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PRONAC 247197Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Museu-Parque Usina Maurício - Adequação física, nova expografia, museologia e conexos - Fase 2 - execução

SANTA ROSA BUREAU CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 18,12 mi
Aprovado
R$ 19,39 mi
Captado
R$ 17,82 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
25086034000171Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - Celtins1900-01-01R$ 4,21 mi
09095183000140Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S.A1900-01-01R$ 4,17 mi
03467321000199ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 2,80 mi
15413826000150ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 2,45 mi
13017462000163ENERGISA SERGIPE - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A1900-01-01R$ 1,28 mi
07282377000120CAIUA - DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 926,5 mil
05914650000166ENERGISA RONDONIA - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A1900-01-01R$ 869,0 mil
19527639000158Energisa Minas Gerais - Distrbuidora de Energia S/A1900-01-01R$ 580,0 mil
04065033000170Companhia de Eletricidade do Acre - EletroAcre1900-01-01R$ 529,0 mil

Eficiência de captação

91.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-06
Término

Resumo

Adequação físico-espacial para implantação dos novos eixos curatoriais, nova museologia e museografia do antigo Museu da Eletricidade, agora Museu-Parque Usina Maurício, conforme os resultados da primeira fase do projeto (Pronac 232734). Objetiva-se a readequação e reestruturação da edificação principal e de seus espaços circundantes, conferindo-lhes usos compatíveis com narrativas temáticas contemporâneas constantes de seu novo programa curatorial.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Este projeto tem como OBJETIVO PRINCIPAL: Requalificar um legado de importante significado para a história do município de Leopoldina e da região da Zona da Mata, o antigo Museu da Eletricidade da Usina Maurício, desativado em 2006, por meio da execução das ações de reestruturação e nova configuração espacial, com base nos eixos curatoriais desenvolvidos na fase 1, em sintonia com os preceitos da moderna museologia e museografia, com a introdução de narrativas temáticas contemporâneas que conectam a educação patrimonial material e imaterial à educação ambiental, abrangendo, em sua fase 2, a efetiva reforma e recuperação dos espaços circundantes à edificação principal _ o antigo galpão-oficina, a casa da administração, uma estufa, conferindo-lhes novos usos compatíveis ao programa elaborado. O Museu-Parque Usina Maurício é um conjunto singular, especialíssimo, documento do patrimônio industrial mineiro e brasileiro. O projeto busca a valorização e preservação de significativos bens materiais e imateriais que caracterizam notavelmente a extraordinária Paisagem Cultural ali existente, constituída por Patrimônio Histórico-Industrial e Patrimônio Natural-Ambiental (RPPN), proporcionando assim vivenciar de forma memorável o "espírito do lugar". A ideia é que o Museu-Parque Usina Maurício seja um espaço privilegiado de visitação e de aprendizado de crianças, adolescentes e jovens, com atividades ligadas à identidade, memória dos pioneiros e dos trabalhadores, emoção e pertencimento, de experimentação, de educação para o patrimônio natural, de uso racionalizado de recursos hídricos, enérgicos e ambientais, portanto, com atenção voltada à natureza, à ecologia, ao patrimônio ambiental, material e imaterial. A instituição de um parque impregnado de histórias e valores, com estrutura educativa, de lazer e conhecimento das técnicas construtivas (memória do trabalho) e de geração da energia. Espaço emblemático, de imersão, da memória da eletricidade. Paisagem Cultural viva e em evolução. Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição - Executar os projetos de adequação arquitetônica e complementares interna e externa, conforme respectivos anexos 6 e 7 deste formulário. - Implantar espaço para guarda do acervo. - Implantar espaços programáticos para realização de reuniões, palestras, cursos formativos. - Implantar o projeto luminotécnico e demais adequações espaciais previstas nos projetos complementares. - Implantar o projeto de intervenção paisagística, viveiro com espécies locais, conforme descrição constante do Memorial do Projeto Paisagístico. (ANEXO 9). Produto: Modernização e Equipagem de Espaços Culturais OBJETIVOS ESPECÍFICOS (PRODUTO: Modernização e equipagem de museus): - Promover a requalificação do Museu da Eletricidade da Usina Maurício em Museu-Parque, de modo a incrementar um novo eixo turístico-educativo na região. - Estruturar o Museu-Parque como espaço referencial, com suas respectivas edificações, equipamentos e acervo, abrangendo um significativo conjunto de bens materiais e imateriais que integram a Paisagem Cultural local. - Promover a configuração física e simbólica da paisagem local, reconhecida por suas características históricas, arquitetônicas, artísticas e ambientais como um relevante patrimônio cultural, que merece ser devidamente valorizada para melhor usufruto das atuais e futuras gerações. - Implantar o programa de ocupação do Museu-Parque Usina Maurício, integrando os novos espaços, conforme ementas com a descrição geral e maquete digital constantes no ANEXO 1 e ANEXO 14. - Executar as novas museografia, museologia, instalações expositivas de longa duração, visando à reabertura do Museu-Parque em dezembro de 2025, compreendendo a higienização e recuperação de seu acervo, conforme ANEXO 2. - Executar o projeto de sinalização externa, conectando-se à proposta de sinalização interna funcional e museográfica. - Realizar pesquisas históricas e iconográficas complementares, necessárias à composição final das exposições permanentes e temporárias. - Dotar o espaço de equipamentos que permitam a execução dos novos eixos curatoriais e cortes temáticos do conjunto do Museu-Parque Usina Maurício - Prover espaço de estímulo à criatividade, experimentação e sensibilização educativa e de educação patrimonial, por meio de ações iniciais de mobilização e escuta

Justificativa

Conforme o Art. 1° da Lei 8.313/91, inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3º da lei 8.313/91, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Justifica-se as premissas do presente projeto: A Usina Hidrelétrica Maurício, localizada no município de Leopoldina, é um importante e bem conservado marco histórico da fase pioneira de implantação da energia elétrica na Zona da Mata mineira. Considerada atualmente como uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), a usina foi construída junto às quedas da Cachoeira da Fumaça, no Rio Novo, em função de um mercado aberto nas primeiras décadas do século XX pelo anseio de cidades do interior mineiro de terem iluminação pública por eletricidade. Em setembro de 1906, foi lançada a pedra fundamental do galpão industrial e a usina entrou em operação em julho de 1908, quando passou a fornecer energia inicialmente à cidade de Cataguases, em seguida, para Leopoldina, e logo depois, para Rio Novo e São João Nepomuceno. Recebeu o nome do proprietário da área em que foi construída, o coronel Antônio Maurício Barbosa. O reservatório constituído pela barragem da Usina situa-se na divisa dos municípios de Leopoldina e Itamarati de Minas. A harmonia do conjunto edificado da Usina Maurício, inserido na paisagem, com suas características originais básicas mantidas, documenta uma arquitetura representativa das pequenas usinas hidrelétricas do início do século passado, e seu maquinário importado é testemunho de uma etapa da evolução da tecnologia dos equipamentos de geração de energia elétrica. O galpão da casa de máquinas (casa de força) possui características próprias que são condicionantes de seu partido arquitetônico: planta retangular, com pé direito alto, para abrigar equipamentos de grande porte; amplos vãos de janelas em função da necessidade de boa iluminação e ventilação; porão destinado à passagem de água vinda das máquinas. A edificação tem embasamento em pedra, e na fachada frontal apresenta alvenaria de tijolos revestida por argamassa ornamentada, e tratamento decorativo nos arremates em relevo de frontões, cunhais e vãos. Em julho de 1985, passou a ser o Museu da Eletricidade, cujo acervo abriga as unidades geradoras para a captação de energia, mantidas ainda em funcionamento, além de equipamentos, máquinas e peças originais que contam a trajetória do empreendimento pioneiro da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, atual Grupo Energisa. Esses objetos, em sua maioria fabricados em série e no estrangeiro, ao contrário de serem substituídos por outros tecnologicamente superiores, foram bem preservados pelo Museu. Coleções museológicas de história da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, tão referenciais como essa, preservam uma parte significativa de nossa cultura industrial. Atualmente, não há funcionamento corrente e nem tampouco visitação regular, merecendo um projeto amplo de revitalização e modernização. Os vestígios culturalmente referenciais que caracterizam o Museu da Usina Maurício como monumento industrial possuem valor histórico, arquitetônico, tecnológico, científico e social. Neste sentido, a usina hidrelétrica tem a particularidade de não se restringir apenas à casa de máquinas, oficinas e suas estruturas e infraestruturas, englobando também os locais onde se desenvolveram atividades sociais relacionadas com a empresa, tais como as habitações de trabalhadores proximamente localizadas. Sua abrangência vai além, articulando as relações entre o repertório tecnológico ali existente com o ambiente físico e humano resultantes da ação empresarial, pois parte importante desse acervo refere-se à memória do trabalho ali desenvolvido, na manutenção dos sistemas e outras atividades de campo. Assim, podem-se visualizar as questões técnica, humana e cultural dentro de um processo de desenvolvimento social. O sistema energético deve ser plenamente compreendido quando visto em conjunto com o ambiente natural que o cerca. O complexo ambiental constituído pela Usina Maurício guarda um rico patrimônio arquitetônico, tecnológico e ambiental, formado por bens móveis e imóveis históricos e ecossistemas naturais, em que a água tem lugar de destaque. Em 1999, criou-se a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Usina Maurício, formada por 313 hectares, sendo 280 cobertos por Mata Atlântica, localizados no município de Itamarati de Minas. A partir de uma necessária modernização, revitalização, atualização e adequação museológica, visando manter e divulgar um amplo e variado acervo acumulado ao longo de 115 anos de atividades, e possibilitar o entendimento dos processos industriais e tecnológicos como também outras reflexões sobre as questões científicas, culturais, sociais e ambientais relacionadas ao uso racional e sustentável da energia, da água e dos recursos naturais na atualidade, propõe-se a criação do Museu-Parque Usina Maurício. A preservação deste patrimônio vincula-se aos usos e funções atribuídos a históricos espaços industriais, considerando-se não só o museu tradicional, mas também o de sítio, que pode funcionar como verdadeiro parque, articulando elementos de diversa natureza e assegurando melhor domínio de sistemas complexos de objetos, nos quais se compreende a paisagem como um dos principais produtos e vetores da atividade industrial. Os museus-parques localizam-se frequentemente nos arredores, ou mesmo distantes de centros urbanos, em zonas rurais, convidando os visitantes a vivenciarem uma experiência singular que é proporcionada pela composição museográfica, arquitetônica e paisagística. Nesse tipo contemporâneo de museu, observam-se as edificações inseridas no contexto da paisagem natural, dela participando com suas especificidades e contrastes, procurando se integrar ao entorno. Nesse cenário idealizado, busca-se implementar uma missão maior e mais significativa ao acervo existente, com a implantação de um novo programa museológico/curatorial compatível com a atualização dos usos dos espaços existentes e também da criação de novos espaços integrados à usina originária que irão abrigar além das exposições temáticas, atividades de divulgação e circuitos de visitação, bem como ações de sensibilização de educação patrimonial Finalmente, importa destacar a implantação de um projeto paisagístico de diversos tipos jardins e de um viveiro de espécies raras da Mata Atlântica, onde funcionava a antiga estufa da Usina.

Estratégia de execução

1) Custos de divulgação Como se trata de fase de execução de obras e de modernização para implantação dos projetos desenvolvidos de arquitetura executiva e complementares, não teremos custo, nesta etapa, de divulgação, eventuais despesas iniciais, se necessárias, serão cobertas sem uso de incentivo fiscal. Outrossim, informamos que os custos de divulgação serão incluídos no projeto de inauguração e funcionamento do equipamento no bienio 2026/2027, a ser apresentado no fim do segundo trimestre de 2025. 2) Conforme orientação do Minc, já fizemos a solicitação para alteração do produto principal. 3) Devido ao extenso volume de material produzido segue o Sumário de anexos: Anexo 1 - Ementas Espaços Anexo 2 - Museologia Anexo 3 - Expografia 3.1 Projeto Expográfico 3.2 Detalhamento Expografia Anexo 4 - Projeto de Comunicação Visual Parte 1 4.1 Objetivos, Conceito e Projeto Parte 2 4.2 Design nas Intervenções Expográficas Anexo 5 - Maquete Digital e intervenções audiovisuais Anexo 6 - Projeto Adequação arquitetônica - Anexo 6 6.1 Projeto Executivo 6.2 Memorial Descritivo Anexo 7 - Projetos complementares 7.1 Relatório de sondagem 7.2 Projeto instalações elétricas 7.3 Projeto de Telecomunicações. 7.4 Projeto Estrutural 7.5 Relatório de impermeabilização, 7.6 Projeto de prevenção e combate a incêndios, 7.7 Projeto sistema de ar condicionado 7.8 Projeto sistemas audiovisuais Anexo 8 - Projeto luminotécnico Anexo 9 - Projeto Paisagístico 9.1 Memorial Descritivo 9.2 Projeto Executivo Anexo 10 - Lista links dos projetos complementares em dwg Anexo 11 - Proposta do Educativo e de Educação Patrimonial 11. 1 Educativo 11 .2 Educação Patrimonial Anexo 12 - Textos Curatoriais Anexo 13 - Relatório de Historiografia Anexo 14 - Book digital contendo a descrição sumária dos espaços e cortes museográficos

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Produto - Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão adotadas na adequação arquitetônica do Museu-Parque Usina Maurício, medidas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais, circulação e banheiros pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas como: ● Criação de passarela externa acessível ligando as edificações de acordo com os parâmetros da norma, criando uma rota acessível e segura para pessoas com deficiência. ● Construção de escada e elevador externos, uma vez que a escada existente não atende às normas de acessibilidade e segurança ● Banheiros acessíveis em todas as edificações, sinalizados de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. ● Sinalizações concebidas em altura adequada para leitura por cadeirantes, crianças e pessoas de baixa estatura. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Serão adotadas na adequação arquitetônica do Museu-Parque Usina Maurício, medidas para permitir a compreensão do projeto voltado para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Dentre as ações de acessibilidade propostas estão: ● Sinalizações concebidas com caracteres de tamanho de fonte adequados à leitura por pessoas idosas e com baixa visão. Bem como utilização de alto contraste para melhor legibilidade. ● Legendas em Braille nas sinalizações de identificação dos espaços. ● Banheiro acessível sinalizado de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. Produto: Modernização e Equipagem de Espaços Culturais ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão adotadas na adequação arquitetônica do Museu-Parque Usina Maurício, medidas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais, circulação e banheiros pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas como: ● Criação de passarela externa acessível ligando as edificações de acordo com os parâmetros da norma, criando uma rota acessível e segura para pessoas com deficiência. ● Construção de escada e elevador externos, uma vez que a escada existente não atende às normas de acessibilidade e segurança ● Banheiros acessíveis em todas as edificações, sinalizados de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados. ● Sinalizações concebidas em altura adequada para leitura por cadeirantes, crianças e pessoas de baixa estatura. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Serão adotadas na adequação arquitetônica do Museu-Parque Usina Maurício, medidas para permitir a compreensão do projeto voltado para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Dentre as ações de acessibilidade propostas estão: ● Sinalizações concebidas com caracteres de tamanho de fonte adequados à leitura por pessoas idosas e com baixa visão. Bem como utilização de alto contraste para melhor legibilidade. ● Legendas em Braille nas sinalizações de identificação dos espaços. ● Banheiro acessível sinalizado de forma apropriada, em rotas acessíveis, em locais não isolados.

Democratização do acesso

Informamos que a o MUSEU-PARQUE USINA MAURÍCIO, quando da sua implantação, terá faixas ampliadas de gratuidade para vários públicos, como moradores locais, dentre outros. Além disso, as atividades culturais que serão realizadas no espaço atenderão, quando da sua implantação, os seguintes incisos do art. 28 da Instrução Normativa 01/2024: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;

Ficha técnica

SANTA ROSA BUREAU CULTURAL / ELEONORA SANTA ROSA (representante legal) – Função: Direção geral e coordenação técnica do projeto, concepção do projeto original, coordenação de criação, conceituação, direção das equipes multidisciplinares e gestão administrativa-financeira. CV: O Santa Rosa Bureau Cultural é considerada uma das mais conceituadas agências de desenvolvimento de iniciativas culturais singulares; concebeu, coordenou, implementou, geriu e/ou planejou inúmeros projetos de repercussão no cenário nacional, tais como o Projeto de Educação Patrimonial Trem da Vale, em Ouro Preto/Mariana (2003/2015); a 1a fase de implantação e funcionamento do Museu de Artes e Ofícios, em BH (2000 a 2004); o Acervo da Música Brasileira, para o Museu da Música de Mariana (2001-2003). Desenvolveu o projeto do Museu da Liturgia, em Tiradentes (2012), sob os auspícios do BNDES e da Paróquia da Matriz de Santo Antônio; estruturou e formatou o módulo cultural da Estação Conhecimento, projeto empreendido pela Fundação Vale para as regiões Norte e Sudeste do Brasil – 1ª Fase; etc. Eleonora Santa Rosa é gestora, editora, empreendedora, produtora e consultora. Sua carreira de 40 anos dedicados à Cultura é marcada por sua passagem em instituições de relevância de Minas e do Brasil, destacando-se a Fundação João Pinheiro (diretora do Centro de Estudos Históricos e Culturais de 1994 a 98), a Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte (diretora de Planejamento e Coordenação Cultural de 1993 a 98), a Fundação Clóvis Salgado (diretora de Captação e MKT de 1998 a 99, a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, pasta que assumiu de 2005 e a 2008, promovendo a mais ampla reformulação e interiorização da Pasta em toda sua história. Uma de suas mais importantes realizações foi a criação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, considerada juntamente com a OSESP, as duas melhores orquestras do país. Eleonora foi diretora executiva do Museu de Arte do Rio de Janeiro - MAR(2017-2019), quando reposicionou a instituição em termos de programação, atividades, público, parcerias e captação de recursos. MACH ARQUITETOS - Função: Arquitetura e Desenvolvimento de projeto museográfico .A MACh é uma empresa de arquitetura e urbanismo fundada em 1990 e tem um histórico significativo de projetos urbanísticos realizados na cidade de BH, como o Parque Ecológico e Orla da Lagoa da Pampulha, onde estão algumas das primeiras e mais importantes obras de Oscar Niemeyer; o Projeto BH Centro: requalificação da Rua dos Caetés, na Praça 7; e a Praça da Assembléia, esta última em coautoria com o artista e paisagista Burle Marx. Destacam-se a atuação em projetos de arquitetura e expografia e para a Galeria Yayoi Kusama para o museu a céu aberto Inhotim, desde sua criação em 2006; projetos para grupos artísticos como o Grupo Galpão e o grupo instrumentista Uakti; e projetos de museus para o Clube da Esquina e Centro de Referência da Música de Minas e a renovação da exposição de longa duração do Memorial Vale. MARIA MARTA MARTINS DE ARAUJO – Função: Curadora e historiadora, curadora .Possui graduação em História pela UFMG, mestrado e doutorado UFF e pós-doutorado UFMG. Pesquisadora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em História da FFLCH entre 2019 e 2022. É pesquisadora da Fundação João Pinheiro-FJP desde 1998. Possui experiência em patrimônio cultural tendo atuado em projetos como o Trem da Vale, Museu da Liturgia e exercido os cargos de Diretora de Proteção e Memória e Vice-presidente do IEPHA/MG JASON BARROSO SANTA ROSA – Função: Curador, consultor Patrimônio Cultural. Arquiteto urbanista, consultor na área de planejamento urbano e preservação do patrimônio cultural: elaboração de pesquisas temáticas, textos descritivos e analíticos nas áreas de arquitetura e urbanismo para compor trabalhos técnicos de identificação, proteção, preservação e promoção de patrimônio cultural; desenvolvimento de estudos e proposições de critérios para seleção de bens e acervos culturais passíveis de proteção; Instrução técnica e conceitual de processos de Tombamento e Registro e estudos referentes aos mecanismos legais de proteção e critérios para aplicação; entre outros. ROGÉRIO VELLOSO – Função: Consultoria Imersões/Instalações Audiovisuais. Diretor de filmes, diretor de criação, videoartista. Com formação multidisciplinar, transitou pela física, comunicação, filosofia, teatro, música, dança e atua há mais de 35 anos no audiovisual. No campo de iniciativas artísticas, tem trabalhado com videografia cênica, narrativas e experiências imersivas, instalações, set design, criação de conteúdo e direção artística em obras como o musical “Merlin&Arthur", com Vera Holtz e Paulinho Moska, direção de Guilherme Leme Garcia - Prêmio APTR 2020 e indicado na categoria especial do Prêmio Cesgranrio de Teatro; direção artística da ópera Isolda/Tristão no Theatro Municipal de São Paulo, o experimento cênico-audiovisual “Diadorim" com Vera Zimmermann no Centro Cultural São Paulo, O Capote (na tradução de Dráuzio Varela e direção de Yara Novaes), o show-turnê Jardim-Pomar de Nando Reis (lançamento do disco homônimo, Grammy Latino de melhor pop rock), “La Residencia” para a banda Maná no Los Angeles The Forum (EUA),"Fogueira em Alto Mar” (comemoração de 20 anos de carreira de Ana Carolina) e Retrovão / Rethunder, instalação comissionada pelo Governo de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado da Cultura, em homenagem a Guimarães Rosa. MARIA ARLETE GONÇALVES – Função: Consultora temática. Memória. Criadora do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da OI, que atua em todo o país nas áreas de Cultura, Educação, Esportes e Sustentabilidade. Como Diretora de Cultura da instituição foi a responsável pela criação, curadoria, implantação e direção geral dos dois Museus de Telecomunicações, no RJ e em BH, e dos três centros culturais Oi Futuro voltados para a arte, tecnologia e convergência de linguagens nas artes visuais, artes cênicas e música. Atua desde 2013 como consultora em diversos projetos culturais. MALACAXETA – Função: Desenvolvimento de ações de mobilização e sensibilização educativa. Malacaxeta é um núcleo de criação, pesquisa e produção de projetos, ações e materiais educativos e experimentais no campo das artes visuais, design & educação. Baseado na interseção desses três campos, o núcleo busca promover vivências sensoriais que estimulam o olhar, provocam reflexões e desenvolvem habilidades por meio de oficinas, rodas de conversa, ações experimentais, jogos, publicações e outras práticas criativas. CAVALINHO DE PAU – Função: Museólogo. Empresa que atua na área de consultoria técnica e de projetos museológicos, com foco na conceituação de espaços, construção de conteúdos e narrativas, curadoria, Plano Museológico, diagnósticos de público e situacional. A empresa é coordenada por Heloisa Vidigal e Carlos José de Almeida Neto, museólogos formados na UFMG com experiência em gestão de espaços. CARLOS MOURA DELPHIM – Função: Consultor temático Paisagem Cultural/Paisagismo. Engenheiro-arquiteto pela UFMG, contratado em 1977 para restaurar o Jardim Botânico do RJ, onde permaneceu até 1985, foi pioneiro na defesa dos jardins históricos no Brasil, passando a tratá-los como bens culturais segundo as normas internacionais de preservação. Entre seu projetos destacam-se: Restauração do Jardim Botânico do RJ, Memorial da América Latina em SP, Jardim Botânico de Brasília, Jardins do Brasil The International Garden and Greenery Exposition em Osaka, Japão, e o Superior Tribunal de Justiça em Brasília. ANTÔNIO CARLOS LEITE BRANDÃO - Função: Consultor curatorial/roteiro narrativo. Arquiteto, mestre e doutor em filosofia, professor na UFMG. Autor de diversos livros e diretor