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PRONAC 247112Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MUSEU ESTRADA REAL

INSTITUTO VEM VIVER
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Belo Horizonte
Início
2024-09-01
Término
2030-08-31
Locais de realização (1)
Parati Rio de Janeiro

Resumo

Criação de um Equipamento Cultural e Histórico do "Museu Estrada Real" e Caminho do Ouro que conta a história e a cultura do caminho mais famoso do Brasil. Serão dois produtos:construção do Museu Estrada Real e Exposição das vinte e quatro replicas dos monumentos históricos e arquitetônicos.

Objetivos

Criação do Museu Estrada Real na cidade de Paraty, patrimônio da Unesco, com réplicas dos monumentos culturais, casarões, igrejas, teatros, estação de trem tombados pelo patrimônio histórico que fazem parte do circuito Estrada Real para visitação do público em geral e quarta a domingo. Com gratuidade para escolas públicas, idosos e moradores de Paraty, além de um dia na semana com atrações gratuitas e acessíveis a todos os públicos. Objetivo específico · Fomentar o turismo histórico-cultural com visitações guiadas e atendimento de aproximadamente 3000 pessoas por mês · Promover ações educativo-culturais recebendo excursões de escolas públicas no parque · Promover o acesso, a produção e a fruição da cultura, o exercício dos direitos culturais, a preservação e a difusão da memória e do Patrimônio Cultural oferecendo gratuidade para caiçaras, indígenas, quilombolas e para a população carente. · Contribuir na ampliação de número de projetos e ações culturais fomentados e incentivados conforme artigo 3º da Lei Rouanet

Justificativa

A Estrada Real é a maior rota turística do país, são mais de 1.630 quilômetros de extensão, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, ela resgata as tradições do percurso valorizando a identidade e as belezas da região. A sua história surge em meados do século 18, quando a Coroa Portuguesa decidiu oficializar os caminhos para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro, em Paraty. As trilhas que foram delegadas pela realeza ganharam o nome de Estrada Real. O Caminho Velho, também chamado de Caminho do Ouro, foi o primeiro trajeto determinado pela Coroa Portuguesa e liga Ouro Preto a Paraty. O Caminho Novo foi criado para servir como um caminho mais seguro ao porto do Rio de Janeiro, principalmente porque as cargas estavam sujeitas a ataques piratas na rota marítima entre Paraty e Rio. Este projeto pretende representar a Estrada Real com monumentos históricos em um museu para visitações aberto ao público, para isso é necessário a utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais conforme o Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E os objetivos abaixo: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Acessibilidade

Fisica: lugar acessivel com banheiros e rampas Conteúdo: Tradutor em libras, audiodescrição e legenda descritiva

Democratização do acesso

ingressos gratuitos para todos os alunos de escolas publicas e comunidade de Paraty

Ficha técnica

JUNIA ESTEVES - PRODUTORA EXECUTIVA / ELABORADORA DO PROJETO / DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MBA em Gestão de Projetos pela USP; graduada em Administração de Empresas pela Newton Paiva e Puc-MInas e em Letras Língua Inglesa e Portuguesapelo UNI-BH; especialista em Captação de Recursos, Elaboração de Projetos, Emendas Parlamentares e Siconv/Transferegov pela Orzil. Atuou na Gestão de Projetos Estratégicos da Fundep/UFMG e na FDC - Fundação Dom Cabral. Como professora e consultora capacitou mais de 3 mil alunos em Captação de Recursos e Elaboração de Projetos executou mais de 60 mil horas de consultoria para empresas públicas e privadas e principalmente instituições do terceiro setor em projetos sociais e culturais. Coordenou o Planejamento Estratégico de 164 municípios de Minas Gerais - PESI-NNE Plano Estratégico de Integração dos municípios do Norte e Nordeste de Minas da área da Sudene. Dentre projetos idealizados, elaborados, submetidos, captados e executados somam mais de 400 projetos dentre eles a Virada Cultural, Baile da Vida, Museu Mova, Orquestra OVO, Orquestra Sesiminas; Da Jardineira ao Patrimonio Histórico, Festa do Coutense Ausente, Festival de Blues e Jazz, Festival de Gastronomia de Macacos, Festival de Cinema de Tiradentes como oficineira e etc. Obs.: Júnia Esteves é dirigente do Instituto Vem Viver e atua ativamente em todos os projetos desde a idealização, curadoria, elaboração de projetos, captação de recursos, acompanhamento e resposta às diligências. Neste projeto especificamente atuará como Produtora Executiva, Elaboradora do Projeto, Acompanhamento dos Tramites e Resposta às Diligências e Prestação de Contas. GERUSA HADICH - MUSEOLOGA/PESQUISADORA 2022 Doutorado em Conservação-Restauração de Bens Culturais Epecialidade em Arqueologia Universitat Politècnica de València ‒ UPV, Espanha; 2015 Mestrado em Antropologia Especialidade em Arqueologia Histórica Universidade Federal de Minas Gerais ‒ UFMG, Brasil;2012 Bacharelado em Conservação-Restauração de Bens Culturais Especialidade em Conservação Preventiva Universidade Federal de Minas Gerais ‒ UFMG, Brasil; 2007 Licenciatura em História Universidade Federal de Minas Gerais ‒ UFMG, Brasil; 2020 – 2023. Atelier de Recherche et de Conservation – ARC-Nucléart, (Commissariat à l'énergie atomique et aux énergies alternatives – CEA), Grenoble-França. Contrato. Conservador de materiais arqueológicos. 40 horas/semana; 2015-2019. Bolsa de Doutorado da CAPES. Bolsa Plena de Pesquisa de Doutorado em País Estrangeiro financiada pela Capes. Duração: 4 anos. 2013-2014. Galpão Cine Horto, Belo Horizonte-Brazil. Contrato (empreendedor Individual). Conservador de coleções de patrimônio teatral (figurinos). 25 horas/semana. 2013. Museu e Arquivo Histórico de Catas Altas da Noruega, Catas Altas-Brasil. Contrato (empreendedor Individual). Conservador de coleções de esculturas religiosas em madeira. 25 horas/semana. 2012. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, Belo Horizonte-Brasil. Contrato. Assistente nolicenciamento de projetos de arqueologia. 20 horas/semana. 2010-2011. Fundação de Desenvolvimento de Pesquisa de UFMG – Fundep, Brasil. Contrato (empreendedor Individual). Conservadora de materiais arqueológicos do LEACH-Fafich, UFMG. 25 horas/semana.2009. Instituto INHOTIM, Museu de arte contemporânea e Jardim Botânico, Brumadinho, Brasil.Contratado de estágio. Arte educador para arte contemporânea. 20 horas/semana. 2008. Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da UFMG – CECOR, EBA. Projeto Conservação Restauração de Acervo Odontológico do Centro de Memória da Faculdade de Odontologia da UFMG. Contratado de estágio. Restauração da coleção. 20 horas/semana. 2005-2007.Secretaria de Educação de Minas Gerais, Brasil. Funcionário público. Professor de história para os ciclos de educação infantil e juvenil (Educação Básica: Ensino fundamental e Ensino Médio). 40 horas/semana. Escolas Barão do Rio Branco e Ana de Carvalho Silveira (Belo Horizonte) RODRIGO MOREIRA - ASSESSORIA DE IMPRENSA E CONTEUDO DIGITAL Criador de conteúdo e produtor especializado em audiovisual, Rodrigo James é publicitário, dono da newsletter MALA, voltada para o mundo do entretenimento e cultura pop, e comanda a Cotonísio, empresa especializada em produção audiovisual e mídias digitais. Durante dez anos, atuou como diretor de conteúdo em diversas empresas de tecnologia, produzindo branded content em audio (webrádios) para marcas. Dentre os projetos geridos estão: Rádio Skol, Bradesco Rádio, Rádio Boticário, Rádio Rock In Rio, Claro Rádio e Rádio Folha de São Paulo. É colunista das rádios CDL-FM e 98FM. MARCELO CASTANHEIRAS - ARTISTA PLÁSTICO E COORDENADOR DO PROJETO Artesão, graduado em Comércio Exterior, atuou na Universidade Federal de Minas Gerais e na Rede de Ensino Pitágoras como Desenhista, é empreendedor de produtos de Minas Gerais, dentre eles o MiniParque Estrada Real que idealizou, pesquisou e construiu as obras réplicas de monumentos da Estrada Real, tendo vivido muitos anos em cidades do Circuito do Ouro e Estrada Real faz parte da história e cultura. VALÉRIA CASTANHEIRAS - ARTESÃO E PRODUTORA PROJETO Artesã, graduada em Psicologia com especialização em Turismo, atuou como professora na Rede de Ensino Pitágoras e empreendedora de produtos e artigos de artesanatos, sócia-proprietária do MiniParque Estrada Real e também idealizou, pesquisou e pintou as obras réplicas de monumentos da Estrada Real, tendo vivido muitos anos em cidades históricas como Tiradentes/MG e outras do Circuito Cultural do Ouro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.