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A presente proposta visa a realização do Festival AzMina, em São Paulo, com duração de 3 dias, que contará com 1 exposição de artes visuais, 2 apresentações musicais, 4 apresentações cênicas, 10 oficinas, 7 rodas de conversa e 1 workshop virtual gratuito sobre ativismo e empreendedorismo cultural, com objetivo de fortalecer laços, celebrar conquistas e refletir desafios de gênero, criando pontes profissionais entre mulheres de diversos recortes sociais.
OficinasSeguem algumas temáticas preliminares para as oficinas, que ainda serão aperfeiçoadas durante a fase de pré-produção do projeto e em conjunto com fornecedores: Nome da oficina: Escrevivência Tema: Trazer a escrevivência como mecanismo de memória e resgate às mulheres vítimas de violência Objetivos com a oficina: Provocar reflexões coletivas e individuais sobre vivências pessoais e transformá-las em textos Duração: 1 h Nome da oficina: Colagem como ferramenta de artevismo Tema: Discutir o recurso de colagem como uma ferramenta de ativismo para dar visibilidade às causas, falar dos desafios de pesquisa de imagem e de conseguir representatividade de corpos e etnias, falar de processo criativo e de artistas que usam colagem como meio de militância e reafirmação de identidade, discutir técnicas e dicas de cores, composições, bancos de imagem, inspirações Objetivos com a oficina: Trocar e experimentar com o público experiências sobre o uso de arte e especificamente colagem na divulgação de causas sociais Duração: 1h Nome da oficina: Como gerenciar suas finanças pessoais pode transformar vidas? Tema da oficina: Mulheres, raça, educação financeira e transformação social Objetivos com a oficina: O objetivo desta oficina é capacitar mulheres, especialmente mulheres não-brancas, a compreenderem melhor suas finanças pessoais, desenvolvendo habilidades para tomar decisões financeiras mais conscientes e assertivas e, assim, promover mudanças positivas em suas vidas e em suas comunidades. Duração: 1h Nome da Oficina: Gênero e Tecnologia: Desconstruindo Monopólios e Criando Alternativas Tema da Oficina: Análise de como os grandes monopólios de tecnologia reproduzem paradigmas patriarcais, coloniais e racistas, seguida por uma exploração de alternativas para a criação de tecnologias livres e descentralizadas. Objetivos com a oficina: Facilitar a compreensão crítica das estruturas de poder na tecnologia. Promover discussões em grupo sobre alternativas de organização e produção de tecnologias livres e descentralizadas. Incentivar a colaboração e o desenvolvimento de práticas tecnológicas inclusivas e equitativas. Duração: 1h30 Nome da oficina: Poéticas Feministas e Artes Têxteis: Crochê, Macramê & Costura Tema da oficina: A relação entre o feminismo, ativismo e a arte têxtil - historicamente subalternizada por seu caráter doméstico e manual e os entrelaces com estratégias de luta, resistência e expressão de mulheres Objetivos com a oficina: Provocar reflexões sobre a história e a importância das práticas têxteis e manuais nas lutas femininas, através de diálogo expositivo e experimentação de técnicas como bordado, macramê e costura e produção de peças artísticas feministas. Duração: 1h30 Nome da oficina: Jornalismo feminista ativista é jornalismo Tema da oficina: Vamos desmistificar a ideia de que defender pautas feministas, os direitos das mulheres é um jornalismo menor. Todo jornalismo tem viés e deveria ter obrigação de defender direitos humanos, e, sim, isso pode ser feito com máxima qualidade, responsabilidade e criatividade. Objetivos com a oficina: Discutir como o jornalismo que se diz imparcial tem falhado nas pautas feministas e com as mulheres e estimular a produção jornalística em suas múltiplas linguagens e possibilidades para a pauta desta agenda e ruptura de temas tabus. Duração: 1h30 Nome da oficina: Miga sua voz é poderosa (canto) Tema da oficina: Canto coletivo e percussão corporal Objetivos com a oficina: Trabalhar repertório musical de forma lúdica unindo pessoas de todas as idades (crianças e adultos), promover cantos coletivos e percussão corporal, proporcionar consciência e aceitação da própria voz. Duração: 1h30 Apresentação musicalAs duas artistas principais serão escolhidas devido à presença de composições e performances que evidenciam suas vivências como mulheres negras, periféricas e mães e/ou com sexualidades dissidentes. Espetáculos de artes cênicasOs espetáculos serão contratados diretamente com grupos e artistas cênicos que têm trabalhos que dialogam com a temática do festival. Serão priorizadas diretoras, atrizes e dramaturgas que tragam para a cena perspectivas e vivências diversas a respeito do que é ser mulher no Brasil.
Objetivo geral Conectar mulheres, fortalecer laços e reafirmar o potencial da cultura e da comunicação para a redução das desigualdades de gênero. À luz de manifestações artísticas, rodas de conversas e oficinas, o objetivo é discutir questões como direito reprodutivo, maternidade, saúde sexual, violência, inteligência artificial, jornalismo independente e ativismo feitos por mulheres. Objetivos específicos - Realizar 1 exposição coletiva de artes visuais com artistas que atuarão junto à curadoria do festival, integrando as obras ao aproveitamento do espaço; - Promover 2 apresentações musicais gratuitas protagonizadas por mulheres cis e trans que dialoguem com a perspectiva feminista do festival; - Realizar 4 apresentações cênicas protagonizadas por mulheres cis e trans que dialoguem com a perspectiva feminista do festival; - Realizar 10 oficinas gratuitas com abordagens transversais sobre arte, comunicação e ativismo a partir da perspectiva de gênero; - Realizar 7 painéis/palestras sobre temáticas latentes às questões de gênero com abordagem interseccional; - Realizar 1 workshop virtual e gratuito para grupos e coletivos artísticos e ativistas selecionados por meio de chamada pública, sobre captação de recursos, pink money e campanhas de financiamento coletivo e membership; - Garantir a transmissão ao vivo e online da programação.
A professora Miqueli Michetti e o professor Fernando Burgos, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), publicaram artigo* no qual evidenciam que o capital social é tão importante para o desenvolvimento do empreendedorismo cultural quanto as políticas públicas e de financiamento. "Ainda que a atenção à dimensão econômica da questão seja crucial, é preciso ter em consideração que a desigualdade não se coloca apenas no que diz respeito à concentração desigual de capital econômico", afirmam. Bell hooks (2013) também nos lembra que as estruturas de poder e opressão não se limitam ao econômico, mas permeiam as relações educacionais, sociais e culturais. Da mesma forma, Carla Akotirene (2018) destaca que as redes de contato e influência, ou seja, o capital social, sobretudo para mulheres negras, são fundamentais para a ruptura de opressões, o enfrentamento coletivo e a transformação social. É por isso que o Festival AzMina cumpre com uma função imprescindível ao conectar mulheres de diferentes classes e contextos para pensarem arte e comunicação no Brasil feita por mulheres e sua centralidade nas conquistas de gênero.Além das manifestações artísticas que incluirão música, artes cênicas e artes visuais, o festival contará com ações de capacitação (oficinas) e trará reflexões (palestras) para criar um ambiente fértil às estratégias de criação e debate no campo da cultura. O objetivo é celebrar as conquistas políticas e sociais e refletir coletivamente os desafios persistentes e emergentes da desigualdade de gênero na contemporaneidade. O Festival considera a arte, a inovação e a comunicação independente como instrumentos poderosos no engajamento e na transformação de realidades.Nesse sentido, para além de temas como arte urbana, canto, corpo e expressividade, por exemplo, o projeto também trará espaços para debater a crise climática, direito reprodutivo e ancestralidade, entendendo os diferentes atravessamentos para mulheres e meninas brasileiras.A proponente, Instituto AzMina, foi precursora do jornalismo feminista independente brasileiro e cobre temas diversos com recorte de gênero, que darão a cara para o Festival, focado em protagonismo das mulheres e suas intersecionalidades.O Festival celebra os 10 anos do Instituto AzMina e é uma oportunidade para reconhecer e amplificar o impacto transformador que a organização coletiva feminina tem gerado no Brasil e no Mundo na promoção dos direitos das mulheres e na luta pela equidade de gênero e raça. Em sua primeira edição, nasce com a pretensão de somar ao calendário nacional, estabelecendo um ponto de encontro entre mulheres em luta. Segundo uma pesquisa realizada pela Ipsos**, 51% das mulheres brasileiras se consideram feministas e 73% acreditam que podem agir para combater desigualdades de gênero. Acreditamos que romper as barreiras estigmatizadas dos movimentos feministas e se valer da força coletiva e criativa são caminhos prósperos para avançarmos em direção a uma sociedade em que homens e mulheres tenham direitos e oportunidades iguais.Parte deste movimento, desde sua fundação em 2015, AzMina tem se destacado por desenvolver projetos inovadores que educam