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PRONAC 247033Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Impressões da Floresta

ATELIE DA ANA LTDA
Solicitado
R$ 385,7 mil
Aprovado
R$ 385,7 mil
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

25.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-08-29
Término
2026-08-29
Locais de realização (2)
Belém ParáMelgaço Pará

Resumo

O projeto 'Impressões da Floresta' visa produzir e expor trabalhos de impressão botânica utilizando vegetação da Amazônia. Inclui a realização de oficinas de impressão botânica para comunidades no interior do estado. As atividades ocorrerão em dois períodos distintos, capturando a variação sazonal dos pigmentos das plantas. O resultado será exibido em uma exposição no Museu Paraense Emílio Goeldi.

Sinopse

O projeto "Impressões da Floresta" envolve uma série de oficinas e uma exposição artística dedicadas à exploração da rica biodiversidade da flora amazônica, empregando a técnica de impressão botânica. As oficinas, denominadas "Impressões Botânicas", serão realizadas na Estação Ecológica do Caxiuanã e contarão principalmente com a participação de mulheres e adolescentes das comunidades ribeirinhas, próximas de Caxiuanã. Essas atividades serão divididas em dois módulos distintos, programados para ocorrer em em junho e setembro de 2025, refletindo a sazonalidade da floresta que influencia diretamente o tamanho e a pigmentação dos materiais disponíveis. Cada módulo terá a duração de dois dias, durante os quais os participantes aprenderão a extrair os pigmentos naturais das folhas para uso em tecidos e papéis, empregando métodos que respeitam e preservam o ambiente natural. O público-alvo das oficinas inclui artesãs locais, mulheres e jovens, com o objetivo de capacitá-las com habilidades práticas que possam promover a geração de renda de forma sustentável. Em paralelo, as obras criadas pelas instrutoras Ana Leal e Laura Calhoun durante as oficinas serão exibidas em uma exposição no parque zoobotânico do Museu Emílio Goeldi, coincidindo com a realização da COP 30 em Belém. Esta exposição oferecerá uma plataforma excepcional para que tanto visitantes internacionais quanto locais possam admirar a beleza e a diversidade da flora amazônica e refletir sobre a essencialidade da conservação ambiental.

Objetivos

Objetivos Gerais: O objetivo geral do projeto "Impressões da Floresta" é realizar uma exposição utilizando a técnica de impressão botânica para destacar a beleza e a diversidade da flora amazônica. O projeto busca fomentar uma reflexão sobre a preservação ambiental e a possibilidade de geração de renda sustentável, valorizando os recursos naturais da região. Objetivos Específicos: 1) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar exposição de peças artísticas produzidas através da utilização da técnica de impressão botânica, que evidenciem o potencial e a sazonalidade da pigmentação da vegetação da Amazônia. 2) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar oficinas de impressão botânica, visando capacitar moradoras locais e das comunidades ribeirinhas próximas à Estação Ecológica de Caxiuanã. Estas oficinas acontecerão em três módulos distintos.

Justificativa

O projeto "Impressões da Floresta" surge da necessidade de conscientizar a população sobre a importância da preservação da biodiversidade da Amazônia e de explorar alternativas sustentáveis de geração de renda que ajudem a manter a floresta em pé. A técnica de impressão botânica, além de ser um meio artístico de expressão, serve como uma ferramenta educativa e de sensibilização ambiental. O uso de recursos públicos justifica-se pela contribuição do projeto aos objetivos de preservação cultural e ambiental, promovendo a educação e o desenvolvimento sustentável através da arte. Este projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, que permite o apoio a projetos que visam à preservação e difusão da cultura nacional. Especificamente, o projeto se alinha ao inciso II do artigo, que trata do desenvolvimento cultural em todas as suas manifestações, e ao inciso III, que enfatiza a formação de pessoal especializado em gestão, conservação, pesquisa e divulgação de bens culturais. Ademais, de acordo com o Art. 3° da Lei 8313/91, o projeto atende ao inciso III, alínea 'd', que visa "apoiar a conservação e difusão do patrimônio histórico, artístico e cultural". Esta proposta, através da realização de oficinas de impressão botânica e exposições, visa não apenas preservar a flora regional através de práticas sustentáveis, mas também promover o conhecimento sobre este patrimônio natural entre a população local e visitantes.

Estratégia de execução

Local de Realização: Exposição de Artes (Produto principal) Museu Emílio Goeldi, Belém, PA: Sede da exposição final “Impressões da Floresta”. Local de Realização: Oficinas Botânicas (Produto secundário) Estação Ecológica do Caxiuanã, Marajó, PA: Local de realização de oficinas com mulheres das comunidades locais e pesquisas de campo. Deslocamentos: Rio de Janeiro para Belém: Belém para Caxiuanã: Beneficiários das Passagens: Ana Lúcia Peres Leal: Gestora do Projeto, Artista e Instrutora, residente no Rio de Janeiro, deslocamento para Belém e Caxiuanã. Passagem aérea para Ana Lúcia Peres Leal, para coordenação das atividades no Museu Emílio Goeldi e supervisão das oficinas para as comunidades de Melgaço, Marajó. Passagens fluviais para Marajó. Laura Calhoun Mahon: Curadora, Artista e Instrutora, deslocamentos internos em Belém e para Caxiuanã. Jena Vieira: Produtora Técnica, envolvida em todas as fases do projeto, deslocamentos necessários para acompanhamento das oficinas e logística. Janine Valente: Fotógrafa/Videomaker responsável pela documentação de todas as oficinas. Passagens fluviais para Marajó. Informações Adicionais: Destinação de Bens Permanentes: Ao término do projeto, os materiais adquiridos, como panelas, fogões e utensílios de oficina, serão doados às comunidades locais onde as oficinas serão realizadas, proporcionando recursos para a continuidade da prática da impressão botânica. Documentação e Registro: Todo o processo, desde as oficinas até a exposição, será documentado em vídeo e fotografias, garantindo a disseminação dos conhecimentos e das experiências vivenciadas durante o projeto.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO: Objetivos Gerais: Promover a valorização e a conservação da biodiversidade da Amazônia através da técnica de impressão botânica, capacitando a comunidade local para a criação de produtos artesanais que possam gerar renda sustentável, mantendo a floresta em pé. Objetivos Específicos: - Ensinar a técnica de impressão botânica em tecido e papel utilizando pigmentos naturais das folhas. - Equipar participantes com conhecimentos práticos que permitam a exploração econômica sustentável dos recursos naturais da região. - Fomentar a conscientização sobre a importância da conservação ambiental. JUSTIFICATIVA: As oficinas visam fortalecer o laço das comunidades locais com seu ambiente natural, proporcionando meios para a preservação através da valorização das técnicas artesanais sustentáveis. O projeto contribui para a educação ambiental e oferece alternativas econômicas para as comunidades da Amazônia. CARGA HORÁRIA: Cada oficina terá duração de 2 dias, com 4 horas diárias, totalizando 8 horas de instrução prática por grupo. PÚBLICO-ALVO: Mulheres e adolescentes das comunidades ribeirinhas e locais próximos às áreas de realização das oficinas, com especial atenção às artesãs e às jovens interessadas em desenvolver habilidades práticas. METODOLOGIAS DE ENSINO: - Aulas práticas de coleta e preparo de material botânico. - Demonstração e prática da técnica de impressão botânica. - Discussões interativas sobre a aplicação do conhecimento adquirido e sua relação com a sustentabilidade. - Análise e feedback dos trabalhos realizados pelos participantes. MATERIAL DIDÁTICO: - Apostilas detalhadas com o processo de impressão botânica. - Equipamentos de impressão como panelas grandes, fogões, esteiras, tecidos naturais e outros materiais necessários para a execução das técnicas ensinadas. CONTEÚDO A SER MINISTRADO: - Técnicas de coleta sustentável de material botânico. - Preparo de tecidos e papéis para impressão. - Execução da impressão botânica: da preparação ao resultado final. - Discussão sobre as aplicações comerciais das técnicas aprendidas. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS: Ana Lúcia Peres Leal: Artista e gestora do projeto, responsável pela coordenação das oficinas. Laura Calhoun Mahon: Artista especializada em impressão botânica, instrutora principal das oficinas. Antônio Elielson Sousa da Rocha: Botânico do Museu Emílio Goeldi: Responsável pela identificação das espécies.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Rampas de acesso, banheiros adaptados e elevador (o local já possui) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: - Audiodescrição da exposição (está orçado dentro de Produção/execução: Desenvolvimento/material de multissensorialidade)- iluminação adequada para pessoas com baixa visão, equipe treinada em orientação e mobilidade.(o local já possui) ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras (está orçado dentro de Produção/execução: intérprete de libras). ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados (o local já possui) PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso e banheiros adaptados (orçado em Pré-Produção) 1. Banheiros Adaptados:- Medidas Adotadas: Instalação completa de equipamentos necessários para adaptar os banheiros existentes, a fim de atender às necessidades de pessoas com deficiência. - Detalhamento de Custo: Instalação de vaso sanitário adaptado; instalação de porta Larga e com barra de apoio; barras de apoio horizontais e verticais; pia e espelho adaptados e piso antiderrapante. - Item da Planilha Orçamentária: "Reparos e Manutenção." 2. Rampa de Acesso:- Medidas Adotadas: Instalação de rampas de acesso na entrada do prédio para garantir a mobilidade de pessoas com deficiência. - Detalhamento de Custo: Instalação de rampa de acesso para garantir a mobilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Isso inclui a construção de uma rampa para atender às normas de acessibilidade. - Item da Planilha Orçamentária: "Reparos e Manutenção." MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras (está orçado dentro de Produção/execução: intérprete de libras) ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: - Treinamento de equipe - materiais em linguagem simples (apostilas já serão neste formato).

Democratização do acesso

O projeto "Impressões da Floresta" adotará as seguintes medidas para ampliação de acesso, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: Inciso VI - Oficinas Gratuitas Específicas: Realizaremos uma série de oficinas gratuitas de impressão botânica nas comunidades da Estação Ecológica de Caxiuanã. Serão realizadas oficinas gratuitas, focadas especialmente em mulheres das comunidades locais. Essas oficinas fazem parte de atividades paralelas ao projeto principal e são projetadas para capacitar esse público em técnicas de impressão botânica, incentivando o empoderamento feminino através do desenvolvimento de habilidades que podem gerar renda e promover a sustentabilidade local.

Ficha técnica

Ana Lúcia Peres LealProponente e Gestora do Projeto; Artista e Instrutora das oficinas. Responsável pela coordenação técnico-financeira e pelo processo decisório, assegurando a conformidade com a regulamentação relativa ao uso do incentivo fiscal. Ana Leal concluiu a graduação em Ciências Sociais pela UFF em 2005 e obteve pós-graduação em Antropologia pela mesma universidade em 2009, com a dissertação "Um olhar sobre a cena do graffiti no Rio de Janeiro". Entre 2007 e 2011, realizou diversas formações na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, explorando técnicas de expressão como desenho, pintura e, especialmente, impressões. Ana tem experiência em artesanato têxtil, costura e trabalhos com fios. Durante sua formação acadêmica, aprofundou-se na antropologia da arte e iniciou práticas artísticas. Participou de várias exposições coletivas, incluindo "Palavra de Pintura" (2008), "3 Atos" (2009) e "Por um Fio" (2012). Em 2012, fundou o "Ateliê da Ana", uma empresa de confecções com foco em tingimento natural. A partir de 2014, iniciou uma pesquisa com tingimentos vegetais, participando de cursos em São Paulo e Itamonte, MG, com especialistas como Hisako Kawakami, India Flint e Aboubakar Fofana. Em 2019, lançou o projeto de pesquisa "Bons Ventos" em colaboração com a artista Laura Calhoun, visando trocar conhecimentos sobre plantas tintórias com comunidades ribeirinhas no Amazonas e Pará. A primeira fase do projeto culminou na exposição "Impressões Botânicas" no Museu Emilio Goeldi em 2020. Devido à pandemia de COVID-19, a segunda fase do projeto foi suspensa. Após a pandemia, Ana criou a marca de roupas KAÁ, que faz parte do "Ateliê da Ana" e se dedica à impressão botânica artesanal. A marca, que tem dois anos, produz peças em pequena escala. Laura Calhoun MahonCuradora, Artista e Instrutora das oficinas. Laura Calhoun, nascida em Los Angeles em 1955 e residente em Belém do Pará desde os dez anos, é uma artista visual renomada por seu trabalho com tingimento natural e impressão botânica. Formada no Colégio Gentil com especialização no método Montessori, iniciou o curso de Educação Artística na Universidade Federal do Pará em 1978, mas interrompeu os estudos em 1980 após o falecimento de sua mãe. Desde então, tem se dedicado integralmente à arte, explorando as relações entre arte e ambiente com técnicas sustentáveis, inspirada pelas texturas e cores da Amazônia. Laura explorou diversas formas de expressão, incluindo pintura em têxteis e instalações interativas. Em 1985, passou um ano no Alasca, onde a simplicidade do ambiente influenciou profundamente sua perspectiva artística. De volta a Belém nos anos 90, começou a oferecer workshops sobre arte sustentável em colaboração com instituições como a Fundação Curro Velho. Seu trabalho foi exibido em várias exposições, destacando-se as instalações "Árvores dos Pedidos" e "Resting Trees" em Nova York. Recentemente, Laura tem dividido seu tempo entre a Ilha do Marajó e Nova York, aprofundando-se nas técnicas de impressão botânica. Ela desenvolveu um projeto em parceria com o Museu Emílio Goeldi, utilizando a arte como uma ferramenta para a conservação ambiental e inspirando outros a valorizar e proteger a natureza. Jena VieiraProdutora Jena Vieira, diretora artística e produtora cultural da CUCA Produções LTDA, é amplamente reconhecida por sua liderança em ópera e teatro musical, destacando-se na direção cênica de obras renomadas e na gestão do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Ela desempenha um papel crucial na formação de jovens artistas e na execução de projetos apoiados pelo Ministério da Cultura (MINC). Recentemente, Jena liderou a CUCA Produções em um contrato com a OEI para a produção do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MIC BR), demonstrando sua competência em gerenciar eventos de grande escala. Com uma rica experiência internacional nos EUA e na Itália, Jena retornou a Belém, onde contribui significativamente como professora e diretora técnica, inaugurando o Festival Amazonas de Ópera com "Il Tabarro" e impulsionando projetos que promovem o talento lírico e a cultura operística. Antônio Elielson Sousa da Rocha Técnico responsável pela catalogação e identificação das plantas utilizadas na impressão botânica É um destacado botânico brasileiro com uma carreira acadêmica notável, possuindo mestrado em Agronomia e doutorado em Ciências Agrárias pela Universidade Federal Rural da Amazônia, obtidos respectivamente em 2000 e 2012. Atualmente, ele atua como técnico especializado na Coordenação de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, PA. Sua expertise concentra-se principalmente na taxonomia de Angiospermas, com especial atenção às famílias Poaceae, Quiinaceae e Arecaceae, além de estudos sobre ecossistemas de restinga e campos naturais na Amazônia. Em sua trajetória profissional, Antônio tem se dedicado ao estudo da biodiversidade, com enfoque na sistemática e taxonomia vegetal, ilustração botânica e educação ambiental. Ele também tem contribuído significativamente para diversos projetos de pesquisa relacionados à flora da Amazônia, incluindo estudos sobre a diversidade e conservação das Poaceae, uso e manejo de vegetação secundária, e caracterização da flora em unidades de conservação. Além de suas contribuições acadêmicas e de pesquisa, Antônio Elielson possui experiência como revisor de periódicos especializados e tem participado ativamente em projetos de extensão comunitária, promovendo a socialização da pesquisa científica e contribuindo para a valorização da flora e melhoria da qualidade de vida nas comunidades amazônicas. Ele é fluente em espanhol e possui conhecimentos básicos de inglês. Edileno Augusto de Souza Martins Cenógrafo: Arquiteto e urbanista titulado pela Universidade Federal do Pará (UFPA) em 2006, foi pupilo do arquiteto-engenheiro Reinaldo Jansen, com quem adquiriu vasta experiência em projetos e execução de obras. Como autônomo, é atuante na área de projetos arquitetônicos e complementares (estrutura, fundação, elétrico, etc), possuindo mais de 10.000m² projetados e mais de 5.000m² de obra executadas em Belém e municípios do Pará. Em 2019, na busca por novos desafios, assumiu o cargo de coordenador de infraestrutura do Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIMM) da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT-PA), onde é responsável pelo suporte técnico necessário à cenografia e montagem fina das exposições e à manutenção geral dos espaços expositivos da Secult, tendo participado ativamente da inauguração do Museu do Marajó, Memorial Verônica Tembé, Museu de Imagem e Som (Palacete Faciola) e Parque Cemitério Soledade. Simultaneamente, envolveu-se na execução de outros projetos e exposições de cunho cultural, tais como: o Programa de mostras itinerantes 34ª Bienal de São Paulo, Tomie dançante, 1ª Bienal das Amazônias, Projeto Mastarel, Exposição Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação, Exposições "RGB: As Cores do Século” e “Para que não se acabe: catar memórias”.Ao longo de sua trajetória, suas contribuições evidenciam seu constante comprometimento com a cultura, com a cidade cada vez mais funcional, sustentável e com a identidade arquitetônica paraense. Caio EsgarioDesigner Gráfico Natural de Vitória no ES, trabalhou nas 5 regiões do Brasil com competências multidisciplinares. Dentro de sua atuação profissional, adquiriu experiência com design, fotografia, ilustração e consultorias de design para povos originários. Tem o domínio de técnicas manuais e digitais de criação visual e acredita em uma forma de fazer design que transborda as margens técnicas e estéticas, e que enraiza seu compromisso com causas urgentes no entendimento do mundo contemporâneo. Nos últimos 9 anos desenvolveu parcerias e projetos com diferentes instituições e comunidades indígenas e ribeirinhas na região norte e centro oeste do Brasil. Trabalhou como consultor de arte e design no “Projeto Babaçu” (PDRSX) com os Xikrin do Bacajá (PA). Atuou com os Parakanã (PA) como consultor de design na cadeia produtiva do artesanato (TNC). Em 2023 trabalhou com o Instituto Raoni no desenvolvimento de Identidade Visual e Catálogo para a iniciativa de “Arte Indígena do Instituto Raoni” no Território Capoto Jarina (MT). Além de Instituições como o ISA, FUNAI, VEM DO XINGU, TNC, entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.