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PRONAC 247144Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, CIRCULAÇÃO NOVA FRIBURGO (RJ)

ASSOCIACAO SOCIEDADE CULTURA E ARTE SOCA
Solicitado
R$ 749,6 mil
Aprovado
R$ 749,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Canto Coral
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vila Velha
Início
2025-01-01
Término

Resumo

VOLTADO PARA A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, o projeto intitulado "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, CIRCULAÇÃO RIO DE JANEIRO", contempla um conjunto de ações para a afirmação e desenvolvimento de CANTORES CEGOS, a visibilidade e a valorização da sua atividade como autor e produtor de bens simbólicos, mais especificamente com APRESENTAÇÕES NA CIDADEDE NOVA FRIBURGO, NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,de um espetáculo de canto coral que se utiliza do repertório de canções populares de domínio público produzido no Espírito Santo.

Sinopse

O BRASIL É RETRATADO NA VOZ DE CANTORES CEGOS Com canções representativas da tradição oral dos diversos estados, um Brasil múltiplo é retratado no espetáculo que mistura a linguagem cênica e o canto coral, passando por manifestações populares como o congo do Espírito Santo, o Coco de Tebei de Pernambuco e a Bata do Feijão do Maranhão. Através de canções originárias de tradições diversas, estão representados os povos originários Mehinako do Alto Xingu (MT) e os Guaranis da aldeia Marake'nã residentes do Rio de Janeiro, a comunidade quilombola Kalunga de Cavalcante (GO), os territórios de Angicos (RN) e Santo Antônio da Patrulha (RS); Serra Preta (BA), Vale do Jequitinhonha (MG) e Arapiraca (AL). São vinte e cinco artistas em cena, dentre maestro, pianista, sete atores da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e dezesseis cantores cegos, dedicados a uma linguagem híbrida. Para executar a regência com pessoas que não enxergam, o maestro Thomas Davison desenvolveu uma técnica que vai além dos movimentos de braços e mãos. Trata-se de percussão corporal e dinâmicas rítmico-espaciais que lembram a dança contemporânea. O maestro rege com estalos, palmas, batidas dos pés no chão, e também com giros e contorções do tronco, a fim de orientar deslocamentos espaciais e a alternância das vozes do grande coro dividido em quatro naipes. As vozes foram arranjadas pela compositora e artista visual Tarita de Souza, de modo a unir erudito e popular e dialogar com a tradição da música instrumental brasileira, primando por construções harmônicas, dissonâncias e tensões, incorporando sussurros e os ruídos das bengalas batendo no chão e cadeiras caindo. Em uma das cenas mais marcantes, o palco chega ao frenesi para ceder lugar à calma de uma “canção de esmola” interpretada pela solista soprano Maria Trancoso. Os deslocamentos do grande coro são auxiliados por atores videntes da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, e as bengalas, que acabam imprimindo o sentido de “instrumento de luta”, reforçando a camada visual junto ao alto-contraste da Iluminação de André Stefson, sombras, raios e silhuetas que mudam de lugar conforme o movimento dos corpos. Cada canção traz um contexto social, levando as culturas de trabalho à cena, de modo a gerar signos. A presença de ações corporais representativas de cada uma delas, constrói uma historicização de atividades coletivizadas, como colheitas do café, da cana, a bata do feijão e festejos, além da cultura do acolhimento, inclusão e amizade, tematizados em canções como “Não Me Deixe Cantar Só” e “Saudade”. A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos em 2024 vai para a segunda temporada no Espírito Santo e prepara uma turnê nacional. A Associação SOCA BRASIL pesquisa a linguagem cênica desde 2017, tendo realizado os espetáculos "Pele" com cadeirantes e "Quando Acordar a Cidade" com cegos, a performance "Slam Corpo Grita" com surdos; e mais recentemente, com o Vídeo e a Fotografia, as mostras "Olhares Sobre o Feminino" e "c-o–n-t-a-g-i-o de Videoperformance"; os projetos "Camera Obscura", "Fora!" e (em pré-produção) "Escola de Fotógrafos Cegos e Exposição 'Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto'".

