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PRONAC 247295Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

PLANO BIANUAL / MUSEU PARANAENSE (2025-2026)

SOCIEDADE DE AMIGOS DO MUSEU PARANAENSE
Solicitado
R$ 7,92 mi
Aprovado
R$ 7,92 mi
Captado
R$ 1,49 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (6)
CNPJ/CPFNomeDataValor
76484013000145COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR1900-01-01R$ 800,0 mil
46743943000105REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil
03584906000199Agência de Fomento do Paraná1900-01-01R$ 150,0 mil
***960599**Sebastião Felix Gaspar1900-01-01R$ 135,0 mil
92816560000137BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL1900-01-01R$ 75,0 mil
14522198000188TIJOA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A.1900-01-01R$ 30,0 mil

Eficiência de captação

18.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-11-01
Término

Resumo

O Plano Bianual do Museu Paranaense tem como finalidade apresentar um conjunto de ações culturais, artísticas e educacionais, desenvolvidas durante um biênio. Essas atividades destacam a parceria entre a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP) e o Museu Paranaense (MUPA), cuja missão é atingir objetivos institucionais, por meio do fomento à realização de programação de exposições, ações de conservação museográfica e amplo debate de temas relevantes à atualidade.

Objetivos

Objetivos gerais: Realizar um conjunto de ações culturais, compondo o planejamento bianual de atividades para os anos de 2025 e 2026, com o objetivo de promover diálogo entre públicos variados. O projeto destina-se a um público de diversas classes, gêneros, raças, credos e faixas etárias, e busca reafirmar a importância da cultura imaterial e material, da arte ao esporte, da pesquisa aos saberes ancestrais. Coloca-se em prática, através da parceria entre a SAMP e o Museu Paranaense, o fortalecimento dos espaços culturais enquanto espaço de relações, onde se "negociam" diferenças, onde se promove, sem amarras, o intercâmbio entre distintos pontos de vista. O Plano Bianual do Museu Paranaense é orientado pelos seguintes eixos /conceitos norteadores: Identidades múltiplas, Ecologia, Memória - em construção e Cosmovisões. As ações atendem aos três pilares referenciais de atuação da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense ao longo de sua parceria com o MUPA: • Preservar, conservar, pesquisar as manifestações artístico culturais através do acervo do Museu Paranaense; • Fomentar e desenvolver pesquisas nas áreas de Antropologia, Arte Contemporânea, Arquitetura, Museologia, História e Arqueologia; • Desencadear diálogos, intertextualidades, entre as ciências e as artes. Objetivos específicos: 1. Realizar exposições com acervo do Museu Paranaense e em parceria com outras instituições e artistas: 09 exposições. As exposições estão subdivididas pelo seu respectivo porte, tanto em relação ao número de obras, materiais expográficos e serviços necessários à sua montagem, consequentemente impactando no seu custeio final: 3 exposições de pequeno porte; 3 exposições de médio porte; 3 exposições de grande porte. Atendimentos previstos: 6.750. 2. Realizar 02 projetos editoriais: - Publicar 01 catálogo que traz o compêndio das ações artísticas, educacionais e culturais produzidas no âmbito do Programa Público do MUPA. Ações essas acessíveis e inclusivas, que fomentam a diversidade e a sustentabilidade; contando sempre com a participação da comunidade, proporcionando experiências diversas para educação, fruição, reflexão e partilha de conhecimento; Tiragem catálogo: 500 unidades. - Publicar 01 livro de textos acadêmicos interdisciplinares que versem sobre o contexto e ações do Pós-abolição, seja em seu contexto imediato na virada do século XIX para o XX ou ainda em uma perspectiva alargada. Tiragem livro: 500 unidades. 3. Realizar 01 programa de pesquisa / residência artística: O programa de residência multidisciplinar tem como finalidade explorar a interligação entre ciência e arte, oferecendo a artistas, cientistas e outros profissionais a oportunidade de criar trabalhos que transcendem as fronteiras tradicionais dessas disciplinas. Essa residência visa promover a colaboração e o intercâmbio de ideias entre as duas áreas, fomentando a inovação e novas formas de expressão. 4. Realizar 01 ciclo de concertos / apresentações musicais: O ciclo de concertos apresentará um pluralismo de ritmos, expressões, experimentos, culturas, conectados ao acervo do museu e mostras em cartaz. A proposta é ocupar o espaço com performances musicais aos domingos de manhã, integrando os visitantes espontâneos e o público que já acompanha as atividades da instituição ao espaço e convidando as pessoas a ocuparem o jardim. 5. Realizar 01 seminário sobre meio ambiente (por ocasião da COP 30): O Seminário visa fomentar um debate profundo e abrangente sobre o papel de destaque do Brasil na conservação ambiental, destacando a importância crítica da Floresta Amazônica, a maior reserva de biodiversidade do mundo, localizada em seu território. Esta discussão é essencial para explorar estratégias e políticas que possam garantir a preservação deste ecossistema vital para o equilíbrio climático global e a sustentabilidade do planeta. 6. Realizar 01 festival de cinema indígena: O festival propõe a exibição de filmes que tenham pessoas indígenas em suas realizações, e com debates de discussão dessas produções. O diferencial é propor a discussão de filmes com artistas de toda a América Latina, e não só brasileiros. DADOS DETALHADOS 1. EXPOSIÇÕES Exposição de pequeno porte: 3 Exposição de médio porte: 3 Exposição de grande porte: 3 Distribuição das exposições nas salas expositivas do MUPA: * Sala Lange de Morretes (3) - Exposições de médio porte (1). - Exposições de grande porte (2). * Sala exposições Monográficas (1) - Exposições de médio porte (1). * Espaço expositivo Vitrine (3) - Exposições de pequeno porte (3). * Salas circuitos de longa duração no edifício histórico (2) - Exposições de médio porte (1). - Exposições de grande porte (1). Cronograma preliminar _ previsão: 1.1 EXPOSIÇÃO "MUPA _ COMUNIDADE _ CULTURA _ RELAÇÕES": 2 meses. A exposição é um convite à experimentação coletiva e a novas formas de convívio dentro do museu. A galeria/sala de exposição será transformada em um ambiente de interação participativa, que tensiona as diretrizes do corpo no museu, cria um espaço onde os visitantes podem tirar os sapatos, sentar no chão, ouvir músicas, experimentar a partir de ação educativa (oficinas), ou simplesmente permanecer. 1.2 EXPOSIÇÃO "A VIAGEM DE BIGG-WITHER" (título provisório): 10 meses. A exposição busca investigar a jornada do viajante Thomas Bigg Wither, que entre 1872-1875, circulou pelo território paranaense, descrevendo paisagens, travando contatos sociais, opinando e mobilizando alteridades na produção de um imaginário sobre a Província do Paraná. 1.3 EXPOSIÇÃO "RETRATOS" (título provisório): 8 meses. A exposição objetiva fornecer suporte para um trabalho museal capaz de articular o acervo iconográfico do Museu Paranaense, em especial de retratos e, realizar reflexões sobre formas, leituras e intenções ao redor da representação e suas implicações de poder e desejo de fixação. 1.4 EXPOSIÇÃO "V Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense" _ PRIMEIRO SELECIONADO: 3 meses. 1.5 EXPOSIÇÃO "OBJETOS DO XINGU" (título provisório): 7 meses. - Exposição com curadoria compartilhada entre a equipe do Museu, o indígena Mayawari Mehinaku e outros convidados xinguanos. A exposição tem por pauta a arte Mehinaku com ponto focal nas máscaras e nos bancos. As máscaras são entidades sobrenaturais para os povos do Xingu e os Os bancos de madeira são geralmente em forma de animais (zoomórficos), presentes na fauna brasileira, têm diferentes origens cosmológicas, têm diferentes finalidades e autoridades para seu uso. 1.6 EXPOSIÇÃO "V Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense" - SEGUNDO SELECIONADO: 3 meses. 1.7 EXPOSIÇÃO "ARQUEOLOGIAS TRANSVERSAIS" (título provisório): 5 meses - A exposição traz ao público os principais acervos arqueológicos do Museu Paranaense relacionados com a mediação do sagrado, paisagens transformadoras e a arqueologia da diáspora. 1.8 EXPOSIÇÃO "V Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense" _ TERCEIRO SELECIONADO: 3 meses. 1.9 EXPOSIÇÃO "CIÊNCIA E MITO" (título provisório): 4 meses - A exposição explora as relações de interdependência entre ciência e mito, com foco também na relação e cuidado entre espécies, destacando a responsabilidade compartilhada na proteção do nosso planeta e a conexão com o sagrado. A exposição integrará perspectivas que mostram a proteção como um ato de amor, resistência, sobrevivência e reverência espiritual. A curadoria não só destaca a beleza e a complexidade das relações entre a ciência e o mito e entre as espécies, mas também incentiva uma reflexão profunda sobre nosso papel na proteção e preservação do mundo natural e na reverência espiritual, com ênfase nas perspectivas locais e nacionais brasileiras. 2. PROJETOS EDITORIAIS 2.1 Catálogo do Programa Público do MUPA Compêndio das ações artísticas, educativas e culturais _ 60 no total - que compõem o segundo Programa Público do Museu Paranaense, intitulado "Corpos _ Indícios, Marizes _ Espécies". Prevista a publicação bilíngue (português/inglês) e contarão a especificação de quantidade total e percentual da tiragem distribuída de forma gratuita, dirigida em atendimento ao princípio da democratização de acesso. Miolo: - Formato fechado: 20,5 (largura) x 27,5 cm (altura) - Formato aberto: 41 (largura) x 27,5 cm (altura) - Papel: Munken Lynx Rough - Cores: 5x5 (CMYK + Pantone Orange 021U) - Cadernos costurados com linha - 500 páginas Capa: - Capa dura, lombada quadrada - Formato fechado: 21 (largura) x 26,5 cm (altura) - Formato aberto: 46 (largura) (Lombada aproximada de 4 cm) x 26,5 cm (altura) * Papel de revestimento: Masterblank Linho * Cores: 4x0 (CMYK) * Espessura do papelão: 2mm * Acabamentos: verniz a base d’água; serigrafia Guardas e forro: - Papel: Color Plus 120g Folhas de guarda no início e no fim do livro. Embalagem: - Shrink individual Pré-impressão - Provas do livro: plotter, digital, prova de cor especial (puxada de cor) - Prova de cor em papel fotográfico Tiragem catálogo: 500 unidades. 2.2 Livro "Histórias do Pós-abolição no Paraná" (Título provisório) Organização de textos acadêmicos interdisciplinares que versem sobre o contexto e ações do Pós-abolição, seja em seu contexto imediato na virada do século XIX para o XX ou ainda em uma perspectiva alargada, envolvendo ações políticas e representativas no tempo represente. Reunidos em formato livro impresso e digital, a publicação visa dar vazão a pesquisas acadêmicas, gerar conteúdo científico/educacional e complementar uma rede de constituição de bibliografias sobre a temática. Miolo: - Formato fechado: 13,5 (largura) x 23,5cm (altura) - Formato aberto: 27 (largura) x 23,5cm (altura) - Papel: Pólen Bold 90g (impressão com sentido de fibra paralelo à lombada) - Cores: 1x1 (PB) Páginas coladas com PUR - 120 páginas Capa: - Capa brochura, papel Supremo 250g, lombada quadrada (lado com textura mais porosa na 1a e 4a capa. - Formato fechado: 14cm (largura) x 23,5cm (altura) - Formato aberto (considerando orelhas na 1a e 4a capa): 55cm (largura) x 24cm (altura) Cada orelha possui dimensões de 12,5cm (largura) x 24cm (altura) Lombada estimada: 2cm - Cores: 4x0 (CMYK) - Acabamentos: vinco (orelhas), faca especial na 1a capa, verniz (base d’água) de proteção na capa e orelhas (1a, 2a, 3a e 4a capa) Embalagem: - Shrink individual Pré-impressão: - Boneco impresso com corte da faca especial Tiragem livro: 500 unidades. 3. PROGRAMA DE PESQUISA / RESIDÊNCIA ARTÍSTICA O programa de residência é projetado para apoiar ideias inovadoras que operam nas fronteiras entre arte, ciência, tecnologia e cultura. Durante o programa, os residentes terão acesso a recursos, como coleções museológicas, laboratórios de pesquisa, tecnologias avançadas e expertise especializada. O objetivo é criar um espaço onde a ciência e a arte possam se encontrar de forma fluida, permitindo uma compreensão mais profunda de ambos os campos e do mundo em geral. A residência pode culminar em exposições, performances, publicações ou outros formatos de apresentação que demonstrem a convergência dessas disciplinas, tornando o conhecimento científico mais acessível e a arte mais rica em contextos e narrativas. Duração: 2 ciclos de 6 meses. Temática: Explorar novas formas de expressão e pensamento crítico, abordando questões contemporâneas através da arte, ciência, filosofia e da tecnologia. Produtos: Os produtos gerados durante a residência podem variar, desde instalações interativas e performances digitais até pesquisas em biotecnologia e inteligência artificial. 4. CICLO DE CONCERTOS / APRESENTAÇÕES MUSICAIS: "MUPA SONORO" O preceito é trazer ao museu diversas vertentes sonoras/musicais por meio de uma curadoria com artistas da cena local curitibana e paranaense, mas com possibilidade de diálogos com propostas de outras partes do Brasil valorizando prática, saberes e musicalidades regionais. Periodicidade: Um domingo por mês, por um total de 9 meses. Duração média dos eventos: 2 horas em média, pequeno cerimonial para apresentar o conceito do mês e na sequência a performance musical do grupo convidado. Espaços utilizados do Museu: Área externa (jardim, tenda, rampa de entrada), interiores (galerias) caso seja necessário pelas condições climáticas ou proposta temática. Temas para cada mês: Ruídos, Batuques, Outras línguas (spoken word, hai-kai), O Norte no Sul / O Nordeste no Sul, Originais e sampleados (reinventando a boa e velha canção), Metais em brasa, Imaginários do Brega, A cultura soundsystem. 5. SEMINÁRIO: Clima e meio ambiente em pauta no MUPA O seminário aborda o tema da ecologia, destacando sua relevância no contexto atual, especialmente com o Brasil se preparando para sediar a COP30 em Belém. Este evento internacional de grande importância oferece uma oportunidade única para discutir e promover iniciativas sustentáveis, políticas ambientais eficazes e a conservação da biodiversidade, reforçando o compromisso do país com a agenda climática global. Espaços utilizados do Museu: Auditório (área interna) e tenda (área externa). Duração: 7 dias, durante o mês de maio de 2025 Formato: Presencial, com mesas de conversa. Uma mesa de conversa por dia. Com 2 a 4 convidados por mesa. Abertura: Palestra de Ailton Krenak (a confirmar). Palestrantes: indígenas e não indígenas, especialistas em assuntos caros à discussão ampla das mudanças climáticas serão instigados a trazer denúncias dos impactos do aquecimento global na Floresta Amazônica, trazendo proposições que apontam possibilidades de mudança nas políticas públicas em território nacional, oferecendo soluções para a sustentabilidade dos sistemas de produção. Palestrantes indígenas (a confirmar): Ailton Krenak, Alice Pataxó, Txai Suruí, Tukumã Pataxó, Samela Sateré Mawé. Palestrantes não indígenas (a confirmar): Carlos A. Nobre, Letícia Camargo, Sabriena Fernandes. 6. FESTIVAL DE CINEMA INDÍGENA Pautados no fato que a partir dos anos 1980, na América Latina, o cinema indígena ganhou em expansão com a criação de núcleos de produção audiovisual nas/pelas comunidades, com escolas de cinema e festivais, e despontou no cenário como mais um "gênero" cinematográfico, promovemos um festival de cinema indígena, que, para além das obras contemporâneas inseridas na programação, cria interligação com o acervo imagético sobre povos originários do Brasil e para além das fronteiras, o que propicia uma revisão e abertura de discussão sobre o próprio acervo da instituição a partir de outros olhares. Espaços utilizados do Museu: Auditório. Duração: Quatro fins de semana, às sextas-feiras e sábados, durante a programação do Abril Indígena 2025 (dias 4 e 5; 11 e 12; 18 e 19; 25 e 26/04). Formato: Presencial, com a exibição de dois filmes e posterior discussão em mesa de conversa composta por integrantes de ambas as produções cinematográficas (2 filmes e 1 mesa por dia de evento). Abertura com evento especial: apresentação musical de Idjahure (a confirmar). Participantes indígenas (autores e filmes): Ariel Kuaray Ortega com "A transformação de Canuto" (2023); Patrícia Ferreira Pará Yxapy com "As Bicicletas de Nhanderu" (2011); Graciela Guarani com "Meu Sangue É Vermelho" (2020); Olinda Wanderley Yawar Tupinambá com "Ibirapema" (2022); Flor Alvarez Medrano (Guatemala) com "Os fios da vida das mulheres jaguar" (2014); Misak Luis Tróchez Tunubalá (Colômbia) com "Yalo Poñinkau" (‘Mariposa Negra’) (2021); Oscar Catacora (Peru) com "Wiñaypacha" (‘Eternidade’) (2017). Participantes não indígenas (autores e filmes): Nicolás Soto e Leonardo Rodríguez (Uruguai) com "El país sin índios" (2019); Ernesto de Carvalho com "A transformação de Canuto" (2023), "Desterro Guarani" (2011) e "Martírio" (2016); Vincent Carelli com "Martírio" (2016) "Yaõkwa-Imagem e Memória" (2020) e "Corumbiara" (2009); Sophia Pinheiro com "Teko Haxy _ Ser imperfeita" (2019) e "Nhemongueta Kunhã Mbaraete" (2020); Carolina Mira com "Juventude Guarani" (2021); Mari Corrêa com "Para Onde Foram as Andorinhas?" (2016) e "Ka’a zar ukyze wà - Os donos da floresta em perigo" (2019). Associações de comunidades indígenas participantes: Vídeo nas Aldeias (VNA, Brasil, 1986); Centro de Formación y Realización Cinematográfica (CEFREC-CAIB, Bolívia, 1989); Coordinadora Latinoaméricana de Cine y Comunicación de los Pueblos Indígenas (CLACPI, México, 1985) e Katahirine (Brasil). Estes objetivos esta~o alinhados aos incisos do Art. 3o do Decreto 11453/23, a saber: "Art. 3o Os mecanismos de fomento cultural contribuira~o para: III - viabilizar a expressa~o cultural de todas as regio~es do Pai´s e a sua difusa~o em escala nacional; V - incentivar a ampliaça~o do acesso da populaça~o à fruiça~o e à produça~o dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XII - impulsionar a preparaça~o e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produça~o e a difusa~o culturais;

Justificativa

A Sociedade de Amigos do Museu Paranaense é uma entidade sem fins lucrativos criada no ano de 2003, e sua missão é auxiliar o Museu Paranaense - MUPA, em suas ações de manutenção e preservação do acervo, desenvolvimento de atividades, bem como nas ações de pesquisa e na divulgação de suas atividades de forma geral. O projeto do Plano Bi-Anual 2025 - 2026 / Museu Paranaense se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3 da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; BREVE HISTÓRICO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DO MUSEU PARANAENSE (SAMP) Fundada em 2003, a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP), sociedade civil sem fins lucrativos, ocupa o papel de apoio e cooperação junto ao Museu Paranaense, instituição pública vinculada à Secretaria da Comunicação Social e da Cultura, órgão estatal. A relação existente entre a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense e Governo do Paraná via Secretaria da Comunicação Social e da Cultura, passa pelo vínculo entre a Sociedade de Amigos e o Museu Paranaense. Em seus vinte anos de atuação, a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense atua ativamente no desenvolvimento de ações e iniciativas lançadas ou exercidas pelo Museu Paranaense, como produtora fornece apoio técnico, contratação de prestadores de serviços, equipamentos e elaboração de planos de captação de recursos. A Sociedade de Amigos do Museu Paranaense ainda presta auxílio de preservação, defesa e manutenção de atividades patrimoniais, mediante execução direta/indireta de programas e projetos, respeitando suas normas e regulamentos vigentes, conforme dita seu Estatuto. Entre os anos de 2019 e 2024, a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense, junto ao Programa Nacional de Apoio à Cultura _ PRONAC, captou recursos na ordem de R$ 8.608.590,00 de renúncias fiscais, tendo como incentivadores, entre outras, as empresas Copel Geração e Transmissão S.A.; Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE; Companhia Paranaense de Gás - Compagás; Companhia de Saneamento do Paraná _ Sanepar; Grupo Barigui, Banco Bari E Volvo do Brasil Veículos Ltda. Ao longo dos 20 anos de atuação a SAMP forneceu apoio ao Museu Paranaense no emprego deste recurso, que resultou em diversas ações como: edital de premiação para artistas, adequações de espaço expositivo para compor mostras de curta, comunicação bilíngüe, acessibilidade em libras em eventos, restauro de novos acervos para exposições, contratação de profissionais especializados para funções necessárias à realização de ações educacionais e construindo parcerias interinstitucionais. A sociedade, em seu relacionamento simbiótico com o Museu Paranaense, movimenta seus ativos intangíveis, que consistem nos seus associados e sua força produtiva, capaz de mobilizar a sociedade paranaense em prol da manutenção de atividades culturais, visando de forma constante à execução de atividades essenciais à manutenção de uma instituição pública como o Museu Paranaense colocando-o como espaço público de qualidade prestando serviço cultural de suma importância socioeducacional e movimentando a cadeia da economia local. BREVE HISTÓRICO DO MUSEU PARANAENSE O Museu Paranaense possui uma história centenária que se confunde com a construção da Província, posteriormente Estado do Paraná. Fundado em 1876, o Museu Paranaense é o terceiro museu público mais antigo do Brasil e foi a primeira instituição científica e cultural do Paraná. A riqueza das coleções do MUPA _ que juntas, constituem um conjunto de aproximadamente 500 mil, sua variedade e originalidade fazem com que seja um dos mais importantes da América Latina. Arqueológico, antropológico e histórico: isto quer dizer que o visitante pode encontrar-se com um fóssil de milhões de anos ou acompanhar os rituais ameríndios do Paraná, do Amazonas e do Peru. Entre suas coleções destacam-se as etnográficas, arqueológicas, históricas e artísticas do Museu Paranaense tombadas em 1941 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no processo 140-T38, e a Coleção David Carneiro, também tombada pelo IPHAN em 1941, devido a sua relevância artística, etno-histórica e arqueológica. Sublinha-se também as coleções de João Américo Peret, Telêmaco Borba, Günther Tessmann, Wanda Hanke e Vladimir Kozák, a qual dado seu relevo passou a integrar o Programa Memória do Mundo da Unesco em 2017. Em 1882, de particular, transformou-se em órgão oficial de governo. Além disso, com o tempo, a instituição passou a ser um importante centro de pesquisa e difusão de conhecimento, anteriores à existência de universidades nesta região. Essa mudança propiciou a vinda de "missões científicas" para o Paraná, bem como o desenvolvimento de expedições a campo. Neste momento, o Museu Paranaense funcionava como a maioria das instituições museológicas, atuando como um grande gabinete de curiosidades, recebendo uma quantidade significativa de visitantes para uma cidade pequena como Curitiba na conjuntura temporal. Até a construção do Passeio Público Municipal em 1886, o Museu Paranaense era o único espaço cultural da cidade de Curitiba. Desde o início, a instituição fez parte de significativas mostras, sendo a Exposição Internacional da Filadélfia em 1876, a Exposição Antropológica Brasileira, realizada no Museu Nacional, em 1882, e a Exposição Sul-Americana, ocorrida em Berlim em 1887, alguns exemplos. Entre 1950 e 1970, com a reestruturação das universidades e a perda de vários pesquisadores, parte do acervo de história natural é redirecionada para fundar outras instituições no Paraná, como o Museu de História Natural Capão da Imbuia, o Museu Botânico de Curitiba, Museu de Arqueologia e Etnografia da Universidade Federal do Paraná e o Instituto de Biologia e Tecnologia do Paraná, atual TECPAR. A partir dessa mudança, o museu passou a especializar-se nas áreas de antropologia, arqueologia e história. Na atualidade, o Museu Paranaense passa tanto por um processo de resgate de sua própria história como se reinventa enquanto instituição museológica e de pesquisa, abrindo caminho para novas narrativas expositivas, perspectivas metodológicas de pesquisa e produção de conhecimento. Guardião de um acervo que conta a história do Paraná e do Brasil desde suas primeiras ocupações por povos originários até sua composição multicultural atual, o museu traz à comunidade questões de relevância primordial na identidade paranaense, promovendo diálogos constantes com a sociedade, deixando o ar de gabinete de curiosidades no passado e assumindo o papel central de instituição pública com responsabilidades sociais. A diversidade dos temas das exposições em cartaz e as atividades oferecidas gratuitamente pelo Museu — música, dança, palestras, exposições, mesas redondas, performances e seminários — têm atraído cada vez mais visitantes de diferentes idades e interesses. Destaca-se também a presença de um público escolar expressivo, que além de experienciar o Museu Paranaense, suas atividades e exposições no âmbito cultural, são beneficiados pelo caráter educativo proporcionado pela instituição. Por conta da relevância de seu acervo e devido à sua localização geográfica na capital paranaense, o MUPA apresenta grande potencial de figurar como um significativo centro turístico em Curitiba, sendo para isso necessário investimento na conservação do seu patrimônio museal.

Estratégia de execução

NÃO SE APLICA

Especificação técnica

2. PROJETOS EDITORIAIS 2.1 Catálogo do Programa Público do MUPA Compêndio das ações artísticas, educativas e culturais – 60 no total - que compõem o segundo Programa Público do Museu Paranaense, intitulado "Corpos – Indícios, Marizes – Espécies”. Prevista a publicação bilíngue (português/inglês) e contarão a especificação de quantidade total e percentual da tiragem distribuída de forma gratuita, dirigida em atendimento ao princípio da democratização de acesso. Miolo: - Formato fechado: 20,5 (largura) x 27,5 cm (altura) - Formato aberto: 41 (largura) x 27,5 cm (altura) - Papel: Munken Lynx Rough - Cores: 5x5 (CMYK + Pantone Orange 021U) - Cadernos costurados com linha - 500 páginas Capa: - Capa dura, lombada quadrada - Formato fechado: 21 (largura) x 26,5 cm (altura) - Formato aberto: 46 (largura) (Lombada aproximada de 4 cm) x 26,5 cm (altura) * Papel de revestimento: Masterblank Linho * Cores: 4x0 (CMYK) * Espessura do papelão: 2mm * Acabamentos: verniz a base d’água; serigrafia Guardas e forro: - Papel: Color Plus 120g Folhas de guarda no início e no fim do livro. Embalagem: - Shrink individual Pré-impressão - Provas do livro: plotter, digital, prova de cor especial (puxada de cor) - Prova de cor em papel fotográfico Tiragem catálogo: 500 unidades. 2.2 Livro “Histórias do Pós-abolição no Paraná” (Título provisório) Organização de textos acadêmicos interdisciplinares que versem sobre o contexto e ações do Pós-abolição, seja em seu contexto imediato na virada do século XIX para o XX ou ainda em uma perspectiva alargada, envolvendo ações políticas e representativas no tempo represente. Reunidos em formato livro impresso e digital, a publicação visa dar vazão a pesquisas acadêmicas, gerar conteúdo científico/educacional e complementar uma rede de constituição de bibliografias sobre a temática. Miolo: - Formato fechado: 13,5 (largura) x 23,5cm (altura) - Formato aberto: 27 (largura) x 23,5cm (altura) - Papel: Pólen Bold 90g (impressão com sentido de fibra paralelo à lombada) - Cores: 1x1 (PB) Páginas coladas com PUR - 120 páginas Capa: - Capa brochura, papel Supremo 250g, lombada quadrada (lado com textura mais porosa na 1a e 4a capa. - Formato fechado: 14cm (largura) x 23,5cm (altura) - Formato aberto (considerando orelhas na 1a e 4a capa): 55cm (largura) x 24cm (altura) Cada orelha possui dimensões de 12,5cm (largura) x 24cm (altura) Lombada estimada: 2cm - Cores: 4x0 (CMYK) - Acabamentos: vinco (orelhas), faca especial na 1a capa, verniz (base d’água) de proteção na capa e orelhas (1a, 2a, 3a e 4a capa) Embalagem: - Shrink individual Pré-impressão: - Boneco impresso com corte da faca especial Tiragem livro: 500 unidades.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O conjunto de ações propostas no Plano Bianual do Museu serão realizadas em espaços que atendam as normativas para acessibilidade física. As instalações do Museu Paranaense contam, atualmente, com nivelamento na entrada principal do Museu, banheiros semi-adaptados, elevador para acesso ao primeiro andar do edifício histórico, e rampa de acesso que faz a ligação entre o pavimento térreo e inferior das áreas expositivas localizadas no anexo, com corrimão e fitas antiderrapantes. A instituição disponibiliza uma cadeira de rodas para atender a pessoas com dificuldade de locomoção nos circuitos expositivos. Acessibilidade para deficientes visuais: O conjunto de ações previstas no Plano Bianual do Museu serão realizadas com a tradução em audiodescrição (quando necessário e/ou tecnicamente viável). Item de custeio na planilha orçamentária: Item 07 - Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: O Plano Bianual do Museu Paranaense prevê a contratação de consultoria de acessibilidade para a produção de materiais acessíveis com tradução em Libras e legendados para todo conteúdo gerado no conjunto de ações. Item de custeio na planilha orçamentária: Item 37 - Tradução Simultânea Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens e idiomas dos conteúdos: Todas as ações serão realizadas contando com equipe de monitores para atendimento aos portadores descritos acima. Item de custeio na planilha orçamentária: Item 22 - Monitores

Democratização do acesso

Todos os produtos resultantes do Plano Bianual 25-26 serão realizados GRATUITAMENTE, a saber: Exposições, ciclo de concertos, programa de residência, seminário sobre meio ambiente e festival de cinema indígena. 1) Entrada Gratuita: Conforme a política de democratização de acesso do Museu Paranaense, é assegurada a gratuidade a todos os públicos. O horário de funcionamento do MUPA é de terça a domingo, das 10h às 17h30min. 2) Atividades complementares Gratuitas: a programação do Museu Paranaense contempla atividades gratuitas como visitas mediadas, oficinas e palestras. 3) Visitas Agendadas/ Escolas Gratuitas: Os beneficiários das visitas mediadas a escolas são estudantes e educadores da rede pública, adultos e crianças visitantes do museu. Projetos editoriais - Doação Gratuita de toda a tiragem da proposta editorial (catálogo e Livro): Sendo assim, serão distribuídos gratuitamente, toda tiragem das publicações previstas no projeto editorial. Todas as demais ações previstas no projeto (Residência, Concertos, Seminários e Festival de Cinema) serão ofertadas gratuitamente. Em atendimento ao Art. 30, IN11/2024: ...Em complemento, ...a adoção ... das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP) - proponente A Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP) é uma entidade sem fins lucrativos criada no ano de 2003, e sua missão é auxiliar o Museu Paranaense - MP, em suas ações de manutenção e preservação do acervo, desenvolvimento de atividades, bem como nas ações de pesquisa e na divulgação de suas atividades de forma geral. Equipe do MUSEU PARANAENSE (Colaboradores sem remuneração pelo Projeto) GABRIELA RIBEIRO BETTEGA Diretora do MUSEU PARANAENSE - Arquiteta e Urbanista, graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em 1995. Ingressou na Academia di Belle Arti di Brera, em Milão em 1999, onde estudou Cenografia com os professores Antonio Bratella e Ezio Fiorillo. Desenvolveu seus primeiros trabalhos na área expográfica ainda na Itália. Colaborando com instituições como Palazzo Reale di Milano, Fabrica del Vapore, Galleria Docva Via Farini e MiArt. Transferiu-se para o Brasil em 2010, quando fundou a Ato1Lab que, combinando linguagens artísticas diferentes, tem como principal campo de foco o desenvolvimento de projetos expográficos e cenografia para clientes como Museu Oscar Niemeyer. Em 2018 coordenou e desenvolveu a remodelação espacial e revitalização do Museu Casa Alfredo Andersen em Curitiba. Deste fevereiro de 2019 assumiu a Direção do Museu Paranaense. CLAUDIA INÊS PARELLADA Arqueóloga, doutora em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2006), mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Paraná (1997) e geóloga pela Universidade Federal do Paraná (1987). Trabalha no Museu Paranaense desde 1984, sendo a partir de 1990 a pesquisadora responsável pelo departamento de Arqueologia do Museu Paranaense. Atua principalmente nas seguintes áreas: arqueologia pré-colonial, arqueologia histórica, métodos em arqueologia, história do Paraná, arte indígena, gerenciamento de acervo, educação patrimonial, curadoria, planejamento e montagem de exposições. FELIPE VILAS BÔAS Historiador - Mestre em História Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (2018) e Bacharel em História pela Universidade Federal do Paraná (2014) com ênfase em memória e patrimônio. Atuou como pesquisador junto a instituições como Fundação Araucária (2011-2014) e Fundação Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (2015-2018). Atualmente ocupa-se como pesquisador junto a instituições culturais visando a investigação e produção de conteúdo para exposições, com particular ênfase nas perspectivas de integração entre os âmbitos da historicidade regional e nacional. Coordena o Departamento de História do Museu Paranaense desde 2020, tendo desenvolvido pesquisas para as exposições “Eu Memória, Eu Floresta: História Oculta”, “Curitiba: Símbolos em Questão” e “Nosso estado: Vento e/em Movimento” (em desenvolvimento), “Ante ecos e ocos”, “Objeto sujeito”, entre outras. JOSIELI SPENASSATTO Antropóloga, coordenadora do Departamento de Antropologia do Museu Paranaense desde 2018. Graduada em Ciências Sociais com mestrado em Antropologia pela Universidade Federal do Paraná. Integra o Núcleo de Estudos Ameríndios (NEA) e o Laboratório de Estudos Interdisciplinares do MAE-UFPR (LAPIN – CNPq). Sua linha de pesquisa envolve etnologia indígena, especificamente entre grupos das famílias linguísticas Tupi-Guarani e Jê do Paraná. JULIANA DE OLIVEIRA Graduada em Design Gráfico pela UFPR, com envolvimento em pesquisas na área de visualização da informação, junto a aproximações multidisciplinares de design. Atua como designer no Museu Paranaense desde 2021. ROBERTA AGNOLETTO HORVATH Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná, educadora vinculada à Sociedade de Amigos do Museu Paranaense no ano de 2022. Pesquisa temas relacionados a Arte Indígena Contemporânea, decolonialidade e arte política, é colaboradora do Laboratório de Imaginário Radical e atua no espaço do MUPA com mediações e ações educativas desde janeiro de 2022. EQUIPE VOLUNTÁRIA (Colaboradores sem remuneração pelo Projeto) RICHARD MICHAEL ROMANINI Curadoria e Expografia (voluntário) - Aperfeiçoou seus estudos em cenografia, história do cinema e vídeo na Accademia di Belle Arti di Brera, em Milão, estudando com professores como Tommaso Trini e Francesco Ballo. Desenvolveu seus primeiros trabalhos em vídeo para MTV Itália e All Music ainda na Itália. Transferiu-se para o Brasil em 2010. Combinando linguagens artísticas diversas, coordena os projetos expográficos e cenográficos. Em 2018 realizou a remodelação e requalificação do Museu Casa Alfredo Andersen em Curitiba. Desde 2019 atua como curador convidado no Museu Paranaense. EQUIPE TÉCNICA (Colaboradores com remuneração pelo Projeto) MARIANA W. VON HARTENTHAL Consultoria em Museologia - É mestre em Museologia pela University of Southampton (UK) e doutora em História da Arte pela Southern Methodist University (EUA). Trabalhou no Departamento de Arte Latino-Americana do Museum of Fine Arts, Houston, e no International Center for the Arts of the Americas. Além de trabalhar com consultoria em projetos museológicos. Foi pesquisadora bolsista de pós-doutorado do Instituto Moreira Salles (Rio de Janeiro). LUIZ ROBERTO MEIRA Coordenador Técnico/Controller - Produtor e professor graduado em Artes Cênicas pela PUCPR e pós-graduado em Teatro pela FAP Faculdade de Artes do Paraná, instituição a qual foi docente de 1995 a 2007 e diretor geral de 1999 a 2001. Em 2001 ingressou no programa de doutorado do Institute of Education (IOE) da University of London. Em 2002 foi assessor de Artes da Universidade Estadual de Ponta Grossa para implantação das licenciaturas em Música e Artes Visuais. Em 2002 funda a Harlequin Produções, produtora de projetos artísticos que detém em seu portfólio mais de 40 projetos realizados com recursos de prêmios e mecanismos de incentivo à cultura. MILENA APARECIDA CHAVES Licenciada em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, educadora vinculada à Sociedade de Amigos do Museu Paranaense desde 2021. Pesquisa temas relacionados a antropologia urbana, imigração e formação econômica no estado do Paraná e atua no espaço no MUPA com mediações e ações educativas desde o ano de 2020. BEATRIZ MARTINS DE CASTRO Mestranda em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), é bacharela em Publicidade e Propaganda e em História - Memória e Imagem pela mesma instituição. Possui experiência profissional nas áreas de comunicação, redação publicitária e estratégia de marca, nas quais atua desde 2019, e em fotografia, com o que trabalha desde 2015. Com estudos focados em comunicação, telenovela, audiovisualidades, gênero, Islam e a produção de identidades e diferenças nas relações Ocidente-Oriente, compõe os núcleos de pesquisa NEFICS (Núcleo de Estudos em Ficção Seriada e Audiovisualidades), vinculado ao PPGCOM/UFPR, e Obitel Brasil (Observatório Ibero-americano de Ficção Televisiva), como integrante do grupo UFPR. HELOISA NICHELE Jornalista e pesquisadora. Atualmente investiga temas relacionados à curadoria, teoria e crítica da imagem, artes visuais, história da fotografia, gênero e arquivo. É doutoranda em Arte, Memória e Narrativa, pela Pós-Graduação em História, da Universidade Federal do Paraná (PPGHIS/UFPR). Tem mestrado em Mediações e Culturas, pela Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (PPGTE/UTFPR), mestrado (Master 2) em Jornalismo Internacional Digital, pela Universidade Lumière Lyon 2, na França, e é formada em Comunicação Social - Jornalismo, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). É autora do livro "Elas em foco: algumas das primeiras fotojornalistas paranaenses" (Editora UFPR, 2022), um dos desdobramentos da extensa pesquisa que desenvolve sobre trajetórias de mulheres na fotografia. Desde 2023 atua no corpo técnico do Museu Paranaense, com foco na comunicação e gestão de conteúdo. ALINE PESTANA Restauradora e laudista – Graduada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e técnica em Conservação e Restauro de Bens Móveis pela Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Minas Gerais. Atuou em vários projetos de restauração de bens imóveis e em trabalhos de restauração e conservação de acervos artísticos em Curitiba, incluindo projetos pertencentes ao Museu Casa Alfredo Andersen, Museu Paranaense, Fundação Cultural de Curitiba e Museu Oscar Niemeyer. Trabalha como restauradora de pintura de cavalete e laudista. Atualmente é graduanda em Museologia pela Unespar. MARIA CECILIA C. GERMANO Restauradora - Graduada em Pintura pela EMBAP, possui pós-graduação pelo Centro de Conservação e Restauro de Bens Culturais Móveis da UFMG com especialidade em restauração e conservação de pintura de cavalete e escultura policromada. É especialista em História da Arte pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e em Arteterapia pelo Instituto Tecnológico e Educacional de Curitiba (ITECNE). Atua como restauradora em acervos particulares e públicos, atuando junto aos principais museu do Paraná, tais como Museu Casa Alfredo Andersen e Museu Paranaense. MARIA MÁRCIA PONTAROLLI DALLEDONNE Restauradora - Graduada no curso de Pintura da EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná) e pós-graduada em Preservação, Conservação e Restauração de Documentação Gráfica na ABER - Escola SENAI Theobaldo de Nigris, São Paulo. Através de sua empresa Oficina do Papel Conservação e Restauração Ltda. atua na restauração e preservação de livros, documentos e obras de arte sobre suporte de papel, tendo desenvolvido trabalhos para instituições públicas e particulares, tais como Museu Paranaense, Museu Casa Alfredo Andersen, Justiça Federal do Paraná, Fundação Cultural de Curitiba, Clube Curitibano, Centro Paranaense de Cultura, entre outros. VITTO MATHEUS PERUZZO Graduado em Ciências Contábeis pela PUCPR (2004), com pós graduação em Direito Tributário pela Universidade Positivo (2013). Possui experiência de mais de 20 anos em contabilidade fiscal e societária, dedicando-se nos últimos 10 anos exclusivamente ao empreendedorismo social, terceiro setor e à gestão de organizações sociais, área em que se especializou. ILUMINARTE LUMINOTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Visando o desenvolvimento de projetos luminotécnicos aliado ao design de interiores e à funcionalidade dos ambientes. Após muitas pesquisas desenvolvidas e parcerias cultivadas, em dois anos de pré-incubação, em 2007 a Iluminarte graduou-se como empresa constituída. A Iluminarte tem foco em projetos de luminotécnica voltados a exposições de arte. Também oferece assessoria técnica e projetos de iluminação personalizados para quem busca a valorização do espaço através da luz. * Demais componentes da ficha técnica (artistas, criadores, técnicos especializados) serão confirmados a partir do detalhamento curatorial, assim que cada ação seja definida, condicionado a efetiva captação de recursos.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$400.000,00 em 17/03/2026.

2027-04-30
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná