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Esse projeto anual visa realizar o Plano Anual de Atividades da Associação BR 116, viabilizando TODAS as atividades da Associação, como a manutenção da instituição, bem como possibilitar os custeios das produçõesde espetáculos de artes cênicas da companhia BR116 ao longo do ano de 2025, contemplando a produção e realização de um novo espetáculo cênico, a turnê da peça Petra do repertório de uma companhia estável com 15 anos de trajetória e a exibição gratuita de seus dois filmes "Medeia por Consuelo de Castro" e "Gaivota". Também contempla o desenvolvimento de site para garantir a ampliação do público com atransmissão permanente das obras e ações de contrapartida social voltadas à formação de novos profissionais da área da cultura e difusão das artes de modo geral garantindo sua democratização.
As obras serão escolhidas e informadas durante a pré produção do projeto.
Objetivo Geral Viabilizar a manutenção e as atividades anuais da Associação BR116, que sempre buscou em seus trabalhos o livre acesso a suas obras produzindo espetáculos cênicos com entradas a preços populares ou com ingressos gratuitos e total acessibilidade em seus espetáculos. Em sua equipe sempre prioriza a presença de jovens aprendizes acreditando na formação de novos profissionais. Para o seu plano anual, busca ampliar essa rede através da montagem um nova produção e temporada de um espetáculo do repertório da companhia, realizar encontros entre consagrados artistas, estudantes e amantes da arte, difundir e divulgar a linguagem teatral permitindo assim proporcionar maiores possibilidades de democratização de acesso à cultura da população e de formação da classe artística em todas as suas áreas. Por ter a convicção de que o Ministério do Turismo e a Secretaria Especial da Cultural tem o objetivo da mais ampla difusão da cultura, acreditamos ser de extrema importância o seu apoio para a realização desses objetivos. Objetivos Específicos - Produto: Plano anual: - A manutenção da instituição (manutenção do espaço): água, luz, limpeza, aluguel do espaço, aquisiçao de bens permanentes, locação de equipamentos. - Produto: Apresentação de artes cênicas - Apresentação de artes cênicas: Realizar a montagem e produção um novo espetáculos cênico ao longo do ano de 2025, com pelo menos 20 sessões e uma turne do espetáculo Petra, do repertório da companhia, com pelo menos 12 sessões, e a exibição de dois filmes produzidos pela companhia: "Medeia por Consuelo de Castro e Gaivota, ambos com direção de Gabriel Fernandes e Bete Coelho. Todos com parcela de ingressos gratuitos e/ou preços populares voltados para alunos e professores da rede pública e estudantes de artes. - Produto: Site - Criar um site para divulgação das apresentações, onde será possível pesquisar sobre todas as antigas produções da BR116, fortalecendo a sua história como teatro de grupo, cada dia mais escasso no Brasil. - Produto - Contrapartida social: Como contrapartida proporcionar 5 oficinas gratuitas por ano à população realizadas pelos membros da Cia. BR116 com duração de três dias cada, garantindo a assistência e fomento à formação de novos profissionais na área da cultura em geral, abrangendo suas diversas vertentes como atuação, produção, cenografia e técnicas artísticas cênicas, garantindo assim a possibilidade de novos profissionais no mercado cultural mediante seleção. Proporcionar 3 encontros abertos por ano ao público com especialistas renomados para debates sobre as formas de criação artística a fim de abrir novas possibilidades de aprofundamento em pesquisa teatral. A Cia. BR116 está continuamente debruçada em estudos buscando formas de novos e potentes diálogos com o público como já é hábito em seus trabalhos. Obs.: A proponente destaca que a carta de direitos autorais será apresentada oportunamente, na fase de pré produção, quando serão definidas as peças a serem encenadas.
A Cia. BR116 completa uma década de atuação e dentro da sua trajetória tornou-se uma companhia de teatro formadora de conhecimento, unidade de produção, de informação e cultura, voltada às artes cênicas. Este projeto justifica-se por dar continuidade às atividades que vêm sendo realizadas pela Cia. BR116 e atende aos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Sobre BR116 Fundada há 10 anos por Bete Coelho, Gabriel Fernandes e Ricardo Bittencourt a partir da montagem do espetáculo O Homem da Tarja Preta de Contardo Calligaris, nasce a trupe BR116. Em 2010, estreia o espetáculo e Terceiro Sinal de Otavio Frias Filho, que volta ao repertório da companhia com temporária histórica no Teatro Oficina, onde recebeu mais de 2.900 pessoas e teve indicação ao Prêmio Shell de melhor atriz para Bete Coelho. Como companhia estável, a Cia já apresentou-se em turnês com todo o seu repertório por diversos estados brasileiros como SP, RJ, BA, PR e RS atingindo números expressivos de público por onde passa. Em 2019, a companhia - junto a uma parceria com o Sesc - monta Mãe Coragem de Bertold Brecht, com um público de mais de 8.500 pessoas em sua temporada no Sesc Pompéia. Sucesso de crítica e público, o espetáculo foi o vencedor do Prêmio Shell de melhor direção para Daniela Thomas e recebeu indicações de melhor atriz para Bete Coelho e melhor trilha para Felipe Antunes. Bete Coelho - renomada atriz, diretora e fundadora da companhia - tem em seu currículo trabalhos dirigidos por grandes diretores como Antunes Filho, Zé Celso Martinez Corrêa, Bob Wilson, Paulo Autran, Gerald Thomas e Radoslaw Rychcik. No ano de 2020, tendo suas atividades suspensas em decorrência da pandemia, a companhia encontra na junção do teatro ao cinema uma nova trilha para seus trabalho. Realizou o teatrofilme Medeia por Consuelo de Castro, indicado a 4 categorias do Prêmio APTR, incluindo melhor filme e melhor direção e premiando Bete Coelho como melhor atriz. No mesmo ano, produz e estreia Gaivota, também dirigido por Bete e Gabriel, indicado a duas categorias no Prêmio APTR. Em 2022, estreia Molly — Bloom, com direção de Daniela Thomas e Bete Coelho, espetáculo que teve sua venda de ingressos esgotadas para toda a temporada antes da estreia. Também realizou uma série de bate-papos e palestras onde a trupe e convidados renomados do cenário artístico brasileiro discutiram e debateram sobre os caminhos de criação artística e produção cultural. Em 2022, estreia Molly Bloom, com direção de Daniela Thomas e Bete Coelho e codireção de Gabriel Fernandes. O espetáculo foi indicado ao prêmio Shell de melhor cenário para Daniela Thomas. Sobre as atividades A Cultura tem sido considerada como um dos mais importantes e estratégicos pilares para o desenvolvimento econômico e social do país. A universalização da Cultura vai além de uma necessidade assistencial e deve ser encarada como primordial no que diz respeito à formação de capital humano, à ampliação da capacidade de escolhas, e ao protagonismo social de nossos cidadãos, sem deixar de lado a experiência artística que, por si só, arrebata, contagia, dignifica, e transforma. Nas atividades que estão previstas para o plano anual do ano de 2025, a Cia. BR116 busca incentivar a reflexão e o questionamento da sociedade sobre a necessidade de desenvolvimento da identidade cultural do povo brasileiro. A companhia acredita ser primordial ampliar e democratizar o acesso às informações artístico-culturais. As ações aqui descritas irão oferecer o conteúdo produzido de forma acessível à população, procurando atingir todas as camadas sociais, com produtos e serviços de alta qualidade com ênfase aqueles de menor poder aquisitivo, além de distribuir e desenvolver conteúdos culturais para a melhoria da qualidade da educação brasileira ao realizar a montagemde um novo espetáculo e turnê de seu repertório. As ações de formação são de profunda importância, são poucas as oportunidades que se encontram ao alcance de forma gratuita para profissionalização dentro das artes cênicas, procurando assim aumentar os profissionais na área e criar oportunidades de trabalho. Tendo o desejo que cada vez mais pessoas possam se interessar e consumir arte, a companhia vai disponibilizar vasto material de sua jornada de uma década em website com o intuito de abrir espaço para pesquisa e conhecimento de grupos iniciantes na formação de um grupo de teatro. Fundamentados na força da coletividade e na afirmação do amor ao teatro, a Trupe BR116 toma emprestada as palavras do grande dramaturgo e escritor Otávio Frias Filho para definir sua filosofia: "o palco é onde a humanidade se reúne para falar de seus problemas mais graves, suas fraquezas mais inconfessáveis, seus exemplos mais terríveis, o único lugar onde a vida deve ser apresentada sem disfarces nem escrúpulos."
A proponente especifica os beneficiários das passagens/diárias/hospedagem e quais as suas funções no projeto, informando a atividade que será realizada e a necessidade desses deslocamentos/viagens. Giulia Gam - atriz (Rio de Janeiro)Beto Bruel - iluminador (Curitiba)Daniela Thomas - diretora (Rio de Janeiro)Caetano Galindo - dramaturgo (Curitiba) Juliana Carneiro da Cunha - atriz (Rio de Janeiro)Nelson Fonseca - produtor (Rio de Janeiro) Justificativa: a proponente convidará profissionais das artes cênicas para proferir palestras antes das apresentações, objetivando enriquecer a experiência do público. Ressalta-se que a participação desses profissionais efetivamente dependerá da agenda profissional de cada um por ocasião do início da execução do projeto. A proponente se responsabiliza em contratar profissionais de similar competência na eventual necessidade de substituição.
Não se aplica
Busca-se que os espaços onde as apresentações e atividades que serão realizadas tenham dependências adequadas à recepção de pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais. A Cia. BR116, em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, irá buscar formas de ter em sua plateia grupos especiais, garantindo assim o acesso concreto desses grupos. Serão feitas pelo menos 3 sessões com Libras dentro da temporada. 1. PRODUTO - SITE: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficinete visual: o site conterá os recursos para deficientes visuais para capacitar sua fruição dos conteudos culturais disponibilizados. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, visto que faz parte do sistema de montagem do site. Deficiente auditivo - o site conterá os recursos para deficientes auditivos para capacitar sua fruição dos conteudos culturais disponibilizados. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, visto que faz parte do sistema de montagem do site. Deficiência intelectual - o site conterá os recursos para deficientes intelectuais para capacitar sua fruição dos conteudos culturais disponibilizados. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, visto que faz parte do sistema de montagem do site. 2. PRODUTO - PLANO ANUAL Esse produto não possui acessibilidade por se trata da manutenção da entidade. 3. PRODUTO - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os locais de realização do projeto são acessíveis, ademais por serem espaços públicos contendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e piso tátil conforme normas das prefeituras e administradores locais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica pois o local será acessível. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficiente auditivo - O proponente disponibilizará intérprete de libras para total fruição dos espetáculos pelos beneficiários Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 40 Deficiente visual - o proponente realizará descrição audiovisual em todas as sessões. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 19 Deficiência intelectual - Disponibilizaremos monitores treinados para cumprir a função de interlocutor da pessoa com deficiência intelectual, criando adaptações para que esta possa compreender e participar das apresentações. Item da planilha orçamentária: Monitores 55 4 - CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os locais de realização do projeto são acessíveis, ademais por serem espaços públicos contendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e piso tátil conforme normas das prefeituras e administradores locais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica pois o local será acessível. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficiente visual - O conteúdo é acessível pois falado, e a proponente disponibilizará audiodescrição para sua total compreensão pelos beneficiários. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 75 Deficiente auditivo - haverá intérprete de libras nas palestras e oficinas oferecidas gratuitamente a população. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Deficiência intelectual - Disponibilizaremos monitores treinados para cumprir a função de interlocutor da pessoa com deficiência intelectual, criando adaptações para que esta possa compreender e participar das apresentações. Item da planilha orçamentária: Monitor de acessibilidade 74
Com o intuito de garantir acesso a arte para todos, esse projeto destinará os ingressos da seguinte forma, nos termos do art. 27 da IN 1/2023: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. A Cia BR116 acredita na formação de plateia e por isso acha de profunda importância que todas as suas atividades tenham um público diversificado. Todas as palestras e oficinas da contrapartida social serão oferecidas de formas gratuitas e para admissão nos cursos será critério ser estudante do ensino público ou ser morador de comunidades carentes. Em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social esse projeto irá buscar formas de atingir grupos de jovens em vulnerabilidade social que se interessem por arte e queiram estar em nossas atividades. Como medida de ampliação de acesso, dentre as elencadas no Art. 30 da IN no 11/2024, o proponente opta por: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
A proponente Associação BR 116 será o única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Diretora Geral, Bete Coelho: atriz e diretora. Intérprete ícone dos anos 1980, protagonista de alguns espetáculos primorosos de Gerald Thomas, tais como Eletra Com Creta e Um Processo.Na formação de Bete entram diversos cursos, nas áreas de teatro, música, canto lírico, violino, dança clássica e moderna, realizados no Palácio das Artes em Belo Horizonte. Atua, a seguir, em espetáculos com direção de Carmen Paternostro: Noturno para Pagu, baseado no livro Pagu, Vida e Obra, de Augusto de Campos (1931); Lulu, a Caixa de Pandora, de Frank Wedekind, ambos de 1983; e já na formação do grupo Pagu Teatro e Dança, O que É Isso Gabeira?, inspirado em três livros do autor, 1984. Em São Paulo, junta-se ao Centro de Pesquisa Teatral - CPT, dirigido por Antunes Filho, integrando os elencos das remontagens de Macunaíma, adaptação da obra de Mário de Andrade (1893 - 1945), de Nelson Rodrigues - O Eterno Retorno, e a estreia de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, todas em 1984. Em 1986 desempenha a Micaela de Carmem Com Filtro, direção de Gerald Thomas, junto à Companhia Estável de Repertório - CER, de Antonio Fagundes. Com Eletra Com Creta, em 1986, torna-se parceira de Gerald Thomas, iniciando seus mais expressivos trabalhos, quase sempre como protagonista. Em 1986, fundam a Companhia de Ópera Seca e criam os espetáculos: Trilogia Kafka - Um Processo, Uma Metamorfose, Praga, em 1988; Carmem com Filtro 2 e Mattogrosso, ópera de Philip Glass e Gerald Thomas, em 1989; Sturmspiel, criado em Munique, Fim de Jogo, de Samuel Beckett e M.O.R.T.E., em 1990; The Said Eyes of Karlheinz Öhl, em Volterra, em 1991. Já fora do grupo, integra produções isoladas, com destaque para Rancor, de Otávio Frias Filho, direção de Jayme Compri, em 1993; Pentesiléias, adaptação de Daniela Thomas para a obra de Kleist, em que atua e dirige, em 1994; Os Reis do Iê-Iê-Iê, de Gerald Thomas, em 1997; Cacilda!, texto e direção de José Celso Martinez Corrêa, em 1999; mesmo ano em que dirige Iara Jamra em O Caderno Rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst (1930 - 2004). Ao final desse ano volta à cena em Pai, de Cristina Mutarelli, direção de Paulo Autran. Em 2002, está em Frankensteins, de Eduardo Manet, sob a direção de Jô Soares. E, em 2003, dirige Renata Melo, em A Caixa, de Patrícia Melo. Funda, em 2009, a Cia BR116, tendo realizado os espetáculos Homem da Tarja Preta, Terceiro Sinal, Cartas de Amor para Stalin, A Melancolia de Pandora e em 2019, Mãe Coragem, com direção de Daniela Thomas. Diretor Artístico, Gabriel Fernandes: formado em cinema pela FAAP em 2003, tem em seu currículo a direção do DVD “OS SERTÕES: O HOMEM 2” e “TANIKO” do Teatro Oficina, também ainda com o Oficina, filmou “OS BANDIDOS”. Montou e finalizou Vídeo-pílulas inspiradas no Festival de Teatro MIRADA no projeto IMERSÃO OLHO-URUBU e do Documentário “PAISSANDÚ – ONDE O CIRCO SE ENCONTRA”. No teatro destacamos os projetos que atuou como coordenador e assistente de direção: Mãe Coragem, com direção de Daniela Thomas e O caderno Rosa de Lory Lamby, direção de Bete Coelho. Conduziu a captação de imagem dos projetos A DAMA DO MAR - Bob Wilson - Registro exclusivo dos ensaios e das peças, CARTAS DE AMOR PARA STALIN e O TERCEIRO SINAL, da Cia BR116 e O IDIOTA - A partir da obra de Fiódor Dostoiévski - Mundana Companhia com a gravação das três peças e edição – 2010. Diretora de Produção, Lindsay Castro Lima: Atriz e produtora cultural, integrou a equipe do Programa Momentum em 2018 como delegada brasileira no Festival de Edimburgo, na Escócia, a convite do British Council. Foi Coordenadora de Programas e Projetos para as bibliotecas na Secretaria Municipal de Cultura entre 2018 e 2019. Produziu o projeto Se o Título Fosse um Desenho Seria Um Quadrado em Rotação de Eleonora Fabião para o Festival de Curitiba de 2018. Em 2019 destacamos a produção local da estreia nacional do espetáculo As Comadres, com direção artística de Ariane Mnouchkine no Festival de Curitiba e sua temporada no Sesc Consolação em São Paulo. Entre 2016 e 2019 realizou a curadoria e direção geral de grandes projetos da Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo como Jornada do Patrimônio, Aniversário da Cidade e Virada Cultural. Destacamos em 2019 a curadoria e concepção do Grande Cortejo da Memória pela Jornada do Patrimônio com direção de Georgette Fadel. Em 2020 assume a direção de produção da Cia. BR116, tendo como estreia o filmeteatro Medeia com Bete Coelho. É diretora de produção do novo projeto de Eleonora Fabião para a 34º Bienal de São Paulo em 2021. Diretora Executiva, Mariana Mantovani: Produtora cultural e atriz, é Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002 - 2006). Desde 2006, trabalha na curadoria, criação e produção de projetos culturais com diferentes grupos de música, teatro e dança. Integrante e fundadora da Cia. Teatro Enlatado desde 2009. Atuou também como produtora bilíngue no festival internacional Porto Alegre em Cena. Citando seus trabalhos mais recentes, destacamos aqui a produção executiva do Grande Cortejo da Jornada do Patrimônio em 2019 com direção de Georgette Fadel, a direção de palco de grandes atrações da Virada Cultural desde 2016 como Pablo Vittar, Gaby Amarantos e Preta Gil. Foi curadora de programação cultural das Bibliotecas Municipais da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo no ano de 2018, com destaque para a ocupação Hilda Hilst na Biblioteca Mário de Andrade durante a Virada Cultural. É diretora de produção do novo projeto audiovisual da Cia. BR116, Medeia, com Bete Coelho. Em 2020 cria e produz para a Jornada do Patrimônio dois projetos de intervenção urbana: Meio Fio e Café com História com direção de Georgette Fadel. Coordena a produção da abertura da Virada Cultural de 2020 na Avenida Paulista com direção de Nelson Baskerville. Diretor de Palco - Murillo Carraro: cenotécnico desde 2016, já no início de sua carreira trabalhou no cenário de O Campeão de Dominó do Alaska com direção Mário Viana e Melancolia de Pandora com direção Steve Watson. Em 2018, sob a direção de Ricardo Bitencourt, faz a cenotecnia do solo de Bete Coelho Terceiro Sinal, em sua temporada no Teatro Oficina. Tem vários trabalhos em parceria com o diretor Aimar Labaki, elencamos aqui Zibaldone, que em 2019 participou do Festival Fringe, Dark Room e Megera Domada. Para a Cia. Os Satyros participa da montagem de O Rei de Sodoma no Festival de Curitiba em 2019 e Mississipi, com direção de Rodolfo Garcia Vazquez. Ainda em 2019, trabalha com Patrícia Vilela no espetáculo "Velórios e Erêndira", com direção de Marco Antônio Rodrigues. Destacamos aqui alguns de seus últimos trabalhos como Medeia por Consuelo de Castro, teatrofilme da Cia BR116 com direção de Bete Coelho e Gabriel Fernandes, O caderno Rosa de Lori Lamby, sob direção de Bete Coelho, O Pedido de Casamento com direção Neyde Veneziano, O que mantém o Homem Vivo com direção de Renato Borghi e Mãe Coragem, direção de Daniela Thomas.
PROJETO ARQUIVADO.