Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 247141Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul - Plano Bianual 2025

ASSOCIACAO ORQUESTRA JOVEM DO RIO GRANDE DO SUL
Solicitado
R$ 3,44 mi
Aprovado
R$ 3,44 mi
Captado
R$ 1,92 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (22)
CNPJ/CPFNomeDataValor
87096616000196Unimed Porto Alegre Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico Ltda1900-01-01R$ 400,0 mil
01582075000190RIO GRANDE SEGUROS E PREVIDENCIA S.A.1900-01-01R$ 215,0 mil
06272793000184Companhia Energética do Maranhão - CEMAR1900-01-01R$ 200,0 mil
02531806000131DE LAGE LANDEN PARTICIPACOES LTDA1900-01-01R$ 200,0 mil
92934215000106BANRISUL SOLUCOES EM PAGAMENTOS S.A. - INSTITUICAO DE PAGAMENTO1900-01-01R$ 160,0 mil
88006960000100SIDERSUL - Produtos Siderúrgicos Ltda.1900-01-01R$ 120,0 mil
93489243000116Comercial Buffon Combustíveis e Trasportes Ltda1900-01-01R$ 103,5 mil
05537296000106Petroffácil Combustiveis Ltda.1900-01-01R$ 98,0 mil
92816560000137BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL1900-01-01R$ 84,9 mil
92691609000172Navegação Aliança Ltda.1900-01-01R$ 74,0 mil
03562124000159WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS1900-01-01R$ 63,2 mil
01640625000180TECON Rio Grande S.A1900-01-01R$ 50,0 mil
07718633000189UNIDASUL DISTRIBUIDORA ALIMENTICIA S/A1900-01-01R$ 40,0 mil
29985998000102RIO GRANDE CAPITALIZACAO S.A.1900-01-01R$ 26,0 mil
07679404000100BANCO TOPAZIO S.A.1900-01-01R$ 25,0 mil
04330736000189DACOLONIA ALIMENTOS NATURAIS LTDA.1900-01-01R$ 20,0 mil
80680093000181SENIOR SISTEMAS S/A1900-01-01R$ 20,0 mil
20644124000117PETROGASS COMBUSTIVEIS LTDA1900-01-01R$ 12,0 mil
***158100**JOSE HENRIQUE SCHIRMBECK1900-01-01R$ 3,6 mil
***090490**Jeferson Luis Flach Barcelos1900-01-01R$ 2,0 mil
04237005000193COMERCIAL SAMY LTDA1900-01-01R$ 2,0 mil
***529330**GLADIS FALAVIGNA1900-01-01R$ 300,00

Eficiência de captação

55.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Este Plano Bienal de Atividades trata-se da continuidade das atividades da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul (OJRS), majoritariamente no que se refere às oficinas permanentes de musicalização e prática de concerto sinfônico para crianças e jovens provenientes de famílias de baixa renda da Grande Porto Alegre e à realização da suas temporadas de concertos e na realização de Concertos didáticos, em Porto Alegre, com regência do Diretor Artístico da OJRS ou maestro convidado de grande expressão.

Sinopse

CONCERTOS OFICIAIS Os programas dos concertos são realizados contemplando o ensino musical dos jovens no processo, sendo o repertório atendendo a essa evolução, de modo crescente. Por isso, serão definidos ao longo do projeto. Os dois regentes convidados serão definidos também ao longo do projeto, de acordo com o repertório trabalhado. CONCERTOS DIDÁTICOS Concertos Didáticos é uma atividade que a OJRS vem realizando de forma frequente, os concertos com perfil didático, em que o maestro Telmo Jaconi aborda de forma descontraída a importância da música de qualidade na formação humana e social de crianças e jovens; aspectos da música erudita e de sua história relacionados ao repertório da ocasião; os naipes de instrumentos e suas peculiaridades; e outras demais elementos que compõem sua extensa bagagem de conhecimento musical.

Objetivos

Objetivo Geral Garantir a continuidade das atividades da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul nos exercícios de 2025 e 2026; proporcionar formação musical e de prática de concerto gratuita a crianças e jovens estudantes de escolas públicas e provenientes de famílias de baixa renda da Grande Porto Alegre e viabilizar a realização dos concertos oficiais e didáticos da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Objetivos Específicos • Proporcionar formação em música sinfônica e prática de concerto a cerca de 150 crianças e adolescentes, filhos de famílias de baixa renda, estudantes de escolas públicas municipais e estaduais, já matriculados na OJRS; • Promover a autoestima e a inclusão social e investir na formação artístico-profissional e na criação de oportunidades dos alunos, por meio da cultura e de um processo altamente qualificado de aprendizagem da música erudita e instrumental; • Realizar 06 concertos oficiais gratuitos por ano em Porto Alegre, com regência do Diretor Artístico da OJRS ou maestro convidado de grande expressão, proporcionando aos jovens da OJRS a oportunidade de se apresentar em público e de compartilhar seu talento, contemplando um público aproximado de 3.600 pessoas ao fim do projeto; • Proporcionar bolsa-auxílio mensal de R$ 300,00 a 25 alunos do nível 2 (os alunos com idade superior a 14 anos estão enquadrados no Programa Jovem Aprendiz, por meio de convênio com a Fundação O Pão dos Pobres de Porto Alegre e empresas apoiadoras); • Realizar 03 masterclasses por ano com músicos ou maestros convidados, contribuindo na qualificação e formação dos jovens atendidos pelo projeto; •Realizar 04 Concertos Didáticos por ano destinados a escolas da Rede Pública de Ensino, contemplando aproximadamente 2.400 alunos e professores, contribuindo para a formação de plateias para música erudita e instrumental.. • Realizar 108 horas/aula semanais de oficinas de teoria e prática musical, de formação de orquestra e preparatórias aos concertos, a cargo do diretor artístico musical, dos professores especializados e da coordenação pedagógica, totalizando 24 meses de aula; • Realizar 48 horas/aula semanais de monitoria musical, a cargo dos alunos mais graduados da própria OJRS, muitos deles já cursando a Faculdade de Música da UFRGS; • Investir na valorização da autoestima e na apresentação pessoal dos alunos, por meio da disponibilização gratuita de uniformes, agasalhos e trajes para uso nos concertos, apresentações, aulas e viagens; • Por meio da concessão de bolsa-aprendizagem aos alunos e da remuneração aos profissionais envolvidos, gerar renda a indivíduos e injetar recursos na economia da cultura da cidade, do Estado e do país; • Qualificar a formação musical oferecida a adolescentes e jovens brasileiros; • Contribuir para propagar o modelo de orquestras jovens e sua importância para a formação musical, formação de plateia, valorização da música erudita, geração de oportunidades de vida, trabalho e renda para adolescentes e jovens e também para a produção e divulgação da música gaúcha e brasileira.

