| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 16404287000155 | SUSANO PAPEL E CELULOSE S.A | 1900-01-01 | R$ 700,0 mil |
| 00021096000417 | INVISTA FIBRAS E POLIMEROS BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
Produção e realização de exposição interativa do Museu da Empatia, intitulada "Caminhando em Seus Sapatos...". A mostra apresentará um acervo de depoimentos / histórias de vida de pessoas que vivem na região da Amazônia Legal, de diferentes idades, gêneros e classes sociais. Será apresentada também em escolas públicas dos municípios de Marabá e Parauapebas, e na cidade de Belém do Pará durante a realização da 30ª Conferência das Partesda Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30).
Não se aplica.
OBJETIVOS GERAIS A exposição interativa do Museu da Empatia, intitulada "Caminhando em Seus Sapatos...", foi trazida ao Brasil pelo Intermuseus em colaboração com o Empathy Museum/UK. Baseada no provérbio "não se pode julgar uma pessoa sem ter caminhado uma milha em seus sapatos", a mostra apresenta um acervo de histórias de vida narradas por pessoas de diversos perfis, cada uma acompanhada de um par de sapatos usados doados por estas pessoas. Ambientada como uma grande loja de sapatos (do tamanho de um container), a experiência permite ao visitante escolher uma caixa de sapatos, calçá-los e caminhar por 10 minutos ouvindo a história de seu antigo dono. Essa vivência tem um impacto profundo, sensibilizando o público para a importância da empatia e da diversidade de experiências e realidades que compõem nossa sociedade. Para a COP-30, a exposição incluirá 20 novas histórias focadas no povo amazônida, abrangendo diversas idades, gêneros e classes sociais da Amazônia Legal. A exposição apresenta um mosaico de histórias de pessoas que vivem nas distintas paisagens, rurais e urbanas da Amazônia, que serão discutidas na Conferência do Clima, COP-30, inserindo o elemento humano nos debates. A proposta está organizada em três momentos: captação de 20 histórias de moradores dos 9 estados da Amazônia Legal entre janeiro e setembro de 2025; itinerância por escolas públicas dos municípios de Marabá e Parauapebas em outubro de 2025; e montagem da exposição em Belém do Pará em novembro de 2025. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Quantitativos - 20 novas histórias do Museu da Empatia realizadas com pessoas que representam a diversidade da população da Amazônia Legal - Exposição em Belém do Pará _ aberta ao público pelo período 30 dias (novembro de 2025) - Exposição itinerante em Marabá e Parauapebas _ 15 dias em cada cidade, para atendimento de 500 alunos da rede estadual de ensino em cada local - 3000 visitantes acima de 14 anos, dentre moradores e visitantes da cidade de Belém do Pará tendo participado da vivência - 1000 estudantes da rede pública de ensino médio de Belém do Pará, Marabá e Parauapebas tendo participado da vivência - 200 professores da rede pública de ensino de Belém do Pará, Marabá e Parauapebas tendo participado da vivência (incluídos nos 1.000 estudantes anteriores) - distribuição de material educativo para as escolas destes municípios e para os 100 professores formados trabalharem o tema empatia em sala de aula. Qualitativos - coordenadorias e escolas de ensino médio dos 3 municípios sensibilizadas sobre a importância de trabalhar os temas de diversidade - estudantes conscientes da diversidade do povo da região amazônica - público em geral conhecedor da diversidade do povo da região amazônica e empático com as diversas realidades apresentadas - alunos e professores sensibilizados para a importância da empatia no seu cotidiano e rede pública de ensino orientada a trabalhar com o tema da empatia.
A proposta aqui apresentada foi desenvolvida a partir da experiência que o Intermuseus acumulou com a realização desta exposição em diversos momentos e para diversos públicos em São Paulo. Em 2017 foi firmada a parceria com o Empathy Museum, de Londres, e foi criado o acervo de histórias brasileiras. No mesmo ano, foi realizado um seminário no auditório do MAM de SP para educadores, profissionais da cultura e de projetos sociais, aprofundando o debate sobre o tema da Empatia, seguido pela exposição que ocorreu durante 1 mês no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, atraindo mais de 10 mil pessoas. Em 2022, foi realizada uma nova exposição em São Paulo, no espaço cultural Casa das Rosas e uma experiência piloto de itinerância em escolas públicas. Desde então, o projeto tem focado nesta itinerância por escolas públicas. Entendemos que ambos os formatos - da exposição em um espaço aberto e de sua itinerância por escolas -, proporcionam uma vivência imersiva que contribui para o conhecimento e reconhecimento da diversidade de experiências de vida e de realidades em nossa sociedade, bem como para a construção de uma consciência cívica sobre nossa sociedade, sua diversidade e desigualdades. Em um mundo no qual a diversidade de experiências e realidades é vasta, a empatia desempenha um papel crucial na promoção da tolerância, inclusão e respeito mútuo. No contexto da Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP-30), quando questões complexas e diversas perspectivas sobre mudanças climáticas e seus impactos nas populações estão em jogo, a empatia promove a compreensão das diferentes realidades e fortalece a mobilização para a ação coletiva. O projeto da montagem e itinerância da exposição do Museu da Empatia - "Caminhando em seus sapatos..." - neste contexto, está estruturado em duas frentes principais: atendimento ao público em geral da cidade e visitantes participantes dos eventos e debates relacionados à COP-30, e atendimento à comunidade escolar nas cidades de Belém do Pará, Marabá e Parauapebas. Moradores e visitantes da cidade de Belém, durante o período da COP-30, terão a oportunidade de se conectarem com as histórias e experiências de vida específicas da região amazônica, inclusive muitas vivências de racismo ambiental, de pessoas impactadas pelos efeitos das mudanças climáticas e por ações não sustentáveis neste território. A vivência proposta pela exposição promove o desenvolvimento de uma maior compreensão das questões ambientais e sociais enfrentadas pelos habitantes da Amazônia, a partir da empatia, do respeito e da compreensão das desigualdades no âmbito da crise climática também. No contexto da comunidade escolar, o projeto tem como objetivo não apenas expor os alunos e professores às experiências de vida da região em que vivem, mas também sensibilizá-los para a importância do comportamento empático no ambiente escolar e nas relações cotidianas. A Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP) é um evento internacional de grande impacto na mídia e nos debates públicos, e os estudantes fazem parte do público que estará exposto aos temas em discussão. A experiência proporcionada pelo Museu da Empatia, que neste contexto trará as vivências do povo amazônida, oferecerá à comunidade escolar uma oportunidade de aprofundar o tema e de reconhecer sua complexidade e seus impactos nas vidas humanas. A realização da exposição promove, a partir de uma linguagem artística imersiva, a conscientização e a compreensão da diversidade de realidades e experiências existentes na sociedade. No contexto da COP-30, ela contribui para o conhecimento dos impactos das mudanças climáticas sobre a população amazônica e da importância da valorização e respeito por toda a diversidade de experiências humanas aí existente. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura para a produção e promoção dessa conscientização é fundamental. Este projeto se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1o. nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos do seguinte inciso do artigo 3o da mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
1. CUSTOS VINCULADOS Eles aparecem automaticamente na cidade de Parauapebas - PA, e não conseguimos alterar. Mas eles serão utilizados em São Paulo, sede da proponente. 2. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO A cidade de São Paulo - SP foi lançada como um dos locais de realização, apenas para alocação de despesas, pois é a sede do proponente. Não há público no plano de distribuição, porque não há evento programado.
1. Exposição interativa “Caminhando em seus sapatos…”, da versão brasileira do Empathy Museum/UK O Intermuseus, em colaboração com o Empathy Museum, apresentará a exposição "Caminhando em seus Sapatos...", uma experiência única que visa fomentar a empatia e o conhecimento da diversidade das realidades e experiências humanas e o respeito aos direitos humanos. Os visitantes entrarão em um ambiente singular: uma caixa de sapatos em tamanho gigante cenografada, que simula uma loja de calçados. Dentro desse cenário, uma seleção diversificada de gravações de relatos pessoais estará à disposição do público. Cada história é contada por indivíduos de trajetórias e vivências variadas. Para mergulhar na narrativa escolhida, os visitantes calçam um par de sapatos doado pela pessoa em questão, imergindo-se no espaço enquanto ouvem a história por meio de fones de ouvido. Nesta edição da exposição, serão recolhidas 20 novas histórias que contemplam a diversidade do povo amazônida, suas realidades, desafios e perspectivas. O local de instalação será um espaço de alto tráfego, a ser definido, na cidade de Belém/PA, durante um mês inteiro. Dentro desse período, os visitantes terão a oportunidade de escolher entre 20 depoimentos, cada um com cerca de 10 minutos de duração. 2. Itinerância da Exposição Interativa “Caminhando em seus sapatos...” em escolas públicas (Belém do Pará, Marabá e Parauapebas) Ao levar a exposição para o ambiente escolar, o Intermuseus está utilizando a linguagem cultural expressa na mostra, para ativar uma habilidade importante em alunos do ensino médio de escolas públicas. Esta habilidade é parte das competências transversais definidas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC-MEC 2019), importante para a formação de cidadãos, tal como está descrito no documento: “exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza”. A exposição fortalece, também, a cultura como uma expressão e uma linguagem alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 16): “promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”. Levar a exposição para escolas públicas no contexto da COP-30 e com histórias especificamente coletadas no território amazônico, fortalece e qualifica o conhecimento e o debate a respeito dos impactos das mudanças climáticas na população. Além disso, é importante mostrar a diversidade de realidades e experiências da população da Amazônia, uma vez que esta é um dos principais território-foco do debate internacional sobre mudanças climáticas. Na instalação interativa, as estantes e caixas de sapato são levadas para a escola em uma perua Kombi e com os sapatos e fones com as histórias originais. Cada estudante recebe uma caixa escolhida aleatoriamente, contendo um sapato e fone de ouvido. O estudante caminha no pátio da escola ouvindo o depoimento respectivo do antigo dono daquele sapato, partes do acervo da exposição em sua versão em local público aberto. 3. Novas histórias para o acervo Serão coletadas 20 novas histórias especificamente para esta edição do Museu da Empatia na COP-30. As histórias comporão um acervo com moradores de cada um dos 9 estados da Amazônia Legal e deverão representar a multiplicidade de realidades, experiências e desafios enfrentados por esta população. Desta forma, pretende-se oferecer para o público uma ampliação do conhecimento sobre a Amazônia do ponto de vista da população que vive neste território, apresentando a diversidade das experiências e impactos humanos da crise climática, nem sempre abordados nos debates.
O local escolhido para a implantação da exposição do Museu da Empatia na COP-30 em Belém do Pará contará com um consultor de acessibilidade para orientar a produção e a equipe de mediadores para todas as adaptações necessárias aos vários tipos de necessidades especiais - Acessibilidade física: acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, contando com rampas para acesso ao espaço da exposição; Item da planilha: Mobiliário expositivo - Acessibilidade para deficientes auditivos: as histórias do acervo serão legendadas para utilização em tablets; Item da planilha: Intérprete de libras - Acessibilidade para deficientes visuais: a explicação sobre a exposição é feita a cada novo grupo que passará pela experiência e os mediadores da exposição serão treinados para darem especial atenção para os deficientes visuais nesta explicação, ajudando-os a calçarem e descalçarem os sapatos da exposição e oferecerem apoio para caminharem com eles durante a vivência; Item da planilha: Treinamento - Acessibilidade para neurodivergentes em geral (pessoas com dificuldades cognitivas, sensoriais ou motoras) - textos simples e diretos de explicação que ficam nas paredes do espaço expositivo, treinamento dos mediadores para explicarem detalhada e atentamente o processo da vivência na exposição e atentar para necessidades de compreensão específicas antes, durante e depois da vivência, atenção para necessidades específicas que sejam passadas por eventuais acompanhantes destas pessoas. Item da planilha: Treinamento OBSERVAÇÃO: Materiais de divulgação gerados pelo projeto irão dispor de informações sobre as medidas de acessibilidade.
O acesso à exposição será gratuito. A montagem da exposição será sempre em local de fácil acesso através de transporte público. Público-alvo: - estudantes de ensino médio de escolas públicas, de 15 a 20 anos independente de gênero, localizados nos municípios de Belém do Pará, Marabá e Parauapebas - público em geral, sem perfil específico, acima de 14 anos independente de faixa etária, camada social e gênero, localizados no município de Belém do Pará Em atendimento ao artigo 30º. da IN no. 11 de 2024, adotaremos as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); - A exposição é totalmente gratuita e estará montada em um local público de fácil acesso (a ser definido em conjunto com a Secretaria de Cultura do Estado do Pará VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - A exposição terá itinerância específica em escolas públicas para o público jovem
Coordenação Geral - INTERMUSEUS O Intermuseus é uma associação civil, sem fins lucrativos, que idealiza, desenvolve, estimula e fortalece ações no campo museológico, cultural e social que visam impacto positivo e transformação social, realizando a proposição de projetos e sua coordenação geral. Coordenação do Projeto - Andréa Bueno Buoro Mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com bolsa de especialização sobre Cidadania Ativa no Centro de Estudos da Sociedade Civil da Johns Hopkins University – USA. É diretora executiva da Associação Intermuseus.Foi Diretora Adjunta do Instituto Arapyaú - Organização de Investimento social privado focada no fomento de iniciativas de desenvolvimento sustentável. Participou da criação da Fundação Telefônica da qual foi gerente de projetos entre 1999 a 2008. Desenvolveu e coordenou as áreas de educação e cultura, tendo sido responsável pela manutenção, gestão e divulgação do acervo do antigo Museu do Telefone. Desde 2014 é diretora executiva do Intermuseus, supervisionando e coordenando todas as frentes de atuação da organização. Coordenação técnica - Joana Tuttoilmondo Doutora em história da arte (FAU-USP), mestre em antropologia social (FFLCH-USP) e formada em ciências sociais (FFLCH-USP), é também especialista em estudos de museus formada em museologia (MAE-USP). Desenvolve investigações e ministra cursos universitários e livres nos campos da arte, dos museus e de gestão cultural. Atua como pesquisadora, consultora e coordenadora de conteúdo para diversos projetos culturais, museológicos, editoriais e de exposições. Coordenação Pedagógica - Beatriz Cortés Há mais de 35 anos trabalhando com educação, cultura e arte, atuou em várias escolas – da Educ. Infantil ao Ens. Médio –, ateliês e instituições culturais, como Colégio Miguel de Cervantes, Escola Vera Cruz, Escola da Vila, Instituto Sidarta, Fundação Bienal de São Paulo. Em 2017, co-fundou o Coletivo Oquecabeaqui? e seu ateliê móvel. Em setembro de 2022, coordenou e supervisionou a ação educativa da Exposição “Caminhando em seus sapatos...”, realizada pelo Intermuseus na Casa das Rosas, em São Paulo. No primeiro semestre de 2023, coordenou e supervisionou a itinerância dessa instalação por escolas públicas da cidade de São Paulo, alcançando um público mais de 2.400 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários. Vem coordenando a itinerância do projeto por escolas públicas durante o ano de 2024. Curadoria das histórias – Ronaldo Miranda Produtor de audiovisual com experiência em áreas diversas e complementares como videografia, fotografia, sonoplastia e roteiro, tendo trabalhado com projetos artísticos, institucionais e educacionais. Foi produtor de Promos na MTV Brasil; diretor de arte do UOL, diretor de arte na PlayTV, diretor de redação do programa Blog 21 (NDC Produtora), diretor de arte da produtora Flint Brasil e coordenador de comunicação da AJI (Ação Jovens Indígenas de Dourados/MS). Entre os projetos destacados estão as produções para o projeto “Caminhando em seus sapatos” do Museu da Empatia (gravação e edição em 2017 e coordenação e edição em 2024), a produção de podcasts para o Programa Itaú Social Unicef (CENPEC), produção de entrevistas para o projeto "Memória A. C. Camargo Cancer Center" (Intermuseus), e gravações para o livro "Memórias da EJA do Colégio Santa Cruz”. Relacionamento com parceiros – Renato Baldin Arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, especialista em museologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e especialista em administração do 3º setor pela Faculdade Getúlio Vargas. Desenvolveu projetos de exposição temporária para instituições como Instituto Tomie Ohtake, Galeria Olido, Palácio dos Bandeirantes, Museus dos Cafés do Brasil, Sabesp, Museu de Arte de São Paulo (MASP), entre outros. Foi coordenador de eventos e assessor de Relações Institucionais do IDBrasil, Organização Social de Cultura que administra o Museu do Futebol e Museu da Língua Portuguesa, por 8 anos. Foi coordenador de museografia na Fundação Museu Mariano Procópio (MAPRO), em Juiz de Fora – MG e é gerente de projetos e relacionamento Intermuseus desde 2017. Coordenação financeira – Raquel Celso Raquel tem mais de 12 anos de experiência em planejamento estratégico, gestão comercial, administrativa, executiva, orçamentária e legal de projetos. Faz acompanhamento de implantação e gestão de projetos de sustentabilidade corporativa em ações integradas nos segmentos econômico, social e ambiental. Produtora – Mútua (Mathilde Rousseaux) Mútua - Produtora com foco na realização de projetos culturais, artísticos e educacionais que difundem histórias de vida de forma consciente e responsável. Propõe serviços de gestão de projetos e prestação de contas de projetos financiados via edital; direção de produção e produção executiva; storytelling e criação de conteúdo gráfico e audiovisual. https://sermutua.com
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.