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Realização de temporada popular do espetáculo teatral para crianças "O muro de Sam", na cidade de São Paulo, sempre com acessibilidade em libras. A temporada será realizada num único teatro, com 12 sessões com ingressos vendidos a preços populares e 6 sessões totalmente gratuitas voltadas para escolas da rede pública.
O Muro de Sam se passa nas férias, em pleno mês de janeiro. Samuel acaba de saber do muro que o Presidente dos Estados Unidos vai construir na fronteira com o México para barrar a entrada de imigrantes no país e manifesta à sua melhor amiga, Maria Angélica, o desejo em construir um muro em seu quarto, separando-o de seu irmão. Paralelamente ao desejo de Samuel existe o drama da escola onde as crianças estudam, a escola será demolida para a construção de um shopping.
Objetivo Geral: Consolidar o conceito de que a arte para crianças é fundamental; Discutir a relevância do contato com as artes na infância; Estimular, difundir e fomentar o processo criativo de atividades culturais através de apresentações teatrais; Realizar 18 apresentações do espetáculo O muro de Sam. Objetivo Especifico: 1) Realizar 12 apresentações a preços populares da peça teatral " O Muro de Sam", atendendo até 3.288 pessoas. 2) Realizar como contrapartida social, 6 apresentações gratuitas, voltadas para escolas da rede pública, atendendo até 1.644 pessoas.
Entendemos o teatro para crianças como um "lugar" para questionamentos e reflexões. Em meio às pesquisas temáticas para este trabalho, uma das ideias que nos pareceu mais promissora, instigante e necessária era contar uma história sobre romper fronteiras, dialogar, conversar com o diferente; discordar sim, mas conseguir encontrar pontos de convergência e pontos de conexão. Nossa história fala sobre relacionamento e convivência e sobre a importância de resolvermos as diferenças por meio do diálogo, da escuta e da empatia, o que faz do espetáculo uma obra extremamente pertinente. Indagações como: porquê construímos muros? Por quê criamos fronteiras? Essas barreiras são a essência da peça e estão presentes na nossa vida. Vivemos numa era onde o avanço da tecnologia é um grande paradoxo: proporciona maior acesso às informações; aproxima pessoas; agiliza os diálogos; acelera o tempo e, em paralelo, facilita o acesso a toda e qualquer informação, numa frequência cruel; distância das pessoas; causa ansiedade e solidão. Nossa comunicação está cindida e nós, seres altamente sociáveis e dependentes uns dos outros, do convívio em bandos, da experiência em grupos, estamos autocentrados e fragilizados. A arte nos ajuda a elaborar angústias e a lidar com sentimentos como estes. A possibilidade de falarmos sobre temas profundos, às vezes difíceis, às vezes espinhosos, sempre nos motiva e acreditamos que qualquer assunto ou pensamento pode ser compartilhado com as crianças. Além disso, as crianças não vão sozinhas ao teatro. Propomos e jogamos reflexões para a plateia, torcendo para que se desdobrem em casa, na escola, no caminho de volta... Que continuem reverberando... Posto isso que já consideramos relevante, somam-se as medidas de acessibilidade e a disponibilidade de ingressos a preços populares de um espetáculo que apresenta excelência e reconhecida qualidade artística. A realização de uma temporada popular e a distribuição de ingressos gratuitos, possibilitando a fruição do trabalho artístico do grupo e as reflexões propostas, torna-se possível somente a partir da amortização de gastos como: aluguel do teatro, divulgação e ainda os custos com transporte e lanche que viabilizem a chegada e a permanência de crianças em vulnerabilidade no teatro.
O espetáculo têm duração de 60 minutos.
Adoção de medidas de acessibilidade 1) Acessibilidade física - O espaço escolhido para realização das apresentações deverá apresentar recursos de acessibilidade que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização adequada. 2) Acessibilidade comunicacional - Serão contratados intérpretes de Libras e profissionais para acolher e auxiliar pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual, permitindo o acesso destas às apresentações, bem como aos debates. Na planilha orçamentária, essa função está prevista como Assistente.
Serão 6 apresentações gratuitas, voltadas para escolas da rede pública, atendendo até 1.644 pessoas e 12 apresentações com ingressos populares, atendendo até 3.288 pessoas. 800 ingressos de contrapartida social - debate; 300 ingressos distribuídos aos patrocinadores; 60 ingressos promoção ou ações de divulgação;
Peroni Produções Artísticas LTDA fará a elaboração e gestão do projeto, o espetáculo O Muro de Sam. Coordenação de Produção: Aline Volpi Produção Executiva: Ana Paula Castro Coordenador de Projeto: Vladimir Camargo Design Gráfico: Giovana Del Masso Dramaturgista: Rhena de Faria Direção Artística: Thaís Medeiros Elenco: Aline Volpi Ana Paula Castro Marcelo Peroni Vladimir Camargo Currículo Resumido RHENA DE FARIA Integrou por treze anos o elenco do espetáculo “Jogando no Quintal - Jogo de Improvisação de palhaços”, da Cia do Quintal, dirigido por Marcio Ballas e César Gouvêa. Ainda com a Cia do Quintal atuou no espetáculo Infanto-juvenil “A Rainha Procura...”pelo qual ganhou o PRÊMIO FEMSA de MELHOR ATRIZ de 2013. Dirigiu e roteirizou entre outros espetáculos: “A Menina e o Pássaro Encantado” (2022), de Rubem Alves, solo infanto-juvenil circense de Beatriz Evrard, contemplado pelo edital de Fomento ao Circo; “Uma Faísca no Fim dos Tempos” (2021), solo de palhaça de Raíssa Guimarães, contemplado pelo PROAC LAB; “Pia Mater – Em Busca de Uma Maternidade Possível” (2020), solo de palhaça de Joana Barbosa; “Planeta Oca” (2019), show de música para crianças com temática socioambiental; “Mary e os Monstros Marinhos” (2018), infantil da Cia Delas de Teatro, pelo qual ganhou o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de MELHOR DIREÇÃO DE 2018 e APCA de MELHOR ESPETÁCULO INFANTIL COM ROTEIRO ORIGINAL; “Bagagem” (2018), solo de Marcio Ballas, vencedor do PRÊMIO RISADARIA; “Relicário” (2017), espetáculo de Improvisação Teatral d’A Musa Heroica Cia de Teatro; “O Pavão Misterioso“ (2015), espetáculo infantil circense do Grupo Namakaca, contemplado pelo edital Alfa Criança; “Escalafobética” (2013), espetáculo musical da palhaça Rubra (Lu Lopes); “Sobre Tomates Tamancos e Tesouras” (2009), solo de palhaça da atriz Andrea Macera, pelo edital do SESI-SP. THAÍS MEDEIROS Formada pelo Teatro Escola Célia Helena e em Pedagogia pela FEUSP. É uma das integrantes e fundadoras da Companhia Delas, onde atua desde 2001 como atriz, produtora, dramaturga e recentemente como diretora de “Maria e os Insetos” (2020) e da websérie "Olho Mágico" que recebeu o Prêmio APCA Especial da quarentena. Em 2021, dirigiu "Os filhos de Iauaretê, a onça-rei" baseado no livro de Kaká Werá, com a Cia. Pé de Ouvido, contemplado pelo PROAC de Produções Inéditas 2020 (SESC Ipiranga) e "O Muro de Sam", de Rhena de Faria, com a Catarsis Produções (estreia para julho no SESC Belenzinho). Em 2019, dirigiu “O dia em que a minha vida mudou por causa de um chocolate comprado nas Ilhas Maldivas” de Keka Reis, considerado o Melhor Espetáculo Infantil de 2019 pelos críticos dos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo. Por sua direção, recebeu o Prêmio APCA de Revelação do Ano na categoria Teatro Infanto-Juvenil. Como atriz participou, entre outros espetáculos da Companhia Delas, em: "Mary e os Monstros Marinhos" (dir: Rhena de Faria, 2018), contemplado pelo prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Texto Original, entre outros; "Mergulho" (dir: Silvana Garcia, 2015), "A famosa invasão dos ursos na Sicília" (dir: Carla Candiotto, 2014), contemplado pelo prêmio APCA de Melhor Elenco, entre outros; "Histórias por Telefone" (dir: Carla Candiotto, 2011) contemplado pelo prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Texto Adaptado, entre outros. Integra também a AntiKatártiKa Teatral e juntamente com o diretor Nelson Baskerville produziu e atuou em “A VIDA” (2017) e "1 Gaivota” (2015) ambos contemplados pelo ProAC de Produção de Espetáculo. Foi diretora assistente de Baskerville em projetos como "2 km de gratidão - abertura da Virada Cultural" (2020) e “O Grande Cortejo Modernista” (Aniversário da cidade de São Paulo, 2020); “Ensaio sobre o Lírico” (Theatro Municipal de São Paulo, 2019); “Os 3 Mundos” (SESI Paulista, 2018), “Noite de Gala do Circo” (Theatro Municipal de São Paulo, 2017) e “A Geladeira” (Festival Mix Brasil, 2015). Integrou o elenco da Cia. Provisório-Definitivo em "As estrelas do meu céu são feitas de bombas do inimigo" (dir: Nelson Baskerville, 2012) e "Pelos Ares" (dir: Lavínia Pannunzio, 2010) e da Sutil Cia. de Teatro, participando dos espetáculos “Cinema”(2010), “Trilhas sonoras de amor perdidas” (2011) e da ópera “Rigoletto” (2011), todos com direção de Felipe Hirsch. MARISA BENTIVEGNA Iluminadora e cenógrafa paulistana, estreou no Teatro profissional em 1990. Formada na Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP - em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia para o espetáculo O JARDIM, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito, Nelson Baskerville, Alexandre Dal Farra, Marcelo Romagnoli, Rafael Gomes e Kiko Marques, entre outros. Em 2019 será uma das dez artistas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga com o cenário do espetáculo ENQUANTO ELA DORMIA. Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. Criou cenografia e iluminação para o espetáculo WIOSNA no Teatr Studio de Varsóvia. Recebeu os seguintes prêmios individuais: SHELL 1992 e APCA 1992 pela iluminação de O PARAÍSO PERDIDO do Teatro da Vertigem; APCA 2007 e COCA-COLA FEMSA 2008 pelo cenário de O MENINO TERESA da Banda Mirim; COCA-COLA FEMSA 2007 pela iluminação de O TESOURO DE BALACOBACO da Bendita Trupe; SHELL 2010 pelo cenário de ESCURO da companhia Hiato; FITA 2011 – FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA – pela iluminação de MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS; SHELL 2011 pelo cenário de O JARDIM da Companhia Hiato. APCA 2017 pelo conjunto dos trabalhos criados para teatro infanto-juvenil naquele ano. PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2017 pelos cenários dos espetáculos BUDA, GAGÁ E SKELLIG. PRÊMIO SHELL 2018 pela cenografia do espetáculo OS 3 MUNDOS. ALINE VOLPI É atriz, produtora e pesquisadora. Iniciou sua jornada teatral em 1991, passando por cursos e oficinas. Em novembro de 2000, obteve a profissionalização pelo SATED – SP. Membro da Cia. Paulista de Artes de 1991 a 2017, atuou como atriz, produtora e diretora. Destacou-se em peças como As Noivas de Nelson e A Falecida, dirigidas por Marco Antônio Braz. Participou do filme Eu te Levo, dirigido por Marcelo Muller. Em 2013, fundou a Catarsis, desempenhando papéis de produtora, assessora de comunicação e atriz. Realizou residência artística na Itália em 2015, acompanhando o grupo Principio Attivo. Idealizou, produziu e curou festivais como Um Novo Olhar (2016, 2018, 2021) e A Gente Que Fez! (2021, 2022). Integra os elencos de espetáculos premiados, como Scaratuja, É tudo família! (APCA e Prêmio SP) e O muro de Sam (APCA). Internacionalmente, apresentou-se em países como México, Áustria, Portugal, EUA, Espanha e Itália. Cursa Artes Visuais na Universidade Anhembi Morumbi (UAM) / SP. ANA PAULA CASTRO Atriz profissional e produtora. Atriz desde 1988 se profissionalizou em 2001, pelo SATED/S.P. Pós- Graduação em Arte - Terapia na faculdade Uniminas. Integrante do GrupoTamej de 1987 a 2001, e da Cia Paulista De Artes de 2001 a 2017, atuando em diversos espetáculos para crianças e jovens. Em 2007 estreou 0 espetáculo premiado As Noivas de Nelson sob direção de Marco Antonio Braz. Desde 2014 compõe a equipe da Catarsis Arte para Infância e Juventude e, atualmente, integra os elencos dos espetáculos É tudo Família!, O muro de Sam e Brun Blaà. Internacionalmente apresentou-se em países como México, Áustria, Portugal e EUA. MARCELO PERONI Pós Graduado em Cultura na ECA/USP; Graduado em Letras e formado pelo Teatro Escola Célia Helena. Dedicou grande parte de sua carreira à produção e direção de espetáculos para o público infantil e jovem. Coordenou e produziu o Projeto Sons e Cenas nas Escolas em Tempo integral, para 3.600 crianças, na Secretaria Municipal de Educação de Jundiaí. Desde 2001 faz a direção cênica do projeto Canarinhos da Terra Petrobras/UNICAMP, à frente dos coros infantis e jovens. Em 2015, fez residência artística na Itália com o grupo italiano Principio Attivo Teatro e, ainda neste ano, participou das oficinas do California Show Choir Academy, na Universidade da Califórnia em Los Angeles e também do V e VI Curso Internacional Orff-Schulwerk e do XII Gran Finale, com Henry Leck e Patrícia Costa. Dirigiu os espetáculos para bebês Scaratuja e Brun Blaà e integra os elencos dos espetáculos infantis É tudo família! e O muro de Sam. VLADIMIR CAMARGO Iniciou sua carreira em 2003. Integrou a Cia. Paulista de Artes (2006/2017), carregando na bagagem o espetáculo “As Noivas de Nelson”, (2008), direção de Marco Antônio Braz, (melhor ator coadjuvante no Mapa Cultural Paulista 2009). Ainda com a Cia, atuou em Portugal, Áustria e EUA. Desenvolve, com a Catarsis - Arte para a Infância e Juventude, desde 2014, pesquisa no universo da primeira infância e integra os elencos dos espetáculos Scaratuja; É tudo família!; O muro de Sam e Brun Blaà. Em 2019, funda a Companhia do Acaso que tem como foco o aperfeiçoamento da pesquisa “corpóreo literária”. Estreou em 2021 o espetáculo “Quantos outros cabem em um menino” com direção de Luiza Bitencourt, calcado na pesquisa do grupo
PROJETO ARQUIVADO.