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A MFL é hoje a maior mostra de cinema independente do Brasil. Exibe filmes de todos os gêneros, formatos e durações, realizados em qualquer época, selecionados através de inscrição online no site do evento e análise de curadoria especializada. O evento vai acontecer em Brasília e no Rio de Janeiro e em São Paulo, a partir de dezembro de 2024, com entrada franca. Além da mostra de cerca de 160 filmes, o evento também vai realizar oficina/curso de cinema em cada cidade, debates com realizadores/as e fará uma premiação (15k no total) após as mostras presenciais, em março de 2025, com votação online através do site do evento, em filmes indicados pela curadoria.
Mostra de filmes: Exibição de cerca de 160 filmes (via seleção) brasileiros Debates: Debate com convidados/as Oficina e curso de cinema: Em Brasília, oficina de videomapping, com VJ Notívago (Fabio Maciel), no RJ e SP, curso de cinema independente com Marcelo Ikeda, todos com acessibilidade Mostra online: após as mostras presenciais, em março de 2025, mostra competitiva com os filmes que se destacaram (via curadoria) com votação online e premiação aos mais votados pelo público.
Objetivo geral: Exibir a atual produção audivosisual brasileira independente Em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e na Internet, de forma 100% gratuita. Objetivo específico: + Realizar sessões de curtas, médias e longas da atual produção independente nacional + Realizar debates sobre os filmes exibidos e seus temas + Realizar uma oficina de videomapping e um curso de cinema independente, ambas ações com acessibilidade + Realizar uma mostra online com premiação por votação popular
A produção audiovisual independente brasileira é muito grande, mais de mil filmes por ano são realizados, filmes que depois encontram dificildades para serem vistos no circuito comercial (cinemas) pois não há apelo popular nem interesse comercial em exibi-los, e no circutio de festivais também é normal os eventos preferirem passar longas de empresas grandes e/ou com artistas consagrados ao inves de dar espaço a curtas e/ou filmes de artistas não famosos. A MFL vem, desde 2002, quebrando este modelo ao justamente valorizar obras pelo que elas são e dizem, independente se com ou sem pessoas famosas envolvidas. Mihares de filmes feitos por milhares de realizadores/as encontram na MFL, há + 20 anos, um canal para exibir e reverberar seus filmes com qualidade (nos CCBBs), gerando repercussão nas mídias, em debates e ajudando os filmes e seus /suas representantes a terem mais recohecimento pela sua arte. Muitos que hoje seguem carreira no audiovisual e/ou nas artes visuaus em geral tiveram seus primeiros filmes exibidos nas primeiras MFLs, a partir de 2002 no CCBB RJ e depois nos demais CCBBs, via Lei Rouanet. O Brasil é um dos países que mais produz audiovisual no mundo, com mais de 1.000 títulos apenas em se tratando da produção independente, feita por pequenas e/ou médias empresas, por coletivos formais e informais e/ou por pessoas físicas as vezes sem formação no audiovisual, mas que conseguem se expressar audiovisualmente e se interessam em exibir seus filmes. A MFL foi criada para atender a esta demanda de fazedores de filmes sem verba, também chamado de cinema possível, cinema autoral, caseiro, cinema de poesia e tantos outros nomes, como filme livre, por exemplo. Acreditamos que muito da graça e do poder da arte audiovisual esta justamente neste tipo de produção que não precisa e por vezes não pode esperar ganhar um edital ou conseguir algum patrocinador. São filmes urgentes, que pulsam nas mentes de seus realizadores/as que conseguem dar seus ´jeitos` para que seus filmes saiam das ideias e se tornem algo, um filme, que depois precisa ser visto. Na MFL, muitas vezes, tais conteúdos encontram seu lugar, junto a outros filmes similares se não nos temas e nas formas, pelo menos em sua capacidade de realização por conta-própria, seja sozinho, seja juntando amigos tambem interessados em arte e na produção cultural. Por isso a importância de eventos como a MFL, que dão espaço e assim valorizam obras de arte que, de outra forma, encontram muitas dificuldades de serem vistas, sacadas, pensadas e debatidas por um público mais amplo. Acreditamos que um dos papeis da lei de incentivo à cultura é justamente ajudar a que eventos e/ou ações culturais de vies mais autoral e independente, menos comerciais, a chegarem a um publico maior, visto que ações de perfil mais comerciais, por motivos sabidos (grandes investimentos, elenco famoso, diversos apoios na mídia, etc.) precisam (ou deveriam precisar) de menos financiamento publico para serem realizados e/ou chegarem a um público maior, o que é mais difícil de acontecer em ações de vies cultural / independente. Assim, a 21a. MFL se adequa nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, das seguintes formas: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. e aos objetivos do Art. 3º, das seguintes formas: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
A última vez que usamos a Lei Rouanet para a MFl foi em 2019, de lá pra cá muita coisa mudou e provavelmente cometemos alguns erros nesta proposta, que já peço desculpas e a devida orientação para corrigir tais erros. Os meses previstos para a realização da 21MFL nos 3 CCBBs são: Brasília em dezembro de 2024, Rio de Janeiro em janeiro de 2025 e São Paulo em fevereiro de 2025. Os dias exatos serão definidos em breve mas tais meses já estão reservados para o evento. A Mostra do Filme Livre faz parte do Fórum dos Festivais.
