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PRONAC 247059Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

NARRAÇÃO DE HISTÓRIAS E MÚSICA EM HOSPITAIS

JAMIM CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 386,4 mil
Aprovado
R$ 386,4 mil
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

12.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Resumo O projeto Narração de Histórias e Música em Hospitaistem como objetivo promover e disseminar a cultura brasileira por meio de jogos cênicos, narração de histórias e música. As apresentações serão realizadas por duplas de artistas e destinadas a jovens e adultos internados, seus acompanhantes e profissionais de saúde presentes. Com um forte compromisso social, o projeto oferece essas performances de forma totalmente gratuita em doishospitais públicos da cidade de São Paulo.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Não se aplica porque são intervenções artísticas utilizando a dramatização de histórias da tradição oral com suporte de música, não sendo texto teatral.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar intervenções artísticas com contação de histórias e suporte da música em hospitais da rede pública para disseminar cultura para crianças, jovens e adultos. Objetivo Específico i. Atuar em 02 (dois) hospitais da rede pública da cidade de São Paulo _ Instituto Central do Hospital das Clínicas e Santa Casa de Misericórdia ii. Realizar intervenções artísticas com duplas formadas por um contador de histórias e um músico, a partir das linguagens da narração de histórias e da música, de forma gratuita, para pacientes crianças, jovens e adultos e seus acompanhantes de hospital público, bem como para os profissionais e acompanhantes das áreas atendidas, presentes no momento das atuações; iii. Atuações em, pelo menos, 2 áreas distintas em cada ida ao hospital, com duplas formadas por um contador de histórias e um músico. iv. Cada dupla de contador de histórias e músico atuará em dois dias da semana por 4 horas em cada dia; v. Realizar 360 intervenções artísticas, alcançando 2.160 pessoas presentes nas áreas dos hospitais.

Justificativa

O projeto Contos e Cantos está alinhado aos princípios básicos da Lei de Incentivo à Cultura, que visa promover a cultura e a inclusão social. O projeto propõe a realização de jogos cênicos (ou esquetes), com o uso da narração de histórias e música, destacando a riqueza da cultura brasileira. O objetivo é atender gratuitamente a um público amplo e diversificado em três hospitais públicos da cidade de São Paulo. A equipe deste projeto possui vasta experiência em arte e cultura hospitalar, adquirida ao longo de muitos anos pela Associação Arte Despertar, que recentemente encerrou suas atividades. Com mais de 25 anos de sucesso, os arte-educadores e coordenadores (pedagoga e psicólogo) desenvolveram um repertório robusto de estratégias de atuação, voz, presença cênica e interação com o público e profissionais de saúde. Eles também acumularam um vasto repertório de histórias e músicas que facilitam a interação, o improviso e a escuta das narrativas dos pacientes. Trabalhar com arte e cultura em hospitais vai além de disseminar e fomentar o interesse pela cultura; contribui significativamente para a humanização dos espaços de saúde. Jogos cênicos, narração de histórias e música despertam imagens, sensações e emoções nos pacientes, promovendo um ambiente descontraído e sensível. Esse ambiente favorece o resgate de memórias, o relato de histórias de vida e estabelece uma relação sincera entre todos os envolvidos. Experiências e políticas públicas em diversos países demonstram que a arte tem um efeito extremamente positivo na prevenção de sentimentos de exclusão e no tratamento de problemas de saúde mental. Pacientes envolvidos em atividades culturais apresentam melhores indicadores de saúde, bem-estar social e resgate da dignidade. Na Finlândia, por exemplo, o uso de arte e cultura é parte integrante das políticas sociais e de saúde, reconhecendo seu impacto positivo na promoção da saúde e do bem-estar. Quando a arte evoca elementos das histórias pessoais dos pacientes, ela permite o resgate de experiências culturais individuais. O trabalho vivencial e lúdico cria oportunidades para reflexões e ressignificações, permitindo que os pacientes transformem suas experiências de adoecimento em momentos de saúde, bem-estar e dignidade. A cultura nos conecta, nos leva a conhecer e valorizar nossas raízes, promove o intercâmbio de saberes e experiências e fortalece o sentimento de pertencimento. Nos hospitais, o público é rotativo, permitindo que o projeto alcance um número significativo de pessoas em diversas áreas, como enfermarias, UTIs, hemodiálise, oncologia, geriatria, pediatria, ortopedia e cuidados paliativos, ampliando o acesso gratuito à cultura para os cidadãos.

Estratégia de execução

Outras Informações Os conteúdos utilizados para a construção das intervenções artísticas serão: - Literatura: histórias, causos e lendas; poemas, curtos e simples; cordel; quadrinhos, lendas brasileiras e mitos de criação; - Música: sonorização das histórias utilizando cantigas populares, música instrumental e música popular brasileira. As intervenções artísticas acontecerão em diversas áreas clínicas definidas pelo hospital, tais como UTI´s, salas de quimioterapia, enfermarias, brinquedotecas, quartos, pronto atendimento, ortopedia, entre outras. Tendo como público alvo os pacientes, acompanhantes, equipe de sáude e funcionários dos hospitais.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS As intervenções artísticas acontecem através da dramatização por meio da narração de histórias da tradição oral com apoio da música. Local de Execução: - Instituto Central do Hospital das Clínicas da FMUSP, Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Metas: a) Firmar parceria com os hospitais públicos b) Realizar 300 intervenções c) Atender 2.100 pessoas d) Promover a cultura em espaços de cultura, saúde, educação e assistência social Indicadores: a) Número de intervenções artísticas realizadas b) Número de pessoas atendidas c) Número de pessoas alcançadas nas mídias sociais d) Ampliação do repertório cultural Métodos de Verificação: a) Declaração de realização do espaço parceiro b) Ficha de registro das intervenções artísticas c) Relatórios de alcance das mídias d) Coleta de depoimentos

