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PRONAC 247269Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Philipp Lohbauer- A Língua do Arquiteto é o Lápis

ARS INTERMEDICAO DE NEGOCIOS LTDA
Solicitado
R$ 533,4 mil
Aprovado
R$ 533,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2025-03-03
Término
2025-11-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este é um projeto de pesquisa e coordenação editorial de livro sobre a vida e a obra do arquiteto teuto-brasileiro Philipp Lohbauer. O presente projeto trata da descrição dos trabalhos relacionados à produção do conteúdo de um livro dedicado ao arquiteto Philipp Lohbauer, a partir da documentação sob guarda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo _ FAU USP, do material conservado pela família e levantamento de informações em fontes externas (Arquivo Público de São Paulo, Centro Histórico e Cultural Mackenzie, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Conselho Regional e Engenharia e Agronomia), com a finalidade de organização científica-editorial da publicação e escrita de texto biográfico-crítico sobre a vida e obra do arquiteto, bem como descrições e legendas de todo material sobre arquitetura, urbanismo e design a ser reproduzido no livro.

Sinopse

PHILIPP LOHBAUER A LÍNGUA DO ARQUITETO É O LÁPIS Prof. Dr Ivo Giroto Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP) Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto ivogiroto@usp.br / (11)989459271 Philipp Lohbauer: a língua do arquiteto é o lápis Quando o vapor brasileiro Cuyabá aportou no Rio de Janeiro, em 31 de agosto de 1940, trazia a bordo um “arquiteto e cenógrafo” bávaro, formado pela Technische Hochschule de Munique (TUM) entre 1927 e 1930. Nascido em Nuremberg em 09 de julho de 1906, Philipp Lohbauer recomeçava a vida em um país totalmente desconhecido, aos 34 anos de idade. Trazia na bagagem, além da sólida formação técnica, alguma experiência profissional como arquiteto em órgãos públicos de Munique, onde estagiou no Ministério de Correios e ganhou o 3º Prêmio no concurso de projetos para a Biblioteca Estadual de Frankfurt. Também atuou como docente, ministrando aulas como professor assistente entre 1932 e 1933, na Cátedra de Técnica das Construções, na mesma escola onde se formou. Diferentemente de mestres alemães como Walter Gropius e Mies van der Rohe, não optou por deixar a Alemanha, não escolheu seu destino e nem foi recebido com pompa e circunstância no novo país. O matrimônio com a judia alemã Kathe Weiss, com quem havia se casado em 1933, vinha criando embaraços à sua profissão a ponto de impossibilitar sua permanência no país. Sua condição era parecida à de muitos arquitetos europeus que emigraram para o Brasil a partir dos anos 1930, refugiados das vicissitudes provocadas pela II Guerra Mundial. Em São Paulo, especialmente, mais que um novo contingente de profissionais, os arquitetos imigrantes foram responsáveis pela constituição da arquitetura moderna. A longa lista de personalidades seminais representantes das mais diversas comunidades nacionais, eminentemente europeias, tem sido alvo de diversos estudos, tanto a partir de trajetórias individuais, como de grupos de compatriotas. Muito possivelmente devido à rede que se formou entre cidadãos de seu país expatriados em São Paulo, Lohbauer encontrou seu primeiro emprego no Brasil na empresa construtora Gruen & Bilfinger Ltda., empresa de origem alemã que tinha escritório na capital paulista. Posteriormente, trabalhou como projetista para algumas construtoras, entre elas, a Companhia Construtora Nacional (CCN) e a Empresa de Construções Brasil (ECB). Atuando pela ECB, Lohbauer projetou um relevante conjunto de obras no norte do Paraná, mais especificamente na zona pioneira de colonização agrícola, onde seus projetos coincidem com a construção e modernização daquelas cidades. Em Londrina desenhou o primeiro edifício vertical da cidade, o ECB – Santo Antônio (1949-1950), o fórum da cidade (1947) e as torres da Igreja Matriz (1949), entre outras obras e projetos não executados. Além de Londrina, elaborou projetos para diversos programas em Curitiba, Maringá, Marialva, Mandaguari, Rolândia, Assaí, Cafelândia e Apucarana. A atuação em construtoras, mais que uma preferência, deveu-se a uma contingência: Lohbauer só conseguiu sua naturalização como brasileiro em 1947 e no ano seguinte obteve o registro profissional junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA). O fato de não ter habilitação profissional reconhecida no Brasil é um dos complicadores do reconhecimento de autoria de muitos de seus projetos, que apenas recentemente pesquisas como esta têm procurado atribuir a partir da documentação encontrada em diferentes acervos. Na década de 1950, associou-se à Construtora & Comercial Dácio de Morais, centrando seu campo de atuação em São Paulo. Neste período projetou o Othon Palace Hotel, sua primeira obra de vulto na capital, além de uma outra torre corporativa na cabeceira do viaduto Santa Ifigênia, o edifício Fernão Dias (1952-1955). Nos anos 60 teve sua própria construtora, a LOBA, em sociedade com o arquiteto alemão Franz L. Bastian. Paralelamente à sua atuação de projetista, Lohbauer retomou a carreira acadêmica como professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie, entre as décadas de 1950 e 1970. Soma-se às carreiras de engenheiro-arquiteto e professor, a ativa participação no Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e no CREA. Ao longo de sua carreira, projetou obras para os mais diversos programas e escalas, de espaços públicos ao design mobiliário, acorde com a formação na Alemanha e sua alegada filiação ao Deutscher Werkbund. No mesmo sentido, surpreende a variação estilística observada entre seus projetos, nos quais as referências são manejadas com liberdade e não obedecem a fases sucessivas. Era um arquiteto capaz de projetar, ao mesmo tempo, torres neogóticas e edifícios verticais que evocam o racionalismo ítalo-germânico no Paraná dos anos 1940; nos anos 1950, essa mesma filiação decò, que caracteriza obras como o Othon Palace, convive com referências ao modernismo da chamada Escola Carioca nas edificações da Refinaria e Petroquímica União, em Capuava, Mauá (1956-1957); no urbanismo, lançou mão do esquema radio-concêntrico que viu o prefeito Prestes Maia implantar em São Paulo logo após sua chegada na cidade, para idealizar o Plano Regulador da cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra, entregue em 1960 como contratado pela empresa italiana Techint. Sobreposição estilística e temporal que aparece claramente em sua produção residencial do início ao fim de sua carreira, na qual muitas casas apresentam aspectos de construções vernaculares alemãs, enquanto outras possuem elementos neocoloniais, e algumas poucas seguem o receituário da modernidade do estilo internacional. Sua trajetória revela um arquiteto pragmático, pouco afeito a posições ideológicas ou preconceitos estilísticos, cuja competência projetual esteve sempre à disposição do que compreendia ser mais um ofício do que um exercício individual de expressão artística. Seus projetos, que constituem marcos importantes na paisagem de cidades como São Paulo e Londrina, e até mesmo definem a estruturação urbana de cidades inteiras como a boliviana Santa Cruz de la Sierra, merecem ser conhecidos e difundidos. Para preencher essa lacuna historiográfica da arquitetura moderna brasileira, apresentamos o projeto do livro sobre sua obra.

Objetivos

Objetivos geral O presente projeto trata da "descrição dos trabalhos relacionados à produção do conteúdo de um livro dedicado ao arquiteto Philipp Lohbauer, a partir da documentação sob guarda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo _ FAU USP, do material conservado pela família e levantamento de informações em fontes externas (Arquivo Público de São Paulo, Centro Histórico e Cultural Mackenzie, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), com a finalidade de organização científica-editorial da publicação e escrita de texto biográfico-crítico sobre a vida e obra do arquiteto, bem como descrições e legendas de todo material sobre arquitetura, urbanismo e design a ser reproduzido no livro". Com este projeto, o objetivo do Prof. e Dr. Ivo Giroto é trazer à tona o importante trabalho desenvolvido pelo arquiteto e cenógrafo Philipp Lohbauer, "bávaro, formado pela Technische Hochschule de Munique (TUM) entre 1927 e 1930. Nascido em Nuremberg em 09 de julho de 1906, Philipp Lohbauer recomeçava a vida em um país totalmente desconhecido, aos 34 anos de idade Objetivos específicos Com esse projeto, a proposta é realizar duas atividades de lançamentos, em locais ainda a serem escolhidos, após a aprovação, com a realização de Rodas de Conversa, com os autores do livro. O objetivo específico, é fazer uma distribuição gratuita para as universidades, centros culturais e museus . 100 livros para os patrocinadores; 300 livros para universidades de todo o país que tem como especificidade a arquitetura e design; 300 livros para centros culturais e museus de todo o país que tem como especificidade a arquitetura e design; 100 livros para as principais bibliotecas do país 40 livros para os autores; 60 livros para a família de Philipp Lohbauer 40 livros para a editora 60 livros para divulgação

Justificativa

Aqui é um dos melhores caminhos para trazer à tona a memória de um importante arquiteto que deixou sua marca em muitas cidades brasileiras e no exterior. Trata-se do resultado de uma pesquisa,com dados científicos e de confirmação da existência e potência do trabalho desenvolvido pelo arquiteto Philipp Lohbauer. Muitos edifícios e projetos do arquiteto estão em arquivos da FAU e com demonstração de construções em cidades do norte e oeste do Paraná e São Paulo. Philipp nasceu em 09/07/1906, em Nuremberg, Bavaria, Alemanha e entre 1927 e 1930, chegou ao Brasil, já "trazia na bagagem, além da sólida formação técnica, alguma experiência profissional como arquiteto em órgãos públicos de Munique, onde estagiou no Ministério de Correios e ganhou o 3º Prêmio no concurso de projetos para a Biblioteca Estadual de Frankfurt. Também atuou como docente, ministrando aulas como professor assistente entre 1932 e 1933, na Cátedra de Técnica das Construções, na mesma escola onde se formou. Muito possivelmente devido à rede que se formou entre cidadãos de seu país expatriados em São Paulo, Lohbauer encontrou seu primeiro emprego no Brasil na empresa construtora Gruen & Bilfinger Ltda., empresa de origem alemã que tinha escritório na capital paulista. Posteriormente, trabalhou como projetista para algumas construtoras, entre elas, a Companhia Construtora Nacional (CCN) e a Empresa de Construções Brasil (ECB). Atuando pela ECB, Lohbauer projetou um relevante conjunto de obras no norte do Paraná, mais especificamente na zona pioneira de colonização agrícola, onde seus projetos coincidem com a construção e modernização daquelas cidades. Em Londrina desenhou o primeiro edifício vertical da cidade, o ECB _ Santo Antônio (1949-1950), o fórum da cidade (1947) e as torres da Igreja Matriz (1949), entre outras obras e projetos não executados. Além de Londrina, elaborou projetos para diversos programas em Curitiba, Maringá, Marialva, Mandaguari, Rolândia, Assaí, Cafelândia e Apucarana. A atuação em construtoras, mais que uma preferência, deveu-se a uma contingência: Lohbauer só conseguiu sua naturalização como brasileiro em 1947 e no ano seguinte obteve o registro profissional junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA). O fato de não ter habilitação profissional reconhecida no Brasil é um dos complicadores do reconhecimento de autoria de muitos de seus projetos, que apenas recentemente pesquisas como esta têm procurado atribuir a partir da documentação encontrada em diferentes acervos. Na década de 1950, associou-se à Construtora & Comercial Dácio de Morais, centrando seu campo de atuação em São Paulo. Neste período projetou o Othon Palace Hotel, sua primeira obra de vulto na capital, além de uma outra torre corporativa na cabeceira do viaduto Santa Ifigênia, o edifício Fernão Dias (1952-1955)." Ao longo de sua carreira, projetou obras para os mais diversos programas e escalas, de espaços públicos ao design mobiliário, de acordo com a formação na Alemanha e sua alegada filiação ao Deutscher Werkbund. No mesmo sentido, surpreende a variação estilística observada entre seus projetos, nos quais as referências são manejadas com liberdade e não obedecem a fases sucessivas. Era um arquiteto capaz de projetar, ao mesmo tempo, torres neogóticas e edifícios verticais que evocam o racionalismo ítalo-germânico no Paraná dos anos 1940; nos anos 1950, essa mesma filiação decò, que caracteriza obras como o Othon Palace, convive com referências ao modernismo da chamada Escola Carioca nas edificações da Refinaria e Petroquímica União, em Capuava, Mauá (1956-1957); no urbanismo, lançou mão do esquema radio-concêntrico que viu o prefeito Prestes Maia implantar em São Paulo logo após sua chegada na cidade, para idealizar o Plano Regulador da cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra, entregue em 1960 como contratado pela empresa italiana Techint. Sobreposição estilística e temporal que aparece claramente em sua produção residencial do início ao fim de sua carreira, na qual muitas casas apresentam aspectos de construções vernaculares alemãs, enquanto outras possuem elementos neocoloniais, e algumas poucas seguem o receituário da modernidade do estilo internacional. Sua trajetória revela um arquiteto pragmático, pouco afeito a posições ideológicas ou preconceitos estilísticos, cuja competência projetual esteve sempre à disposição do que compreendia ser mais um ofício do que um exercício individual de expressão artística. Seus projetos, que constituem marcos importantes na paisagem de cidades como São Paulo e Londrina, e até mesmo definem a estruturação urbana de cidades inteiras como a boliviana Santa Cruz de la Sierra, merecem ser conhecidos e difundidos. Para preencher essa lacuna historiográfica da arquitetura moderna brasileira, apresentamos o projeto do livro sobre sua obra." afirma o Prof Dr. Ivo Giroto. Em 09 de maio de 1978, aos 71 anos, Philipp Lohbauer faleceu na cidade em que escolheu para formar família e desenvolver seu projeto profissional.

Especificação técnica

Livro Formato: Fechado: 22,5 x 30,5 Aberto: 45,0 x 30,5 Miolo costurado com 256 páginas, Impresso 4X4 em papel eurobulk 135 g Capa dura revestida em masterblank linho ld, 135g, Guarda em Color Plus 180 gs Tiragem: 1.000 Audiobook , em formato de audio e tradução para o ingles.

Acessibilidade

A proposta de acessibilidade deste projeto, está na produção de um audiolivro, para atender as necessidade de pessoas com deficiência visual. Essa produção será colocada em bibliotecas online e bibliotecas físicas que tenham espaços com acesso aberto e gratuito a todos. Nos dois lançamentos propostos, serão contratador tradudores de libras, para atender as pessoas con deficiencia auditiva. Os locais, para os eventos de lançamentos que sempre contarão com uma conversa do professor pesquisador, serão dadas prioridades aos locais com acessibilidade

Democratização do acesso

A nível de democratização, já por ser um livro se torna um projeto democrático. Além da proposta de uma distribuição para bibliotecas de faculdades de arquitetura, centros culturais e museus. O audiolivro, que também tem a proposta de ser gratuito, também ampliará em muito o acesso de um público diversificado.

Ficha técnica

Poponente ARS: Gerência executiva - Maria Cristina Ayres de Oliveira Delanhesi- CPF – 08182952875, RG 196819635 Produtora cultural. Experiência na formatação de projetos culturais e produção executiva de maneira independente ou em parceria com poder público. Faz captação de recursos para projetos culturais e organização de exposição e venda de obras de arte. Experiência na produção de concertos de música clássica e balé contemporâneo. Desde 1998 – Atua como art dealer e produtora cultural. Foi uma das pessoas que criou e coordenou na cidade de Sorocaba o “Projeto Art’É” no período de 2000 a 2004. Produziu durante dois anos, entre 2005 e 2006 uma série de Concertos Internacionais nas cidades de Sorocaba e Campinas. Trabalha na organização de exposições com artistas plásticos renomados como Caciporé Torres, Cláudio Tozzi, Antonio Henrique Amaral, Antonio Peticov, Carla Amaral, Pedro Lopes, Lucía Castanho, entre outros. Trabalhou na produção de espetáculos de dança contemporânea com grandes cias como Cisne Negro e Cia de Dança Deborah Colker, em inúmeras cidades do interior tais como; Sorocaba, Campinas, Votorantim, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Santos e Franca. Tem grande experiência na organização de palestras, seminários e oficinas culturais. É sócia fundadora da AECA - Associação de Educação Cultura e Arte, uma OSCIP que administra o MACS- Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba. Diretora e proprietária da Dan Galeria Interior e da Ars Intermediação de Negócios Ltda. Autor e coordenador editorial - Prof.Dr. Ivo Giroto, CPF: 286.137.628.75 e RG:345.130.534 Professor do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU USP. Pós-doutor pela FAU USP/FAPESP (2017/2020), e Mestre (2008) e Doutor em Teoria e História da Arquitetura (2014) pela Universidad Politécnica de Cataluña - ETSAB UPC, em Barcelona. Pesquisador do Observatório de Arquitectura Latinoamericana Contemporánea - ODALC, e do grupo Arquitetura e Cidade Moderna e Contemporânea da FAU USP. É autor do livro Teoria Crítica da Arquitetura (2014) e de diversos artigos que tratam da arquitetura moderna e contemporânea no Brasil e na América Latina, entre os quais Cidades dos anéis. Cruzamentos entre o plano de Avenidas para São Paulo e o Plano Techint para Santa Cruz de la Sierra (2021), que trata do projeto urbanístico de Philipp Lohbauer para a cidade boliviana. Coordenadora de projeto - Madri Comunicação - CNPJ :05.799.877/0001-08 A Madri Comunicação, Assessoria Ltda/Editora TCM Comunicação, foi fundada em janeiro de 2002 na cidade de Sorocaba, com o objetivo de desenvolver projetos culturais. Atua com a produção de peças teatrais, dança, exposições, edição de livros e também na produção, elaboração, coordenação e gerenciamento de verbas de projetos culturais para as leis de incentivo. Desde 2011, atua como coordenadora de Projetos no MACS- Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba. Marta Lima Dias da Silva, CPF 058.020.308-52 é jornalista, arte educadora e diretora proprietária da Madri Comunicação, Assessoria Ltda/Editora TCM Comunicação e uma das sócia da NucleoTCM e Marketing, na cidade de Sorocaba, São Paulo.Na área de elaboração, produção e coordenação e como proponente a empresa atuou em vários projetos com artistas e também com o museu. Em 2221, elaborou e aprovou o projeto “Laura Mattos” na Lei Aldir Blanc, com a realização de uma exposição no MAC Sorocaba. Em 2022, elaborou, produziu e coordenou o projeto “Blind Wiki Brasil”, no Proac Direto que aconteceu na cidade de São Paulo, resultado do trabalho do artista espanhol Antoni Abadi. Nesse mesmo ano elaborou e produziu o projeto “Implantação da Biblioteca do MACS” no Proac Edital. Em 2023, também elaborou e produziu o projeto “Cores do Interior” da artista Renata Egreja que contou com exposições nas cidades de Itu, no Fama e Ribeirão Preto no Marp, com apoio do Proac ICMS. Nesse mesmo ano, elaborou, produziu e coordenou os projetos “Salvaguarda do Acervo do MACS” e “Implantação do AVCB e Segurança do MACS”, ambos via Proac Edital, aprovados e em execução.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.