| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03467321000199 | ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 7,81 mi |
| 15413826000150 | ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 3,50 mi |
| 25086034000171 | Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - Celtins | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 07282377000120 | CAIUA - DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 694,5 mil |
Dar sequência ao processo de REQUALIFICAÇÃO da edificação onde funcionam a Casa de Leitura Lya Botelho e o Memorial Ormeo Botelho, em Leopoldina/MG, para sua nova vocação - CASA DA MEMÓRIA DE LEOPOLDINA. Objetiva-se, agora, a execução das adequações físicas dos projetos de arquitetura, complementares e paisagismo, assim como a reconversão de seu uso através da implantação de nova expografia, design, comunicação, museologia, dentre outros, visando ampliar sua referencialidade na Zona da Mata, suas potencialidades em relação ao contexto urbano, atraindo novos públicos e desenvolvendo ações de resgate, preservação e difusão da memória, em especial dos pioneiros e trabalhadores que construíram a história de uma das regiões mais emblemáticas do país, expressiva por seu patrimônio cultural e industrial. Por meio de exposições, produtos e plataformas digitais, a cidade ganhará um equipamento contemporâneo, comprometido com a geração de sentimentos de pertencimento e identidade. Pretende-se dar visibilidade e permanência de um legado histórico-cultural de grande significado para que se consagre em bem coletivo percebido e valorizado pela comunidade.
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OBJETIVO GERAL: Este projeto tem como objetivo central executar as ações programadas para a reconversão da Casa de Leitura Lya Müller Botelho/Memorial Ormeo Botelho em CASA DA MEMÓRIA DE LEOPOLDINA. As adequações previstas nesta fase 2 são de natureza espacial-arquitetônica-expográfica, a partir dos eixos temáticos e curatoriais estabelecidos no âmbito da primeira etapa. A CASA DA MEMÓRIA DE LEOPOLDINA será voltada ao resgate, preservação, registro e difusão da memória, em especial dos pioneiros e trabalhadores que construíram a história de uma das regiões mais importantes e emblemáticas do Estado e do país, expressiva por seu patrimônio cultural e industrial (Leopoldina/Cataguases). A Zona da Mata ganhará um centro de pesquisa e de memória, um equipamento cultural contemporâneo, comprometido com a geração de sentimentos de pertencimento e identidade. Pretende-se dar visibilidade e permanência de um legado histórico-cultural de grande significado para que se consagre em bem coletivo percebido e valorizado pela comunidade, mobilizando os mais jovens por meio de um espaço privilegiado de trocas intergeracionais. Por fim, este projeto guarda conformidade com o Art. 3° do Decreto 11.453/23, especificamente os incisos I, II e V, quais sejam: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; (...) II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; (...) V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; OBJETIVO ESPECIFICO Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição - Executar os projetos de adequação arquitetônica e complementares interna e externa, conforme respectivos anexos deste formulário. - Implantar espaços expositivos de longa duração e temporários. - Implantar espaço para guarda / consulta de acervo documental geral. - Implantar espaços programáticos para realização de reuniões, palestras, cursos formativos e exibições audiovisuais. - Implantar o projeto luminotécnico. - Implantar a proposta paisagística, com a criação dos jardins dos sentidos na área externa do imóvel. - Implantar anfiteatro, na área posterior da Casa, para receber apresentações artísticas, exibição de filmes, dentre outras manifestações culturais. - Estabelecer percurso de visitação que efetive a relação urbanística da Casa com a vizinha Praça Félix Martins, reconhecida historicamente como o Parque / o Jardim de Leopoldina, em seu entorno encontram-se espaços referenciais, como o Museu Espaço dos Anjos e o prédio da Secretaria Municipal de Cultura, onde funcionam o Centro Cultural Mauro de Almeida e a Biblioteca Pública Municipal. Produto: Modernização e Equipagem de Espaços Culturais - Implantar o programa de ocupação da Casa da Memória de Leopoldina, conforme ementas, descrição geral dos espaços e maquete nos documentos anexos a este formulário. - Executar o projeto de sinalização externa e de fachada, conectando-se à proposta de sinalização interna funcional e museográfica. - Realizar pesquisas históricas e iconográficas complementares, necessárias a composição final das exposições e plataforma digital do Observatório Cultural da Mata, previsto para funcionar na Casa. - Dotar o espaço de equipamentos que permitam a execução de um programa artístico-cultural conexo à proposta dos eixos curatoriais da Casa da Memória de Leopoldina. - Criar espaços de pesquisa e difusão das manifestações culturais de Leopoldina e região e também das cidades da Zona da Mata. - Criar espaços de estímulo à criatividade, experimentação e sensibilização educativa
Conforme o Art. 1° da Lei 8.313/91, inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3º da lei 8.313/91, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Justifica-se a realização deste projeto A memória é um dos aspectos centrais a serem tratados pelo novo programa da Casa, mais abrangente, diverso e inclusivo do que a vocação anterior do espaço, também mais rico em significado porque o termo se refere à capacidade de armazenar, organizar, recuperar e evocar acontecimentos, experiências e sentimentos. Lugar de encontro e convívio, caracterizando-se como um bem comum, que agora recebe a denominação de Casa da Memória de Leopoldina. A Casa como sala de visita da cidade. Jardins e caminhos a serem revelados para os sentidos aflorarem, estimulando a todos que queiram percorrer e experimentar. Experiências culturais potencializadoras, a partir da sensibilidade, da percepção e da criatividade, implementando dinâmicas de apreciações envolventes que favoreçam principalmente a convivência entre as pessoas nos diversos espaços da Casa. Localizada na cidade de Leopoldina, na Zona da Mata de Minas Gerais, foi construída para ser a residência da família Botelho. Projetada em 1948, foi cedida pelos filhos de Dr. Ormeo e D. Dora à Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho para abrigar a sede da Casa de Leitura Lya Müller Botelho, inaugurada em 2009. Ali também se encontra instalado o Memorial em tributo ao antigo proprietário. Com a requalificação potencializa-se a destinação como lugar de encontro e convívio, com inovadora perspectiva conceitual / artística através das quais histórias e memórias se entrelaçam e iluminam-se mutuamente. Na Casa da Memória, Ocupação refere-se ao processo de requalificação dos espaços, onde a proposta criada para um novo uso traz também uma inovadora perspectiva conceitual / artística. Na Apropriação, os ambientes passam por processo de readequação visando a uma nova destinação, de caráter apenas funcional ou permanecem com a função original, porém, mais potencializada. Luz que por meio das memórias se lança sobre o passado ilumina o presente e, também, o futuro, através da valorização da história e de seus percursos socioculturais, transmitidos por linguagens e tecnologias contemporâneas, capazes de se conectar afetivamente com as novas gerações. O trabalho interdisciplinar realizado pela equipe é consoante com as perspectivas contemporâneas de desenvolvimento de projetos culturais e museológicos, favorecendo o diálogo entre conhecimentos e conceitos específicos e necessários aos equipamentos. As obras serão implementadas de maneira sistêmica sob um estruturado programa contemporâneo curatorial, cujos pontos de partida são: ü Desenvolver diversificados trajetos de visitação e aprendizado, com a finalidade de estimular habilidades cognitivas, tais como: percepção, atenção; memória; pensamento; linguagem; aprendizagem; visando melhorar a capacidade das pessoas em processar novas informações adquiridas por meio da experiência, transformando-as em conhecimento. ü Caracterização de etapas temáticas distintas e complementares para Ocupação e Apropriação espacial da Casa, variando-se de forma participativa, interativa, imersiva, exploratória, contemplativa, dentre outras, ü Construção de um percurso histórico menos linear e mais performático, como efetivamente ocorre com a ação humana no tempo e no espaço. ü Ao final do percurso, diante de uma grande teia que conecta os ambientes, o visitante se veria realmente enredado nos fios das memórias construídas pela Casa. EMENTA GERAL Histórias e memórias que se entrelaçam e iluminam-se mutuamente. Este é o argumento básico que articula e dá coerência às exposições e múltiplos usos propostos para a Casa da Memória de Leopoldina (conferir detalhamento dos espaços e ementas específicas no ANEXO 2. De outra parte, considera-se que o fundamento histórico e a tessitura dos fios da memória que são os fios condutores das exposições tornarão os espaços mais instigantes, buscando o caráter afetivo, a narrativa inclusiva e provocativa da curiosidade, proporcionando assim o devido conhecimento a ser transmitido. Fiel às suas tradições, a Casa reverencia a memória familiar, de sua cidade e região. De fato, a história da família Ribeiro Junqueira e de seus descendentes, desde o século XIX, está conectada de tal forma à vida política, social e econômica de Leopoldina e da zona da Mata que é impossível tratá-las em separado. Numa perspectiva dialógica e sensível, a Casa da Memória presta um devido tributo aos seus antigos proprietários e descendentes da fazenda Nyagara que influíram decisivamente para o desenvolvimento local e mais ainda para que Leopoldina ganhasse relevo e centralidade no contexto regional e nacional. As inúmeras iniciativas de cunho social, político e econômico, com destaque para medidas precursoras na área da educação, expressam não só o pioneirismo da família e dos seus empreendimentos, mas o seu empenho e participação num amplo projeto de modernização que se desenhava em Minas Gerais no início do século XX e que colocava o estado numa posição de vanguarda em relação a propostas de desenvolvimento econômico-social no país." MACROTEMAS 1 - A Família Junqueira Botelho: o espírito visionário dos idealizadores e moradores da Casa, membros de uma família pioneira, inovadora e empreendedora, com visão de futuro e aberta para diálogos com a cidade e com o mundo. 2 - As manifestações culturais locais: articulando exposições de média e longa duração. A cultura e a arte estabelecem diálogos entre o passado, o presente e o futuro, atualizando-se constantemente e operando como elementos de identidade e memória. O conteúdo das exposições pode inspirar atividades, oficinas, vivências e encontros (de literatura, música, cinema, teatro etc). DIVISÃO DOS ESPAÇOS Os espaços da Casa da Memória de Leopoldina estão divididos em dois percursos principais: o interno e o externo. Embora ambos façam parte de um percurso integral, considera-se que esta divisão possa ser útil para estabelecer uma nomenclatura geral detalhada e compartilhada. No caso do primeiro percurso, ele possui espaços expositivos e programáticos. Estes espaços são: Ø Linha do Tempo ; Ø Espaço Acolhimento - Hall de Entrada ; Ø Histórias de Vida, Histórias de Família; Ø Espaço Lya;Ø Gabinete do Dr. Ormeo; Ø Memorabilia; Ø Varanda Leopoldina;Ø Sala de Exposições do Observatório Cultural da Mata;Ø Espaço Nyagara;Ø Jardim de Boas-Vindas; Ø Jardim Burle Marx;Ø Jardim da Infância Lúdico-Musical; Ø Jardim de Dora; Ø Jardim Aromático-Medicinal; Ø Bosque e Córrego Configura-se, assim, um extenso percurso pela paisagem cultural desde a Praça Félix Martins, o histórico Jardim / Parque de Leopoldina, com todos os atrativos que compõem seu conjunto urbanístico, arquitetônico e artístico, seguindo pelos diversos ambientes ajardinados que constituem o Jardim dos Sentidos, no terreno de entorno da Casa da Memória. Espaços programáticos referem-se às áreas designadas para atividades educacionais, eventos e programas especiais que complementam as exposições. Estes espaços incluem auditório, laboratório, áreas para oficinas e outros locais destinados a interações dinâmicas e participativas. O objetivo dos espaços programáticos é promover o engajamento do público através de atividades que aprofundam o conhecimento e a apreciação dos temas abordados na Casa. Eles servem como ambientes flexíveis e adaptáveis para palestras, seminários, workshops e eventos comunitários, reforçando o papel da Casa como um centro de aprendizado contínuo e envolvimento cultural. Estes espaços são: Ø Hall de Exposições Temporárias;Ø Varanda Palco;Ø Observatório Cultural da Mata;Ø Espaço de Formação Cineclube Mônica Botelho; Ø Sala de Exposições Temporárias e Varanda Contemplativa;Ø LAB Memória;Ø Espaço Educativo;Ø Cinema/Teatro ao Ar Livre;Ø Praça-Jardim do Encontro ;Ø Anfiteatro A Casa da Memória de Leopoldina, lugar da histo´ria e do futuro: da identidade, do pertencimento e do legado; da afetividade, convivência e da mobilização; da contemporaneidade, da tecnologia e da inovação. Local de encontro, espaço de integração, destinado tanto aos estudantes, quanto para a comunidade, estimulando e promovendo uma educação patrimonial inovadora e transformadora. A Casa da Memória não está configurada como museu tradicional, mas como um centro irradiador de práticas e sensibilização e mobilização, que trata da memória de forma contemporânea, configurando a edificação como um lugar de ação e relação, de encontro e diálogo, de ensino e aprendizado, de manifestação, de cultura e troca. A Casa como uma "sala de estar e de convívio" para a cidade e a comunidade leopoldinense, espaço cultural e afetivo, ponto de encontro de gerações, de experimentação, intercâmbio de ideias e lazer, mobilizando os mais jovens por meio de um espaço privilegiado de trocas intergeracionais.
Abaixo o Sumário de anexos: Anexo 1 – Ementas Casa da Memória Anexo 2 – Plano Narrativo e Plano de Implantação Anexo 3 – Expografia Anexo 4 – Projeto de Comunicação Visual e Sinalização – Parte 1 Anexo 4 - Projeto de Comunicação Visual e Sinalização – Parte 2 Anexo 5 – Maquete Digital e Intervenções Audiovisuais Anexo 6 – Projeto Adequação Arquitetônica Anexo 7 – Parte 1 - Projeto de Telecomunicação Anexo 7 – Parte 1 - Projeto de Instalações Elétricas Anexo 7 – Parte 1 - Relatório de Sondagem Anexo 7 – Parte 2 – Instação de Gás, Incêndio e Ar condicionado Anexo 7 – Parte 2 – Projeto Estrutural, Impermeabilização e Projeto Hidráulico Anexo 7 – Parte 3 – Projeto Acústico e Sistemas Audiovisuais Parte 7 – Projeto Luminoténico Anexo 8 – Projeto de Paisagismo Anexo 9 – Links dos projetos em DWG Anexo 10 – Projeto Educativo e de Educação Patrimonial
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Produto - Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão adotadas na adequação arquitetônica da Casa da Memória de Leopoldina, medidas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais, circulação e banheiros pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas como: ● Criação de uma rampa externa para acesso à varanda de entrada em acordo com os parâmetros da norma, criando uma rota acessível para pessoas com deficiência. ● Construção de escada e elevadores externos, uma vez que as escadas existentes não atendem às normas de acessibilidade e segurança, e o atual elevador não dá acesso ao terceiro andar da casa, onde haverá realização de atividades. ● Banheiros acessíveis nos dois andares e na área externa da Casa, sinalizados de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. ● Novo desenho dos caminhos do bosque a fim de atender às inclinações recomendadas pela norma. ● Sinalizações concebidas em altura adequada para leitura por cadeirantes, crianças e pessoas de baixa estatura. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Serão adotadas na adequação arquitetônica da Casa da Memória de Leopoldina, medidas para permitir a compreensão do projeto voltado para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Dentre as ações de acessibilidade propostas estão: ● Sinalizações concebidas com caracteres de tamanho de fonte adequados à leitura por pessoas idosas e com baixa visão. Bem como utilização de alto contraste para melhor legibilidade. ● Legendas em Braille nas sinalizações de identificação dos espaços. ● Banheiro acessível sinalizado de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. ● Implementação de jardim sensorial que utilizará plantas que estimulem os diversos sentidos olfativos, táteis, auditivos e cinestésico, como: alecrim, hortelã, lavanda, crista de galo, babosa, ervas aromáticas, celósia plumosa, planta-ovo, entre outras. Produto: Modernização e Equipagem de Espaços Culturais ACESSIBILIDADE FÍSICA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão adotadas na adequação arquitetônica da Casa da Memória de Leopoldina, medidas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais, circulação e banheiros pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas como: ● Criação de uma rampa externa para acesso à varanda de entrada em acordo com os parâmetros da norma, criando uma rota acessível para pessoas com deficiência. ● Construção de escada e elevadores externos, uma vez que as escadas existentes não atendem às normas de acessibilidade e segurança, e o atual elevador não dá acesso ao terceiro andar da casa, onde haverá realização de atividades. ● Banheiros acessíveis nos dois andares e na área externa da Casa, sinalizados de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. ● Novo desenho dos caminhos do bosque a fim de atender às inclinações recomendadas pela norma. ● Sinalizações concebidas em altura adequada para leitura por cadeirantes, crianças e pessoas de baixa estatura. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Serão adotadas na adequação arquitetônica da Casa da Memória de Leopoldina, medidas para permitir a compreensão do projeto voltado para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Dentre as ações de acessibilidade propostas estão: ● Sinalizações concebidas com caracteres de tamanho de fonte adequados à leitura por pessoas idosas e com baixa visão. Bem como utilização de alto contraste para melhor legibilidade. ● Legendas em Braille nas sinalizações de identificação dos espaços. ● Banheiro acessível sinalizado de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. ● Implementação de jardim sensorial que utilizará plantas que estimulem os diversos sentidos olfativos, táteis, auditivos e cinestésico, como: alecrim, hortelã, lavanda, crista de galo, babosa, ervas aromáticas, celósia plumosa, planta-ovo, entre outras.
Conforme previsto no inciso II do art. 27 da Instrução Normativa 01/2023, que prevê II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, informamos que a Casa da Memória de Leopoldina, quando de sua inauguração, terá acesso 100% gratuito para todos os públicos. Como o presente projeto objetiva a efetiva execução dos projetos para a adequação física do espaço para receber as novas atividades, bem como a implantação dos eixos curatoriais, expográficos, audiovisuais, de sinalização, de comunicação visual, nesta etapa, não se aplica a distribuição gratuita de ingressos. Além disso, as atividades culturais que serão realizadas na Casa da Memória de Leopoldina atenderão, quando da sua inauguração, os seguintes incisos do art. 28 da Instrução Normativa 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; Por fim, destaca-se o planejamento para produção de podcasts, produções videográficas e outros produtos audiovisuais que serão viabilizados na fase de implantação a partir dos conteúdos gerados nas pesquisas. Tais produtos serão disponibilizados na internet. Cabe acrescentar que serão realizadas atividades educativas de sensibilização e mobilização numa atividade piloto junto à comunidade leopoldinense, cuja proposta foi construída no âmbito do projeto Fase 1, lastreada em pesquisas contemporâneas em educação e em profunda sinergia com os eixos e percursos desenvolvidos para a Casa da Memória. O objetivo será a escuta da comunidade a fim de promover a integração local com a Casa da Memória de Leopoldina e os temas por ela abordados, durante o período de sua implantação, e também construir conhecimento relacional com a população que permita a construção de um projeto educativo alinhado ao município e à proposta do equipamento, quando de sua abertura.
SANTA ROSA BUREAU CULTURAL / ELEONORA SANTA ROSA (representante legal) – Função: Gestão, administração, prestação de contas e Direção Geral e coordenação técnica. CV: O Santa Rosa Bureau Cultural é considerada uma das mais conceituadas agências de desenvolvimento de iniciativas culturais singulares; concebeu, coordenou, implementou, geriu e/ou planejou inúmeros projetos de repercussão no cenário nacional, tais como o Projeto de Educação Patrimonial Trem da Vale, em Ouro Preto/Mariana (2003/2015); a 1a fase de implantação e funcionamento do Museu de Artes e Ofícios, em BH (2000 a 2004); o Acervo da Música Brasileira, para o Museu da Música de Mariana (2001-2003). Desenvolveu o projeto do Museu da Liturgia, em Tiradentes (2012), sob os auspícios do BNDES e da Paróquia da Matriz de Santo Antônio; estruturou e formatou o módulo cultural da Estação Conhecimento, projeto empreendido pela Fundação Vale para as regiões Norte e Sudeste do Brasil – 1ª Fase; etc. Eleonora Santa Rosa é gestora, editora, empreendedora, produtora e consultora. Sua carreira de 40 anos dedicados à Cultura é marcada por sua passagem em instituições de relevância de Minas e do Brasil, destacando-se a Fundação João Pinheiro (diretora do Centro de Estudos Históricos e Culturais de 1994 a 98), a Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte (diretora de Planejamento e Coordenação Cultural de 1993 a 98), a Fundação Clóvis Salgado (diretora de Captação e MKT de 1998 a 99, a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, pasta que assumiu de 2005 e a 2008, promovendo a mais ampla reformulação e interiorização da Pasta em toda sua história. Uma de suas mais importantes realizações foi a criação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, considerada juntamente com a OSESP, as duas melhores orquestras do país. Eleonora foi diretora executiva do Museu de Arte do Rio de Janeiro - MAR(2017-2019), quando reposicionou a instituição em termos de programação, atividades, público, parcerias e captação de recursos. MACH ARQUITETOS - Função: Arquitetura executiva e expografia. A MACh é uma empresa de arquitetura e urbanismo fundada em 1990 e tem um histórico significativo de projetos urbanísticos realizados na cidade de BH, como o Parque Ecológico e Orla da Lagoa da Pampulha, onde estão algumas das primeiras e mais importantes obras de Oscar Niemeyer; o Projeto BH Centro: requalificação da Rua dos Caetés, na Praça 7; e a Praça da Assembléia, esta última em coautoria com o artista e paisagista Burle Marx. Destacam-se a atuação em projetos de arquitetura e expografia e para a Galeria Yayoi Kusama para o museu a céu aberto Inhotim, desde sua criação em 2006; projetos para grupos artísticos como o Grupo Galpão e o grupo instrumentista Uakti; e projetos de museus para o Clube da Esquina e Centro de Referência da Música de Minas e a renovação da exposição de longa duração do Memorial Vale. MARIA MARTA MARTINS DE ARAUJO – Função: Curadoria Historiográfica e Pesquisa Histórica/ Grupo Curatorial. Possui graduação em História pela UFMG, mestrado e doutorado UFF e pós-doutorado UFMG. Pesquisadora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em História da FFLCH entre 2019 e 2022. É pesquisadora da Fundação João Pinheiro-FJP desde 1998. Possui experiência em patrimônio cultural tendo atuado em projetos como o Trem da Vale, Museu da Liturgia e exercido os cargos de Diretora de Proteção e Memória e Vice-presidente do IEPHA/MG JASON BARROSO SANTA ROSA – Função: Curadoria Patrimônio Cultural/Educação Patrimonial/Grupo Curatorial. Arquiteto urbanista, consultor na área de planejamento urbano e preservação do patrimônio cultural: elaboração de pesquisas temáticas, textos descritivos e analíticos nas áreas de arquitetura e urbanismo para compor trabalhos técnicos de identificação, proteção, preservação e promoção de patrimônio cultural; desenvolvimento de estudos e proposições de critérios para seleção de bens e acervos culturais passíveis de proteção; Instrução técnica e conceitual de processos de Tombamento e Registro e estudos referentes aos mecanismos legais de proteção e critérios para aplicação; entre outros. ROGÉRIO VELLOSO – Função: Consultoria Imersões/Instalações Audiovisuais. Diretor de filmes, diretor de criação, videoartista. Com formação multidisciplinar, transitou pela física, comunicação, filosofia, teatro, música, dança e atua há mais de 35 anos no audiovisual. No campo de iniciativas artísticas, tem trabalhado com videografia cênica, narrativas e experiências imersivas, instalações, set design, criação de conteúdo e direção artística em obras como o musical “Merlin&Arthur", com Vera Holtz e Paulinho Moska, direção de Guilherme Leme Garcia - Prêmio APTR 2020 e indicado na categoria especial do Prêmio Cesgranrio de Teatro; direção artística da ópera Isolda/Tristão no Theatro Municipal de São Paulo, o experimento cênico-audiovisual “Diadorim" com Vera Zimmermann no Centro Cultural São Paulo, O Capote (na tradução de Dráuzio Varela e direção de Yara Novaes), o show-turnê Jardim-Pomar de Nando Reis (lançamento do disco homônimo, Grammy Latino de melhor pop rock), “La Residencia” para a banda Maná no Los Angeles The Forum (EUA),"Fogueira em Alto Mar” (comemoração de 20 anos de carreira de Ana Carolina) e Retrovão / Rethunder, instalação comissionada pelo Governo de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado da Cultura, em homenagem a Guimarães Rosa. MARIA ARLETE GONÇALVES – Função: Consultoria Temática Sênior - Grupo Curatorial/Lab. Memória.Criadora do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da OI, que atua em todo o país nas áreas de Cultura, Educação, Esportes e Sustentabilidade. Como Diretora de Cultura da instituição foi a responsável pela criação, curadoria, implantação e direção geral dos dois Museus de Telecomunicações, no RJ e em BH, e dos três centros culturais Oi Futuro voltados para a arte, tecnologia e convergência de linguagens nas artes visuais, artes cênicas e música. Atua desde 2013 como consultora em diversos projetos culturais. MALACAXETA – Função: Consultoria Projeto Educativo Malacaxeta é um núcleo de criação, pesquisa e produção de projetos, ações e materiais educativos e experimentais no campo das artes visuais, design & educação. Baseado na interseção desses três campos, o núcleo busca promover vivências sensoriais que estimulam o olhar, provocam reflexões e desenvolvem habilidades por meio de oficinas, rodas de conversa, ações experimentais, jogos, publicações e outras práticas criativas. CAVALINHO DE PAU – Função: Consultoria Museológica. Empresa que atua na área de consultoria técnica e de projetos museológicos, com foco na conceituação de espaços, construção de conteúdos e narrativas, curadoria, Plano Museológico, diagnósticos de público e situacional. A empresa é coordenada por Heloisa Vidigal e Carlos José de Almeida Neto, museólogos formados na UFMG com experiência em gestão de espaços. CARLOS MOURA DELPHIM – Função: Curadoria Paisagem Cultural/Paisagismo/Grupo Curatorial . Engenheiro-arquiteto pela UFMG, contratado em 1977 para restaurar o Jardim Botânico do RJ, onde permaneceu até 1985, foi pioneiro na defesa dos jardins históricos no Brasil, passando a tratá-los como bens culturais segundo as normas internacionais de preservação. Entre seu projetos destacam-se: Restauração do Jardim Botânico do RJ, Memorial da América Latina em SP, Jardim Botânico de Brasília, Jardins do Brasil The International Garden and Greenery Exposition em Osaka, Japão, e o Superior Tribunal de Justiça em Brasília. ANTÔNIO CARLOS LEITE BRANDÃO - Função: Consultoria Temática/ Lab. Memória/Grupo Curatorial. Arquiteto, mestre e doutor em filosofia, professor na UFMG. Autor de diversos livros e diretor do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG. Atua nos grandes temas de História, Teoria e Filosofia da Arte, Arquitetura e Renascimento. SUELY FRANCO – Função: Coordenação Executiva. Atuou como Produtora Cultural na UFSJ - Universidade Federal de São João del-Rei em atividades de extensão (com destaque para a organização e curadoria do festival anual de artes - Inverno Cultural) e como pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais. Foi gestora de projetos e pesquisadora do Centro de Referência Musicológica José Maria Neves em São João del-Rei (2010-2012), com o qual continua colaborando. Foi Produtora Cultural da UFRJ onde atua na curadoria e organização de eventos culturais e científicos e como colaboradora em ações do Laboratório de Musicologia (LaMus) e do Laboratório de Etmusicologia do Programa de Pós - graduação em Música (Escola de Música). CARLA LOBO – Função; Coordenadora de produção. Arquiteta e produtora cultural com mais de 30 anos de experiência. É autora do livro Diário de produção: relatos, dicas, experiências e casos de quem aprendeu a produção cultural na prática (2009). HARDY DESIGN – Função: Design/ Sinalização/Plataformas Digitais. Com mais de 20 anos de experiência, Hardy é um estúdio de criação de atuação abrangente e premiado com LatinGrammyAwards, Bienal Brasileira de Design Gráfico, Cannes Festival, entre outros. Dentre os projetos desenvolvidos destacam-se sinalização do estádio Mineirão, sinalização interpretativa de Belo Horizonte, entre outros. JOÃO BAGNO – Função: Coordenação de Obra/Engenheiro. Profissional com mais de 30 anos de experiência em gestão e acompanhamento de grandes obras das mais variadas categorias como complexos industriais, edificações comerciais, implantação de museus e centros culturais, entre outros. Premiado em 1999 como Engenheiro destaque Construção Civil pelo Instituto Mineiro de Engenharia Civil. Todos os currículos completos encontram-se anexo.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.