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O projeto "A minha nova Cinderela" é um espetáculo teatral, destinada à infância e a adolescência, escrito por Renata Mizrahi e que fornece uma releitura contemporânea sobre o enredo do conto popular que ficou eternizado pela versão de Charles Perrault. O projeto também inclui oficinas de interpretação teatral para crianças como contrapartida social, além de uma série de ações de acessibilidade e democratização.
Espetáculo de Artes Cênicas - A minha nova Cinderela A menina Rebeca têm 10 anos e conhece a personagem da Cinderela conversando com a mãe depois da festa de 15 anos da prima. Quando finalmente folheia a história original ela se espanta com diversas situações narradas, entre as quais: a competição entre mulheres, e a situação análoga à escravidão em que vive à personagem. É quando decide mudar os rumos das histórias, reescrevendo diversas passagens. Rebeca vivencia e intervém na história, refletindo sobre cada momento, e fazendo com que as personagens reflitam também. Por fim, com o livro quase que inteiramente rasurado, Rebeca anuncia "A minha nova Cinderela". Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Contrapartida Social - Oficina de Teatro para Crianças e Jovens Prática de sensibilização teatral realizada por atriz ou por diretora do espetáculo, destinado a crianças e jovens entre 08 e 14 anos. Duração mínima de 3 (três) horas-aula, podendo ser realizado ou não no mesmo teatro em que acontece a temporada. Destinação social e gratuita para até 15 (quinze) pessoas. Os percentuais residuais obrigatórios de contrapartida social serão obtidos por meio de acesso gratuito a sessões de temporada, ou ensaios abertos, conforme previsto pela IN 2024.
OBJETIVO GERAL: Produzir e realizar a circulação do espetáculo teatral "A minha nova Cinderela", voltada para o segmento de crianças e jovens, escrito pela dramaturga Ranata Mizrahi. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Viabilizar 32 (trinta e duas) apresentações em cidades do Rio de Janeiro (capital e interior); Praticar uma política de preços populares nos ingressos, com ticket médio em cada cidade necessariamente inferior a R$ 30,00 (trinta reais); Disponibilizar a locação de um ônibus em benefício de instituição social ou escolar, nos termos na IN 2024, em cada uma das cidades em que o projeto circular; Previr amplas medidas de acessibilidade, contemplando a mobilidade física, a pessoa cega, surda ou ensurdecida, além de pessoas neurodivergentes; Promover oficina de teatro para crianças e jovens, atendendo a no mínimo 10% do público previsto no produto principal (espetáculo de artes cênicas); Disponibilizar ingressos gratuitos para complementar as estatísticas de democratização, se necessário, conforme prevê e autoriza a IN 2024.
As histórias catalogadas esteticamente como "contos de fadas" possuem uma função inerente que é a de retratar aspectos da vida de difícil compreensão, atribuindo-lhes atmosfera mágica e épica. Temas espinhosos como a rejeição, a inadequação, a solidão, são vividos por personagens perseverantes para quem sempre haverá uma promessa de final glorioso. As narrativas reproduzem questionamentos que são parte da natureza humana: Quem sou eu? Como eu posso resolver meus problemas? Como eu deveria agir? Há também nos contos uma clara discussão sobre ética nas relações sociais. Neles, o "certo", o "errado", e as consequências das más escolhas estão delimitadas com tintas fortes, e por isso também existe farta utilização desse material para fins pedagógicos. Porém, toda narrativa é filha de seu tempo. Mesmo as adaptações dos chamados Contos de Fadas para o audiovisual já absorvem a discussão por uma sociedade mais inclusiva. Nesse campo, as personagens femininas são as que desenvolvem a curva mais notável. O lugar da mulher na literatura também deve ser o lugar que ela quiser, e essa mudança é expressa na criação de "A minha nova Cinderela" que agora se propõe, construído também pelo viés antirracista. Para poder circular nas cidades propostas e gerar serviços culturais com acessibilidades diversas, além de expressivo acesso gratuito, o projeto necessita do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. O projeto apresentado se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por fim, se enquadra nos seguintes objetivos do Artigo 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Duração prevista: até 70 (setenta) minutos. Configuração de palco: italiana CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina de Teatro para Crianças e Jovens Duração Prevista: Até 3 (quatro) horas-aula Limite de participantes: Até 15 (quinze) pessoas. Tipo de espaço: Sala ampla ou palco teatral.
PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: Utilização de teatros e espaços culturais sem obstáculos físicos; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal para a realização de ação de acessibilidade desde a fila, atendendo também idosos e quadros clínicos de obesidade. Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: disponibilização de abafadores de ruídos, anunciados pelo monitores e pelo serviço de som. Acessibilidade para a pessoa cega: disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal; atividade de visita tátil ou sensorial disponível ao longo de toda a temporada; ações comunicacionais do projeto com legendas descritivas; realização de uma sessão com audio descrição aberta, com supervisão de pessoa cega, nas apresentações realizadas em cada uma das localidades do projeto. Acessibilidade para a pessoa surda ou ensurdecida: disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal e alfabetizados em Libras; presença de intérprete de Libras treinado em eventos culturais em pelo menos 50% da circulação do produto principal; sinalização específica na divulgação de apresentações com presença de tradutor. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina de Teatro para Crianças e Jovens Acessibilidade física: Utilização de espaços culturais sem obstáculos físicos; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal para diferentes apoios em acessibilidade. Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: disponibilização de abafadores de ruídos. Acessibilidade para a pessoa cega: disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal para diferentes apoios em acessibilidade; recurso de auto descrição a ser utilizado pela oficineira. Acessibilidade para a pessoa surda ou ensurdecida: presença de intérprete de Libras nos dois dias de oficinas disponibilizados, caso haja demanda de pessoa surda ou ensurdecida.
PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Política de ingressos a preços populares em toda a circulação do espetáculo, com ticket médio inferior a R$ 30,00; acesso a segmentos vulneráveis nos percentuais de gratuidades obrigatórios; transporte gratuito em pelo menos uma data de cada localidade, com fornecimento de lanche, em benefício de instituições sociais ou escolares, preferencialmente localizados em áreas periféricas; ações de estágio e introdução no mercado de trabalho em todos os locais em que o projeto circular. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina de Teatro para Crianças e Jovens Integralidade de acesso a estudantes matriculados na rede pública de ensino; realização de atividade em espaço com facilidade de acesso ao segmento diretamente beneficiado.
CLARISSA KAHANE (PROPONENTE, DIRETORA DE PRODUÇÃO E ATRIZ) Atuação como Assistente de Direção, Coautora e diretora de espetáculos de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo Maior destaque: Diretora assistente do espetáculo “Fonchito e a Lua”, adaptação para o teatro infantil de Pedro Brício do livro de Mario Vargas Llosa – Direção: Daniel Herz – Centro Cultural BB, em 2014 e com turnês em 2015 e 2016. Outros trabalhos: • 2018: “Filho do Pai” com Antonio Pitanga e Nando Ganho – 1ª Temporada Sesc Tijuca e 2ª Temporada Teatro do Quatro • 2017: “Ubu Rei” – Direção: Daniel Herz – 1ª temporada Teatro Oi Casa Grande e 2ª Temporada Sesc Pinheiros • 2015: “Meu Saba” – Direção: Daniel Herz – 1ª Temporada Teatro Sério Porto • 2015: “O Elixir do Amor”, espetáculo infantil