Justificativa

A OJRS foi criada em 2009, em Porto Alegre, com a missão de proporcionar formação musical, vivência cultural, inclusão social e geração de renda a adolescentes e jovens provenientes de famílias de baixa renda, matriculados em escolas públicas municipais e estaduais. Ao completar em 2024 15 anos de atividades, a OJRS renova sua confiança no mecanismo de Incentivo Fiscal do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que desde o início vem viabilizando suas atividades. Em 2018, a OJRS conquistou a importante realização de se apresentar no Festival Internacional de Campos do Jordão, em formação sinfônica com 42 músicos, durante concerto na concha acústica da cidade, que foi um marco na vida da orquestra. Em 2019 realizou seu concerto de 10 anos para 1200 pessoas, reunindo todos os integrantes da orquestra, desde iniciantes até avançados. Foram realizados três concertos marcando a importância da Cultura Gaúcha num encontro da Orquestra Jovem e o do Músico Renato Borghetti e o projeto Fábrica de Gaiteiros, que foram realizados nas cidades de Porto Alegre, Nova Santa Rita e Triunfo. Em 2020, em função da pandemia da COVID-19, as atividades foram adaptadas para formatos digitais, migrando aulas e apresentações para o ambiente online, com transmissão ao vivo de seus concertos oficiais. Em 2022, as atividades e apresentações da orquestra voltaram a acontecer em formato presencial, onde anualmente a OJRS realiza mais de 30 atividades para um público anual de mais de 6.000 pessoas. Em 2024, a OJRS realizou seu primeiro intercâmbio internacional, a convite da Butler University, através do Jordan College of the Arts, em Indiana, Estados Unidos, onde 25 jovens do projeto tiveram a oportunidade de participar de um intercâmbio de trocas, formação e apresentação em outro país. Com as enchentes de maio de 2024, o projeto precisou pausar suas aulas por uns meses, pois a sede do projeto, localizada na Cidade Baixa em Porto Alegre, foi completamente alagada. Com sorte, conseguimos mover os instrumentos musicais para o segundo andar, porém sendo necessário investimento na manutenção dos mesmos por conta da grande umidade presente no espaço que acabou atingindo os instrumentos e em alguns casos substituição. Anualmente, a Orquestra convida músicos e regentes de renome para atividades educativas e de intercâmbio, qualificando a formação dos jovens atendidos pelo projeto e realizando concertos inéditos com os músicos convidados. Já estiveram conosco: Hugo Pilger, Fernando Sardo, Davi Coelho, Edilson Ventureli,Arthur Nestrovski,Carlos Fecher, Alexandre Ritter,Luiz carlos Corrêa, Ney Fialkow, Marlos Nobre, Renato Borghetti, Grupo De FADO Alma Lusitana, Isabela Fogaça, Banda Municipal de Porto alegre, Eduardo Biguelinni e Elisa Lopes . Hoje, a OJRS é um dos principais projetos sociais em Porto Alegre voltado à formação musical de jovens provenientes de famílias de baixa renda. Muitos alunos completam sua formação musical junto a Orquestra e logram ingressar na Faculdade de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após frequentarem gratuitamente curso pré-vestibular, mediante convênio da OJRS. Desde sua fundação, mais de 50 alunos ingressaram na instituição e em outras Universidade do RS. A Associação Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, mantenedora da OJRS, conta com um leque permanente de patrocinadores e parceiros, tais como Banrisul, Postos Buffon, UNIMED,BRDE,CMPC , Banco Topázio , Wilson Son ,Banco DLL,Sidersul, Navegação Aliança , Curso Universitário, Zaffari, Fundação Pão dos Pobres de Porto Alegre, Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social do RS, Ministério Público Estadual, Federação dos Municípios do RS, Secretaria Estadual de Educação e Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Estadual da Cultura, Fundação de Assistência Social e Cidadania de Porto Alegre, Ministério do Trabalho ,Prefeitura Municipal de Porto Alegre e o Tribunal de Justiça do RS , onde hoje em seu auditório no Palácio da Justiça são realizados os Concertos da Temporada. Em 2022 recebeu o Prêmio Açorianos na categoria Projetos Especiais, da Secretaria Municipal da Cultura, e em 2023 o Prêmio Destaque Cultural , uma distinção da Assembleia Legislativa do Estado do RS e FEDERASUL. Desde seu surgimento, a OJRS tem direção artístico-musical a cargo do violinista e maestro Telmo Jaconi, que por mais de 40 anos foi spalla da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa). O corpo docente é formado por músicos-professores dotados de notório saber em sua área instrumental e pedagógica (ver currículos em Ficha Técnica). Os alunos participam das oficinas gratuitas de formação e cultura musical erudita e popular, prática instrumental e formação e prática para concertos, cinco vezes por semana, realizadas em salas cedidas pela Fundação Pão dos Pobres de Porto Alegre. As aulas ocorrem no turno inverso ao da escola. Nos concertos e apresentações em Porto Alegre ou em outras localidades, que geralmente ocorrem no horário noturno, os alunos têm acompanhamento permanente do corpo docente e recebem gratuitamente o transporte até o local e de retorno para casa, alimentação, traje completo e hospedagem, se for o caso, itens cujo custeio são objeto desta proposta cultural. Os alunos do nível 2 de aprendizagem, que ultrapassaram a fase inicial de adaptação ao projeto e comprovam interesse em prosseguir na OJRS, recebem bolsa-auxílio de R$ 300,00 custeadas pelo projeto cultural. Os alunos da fase 3 de aprendizagem recebem bolsa-auxílio enquadrada no Programa Jovem Aprendiz da Fundação Pão dos Pobres, em convênio com a OJRS mas sem custo para a instituição mantenedora. Além dos concertos oficiais, a OJRS realiza anualmente outros concertos como convidada, cujos custos correm por conta da instituição patrocinadora do evento em questão. Também anualmente, a OJRS realiza concertos didáticos voltados para escolas públicas da rede estadual e municipal de educação, uma demanda recorrente que vem sendo custeada pelo plano anual. Os concertos da OJRS são gratuitos e abertos ao público, o que proporciona visibilidade ao projeto e oportunidades de lazer artístico-cultural aos cidadãos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Também , possui como objetivos que vêm ao encontro do Art. 3° da referida norma I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO AULAS REGULARES OJRS (ver plano completo nos anexos) 1. Objetivo geral Promover a inclusão social através do ensino da música e da formação de valores, ética e cidadania. 2. Objetivos específicos • Desenvolver a técnica e a interpretação dos instrumentos. • Preparar o músico para performance e o ensino da técnica e do repertório. • Conhecer as diferenças de estilo pertencente a cada período da Historia da música, suas particularidades técnicas e musicais. • Realizar o estudo das obras mais representativas do repertório. • Desenvolver a percepção, a criatividade artística e o espírito crítico e analítico do aluno. • Preparar os alunos para atuarem como agentes de difusão da cultura e da arte com valores éticos e morais, pertinentes nas suas relações interpessoais. • Desenvolver o domínio de conhecimentos de modo interdisciplinar, integrando teoria à prática. • Promover o desenvolvimento da autoestima através das apresentações públicas (concertos). 3. Justificativa Uma das características mais importantes da música é ser considerada uma linguagem universal, sendo assim, possui uma alta capacidade de envolver e sensibilizar as pessoas, principalmente as crianças e jovens, constituindo-se numa ferramenta de transformação. O ensino da música possibilita o desenvolvimento e fortalecimento do raciocínio lógico do senso estético, da percepção e sensibilidade, assim como a coordenação motora, a criatividade, especialmente entre as crianças e adolescentes. No coletivo a orquestra se mescla com o indivíduo para todos fazerem música, compreender a responsabilidade da sua participação, compreender esta ação coletiva que fala e expressa uma linguagem única. Estamos então diante de um processo que vai além do ensino da música. Temos, através destas vivências, a formação cidadã, que por desenvolver valores essenciais à convivência e construção da sociedade é, comprovadamente, transformadora. 4. Carga horária completa: 800 h 5. Cliente/Público alvo (características e idade) Crianças, adolescentes e jovens na faixa etária dos 10 aos 24 anos, matriculados na rede pública de ensino, em situação de vulnerabilidade social e renda familiar de até 03 salários mínimos. 6. Metodologia O desenvolvimento do ensino é estruturado em aulas e atividades pedagógicas que se interligam entre a teoria e a prática musical, desenvolvidas através dos componentes curriculares para cada um dos instrumentos e na formação geral. A aula individual é desenvolvida através de atendimento personalizado ao aluno, o qual recebe acompanhamento relativo ao seu instrumento musical, buscando promover sua expressão musical. A aula por grupo de instrumento é realizada com o objetivo de desenvolver os aspectos motores e cognitivos voltados ao desenvolvimento da teoria musical e a performance da música em grupo. Na aula destinada ao grande grupo, onde se dá a Prática Orquestral, é desenvolvida a performance musical de repertório, os componentes de interpretação, a interação dos diversos naipes e a interação com a regência. Em grande grupo também são desenvolvidas a formação geral, de valores, arte, ética e estética. 7. Material didático utilizado Instrumentos Musicais; Partituras; Livros, dvd e cd. 8. Profissionais envolvidos e respectivas formações Professores com Formação em Música e Regência (Ver currículos em FICHA TÉCNICA) 9. Responsável pela Coordenação (nome e currículo) Telmo Jaconi – Direção Artística e Maestro Iniciou seus estudos de violino aos 8 anos. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Spual, passou uma longa temporada na Academia de Música de Viena, na Áustria, sob orientação de Edith Steinbauer, aluna de Carl Flesch. Durante o período na Europa, participou como Violinista na Wienner Kammeroper, Theater na der Wien, Wienner Volksoper, Philharmonia Hungarica. Mais jovem integrante da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Sul – OSPA, onde foi aceito aos 14 anos, em 1966, Jaconi se aposentou no posto de Spalla (primeiro violinista). Nos mais de 40 anos de carreira como violinista, atuou como solista de praticamente todas as orquestras Brasileiras e de algumas no exterior. Desde 2009, é maestro, professor de violino e responsável pela Direção Artística da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. 10. Resumo dos conteúdos que serão ministrados. • Teoria e prática instrumental • Noções gerais de manuseio, manutenção e conservação do instrumento musical • Postura corporal para execução do instrumento • Posição das mãos esquerda e direita • Produção do som • Terminologia específica de cada instrumento • Noções teóricas gerais objetivando a leitura rítmica e melódica de partitura • Exercícios técnicos de afinação e articulação • Repertório de estilos variados • Prática de orquestra • Repertório orquestral • Leitura de partituras • Afinação • Interpretação- Dinâmica, articulação e fraseado • Aspectos artísticos da prática orquestral • Formação de valores, cidadania e empreendedorismo 11. Oficina/Instrumentos de aprendizagem e alunos por instrumento Violino - 30 Viola - 24 Violoncelo - 10 Contrabaixo acústico - 6 Percussão - 8 Clarinete - 7 Fagote - 4 Oboé - 4 Flauta transversal - 6 Piano - 5 Trombone - 3 Trompa - 4 Trompete - 6 Tuba - 3 Obs.: as flautas doces são utilizadas como parte da aprendizagem de musicalização de todos os alunos, por isso não constam como oficina específica

