Desenhar Minas Gerais. Atualmente é Técnico em Artes Plásticas, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte. . NOME: Heloísa Vidigal - Cavalinho de Pau projetos museológicos. FUNÇÃO NO PROJETO: Consultoria Técnica (Consultoria de conservação e museologia). CURR�CULO: Graduada em medicina pela Faculdade de Medicina de Barbacena, pós graduada em Pediatria e graduação em Museologia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou como Conselheira Municipal de Política Urbana de Belo Horizonte — COMPUR (2005- 2009) e Conselheira do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município - Belo Horizonte (2007-2Ol5). Realizou na produção das exposições o Desafio Cartográfico do Novo: Olhares sobre o globo e o Brasil, O Desafio Cartográfico do Novo: Cartografar e Desenhar Minas Gerais, dentre outras. Atua na área de produção de exposições, nas atividades de curadoria, pré-produção, montagem e avaliação, diagnósticos na área de museu, como consultora para o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto e na curadoria e desenvolvimento do Plano de Implementação do Ponto Cultural CDL. . NOME: Hardy Design e Comunicação. FUNÇÃO NO PROJETO: Design/Comunicação Visual. CURR�CULO: empresa com mais de 2 anos de atuação ganhadora dos prêmios Latin Grammy Awards (2017); 12ª e 13ª Bienal Brasileira de Design Gráfico; Top XXI Arc Design (2016); IF Design Awards (2016); Cannes Festival (2016); Brasil Design Awards (2016); IDCA – Comunicating the Museum (2015, 2013 e 2011); 26º Prêmio da Música Brasileira (2015); 11ª Bienal Brasileira de Design Gráfico (2015); Prêmio Minas de Comunicação SINAPRO-MG (2015 e 2013); RedDot Design Award (2014). . NOME: Viviane Sarraf - Museus Acessíveis. FUNÇÃO NO PROJETO: Consultor de acessibilidades. CURR�CULO: doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, mestre em Ciência da Informação pela Escola de Comunicações e Artes da USP, especialista em Museologia pelo Museu de Arqueologia da USP e graduada em Licenciatura em Educação Artística pela FAAP. Diretora técnica e fundadora da Museus Acessíveis, criadora e coordenadora da RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus, Professora do Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Curso de Pós- Graduação Lato Sensu em Arte Contemporânea e Docência no Ensino Superior da Universidade Camilo Castelo Branco – UNICASTELO. Pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia – CISC da PUC-SP e Assessora Ad Hoc da FAPESP. Foi responsável pela criação, curadoria, plano museológico, museografia, ação cultural e educativa e programa de extensão do Centro de Memória Dorina Nowill. . NOME: Danilo Medeiros - 32 Bits. FUNÇÃO NO PROJETO: Programador (montagem audiovisual e automação). CURR�CULO: gerencia o desenvolvimento de produtos interativos há mais de 20 anos, tendo liderado o desenvolvimento de portais, websites, lojas virtuais, eletrônicos, software para dispositivos móveis, multimídia, apresentações e jogos para empresas como Itaú, Tim, Verizon Wireless, New World Mobile (Hong Kong), Smart Communications (Filipinas), Oi, Oi Futuro, Banco Real, Banco do Brasil, Gradiente, Banco Santander, Petrobrás, Net/ Globocabo, Banco GM, além das mais importantes instituições e organizações culturais brasileiras, notadamente Fundação Roberto Marinho, Itaú Cultural, Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio, CCBB, entre outras. além de instituições internacionais como a Fundación Libertad y Democracia, no Panamá e Parque Cultural del Caribe, na Colômbia. É bacharel em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com pós-graduação em Comércio Eletrônico pela Australian College of Technology e especialização em usabilidade de interfaces, arquitetura de informação e eletrônica. . NOME: Anna Turra – Mínimo Studio. FUNÇÃO NO PROJETO: Iluminação (acompanhamento de montagem/afinação). CURR�CULO: arquiteta e urbanista e trabalha como designer de iluminação. Dirige estúdio próprio desde 2013 com desenvolvimento de iluminação para criações cênicas, exposições e projetos arquitetônicos. Atua também como diretora de arte de cenografia e comunicação visual. Desenvolvedor de projetos de teatro (música, teatro, dança), conteúdo audiovisual, exposições (instituições culturais) e arquitetura. Suas criações incluem as de Elza Soares, Gal Costa, Voos de Villa, Arnaldo Antunes, 5 a Seco, Teatro Musical Merlin & Arthur, Instituto Pedra (Museu Barroco Boulieu), Canoa Arquitetura, Associação Cultural Videobrasil, Sesc São Paulo, entre outras. Premiado com Design de Iluminação na peça “Merlin & Arthur – um sonho de liberdade� pelo 14º Prêmio APTR de Teatro. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU/USP-SP). . NOME: �udio Portátil – Clement Zular. FUNÇÃO NO PROJETO: Sonorização (Desenvolvimento de projeto de sonorização da exposição e acompanhamento de implantação de equipamentos sonoros). CURR�CULO: especializados em gravação de música erudita, orquestras, coros, música de câmara, música antiga, piano, música acústica, cantores, órgão, jazz e afins, ao vivo ou em locação. Film Scoring – Gravação e finalização de trilhas orquestrais para cinema e musicais. Dolby Atmos / Immersive Audio – Orchestral Spatial Audio. Captação, Pós Produção, Mixagem e Finalização. Produção. Projetos de estúdios, Instalações especiais. Gravação, mixagem e finalização de Concertos, Shows e eventos ao vivo. Produção e Produções especiais. Masterização. QC (Quality Control). . NOME: Isabel Leite. FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação de pesquisa. CURR�CULO: pós-doutora pela Universidade Federal Fluminense. Doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui experiência em arquivos, museus, história política e memória. Pesquisadora no Projeto Mariana com Arte (Programa Monumenta – UNESCO) – 2006. Foi Pesquisadora no Memorial da Vale (Vinculada ao Projeto República – UFMG) – 2008; Pesquisadora responsável pelo histórico do Palácio Guanabara (Governo do Rio de Janeiro) – 2012; Pesquisadora na Comissão de Anistia (Ministério da Justiça - PNUD) – 2015; Elaboradora de material didático para a disciplina História para Bernoulli Rede de Ensino. 2016- 2018 e 2023-2024; Professora substituta no depto. de História da Universidade Federal de Minas Gerais (2009); Professora substituta no Instituto Técnico Federal de Minas Gerais. Campus Ouro Preto (2015-2017) e Professora substituta no CEFET Minas Gerais. Campus Nova Suíça (2020-2022). . NOME: Nós da Produção - Coletivo representado legalmente pela empresa Viés Produções. . FUNÇÃO NO PROJETO: Produção executiva. CURR�CULO: coletivo formado em 2019 por profissionais do setor cultural com vasta experiência nas diversas etapas do processo de produção. Atuam no planejamento, produção executiva, coordenação de produção e montagem de exposições, eventos e projetos audiovisuais, estando à frente de mostras como Meta Arquivo 1964-1985 no Sesc Belenzinho, Kader Attia_Irreparáveis Reparos no Sesc Pompeia, Essa Nossa Canção no Museu da Língua Portuguesa, MemoriAntonia no Centro Maria Antonia e Reviravolta no Museu de Artes do Espírito Santo, entre outras, além de oficinas de produção realizadas em diversos estados do Brasil.A Viés Produções é dirigida por Marina Torre, graduada em Cinema pela FAAP, com MBA em Gestão de Projetos pela USP e mestranda em Gestão Cultural pela Universitat Oberta de Catalunya (UOC). Marina atua como produtora executiva, curadora e programadora nas áreas do audiovisual e das artes visuais, desenvolvendo projetos que articulam produção cultural, pesquisa e formação profissional. É também produtora executiva dos documentários Pureza.doc e Cinco Miniaturas Brasileiras, do curta O Grande Passeio. Foi coordenadora executiva de séries como O Som e a Sílaba (Disney+), Elas no Singular (HBO), Feras (Viacom), além dos longas Meu Melhor Amigo e Cidade Pássaro. Atua também em programas de formação e desenvolvimento, tendo coordenado 4 edições do BrLab, laboratórios do Prodav e ministrado cursos para instituições como Kinoforum, Sesc e Cineforma. . NOME: Eletra Serviços Culturais. FUNÇÃO NO PROJETO: Consultores (Negociação e coordenação de empréstimos de obras de artes junto a artistas, museus e demais acervos.). CURR�CULO: realiza pesquisas, logística e produção de exposições itinerantes e permanentes; análise das condições de espaço expositivo, montagem, projeto de sinalização e programação visual. Alguns projetos realizados: 2024 - Produção Executiva - Exposição “Visível Sensível - do Colecionismo ao Museu na Casa Fiat de Cultura� - Casa Fiat de Cultura - BH / MG - Produção Executiva - Edital Jovens Artistas 2024 - Exposição Coletiva - Memorial Minas Gerais Vale - BH / MG / 2023 - Produção Executiva - Exposição “Arte Brasileira - a coleção do MAP na Casa Fiat de Cultura� - Casa Fiat de Cultura - BH / MG - Produção Executiva - Exposição “Fabricação Própria Lotus Lobo� - SESC Ribeirão Preto - SP - Produção e proponência – exposição da Estamparia Litográfica – Lotus Lobo – Caixa cultural – Brasília – DF / 2014 - Produção local – Exposição Um Olhar sobre o Brasil – Instituto Tomie Ohtake - CCBB – BH / MG. 2006 - Produção - "Tesouros da Caixa" - CCU - Ipatinga | MG / 2022 - Produção Executiva - Exposição “Coleção Brasileira - de Alberto e Priscila Freire� - Centro Cultural Banco do Brasil - BH / MG / .2021 - Produção Executiva – Implementação do CENTRO DE MEMÓRIA USIMINAS – Ipatinga – MG - Produção – Exposição “Fabricação Própria – Lotus Lobo� – Galpão - SESC Pompeia – SP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-07-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais