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O presente projeto prevê a manutenção e ampliação das atividades desenvolvidas pela Casa das Artes de Itapira, centro de artes que oferece aulas de musicalização e de diversos instrumentos, como percussão, cordas, piano, sopro e coral para jovens, crianças e adultos. O projeto visa também realizar apresentações gratuitas de música instrumental e erudita para toda a comunidade da cidade.
Classificação livre
Objetivo Geral Transformar através da arte. Utilizar a linguagem musical para ampliar a capacidade de aprendizado, raciocínio entre jovens e crianças através da prática da musicalização e instrumentos, além de ampliar as atividades já desenvolvidas internamente e polos de iniciação, formação e aperfeiçoamento de alunos em instrumentos musicais, assim como a especialização musical. Objetivo Específico · Promover iniciação, formação e aperfeiçoamento de alunos em instrumentos musicais, assim como a especialização musical. · Oferecer especialização em: flauta transversal, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone, bombardino, tuba, bateria, percussão, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, viola caipira, violão, guitarra e contrabaixo elétrico; · Atuar no desenvolvimento do programa de prática de conjunto com coral infanto-juvenil, e grupos de câmara; · Atender um total de 300 pessoas nos cursos e oficinas oferecidos (produto principal), sendo desses, 200 alunos de regiões periféricas atendidos gratuitamente e 100 na região central sob contribuição mensal; · Para a temporada de apresentações (produto secundário), realizar mais de 30 apresentações para um público total de cerca de 3.000 pessoas; · Proporcionar a população regional opção de agenda cultural e desta maneira atuar no trabalho de formação de público e difusão cultural; · Apoiar o aperfeiçoamento de alunos em estágio avançado, bem como encaminhamento ao mercado de trabalho, com vistas à geração de renda e a inserção da música como oportunidade de trabalho.
A instituição possui hoje uma demanda muito grande de crianças e jovens que possuem referências culturais restritas, seja pelos meios de comunicação, pelo viés educativo e até mesmo familiar. Assim, a sociedade civil tem de se mobilizar para dar suporte no que se refere à difusão, à formação e à produção cultural, além do trabalho de formação de público. O trabalho desenvolvido na Casa das Artes de Itapira está, desde 2007, em plena expansão. A entidade é referência no que se refere à inclusão cultural de crianças e jovens, à formação de público e a opção de agenda cultural da região. O projeto de manutenção desta estrutura se faz necessário justamente para que a instituição possa manter o que já vem sendo realizado e para que possa planejar as devidas expansões, atendendo um número maior de crianças e jovens. A instituição mantém grupos de iniciantes em música atendendo jovens e crianças a partir de 04 anos de idade que, após o aprendizado de musicalização, optam pelo instrumento que pretendem se especializar. O projeto também busca a manutenção da Banda Acadêmica da Casa das Artes, Big Band e Orquestra de Cordas, formados por professores e alunos da Instituição. Hoje temos 12 salas de musicalização, infantil a infanto-juvenil e adultos, funcionando com média de 15 alunos cada. Atendendo na Casa das Artes aproximadamente 25 horas mensais, na Apae 15 horas mensais, Escola Candido de Moura e Escola Sesi 16h mensais cada. No auditório com capacidade de 60 pessoas, a temporada de apresentações da Casa das Artes contempla a música instrumental diversificada e peças de teatro de artistas locais e de outras regiões. As apresentações são todas gratuitas, voltadas para todo tipo de público e acessível, tornando-se um trabalho permanente de formação de público. As aulas oferecidas na sede central da Casa das Artes para pessoas de melhor renda terão contribuição no valor de R$ 155,00 (cento e cinquenta e cinco reais)* mensais para participação e gratuidade aos alunos das regiões periféricas e de famílias de baixa renda, as aulas nos polos Apae e Candido de Moura também são totalmente gratuitas. A cobrança se destina a contribuir com a manutenção das atividades regulares desenvolvidas que antes recebiam incentivos da Prefeitura Municipal e não mais recebem. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Metodologia de Ensino – Casa das Artes de Itapira Nosso curso será ministrado por professores formados em seu respectivo instrumento que atuam profissionalmente em orquestras, bandas e individualmente no circuito cultural do estado de São Paulo. As aulas são ministradas em grupo. Os alunos são divididos em módulos de aprendizado. O aluno executará os exercícios e o professor corrige, refina e aperfeiçoa sua técnica e repertório demonstrando em na prática a forma de ler a partitura e executar os exercícios e peças que compõe a grade de aprendizado de cada um. Etapa 1 - Musicalização Todos os alunos já têm uma base teórica e prática, a musicalização apenas vai lapidar esta experiência e deixá-los aptos para um novo ritmo de aprendizado onde a carga de tempo e a dificuldade técnica são muito mais amplas. Neste módulo os alunos terão aula de: Leitura de Partitura, Rítmica, Percepção; Etapa 2 - Instrumento Após o período de musicalização, os alunos escolhem os instrumentos disponíveis para prática e aperfeiçoamento técnico e estético. Atualmente dispomos de aulas de: flauta transversal, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone, bombardino, tuba, bateria, percussão, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, viola caipira, violão, guitarra e contrabaixo eletrico; As aulas também são ministradas em grupo e alunos são divididos em módulos. Em paralelo é realizado o aperfeiçoamento estético, onde todos os alunos terão aulas de: Estética e Apreciação Musical, História da Música.
Produto Principal - Plano Anual: Acessibilidade para deficientes físicos: As atividades do projeto serão realizadas na sede da proponente e em locais fiscalizados pela prefeitura municipal, que obedecem à legislação vigente quanto ao acesso de pessoas. Acessibilidade para deficientes visuais: durante as oficinas, professores e monitores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. As partituras e apostilas para os alunos, caso haja, serão traduzidas e impressas por meio de gráfica especializada em braile. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Na presença de alunos com deficiência cognitiva ou outros transtornos, a proponente se compromete a adaptar conteúdos e materiais didáticos para melhor atendê-los. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permitem ao público encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. Produto Secundário – Apresentações de música: Acessibilidade para deficientes físicos: As apresentações serão realizadas na sede da proponente e em locais públicos de Itapira, mantidos e fiscalizados por órgãos públicos que seguem todas as medidas de acessibilidade previstas na legislação vigente. Todos os locais onde ocorrerão as apresentações dispõem de condições totalmente adequadas de acessibilidade para deficientes físicos. Acessibilidade para deficientes visuais: o roteiro e sinopses, além de detalhes como nome das músicas, compositores, instrumentos utilizados e nome dos executores será anunciado oralmente durante as apresentações. Além disso, de início, será descrito oralmente o ambiente de circulação dos eventos, com detalhes sobre corredores, assentos, palco e saídas de emergência. Acessibilidade para deficientes auditivos: por se tratar de projeto musical instrumental, torna-se inviável a acessibilidade ao produto completo, não cabendo medidas. Já para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos, serão oferecidos convites para as apresentações às instituições que atendem e amparam esse público. Além disso, a comunicação também será pensada para melhor atender esse perfil. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto no 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo a essas pessoas para terem acesso ao projeto.
A divulgação das apresentações será feita através de associações comunitárias e ONGS parceiras que atuam em comunidades periféricas e de alta vulnerabilidade. O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso III do artigo 30 da IN nº 11/2024 do MinC), a saber: III – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição
Os artistas convidados para as apresentações serão definidos durante a execução do projeto, conforme disponibilidade de datas compatíveis. Casa das Artes de Itapira (receberá pela rubrica: Grupo Musical/Banda): Coordenação Geral (gerenciamento das atividades, profissionais envolvidos e alunos), Sede Principal e Proponente do Projeto. A Casa das Artes de Itapira surgiu através da reunião de alguns músicos, no final de 1997 sob a coordenação de César Lupinacci. Em 15 de setembro de 2005 se transformou em uma associação sem fins econômicos. Em 04 de maio de 2006 teve sua denominação definida como Banda Musical de Itapira, que, em agosto de 2012, foi alterada para Casa das Artes de Itapira. Tem como principal objetivo difundir e preservar a cultura em geral, e para isso tem promovido ações diversas para ampliar os caminhos e os mecanismos capazes de instituir e desenvolver a cultura promovendo experiências neste contexto, inserindo os resultados em frentes como à educação, à intelectualidade, à sensibilidade e ao desenvolvimento pleno de alunos, professores e colaboradores enquanto indivíduos da sociedade. Esta instituição desenvolve e organiza, através de aulas e ensaios, programas de banda de música com os alunos; realiza concertos em eventos dentro e fora do município, e forma agentes multiplicadores que possam contribuir no processo de formação de novos alunos. As ações são classificadas em 04 projetos: Projeto Batutinha – trabalha a educação musical e expressão corporal com crianças entre 04 e 16 anos e resultando em: coral, fanfarra, flauta, bate-lata e expressão corporal; Projeto Casa das Artes – espaço que fomenta a cultura por meio de aulas de música, teatros, saraus, exposições, oficinas e recitais, abrangendo toda a comunidade, com cerca de 314 alunos, além de abrigar grupos independentes; Banda Casa das Artes – projeto que consiste no aprimoramento dos alunos de música, visando e valorizando a prática instrumental de banda, e realizando concertos dentro e fora do município; Orquestra de Cordas – projeto que consiste no aprimoramento dos alunos de música, visando e valorizando a prática instrumental de orquestra, e realizando concertos dentro e fora do município. Desenvolve ainda, outras ações tais como: encontros anuais de banda (2007 a 2012) com público de aproximadamente 200 pessoas; Cantatas de Natal (2006 a 2024) com público estimado em 900 pessoas; Mostras artísticas semestrais (2007 a 2024) com público estimado em 700 pessoas; resgate do tradicional Grito de Carnaval (2004 a 2024) com aproximadamente 1500 pessoas, entre outras. Como associação, foi certificada em 2014 como OSCIP. Em 2019 como Ponto de Cultura do Estado de São Paulo. É certificada no CEE (Conselho Estadual de Entidades). Casa das Artes de Itapira tem como missão institucional: “promover, através da arte, o encontro da pessoa em seus valores humanos e culturais, com prazer e qualidade no fazer artístico sensibilizando todos os públicos” e como visão de futuro: “ser referência na formação de artistas e polo de desenvolvimento cultural e social”. César Ricardo Lupinacci (receberá pela rubrica: artista de criação): Direção Artística Iniciou seus estudos de música quando criança cantando no madrigal da Casa de Caridade Paulo XXIII em Campinas/SP e Coral Cidade de Itapira com regência de Hugo Baradel Filho. Em 1987 ingressou como trombonista na Banda Marcial “Pref. Antônio Caio” no colégio onde completava seus estudos de ensino fundamental, vindo no ano seguinte a participar da Banda Lyra Itapirense onde permaneceu até o ano de 1993. Nesse decorrente ano ingressou na Banda Lyra Mogimiriana em Mogi Mirim/SP, onde aprimorou seus estudos de trombone com o professor João Leite (músico da orquestra sinfônica de Campinas) e atuou até meados de 2012, como instrumentista e coordenador da instituição. Em final de 1997, criou a Banda Musical de Itapira, sociedade cultural sem fins lucrativos, que tem como finalidade ensinar música à comunidade de forma gratuita e preservar os valores da cultura e da música brasileira. Participou de grupos musicais na UNICAMP como Comboio (grupo experimental de música brasileira), Big Band sob a regência de Rafael dos Santos e Unibanda sob a regência do maestro Carlos Lima. Ingressou na Faculdade de Música Mozarteum em SP cursando dois anos e vindo a trancar a matrícula para posteriormente concluir. Henrique Augusto Lupinacci (receberá pela rubrica: Coordenação pedagógica): Coordenação Pedagógica Iniciou seus estudos de música no ano de 2002 ingressando na Banda Lyra Mogimiriana (Mogi Mirim–SP) no curso de violino, com a professora Shinobu Saito. Em 2008 passou a ser monitor do curso de violino na mesma instituição e iniciou aulas de violino em Campinas com a mesma professora até o ano de 2012. Ingressou na Orquestra Jovem Suzuki Campinas sob a regência de Rafael dos Santos (UNICAMP) de 2008 a 2011. Estudou teoria musical com a prof. Lucielena Terribile (Campinas-SP) de 2011 a 2012. Atuou como violinista na Orquestra Jovem de Paulínia de 2011 a 2013, por onde passaram os maestros: Eduardo Bello (São Paulo) 2011, Cláudio Cruz (São Paulo) 2011 e Artur Huf (Campinas-SP) 2012 e 2013. Também atuou na Orquestra Sinfônica Lyra Mogimiriana desde 2007 a 2014, sob a regência de Carlos Lima. Atualmente cursa graduação em música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Tem aulas de violino com Esdras Rodrigues (UNICAMP) e com Artur Huf (Campinas-SP). Atua como violinista na Orquestra Sinfônica de Piracicaba sob a regência de Jamil Maluf e também atua como violinista convidado na Orquestra Sinfônica da Unicamp – OSU. É professor de violino e da disciplina de teoria musical na Casa das Artes de Itapira-SP e também professor de violino na ABTEM em Mogi Mirim SP.
PROJETO ARQUIVADO.