| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 40430971000196 | ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 06124009000190 | MOBILE CURSOS OPCIONAIS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 10,4 mil |
| ***509649** | FLAVIA LEAO FERNANDES | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***413818** | RODRIGO NERIS | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
"SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2025" tem como meta viabilizar as atividades regulares da São Paulo Companhia de Dança constituídas por criação de novas coreografias, apresentações de dança e documentários.
SINOPSE | COREOGRAFIA 1 | Georges Céspedes George Céspedes irá criar uma peça para a São Paulo Companhia de Dança, marcando sua primeira criação para uma companhia brasileira. Céspedes é conhecido por seu estilo de dança social com raízes geométricas e matemáticas, que cria grandes desenhos no palco através do movimento dos grupos de bailarinos, muitas vezes entremeados com solos, duos ou trios. A iluminação acompanha esses desenhos de forma intricada, utilizando técnicas avançadas para destacar a precisão dos movimentos e criar atmosferas que intensificam as emoções expressas pelos bailarinos. Os figurinos são roupas de rua que dialogam com a contemporaneidade de suas criações, conferindo um aspecto urbano e acessível às performances, ao mesmo tempo permitindo liberdade de movimento e expressão. No palco, Céspedes cria situações nas quais as emoções vêm à tona, estabelecendo uma conexão vibrante com o público. Sua habilidade em manipular a luz e os figurinos para complementar os movimentos dos bailarinos resulta em uma experiência visual e emocionalmente cativante. O coreógrafo é amplamente reconhecido por sua capacidade artística por críticos de diferentes países, e suas obras aclamadas pelo público. SINOPSE | COREOGRAFIA 2 | Denise Namura e Michael Bugdahn "Be yourself – everyone else is already taken"/Seja você mesmo – todos os outros já existem (título provisório), de Denise Namura e Michael Bugdahn. Quem sou eu? E se sim, quantos? É muito fácil perder-se no nosso mundo moderno, com todos seus saberes, conhecimentos e um acesso quase ilimitado a uma infinidade de informações, mas onde os recursos naturais, se fazem a cada, mais raros e o relacionamento com os outros se torna cada vez mais pobre. Como construir-se, forjar a sua própria e autêntica identidade, num mundo pouco favorável ao indivíduo. No entanto, a sociedade moderna glorifica o ‘eu’ – mas ao mesmo tempo procura padronizá-lo. Como lidar com esta contradição, sem negar nossas origens e particularidades e valorizando nossas diferenças? Qual seria o impacto das identidades – culturais e outras – nas nossas sociedades? E como integrar nas nossas vidas a riqueza que representa a diversidade das sociedades e das culturas? A velha questão ‘De onde venho e para onde vou?’ continua sendo relevante. Como se projetar não num futuro incerto, mas simplesmente na realidade da nossa vida presente? Após o colapso das utopias, na nossa época regida pelo realismo extremo e suas restrições, o simples fato de sonhar constitui um ato de resistência. Talvez seja hora de sonhar novamente. Sonhar com uma utopia individual e fazer com que ela não seja uma ilusão num lugar inexistente, mas se realize aqui e agora, em algum lugar destes múltiplos mundos em que evoluímos. A mistura de gêneros, bem como a navegação entre culturas e a criação de laços, faz parte do DNA dos dois coreógrafos, particularmente sensíveis ao indivíduo, à poesia do cotidiano, enfim decididamente voltados para o lado humano da vida e da arte. SINOPSE | COREOGRAFIA 3 | Carlos Pons Guerra A nova obra proposta pelo coreógrafo Carlos Pons Guerra estabelece a base para uma pesquisa artística que aborda temas contemporâneos globais como reciclagem, sustentabilidade, inovação, identidade e gênero. Pons Guerra é conhecido por sua coreografia inovadora que explora a identidade e colabora pela primeira vez com artistas brasileiros, expandindo seu desenvolvimento internacional para novos territórios. A obra tem a reciclagem não apenas como um meio de revitalizar materiais, mas também como uma metáfora para revitalizar movimentos e promover a sustentabilidade. Através da integração de temas ambientais e culturais na dança, o coreógrafo simboliza o esforço coletivo para promover a sustentabilidade e proteger o patrimônio cultural para as gerações futuras. Para Carlos, o upcycling na dança pode ser comparado ao rejuvenescimento de movimento e ideias. Assim como transforma materiais descartados em produtos de valor, um coreógrafo imprime seu estilo único e linguagem em novas obras. Ao entrelaçar temas de sustentabilidade ambiental e cultural em seu trabalho, sua dança serve como uma metáfora para o esforço global de proteger nosso mundo para as gerações futuras. Por meio de seu estilo distintivo que amalgama diversas fontes e as reincorpora na dança, Carlos destaca a importância de reutilizar e reimaginar não apenas materiais físicos, mas também ideias e tradições. Isso promove um mundo que valoriza tanto a continuidade, quanto a inovação. A incorporação de temas de reciclagem no discurso da obra destaca a importância da sustentabilidade na prática artística contemporânea, promovendo discussões críticas sobre consciência ambiental dentro da comunidade de dança. ==========================================================================
OBJETIVO GERAL Em atendimento a Decreto 11.453 de 23.03.2023, o presente projeto se enquadra: Artigo 2º: Inciso I: do Programa Nacional de Apoio à cultura _ Pronac, de que trata a Lei 8313, de 1991: Artigo 3º: Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Inciso VI: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e diversidade cultural; Inciso VII: desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Inciso XII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; A SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA (SPCD) visa o desenvolvimento e continuidade das ações já desenvolvidas além do incremento de novas ações sempre visando o objetivo maior da Companhia que é o de democratizar a arte da dança e fomentar novas plateias. O projeto almeja contribuir para a continuidade e o incremento das atividades completando a estratégia de trabalho estabelecida no planejamento da Companhia na montagem de um calendário prévio de médio/longo prazo com o oferecimento de eventos e atividades continuadas à população de forma garantida e gratuita ou a preços populares. O projeto contempla as ações abaixo: 1· Criação de 03 novas coreografias; 2· Produção de 02 vídeos sobre 02 nomes de expoentes da dança; 3· Apresentações de espetáculos de dança; ============================================================== 1. NOVAS COREOGRAFIAS A SPCD busca uma conexão com a plateia pela paixão, curiosidade e percepção do mundo da dança em movimento. Para este projeto estão previstas a criação de 4 novas coreografias por artistas renomados: OBRA 1 - Georges Céspedes OBRA 2 - Denise Namura e Michael Bugdahn OBRA 3 - Carlos Pons Guerra ========================================================================== 2. VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇA A dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia realiza documentários a fim de preservar o patrimônio imaterial da arte da dança brasileira. Produziremos dois documentários de aproximadamente 26 minutos cada, acompanhado de folheto informativo com a cronologia, fotos e texto sobre o artista, com o intuito de resgatar a imagem de grandes ícones da dança do Brasil. O material contará com depoimentos de coreógrafos, professores, bailarinos e diretores de grande renome no cenário brasileiro. Os materiais serão registrados no suporte DVD; a distribuição gratuita destinada a bibliotecas, universidades, ONGs, escolas, festivais e mostras de documentários. Os vídeos também serão disponibilizados gratuitamente no site da São Paulo Cia de Dança - https://spcd.com.br , na área de Memória, Figuras da Dança. O projeto trata da preservação do Acervo Cultural da Dança: registro e divulgação da história da dança brasileira com o objetivo de construir um mapa da Dança do País, por meio dos depoimentos dos que fizeram parte da história de tais personalidades. Personalidades a serem documentadas: · Marcelo Gomes · Andresa Radinsek ========================================================================== 3. APRESENTAÇÕES DE ESPETÁCULOS DE DANÇA As apresentações da SPCD normalmente são constituídas por 2 a 3 obras do repertório da Companhia, podendo ou não contar com uma das obras novas produzidas no âmbito deste projeto e/ou de obras já existentes em seu repertório. De acordo com o teatro onde as apresentações irão ocorrer as obras do acervo da SÃO PAULO CIA DE DANÇA serão escolhidas, sempre levando em conta: · As especificidades técnicas de cada teatro, para que comporte as obras escolhidas; · O repertório eventualmente apresentado anteriormente em cada cidade; · As características do público, sempre visando a formação de novas plateias para a dança. APRESENTAÇÕES: - TEMPORADA: · São Paulo _ Capital - Teatro Sérgio Cardoso _ São Paulo (SP) _ 12 apresentações noturnas com 3 programas diferentes em 3 semanas; · São Paulo - Interior _ 13 apresentações em 09 cidades do interior a prospectar; · Brasil - Outra Capital _ 02 apresentações em 01 capital do país a prospectar. DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: · 01 apresentação diurna, gratuita, para estudantes em geral e terceira idade; CONTRAPARTIDA SOCIAL: · 01 apresentação diurna, gratuita, para estudantes e professores da rede de ensino; Total de 29 apresentações presenciais ========================================================================== OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Criação de 03 novas coreografias que farão parte do Acervo da SPCD; · Realizar 29 apresentações presenciais da SÃO PAULO CIA DE DANÇA; · Produção de 02 (dois) vídeos sobre 2 personalidades da dança brasileira; ==========================================================================
Para a realização do projeto "SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2025" o incentivo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental, para podermos buscar recursos junto à iniciativa privada e possibilitar a ampliação das ações que a APD/SPCD já realiza regularmente. · O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A possibilidade de captação de recursos pela Lei Federal para a realização de eventos gratuitos ou a preços populares para a população é a grande fonte de inclusão de pessoas formando plateia para a dança. Elencamos abaixo alguns dos benefícios que a Lei possibilita: · Ampliar o acesso da população brasileira aos espetáculos de dança; · Realizar espetáculos com acessibilidade comunicacional (libras, legendagem e audiodescrição) oferecendo também vivências sensoriais; · Oferecer ingressos com preços populares para ampliar o acesso à população; · Aumentar a atenção para a importância da dança na formação cultural do público em geral; · Possibilitar o acesso a obras de grandes coreógrafos nacionais e internacionais a diferentes públicos brasileiros. ==========================================================================
· A remuneração dos bailarinos está inserida nos gastos anuais da São Paulo Cia de Dança, motivo pelo qual elencamos na planilha do presente projeto somente os custos para artistas convidados, técnicos e especialistas de área os quais não fazem parte da equipe da SPCD. · A itinerância de espetáculos de dança permite um maior acesso do público em geral, possibilitando assim a interação entre o público e os artistas. Levar o artista até o público permite não só o acesso, mas também a formação de novos artistas e pessoas na área. · A flexibilidade na apresentação dos espetáculos possibilita a integração e proximidade entre os artistas e plateia, entre a arte e o público. Fomenta o acesso a bens culturais, que só poderiam ser assistidos pela televisão, cinema e/ou internet, criando ainda, o gosto pela arte, o hábito de receber e a hospitalidade no acolhimento. · Inserido em INFORMAÇÕES ADICIONAIS relação de obras que fazem parte do repertório da São Paulo Cia de Dança dentre as quais serão selecionadas as que farão parte do programa. ==========================================================================
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DOS VÍDEOS: Duração de 26 minutos cada em high-definition com versões para exibição e reaplicação: - 01 versão em DVD (Exibição); - 01 versão em arquivo “quicktime” em high-definition 1080/30P (Exibição). - 400 unidades de DVDs contendo cada um dos filmes propostos (1 para cada artista) conforme descrito abaixo: a) 400 encartes com 40 páginas cada / 10 lâminas com impressão 1x1 (preto) em papel couchê fosco 115g; acabamento: refilados, dobrados e grampeados manuseio (inserir encarte no interior do estojo do DVD). b) 400 capas de DVD: Formato aberto: 27,5cm x 18cm; 01 lâmina com impressão 1x0 (preto) em papel couchê fosco 115g (5 capas diferentes) manuseio: inserir capa no estojo do DVD, inserir DVD nas caixas luvas. c) 400 Duplicações de DVD com 26 minutos cada) gravação em bolachas e estojos individuais de qualidade. Por se tratar de um documentário optamos por não apresentar um roteiro, tratando a realização do filme como uma pesquisa que se conclui na etapa de edição. Essa pesquisa considera a riqueza dos depoimentos e registros a que se propõe. Cada um dos documentários contém trilha sonora original, registro de título para exibição pública das obras (CPB – DARF - ANCINE), tradução e legenda do português para o inglês, closed caption e quando necessárias autorizações de todas as fotografias, vídeos e imagens e computação gráfica (gerador de caracteres) de todos os documentários. ==========================================================================
ACESSIBILIDADE - VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇA ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: No intuito de possibilitar acesso às pessoas com deficiência auditiva, os documentários terão incluso no menu a opção de legenda em closed caption, intérprete de Libras e inglês. Os documentários serão distribuídos, no formato DVD, gratuitamente, para bibliotecas, instituições de pesquisa e ensino, organizações sociais e projetos de arte-educação com atividades ligadas à Dança e instituições de atendimento e apoio a pessoas com deficiência. Os documentários também serão disponibilizados gratuitamente, para visualização sob demanda, em ferramentas de streaming da própria Companhia. medidas para desabilidades auditivas: intérprete de Libras; medidas para desabilidades auditivos, visuais e cognitivos: audiodescrição e legenda em close caption ========================================================================== ACESSIBILIDADE - APRESENTAÇÕES DE DANÇA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para os cidadãos idosos, os espetáculos previstos no projeto estão adequados às determinações do art. 23 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), uma vez que será respeitada a prática da meia-entrada para idosos. No que se refere às pessoas com deficiências é de conhecimento da produção que os locais escolhidos para a realização das ações do “SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2025”” deverão possuir os devidos equipamentos e instalações que facilitem o livre acesso da pessoa com deficiência, de modo a possibilitar o pleno exercício dos seus direitos culturais, em conformidade com os Art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 tais como: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, lugares adaptados e reservados na platéia, entre outras condições de acessibilidade. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: A construção do roteiro de dança para audiodescrição, libras e legendagem, se dá a partir de um minucioso trabalho de estudo da obra a fim de detalhar aspectos como cenário, figurino, iluminação, movimentação e características físicas dos bailarinos. Mínimo, 20% das apresentações da São Paulo Companhia de Dança contarão com acessibilidade comunicacional por meio do uso da tecnologia avançada de aplicativo que transmite para smartphones e tablets os recursos de audiodescrição, janela de libras e legendagem, permitindo às pessoas com deficiência entrarem em contato com a experiência da dança. Os recursos de interpretação são previamente gravados a partir da construção deste roteiro e acessados por meio do aplicativo, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência. Nas apresentações, uma equipe da São Paulo Companhia de Dança monta o transmissor (um computador com wi-fi) e retransmite o conteúdo ao aplicativo para os celulares dos interessados. Nos espetáculos também são disponibilizados fones de ouvido para os que não trazem o seu próprio fone. · medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras; · medidas para desabilidades visuais e cognitivos: audiodescrição; legendagem e acessibilidade comunicacional. ========================================================================== ACESSIBILIDADE - CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para os cidadãos idosos, os espetáculos previstos no projeto estão adequados às determinações do art. 23 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), uma vez que será respeitada a prática da meia-entrada para idosos. No que se refere às pessoas com deficiências é de conhecimento da produção que os locais escolhidos para a realização das ações do “SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2025”” deverão possuir os devidos equipamentos e instalações que facilitem o livre acesso da pessoa com deficiência, de modo a possibilitar o pleno exercício dos seus direitos culturais, em conformidade com os Art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 tais como: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, lugares adaptados e reservados na plateia, entre outras condições de acessibilidade. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO · medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras; acessibilidade comunicacional · medidas para desabilidades visuais e cognitivos: audiodescrição; Temos ciência, conforme Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 27, parágrafo 2º, da obrigatoriedade de divulgação das medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do projeto. ==========================================================================
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇA O material será enviado GRATUITAMENTE para bibliotecas públicas, ONGs, universidades e instituições de ensino formal e não-formal e instituições que atendam pessoas com necessidades especiais. Desta forma, procura-se elevar o potencial de acesso ao conteúdo dos DVDs, estimulando a pesquisa e conhecimento da dança brasileira. O projeto vislumbra a continuidade da parceria de divulgação com a TV Cultura. A Associação Pró-Dança é parceira da TV Cultura, Canal Arte 1 e canal Curta! na exibição de documentários, desde a sua criação, também visando a popularização desta temática nos meios de comunicação convencionais, sobretudo, em TV aberta. Além da distribuição gratuita, os vídeos ficarão disponíveis, também gratuitamente, no site da São Paulo Cia de Dança - https://spcd.com.br na área de Memória, Figuras da Dança. Seis (06) unidades completas do material serão disponibilizadas ao Ministério da Cultura para compor a prestação de contas e outras seis (06) unidades para a CINEMATECA BRASILEIRA, para composição de acervo. ========================================================================== DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - APRESENTAÇÕES DE DANÇA 1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, incisos I e III: 10% dos ingressos serão destinados gratuitamente ao patrocinador e ações de divulgação; 2. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, inciso II: 10% para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 3. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, inciso IV: 20% comercializado com valores de até 3% do salário mínimo vigente – R$ 1.412,00 em 10.03.2024 - R$ 42,36; 4. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, parágrafo 3º: o valor do ingresso proposto no projeto é de R$100,00 e respectiva meia entrada para as apresentações nas capitais e R$ 50,00 e respectiva meia entrada para as apresentações nas cidades do interior; 5. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 30, inciso V e no intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais a diretora Artística da Cia Inês Bogéa e/ou membro da equipe artística, ministrará palestras de até 40 minutos antes dos espetáculos. Acompanhada de um bailarino, o conteúdo versa sobre a arte da dança em geral, história e informações sobre o coreógrafo e a coreografia, dramaturgia além de curiosidades e detalhes da montagem com o intuito de aproximar o público do universo de que trata o espetáculo, contribuindo desta forma para a melhor fruição do programa da noite por parte do público ==========================================================================
O proponente emitirá nota fiscal referente a GESTÃO FINANCEIRA, CAPTAÇÃO DE RECURSOS, COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO, DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, PRODUÇÃO EXECUTIVA e ASSISTENTE DE PRODUÇÃO. (até 20% do valor aprovado) ========================================================================== FICHA TÉCNICA Direção Artística | Inês Bogéa Coordenação de Produção e Geral | Associação Pró-Dança Diretor de Produção | Luca Baldovino Produtor Executivo | Antônio Magnoler Junior Superintendente de Comunicação | Marcela Benvegnu Coreógrafo 1 | Georges Céspedes Coreógrafo 2 | Denise Namura e Michael Bugdahn Coreógrafo 3 | Carlos Pons Guerra Figura Homenageada 1 | Marcelo Gomes Figura Homenageada 2 | Andresa Radinsek ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA (Proponente) Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) é gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista, escritora e professora. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. A SPCD apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada. Desde sua criação, já foi assistida por um público superior a 1 milhão de pessoas em 18 diferentes países, passando por mais de 150 cidades em mais de 1.100 apresentações e acumulando 48 prêmios nacionais e internacionais. Durante a temporada 2018/2019, foi eleita como melhor companhia de dança na França ao receber o Grand Prix de la Critique. No mesmo período, também recebeu o Critics’ Choice of Dance Europe como uma das melhores companhias de dança da temporada 2018/2019. Um dos pilares da São Paulo Companhia de Dança é fomentar a cultura e a experimentação na área da dança, alcançando diferentes públicos. Neste sentido, somamos esforços com diferentes projetos sociais para a realização de intercâmbios educacionais e culturais. Os Programas Educativos e de Formação e Sensibilização de Plateia para a Dança, outra vertente de ação da SPCD, vem no movimento da Companhia - a cada cidade por onde nos apresentamos encontramos pessoas que apreciam e praticam a arte da dança. Nas Palestras de Dança temos a oportunidade de diálogo sobre os bastidores dessa arte; nas Oficinas de Dança, um encontro para vivenciar o cotidiano dos bailarinos da SPCD e nos Espetáculos Gratuitos para Estudantes e Terceira Idade a proposta é de ver, ouvir e perceber o mundo da dança. Oficinas de Capacitação Técnica favorecem aprendizados a um público amplo em torno de áreas dos bastidores da Companhia, como Audiovisual e Técnica de Palco; e o Meu Amigo Bailarino, projeto por meio do qual bailarinos da Companhia se apresentam em asilos, hospitais, escolas e entidades assistenciais, levando assim a dança a quem não pode ir ao teatro. O repertório da São Paulo Companhia de Dança contempla remontagens de obras clássicas, modernas e contemporâneas, além de peças inéditas, criadas especialmente para o seu corpo de bailarinos. No Brasil não há tradição de apresentações de obras canônicas da dança, como o repertório clássico dos séculos XIX e XX. Ao levar estas obras e suas criações inéditas para o público das diferentes regiões do país, a Companhia propicia amplo acesso aos bens culturais da humanidade. As apresentações da Companhia ocorrem na Capital, no interior e litoral do Estado de São Paulo, e em outros Estados. A SPCD realiza também turnês internacionais a fim de promover a arte do Brasil no exterior. A dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia procura eterniza-las através de documentários. =================================================================================== Direção Artística | Inês Bogéa Inês Bogéa é bailarina, documentarista, escritora e professora. É bailarina e professora (Royal Academy of Dance), graduada em filosofia (PUC-SP) e pedagogia (Faculdade Única-MG). É doutora em Artes (Unicamp) com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas: Desenvolvimento Humano de Gestores, pela FGV. Atualmente, é diretora artística e educacional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança, professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da USP e na pós-graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança, da Universidade Regional de Blumenau, além de documentarista e escritora. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo entre 2001 e 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos, do programa Domingão do Faustão/TV Globo, de 2016 a 2021. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004), consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008) e criadora do curso Dança para Educadores, do Sesc-SP (2019). É autora dos livros infantis: ?O Livro da Dança?, ?Contos do Balé? e ?Outros Contos do Balé?. Organizadora dos livros ?Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo?, ?Passado-Futuro – Textos e fotos sobre a São Paulo Companhia de Dança?, entre outros. É autora de mais de 70 documentários sobre dança, entre eles ?Renée Gumiel, A Vida na Pele?, ?Maria Duschenes – o Espaço do Movimento? e da série "Figuras da Dança", da SPCD. É autora dos textos do programa ?Por Dentro da Dança? veiculados entre 2019 e 2021 na Rádio CBN e do podcast ?Contos do Balé? com a SPCD, da série ?Brincar e Dançar?, em parceria com o Itaú Cultural (2019) e co criadora/escritora da coluna Dança em Diálogo (2023-), da Revista Concerto. Recebeu diversos prêmios entre eles a Medalha Tarsila do Amaral (2022) – por suas contribuições à cultura e à economia criativa de São Paulo nos campos das artes e da produção cultural através da Associação Pró-Dança, a nomeação pela Critic’s Choice of Dance Europe, como uma das melhores diretoras da temporada 2018/2019 e o Chavaliére de L’orde des Arts et des Lettres (2024), pelo Ministério da Cultura Francês. Diretor de Produção | Luca Baldovino Iniciou seus trabalhos na área cultural como bailarino, em 1981, e atuou em companhias como Cisne Negro (São Paulo), Balé Guaíra (Curitiba) e na montagem brasileira do musical A Chorus Line. Em teatro atuou nos grupos: Boi Voador - surgido dentro do Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, na CER - Companhia Estável de Repertório, de Antonio Fagundes, nos espetáculos Cyrano de Bergerac, com direção de Flávio Rangel, Nostradamus, com direção de Antônio Abujamra, Fragmentos de um Discurso Amoroso, com direção de Ulysses Cruz; e na companhia italiana Piccolo Teatro di Milano, no espetáculo Il Conte di Carmagnola, em Milão, Itália. Dirigiu e produziu os espetáculos Jogo de Cena, com Stênio Garcia e Mistero Buffo de Dario Fo, com Luiz Furlanetto. Como cenógrafo, recebeu o Prêmio APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - pela cenografia do espetáculo Pantaleão e as Visitadoras, de Vargas Llosa, com direção de Ulysses Cruz. Realizou trabalhos de produção e direção técnica para diversas companhias estrangeiras em festivais brasileiros, entre elas, o Ballet da Ópera de Lyon, La Fura dels Baus, Ópera de Pequim, Dance Theatre of Harlem, Teatro Maly de São Petersburgo, e outras. Foi diretor do Teatro Mars, em São Paulo, entre 1991 e 1995, além de produtor de companhias de dança como a francesa À Fleur de Peau e a brasileira Núcleo Omstrab. Produtor Executivo | Antônio Magnoler Junior Trabalhou no projeto do Governo francês Cargo 92 junto com a Prefeitura do Município de São Paulo com os seguintes espetáculos: Triton - Compañía Philippe Decouflé, A Verdadeira História da França - grupo Royal de Luxe, King of Bongo - grupo Mano Negra e Derives - Companhia Philippe Genty. Entre seus outros projetos destacam-se a pré-produção do Ballet da Ópera de Lyon no Brasil em 1993, Les Grands Ballets Canadiens (turnê brasileira 1997), Companhia de Ballet de Nova York (1998), Eva La Hierbabuena e Carmen Linares - Teatro Municipal de São Paulo - 1999), Ópera de Pequim (Teatro Alfa - 2000), e outros. Em Santiago, Chile, assinou a direção técnica dos grupos internacionais no Festival Internacional Santiago a Mil - Festival de Teatro, Música e Dança (2006), além da apresentação da Companhia de Pina Bausch (2007) e o projeto de residência coreografia da artista (2009). Superintendente de Comunicação | Marcela Benvegnu Marcela Benvegnu é jornalista, pesquisadora de dança e gestora. É Superintendente de Desenvolvimento Institucional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança. É master em Mídia, Comunicação e Negócios pela University of California (USA, 2017) e foi bolsista do programa de mentoria executiva da Harvard Business School (USA, 2019). É mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia e em Gestão de Negócios pelo Business Behavior Institute, de Chicago. Foi coordenadora de Educativo e Comunicação (2009-2017) e de Registro e Memória, da São Paulo Companhia de Dança e consultora (2021). Atua como jurada, palestrante, crítica e jornalista convidada em eventos no Brasil e exterior. É co-diretora do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil desde 2009. Foi diretora executiva/artística da Bloch Brasil (2019/2020). É professora do curso de Pós-Graduação em Dança e Consciência Corporal na Universidade Estácio de Sá e USC. Dirige a MB – Gestão de Imagem e Comunicação para a Dança, assinando estratégias, conteúdos e experiências para nomes da dança. ========================================================================== Coreógrafo 1 | Georges Céspedes Nascido em Holguín, Cuba, George Céspedes iniciou sua jornada na dança na Escola de Dança Elementar Raul Gomez Garcia Arts School, em sua cidade natal. Graduou-se como bailarino e professor de dança moderna na prestigiada Escola Nacional de Dança de Havana, Cuba, em 1997, onde também recebeu uma bolsa de estudos para o programa de dança na Duke University, em Durham, Carolina do Norte, EUA. É reconhecido como bailarino principal e coreógrafo residente da Companhia Nacional de Dança, Danza Contemporánea de Cuba (DCC). Desde 2013 é diretor e coreógrafo da companhia de dança "Los Hijos del Director". Seu talento é reconhecido com diversos prêmios e indicações, incluindo o Prêmio Luna de Melhor Produção do Ano por "Carmina Burana", no Auditorium Nacional do México, em 2009. Recebeu também indicações notáveis como o Prêmio Laurence Olivier de Melhor Nova Produção de Dança em 2011, e o Prêmio TMA de 2011 por sua obra "Mambo 3XXI". As coreografias de George Céspedes foram apresentadas em teatros de renome internacional, incluindo Sadlers Wells e Royal Opera House em Londres, Teatro Real em Madrid, La Fenice em Veneza, Sony Centre for the Performing Arts em Toronto, e Joyce Theater em Nova York. Seu trabalho já encantou plateias em diversos países, como Áustria, Austrália, Canadá, Colômbia, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, México, Mônaco, Holanda, Polônia, Rússia, Espanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. Coreógrafo 2 | Denise Namura e Michael Bugdahn Denise Namura nasceu no Brasil e é bailarina, coreógrafa e diretora, vive em Paris desde 1979. Recebeu o diploma de Bacharel em Comunicação Visual na ?Faculdade de Comunicações e Arte Mackenzie?, em São Paulo (1975-1978). No Brasil se formou em capoeira (1974-1976) e expressão corporal com José Carlos Violla e Maria Ducheness (1977-1979). Na França e na Europa, de 1979 a 1995, fez formação em dança, teatro, mímica e artes do gesto com Ella Jaroszewicz, Stefan Niedzialkowski, Stanislaw Brzozowski, Jerzy Grotowski, Ludwik Flaszen, Zygmunt Molik, Roy Hart Theatre, Etienne Decroux, Théâtre du Mouvement, Zéro Théâtre, Luis Otavio Burnier, Shanti Oyarzabal, Josef Nadj, Graziella Martinez, Jean-Paul Denizon, Monika Pagneux, Philippe Gaulier. Co-fundadora da Cie. « Chut libre » em 1984. Michael Bugdahn nasceu em Wuppertal, Alemanha. É bailarino, coreógrafo e diretor, vive em Paris desde 1984. Fez a faculdade de teatro em Nuremberg de 1981 a 1984, e se formou em Paris em dança, teatro, mímica e artes do gesto entre outros com com Ella Jaroszewicz, Ludwik Flaszen, Zygmunt Molik, Stanislaw Brzozowski, Roy Hart Theatre, Théâtre du Mouvement, Catherine Lesley, Jean-Paul Denizon. Juntos esses artistas fundaram em 1989 sua companhia «à fleur de peau», em Paris. Criaram aproximadamente 50 peças para sua própria companhia e outras como o BernBallett (CH), a Rotterdamse Dansacademie (NL), a Cia. Portuguesa de Bailado Contemporâneo (POR), Passerelle (BE), o Balé da Cidade de São Paulo, as Cia. Cisne Negro, Cia. de Danças de Diadema, Cia. Repentistas do Corpo, e o Grupo de Dança 1° Ato (BR), entre outros. Estas criações circularam em 20 países em quatro continentes e foram apresentadas em teatros e festivais. Eles colaboram regularmente com diversas companhias de dança, teatro, circo, bonecos, entre outros. Durante seu percurso a companhia conta com importantes parcerias: Cie. Maguy Marin/CCN de Rillieux-la-Pape, a Maison de la Danse de Lyon, a Fondation BNP Paribas, l’ADAMI, l’ONDA, o Centre National de la Danse, Pantin (accueil studio) e o SESC. Coreógrafo 3 | Carlos Pons Guerra Carlos Pons Guerra nasceu em Gran Canaria, Espanha. É coreógrafo desde 2012, reconhecido como Melhor Artista Emergente pelos Prêmios Nacionais de Dança do Critics’ Circle do Reino Unido em 2015. É elogiado por sua inteligência e teatralidade na criação de coreografias, com obras descritas pelo Financial Times como contendo imagens deslumbrantes e performances superlativas. Carlos colabora com diversas companhias, incluindo o Ballet Hispanico de Nova York, Rambert e Sadler’s Wells, além de fundar e liderar a DeNada Dance Theatre, desde 2012. Seu trabalho abrange balé, dança contemporânea e teatro, explorando temas de identidade de gênero, cultural e sexual, frequentemente inspirado por figuras como Pedro Almodóvar e Tennessee Williams. Sua coreografia é apresentada em teatros renomados mundialmente e em festivais importantes ao redor do globo. Além disso, é formado pelo Conservatório Real de Dança de Madrid e pela Northern School of Contemporary Dance em Leeds, onde também estudou Literatura Inglesa. Reside no Reino Unido desde 2005. ========================================================================== Artista homenageado 1 |.MARCELO GOMES (BIO LONGA)Marcelo Gomes nasceu em Manaus, Brasil, e começou seus estudos de dança aos 5 anos de idade nas escolas de balé Helena Lobato e Dalal Achcar ballet, no Rio de Janeiro. Ao ganhar o Prêmio Revelação no Festival de Dança de Joinville em 1993, viajou para os Estados Unidos para continuar seu treinamento no The HARID Conservatory em Boca Raton, Flórida, bem como nas escolas do Boston Ballet, Houston Ballet e Cuballet, onde estudou com Alicia Alonso. Marcelo Gomes foi premiado com o segundo lugar na National Society of Arts and Letters em 1994 e foi o ganhador do Prêmio Hope em Lausanne em 1996, após o qual passou um ano na escola do Paris Opera Ballet. Marcelo Gomes ingressou no American Ballet Theatre em 1997 como membro do Corpo de Baile, sendo promovido a solista em 2000 e a bailarino principal em 2002 até 2017. Atuou em praticamente todos os balés clássicos completos do repertório da companhia, incluindo Romeu em Romeu e Julieta, Albrecht em Giselle, Príncipe Siegfried, Benno e von Rothbart em O Lago dos Cisnes, Solor em La Bayadere, Príncipe Desejo em A Bela Adormecida, Franz em Coppelia, Espada e Basílio em Dom Quixote, Príncipe Encantado em Cinderela, Onegin e Príncipe Gremin em Onegin, Conrad, Ali the Slave e Lankendem em Le Corsaire, Cavalier em The Nutcracker, Moor em Othello, Jeanne de Brienne e Abderakman em Raymonda, Lescaut e Des Grieux em Manon, Armand em Lady of the Camellias e Pyotr em The BrightStream. Marcelo Gomes atuou em papéis principais nas obras de George Balanchine, Mikhail Fokine, Anthony Tudor, Kenneth MacMillan, Jerome Robbins, Frederick Ashton, John Cranko e Martha Graham, e trabalhou com, bem como criou papéis para, Twyla Tharp, John Neumeier, William Forsythe, Paul Taylor, Mark Morris, Jiri Kylian, Lar Lubovitch, James Kudelka, Nacho Duato, Jorma Elo, Benjamin Millepied, Christopher Wheeldon, Alexei Ratmansky e Matthew Bourne. As performances de Marcelo Gomes foram vistas em todo o mundo. Ele se apresentou em muitos festivais internacionais de dança e foi artista convidado do Mariinsky Ballet, Bolshoi Ballet, Royal Ballet, Dutch National Ballet, National Ballet of Canada, Houston Ballet, Teatro Colon, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, São Paulo Companhia de Dança, Universal Ballet, Hong Kong Ballet, State Ballet of Georgia, Mikhailovsky Ballet, Sarasota Ballet, TokyoBallet, Matthew Bourne's New Adventures, The State Ballet of Georgia, Perm Ballet and Opera e New York City Ballet. Como coreógrafo, Marcelo Gomes criou balés para o American Ballet Theatre, Complexions Contemporary Ballet, The Kings of the Dance, ABT's Studio Company, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Sarasota Ballet e The Washington Ballet. Ele se juntou ao Semperoper Ballett Dresden como mestre de balé e bailarino principal em agosto de 2020 e agora acaba de ser nomeado conselheiro artístico para a temporada 23/24. Seu documentário ?Anatomy of a Male Ballet Dancer? está disponível no itunes. Bailarina homenageada 2 | Andresa Radinsek Andreza Randisek, começou seus estudos com Aracy de Almeida na E.A.B. Formada pela Escola Municipal de Bailados com mérito artístico e pela Royal Academy of Dance. Ganhou importantes prêmios nos mais prestigiados festivais do Brasil e do exterior. Tem o título de?Etoile Promodança?, troféu revelação de Joinville e seu nome está na calçada da fama. Recebeu em duas ocasiões o prêmio de melhor bailarina dos críticos de S.P. Integrou a Cia Fernando Bujones Brasil e trabalhou como 1ª solista por um ano no Ballet Clássico e Moderno Municipal de Asunción. Integrou-se ao Ballet de Santiago em 1997, promovida a solista em 2001 e em 2003 a 1ª Bailarina por Márcia Haydeé. Recebeu importantes prêmios no país, entre eles, dois Apes e um Altazor. Em 2013, Márcia Haydée lhe outorga o título honorífico de Primeira Bailarina Estrela. Trabalhou com grandes nomes da dança internacional e dançou todos os grandes clássicos de repertórios sempre destacando-se pela sua versatilidade e qualidade interpretativa. Atualmente é maestra e ensaiadora do Ballet de Santiago, no Chile, passando todos seu conhecimento às novas gerações. ==========================================================================
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.