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto prevê que, ao chegar à área clínica do hospital, os arte-educadores entrem em contato com os profissionais de saúde responsáveis pelos pacientes. Esses profissionais fornecem informações sobre o estado dos pacientes, suas especificidades e indicam quais pacientes mais se beneficiariam das intervenções artísticas. Nesse momento, também são informados sobre a presença de pacientes com deficiência. Todas as intervenções artísticas são previamente analisadas por um pedagogo especializado em inclusão de pessoas com deficiência, que acompanha o projeto de forma contínua. Esse especialista garante que as atividades sejam adaptadas para atender às necessidades individuais dos pacientes, assegurando a acessibilidade e a eficácia das intervenções. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços onde o projeto será executado são hospitais públicos, portanto obrigatoriamente há acessibilidade - banheiros, rampas, elevadores, pisos e guias táteis) para pessoas com mobilidade reduzida e deficiência visual. Não há item orçamentário a ser previsto no projeto. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Utilizaremos o aplicativo “handtalk”, de fácil interatividade e gratuito. Esse aplicativo permitirá a tradução das histórias em libras imediatamente.(https://www.handtalk.me/app). ACESSIBILIDADE VISUAL: A atuação com narração de histórias e música não encontra obstáculos significativos para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Do ponto de vista das apresentações, elas são acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, para deficientes visuais e deficientes intelectuais não há restrições, pois conseguirão ouvir as histórias e as músicas que dão suporte às intervenções artísticas Em relação à acessibilidade ao deficiente auditivo, apenas para a contação de histórias, poderá ser resolvido com uso do aplicativo "handtalk", que deverá ser baixado nos celulares da equipe que fará a apresentação individual ao deficiente que encontrar-se no local. Não há item orçamentário a ser previsto no projeto. Os conteúdos utilizados para a construção das intervenções artísticas serão: - Literatura: histórias, causos e lendas; poemas, curtos e simples; cordel; quadrinhas; lendas brasileiras e mitos de criação; - Música: sonorização das histórias utilizando cantigas populares, música instrumental e música popular brasileira As intervenções artísticas acontecerão em diversas áreas clínicas definidas pelos hospitais, tais como UTI’s, salas de quimioterapia, enfermarias, brinquedotecas, quartos, pronto atendimento, ortopedia, entre outras. Tendo como público-alvo os pacientes, acompanhantes, equipe de saúde e funcionários dos hospitais.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A atividade do projeto é 100% gratuita e de livre acesso às pessoas que se encontram nos hospitais públicos e/ou filantrópicos parceiros, seja pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde do local, sem distinção de condição social, física, emocional, idade, etnia, gênero e ocupação. Em complemento à ampliação de acesso, prevemos adoção da medida IV do Artigo 28 da IN nº 1 de 2023: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da atividade através de post em mídias sociais.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Coordenação Geral: Edna Maria Muniz Ferreira, formada em Letras pela Universidade Bandeirantes, com pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade Estácio e em Formação de Professores pelo IFSP (Instituto Federal de São Paulo). Na área social há 8 anos, atuou como captadora de recursos e responsável por projetos na Associação Arte Despertar. Fundou a consultoria Jamim Cultural, especializada na implantação e gestão de projetos culturais. Coordenadora de Produção: Maria Aparecida dos Reis Gonçalves, formada em pedagogia (2008), formada em Pedagogia pela Universidade Paulista (UNIP). Atua há mais de seis anos no Terceiro Setor, e colaborou na condução de diferentes projetos e programas culturais voltados à arte e cultura nas áreas de saúde e educação na Laranjeira Cultural. Coordenadora de Comunicação: Karina Cristina M. Nogueira, formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembi-Morumbi e Pós-Graduação em Marketing Promocional na Universidade Anhembi-Morumbi. Experiência de 4 anos no terceiro setor com comunicação para projetos culturais voltados para educação. Coordenadora Adm/Financeiro: Diana Matsumoto, formada em Administração de Empresas pela Universidade Nove de Julho. Na área adm./financeira, atuou como atuou como assistente nas empresas Linces Vistorias S/A e TVV Advogados. Desde 2009 na Arte Despertar, ocupando o cargo de gestora administrativo financeiro, sendo responsável pela gestão dos recursos financeiros, pagamentos, controle de budget, compras, contratos, prestação de contas. Equipe Técnica: Psicologia –Jean-Jacques Armand Vidal – Psicólogo pela Universidade Paulista, artista plástico e mestre em artes visuais - UNESP- Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”. Pedagogia – Nausica Riatto – Pedagoga pela PUC/SP, professora de alfabetização e Orientadora Pedagógica e Educacional. É coautora do livro “Parâmetros para o trabalho com a Diversidade e com Inclusão da Escola Nossa Senhora das Graças”, 2011, São Paulo. Arte Educadores Adriana Freires Aragão – Música, Percussionista, vocalista, compositora, arranjadora e musico terapeuta formada pela Faculdade Paulista de Artes. Foi integrante de várias bandas e grupos, com destaque o bloco Afro Ilú Obá De Min, onde atua como diretora mestra, compositora e arranjadora. Danielle Pereira Barros – Graduada em Teatro e em Produções Artísticas e Culturais, ambos, pela Universidade Anhembi Morumbi. Ganhadora do premio APCA de melhor atriz com o espetáculo “Bruxas, bruxas e mais Bruxas”, indicada ao prêmio Femsa Coca-cola de melhor atriz com o espetáculo “Até as princesas soltam pum”. É contadora de histórias há 13 anos. Débora Kikuti – Formada em Educação Artística pela UNG – Universidade Guarulhos – Habilitação em Educação Artística. Pesquisadora da Arte de Contar Histórias, com o tema: “Contar Histórias – A Arte da Palavra Falada”. Contadora de Histórias, desde a infância. Elaine Rodrigues Dauzcuk Ayad - Formada pelo Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubstchek de Oliveira, da cidade de Pouso Alegre/MG, como clarinetista, e no curso de Pedagogia da PUC- SP (2004). Foi professora - bolsista na capacitação de professores da Rede Pública de São Paulo pelo PET da Puc- SP em parceria com o MEC, de 2012 a 2014. Narra historias desde 2013. Edson Pereira de Luna – Arte Educador, com formação diversas em percussão, tendo atuado na Casa de Cultura Alfredo Volpi, projeto Apromix, grupo de samba nega duda, com maracatu, samba enredo, percussão de lata e culturas populares. Elisabeth Belisário (Beth Beli) – Arte-educadora, percussionista, cantora, regente e mestra de bateria. Integrou várias bandas, com destaque para Grande Companhia de Mystérios e Novidades onde desenvolve arte circense e teatro de rua e a Banda Mulheres de Ilú, onde e a fundadora. Atuou como percussionista no teatro, participando nos espetáculos Hamlet e Bacantes. Fabio Rosa – Ator, formado pelo Escola de Arte Dramática da USP, manipulador de bonecos e músico; experiência em projetos de arte educação, contação de histórias, direção de espetáculos e trabalho com teatro para empresa. Atua em hospitais desde 2007. Geraldo Orlando – Músico, bacharel em musicoterapia pela Faculdade Paulista de Artes, cursou a Faculdade Santa Marcelina bacharelado em instrumento popular (guitarra). Kelly Aparecida da Silva e Jardim – Atriz, formada na Escola de Arte Dramática da USP, trabalha como atriz e arte-educadora e performance por mais de 18 anos. Mauricio Anacleto - Músico com pós-graduação em musicoterapia pela Faculdade Paulista de Arte, arte educador com experiência em formação de multiplicadores na área de humanização em hospitais e projetos sociais

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.