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PRONAC 247272Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Disse(mina): vozes femininas do SLAM

ULI PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 199,1 mil
Aprovado
R$ 199,1 mil
Captado
R$ 67,50
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Slam de poesia
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Guarapari
Início
2025-07-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (4)
Anchieta Espírito SantoGuarapari Espírito SantoVila Velha Espírito SantoVitória Espírito Santo

Resumo

O Disse(mina): vozes femininas do SLAM visa trazer discussões latentes da realidade de jovens e mulheres (cis,trans,não binárias, LGBTQIAPN+, etc.), por meio de apresentações e oficinas de escrita criativa mediada pela poética SLAM, como forma de ampliação de acesso. As mencionadas ações serão realizadas em escolas públicas estaduais no estado do Espírito Santo. Tal proposta culminará em uma batalha interescolar, com direito à premiação à vencedora, fomentando assim o intercâmbio cultural entre outras comunidades femininas que se conectam por meio da arte.

Sinopse

O projeto Disse(mina): vozes femininas do SLAM visa trazer tais discussões latentes da realidade de jovens e mulheres (cis,trans,não binárias, LGBTQIAPN+, etc.), por meio de apresentações e oficinas de escrita criativa através da linguagem do SLAM, que serão realizadas em escolas públicas estaduais no estado do Espírito Santo. Tal proposta culminará em uma batalha interescolar, com direito à premiação a vencedora, fomentando assim o intercâmbio cultural entre outras comunidades femininas que se conectam por meio da arte, com o intuito de atingir por volta de 2.000 pessoas durante todo o projeto.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a vivência da poética do slam, conduzida por mulheres, nas escolas públicas estaduais do Espírito Santo, criando espaços culturalmente aproveitáveis e incentivando a integração e inclusão entre jovens, professoras, docentes e demais membros da comunidade por meio de batalhas e oficinas de slam. Objetivos específicos: Produto: Curso/Oficina/Estágio; SLAM/SARAU; Contrapartidas Sociais · Organizar seis (6) batalhas de divulgação do projeto, no período de um mês, lideradas pelas oficineiras slamers e a coordenadora de oficinas, nas escolas públicas contempladas pelo projeto. Almeja-se atingir em tais ações, em média 300 pessoas por escola, totalizando 1800 beneficiários; · Promover oficinas de escrita criativa em 6 escolas públicas, durante três meses, com duração de 4h cada, distribuídas em três e/ou quatro cidades a serem definidas do Espírito Santo, pautada na poética slam e liderada por mulheres, para até 30 jovens em cada instituição de ensino; totalizando o alcance das oficinas em até 180 jovens de forma direta; · Realizar, na culminância de cada oficina ministrada, uma batalha de slam para a comunidade escolar, como maneira de mostrar os resultados atingidos e valorização das produções, sendo assim, eleger uma aluna vencedora de cada escola, para participar na batalha interescolar. Neste momento, estima-se, mais uma vez, atingir em média, 300 pessoas por escola; · Organizar uma batalha interescolar de slam, em uma comunidade cultural ou mesmo em uma unidade escolar que tenha estrutura adequada a ser definida, com premiações para as vencedoras, promovendo o intercâmbio cultural entre comunidades femininas conectadas pela arte; · Promover a poesia slam com foco no empoderamento feminino e na diversidade, criando um espaço inclusivo para vozes marginalizadas; · Garantir acessibilidade em todas as ações públicas do projeto com a presença de uma intérprete de Libras; · Utilizar a poética do slam como ferramenta de empoderamento individual e organização política coletiva, promovendo a visibilidade de pautas sociais como igualdade de gênero, questões negras, indígenas, LGBTQI+, feministas, pessoas com deficiência, entre outras; · Contribuir para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 5 da ONU, estimulando a igualdade de gênero através da arte; · Criar oportunidades para que mulheres e jovens possam superar barreiras pessoais, como timidez e falta de espaço, para expressar suas poesias autorais em um ambiente acolhedor e inclusivo; além de promover a melhora do aprendizagem e da proficiência; B) Projeto inteiramente gratuito, dispensado de ação de CONTRAPARTIDA SOCIAL conforme art. 30 da IN nº 01/2023.

Justificativa

Durante muito tempo, e talvez ainda até hoje, entende-se a poesia como algo elitizado, limitado aos círculos acadêmicos, porém, aquilo que aqui chamamos de literatura periférica ou marginal ou qualquer outro nome que é dado para essa poesia produzida nas favelas e periferias das cidades brasileiras, tem mostrado uma outra cara para a poesia escrita e falada, segundo o Igor Xavier Gomes (2019), no site https://profseducacao.com.br/artigos/o-que-e-slam-poesia-educacao-e-protesto/ O projeto Disse(mina): vozes femininas do SLAM visa trazer tais discussões latentes da realidade de jovens e mulheres (cis,trans,não binárias, LGBTQIAPN+, etc.), por meio de apresentações e oficinas de escrita criativa através da linguagem do SLAM, que serão realizadas em escolas públicas estaduais no estado do Espírito Santo. Tal proposta culminará em uma batalha interescolar, com direito à premiação à vencedora, fomentando assim o intercâmbio cultural entre outras comunidades femininas que se conectam por meio da arte. Essa vertente da cultura urbana alcançou um impacto na vida de inúmeras pessoas que a pratica em suas comunidades. Assim, o slam é uma competição de poesia falada criada nos Estados Unidos por Marc Smith nos anos de 1982, e trazido para o Brasil em 2008 por Roberta Estrela D’Alva. Essa ferramenta, além de ser uma impulsionadora de empoderamento individual, de superação de barreiras como a timidez ou mesmo a falta de espaço para expor sua poesia de cunho autoral, é também uma ferramenta de organização política coletiva. O movimento é hoje um forte aliado das causas sociais, um grande propulsor de visibilidade para as pautas negras, indígenas, LGBTQI+, feministas, pessoas com deficiência, anticapitalista, ambiental, etc, reforça Xavier Gomes (2019). No entanto, essa prática é dominada e mais conhecida nas vozes de figuras masculinas, limitando o espaço para as vozes femininas se expressarem com sua devida importância e representatividade. A escolha do ambiente escolar para realização do projeto, deve-se à estimular a igualdade de gênero, um dos Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 5 da Organização das Nações Unidas (ONU) _ compromisso já assinado pelo Brasil. É sabido que as instituições de educação precisam atender tal demanda e que muitas vezes, a maneira mais eficaz e democrática é por meio da arte. Portanto, o Slam é um espaço livre para se falar do que quiser: dor, amor, natureza, família; esses temas relacionados à sociedade são muito recorrentes nas poesias: o próprio surgimento de Slams voltados para um público específico é uma prova da capacidade de organização coletiva em torno da palavra, consistentemente relevante para se cadidatar às leis de incentivo. A partir desse apanhado, o projeto se justifica nos seguintes critérios: Art.1 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art 3 I b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Alguns processos da presente ação serão efetivamente decididos juntamente às escolas que receberão o projeto.

Especificação técnica

Divulgação e apresentação da poética SLAM (Primeira ação): a primeira ação será realizada nas escolas públicas de ensino médio contempladas, em um espaço comum, que comporte os docentes em sua maioria (quadra, anfiteatro etc.), com a duração de 1h. Para tal momento, serão necessários dois microfones e 1 caixa de som; Inscrição e realização das oficinas: após a primeira etapa de divulgação, serão disponibilizadas via formulário on-line, as inscrições para as oficinas de Poesia e Performance Slam, que terá a duração de 4h por escola, dividida em 2 encontros. Cada oficina comportará até 30 jovens a partir dos 14 anos. A oficina visa capacitar as alunas no uso da poesia slam como forma de expressão artística e crítica social. Através de atividades práticas e teóricas, as participantes aprenderão sobre a história do slam, técnicas de escrita e performance, e a importância da poesia como ferramenta de transformação social. Como Cunho final, a criação de um slam em cada escola com um interescolar apenas voltado a mulheres (cis,trans,não binárias, LGBTQIAPN+, etc.). Culminância das oficinas: Realizar, na culminância de cada oficina ministrada, uma batalha de slam para a comunidade escolar, como maneira de mostrar os resultados atingidos e valorização das produções, sendo assim, eleger uma aluna vencedora de cada escola, para participar na batalha interescolar. Neste momento, estima-se, mais uma vez, atingir em média, 300 pessoas por escola; Encerramento e Premiação: Organizar uma batalha interescolar de slam, em uma comunidade cultural ou em uma escola a definir e com a presença de uma convidada especial que possa representar a cultura SLAM (a definir), com premiações (a definir) para as vencedoras, promovendo o intercâmbio cultural entre comunidades femininas conectadas pela arte. Esse espeço contará com 4 microfones e caixa amplificada.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA (apresentação e oficinas de perfomances poética SLAM): o proponente se responsabiliza por realizar as ações somente em instituições que contenham, necessariamente, estrutura acessível para todos os tipos de público, em especial para os espectadores com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida. Planilha: Não há rubrica específica na planilha pois trata-se de estrutura físicas das escolas a serem selecionadas que disponham da medida de acessibilidade. Acessibilidade de CONTEÚDO: há previsão de despesa para intérprete de Libras (Deficientes Auditivos) que realizará o acompanhamento do público surdo durante as perfomances e ministração de oficinas. Acessibilidade para Pessoas que apresentam Espectros, Síndromes ou Doenças que gerem Limitações aos conteúdos: Haverá espaço demarcado para que as pessoas com síndromes especiais posam participar com seu assistente pessoal. A equipe de produção atenderá solicitações especiais como volume de som e outras que sejam necessárias para atender esse público. Planilha: Não há rubrica especial para atender essa acessibilidade, uma vez que as medidas propostas podem ser feitas pelos profissionais a serem contratados em conjunto e sob orientação das escolas que receberão as apresentações. Como nosso projeto é concebido para apresentação em escolas públicas, ao fazermos os agendamentos, teremos a informação sobre a necessidade de acessibilidade de conteúdo para cada uma delas, podendo dimensionar a quantidade de itens necessários.

Democratização do acesso

Apresentação de perfomances e oficinas de poética SLAM; Produto Cultural Principal: Curso/Oficina/Estágio/Slam/Sarau; Contrapartidas Sociais/literária: O projeto é inteiramente gratuito atendendo aos itens do art. 27 da IN 01/2023 uma vez que será realizado em escolas das cidades propostas; 100% da carga disponível nas apresentações e oficinas serão destinadas a alunos (as), docentes e comunidade das escolas públicas estaduais das cidades propostas. NÃO HAVERÁ COMERCIALIZAÇÃO DE INGRESSOS SENDO O PROJETO INTEIRAMENTE GRATUITO. Classificação Livre.

Ficha técnica

Ulisses Moraes Nogueira (O Proponente realizará a gestão técnico-administrativa do projeto e o respectivo processo decisório, bem como funções administrativas e de coordenação geral/produção cultural) É um artista de múltiplos conhecimentos, com rica passagem em Cias, grupos e circos brasileiros e pela ENC (Escola Nacional deCirco). Ator, diretor, bailarino, coreógrafo e circense, com mais de 25 anos de profissão, tem em sua trajetória residência emvários Estados brasileiros e Paris/França. Como bailarino, dançou nas companhias Ballet Estagium-SP e Cia Deborah Colker- RJ.Como circense, realizou trabalhos como acrobata aéreo e palhaço nos circos Orlando Orfei e Marcos Frota e na área teatral,atuou em trabalhos do grupo XPTO-SP, República Cênica e Teatral Grupo de Risco-MS. Além disso, foi fundador do Circo EscolaPantanal em Campo Grande-MS, posteriormente o Cep Circo na Paraíba; co-idealizador e professor da escola de Circo DijalmaBuranhém-PB. Como diretor, concebeu o espetáculo “Estações” (Palco Giratório Sesc- PB) e também as peças: “O Céu e Inferno de lampião”, “Primeiros Passos”, “Os Nada-Dores” e “Mix: um espetáculo de circo, teatro e dança”. Como idealizador ecoordenador cultural, promoveu o Projeto Mosaico em São Vicente Férrer/PE, foi um dos realizadores do Festival (Palhaçada)que hoje se tornou o internacional “Pantalhaços”. Atua como produtor executivo de festivais e mostras, também como projetos voltados para arte como ferramenta educacional. Atualmente égestor e coordenador artístico do Projeto Sociocultural “Xapuri”, aprovado pela LICC (Lei de Incentivo Cultural Capixaba), na cidade de Guarapari – ES onde também produziu e dirigiu o documentário “Congo”, além de oferecer outras atividades deserviços culturais com a Uli Produções artísticas. Em 2024, foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo, pelo projeto audiovisual "No final da rua". Ana Claudia Pinheiro Dias (assistente de produção cultural/administrativo) Graduada no curso de Letras (Português/Inglês) pela UFMS. Mestrado em Estudo da Linguagem pela mesma universidade, e doutorada na área de literatura e artes pela UFRN e Université CErgy-Pontoise (França). Ministrou aulas na UFRPE, IFES-GUARAPARI e atualmente leciona nas escolas públicas do Espírito Santo (Guarapari). Possui experiência na área teatral como atriz e na área circense. Escreve projetos culturais, além de atuar como assistente de produção. Júlia David Lira (coordenadora de oficinas/slamer/diretora artística) Poeta, escritora, militante e articuladora social. Estuda biblioteconomia na UFES e cursa Educação social na Uniasselvi. É vencedora do Slam Godô em 2018; organizadora do Slam da Vila e Slam Quimera. Autora de fanzines como “Poemas de uma frustrada” e “Preta, e só”, Julia é diretora do fórum de Juventude Negra do ES (FEJUNES) núcleo Vila Velha.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.