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Levar para o Rio de Janeiro a Peca O Marinheiro de Fernando Pessoa, onde Elias Andreato adota uma abordagem meticulosa ao colocar a palavra como protagonista, intensificando a emoção ao longo da representação da obra "O Marinheiro", escrita pelo português Fernando Pessoa (1888-1935), é considerada o marco inicial do movimento modernista na Europa. O elenco entrega uma interpretação visceral, capturando os conflitos internos das personagens. Envolvidas em um cenário composto por mais de 12 mil metros de corda e imagens projetadas, as personagens enfrentam seus dilemas pessoais em busca de seus sonhos e do encontro com 'O Marinheiro'. O jogo de luz e sombras complementa a atmosfera única, culminando em um drama que evolui até um momento de terror e dúvida, em que as personagens aguardam ansiosamente pelo novo dia.
Sem a exata noção das horas no arrastar da noite negra, três figuras velam uma morta, seus corpos quase imóveis neste ambiente funesto. No entanto, suas mentes, libertas das amarras do real, vagam por um reino onírico conduzidas pelo fluxo dos diálogos. Da palavra surgem as angústias que as atormentam; conflitos que nascem e se instalam nas mentes e pensamentos das três. Durante a vigília, a segunda irmã narra um sonho sobre um marinheiro perdido em uma ilha deserta, que cria uma vida ilusória para si mesmo, imaginando um mundo inteiro para escapar da solidão e do desespero. Essa metáfora da condição humana reflete sobre o isolamento, a necessidade de criar significados e a fragilidade das percepções. À medida que a noite avança, as reflexões sobre a efemeridade da vida, a natureza dos sonhos e a busca por sentido dominam a conversa.
Objetivo Geral Realizar a circulação da obra teatral 'O Marinheiro', escrita por Fernando Pessoa e reinterpretada sob a direção de Elias Andreato. Após uma temporada bem-sucedida em São Paulo, o projeto visa expandir sua presença com uma temporada de um mês no Rio de Janeiro Objetivo específico O projeto visa realizar uma temporada abrangente da obra teatral "O Marinheiro", adaptada e dirigida por Elias Andreato, inicialmente no Rio de Janeiro, serão realizadas 15 apresentações, esperando uma média de 600 espectadores por sessão No que tange à acessibilidade, o projeto compromete-se a oferecer uma parte significativa dos ingressos a preços acessíveis, representando 20% da lotação total dos teatros, com valores não superiores a R$35,00 por ingresso. Este compromisso visa democratizar o acesso à cultura, permitindo que um público diversificado possa desfrutar da peça. Ademais, serão disponibilizados 10% dos ingressos de cada apresentação gratuitamente, com um enfoque especial em iniciativas sociais e educativas, conforme preconizado pelas diretrizes da lei de incentivo. Para garantir a inclusão de pessoas com deficiência, o projeto oferecerá tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) por meio de QR codes durante todas as apresentações, além de disponibilizar folders em braille com o roteiro do espetáculo para pessoas com deficiência visual. Também serão providenciados até 5 protetores auriculares especiais por sessão, sem custo para o espectador, voltados para indivíduos com transtorno do espectro autista ou necessidades auditivas especiais, contribuindo para uma experiência mais confortável dentro do ambiente teatral. Por fim, o projeto compromete-se a realizar atividades complementares, incluindo duas palestras gratuitas com o elenco e a direção para discutir o processo criativo da obra e a importância das leis de incentivo à cultura. Além disso, contempla a realização de um ensaio aberto e uma sessão fechada gratuitos, conforme exigências regulamentares, visando engajar diretamente com a comunidade e promover o acesso à arte de maneira inclusiva e educativa.
A Lei Federal de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Rouanet (Lei 8.313/91), desempenha um papel crucial na viabilização e difusão de iniciativas culturais no Brasil. O projeto "O Marinheiro" se enquadra perfeitamente dentro dos objetivos e diretrizes estabelecidos por esta legislação, conforme os seguintes incisos do Art. 1º: Primeiramente, o projeto se alinha ao inciso III do Art. 1º, que visa promover a descentralização da produção cultural e do acesso aos bens e serviços culturais, ao contemplar uma circulação significativa da obra teatral por diferentes regiões, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Portugal. Essa descentralização não apenas amplia o alcance da produção artística, mas também contribui para a diversificação cultural e a democratização do acesso à cultura. Além disso, o projeto atende ao inciso IV do Art. 1º, ao incentivar a formação de novos públicos para a cultura, especialmente ao disponibilizar ingressos a preços acessíveis e realizar atividades educativas gratuitas, como palestras com o elenco e sessões abertas para escolas públicas. Essas iniciativas não apenas estimulam o acesso de diversos estratos sociais à arte teatral, mas também fomentam o interesse e a apreciação cultural entre novas gerações. No que concerne aos objetivos estabelecidos pelo Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto "O Marinheiro" visa principalmente alcançar o objetivo II, ao promover a circulação e distribuição da produção cultural em território nacional e no exterior, contribuindo para a valorização da cultura brasileira no contexto internacional. Além disso, o projeto também se enquadra no objetivo III, ao incentivar a formação de recursos humanos nas áreas artísticas e técnicas, por meio da contratação de elenco e equipe técnica local nos locais de apresentação. Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura se mostra fundamental para a concretização deste projeto, não apenas viabilizando financeiramente sua execução, mas também alinhando-se aos seus propósitos de descentralização, democratização do acesso e formação cultural, conforme preconizado pela legislação vigente. A utilização deste mecanismo possibilita não só a realização da obra teatral "O Marinheiro", mas também contribui significativamente para o enriquecimento e diversificação do cenário cultural brasileiro e internacional
Não se aplica
Classificação: 12 anos Duração: 50 minutos Paginação : 12 páginas
Ingressos Acessíveis: Oferecer uma parte significativa dos ingressos a preços acessíveis, permitindo que pessoas de planos sociais diferentes tenham a oportunidade de assistir à peça. Essa medida contribui para democratizar o acesso à cultura e ao teatro. Espaços Acessíveis: Escolher locais de apresentação que sejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeiras de rodas. Tradução em Libras: Disponibilizaremos QRCODE, onde será possivel o acesso do espetáculo em interpretação de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as apresentações, garantindo a inclusão de pessoas surdas e proporcionando uma experiência completa. Audiodescrição: Para pessoas com deficiência visual, oferecemos o folder em braile impresso com o roteiro do espetáculo. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais - Ofertaremos, de forma gratuita, até 05 (cinco) protetores auriculares especiais (abafador de ruídos) voltado para pessoas com transtorno do espectro autista ou transtorno similar, com intuito de reduzir o impacto do áudio dentro da sala de espetáculo. Os custos estão previstos na planilha orçamentária. - Sempre haverá à disposição um membro da produção para conduzir o espectador que precisar de atenção especial para se acomodar dentro da sala de espetáculo ou para qualquer outro auxílio a ser prestado ao espectador ou a seu acompanhante. Sem custo específico por se tratar de membro da equipe de produção.
Democratização de acesso Em atendimento ao artigo 27 da IN 01 de 10 de abril de 2023; - Disponibilizaremos 20% ( vinte por cento) da lotação dos teatros com preços até R$35,00 (ingresso inteiro), permitindo desta forma que mais pessoas tenham acesso ao produto. - Disponibilizaremos 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. - Realizaremos 02 palestras gratuitas com elenco e direção do espetáculo, para debater o processos criativo do projeto e a importância das leis de incentivo a cultura para o país, também mencionando a importância de preservação do meio ambiente , e da utilização consciente dos recursos naturais Em atendimento ao artigo 28 da IN 01 de 10 de abril de 2023; - Realizaremos, 01 (um) ensaio aberto do espetáculo, de forma gratuita. Em atendimento ao artigo 30 da IN 01 de 10 de abril de 2023; - Realizaremos 01 (uma) sessão fechada, gratuita com alunos e professores da rede pública de ensino na cidade de São Paulo.
Ficha técnica Direção: Elias Andreato Elias Andreato é um renomado diretor de teatro brasileiro, cuja carreira se destaca pela versatilidade e profundidade de suas produções. Com uma trajetória que abrange várias décadas, Andreato é conhecido por suas adaptações de clássicos da literatura e por seu trabalho inovador em peças contemporâneas. Entre suas principais obras como diretor estão "Doido", "Doze Homens e Uma Sentença", "A Casa de Bernarda Alba" e "Ricardo III". Ele também é reconhecido por sua habilidade em explorar a complexidade emocional de seus personagens, trazendo uma nova dimensão às obras que dirige. Além de seu trabalho como diretor, Andreato tem uma carreira significativa como ator, o que enriquece sua compreensão e abordagem ao teatro. Atrizes: Cristina Mutarelli, Michele Matalon e Muriel Matalon Cristina Mutarelli- Com uma carreira que se estende por várias décadas, Mutarelli se destacou tanto em peças clássicas quanto contemporâneas. Entre suas principais obras teatrais estão "O Método Grönholm", "A Falecida", "A Alma Boa de Setsuan" e "O Diário de Anne Frank". No cinema, ela atuou em filmes como "Quanto Vale ou é por Quilo?", "O Invasor" e "Cronicamente Inviável". Na televisão, Cristina Mutarelli participou de séries e novelas como "Os Normais", "A Diarista", "JK" e "Amor à Vida". Além de seu trabalho no teatro, cinema e TV, ela também é reconhecida por suas participações em programas humorísticos, o que amplia ainda mais seu alcance e influência no cenário artístico brasileiro. Michele Matalon- Com uma trajetória sólida no teatro, Matalon se destacou ao dirigir peças como "O Pagador de Promessas", "O Jardim das Cerejeiras", "A Moratória" e "A Serpente". Além de seu trabalho no teatro, ela também teve uma participação significativa no cinema e na televisão. No cinema, dirigiu "O Sorriso de Felícia" e "A Última Estação". Na televisão, contribuiu para a direção de séries e programas como "Você Decide" e "Brava Gente". Sua capacidade de transitar entre diferentes mídias e seu olhar sensível para a direção fazem de Michele Matalon uma figura central no panorama das artes cênicas brasileiras. Muriel Matalon- Sua carreira é marcada pela versatilidade e pelo cuidado na adaptação de textos clássicos e contemporâneos. Entre suas principais obras como diretora estão "A Noite dos Palhaços Mudos", "A Alma Boa de Setsuan", "O Rei da Vela" e "Vestido de Noiva". Além de seu trabalho no teatro, Muriel Matalon também participou de produções cinematográficas e televisivas. No cinema, ela atuou em "Cronicamente Inviável" e "Quanto Vale ou é por Quilo?". Na televisão, Muriel fez participações em séries e novelas como "Som & Fúria" e "Os Experientes". Seu talento multifacetado e sua contribuição contínua para as artes cênicas fazem dela uma figura respeitada e influente no cenário artístico brasileiro. Assistência de direção: Roberto Alencar Cenário e Figurino: Simone Mina Assistente de Cenografia: Annick Matalon Música Original: Jhonatan Harold Direção Vocal Interpretativa: Lucia Gayotto Direção de movimento: Roberto Alencar Iluminador: Wagner Freire Projeto Gráfico: Ciro Girard Social Mídia: Rafa Américo Produção: “Muriel Matalon ” e “4 ever produções artísticas” Direção de produção: Zé Guilherme Bueno Assistência de produção: Luiza Carvalho e Luca Senise
PROJETO ARQUIVADO.