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O projeto "Batidas do Mundo - Festival de Ritmos" propõe uma programação totalmente gratuita dedicada à música instrumental percussiva, com apresentações musicais e atividades formativas (masterclasses) distribuídas em 2 (dois) dias. O Festival tem como objetivo democratizar o acesso aos espaços culturais, celebrando os instrumentos e as modalidades percussivas como marcas identitárias dos povos, reconhecendo a ancestralidade e valorizando a diversidade cultural através da música.
Trata-se de um Festival de Música Instrumental Percussiva que visa dois dias de apresentações musicais com 2 (duas) atrações locais e 2 (duas) atrações nacionais, além de atividades formativas com 2 (duas) masterclasses.
Objetivo geral: O Festival tem como objetivo geral a realização de uma programação inteiramente gratuita de shows/apresentações musicais e atividades formativas (masterclass) dedicada à difusão da música instrumental percussiva, no seu diálogo com a regionalidade, e à democratização do acesso à atividades culturais. Objetivo específico: 1. Produto Apresentações musicais/música instrumental - promover 2 (duas) apresentações com músicos/grupos locais percussivos; e 2 (duas) apresentações com músicos/grupos percussivos nacionais. 2. Produto Oficinas/Workshop/Seminário - promover 2 (duas) masterclasses em música instrumental percussiva.
Ao falarmos da música instrumental percussiva no Brasil há que se destacar a sua relação com as regionalidades. No Espírito Santo, especialmente, esta interação entre a expressão musical e o território se dá sobretudo a partir de culturas dos tambores como do Congo, das Escolas de Samba, do Boi Pintadinho, da Folia de Reis, do Ticumbi e do Caxambu, tendo como marca a conexão entre o tradicional, popular, o clássico e o contemporâneo a partir, inclusive, da feitura, recriação e execução de instrumentos. O projeto Batidas do Mundo se dedica à celebração de tudo isto, assumindo o "tambor" que como um instrumento percussivo ancestral se tornou uma espécie de coração que "batendo" em ritmos variados traduz a emoção desse corpo ao longo da história da música. Parte do entendimento de que tanto os artistas desta seara, quanto o público interessado, carecem de iniciativas que estejam dedicadas à celebração da música instrumental percussiva. Na história da música - que conta também capítulos importantes da história da humanidade - a percussão tem seu lugar primeiro e sublime nos movimentos dos corpos da natureza, incluindo o humano, e todas as sonoridades que podem partir ou dele ganhar os gestos iniciais. De tal maneira que uma programação voltada a este tema: a música percussiva instrumental focada em culturas de tambores e similares, pode, pela arte, propiciar um reencontro do ser humano com a natureza e com o meio do qual faz parte; e por ser universal, romper as barreiras e nos unir. A percussão e seus modos enraizados nos ritos e ritmos que atravessam os tempos e lugares, e que são, sempre, uma reelaboração de fazeres antigos de diferentes culturas e, assim, batidas de todo um mundo que serão celebrados em uma programação inclusiva, diversa, durante 2 (dois) dias de programação. O festival pretende ser um espaço de fomento à cultura trazendo artistas locais; de democratização, com uma programação gratuita e que dá protagonismo a expressões artísticas muitas vezes marginalizadas dos grandes circuitos; e de formação, ao promover o intercâmbio de saberes tanto em seu conceito quanto em atividades como as masterclass. Somado a isso, o festival é planejado para ser executado no mês de novembro que possui datas celebrativas e de grande reflexão, relacionadas à música e à ancestralidade ligada ao "tambor" como o dia da cultura e da ciência (5), dia da umbanda (15), dia do combate ao racismo (18), dia da consciência negra (20) e dia do músico (22). Por todo o exposto, entendemos que o projeto se conecta com os seguintes dipositivos legais ordenadores das políticas públicas de cultura: No Art. 1°, 1) Ao se realizar enquanto atividade gratuita e integrando artistas locais e regionais: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; 2) Ao celebrar a música instrumental percussiva e suas raízes na cultura brasileira a partir da cultura dos tambores:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; 3) Ao oferecer uma programação não-hegemônica de música instrumental percussiva, descentralizada dos circuitos musicais:VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Iniciativas que também estão em diálogo com os seguintes incisos do Art.3º da lei supra: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Obs. 1) Os trechos das passagens aéreas não foram adicionados em deslocamento pois a programação será fechada na etapa de pré-produção. Estipula-se um valor base que pode custear trechos das diferentes regiões do Brasil, de acordo com as atrações definidas.
O Batidas do Mundo - Festival de Ritmos acontecerá de forma presencial e num espaço importante para a cultura capixaba como o Teatro da Universidade Federal do Espírito Santo. O evento será inteiramente gratuito, com retirada de ingresso 1h antes da execução, com a garantia das devidas acessibilidades e aberto para o público em geral. As masterclass, atividades de democratização do acesso e de caráter formativo, terão duração máximo de 2 (duas) horas cada, e serão conduzidas por artista profissional atuante com currículo e experiência nos eixos temáticos mobilizados.
Produto > Apresentação Musical Acessibilidade física Reserva de 2% dos assentos para pessoas com deficiência física, idosos e ou com mobilidade reduzida em locais de boa visibilidade e de fácil acesso;Reserva de mais 2 assentos por show para pessoas em cadeira de rodas (conforme mapa do Teatro fornecido pela UFES);Reserva de 5 assentos por show para pessoas com obesidade;O teatro conta com elevador para pessoas em cadeira de rodas e rampas para acessos aos espaços do teatro. Acessibilidade comunicacional e de conteúdo Intérprete de libras em todas as apresentações musicais;Intérprete de libras nas sessões de masterclasses; Item orçamentário: 23 > Intérprete de Libras
O acesso a todas as atividades de programação é inteiramente gratuito, de modo que a presente proposta se enquadra no Art. 27 da IN Nº 11 de 2024, MinC. A gratuidade do acesso a realizações culturais é a principal democratização do acesso. Além disso, contemplar-se-á o seguinte inciso do Art. 30, com a realização de masterclass com artista profissional em música percussiva: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
1) Tania Silva - Dir. Geral e Dir. Produção Tania Silva, diretora geral e de produção desde 1985, fundou a Caju Produções em 2001. Produziu projetos em música, audiovisual, artes, com temas ambientais e culturais. Destacam-se Seis e Meia, Prêmio da Música Brasileira, Festival do Rio. Desde 2015, lidera o Festival Cine.Ema e Festival Manhágua. 2) Vinicius Rodrigues - Dir. Administrativa Profissional com mais de 5 anos de experiência em gestão de equipes no setor de tecnologia, formado em Gestão de TI pela Estácio de Sá. Atua na Caju Produções há quase 3 anos, gerenciando demandas administrativas e financeiras, além de buscar inovações e gerenciar processos criativos. 3) Fernanda Bellumat - Prod. Executiva Artista plástica há 14 anos, formada em Arquitetura e Urbanismo desde 2020 e Gestora Pública com 8 anos de experiência na área cultural e artística pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória (ES), coordenando projetos de intervenção urbana e eventos culturais como Virada Cultural e Carnaval de Rua. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. No Cine.Ema é responsável por responsável por planejar, organizar e realizar toda a comunicação com os realizadores da mostra e dos bate-papos. No Cine.Ema tem como função a coordenação e a produção executiva do planejamento, do acompanhamento das demandas, do cronograma das etapas de produção. 4) Julia Sodré - Produção Júlia Cabral Abreu Sodré é graduada em Turismo/2003 - Universidade de Vila Velha - ES; Pós- Graduada em Gestão Cultural/2021 - Universidade Cândido Mendes - RJ. É especialista em Leis de Incentivo à Cultura e foi Gerente de Produção e Difusão Cultural da Prefeitura de Vitória. Criou sua empresa: Júlia Sodré – Gestão de Projetos Musicais. A empresa cria e enquadra projetos em editais culturais e leis de incentivo à cultura e também, planeja e executa projetos musicais nas áreas de Jazz, Blues & Choro. Desde agosto de 2013 é Coordenadora do projeto social Vale Música ES. É também idealizadora, curadora e diretora geral do Manguinhos Jazz & Blues Festival, Vila Velha Jazz & Blues Festival, Cidade do Blues, Música no Parque e Circuito do Choro. 5) Ricardo Aiolfi - Coord de Comunicação Jornalista e Me. em Comunicação pela Ufes. Trabalhou na Sec. de Cultura de Vitória. Coordena comunicação de projetos culturais, incluindo os Festivais Cine.Ema e Manhágua desde 2021. 6) Matheus Moretti - Coord. Projeto Realizador cultural desde 2015, atua em projetos de cultura popular, memória e patrimônio. É historiador; na Caju coordena as oficinas (2021-2024) e se dedica à elaboração de projetos. 7) Júlia Silva - Ass. Produção Com quase 20 anos de experiência na produção de eventos, Júlia atua na assistência de produção e na produção de atividades escolares do Festival Cine.Ema. Trabalhou em diversos projetos como Prêmio da Música Brasileira, Cine-Ema, e outros eventos culturais e promocionais. 8) Curador Marcos Suzano, nascido em 1963 no Rio de Janeiro, é um renomado percussionista, famoso por sua técnica inovadora no pandeiro. Iniciou sua carreira inspirado por Jorginho do Pandeiro e integrou o grupo Aquarela Carioca. Seus álbuns, como "Salvador" e "Idioma", consolidaram sua carreira. Trabalhou com ícones como Lenine, Gilberto Gil, Djavan, Marisa Monte e Sting, além de lançar projetos solo e em parceria, como "Sambatown" e "Olho de Peixe". Diretor artístico do Festival Percpan, Suzano também ministra oficinas globalmente.
PROJETO ARQUIVADO.