do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG. Atua nos grandes temas de História, Teoria e Filosofia da Arte, Arquitetura e Renascimento. ALESSANDRA OLIVEIRA – Função: Coordenação de Produção e logísticaGrande conhecimento em gestão técnica de projetos culturais, planejamento estratégico e elaboração, acompanhamento e consolidação de rotinas administrativas e financeiras com foco em projetos culturais. Larga experiência no campo da produção executiva, organização de eventos e implantação de equipamentos culturais, obtida ao longo de 20 anos, em diferentes áreas, supervisionando e coordenando tosas as fases de uma produção: planejamento, pré-produção, execução e pós-produção. Responsável pelo planejamento geral financeiro e administrativo de projetos culturais, elaboração e acompanhamento de planilhas de controles, cronogramas físicos-financeiros, organogramas e demais documentos técnicos de gestão. Participação em projetos de empresas públicas e privadas, com ambiência em requisitos de licitação ou concorrência. Elaboração de relatórios de acompanhamento e prestação de contas de projetos realizados através de leis de incentivo ou privados. Facilidade em atuar na integração e articulação de pessoas, equipes e níveis hierárquicos. Fluência em inglês e conhecimento intermediário de espanhol.HARDY DESIGN – Função: Comunicação Visual/Design/Sinalização. Com mais de 20 anos de experiência, Hardy é um estúdio de criação de atuação abrangente e premiado com LatinGrammyAwards, Bienal Brasileira de Design Gráfico, Cannes Festival, entre outros. Dentre os projetos desenvolvidos destacam-se sinalização do estádio Mineirão, sinalização interpretativa de Belo Horizonte, entre outros. JOÃO BAGNO – Função: Coordenação de Obra/Engenheiro. Profissional com mais de 30 anos de experiência em gestão e acompanhamento de grandes obras das mais variadas categorias como complexos industriais, edificações comerciais, implantação de museus e centros culturais, entre outros. Premiado em 1999 como Engenheiro destaque Construção Civil pelo Instituto Mineiro de Engenharia Civil. GRUPO OFICINA DE RESTAURO – Funcão: A sociedade denominada GRUPO OFICINA DE RESTAURO LTDA, constituída pelos restauradores Adriano Reis Ramos, Maria Regina Reis Ramos e Rosangela Reis Costa, tem por razão social a prestação de serviços na área de preservação e restauração de bens móveis e arte aplicada, capacitação e treinamento de obra especializada, assessoria técnica, consultoria, perícia, embalagem e transporte de obras de arte, projeto, execução, pesquisa e inventário, bem como a organização de eventos ligados à difusão e divulgação do patrimônio cultural. PRINCIPAIS TRABALHOS REALIZADOS: 2024 • Execução dos Serviços Especializados de Desinfestação pelo método de anóxia, nos dois armários, mesa, tablado e bancos pertencentes à Capela da Ceia e nas 64 (sessenta e quatro) esculturas, que se encontram dispostas nas 06 (seis) Capelas dos Passos da Paixão, integrantes do Conjunto Arquitetônico do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, na cidade de Congonhas/MG. 2023 • Continuação da Restauração dos Elementos Artísticos: pintura do forro e cimalha da nave da Igreja Matriz de São José. Anglo América e ICFG. Distrito de Itapanhoacanga / Alvorada de Minas/MG. 2022 • Restauração vitrine na exposição “ALEIJADINHO – A ARTE REVELADA” com 3 imagens de autoria de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Casa Fiat de Cultura/ Stellantis. BH/MG. 2021 • . Serviço de tratamento e remontagem de um relógio de parede, marca Morbier da fabricação francesa sob os cuidados da Fundação Renova na cidade de Barra Longa/MG. • Serviço de restauração de duas obras da exposição de longa duração do Museu Regional de Caeté/Ibram. 2020 • Restauração dos elementos artísticos da fachada do Edifício Acaiaca Belo Horizonte/MG. Todos os currículos completos encontram-se anexo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-07-31
Locais de realização (7)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisCataguases Minas GeraisLeopoldina Minas GeraisDuque de Caxias Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo