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A mostra Farofa do Processo ocupa a cidade de São Paulo, com a apresentação de trabalhos em construção que apontam conexões, descobertas e provocações no campo das artes cênicas, além de espetáculos recentes. Durante 10 dias serão realizadas apresentações de espetáculos, abertura de processos artísticos, sessões de debates com a presença de críticos, artistas, mediadores e públicos, explorando o processo criativo, encontro com programadores internacionais, sempre com acessibilidade em todas as atividades.
A Faroffa (antes com dois Fs) nasceu em 2020 como uma alternativa ao público, aos produtores e programadores nacionais e internacionais, apresentando uma cena “off” da cidade e do país, mas contemplando, prioritariamente, processos artísticos, como um ultrassom, que antevê aspectos humanos, gerando imagens em tempo real de partes ou estruturas do corpo. Na edição de 2024, chamada Farofa do Processo, as imagens processuais são de obras artísticas em suas jornadas de criação, em tempo “quase” real. A mostra é um espaço dedicado àquilo que ainda não sabemos, o que antecipa um futuro. “Queremos dar aos processos artísticos o mesmo peso que damos aos espetáculos já prontos. É uma chance de trazer o backstage para a cena, revelando para as pessoas como nasce uma obra cênica, e destacando todo o trabalho de produção”, explica Gabi Gonçalves, uma das idealizadoras da Farofa, da Corpo Rastreado. Dessa forma, a Farofa do Processo define-se como um mergulho em questionamentos sobre o olhar e o fazer nas artes cênicas, em uma busca por desenvolver uma nova linguagem para a produção. Tudo isso acontece também por meio de ações de aproximação dos mais variados tipos: rodas de conversa, bate-papos, encontros com programadores, exposições, exibições de vídeos e mais. A ideia é aproveitar a oportunidade para debater com a sociedade questões relacionadas à criação, pensando também sobre a distribuição, a circulação e a mediação das artes vivas. E, por este motivo, a programação do evento é viva, modificando-se conforme a necessidade. “Movimento” é uma ideia que está colada à estrutura de pensamento da Farofa, desde seu primeiro ano, em 2020.
Objetivo Geral Compartilhar experiências estéticas, explorando diferentes modos de produção. Buscar formatos coletivos para viabilizar criações em processo de montagem. Investigar mecanismos de produção, mantendo a lógica do que está sendo construído, e explorar meios que ampliem as possibilidades de trocas e aproximações possíveis através desse contexto de construção. Propor uma mostra que promova equidade e acesso à pesquisa, partindo do pressuposto de que as experiências com eventos artísticos muitas vezes estão distantes dos grupos e espectadores marginalizados. Propor abordagens que confrontam barreiras linguísticas, sociais, educacionais e econômicas, visando superá-las e garantir a participação de todos na vida cultural da comunidade. Objetivo específico Evento 1: Farofa do Processo 2025 - Espetáculos em Processo O ponto alto da Farofa do Processo, apresentando 10 espetáculos em processo de criação. Cada apresentação será única, proporcionando ao público a oportunidade de vivenciar a diversidade de propostas e experimentações artísticas. Atividades Planejadas: ● Apresentações dos Espetáculos: Performances ao vivo dos grupos selecionados, cada um seguido por uma sessão de debate. ● Sessões de Debate: Discussões pós-espetáculo com a presença de críticos, artistas, mediadores e públicos, explorando o processo criativo e respondendo a perguntas. ● Transmissão Audiovisual: Transmissão e documentação de atividades. ● Acessibilidade plena: Garantia de recursos para acessibilidade, incluindo tradução em Libras e audiodescrição e acesso pleno a pessoas com deficiências. Evento 2: Boteco Critico Ação performática-reflexiva. Ao redor de mesas de boteco, os quatro irão propor conversas despojadas sobre a programação, construindo coletivamente, junto com o público, reflexões e sensibilizações sobre os processos e espetáculos apresentados. Evento 3: Conversas sobre internacionalização Os encontros sobre as possibilidades e os processos de internacionalização de dança e teatro. A cada conversa, os participantes discutem sobre os meios de produção que foram aprendidos ao longo das suas experiências, contribuindo para a multiplicação de saberes a respeito desse tópico. Evento 4: Encontro de Programadores A Farofa também proporcionará um encontro com programadores nacionais e internacionais. Esse intercâmbio é uma oportunidade para explorar e discutir processos, além de se conectar com os artistas. Oferecendo uma visão do que ainda está por vir e permitindo que todos os participantes se envolvam com o futuro da programação e das artes.
O projeto busca promover estratégias eficazes de mediação e interação entre o público e as artes, disseminando práticas bem-sucedidas e oferecendo orientações práticas para produtores e artistas. Essa pesquisa não apenas enriquecerá o diálogo entre público e artes cênicas, mas também orientará produtores e instituições culturais na promoção de uma experiência inclusiva e significativa. Além disso, a pesquisa contribuirá diretamente para os objetivos do edital, fortalecendo eventos culturais, a estabilidade da rede produtiva e o acesso à cultura, alinhando-se com políticas culturais e a Política Nacional das Artes. O projeto "Farofa do Processo" surge como uma plataforma que se propõe a compartilhar experiências estéticas, explorar diferentes modos de produção e buscar formatos coletivos para viabilizar criações em processo de montagem. Mais do que apresentar espetáculos, a Farofa é uma cena política que visa conectar os sujeitos desejantes e errantes da cidade, promovendo o diálogo, o encontro e, assim, atestando a força das artes cênicas (dança e teatro) em meio às dificuldades de produção e outras adversidades. A próxima edição da Farofa, programada para 2025, será denominada "Farofa do Processo". A proposta é continuar a investigar mecanismos de produção, mantendo a lógica do que está sendo construído, e explorar meios que ampliem as possibilidades de trocas e aproximações. Essa edição focará em conectar-se com projetos embrionários, em processo, buscando aproximações possíveis através desse contexto de construção. Os processos de criação cênica abertos propostos em uma mostra promovem equidade e acesso à pesquisa, partindo do pressuposto de que as experiências com eventos artísticos muitas vezes estão distantes dos grupos e espectadores marginalizados. Propõem-se abordagens que confrontam barreiras linguísticas, sociais, educacionais e econômicas, visando superá-las e garantir a participação de todos na vida cultural da comunidade. Desde 2008, a Associação Cultural atua no planejamento e produção de projetos culturais no Brasil. Essa experiência contribui para compreender as perspectivas e desafios do público em relação às produções nas artes cênicas. Atualmente desenvolvemos, uma pesquisa sobre mediação de públicos em artes cênicas, chamada "Corpo Aberto" conduzida de forma independente pela Corpo Rastreado, explorando as capacidades de diversos agentes culturais em estruturar ações eficazes, rompendo com estigmas e promovendo a acessibilidade às produções cênicas, inicialmente através de entrevistas mas que se desbriará nessa edição da Farofa. A mediação, será concebida como ação entre sujeitos, contextos e situações, desempenhando um papel fundamental nesse processo de montagem, conectando públicos com as informações e enriquecendo a compreensão mútua, em ações pré e pós espetáculos. O projeto "Arquipélago", integrante da mostra de processo, surge como uma iniciativa para apoiar a crítica teatral independente no Brasil. Diante da diminuição da presença da crítica em grandes veículos de imprensa, a diversificação de vozes torna-se crucial. O "Arquipélago" visa fornecer suporte financeiro a veículos independentes para a publicação de críticas teatrais, contribuindo para a riqueza da discussão em torno dos processos da mostra. A sinergia entre os projetos anteriores, como "Corpo Aberto", "Arquipélago" e "Farofa do Processo", evidencia o compromisso com a diversidade, inclusão e aprofundamento das relações entre público e produções culturais. Esses projetos se complementam, proporcionando uma base sólida para enriquecer o cenário cultural brasileiro de maneira profunda e significativa. A mostra de espetáculos em processo de criação, estimula a experimentação artística, envolve ativamente o público na criação, promove transparência no processo criativo, forma um público crítico, inclui vozes emergentes, fomenta a reflexão e o diálogo, e oferece espaço para riscos artísticos. Além disso, preserva a memória artística, documentando a evolução das obras ao longo do tempo. A inclusão de recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência é prioritária na mostra de processo. A arquitetura acessível e a presença de recursos como audiodescrição aberta e intérpretes de Libras garantem que todos tenham igualdade de acesso às experiências culturais em andamento, contribuindo para a construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo. Em síntese, o projeto "Farofa do Processo" busca fortalecer a sustentabilidade das ações artísticas, proporcionando uma experiência cultural enriquecedora e acessível, e promovendo uma compreensão mais profunda e significativa das artes cênicas em desenvolvimento e suas aproximações com possíveis espectadores antes do resultado acabado da encenação. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Não se aplica
Sobre a Farofa: Acessibilidade e inclusão (Símbolo mais recente da ONU, que mostra a acessibilidade de forma mais ampla e irrestrita) Nesta edição, a Farofa do Processo realizará ações e trará ferramentas para contemplar ao máximo a acessibilidade e inclusão dos mais diversos públicos, conforme diretrizes internacionais e resoluções da ONU dos últimos anos. Sob coordenação da especialista em acessibilidade Vanessa Bruna, a mostra traz uma equipe de nove pessoas, que farão diariamente - de manhã, de tarde à noite - atendimentos, ações e conversas com os públicos diversos. A audiodescrição, por exemplo, será feita no formato um a um, ou seja: o audiodescritor/a acompanha pessoas cegas ou de baixa visão e faz a narração diretamente no ouvido da pessoa, tornando o processo mais relacional e personalizado. Em relação aos neuro-divergentes, por exemplo, a Farofa do Processo irá disponibilizar protetores auriculares e óculos para proteção contra luzes fortes e mudanças bruscas de iluminação que podem afetar diretamente autistas e portadores de epilepsia. Conversas sobre internacionalização Este ano, a Farofa do Processo inclui na programação três encontros sobre as possibilidades e os processos de internacionalização de dança e teatro. A cada conversa, os participantes discutem sobre os meios de produção que foram aprendidos ao longo das suas experiências, contribuindo para a multiplicação de saberes a respeito desse tópico. As atividades são gratuitas e acontecem online, das 19h às 22h, nos dias 19, 21 e 26 de fevereiro, pelo Zoom. Laboratório de Pensamento e Prática com Jimena Garcia Blaya Nos dias 6, 7 e 8 de março, a Farofa do Processo traz a atividade “LAB: PENSAMENTO E PRÁTICA DO ARTISTA”, com a coordenação da artista argentina Jimena Garcia Blaya. As inscrições estão abertas até 1º de março pelo ESTE LINK. O laboratório acontece durante os três dias, das 10h30 às 12h30, e é destinado a artistas, estudantes de arte e demais interessados. A atividade propõe a reflexão coletiva sobre a criação de contextos curatoriais, de trabalho e projetos de mediação para as artes da cena, numa perspectiva inclusiva, plural e conectada com a produção contemporânea. Jimena Garcia Blaya vive na Argentina, é artista, curadora e gestora cultural nas artes performativas, da linguagem da dança e das artes vivas, com vasta experiência em criação cénica, programação artística e gestão de projetos culturais a nível nacional e internacional. É coordenadora do Encontro de Gestores Artísticos - EGA - e codiretora do projeto curatorial En Movimiento. Fez parte da equipe de Dança dos territórios Tecnópolis e Café Müller. Dirige e coordena a agência de conteúdo para dança e artes vivas, La Infinite. Arquipélago – coletivo crítico - Boteco Crítico A Farofa do Processo contará também nesta edição com mais uma novidade: o Arquipélago, coletivo crítico que envolve oito veículos nacionais de crítica (Guia OFF, Tudo Menos Uma Crítica, Ruína Acesa, Satisfeita, Yolanda?, Horizonte da Cena, Farofa Crítica, Cena Aberta e Agora Crítica), irá propor ações reflexivas durante toda a programação. Uma delas é o Boteco Crítico, ação performática-reflexiva mediada por Heloisa Sousa, Fernando Pivotto, Guilherme Diniz e Amilton de Azevedo. Ao redor de mesas de boteco, os quatro irão propor conversas despojadas sobre a programação, construindo coletivamente, junto com o público, reflexões e sensibilizações sobre os processos e espetáculos apresentados. Sobre a Farofa A Farofa nasceu em 2020 como “FarOFFa – Circuito Paralelo de Artes de São Paulo”, a partir de uma provocação da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, com um olhar voltado aos processos de trabalho e internacionalização. No mesmo ano e já em plena pandemia, o coletivo realizou a 2ª edição, denominada “FarOFFa no Sofá”, e se debruçou a pensar sobre a memória da cena. O ano de 2021 é marcado por duas edições: a “OcupAÇÃO FarOFFa”, 3ª edição, que reuniu durante quatro dias cerca de 100 produtores, e 4ª edição, a FarOFFa a mil atravessa fronteiras e chega em Santiago, para participar do Platea 21, encontro internacional de programadores e profissionais das artes cênicas, parte da programação do Festival Santiago a Mil. Em 2022 foi realizado o “Dispositivo FarOFFa”, a 5ª edição. No formato de um pra um, no quintal, na rua, no jardim ou na praça, um artista e um público se encontraram, para contar e ouvir histórias. Neste ano aconteceu também a “FarOFFa do Processo 2022”, 6ª edição, que reuniu pesquisas que em estágios diferentes e suas múltiplas perspectivas. Após experimentar múltiplos formatos, em sua 7ª edição (2023), foi realizada a “Faroffa Zona”, uma edição na qual a dinâmica consistia em abrir a porta da Kombi “Joyce Sunshine” e partir pela cidade de São Paulo, em diálogo com diversos contextos e construção coletiva. Chegamos em 2024 à 8ª edição. A Farofa ganhou novos contornos, por isso o nome não inclui mais os dois “Fs”. Colocar a produção como eixo central da discussão e resolução das questões que envolvem a criação, abrindo espaço para se pensar a distribuição, circulação e mediação das artes vivas com a sociedade.
PRODUTO: Farofa do Processo : Espetáculos Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO: Borte Crítico Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO: Conversas sobre Internacionalização Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO: Encontro de Programadores Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor Consultoria em Acessibilidade: Teremos uma equipe de consultoria em acessibilidade, para que possamos disponibilizar toda acessibilidade adequada a esse projeto. Sessões com Libras (Língua Brasileira de Sinais): Todas as sessões do Farofa do Processo contarão com intérpretes de Libras, proporcionando acessibilidade comunicativa para pessoas surdas. Essa iniciativa visa garantir que o conteúdo apresentado seja compreendido por toda a diversidade de público presente. Audiodescrição em Todas as Sessões: Será disponibilizada audiodescrição em tempo real durante todas as sessões do Farofa do Processo. Esse recurso permitirá que pessoas com deficiência visual acompanhem os elementos visuais das apresentações, proporcionando uma experiência inclusiva e imersiva. Divulgação em mídias sociais: Toda a divulgação será pensada para acessibilidade, visando garantir acesso e inclusão as informações de toda a programação. Para tanto, utilizaremos descrições alternativas para imagens e vídeos para que pessoas com deficiência visual possam entender o conteúdo através de leitores de tela e legendas nos vídeos e transcrições para que as pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo.
Para todos os produtos contemplados neste projeto, iremos atender os requisitos abaixo. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos: Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Para atendimento ao Artigo 31 da IN 11/2024, optamos: Inciso I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; e Inciso II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
Idealização - Gabi Gonçalves: Doutora em Comunicação e Semiótica pela Puc – SP. Mestra em Comunicação e Semiótica da Puc - SP, orientada pela Profª. Dra Christine Greiner, com a pesquisa sobre a Formação de público para arte contemporânea. Formada pelo Departamento de Artes Corporais da Unicamp, no ano de 1998 e pela Pontifícia Universidade católica de São Paulo, no Curso de Comunicação e Artes do Corpo em 2002. Foi Coordenadora de produção da Virada Cultural paulista nos anos de 2009 e 2010. Dá cursos de produção cultural no Senac, cursos livres e também no Centro Universitário. Faz cursos e palestras para os pontos Mis, em parceria com o Museu de Imagem e do Som. Foi produtora cultural no Sesc SP. (Vila Mariana). Criou em 2005 um espaço de produção criativa, a Corpo Rastreado, que trabalha para planejar e implementar propostas e procedimentos nas artes cênicas, tendo um olhar artístico atrelado ao profissional e estimulando a formação de linguagem na produção. Gabi é produtora de ações culturais, que movimenta um recorte específico do fazer poético-artístico hoje na cidade de São Paulo e em outros territórios ainda possíveis, ligada a Corpo Rastreado (www.corporastreado.com). Equipe Produção: Alba Roque, Anderson Vieira, Angelo Fabio, Ariane Cuminale, Danusa Carvalho, Felipe Feldman, Fernando Pivotto, Gabs Ambròzia, Gisely Alves, Graciane Diniz, Jack dos Santos, Jacob Alves, Jéssica Rodrigues, Keila Maschio, Leo Devitto, Letícia Alves, Lucas Cardoso, Lud Picosque, Nathalia Christine, Rodrigo Fidelis, Tamara Andrade, Vinicius Inacio Alba Roque : Mestre em Administração de Empresas, Pós Graduação em Gestão Financeira. Na área cultural larga experiência em elaboração, acompanhamento e prestação de contas em projetos incentivados em todas as esferas: federal (Lei Rouanet), estadual (Proac ICMS) e municipal (convênios e fomentos). Experiência profissional na área financeira, principalmente fluxo de caixa, negociação de contratos, contato/negociação com bancos, gerenciamento financeiro da empresa, controle e organização de impostos e de custos, atendimento a clientes, contratos internacionais. Habilidade para desenvolver variadas atividades, desde a definição de objetivos e metas, planejamento do trabalho, implementação, apuração e controle de resultados. Ariane Cuminale : formada desde 2013 em Teatro de Arte pela Unesp e fez mestrado em Estudos de Teatro e Cinema Latino-Americano e Argentino pela UBA. É produtora há mais de 10 anos e desde 2017 é colaboradora da Associação Cultural Corpo Rastreado com foco no Corpo a Fora, ação de internacionalização da produtora. Nos últimos anos vem trabalhando na turnê internacional de artistas brasileiros, como Gabriela Carneiro da Cunha, Renata Carvalho entre outros. Com esses artistas, trabalhou em alguns dos mais importantes festivais e espaços do mundo, como Centre Georges Pompidou, Theatre Vidy-Lausanne, Dublin Theatre Festival, Julidans, Short Theatre, Holland Festival, Santarcangelo International Festival e outros. Danusa Carvalho : Formada em Artes Plástica pela UNESP, fez parte do corpo docente da Escola Livre de Dança, no curso de Formação Avançada em Dança Contemporânea, espaço no qual também atuou na elaboração de projetos, assistência de coordenação e artes gráficas. Desde 2013 é produtora cultural, onde também atua na comunicação e artes gráficas na Corpo Rastreado. Atua na elaboração e execução de projetos de artistas como Flávia Pinheiro, Maurício Flórez, Marina Guzzo, Luis Ferron, Luis Fernando Bongiovanni, Eliana de Santana. Como artista gráfica fez as peças gráficas de diversos espetáculos como Caranguejo Overdrive circulação Caixa Cultural, Guerrilheiras ou para a terra não há desaparecidos circulação BR Distribuidora, Terremota circulação Caixa Cultural, Caderno de Programação do Centro de Referência da Dança, Publicação do Teatro de Narradores, e é artista gráfica da FarOFFa. Fernando Pivotto : artista da cena, educador e crítico. É membro-fundador do Coletivo Inominável, tendo dirigido A Gaivota (2015), A Casa de Bernarda Alba (2017), A Festa de Aniversário Para o Amigo Que Foi Para Dublin (2020) e co-escrito e feito a assistência de direção de Inhai - Coisa de Viado (2019), dentre outras ações. Desde 2010 dá aulas de teatro, tendo se especializado em oficinas de escrita reflexiva nos últimos anos. Desde 2015, trabalha como crítico, tendo escrito para a Revista AntroPositivo e para o site Aplauso Brasil, além de ter sido publicado nos livros comemorativos do Teatro do Incêndio e da Cia Mungunzá. Graciane Diniz Fiori : Enfermeira de formação, trabalho com produção cultural desde 2011, na Associação Cultural Corpo Rastreado. De 2011 a 2013, realizei um trabalho mais administrativo, compreendendo toda a área de documentação, contratação, certidões, pagamentos, tributos, contatos com os artistas, orientação aos artistas quanto a formalização profissional (Mei), fechamento de contabilidade, pagamentos, leituras de editais, inscrições em editais, administração de projetos em editais (municipais, estaduais e federais). A partir de 2013, além do trabalho administrativo, iniciei, a produção executiva e mediação cultural, acompanhando artistas e espetáculos nas apresentações, reuniões semanais com artistas, cronograma de criação, plano de trabalho, desenvolvimento de projetos e apresentações dos espetáculos, mediação entre artistas e instituições (públicas e particulares), organização e monitoramento de grupos artísticos, espaços para ensaio, criação, circulação dos espetáculos, monitoramento de ações de formação e público, bem como, mediação com a assessoria de imprensa e redes sócias. Equipe Tecnica - Jimmy Wong : ator e técnico, formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul-SP (2006). Além da formação acadêmica fez cursos técnicos com importantes grupos e nomes de teatro e dança. É atuante também nos bastidores do teatro, desenvolveu ao longo da carreira, acreditando fazer parte do ofício do ator/artista criador e com o fim de manipular ferramentas que possam auxiliar na linguagem cênica e estética, habilidades técnicas em cenografia e iluminação, na área de luz trabalhou para diversas companhias como, Lia Rodrigues, Aquela Cia de Teatro, Gabriela Carneiro da Cunha, Cia. Fragmento de Dança, ao lado de Sandro Borelli, Núcleo Mercearia de Idéias, na luz de Ligia Chaim, Marina Caron e Anderson Gouvea, na luz de Fabio Retti, integrou a equipe técnica de importantes festivais de São Paulo como a MIT - Mostra Internacional de Teatro em 2014 e 2015, Mostra de Fomento a Dança de 2014, Faroffa nas edições de 2020 a 2024, Mirada em Santos, Palco Giratório, Bienal de Dança entre outros. Assessoria Imprensa - Márcia Marques - Canal Aberto : é diretora da Canal Aberto, empresa especializada em projetos culturais, atuante no mercado desde 1993. Formada em Relações Públicas na FAAP, desenvolve estratégias de comunicação paranas principais companhias e artistas do país nas áreas de teatro e dança, assessora eventos importantes como o FCD - Festival Contemporâneo de Dança de São Paulo, a MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, a FarOFFa no Sofá, o Risco e o mOno-festival, e esteve à frente de algumas edições do Mirada, FIT – Festival Internacional de Teatro, Circos, Festival de Música de Câmara, estes últimos realizados pelo Sesc São Paulo. @canal_aberto @marciamarquesnovaes www.canalaberto.com.br Legendagem - Casarini Produções A Casarini Produções realiza há 19 anos serviços de tradução de filmes, textos, peças teatrais, musicais e legendagem eletrônica para os melhores festivais e mostras de cinema e teatro brasileiros.Com clientes em todo o Brasil, temos prazer em realizar nossos trabalhos com praticamente 100% de aproveitamento e qualidade em trabalhos dos mais diversos teores e tamanhos. Realização: Corpo Rastreado Acessibilidade: Vanessa Bruna
PROJETO ARQUIVADO.