adaptado a partir da ópera de Donizetti • 2015: “As Bodas de Fígaro”, uma adaptação da ópera de Mozart – Direção: Daniel Herz – Casa de Cultura Laura Alvim • 2013: “Beatriz” de Cristovão Tezza adaptação Bruno Lara Resende – Direção: Daniel Herz – Casa de Cultura Laura Alvim • 2013: Apresentadora da Mostra do Minuto no 3˚FESTU-RIO Teatro Tom Jobim – Jardim Botânico RJ • 2012: Coautora e assistente da peça “Absurdo” em parceria com a CIA Atores de Laura – Direção: Daniel Herz • 2012: “O Ensaio” – Turnê Circuito SESI RJ – Mostra II do Festival de Esquetes Universitário • 2011: “O filho eterno” – de Cristovão Tezza, adaptação Bruno Lara Resende – Direção: Daniel Herz • 2010: Prêmio de Melhor Atriz no I Festival de Esquetes Universitário - “Elas” e “Eles” – PUC RJ • 2010: Coautora e assistente de Direção da peça “Adultério”, em parceria com a CIA Atores de Laura – Direção: Daniel Herz – Teatro Gláucio Gil. RENATA MIZRAHI (AUTORA E DIRETORA): Roteirista, dramaturga e diretora. No Teatro adulto, ganhou o prêmio Shell de melhor texto em 2015 por "Galápagos". O Prêmio FITA 2014 por melhor direção em Os Sapos. Foi indicada a melhor texto no APTR e no Cesgranrio por Silêncio! em 2014. Indicada a Melhor texto por Os Sapos, na FITA e Cesgranrio 2013.Indicada a melhor texto Cesgranrio 2015 por Galápagos. No Teatro Infantil, ganhou o Prêmio de Melhor Espetáculo Infantil na FITA 2010 por Joaquim e as Estrelas. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry de melhor texto 2010 pelo infantil Joaquim e as Estrelas. O Prêmio Zilka Salaberry de Melhor texto 2012 por Coisas que a Gente Não Vê. Em 2024 ganhou o prêmio (em parceria com Marcelo Rezende) por melhor música original por Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo. Foi indicada a Melhor Texto no Zilka Salaberry 2015 por Nadistas e Tudistas. Indicada a Melhor texto no Zilka Salababerry 2017 por Ludi Na Revolta da Vacina e Marrom- Nem Preto, Nem branco? Indicada a Melhor texto e direção no CBTIJ 2017 por Ludi Na Revolta da Vacina, e melhor texto por Marrom- Nem Preto, Nem branco? Indicada a melhor texxto e direção no CBTIJ 2024 por Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo. No cinema ganhou prêmio de Melhor roteiro no Festival Internacional de João Pessoa (2024), pelo filme Os Sapos. Ganhou prêmio de melhor roteiro no Festival de Triunfo pelo filme Amores de Chumbo, (atualmente na Amazon e no Now). Ganhou Menção Honrosa na Mostra Teen da FICI 2024 (Festival Internacional de Cinema Infanto-juvenil) pelo seu curta As Melhores, que escreveu e dirigiu. É autora do telefilme Maria, com direção de Iberê Carvalho- estreou em maio de 2023 na TV Globo Brasília e no Globoplay. Autora do curta ``Bodas'', que ganhou o prêmio de Melhor Filme no Primeiro Festival Internacional de La Gent Gran de Barcelona 2019. Na TV, escreveu a segunda temporada de Homens São de Marte... (GNT). Escreveu a segunda temporada da série “Matches” para a Warner. Formatou e escreveu “Tem Criança na Cozinha" (Gloob) que ganhou o prêmio Comkids e foi indicado ao Emmy Kids. Escreveu “Minha Estupidez”, com Fernanda Torres (GNT), entre outras. GABRIELA ROSAS (DIRETORA DE PRODUÇÃO E ATRIZ): Cursou "Ecolle Phellipe Gaulier", em Paris, onde estudou Máscara Neutra, Shakespeare, Tragédia Grega, Melodrama, Vaudeville, Bouffon e Tchéckov. Em seu retorno trabalhou como apresentadora na TV Vanguarda e participou como atriz da Companhia Antro Exposto, de Ruy Filho. Como o monólogo "Lá fora algum pássaro dá bom dia", direção de Marcelo Rubens Paiva, foi convidada a apresentar no Festival de Teatro de Curitiba. No Rio, integrou o elenco de montagens do diretor Daniel Herz, entre elas "Perdoa-me por me traíres", "Nadistas e Tudistas", "Adultério", "O Pena Carioca", entre outros. Ganhadora do Prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado pelo curta "Noite de Sol". Na televisão, atuou em "Chiquititas", "Pega pega", "Haja Coração", "Força do Querer", "Vitória", "Jesus", entre outras produções. BEBEL AMBRÓSIO (DIRETORA DE PRODUÇÃO E ATRIZ): Atriz e apresentadora. Nascida e criada no Rio de Janeiro, começou no teatro ainda na adolescência. Como atriz atuou em vários espetáculos, como “O Alienista”, de Machado de Assis, “Gota D´água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Viúva, Porém Honesta”, de Nelson Rodrigues. Na TV, atuou em novelas da TV GLobo Como “Ti Ti Ti”, “Aquele Beijo”, “A Vida da Gente” e “A Grande Família”. No cinema, atuou em “Se a Vida Começasse agora”. Como apresentadora, apresentou o programa “PetChannel”, atualmente na Amazon Prime. TATI INFANTE (DIRETORA DE PRODUÇÃO E ATRIZ): Técnica em Cinema pela UNESA, cursou O Tablado, e é bailatina clássica formada pelo Royal Ballet of London. Em teatro, integrou o elenco de "Perdoa-me por me traíres" e "Noite de Comédia Improvisada". Atuou e produziu em "A hora Perigosa", e também integrou o elenco de "Nadistas e Tudistas" e "Viúva, Porém Honesta". Em televisão esteve em "Ameaça Invisível" e Jesus (pela Record TV), e em "Malhação - Vidas Brasileiras", "Haja Coração", "Bem Aventurados" (pela TV Globo), entre outros. HEDER BRAGA (PRODUTOR) Doutorando em Artes Cênicas (PPGAC – UNIRIO) e Mestre em Estudos de Teatro (Universidade do Porto), integra a equipe do Laboratório de Estudos do Espaço Teatral e Memória Urbana, e também atua como Ator e Produtor de diversos espetáculos teatrais, tendo colaborado em produções com os seguintes artistas: Ricardo Kosovski, Ivan Sugahara, Diego Morais, Pedro Kosovski, Isaac Bernat, Lázaro Ramos, Daniel Herz, Renato Rocha, André Matos, Bibi Ferreira, entre outros. NATÁLIA LANA (Cenógrafa): Começou a trabalhar com cenografia em 1998, iniciando sua atuação em diversas áreas, como: criação, pintura de arte, adereços, construção e assistências. Lecionou nos anos de 2009 e 2010, na cadeira de cenografia da Faculdade de Belas Artes da UFRJ, dando enfoque à criação e às técnicas de construção e montagem. Trabalhou, como cenógrafa assistente, em diversos grandes musicais da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, tais como “A Noviça Rebelde”, “Hair”, “ Um Violinista no Telhado”, “Gypsy” , “7”, entre outros. Assinou cenários para diversos projetos teatrais como "Homemúsica", de Michael Melamed; “Blitz”, com direção de Ivan Sugahara; “Piano da Patroa”, com de direção de Lena Horn e “Anticlássico”, de Alessandra Colassanti. Nos últimos anos, foi cenógrafa dos musicais “Cássia Eller, O Musical” e “Rock in Rio, O Musical”, em parceria com Nello Marrese e com direção de João Fonseca; e “Constellation”, com direção de Jarbas Homem de Mello. Além de espetáculos como “Hiperativo”, de Paulo Gustavo; “Porto de Memórias” e "P.O.E.M.A", com direção de Regina Miranda. Atualmente, o show do cantor e compositor Lenine, intitulado “Carbono”, possui cenário criado por Natália Lana. OUTROS MEMBROS: Diego Nardes (Visagismo); Verônica Rocha (Assistente de Direção); Toni Rodrigues (Diretor de Movimento).
PROJETO ARQUIVADO.