Mostra de filmes: com cerca de 160 filmes (a se definir após a seleção de filmes), exibidos nas salas de cinema dos CCBB de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, em formato HD// HD264 Debates: em cada cidade, com realizadores/as convidados/as. Mostra competitiva online: após a mostra presencial, os destaques farão parte da mostra online com premiação em dinheiro via votação do público. Proposta pedagógica da oficina de videomapping: (enviado tambem em anexo) JOGOS VISUAIS, com o artista VJ Notívago Resumo da proposta: Oficinas de 'VJ' (video-jockey), voltada para jovens a partir de 15 anos e adultos, tendo como culminância do processo um evento audiovisual, em modalidade de "JOGOS VISUAIS" baseada no modelo das batalhas de MC’s e disputas de dança Vogue, com a participação de um DJ local. No primeiro dia de oficinas há uma introdução ao mundo dos VJs e das projeções mapeadas, mas o foco são atividades e dinâmicas lúdicas de artes visuais com pintura, colagem e desenhos, assim como performances com música e expressão corporal, visando as possibilidades de criação artística de um repertório imagético próprio de cada participante. A partir deste material e de pesquisas de imagens na internet, nos dois dias seguintes, os participantes são capacitados com os conhecimentos técnicos necessários para serem VJs, manipulando loops de imagens em tempo real utilizando um programa de computador específico para tal. METODOLOGIA > 3 dias de oficinas - 4h/dia. 1º Dia - Apresentação da profissão de VJ (Artista visual de performance em tempo real); Sensibilização musical; Criação de conteúdos imagéticos. 2º Dia - Manipulação de conteúdos imagéticos autorais e pesquisados na internet; Capacitação técnica em programa computacional; Criação de narrativas visuais. 3º dia - Aprofundamento na capacitação técnica do programa computacional e finalização do set de loops (4h) + Batalha de Jogos Visuais aberto ao público (2h) Professor VJ Notívago // Conhecido como VJ Notívago, Fábio Maciel é especialista em soluções para audiovisual com foco em manipulação de imagem ao vivo e artes visuais em movimento. Desde julho de 2018 em turnê com a equipe da artista ANITTA, produz e opera os visuais do painel que compõem o cenário do show. Previamente havia trabalhado com Marina Lima, Maria Bethânia e Barão Vermelho. Como profissional liberal viveu variados momentos na carreira que transitam entre VJ, percussionista, consultor técnico, produtor executivo e coordenador de projetos. Acumula experiência desenvolvendo e realizando soluções aplicadas a diversos contextos como projeções mapeadas, cenários, painéis de led, exposições, clipes, espetáculos, prêmios, festivais, eventos, festas, shows, congressos e cursos. Tem como marca tratar a imagem como instrumento percussivo, fruto do estilo rítmico de mixagem em tempo real proveniente da experiência como percussionista. Se empenha em prol do fomento da formação de novos VJs e artistas visuais através de projetos educativos e culturais, especialmente festivais que combinem artes visuais, música, tecnologia e luz. Mais em https://www.youtube.com/playlist?list=PLdcq3bx2dAuobuR6cNFTzgeGuHAyMRcfR Proposta pedagógica do curso de cinema independente: (enviado tambem em anexo) Curso “Das garagens para o mundo” Carga horária: 12 horas (3 aulas de 4hs cada) Com Marcelo Ikeda Na 21MFL Rio de Janeiro e São Paulo Com base no livro homônimo lançado recentemente pelo autor, o curso investiga as origens e características de uma geração de cineastas livres, que transformou o cinema brasileiro entre 2005 e 2015, entre os quais destacam-se cineastas como Adirley Queirós, Affonso Uchoa, Gabriel Mascaro, Marco Dutra e Juliana Rojas, Petrus Cariry, Allan Ribeiro, e coletivos como Teia (MG), Alumbramento (CE), Filmes a Granel (PB) e Símio/Trincheira (PE). O curso parte da seguinte pergunta: como uma geração de artistas consegue legitimação em seu meio? O livro examina os condicionantes históricos que permitiram que um conjunto de realizadores que começaram “nas garagens” pudesse se tornar reconhecido dentro do campo institucionalizado de legitimação do cinema brasileiro contemporâneo. MARCELO IKEDA é professor efetivo do curso de graduação em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC) desde 2010 e Doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com estágio doutoral (sanduíche) na Universidade de Reading (Inglaterra). Autor de doze livros sobre cinema, entre eles Cinema de garagem (2011, escrito em parceria com Dellani Lima), Cinema brasileiro a partir da retomada (2015), Fissuras e fronteiras: o Coletivo Alumbramento e o cinema contemporâneo brasileiro (2019), O cinema independente brasileiro contemporâneo em 50 filmes (2020). Atua como crítico de cinema, filiado à Abraccine e Accecine, mantendo o site www.cinecasulofilia.com desde 2004. Como curador, atuou na Mostra do Filme Livre (RJ), Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (DF), Mostra de Cinema de Gostoso (RN), Circuito Penedo de Cinema (AL), entre outros. Organizou as mostras Cinema de garagem (Caixa Cultural RJ 2012 e Dragão do Mar 2014), Cine Nordeste (Caixa Cultural CE 2017) e os cineclubes Cine Caolho (2013/14) e Cine Rebuceteio (2017). Atuou em júris de diversos festivais de cinema e em comissões de seleção de projetos audiovisuais.
O evento acontece no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, todos em prédios com 100% de acessibilidade física. O evento fará uma oficina de videomapping em Brasília, com acessibilidade para pessoas com deficiência. no RJ e SP o evento fará um curso de cinema independente, também acessível para pessoas com deficiência. A curadoria do evento fará uma seleção de filmes que possuam recursos de acessibilidades para seleção de filmes para uma sessão acessível em cada cidade. Os CCBBs não possuem salas adapdtadas nem equipamentos de projeção para exibição simultânea destes filmes em sessões regulares e tampouco possuem verba para o projeto adaptar tais ações. O evento fará uma divulgação específica junto a entidades relacionadas à PCD em cada cidade a fim de que prestigiem as ações de formação e de difusão que faremos com acessibilidade. A direção de arte geral, gráfica e visual, do projeto nas 3 cidades será feita pelo artista Lin Lima, que é PCD.
Todo o evento é gratuito nas três cidades. Em Brasília o CCBB disponibiliza uma Van que percorre o centro até o CCBB, que fica longe, tal Van circula durante todo o dia, gratuitamente. No RJ e SP o CCBB fica em região central, de fácil acesso do público. A oficina e o curso de cinema será gratuitos. Após as mostras presenciais, haverá a mostra online, com cerca de 30 filmes, com premiação via votação popular online.
Coordenação geral: Guilherme Whitaker - 55 anos, Produtor e diretor de filmes, Produtor e curador de eventos audiovisuais Desde 2002, Idealização e Produção da Mostra do Filme Livre, MFL, desde 2002, nos 4 Centros Culturais Banco do Brasil e Cineclubes Livres; Idealização e Produção do site Curta o Curta (ativo desde 2000) e curadoria de seu Cineclube; Produção da mostra "Cinema em Carne Viva David Cronenberg"; Produção da mostra "A imagem e o incômodo o Cinema de Michael Haneke"; Produção da exposição APintura em Pânico Fotomontagens de Jorge de Lima; Produção da mostra Cinema de Garagem; Produção da exposição fotocelular; Produção da ação CINEFANTASMA, com projeções em excinemas de rua no RJ; Produção de mais de 50 curtas e médias. Mais em www.guiwhi.com Curadoria e programação: Scheilla Franca de Souza Produtora Cultural, graduada em Administração pela UNIB, pesquisadora de Economia Criativa livre do grupo Educativo Bienal, atuando a mais de 8 anos na área de projetos independentes e Leis de incentivo, Rouanet, ProAC, editais, prestação de contas, com experiência em produção executiva e local de projetos como: Flip 2016(14a Festa Literária Internacional de Paraty), 2o Mostra de Choro do CapãoChapada DiamantinaUFUBA, 15 o MFL CCBB SP, Virada Cultural de 20082014, 17o e 18o Cultura Inglesa Festival, SWU, Rio+20 Palco Sonora Brasil, 25o Festival internacional de Curtasmetragens de SP Kinoforum,entre outros. Gabriel Sanna ( Gabraz) Artista visual, realizador de cinema e curador. Trabalha em diversos formatos e linguagens, alternando e por vezes acumulando funções de diretor, fotógrafo e montador. Enquanto autor sua obra transita entre o documentário direto e o cinema experimental, anti industrial, realizado por equipes mínimas ou muitas vezes sozinho. Dirigiu seu primeiro curta em 2004 e desde então lançou mais de 15 filmes em festivais no Brasil e no exterior. Em 2006 estabeleceu uma parceria com a escritora e psicanalista Lucia Castello Branco para a realização de uma série de filmes com alguns sujeitos singulares da literatura em língua portuguesa. Daí nasceu a trilogia 'Absolutamente sós', entre encontros com Manoel de Barros, Maria Gabriela Llansol e Maria Bethânia. Em 2016 lançou o curta 'We are Dreamers!' (coprodução com França e Inglaterra) no Festival de Curtas de Clermont e também Ruína, que estreou na Berlinale em fevereiro. Direção artística / visual / gráfica: Lin Lima - Programa Aprofundamento, com Fernando Cocchiarale, Ana Bella Geiger e Marcelo Campos- Escola de Artes Visuais do Parque Lage – 2014; - Bacharelado em pintura – Universidade Federal do Rio de Janeiro /2002/2008; Oficinas de formação artística com os artistas Raul Mourão, Alexandre Vogler, Marcos Cardoso, Jorge Duarte, Felipe Barbosa e Romano SESC-Tijuca-RJ – 2007/2008; - Assistente no ateliê Barbosa/Ricalde – 2006/2007; - Monitoria no Museu de Arte Contemporânea de Niterói – 2006/2007. Exposições Individuais 2020 - Desenho matéria – curadoria: Luciano Vinhosa – SESC Niterói, RJ 2018 -The drawing is present – Galeria do Poste – Niterói, RJ; 2017 - Distante es la galaxia vecina – curadoria: Gabriela Dottori Parque das Ruínas, RJ; - 100 horas (curadoria: Daniela Name) – Portas Vilaseca Galeria, RJ; - As sombras da casa do Chico – Galeria KM7, Nova Friburgo-RJ; - No traço e no rastro – Centro Cultural Banco do Nordeste, Sousa-PB; 2016 - Rede – Programa Gabinete, Flora ars+natura, Bogotá-CO; - Oficina de inventices (curadoria: Osvaldo Carvalho) Galeria do Solar Meninos de Luz, RJ; - Forte e frágil – VI Mostra Cultural Arte em Trânsito Juiz de Fora, MG; 2013 - Geografia do Traço (curadoria: Marcus Lontra) Portas Vilaseca Galeria, RJ; - Traços Efêmeros – Instituto Cultural Germânico, Niterói-RJ; 2011 - Projeto Escamas: Tempestade – Centro Cultural Banco do Nordeste, Sousa-PB;- Epidermes (curadoria: Marisa Flórido César) Cosmocopa Arte Contemporânea, RJ. 2008 - Mantenha-se no caminho – Espaço EBA 7Escola de Belas Artes da UFRJ, RJ - Coletivas 2019 - Chacona e Fuga – Galeria Oriente, RJ; - Arte em Trânsito – Deslocamentos poéticos Museu Murilo Mendes, Juiz de Fora, MG; - ArtRio – Feira Internacional de Arte – Marina da Glória, RJ Tipo Coletivo – Tipografia, RJ - Molt bé – Portas Vilaseca Galeria, RJ; - 1º Salão Vermelho de Arte Degenerada – Ateliê Sanitário, RJ 2018 - 5ª Exposição Arte/Formatto – Shopping Cidade Jardim, SP; - ArtRio – Feira Internacional de Arte – Marina da Glória, RJ - Em cada linha um traço. Em cada fio uma trama Martha Pagy Escritório de arte, RJ; - Gabinete Contemporâneo de Curiosidades Centro Cultural Banco do Nordeste-Sousa, PB; 2017 - Obras do acervo – Galeria Km7 – Nova Friburgo, RJ; - Arte Al Limite Sin Limites, Santiago, Chile; - Gabinete Contemporâneo de Curiosidades Galeria Hiato, Juiz de Fora, MG; 2016 - Gabinete Contemporâneo de Curiosidades – Galeria Oriente, RJ;- Zone Brésil(s) – Entre tradition et modernité – Paris, FR; - Odeón, Feria de Arte Contemporáneo – Bogotá, CO; - Ocupa Carambola – Canto da Carambola, RJ; - Affordable Art Brussels – Bruxelas, BE; - O Modulo e a Era Digital – Galeria KM7, Nova Friburgo, RJ - Entre#3 – Jaime Portas Vilaseca Galeria, RJ; 2015 - Panor’Almas – La Vitrine A.M., Paris, FR; - Lúdicos – Galeria de Arte do Solar Meninos de Luz, RJ; - Um canto, dois sertões: Bispo do Rosário e os 90 anos da Colônia Juliano Moreira (curadoria: Marcelo Campos) – Museu Bispo do Rosário, RJ; Mais em https://linlima.carbonmade.com/ Artista é PCD. Professor oficina Videomapping: Conhecido como VJ Notívago, Fábio Maciel é especialista em soluções para audiovisual com foco em manipulação de imagem ao vivo e artes visuais em movimento. Desde julho de 2018 em turnê com a equipe da artista ANITTA, produz e opera os visuais do painel que compõem o cenário do show. Previamente havia trabalhado com Marina Lima, Maria Bethânia e Barão Vermelho. Como profissional liberal viveu variados momentos na carreira que transitam entre VJ, percussionista, consultor técnico, produtor executivo e coordenador de projetos. Acumula experiência desenvolvendo e realizando soluções aplicadas a diversos contextos como projeções mapeadas, cenários, painéis de led, exposições, clipes, espetáculos, prêmios, festivais, eventos, festas, shows, congressos e cursos. Tem como marca tratar a imagem como instrumento percussivo, fruto do estilo rítmico de mixagem em tempo real proveniente da experiência como percussionista. Se empenha em prol do fomento da formação de novos VJs e artistas visuais através de projetos educativos e culturais, especialmente festivais que combinem artes visuais, música, tecnologia e luz. Mais em https://www.youtube.com/playlist?list=PLdcq3bx2dAuobuR6cNFTzgeGuHAyMRcfR Professor curso de cinema independente: Marcelo Ikeda é professor efetivo do curso de graduação em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC) desde 2010 e Doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com estágio doutoral (sanduíche) na Universidade de Reading (Inglaterra). Autor de doze livros sobre cinema, entre eles Cinema de garagem (2011, escrito em parceria com Dellani Lima), Cinema brasileiro a partir da retomada (2015), Fissuras e fronteiras: o Coletivo Alumbramento e o cinema contemporâneo brasileiro (2019), O cinema independente brasileiro contemporâneo em 50 filmes (2020). Atua como crítico de cinema, filiado à Abraccine e Accecine, mantendo o site www.cinecasulofilia.com desde 2004. Como curador, atuou na Mostra do Filme Livre (RJ), Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (DF), Mostra de Cinema de Gostoso (RN), Circuito Penedo de Cinema (AL), entre outros. Organizou as mostras Cinema de garagem (Caixa Cultural RJ 2012 e Dragão do Mar 2014), Cine Nordeste (Caixa Cultural CE 2017) e os cineclubes Cine Caolho (2013/14) e Cine Rebuceteio (2017). Atuou em júris de diversos festivais de cinema e em comissões de seleção de projetos audiovisuais. Mais em www.marceloikeda.com Não coube o restante da equipe.
PROJETO ARQUIVADO.