Acessibilidade

PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde acontecem as aulas possui elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto de música instrumental, não se aplica tecnicamente. DEFICIENTES VISUAIS: Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previsto, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, caso haja essa demanda de novos alunos, eles poderão ser atendidos acompanhados por um profissional de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previstas, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: escolha de espaços adaptados ao atendimento de portadores de necessidades especiais físicas: elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto de música instrumental, não se aplica tecnicamente. Porém, conforme a necessidade, será contratada libras para as falas de abertura dos concertos e concertos didáticos. DEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de espetáculo musical, deficientes visuais são contemplados com as apresentações de música instrumental. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. O projeto contratará um monitor para acompanhamento de pessoas que apresentem algum tipo de síndrome, caso haja necessidade. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde acontecem as aulas possui elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto de música instrumental, não se aplica tecnicamente. DEFICIENTES VISUAIS: Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previsto, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, caso haja essa demanda de novos alunos, eles poderão ser atendidos acompanhados por um profissional de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previstas, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível.

Democratização do acesso

Salientamos a gratuidade de todas as ações previstas pelo projeto. A seleção de alunos para a Orquestra Jovem do RS é pública, amplamente divulgada, e não admite discriminação de gênero, política, orientação sexual, religiosa e racial. As limitações de idade e social referem-se ao público alvo do projeto, contemplando jovens provenientes de famílias de baixa renda; As apresentações da OJRS são abertas ao público, gratuitas e divulgadas amplamente na imprensa e nas mídias sociais da região de interesse; Os concertos oficiais da temporada serão realizados em teatros localizados no centro da cidade de Porto Alegre, abertos ao público e com entrada gratuita; Os concertos didáticos são realizados em escolas públicas da rede municipal ou estadual de educação; A agenda de concertos e a gratuidade dos ingressos serão amplamente divulgadas; Cabe ainda ressaltar o atendimento aos seguintes incisos do art. 30 da IN 11/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.

Ficha técnica

A administração geral do projeto, (inclusive financeira), caberá à proponente do projeto. Carla Zitto - Administradora geral e Financeira do projeto Pedagoga e especialista em planejamento e gestão de projetos de inovação, geração de renda e inclusão social, nas áreas pública e privada.Experiências Profissionais : Prefeitura Municipal de PortoAlegre – Gabinete de Inovação e Tecnologia Cargo:Assessora Especialista –Gerente de Projetos na área da Economia Criativa e Inovação 2013/2016 - Fundação de Assistência Social e Cidadania –Prefeitura Municipal de Porto Alegre -Cargo Diretora Técnica – 2011/2012 -Governo do Estado do Rio Grande do Sul –Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social –Cargo: Diretora Departamento do Trabalho - 2007/2009 - Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio – Coordenadora Pedagógica 2003/2007 -Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Cargo Diretora - 1995/2002-Membro da Diretoria Executiva da Fundação de Cultura e Esporte do Sport Club internacional-FECI -Desde 2019 Telmo Jaconi – Direção Artística e Maestro Iniciou seus estudos de violino aos 8 anos. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Spual, passou uma longa temporada na Academia de Música de Viena, na Áustria, sob orientação de Edith Steinbauer, aluna de Carl Flesch. Durante o período na Europa, participou como Violinista na Wienner Kammeroper, Theater na der Wien, Wienner Volksoper, Philharmonia Hungarica. Mais jovem integrante da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Sul – OSPA, onde foi aceito aos 14 anos, em 1966, Jaconi se aposentou no posto de Spalla (primeiro violinista). Nos mais de 40 anos de carreira como violinista, atuou como solista de praticamente todas as orquestras Brasileiras e de algumas no exterior. Desde 2009, é maestro, professor de violino e responsável pela Direção Artística da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Adilson Souza Vieira – Professor de Fagote Iniciou seus estudos no conservatório Pablo Konlós, no ano de 2006 onde começou as estudar fagote com o professor Adolfo Almeida Junior. Participou de festivais como: festival SESC (Pelotas- RS), festival de Jaraguá do Sul (FEMUSC) e festival Verão Musical em Gramado (RS). Teve aulas com professores como: Fábio Cury (BRA), Steban Falconi (URU), Stefano Canutti (ITA) e Martin Kuuskmann. No ano de 2009 foi ganhador do prêmio Jovens Solistas da Orquestra do SESI Fundarte, executando um dos concertos em dó maior de Antonio Vivaldi. Atualmente estuda com o professor Adolfo Almeida no curso superior da UFRGS. Vem atuando em orquestras e bandas do estado como músico convidado, entre elas: OSPA, Unisinos Anchieta, Orquestra do Teatro São Pedro, OSNH, Orquestra de Sopros Eintracht. Atualmente é primeiro fagote efetivo da OSUCS e da OFPUCRS. Daniel de Abrantes Timm - Professor de Violino OMB 29.859 Natural de Porto Alegre iniciou seus estudos de violino aos 12 anos em 1988, no Projeto Prelúdio, na classe da Professora Mainê Maria Valenti. Em seguida ingressou no Curso de Extensão em Instrumentos do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tendo aulas com a Professora Hella Frank e, Teoria Musical com a Professora Laís Oliveira. Paralelamente, estudou na Escola de Música da OSPA onde foi aluno das Professoras Vera Catarina e Jacqueline de Menezes. No ano de 2000 formou-se Bacharel em Música - Habilitação Cordas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tendo sido aluno do Professor Marcello Guerchfeld. Orquestra Juvenil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul de 1987 a 1989. Integrou a Orquestra do Departamento de Música do Instituto de Artes da UFRGS sob direção de Fredi Gerling e posteriormente Antônio Carlos Cunha. Foi membro fundador da Orquestra Sesi-Fundarte em 1996. De 1998 a 2003 integrou a Orquestra de Câmara Teatro São Pedro. Em 2001 passou a integrar a Orquestra Sinfônica SESC-RS. De 2003 a 2007 foi membro efetivo da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul.Integrou Quarteto de Cordas, orientado pelo Professor Marcello Guerchfeld, ao longo do curso de Graduação, onde executaram obras de Dmitri Shostakovich e Ludwig van Beethoven em diversas salas de Porto Alegre e interior do Estado. Elimar Garcia Blazina – Professor de Clarineta Iniciou seus estudos de clarinete com o professor José Weber na igreja Assembleia de Deus de Viamão, ingressando logo em seguida na Escola de Música da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), tendo aulas com Marcelo Piraíno e Diego Grendene concluindo os cursos básico e avançado em clarinete. Graduou-se em clarinete pela UFRGS com o professor Augusto Maurer, sendo por um período de dois anos monitor da classe de extensão em clarinete, na referida universidade. Participou de Master Class e cursos de férias com os professores: Manfred Preis (Alemanha), Michel Lethiec (França), Jorge Montilla (Venezuela/EUA), DarkoBrelek (Eslovênia), Diego Grendene (Brasil), Pedro Robato (Brasil), Fernando Silveira (Brasil), Christine Bellomy (EUA), David Shea (EUA), Wonkak Kim (Coréia), entre outros. Vencedor do XI, XII e XV Concurso de Jovens Solistas da OSPA, finalista do II Concurso Jovens Solistas da rquestra Sinfônica do Paraná. Ministra desde 2012 aulas de teoria, solfejo e clarinete para adolescentes, jovens e adultos na Igreja Evangélica Assembleia de Deus do bairro Partenon em Porto Alegre. Atuou como músico convidado em concertos com a OSPA, Orquestra do Theatro São Pedro e Orquestra SESI-FUNDARTE, com a qual atuou também como solista em quatro concertos. Clarinetista da Banda Municipal de Porto Alegre, da Orquestra Filarmônica da PUCRS e integrante do Quinteto de Sopros Austro. Vinicius Dias Prates – Professor de Flauta Bacharel e Mestre em música (habilitação em Flauta Transversal) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Iniciou seus estudos no Projeto Prelúdio em 1986, quando este era mantido pela UFRGS. Em 1998 ingressou no Curso de Extensão em Instrumentos Musicais na mesma universidade. Em 2004 obteve seu título de nível superior e em 2015 o mestrado, especializando-se em Práticas Interpretativas. Durante a graduação teve como professores o Dr. Leonardo Winter, Renato Kimashi e João Batista Sartor. Na pós-graduação foi orientado pelos professores Dr Leonardo Winter e Dra Any Raquel Carvalho. Participou de vários festivais e masterclasses com flautistas renomados no Brasil e no exterior, como Tadeu Coelho (EUA), Michael Titi (ING), Felix Rengly (SUI), Eduardo Monteiro (RJ), Lucas Robato (BA), Michel Bellavance (CAN) e Ransom Wilson (EUA). Atividades profissionais em 1999 na Orquestra de Sopros de Caxias do Sul,como primeira flauta e posteriormente como flautim. Foi integrante fundador doquinteto de MPB Café Acústico com o qual ganhou o Prêmio Açorianos em 2000 e2001. Vem atuando como músico convidado nas orquestras do Theatro São Pedro,SESI, SESC, Unisinos, ULBRA, UCS, Banda Municipal de Porto Alegre, Orquestra deSopros de Novo Hamburgo (OSNH) e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Davi Coelho - Professor de Oboé/fagote Seu instrumento inicialmente foi o clarinete, o qual estudou com Marcelo Piraíno e Augusto Maurer nos cursos de extensão em música pela UFRGS. Em 1995 iniciou seus estudos no Conservatório Pablo Komlós onde se formou em teoria e percepção musical no ano de 1999. Em 2003 no mesmo conservatório, começou seus estudos de fagote com o professor Adolfo Almeida Júnior. Também participou de Master Class com os professores Alejandro Aizemberg e Esteban Falconi. É formado em regência coral pela UFRGS, tendo como orientador o Professor Dr. Jocelei Bohrer. Já atuou como músico contratado em diversas orquestras do estado do Rio Grande do Sul, dentre elas: OSPA, Orquestra Filarmônica da PUCRS, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra SESI Fundarte, Orquestra do SESC, Orquestra Unisinos e Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul. Como arranjador, desenvolveu diversos trabalhos com artistas consagrados como: Fafá de Belém, Guilherme Arantes, João Bosco, Vanessa da Mata e Paulinho da Viola. Também estudou oboé com o professor Fernando Gualda (UFRGS). Em 2014 assume a regência da Banda Municipal de Porto Alegre, cargo que exerce atualmente. No momento está cursando licenciatura em música pela UFRGS. Isac Costa - Professor de trompete Isac Costa Soares é mestrando em educação musical pela UFRGS, licenciado em música pelo IPA e formado em trompete/performance pelo conservatório Pablo Komlós (escola de música da OSPA). Participou de diversos festivais de música, tais como, Festival Internacional Sesc de música, Gramado in Concert, Festival Internacional de inverno da UFSM e outros. Além disso, atua como músico efetivo na Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo e já participou como músico convidado da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Banda Municipal de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Gramado, Orquestra da Ulbra, entre outros. Atualmente é professor de trompete na orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, Projeto Ouviravida, Projari e leciona aulas particulares de música. Marco Antonio Lopes - Professor de Trombone /Tuba Iniciou seus estudos em música aos 11 anos em 1976. Em 1980 ingressou na Banda Municipal de Porto Alegre. Em 1981 aprofundar seus estudos musicais na Escola da Papa, em Teoria e Prática de Instrumentos (Trombone, Eugénio e Tuba). Nesse período atuou em várias organizações musicais: Orquestra Sinfônica de Caxias (OSCA), Orquestra dos Meninos Cantores de Novo Hamburgo, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Na Banda Municipal já atuou como Diretor Administrativo e continua como instrumentista. Graduou-se em Licenciatura em Musica pelo IPA E atualmente está em fase de conclusão em Especialização em Música pela FEEVALE e pelo INSTITUTO ALPHA. EZEQUIEL MORAES DE PAULA - Contrabaixo Começou os estudos em 2010 na Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, em 2015 ingressou na UFRGS, onde em 2019 concluiu o curso de Bacharelado em Música com ênfase no Contrabaixo Acústico sob orientação do Profº Dr. Alexandre Ritter. Ao longo dos seus estudos participou de diversos festivais como: Festival Internacional SESC de Música, Festival Internacional Música na Serra, Gramado In Concert, entre outros. Além de atuar como músico convidado em orquestras do Rio Grande do Sul e Uruguai. Dentro da música popular atuou em gravações de CDs, DVDs e shows de diversos artistas como: Nego Izolino, Sergio Rojas, Queen Experience in Concert, Cantor Daniel, Fernando Ávila, Sinatra 1915 Tribute, entre outros. Atualmente atua como educador na Orquestra Jovem do RS, como professor no projeto Educando com Arte e também é músico na Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS. ISADORA GEHRES - Professora de violoncelo Iniciou os estudos de violoncelo em 2009 com a Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul (OJRS) com o Professor Rodrigo Alqualti. Formada pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) como Técnico em Instrumento Musical em 2017. Atualmente é Graduanda em Bacharelado/Violoncelo (UFRGS); Educadora na Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul e atua como violoncelista na Orquestra Sinfônica de Gramado (2016), Orquestra Laje de Pedra, Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS, Camerata L'estro Armonico e Quarteto Malus. VINICIUS REIS - Professor de viola Iniciou seus estudos de viola em junho de 2009 com a Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul (OJRS). Em 2012 começou na Extensão da UFRGS de Música. Em 2023 concluiu o Bacharelado em música na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Hoje é educador do projeto Orquestra Jovem do RS, onde começou os estudos. Realiza um trabalho de músico instrumentista na Orquestra Sinfônica de Gramado e Camerata PRESTO, também faz participações em diversas orquestras e grupos de câmara pelo estado, como Orquestra do Theatro São Pedro e Orquestra do Laje de Pedra. ALEXSANDER SILVEIRA - Professor de violino Iniciou os estudos de violino em 2009 com a Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul (OJRS) com o Professor João Campos Neto; participou da Banda Marcial Ildo Meneghetti (2001-2010) ganhando o prêmio AGB 10 anos (Associação Gaúcha de Bandas), como Destaque de Bandas de Instrumento de Percussão Popular e Sinfônica – Infantil (2006). Integra a Orquestra Sinfônica de Gramado desde 2012, no qual permanece; atua como músico na Orquestra Laje de Pedra e educador na Orquestra Jovem do RS. Nadabe Tomás – Professor de Trompa Nascido em Ribeirão Preto-SP, Nadabe Tomás iniciou seus estudos na trompa com Edgar Fernandes Ribeiro. Complementando sua formação, participou dos principais festivais de música do Brasil: Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão|SP, Festival Internacional SESC de Música – Pelotas|RS, Festival Internacional Música nas Montanhas, Poços de Caldas|MG, entre outros. Atuou como músico convidado na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra Sinfônica do Sodre|Uruguai , como também as principais Orquestras do Rio Grande Sul. Como membro do Quinteto Porto Alegre participou do Álbum " Campos neutrais" de Vitor Ramil, atuou como solista à frente da Orquestra Filarmônica de Montevidéu e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, e também atuou como docente no Festival Internacional de Música do Pará,Festival de Banda do Pará,Festival Internacional de Metais Urubrass em Montevidéu, Festival de Música em Teutônia-Rs , e Seminário de Performance e Pesquisa em Instrumentos de Metais em Goiânia . Em 2019 recebeu Menção Honrosa no V Concurso Jovens solistas Marcus Bonna. Atualmente, além de professor da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul,é integrante da Quinteto Porto Alegre , Quinteto Som 5 e membro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$112.000,00 em 01/04/2026.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul