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Promover a manutenção e a expansão das atividades da Associação Griots - Os Contadores de Histórias, que realizará apresentações de contação de histórias, para crianças, adolescentes e idosos internados em diversos hospitais. Além disso, o projeto produzirá um livro com as histórias de mais sucesso criadas pelos voluntários e oferecerápalestras formativas sobre contação de histórias a alunos e professores de escolas públicas.
Todas as atividades executadas pelo projeto possuem classificação etária indicativa livre. Projeto pedagógico formativo em anexo.
Objetivos gerais Este projeto pretende manter e expandir a atuação da Associação Griots - Os Contadores de Histórias, que datam desde 2003, em hospitais da Região Metropolitana de Campinas garantindo a realização de apresentações por voluntários do grupo, para crianças, adolescentes e idosos internados em diversos hospitais. Pretende-se, assim, com este projeto, manter este trabalho e realizar 6.000 visitas/apresentações de contadores de historias em hospitais para o público mencionado, treinar novos voluntários e confeccionar um livro de histórias criadas pelos contadores. Objetivos específicos Realizar, no período de execução, visitas e apresentações de contadores de histórias nos leitos hospitalares, para aproximadamente 6.000 pessoas; Contemplar dentre os atendidos, crianças, adolescentes e idosos internados; Humanizar e levar arte ao ambiente hospitalar; Incentivar o hábito da leitura e colaborar para a formação cultural e intelectual; Adquirir livros para a contação de histórias e doação; Produzir 1000 cópias de livro ilustrado de histórias selecionadas criadas pelos voluntários dos Griots; Aperfeiçoar o trabalho dos 200 voluntários da ONG, através de treinamento; Capacitar mais voluntários para contação de histórias, através das oficinas.
Griots - Os Contadores de Histórias é uma associação sem fins lucrativos criada para promover a prática de se contar histórias em hospitais, atendendo crianças, adolescentes e idosos enfermos, difundindo a cultura, o gosto pelo lúdico, pela literatura e pela arte. O nome da Associação é uma homenagem aos Griots, grandes contadores de histórias africanos, que difundiam a cultura ancestral por todo continente, sendo considerados como verdadeiras bibliotecas vivas ambulantes. Fundada em 2003, já atendeu desde então, mais de 17.000 pessoas em aproximadamente 8.000 horas de voluntariado. A ONG nasceu através da iniciativa de voluntários que se dispunham a contar histórias para crianças no hospital de Clínicas da Unicamp (Campinas). Desde então a ONG ampliou significativamente sua área de atuação. Atualmente além deste, realiza contação de histórias no Hospital Estadual de Sumaré, Hospital Municipal Mario Covas (Hortolândia), Santa Casa de Misericórdia de Valinhos, de Itatiba, Vinhedo, de Mogi Mirim, de Mogi-Guaçu, Hospital Municipal Mário Gatti (Campinas), Centro Infantil Boldrini (Campinas), Hospital Celso Pierro (PUC - Campinas), Lar dos Velhinhos (Campinas), Hospital Ouro Verde de Campinas, Hospital Universitário de Jundiaí, no Hospital Municipal, Hospital Municipal de Jaguariúna e Casa Transitória Flavio Zacchi em Itapira e HAOC de Indaiatuba. Com o crescimento e reconhecimento do trabalho desenvolvido em prol da humanização hospitalar a partir da literatura infantil, a ONG recebeu o "Prêmio Betinho" de Responsabilidade Social (2006) da Câmara Municipal de Campinas, o Diploma de Honra ao Mérito também da Câmara Municipal de Campinas e várias Medalhas de Ouro do "Concurso de Ouvidoria e Humanização Hospitalar", promovido pelo Hospital das Clínicas da Unicamp. Manter e expandir as atividades dos Griots é uma maneira de fortalecer a tradição dos contadores de histórias, divulgar e difundir o gosto pela literatura e pelas artes e, simultaneamente, auxiliar no tratamento de crianças, adolescentes e idosos, amenizando o sofrimento e contribuindo para a humanização hospitalar. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Livro: O livro ilustrado a ser produzido, em seu conteúdo terá, além de ilustrações, histórias criadas pelos voluntários participantes do projeto que mais fizeram e fazem sucesso com os atendidos. O livro será criado, diagramado, finalizado e impresso pelo projeto e terá 128 páginas, mais a capa. Será distribuÃdo gratuitamente aos voluntários colaboradores, além de patrocinador e escolas e bibliotecas da região. Todas as visitas para contação de histórias, à s 6.000 crianças, adolescentes e idosos (predominantemente de baixa renda), bem como o treinamento dos novos voluntários serão gratuitos e abertos a toda a população, sem distinção de classe social. O treinamento será divulgado na mÃdia das respectivas localidades e também por material gráfico (flyers, cartazes etc), além das redes sociais. A aquisição de livros para a contação de histórias permanecerá com os Griots ao término do projeto para que a Associação conte com este acervo de livros como material para dar continuidade à s suas atividades que datam desde 2003. Capacitação de voluntários: [Plano pedagógico foi anexado ao projeto]
Produto principal – Plano Trianual Anual: Acessibilidade fÃsica: O projeto garante a acessibilidade fÃsica, uma vez que acontece dentro dos hospitais e seu público alvo é composto por pessoas hospitalizadas (crianças, adolescentes e idosos), muitas dessas com dificuldades de locomoção e com necessidades de cuidados especiais. Além disso, parte do trabalho dos Griots é voltada para o público idoso atendido no lar de velhinhos, sempre se direcionando a localidade dos atendidos. Acessibilidade para deficientes auditivos: Como medida de acessibilidade a deficientes auditivos, os Griots garantem que ao menos 2 de seus voluntários dominarão as LIBRAS – LÃngua Brasileira de Sinais e serão direcionados ao público especÃfico para realizar a contação de histórias. Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de projeto apenas audÃvel, não é necessário propor medidas de acessibilidade aos deficientes visuais. Neste caso, não serão necessários acréscimos de custos no orçamento para que a acessibilidade seja garantida. Acessibilidade para deficientes intelectuais: A proponente não impõe qualquer tipo de obstáculo de acesso ao projeto para pessoas com deficiência intelectual, tanto como voluntário integrante do grupo, quanto como público visitado. Os Griots recebem voluntários com diversas limitações e necessidades especiais, sem distinções, permitindo a participação de qualquer pessoa em igualdade de condições. No que diz respeito à s visitas, a proponente é comprometida com a adaptação de conteúdos e se preocupa com a acessibilidade de pessoas com deficiência cognitiva e outros transtornos. No treinamento oferecido, os voluntários se tornam aptos a lidarem com pessoas com deficiência intelectual de forma positiva, visando a um bom acolhimento, à interação prazerosa e à participação nas atividades. Produto secundário – Curso/Oficina/Estágio: Acessibilidade fÃsica: os locais das oficinas terão rampas de acesso e outras medidas de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. Neste caso, não serão necessários acréscimos de custos no orçamento para que a acessibilidade seja garantida. Acessibilidade para deficientes auditivos: como medida de acessibilidade a deficientes auditivos, a palestra contará com intérprete de LIBRAS – LÃngua Brasileira de Sinais. Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de projeto apenas audÃvel, não é necessário propor medidas de acessibilidade aos deficientes visuais. Neste caso, não serão necessários acréscimos de custos no orçamento para que a acessibilidade seja garantida. Acessibilidade para deficientes intelectuais: A comunicação também será pensada para melhor atender esse perfil. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação especÃfica ou no Decreto no 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso à s atividades em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo a essas pessoas para terem acesso ao projeto. Produto – Confecção de Livro: Como medida de acessibilidade a deficientes visuais, o livro contará com a sua versão em áudio gravada pelos próprios voluntários como contação de histórias. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permitem ao público encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura.
O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso IX do artigo 30 da IN nº 11/2024 do MinC), a saber: IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC: – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos.
Como o projeto trata de contação de histórias para crianças, adolescentes e idosos em hospitais, através do trabalho de voluntários, ele não tem ficha técnica. O projeto tem como principal objetivo formar contadores de histórias voluntários, que possam difundir a cultura através do incentivo à leitura para pessoas hospitalizadas de forma lúdica. Segue em anexo o projeto pedagógico da formação dos contadores de histórias, assim como, abaixo, os currÃculos de pessoas que participarão dessa formação. Associação Griots - Os Contadores de Histórias (proponente do projeto) Dirigente da instituição será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e produção executiva (não receberá remuneração). É uma instituição sem fins lucrativos que desenvolve intenso trabalho de contação de histórias em hospitais na Região Metropolitana de Campinas desde 2003. Através da literatura e da arte de contar histórias, colabora para a humanização do ambiente hospitalar, contribuindo positivamente para o bem-estar de crianças, seus familiares e a equipe de profissionais envolvidos no tratamento médico. Os voluntários também fazem visitas regulares a lares de idosos, proporcionando momentos de lazer, com carinho, cuidado e respeito à s suas memórias e histórias de vida. Missão e Visão: Nossa missão é plantar e colher sorrisos. Buscamos entreter, estimular e incentivar a leitura através da arte de contar histórias, junto à s crianças, adolescentes e idosos nos hospitais e nas casas de apoio, contribuindo para melhora do ambiente e do bem-estar de todos os envolvidos, incluindo seus familiares e a equipe de profissionais. Objetivos: . Incentivar a leitura e a literatura infantil . Disseminar a arte da contação de histórias . Humanizar o ambiente dos hospitais e casas de apoio através da leitura e da contação de histórias . Atuar com carinho e respeito, amenizando o sofrimento e o desconforto do estresse provocado pela situação de internação hospitalar . Capacitar o voluntariado e estimular o crescimento pessoal dos membros da equipe Suely Marques Lopes – contadora de história voluntária, atua no Recrutamento, Seleção e Treinamento de novos voluntários Formação: Ciências Biológicas pela Faculdade de Ciências e Letras de Cornélio Procópio/ PR. *Atualmente: Contadora de Histórias. Voluntária no Grupo Griots: os contadores de histórias há 7 anos. *Palestrante na área de Humanização, Relacionamento Humano, Motivação, atuando em: Escolas, Hospitais, Congressos, Empresas. *Como contadora de histórias, faço Oficinas de Contação de Histórias com Dinâmicas em Livrarias, Escolas, Empresas, Hospitais, com grupos de profissionais da saúde: Médicos, Enfermeiros, Fonoaudiólogos, etc... *Na qualidade de Contadora de Histórias e Palestrante já participei: - III Simpósio UNIMED de Humanização em Sorocaba SP - Humanizando Contando Histórias na Associação Santa Maria de Saúde em Jaguariúna SP. - Associação dos aposentados da Fundação CESP de Campinas. - Humanização no curso de Administração de Empresas e Administração Hospitalar nas Faculdades Integradas IPEP Campinas. - Participação no Programa Ponto de Encontro pela TV PUC Campinas. - Oficina de Contação de Histórias no Programa Sócio Educativo Guardinha Cidadania, Campinas. - Oficina de Contação de Histórias na semana do idoso no Hospital de ClÃnicas da UNICAMP. - Oficina de Contação de Histórias no Grupo Primavera Campinas. - Contação de Histórias na SIPAT 2007 do Hospital Municipal da PUCC. - Contação de Histórias na II Jornada da ABRAZ (Ass. Brasileira de Alzheimer) em Itajubá - MG. *Participação no curso de: A Arte de Contar Histórias com o Grupo MANAUÊ, Ponto de Cultura no Sindicato dos Professores de Campinas. Josiane Lourenço – contadora de história voluntária. Formação: Ano: 2005 - PontifÃcia Universidade Católica de Campinas - Campinas - SP Graduação em Psicologia. Experiencia Profissional: Psicólogo ClÃnico, Professor e Supervisor 04/2005 - atual ITECH- Instituto de Terapia e Estudo do Comportamento Humano Professor 02/2009 – 06/2009 Anhanguera Educacional S/A Disciplina: Psicologia Organizacional Psicólogo Organizacional e Supervisora de RH 09/2005 – 04/2007 VBTU- Transportes coletivos Ltda e Itajaà Transportes Coletivos Ltda Psicólogo Estagiário 11/2001-12/2002 Maternidade de Campinas Responsabilidade Social: Atuando desde 2005 como contadora de histórias no HC da Unicamp – Setor de Pediatria, como voluntária pela ONG - “GRIOTS - Os contadores de históriasâ€?. EgÃdio Pereira Ramos - Contador de Histórias. Formação: Instituição: USF – Universidade São Francisco Curso: Análise de Sistemas PerÃodo: De 01/1988 a 12/1991 Experiência profissional: *Empresa: Tecnoview Informática Ltda PerÃodo: De 03/1995 até o momento Cargo/Atribuições: Sócio Proprietário, Consultoria/Suporte buscando atender as necessidades dos clientes com soluções de hardware e software. *Empresa: Semp Toshiba Informática Ltda PerÃodo: De 03/2010 até o momento Cargo/Atribuições: Representante Comercial, Consultor Pré-Venda. *Empresa: Unisoma Matemática para Produtividade S/A PerÃodo: De 03/1985 a 03/1995 Cargo/Atribuições: “Office-boyâ€?, Auxiliar Administrativo, Auxiliar Informática, Programador. Cursos e especializações: - Sistemas Operacionais Windows (3.x,95,98,XP,VISTA,7,Server), Linux e MAC OS; - Aplicativos: MS Office, BR Office; - Redes: Cabeamento Estruturado, topologias de rede (ethernet, fast ethernet), switches; - Redes Wireless; - Protocolos de Redes e gerenciamento: TCP/IP; - Treinamento de produtos, tecnologias e soluções com parceiros: Semp Toshiba, CADTEC-Vectorworks,3COM, LINKSYS, HP, IBM, LG, Samsung, Microsoft, Netapp, Apple, INTEL, Philips , Sony, APC e outros. Responsabilidade social: Desde 2007, trabalho como voluntário na Associação Griots – Os Contadores de Histórias, que atua visitando a pediatria em alguns hospitais da região de Campinas. Atualmente sou coordenador do grupo no Hospital das Clinicas da UNICAMP. Marcos Ronan Baraldi – coordenação geral do projeto (conforme planilha orçamentária): Formação profissional:Engenharia Elétrica Instituto Nacional de Telecomunicações - INATEL Santa Rita do Sapucai - MG Conclusão: 1985 Experiência / trabalho voluntário:Associação Griots Os Contadores de Histórias - ONGVoluntário e atual Diretor Geral PerÃodo: Setembro de 2007 até a data atual Fundação Telefônica – Telefônica VivoVoluntário e Membro do Comitê dos Voluntários de Campinas PerÃodo: Janeiro de 2011 até a data atual Vivo Voluntário – Vivo Voluntário e Coordenador dos Voluntários de Campinas PerÃodo: Janeiro de 2000 a Dezembro de 2010 Experiência profissional:TELEFONICA VIVO S/ADiretoria de Acesso Móvel São PauloGerência Acesso Móvel São Paulo InteriorCargo: Engenheiro Local: Campinas - até a presente data TELESP CELULAR S/ADivisão de Engenharia InteriorSeção de Projeto e Otimização InteriorCargo: Engenheiro Campinas - Abril de 1998 até Outubro de 2011 Divisão Celular Centro SulCargo: Engenheiro Campinas – Maio de 1996 até Março de 1998 TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S/AEscritório de Serviço de CampinasCargo: Engenheiro Campinas - Junho de 1993 até Abril de 1996 Telecomunicações de São Paulo S/A ( continuação )Distrito Operacional de CumbicaCargo: Engenheiro São Paulo – Maio de 1986 até Maio de 1993 Seção de Consultoria Técnico-Comercial da Região São Paulo Leste Cargo: Engenheiro São Paulo - Fevereiro/86 até Abril/86
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$129.043,59 em 08/04/2026.