Objetivos

*OBJETIVO GERAL* Realizar apresentação da "Orquestra Brasileira de Cantores Cegos", para a transformação do olhar sobre as PCDs e desenvolvimento de artistas com deficiência, visando incluir cegos na cena cultural brasileira. *OBJETIVOS ESPECÍFICOS* Realizar 5 (cinco) apresentações da ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, com a participação de 16 (dezesseis) cantores (as) cegos (as) e 7 (sete) atores, maestro e pianista, num total de 23 (vinte e três) artistas em cena, com 45 (quarenta e cinco) minutos de duração e um repertório de canções extraídas da Cultura Popular de domínio público transmitidas pela tradição oral, com ACESSO GRATUITO em espaço fechado no MUNICÍPIO DE NOVA FRIBURGO (RJ). Capacidade estimada de 500 pessoas por sessão totalizando 2.500 pessoas.

Justificativa

A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis em laboratório continuado para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a própria obra, e análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente Contribuindo para aflorar no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através da participação em uma orquestra de vozes e repertório de Canção Popular Brasileira de tradição oral. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto do seu canto coral. Expondo a sua produção em espaço público com amplo acesso, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando um repertório que comporta a riqueza da tradição oral de canções populares do Brasil. Constituímos e apresentamos, assim, a ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, esperando que possamos mostrar a beleza da realização coral, oferecendo à sociedade aprodução de artistas cegos e abrindo perspectivas para que passem a fazer parte da cadeia de produção de bens simbólicos, contribuindo para o acesso à cultura e à arte como fazedores de cultura.

Estratégia de execução

BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS AÉREAS E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES: TRECHOS: IDA: Vitória (ES) - Rio de Janeiro (RJ) VOLTA: Rio de Janeiro (RJ) - Vitória (ES). Justificativa: Equipe, Elenco e Assistentes dos PCDS precisam se deslocar para São Paulo e retornar a Vitória, para a realização do produto principal, a saber: 5 apresentações de ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS. Os cantores cegos precisam de assistência na hospedagem, para alimentação em restaurante, etc, e ir e vir, por se tratar de um espaço novo, que não conhecem, de modo que irão acompanhados com assistente pessoal. Na pré-produção: Direção, Iluminador e Produção irão realizar uma visita técnica. Total de passagens: 49 ** Cantores Cegos: Adair Jervaz e assistente Alice Dordenoni, Eusilane Lopes e assistente Antônio Fadini e assistente Elizabeth Mutz. Manoel Peçanha e assistente Geovana Santos e assistente Gilbeto Christo e assistente Joseni Vitorino e assistente Lucinéia Santos e e assistente Maria das Graças, Sayonara Reis e assistente Maria Trancoso e Marta Trancoso Maycon Machado e assistente Rogério Sousa e assistente ** Equipe: Rejane Arruda - Direção Maestro - Thomas Davison Pianista - Evelyn Drummond Assistente de Figurino - A definir Assistente de produção - Debora Schultz Assistente de produção - Alexia Chaves Assistente de produção - A definir Assessor de imprensa - A definir Técnico de Som - A definir Técnico de Luz - A definir Cenotecnico - A definir Videomaker - Julio Gabriel ** Elenco: Fagner Soares Philippe Emanuel Mariana Zanelatto Renza Luiza Alberto Contarato Daniel Monjardim Juliana Neves

Especificação técnica

A.) Apresentações de "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" EM NOVA FRIBURGO (RJ) Espetáculo de linguagem híbrida, juntando o canto coral com a linguagem das Artes Cenicas, formado por 16 cantores cegos, mais 7 atores em cena, 1 maestro e 1 pianista. Com CANÇÕES DE DOMÍNIO PUBLICO, representativas da diversidade cultural nacional. Duração: 45 minutos. São cinco apresentações gratuitas em espaço de fácil acesso no Rio de Janeiro - RJ. O Elenco de cantores cegos conta com o auxílio de sete atores, que fazem o papel de "assistentes-videntes", auxiliando os deslocamentos dos artistas cegos, além de comporem ações corporais representativas das culturas de origem das canções. O espetáculo conta com direção Artistica e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. Lotação: 500 lugares 5 apresentações = 2.500

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE De acordo com o Art. 25. da Instrução Normativa 01/2023, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 5 (cinco) apresentações GRATUITAS da “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, em espaço fechado no município de Nova Friburgo (RJ) Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a orquestra será apresentada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para apresentação * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Intérprete de Libras * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Tradução Simultânea. * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Instrutor.

Democratização do acesso

TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 27. da NI 01/2023, promovendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 28 a IN 01/2023, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 29, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.

Ficha técnica

REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel,mestreedoutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Émembro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica apesquisasemDireção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes CênicasdaUniversidadeVila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e oficinas em Paris, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistasespecializadas nacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), por Eclipse Solar, e recebeu prêmiosdeMelhor Atriz naMostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e Festival CineSerra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e osespetáculos“QuandoAcordar a Cidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegos e Cadeirantes na CenaDiversa doTeatroCapixaba” e “Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Vídeo-performance". FAGNER SOARES DE SOUZA - Tesoureiro da entidade proponente - Coordenação Adminstrativo-financeira e Assistente de Direção - Formado em Artes Cênicas pelaUniversidade Vila Velha (ES),dedicadoàs pesquisa em Artes Cênicas com ênfase em dramaturgia, atuação, fotografia e performatividade. Atua em Cinema e Teatro desde2013 tendo participado doscurtas"Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony eClóvis" (2014/2015),"Navalha naCarne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair"(2017/2018), "Kafka, EmProcesso" (2018).Também dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de"Navalha na Carne"(2015/2016).Desenvolveu duas pesquisas de iniciação científica: em 2015 publicando o artigo "Fala Interna Como Raiz e Suas Ramificações" e em 2016desenvolvendo odispositivo"Dramaturgia em Performance". Em 2017 fez o Curso de Sonoplastia com Geovany Wandekoken - Universidade de Vila Velha. Criou as trilhassonoras dosespetáculos"Matadouro Municipal" (2017) e "Vestido de Noiva" (2018), do vídeo "Eu não Compreendo" (2020) e "I don't sleep" para o banco de trilha da SOCA(2021), Lab deSonoridade.Trabalha também com videoperformance e fotografia, foi propositor e fotógrafo do projeto “Fora!; ”oficineiro, montador e finalizador doprojeto “Mostra c-o-n-t-a-g-i-ode Videoperformance”. RENATA MATTAR - Pesquisa de Repertório Musical - Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), diretora musical de Auto daPaixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado porAriano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da PrefeituraMunicipal de São Paulo em 2003. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário,intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. Vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas doBrasil, de Itamar Assumpção. Fundou a Cia Cabelo de Maria e com o grupo realizou os CDs Cantos de Trabalho, São João do Carneirinho e Baianá – Parece Cinema, alémdos espetáculos Imbalança Eu Caio e POIN – Pequena Orquestra Interativa, contemplado com edital do proac 2014, e Cantos de Trabalho volume II com lançamento emagosto de 2018. TARITA DE SOUZA - Arranjadora - Tarita de Souza é artista múltipla com atuação na música, teatro, artes visuais educação e pesquisa. Fez a graduação e o mestrado naUniversidade de São Paulo na área de educação musical e atualmente estuda linguagens artísticas híbridas em seu doutorado. Como musicista é cantora, compositora,regente, arranjadora e preparadora vocal. Seu primeiro álbum solo, A árvore e o vento, de 2014, mescla nomes consagrados da MPB com canções autorais e conta comparticipações de Renato Braz, André Mehmari, Ivan Vilela, Kabé Pinheiro, Neymar Dias entre outros. Em 2019 lançou o álbum Crisálidas em parceria com a pianista ThaisNicodemo com canções autorais do DUO. Os olhos escutam, a alma canta é seu mais novo lançamento. São canções autorais produzidas pela artista em parceira comAndré Mehmari, Conrado Goys e Rodrigo Bragança, além de múltiplos singles lançados nos últimos. Como preparadora vocal e atriz trabalhou junto ao compositor ZecaBaleiro no espetáculo Lampião e Lancelote, de Fernando Vilela e Bráulio Tavares (2013-2014), espetáculo que ganhou os prêmios APCA (2013) melhor espetáculo infanto-juvenil, FEMSA (2013), Bibi Ferreira (2013). Também como atriz e diretora musical, participou das montagens do grupo XIX de teatro na Ópera do malandro (2011), deChico Buarque e Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar (2018 – 2021).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Vila Velha Espírito SantoNova Friburgo Rio de Janeiro