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O Projeto Peabiru, liderado pelo artista paraense Eduardo Du Norte (mais informações no item "Outras Informações"), visa promover um intercâmbio cultural entre os estados do Norte do Brasil: Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. O nome "Peabiru", que significa "caminho" em Tupi, reflete a jornada de conexão entre esses estados. Eduardo realizará uma série de pesquisas e trocas imersivas com artistas locais para desenvolver músicas que refletem as tradições e culturas regionais. Esses encontros resultarão em um álbum inédito, que será disponibilizado gratuitamente nas plataformas digitais. O projeto culminará em um Festival na capital paraense, Belém, reunindo todos os artistas envolvidos e convidados especiais. Ao valorizar e preservar as diversas heranças culturais da Amazônia, o Projeto Peabiru não apenas celebra a rica tapeçaria cultural da região, mas também promove a unidade e a diversidade através da música e das artes.
"Peabiru" é um projeto cultural inovador que promove a conexão e o intercâmbio entre os estados da Região Norte do Brasil, reunindo Pará, Manaus, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. Sob a direção do artista paraense Eduardo Du Norte, o projeto visa explorar e celebrar a rica diversidade musical e cultural dessas regiões por meio de uma pesquisa imersiva e colaborativa. A obra se desdobra em dois formatos principais: um EP com seis faixas e um festival O EP é uma coletânea de músicas que sintetiza as influências e inspirações colhidas durante o intercâmbio, refletindo a fusão de ritmos, tradições e sonoridades do Norte do Brasil. O projeto culmina em um Festival na capital paraense, que reunirá todos os artistas envolvidos e outros convidados, celebrando o resultado do intercâmbio cultural e promovendo a visibilidade das produções locais. O Festival contará com Feira Criativa e Gastronômica, ações de sustentabilidade e com total acessibilidade. As faixas serão disponibilizadas gratuitamente em plataformas digitais, promovendo acesso e compartilhamento amplo da riqueza cultural do Norte. "Peabiru" não só resgata e valoriza as tradições musicais regionais, mas também fortalece os laços culturais e promove uma reflexão sobre a diversidade e a união através da música.
Objetivo Geral: O projeto Peabiru visa fomentar um intercâmbio cultural profundo e enriquecedor entre os estados da Região Norte do Brasil _ Pará, Manaus, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá _ por meio da atuação do artista paraense Eduardo Du Norte. O projeto almeja, primordialmente, celebrar e preservar a rica diversidade musical e cultural desses territórios através de uma imersão investigativa e colaborativa. Os principais objetivos incluem: - Valorização Cultural: Promover o reconhecimento e a valorização das tradições musicais locais, imergindo o artista em diversas práticas e estilos musicais regionais. Eduardo Du Norte irá colaborar diretamente com músicos e compositores locais para capturar a essência única de cada estado.- Preservação e Difusão: Documentar e preservar a herança cultural dos ritmos e sons autênticos da Região Norte. O projeto resultará na produção de um álbum, que será amplamente divulgado nas plataformas digitais, assegurando que essas expressões culturais sejam acessíveis e reconhecidas globalmente.- Integração e Colaboração: Estabelecer um intercâmbio criativo e colaborativo entre os artistas do Norte, fomentando uma rede de troca cultural e artística que transcende barreiras regionais. A culminância deste processo será um Festival ao vivo na capital paraense, reunindo todos os participantes e convidados, celebrando a integração musical e cultural da região, com feira criativa e gastronomica.- Educação e Acesso: Disponibilizar todo o material gerado gratuitamente, promovendo o acesso à cultura e ao conhecimento musical, e contribuindo para a educação e conscientização sobre as riquezas culturais da Região Norte do Brasil. Por meio destes objetivos, o projeto Peabiru pretende não apenas enriquecer o panorama cultural regional, mas também afirmar a relevância e a singularidade das tradições musicais do Norte brasileiro em um contexto mais amplo. Objetivo Especifico: - Facilitar a Intercâmbio Artístico: Estabelecer e fortalecer conexões entre Eduardo Du Norte e artistas locais desses estados, fomentando a troca de conhecimentos, técnicas e experiências que enriqueçam a criação musical colaborativa.- Desenvolver e Produzir o Conteúdo: Compor, gravar e produzir um EP com 06 (seis) faixas inéditas que reflitam a diversidade musical e cultural pesquisada. - Disponibilizar e Divulgar: Publicar o EP e o mini-documentário nas principais plataformas digitais de streaming, assegurando o acesso gratuito ao material e ampliando a visibilidade dos ritmos e tradições da Região Norte do Brasil para um público mais amplo.- Promover o Encontro Cultural: Organizar e realizar um Festival na capital paraense, que servirá como evento de culminância do projeto, reunindo todos os artistas envolvidos e celebrando a riqueza cultural da região com apresentações ao vivo que integrará os diversos estilos musicais explorados. O Festival contará com Feira Criativa de empreendedores locais e gastronomia amazônica.
O Projeto Peabiru surge como uma proposta inovadora e essencial para a revitalização e valorização das culturas amazônicas, oferecendo uma abordagem de intercâmbio cultural e integração regional. A riqueza musical dos estados do Norte do Brasil _ Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá _ será explorada de forma profunda e autêntica por meio da colaboração com o renomado artista Eduardo Du Norte. Eduardo é um artista multifacetado, com uma carreira de 16 anos, que incorpora em sua música uma diversidade de influências dos ritmos nortistas. Residente em Belém, PA e natural de Manaus, AM, ele trabalha em carreira solo e com o grupo Eduardo Du Norte & Os Tambores Encantados, explorando ritmos como Carimbó, Boi-Bumbá, Marabaixo e Tecnobrega. Com três álbuns lançados e vários singles, sua obra reflete a rica pluralidade cultural da Amazônia. Neste projeto, Eduardo du Norte será o instrumento para criar um diálogo artístico que transcende fronteiras estaduais, conectando tradições locais com novas expressões criativas. A importância deste projeto reside na sua capacidade de resgatar e preservar o patrimônio cultural da região Norte, frequentemente negligenciado pelos centros culturais tradicionais. Ao realizar um intercâmbio entre artistas locais e Eduardo Du Norte, o Peabiru promove uma valorização mútua e proporciona uma plataforma para a diversificação e ampliação das vozes regionais no cenário nacional e internacional. Além disso, o projeto irá gerar um EP inédito com seis faixas, oferecendo uma visão abrangente das influências musicais e culturais da região. A disponibilização gratuita desse material em plataformas digitais garantirá a democratização do acesso à cultura e incentivará a participação ativa do público. A realização de um Festival na capital paraense, envolvendo todos os artistas participantes e convidados, simboliza a culminação e celebração deste intercâmbio cultural. A abordagem inclusiva e acessível do projeto assegura que as expressões culturais da Amazônia não apenas sejam reconhecidas, mas também celebradas e amplamente acessíveis, promovendo um legado duradouro de apreciação e respeito pelas tradições culturais da região. Portanto, o Projeto Peabiru é mais do que uma simples produção artística _ é um compromisso com a valorização da diversidade cultural e a construção de pontes entre diferentes mundos musicais e sociais, criando um impacto positivo e duradouro para a região Norte e para a cultura brasileira como um todo.
Cantor, compositor, instrumentista natural de Manaus – AM. Com 16 anos de carreira, fez parte de diversas bandas e grupos musicais e atualmente está em trabalho solo e também com o grupo Eduardo Du Norte & Os Tambores Encantados. Tem 3 álbuns lançados, Vida de Artista (2011), Algo Mais (2016) e Canto de Rio (2023), além de diversos singles como Deixa de Leseira (2021), Negro Sol e Vai Sabiá (2022). Em 2020 da coletânea de artistas amazonenses “Nossa Música”, defendendo a canção Leilão de Abril. Recentemente fez a turnê Brasil passando pelas principais capitais do Sul, Sudeste e Norte do Brasil. Atualmente residindo em Belém-PA, desenvolveu, junto com os Tambores Encantados, um repertório todo voltado para estudos dos ritmos como Carimbó, Boi Bumbá, Marabaixo, Lundu, Brega Paraense entre outros que permeiam o Norte. Com o grupo já percorreu diversas cidades do Pará e também do Maranhão. Em 2022 lançaram o primeiro álbum dos Tambores Encantados com 5 faixas de sua própria autoria. Em fevereiro de 2023 lançou seu álbum “Canto de Rio” com participações de grandes expoentes da música nortista como Manoel Cordeiro e Luizinho do Banjo. Eduardo viveu em todos os estados citados, durante seu caminhar artístico e com essa trajetória extensa Eduardo visa linkar os estados do Norte para Conexões Musicais na Amazônia Brasileira: Pará, Manaus, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá A região amazônica do Brasil é uma tapeçaria rica e diversificada de culturas, cada uma contribuindo com seus próprios ritmos e sons para a sinfonia do país. Vamos explorar como esses estados estão conectados musicalmente, destacando as influências e características únicas que se entrelaçam para formar um panorama sonoro vibrante e singular. Pará: Berço do Carimbó e TecnobregaO Pará, especialmente sua capital Belém, é o coração pulsante de ritmos como o Carimbó e o Tecnobrega. O Carimbó é uma dança tradicional de origem indígena, com influências africanas e portuguesas, caracterizada por suas melodias cativantes e danças envolventes. O Tecnobrega, por outro lado, é um gênero moderno que mistura elementos de música eletrônica com ritmos regionais, criando um som animado e festivo que ganhou popularidade em todo o Brasil. Manaus: O Encontro do Boi-Bumbá e da Cumbia AmazônicaManaus, a capital do Amazonas, é conhecida por sua vibrante cena musical, onde o Boi-Bumbá ocupa um lugar especial. Este ritmo, que ganha destaque durante o Festival de Parintins, celebra a cultura e as tradições locais com competições entre os bois Garantido e Caprichoso. Além disso, a Cumbia Amazônica, um gênero que combina a cumbia tradicional colombiana com influências locais, tem um som envolvente que ressoa profundamente na cultura musical de Manaus. Acre: Tradições do Seringal e MarujadaNo Acre, a música reflete as histórias e lutas dos seringueiros, com canções que contam as dificuldades e as belezas da vida na floresta. A Marujada, uma dança folclórica que celebra as tradições marítimas, também é presente na região, trazendo uma conexão cultural única com o resto da Amazônia. Rondônia: Calypso e ForróRondônia, com sua diversidade de influências culturais, é um ponto de encontro para vários estilos musicais. O Calypso, um ritmo que combina influências caribenhas com sons amazônicos, é popular na região, assim como o Forró, um gênero musical nordestino que encontrou um lar caloroso em Rondônia. A fusão dessas influências cria uma paisagem musical rica e variada. Roraima: Ritmos Indígenas e CaribenhosRoraima, localizada na fronteira norte do Brasil, é profundamente influenciada pelos ritmos indígenas e caribenhos. A música indígena, com seus cantos e instrumentos tradicionais, é uma parte vital da cultura local. Além disso, a proximidade com a Guiana e o Caribe introduziu ritmos como o Reggae e o Calypso na cena musical de Roraima, criando uma mistura única de sons. Amapá: Marabaixo e BatuqueO Amapá é o lar de ritmos tradicionais como o Marabaixo e o Batuque, que têm raízes profundas na cultura afro-brasileira. O Marabaixo é uma manifestação cultural que celebra a herança africana através de tambores e danças, enquanto o Batuque é um ritmo festivo que também destaca a rica herança africana da região. Esses ritmos são essenciais para a identidade cultural do Amapá e conectam o estado com o restante da Amazônia. Conexão Musical: A Trilha Sonora da AmazôniaEsses estados amazônicos, embora distintos em suas identidades culturais, compartilham uma profunda conexão através de sua música. Os ritmos e sons de cada região refletem a diversidade e a riqueza cultural da Amazônia, criando uma tapeçaria musical que une o Pará, Manaus, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. Essa sinfonia amazônica é um testemunho da resiliência, criatividade e diversidade do povo brasileiro, celebrando suas tradições e ao mesmo tempo abraçando a modernidade. Assim, a música na Amazônia não apenas diverte, mas também conta histórias, preserva culturas e conecta comunidades através de suas melodias e ritmos únicos. Ao explorar esses sons, podemos entender melhor a complexa e bela tapeçaria que é a cultura amazônica.
- EP com 06 faixas (parceria com artistas dos 06 estados do Norte) - Festival em Belém (06 artistas participantes do EP e artistas locais)Duração: 06h de evento - Bate-Papo: ComposiçãoDuração: 1h - Oficina de MúsicaDuração: 1h
Legendas e Tradução:- Mini-Doc e Vídeos: legendas em linguagem de libras, para garantir que pessoas com deficiência auditiva e não falantes de português possam entender o conteúdo. Descrição de Áudio: - Mini-Doc e Vídeos: Descrição de áudio para pessoas com deficiência visual. Isso ajuda a descrever visões e contextos que não são visíveis apenas com o áudio. Espaços Físicos e Eventos:- Festival: O local dos shows será acessível, com rampas, assentos reservados, área PCD e intérprete de Libras e audiodescrição durante o evento. Implementando essas estratégias, o projeto "Peabiru" pode oferecer uma experiência inclusiva e acessível a um público diversificado, refletindo o compromisso com a diversidade e a inclusão cultural.
Disponibilização Gratuita nas Plataformas Digitais: -EP com 06 Faixas: O álbum será lançado em plataformas de streaming como Spotify, Apple Music e Deezer, permitindo acesso gratuito ou de baixo custo às músicas para o público em geral. - Festival: O evento será realizado na capital paraense e contará com a participação de todos os artistas envolvidos no projeto. Outras Medidas de Ampliação de Acesso - Oficina de Música:Duração: 1hDescrição: Essas oficinas proporcionarão aos participantes a oportunidade de aprender sobre as técnicas musicais regionais e colaborar na criação de novas composições. - Bate-Papo: Composição:Duração: 1hDescrição: Sessões de bate-papo com o artista e outros músicos sobre o processo de composição e os desafios da integração de diferentes tradições musicais. Estes encontros serão realizados em formato presencial.
Joelle Mesquita – Coordenadora Geral Formada em Marketing na faculdade Estácio. Atuante na área cultural a 11 anos, fez produção de artistas como Gang do Eletro durante as Olimpíadas de 2017, e durante 4 anos fez a produção direta da artista Dona Onete acompanhando-a em apresentações dentro e fora do Brasil. Além de ter produzido festivais como Conexão, MANA, FAM, Festival Ambienta, Festival Lambateria, Festival Se Rasgum entre outros. Fez agenciamento da artista Aila durante 1 ano, das bandas Móbile Lunar, Júlia Passos e Iris da Selva, proprietária da produtora Soma Mu1sica e do espaço Casa Soma Cultural. Nanda Piovaneli - Coordenadora Técnica Produtora cultural, formada em jornalismo pela FACHA em 2015, vem atuando na área de produção desde 2012. Tem experiência em produção cultural, artística e executiva de shows além de gestão de projetos culturais. Trabalhou durante 5 anos na empresa Diversão e Arte com Geraldinho Magalhães, já trabalhou com nomes como Dona Onete, Felipe Cordeiro, Luiz Melodia, Maíra Freitas, Wilson das Neves, Carlos Malta, Lafayette & Os Tremendões, Orquestra Imperial, Nina Becker, Primavera nos Dentes (projeto de releitura de Secos & Molhados capitaneado por Charles Gavin e Paulo Rafael), Marcelo Yuka, 3030, entre outros expressivos artistas brasileiros, além de produção de base de diversas turnês internacionais de Dona Onete na Europa e Estados Unidos. Também colaborou na produção de shows de artistas internacionais como Ana Tijoux, Bernard Purdie, Charles Tolliver, Arto Lindsay, entre outros. Coordenou a produção executiva de projetos na Caixa Cultural, como Dona Onete - Boleros e Banguês (Brasília, 2016) e Dona Onete - Rebujo (São Paulo em dezembro de 2019). Realizou a produção executiva do espetáculo “Pará Pop” no Rock in Rio 2019, um espetáculo artístico que enalteceu o Rock in Rio com a música Paraense, com artistas Dona Onete, Fafá de Belém, Gaby Amarantos, Jaloo e Lucas Estrela. Laíra Mineiro – Coordenadora de Programação Produtora Cultural e Assessora de Imprensa desde 2012. Grupo de Teatro “Os Varisteiros” – 2012 a 2016; Festival Conexão Belém – 2015; Mostra de Cinema – 2015 e 2017; Festival Rock Rio Guamá- 2015, 2016 e 2017; Projeto Boulevarte -2015 e 2016; DVD Dona Onete -2016 e 2017; DVD “Baile do Mestre Cupijó” – 2017; Produção show de lançamento de disco – 2017 e 2018 ; “Farol”, de Lucas Estrela – Açaí Biruta; “Rei Ninguém”, de Arthur Nogueira – Teatro Waldemar Henrique “Não Sei Fazer Canção de Amor”, de Natália Matos – Margarida Schivasappa “Sobre Amor e Outras Viagens”, de Juliana Sinimbú – Margarida Schivasappa, “Voo e Mansidão”, de Pratagy – Margarida Schivasappa, “Paulo André Barata”, de Paulo André Barata – Theatro da Paz, Produção – 2018 “Festival Amazônico de Cerveja” – Sonique Produções “Sunset Festival” – Sonique Produções, “Festival Lambateria” – Lambada Produções, “Festival Floresta Sonora” – Casarão Floresta Sonora “Psica Festival 2018”- Psica Produções “Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade” - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Produção – 2019 “Circuito Mangueirosa” – Resgaste do Carnaval de Belém, realizado no Ver-o-Rio “Lançamento do CD Rebujo de Dona Onete” – Realizado pela Amplicriativa “Sonido” – Festival Instrumental, realizado no Mercado de Carne “Amazônia Oculta” – Série do Cineasta Roger Elarrat, para o Canal Cultura. - AMANDA HELLEN MELO FURTADO – Assistente de Produção Administradora com foco em gestão de projetos culturais, Amanda Furtado é natural de Belém do Pará, mas foi em Porto Velho/Ro que ingressou no mundo cultural e atua nesse bicho desde então, quando participou do Coletivo Casulo, realizando diversos eventos culturais na capital rondoniense. Hoje, de volta a terra natal, concilia a produção cultural com gerenciamento artístico, onde atua como produtora executiva de bandas e artistas paraenses Roberta Mendes – Assistente de Produção 27 anos, nascida em Maringá/PR, graduada em Publicidade e Propaganda. Possui experiência em atendimento publicitário, produção de eventos, e gestão de mídias sociais. Foi estagiária durante 1 ano no colégio Sophos, produzindo conteúdo para as redes sociais do colégio. Trabalhou durante 2 anos na empresa Monobloco Exata, exercendo funções administrativas. Atualmente é sócio-proprietária da agência "Selou Comunicação", e integra a equipe de produção da Soma Música. Atuou em projetos como Festival Ambienta, Elas no Comando – 2ª edição, Claro Que É Rock Festival Lambateria.
PROJETO ARQUIVADO.