e empoderam mulheres, como as webséries "Elas.Lab" e "Por elas, por Nós", premiada com o Troféu Mulher Imprensa. Além disso, suas iniciativas tecnológicas, como o MonitorA e o aplicativo Penhas, demonstram um compromisso contínuo com a proteção e o apoio às mulheres em situações de vulnerabilidade. Mais do que celebrar trajetórias, o Festival busca seguir engajando e inspirando mudanças significativas. A realização do Festival AzMina por meio de recursos do Pronac justifica-se uma vez que o projeto atende a pelo menos quatro incisos do art. 1º da Lei 8313/91: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Além disso, os produtos se encaixam nos respectivos incisos e alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91: FESTIVALII - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; APRESENTAÇÃO MUSICALII - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; CURSO/OFICINAIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASII - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; REFERÊNCIAS *Fazedores de cultura ou empreendedores culturais? Precariedade e desigualdade nasações públicas de estímulo à cultura. Revista Políticas Culturais, Salvador, v. 9, n. 2, p. 582-604, jun./dez. 2016. https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/fazedores_de_cultura_ou_empreendedore.pdf *IPSOS. International Women's Day 2022: Equality, Work, Careers. Disponível em: https://www.ipsos.com/sites/default/files/ct/news/documents/2022-03/Ipsos%20-%20International%20Women%27s%20Day%202022%20-%20Equality%20Work%20Careers_0.pdf. Hooks, b. Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013. AKOTIRENE, Carla. O que é interseccionalidade? Belo Horizonte: Letramento, 2018.
O projeto se divide em 4 produtos - o principal, FESTIVAL, que prevê o maior volume de despesas; e os secundários APRESENTAÇÃO MUSICAL; CURSOS/OFICINAS; e ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS, que atendem a necessidades específicas destas manifestações. Com o festival, espera-se atingir pelo menos 6.000 pessoas, de modo que o custo per capita encontra-se menor que o indicado pela Legislação (R$ 300,00 por beneficiário). Além disso, seguem algumas indicações de temáticas preliminares para as palestras/painéis. Título: A cidade e as mulheres Tema: O direito à cidade a partir de uma perspectiva feminista Título: Direitos Reprodutivos e democracia - onde estamos e para onde vamos? Tema: A trajetória do direito ao aborto no Brasil Título: Transfeminismo - Comunicação/Jornalismo Tema: Como podemos articular mais e melhor os movimentos de mulheres cis e trans no feminismo por uma só luta, quais são os pontos de encontro e as divergências hoje, por que so avançaremos juntes perante uma sociedade misógina e transexcludente? Título: Saneamento tem gênero? Tema: Falar sobre a falta de água potável na vida de meninas e mulheres, os desafios vindos de doenças hídricas e também como essa falta dificulta o acesso a outros direitos como lazer, moradia e educação Título: Design, representatividade e ancestralidade Tema da oficina: Discutir a falta de representatividade indígena e negra em equipes criativas, trazer exemplos de casos de design racista e como isso se relaciona com equipes majoritariamente brancas. Exemplos de designers e artistas indígenas e negros que fazem trabalho na área e relação de design e ancestralidade. Discutir também falta de representatividade em bancos de imagem e falhas nas IA de geração de imagem, cuidados que se devem ter nas representações desses grupos, dicas de processos de pesquisa Título: arte urbana e ativismo de gênero Tema: Como a arte urbana e a cultura são potenciais meio de expressão, denuncia, reencontro, aconchego e coletividade entre mulheres. Título: Crise Climática Têm Cor, Gênero e Endereço Tema: Crise Climática e Racismos Climático
Os planos pedagógicos de cada uma das oficinas partirão das temáticas e estratégias expostas no campo “sinopse da obra”. Como são indicações preliminares, os planos ainda serão discutidos junto aos instrutores durante a pré-produção. A estrutura será a seguinte: - Questão-foco e Tema - Objetivos - Público-alvo - Número de participantes - Estratégias Metodológicas - Carga horária - Referências bibliográficas - Recursos tecnológicos - Seleção de materiais - Avaliação - Local de realização - Divulgação da oficina O projeto expográfico, por se tratar de exposição integrada ao espaço do Festival, partirá do “projeto arquitetônico” enviado anexo e será desenvolvido na fase de pré-produção.
Produto: Festival A) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores. B) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Se necessário, haverá intérpretes de libras disponíveis para acompanhar pessoas com deficiência auditiva. Item orçamentário: Intérprete de libras. C) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: A equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual.Item orçamentário: Consultores e monitores. D) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores Produto: Curso/Oficina/Estágio A) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores (no produto Festival). B) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Se necessário, haverá intérpretes de libras disponíveis para acompanhar pessoas com deficiência auditiva. Item orçamentário: Intérprete de libras (no produto Festival). C) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: A equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual.Item orçamentário: Consultores e monitores (no produto Festival). D) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores (no produto Festival). Produto: Apresentação Musical Produto: Curso/Oficina/Estágio A) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores (no produto Festival). B) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Se necessário, haverá intérpretes de libras disponíveis para acompanhar pessoas com deficiência auditiva. Item orçamentário: Intérprete de libras (no produto Festival). C) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: A equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual.Item orçamentário: Consultores e monitores (no produto Festival). D) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores (no produto Festival). Produto: Espetáculo de Artes CênicasProduto: Curso/Oficina/Estágio A) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores (no produto Festival). B) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Se necessário, haverá intérpretes de libras disponíveis para acompanhar pessoas com deficiência auditiva. Item orçamentário: Intérprete de libras (no produto Festival). C) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: A equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual.Item orçamentário: Consultores e monitores (no produto Festival). D) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Há verba para compra de sinalização e toda estrutura necessária para garantir acessibilidade em todos os espaços do festival. Além disso, a equipe estará preparada para atender às pessoas com mobilidade reduzida, transtornos do neurodesenvolvimento e deficiência visual. Item orçamentário: Sinalização, Consultores e Monitores (no produto Festival).
Todas as atividades previstas pelo projeto e financiadas por meio do Pronac serão gratuitas e abertas ao público. Paralelamente, o proponente cumprirá com o disposto no Art. 30 da Instrução Normativa Nº 11/24, que discorre sobre as medidas de ampliação do acesso, uma vez que disponibilizará na internet registros audiovisuais das apresentações musicais, incluindo interpretação em libras.
Direção Geral e Direção de Produção (pós produção) Carolina Oms Carolina Oms é diretora institucional e de captação n’AzMina. Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), trabalha na conexão da comunicação e tecnologia para combater a violência contra as mulheres. Também ministra palestras e desenvolve projetos, campanhas e estratégias para disseminar informações sobre os direitos das mulheres, gênero igualdade, assédio e empoderamento das mulheres.Em São Paulo e em Brasília, cobriu economia, política e judiciário para o jornal Valor Econômico e para a Folha de S. Paulo. Atuou como repórter na Índia e atualmente dedica-se em tempo integral na ampliação do impacto social do Instituto AzMina, do qual é também fundadora. Produção Executiva Nathália Procópio É gerente de captação n’AzMina. Baiana, produtora e gestora cultural, graduada em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e mestre em Administração pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Com uma trajetória transversal, já atuou na administração pública (SECULT/BA); com docência (UFES), gestão de equipamentos e projetos culturais. Atuou com produções independentes como MIMB - Mostra Itinerante de Cinemas Negros (coordenação de produção); XVIII Panorama Internacional Coisa de Cinema (Produção Financeira); Acervo Imediato (Coordenação Geral), entre outros. Curadora Giulia Santos É diretora de arte na AzMina. Giulia Santos é graduada em design pela Unicarioca. Além da AzMina, atua como designer da Confraria do Impossível, e como diretora de arte do Ponta de Lança Podcast. Como artista visual, faz parte do coletivo Assata Crew. Ao longo de sua jornada, desenvolveu Identidades Visuais completas para diferentes segmentos, em diversas mídias, sempre em busca de projetos personalizados e exclusivos. Coordenação de Comunicação Bárbara Libório Bárbara Libório é jornalista especializada em investigação e tem mais de dez anos de carreira em veículos da mídia tradicional e independente. É mestre em Mídias Criativas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutoranda em Comunicação na Universidade Metodista de São Paulo. Foi editora da Revista Época, do Aos Fatos e do Canal Meio. Como repórter, passou por IstoÉ, iG e Folha de S.Paulo. Em 2012, foi aluna na oficina de documentário Santo André Documenta da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André. Em 2013, dirigiu o mini documentário "Ocupação Mauá". Em 2023, já como diretora de conteúdo do Instituto AzMina, participou da produção da websérie documental "Por Elas, Por Nós" e da idealização de outros projetos audiovisuais da organização, incluindo a direção de conteúdo dos vídeos veiculados no YouTube, no site e nas redes sociais do instituto.
PROJETO ARQUIVADO.