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O projeto prevê a circulação do espetáculo teatral A HORA DO BOI pelas cidades de São Paulo- temporada de 02 meses (SP), Salvador- 04 apresentações e Feira de Santana- 02 apresentações (BA). O projeto disponibilizará 04 sessões com interpretação simultânea em libras e audiodescrição na cidade de São Paulo. Serão oferecidos 02 ensaios abertos em São Paulo (SP), 01 ensaio aberto em Feira de Santana (BA) e 01 ensaio aberto em Salvador (BA) como Contrapartidas Sociais. Também serão oferecidos 02 espetáculos gratuitos em Feira de Santana (BA). A HORA DO BOI é um espetáculo dirigido por André Paes Leme, com texto de Daniela Pereira de Carvalho e atuação de Vandré Silveira, eleito um dos melhores espetáculos do ano de 2023 pelo Jornal O Globo.
A Hora do Boi é um monólogo que narra a história de Seu Francisco, um tratador e capataz de matadouro que se encontra numa encruzilhada ao estabelecer uma relação de amizade e afeto com Chico, boi nascido e criado sob seus cuidados que, um dia, deverá ser abatido. Seu Francisco nunca deixou de cumprir ordens. Manso e submisso, abateu centenas de cabeças de gado a mando do seu patrão- sem sentir nada, nem refletir sobre seus atos. A amizade com Chico, entretanto, mudou sua vida. Os outros bois eram apenas pedaços de carne, mas este boi é um companheiro, um confidente, um cúmplice. Chico vive a agonia do condenado à morte, com a peculiaridade de amar o próprio algoz e depositar, nesse laço de afeto, todas as suas esperanças de salvação. A figura do homem Francisco de Assis se apresenta durante a encenação como um narrador que contextualiza a história. Classificação indicativa etária: 14 anos.
O objetivo geral do projeto é promover a circulação do espetáculo A HORA DO BOI nas cidades de São Paulo (SP), Salvador e Feira de Santana (BA). Objetivos específicos: 1) Produto Espetáculo de Artes Cênicas: realizar um total de 38 apresentações do espetáculo A HORA DO BOI, sendo 32 apresentações na cidade de São Paulo (SP), de quinta à domingo, totalizando 02 meses de temporada e 04 apresentações em Salvador (BA), de quinta à domingo, e 02 apresentações, sábado e domingo, em Feira de Santana (BA). 2) Acessibilidade: 04 sessões do espetáculo A HORA DO BOI com interpretação simultânea em libras e audiodescrição na cidade de São Paulo, sendo 02 sessões por mês de temporada. 3) Democratização: 02 sessões gratuitas do espetáculo A HORA DO BOI em Feira de Santana (BA). 4) Contrapartida Social: 02 ensaios abertos em São Paulo (SP), 01 ensaio aberto em Feira de Santana (BA) e 01 ensaio aberto em Salvador (BA).
O espetáculo A HORA DO BOI narra a história de Seu Francisco, um tratador e capataz de matadouro que se encontra numa encruzilhada ao estabelecer uma relação de amizade e afeto com Chico, boi nascido e criado sob seus cuidados que, um dia, deverá ser abatido. Seu Francisco nunca deixou de cumprir ordens. Manso e submisso, abateu centenas de cabeças de gado a mando do seu patrão- sem sentir nada, nem refletir sobre seus atos. A amizade com Chico, entretanto, mudou sua vida. Os outros bois eram apenas pedaços de carne, mas este boi é um companheiro, um confidente, um cúmplice. Chico vive a agonia do condenado à morte, com a peculiaridade de amar o próprio algoz e depositar, nesse laço de afeto, todas as suas esperanças de salvação. A figura do homem Francisco de Assis se apresenta durante a encenação como um narrador que contextualiza a história. A relação familiar de afeto entre o capataz, Francisco, e o boi, Chico- e todos os outros personagens que surgiram, imprimindo no texto, em alguma medida, problematizações para diversas relações de poder- entre o ser humano e outros seres vivos, entre patrão e empregado, entre pai e filha- é de onde partimos para pensar em cena, a noção antropocêntrica, tão autoritária, que serve de parâmetro às civilizações há tantos séculos. Precisamos nos interrogar acerca dessa falsa superioridade, artificialmente imposta- muitas vezes, bastante violenta.É a partir deste questionamento que o projeto se baseia, na desconstrução do antropocentrismo e do especismo que é uma forma de discriminação que favorece e coloca uma espécie como superior, nomeadamente a espécie humana, sobre outra ou outras espécies. A HORA DO BOI é um espetáculo que dá voz ao animal, a partir da relação do boi com Seu Francisco e das reflexões de Chico acerca da sua condição animal objetificada e servil em relação ao ser humano. O uso de recursos públicos através do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para a realização do projeto. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I- contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX- priorizar o produto cultural originário do País. O objetivo alcançado com a proposta segundo o Art. 3° da Lei 8313/91 é: II- fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS, de música e de folclore; A relevância cultural do projeto A HORA DO BOI está no desenvolvimento humano e social de forma sustentável, através de um espetáculo teatral, instrumento de reflexão e experiência sensorial que pode levar a uma maior conscientização da necessidade de mudanca de visão da relação do ser humano com os recursos naturais, com o modo de produção/consumo e com o caráter cruel e exploratório empregado sobre as outras espécies.
O espetáculo teatral A HORA DO BOI tem duração de 01 hora. As 04 sessões com Acessibilidade contemplam interpretação simultânea em libras e audiodescrição. Também serão oferecidos 02 espetáculos gratuitos em Feira de Santana (BA), 02 ensaios abertos em São Paulo (SP), 01 ensaio aberto em Feira de Santana (BA) e 01 ensaio aberto em Salvador (BA).
Acessibilidade FÍSICA: A escolha dos locais de apresentação do espetáculo A HORA DO BOI estará de acordo com as condições exigidas para facilitar a locomoção nestes espaços, como rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade de CONTEÚDO: 04 sessões do espetáculo A HORA DO BOI com interpretação simultânea em libras e audiodescrição na cidade de São Paulo, sendo 2 sessões por mês de temporada.
O valor do ingresso do espetáculo A HORA DO BOI é R$40,00 (Inteira) e R$20,00 (Meia). O público estimado de cada espetáculo é de 100 pessoas. Serão 38 apresentações totalizando 3.800 ingressos. Feira de Santana (BA)- 02 apresentações- 200 ingressos. São Paulo (SP)- 32 apresentações- 3.200 ingressos. Salvador (BA)- 04 apresentações- 400 ingressos. Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;
O dirigente da empresa proponente responde pela idealização original do espetáculo e do argumento que serviu de base para a construção da dramaturgia, além de atuar no monólogo A HORA DO BOI. Daniela Pereira de Carvalho (autora) Dramaturga premiada, é formada atriz pela CAL (Casa de Arte das Laranjeiras) e em Teoria do Teatro, com Mestrado em Artes Cênicas pela UniRio. Escreveu seus primeiros textos como dramaturga para a companhia teatral “Os Dezequilibrados”. A partir de 2005, escreveu peças que lhe renderam importantes prêmios e reconhecimento da crítica como uma das mais importantes expoentes da nova dramaturgia brasileira. Destaque para: “Assassinato em série”, “Tudo é permitido” (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto em 2005), “Não existem níveis seguros para consumo destas substâncias” (vencedor do Prêmio APTR 2006 de Melhor Autor e indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto em 2006), “Renato Russo - o musical” (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto em 2006), “Por uma vida um pouco menos ordinária” (indicada ao Prêmio Shell São Paulo de Melhor Texto e Prêmio Contigo de Teatro de Melhor Texto em 2007), “Um certo Van Gogh” (indicada ao Prêmio Contigo de Teatro de Melhor Texto em 2009), “Tom & Vinícius - o musical”, “As próximas horas serão definitivas” (indicada ao Prêmio Contigo de Teatro de Melhor Texto em 2011), “Tubarões” e “Memórias do Esquecimento”. André Paes Leme (diretor) Doutor em Estudos Artísticos na especialidade de Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa, e Graduado em Artes Cênicas na especialidade de Direção Teatral pela UNIRIO, onde leciona desde 1999, já encenou mais de cinquenta espetáculos, entre peças de teatro, óperas e concertos musicais. Em 2023, estreou "Viva o Povo Brasileiro ( De Naê a Dafé)" de João Ubaldo Ribeiro e em 2020, estreou "A hora da Estrela" de Clarice Lispector. Em 2019, em Portugal, estreou “Dois perdidos numa noite suja”, de Plínio Marcos, e mais recentemente, “Miguel e Los Angeles”, espetáculo circense realizado com a Escola do Chapitô, no Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa. Em 2018, no Brasil, encenou “Agosto”, texto premiado de Tracy Lettes (destaque no RJ e SP); e também a ópera “O Matrimónio Secreto”, de Domenico Cimarosa. Em 2010, recebeu o Prêmio APTR/2010 de melhor direção pelo espetáculo “Hamelin”, de Juan Mayorga. Vandré Silveira (ator) Formado no Curso Profissionalizante de Teatro da Fundação Clóvis Salgado (CEFAR- Palácio das Artes) em Belo Horizonte, no ano de 2005.No teatro, idealizou e protagonizou o monólogo FARNESE DE SAUDADE, dirigido por Celina Sodré, em 2012. O espetáculo cumpriu temporada na Caixa Cultural SP em 2014. Esse projeto, sobre o artista plástico Farnese de Andrade, lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Festival Home Theatre, em 2014. O ator também assinou o texto e a cenografia do espetáculo/instalação, recebendo a indicação na categoria cenário no 25º Prêmio Shell e levando o prêmio Questão de Crítica pela cenografia. Foi ainda indicado pela pesquisa do projeto, na categoria especial, no 2º Prêmio Questão de Crítica.Com a companhia aberta, idealizou a montagem do espetáculo O HOMEM ELEFANTE e fez o papel título. Com direção de Cibele Forjaz e Wagner Antônio (2015/16); Mais recentemente idealizou e atuou no monólogo A HORA DO BOI de Daniela Pereira de Carvalho e direção de André Paes Leme.Atuou ainda nos espetáculos teatrais, A VIDA DELA, de Priscila Gontijo com direção de Delson Antunes (2016); VERMELHO AMARGO, com direção de Diogo Liberano (2014); MOMO E O SENHOR DO TEMPO, com direção de Cristina Moura (2013); CÉU SOBRE CHUVA OU BOTEQUIM, com direção de Antonio Pedro Borges (2013); O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS, com direção de Cristina Moura (2012); DOIS JOGOS: SETE JOGADORES, com direção de Celina Sodré (2011); TRANS TCHEKHOV, com direção de Celina Sodré (2010); AMOR E RESTOS HUMANOS, de Brad Fraser, com direção de Carlos Gradim (2005) e FESTA DE CASAMENTO, com direção de Eid Ribeiro (2005).No cinema atuou no curta BÁRBARA, de Carlos Gradim, e recebeu os Prêmios de Melhor Ator nos Festivais de Cinema: Primeiro Plano (Juiz de Fora, MG); Ibero-Americano de Cinema/Curta-SE (Sergipe); For Rainbow (Fortaleza, Ceará) e VI Festival de Cinema de Maringá (Paraná). Atuou no longa: RIO MUMBAI, direção de Pedro Sodré.Na televisão, esteve no ar como Lázaro na novela JESUS (RecordTV, 2019). Em A DONA DO PEDAÇO (TV Globo, 2019) deu vida ao advogado Dr. Tibério. Em 2023, participou da novela VAI NA FÉ (TV Globo) como o técnico de laboratório Antônio. Em 2024, fez parte da série REIS- A DIVISÃO, como o governador Josafá.
PROJETO ARQUIVADO.