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"Saberes e fazeres das águas caiçaras" é um projeto consolidado que visa dar maior visibilidade e fortalecer os talentos, saberes e fazeres de comunidades tradicionais dos territórios criativos do litoral paulista, por meio do empreendedorismo artístico, cultural e socioambiental e a possibilidade da ampliação da geração de renda comunitária. O seu plano anual prevê: o mapeamento de talentos e da cultura dos territórios criativos e a sua articulação em rede; a capacitação de pequenos(as) empreendedores(as) locais; a produção de oficinas temáticas relacionadas à arte e cultura caiçaras; às tradições históricas locais; à iconografia da Mata Atlântica e a culminância em um Festival de Empreendedorismo e Economia Criativa.
O Projeto “Saberes e Fazeres das Águas Caiçaras” é um projeto com planejamento anual para trabalhar o empreendedorismo cultural em região litorânea de Mata Atlântica de alta relevância mundial para a biodiversidade e a sociodiversidade, incluindo caiçaras e outros povos tradicionais, tendo como objetivos, em 12 meses, mapear talentos e atrativos de territórios criativos litorâneos de pelo menos 2 municípios do estado de SP; capacitar pequenos empreendedores locais para desenvolver produtos artesanais, gastronômicos e serviços; além de realizar eventos culturais sustentáveis e de economia criativa, unindo tradição com inovação (1 festival e feiras) que valorizem a cultura caiçara e a iconografia dos ambientes “serra terra e mar”, tendo as águas e os povos do mar como inspiração. Visando o alcance dos objetivos propostos, as atividades acontecem quinzenalmente em encontros de formação de ecoempreendedores mapeados; capacitações e oficinas temáticas semanais; além da participação em feiras culturais. Em paralelo às ações realizadas na sede do Instituto Supereco, em São Sebastião (SP), o projeto prevê oficinas temáticas com objetivo de valorizar os talentos dos oficineiros do litoral. As oficinas abordam conteúdos relacionados aos temas: Educomunicação, Artes, Cultura, História, Sustentabilidade, Gastronomia, entre outros, por meio de metodologias ativas de construção participativa “aprender-fazendo” e/ou lúdica. A previsão de impacto é de que em torno de 02 mil pessoas sejam beneficiadas diretamente pelo projeto e cerca de 15 atrativos culturais e artísticos históricos nos municípios ganhem visibilidade na programação do Festival, nas redes sociais e nos produtos educomunicativos. A classificação indicativa é sempre livre e todas as atividades são gratuitas, sendo elas ministradas em escolas públicas, projetos sociais, comunidades e/ou na sede do Instituto Supereco, a depender do público-alvo, do conteúdo programático e da carga horária. Cabe destacar que os eventos artísticos e culturais são calendarizados e continuados em edições recorrentes. O Festival Cultural Tecendo as Águas se caracteriza por um evento cultural e sustentável de 03 (três) dias de duração, período no qual acontecem simultaneamente apresentações artístico-culturais, feiras, oficinas e exposições preparadas em atividades desenvolvidas ao longo do ano todo. O evento também tem a classificação livre, é gratuito e aberto, porém, com controle de acesso a partir de pulseiras personalizadas de identificação. Por fim, estima-se que, em média, 45 instituições (ONGs, pequenas empresas, pequenos empreendedores) sejam convidadas a participar como parceiras em um regime de gestão participativa do evento. O Plano de Comunicação contempla a visibilidade de marcas das instituições envolvidas com reels e posts semanais nas redes sociais; cards mensais de cultura e saberes tradicionais; produção spots de radioweb e de podcasts mensais; faixas, testeiras, banners, painéis de palco e vídeo institucional final para o Festival; releases; lives semestrais (lançamento e pós); entrevistas com atores sociais do projeto e geração de vídeos para o youtube; Balanço Final digital do projeto; produção de jingle e/ou música autoral personalizada para o projeto; assim ampliando o território e as fronteiras da iniciativa (nacional e internacional) para beneficiários indiretos.
Objetivo Geral: Fortalecer o empreendedorismo artístico, cultural e socioambiental de territórios criativos e caiçaras do litoral paulista, por meio de um plano anual que visa dar maior visibilidade aos talentos comunitários e a possibilidade de ampliação da geração de renda. Objetivos Específicos: 1) Executar as ações de mapeamento dos territórios criativos do Plano Anual, em pelo menos 02 municípios, com encontros 02 vezes ao mês (quinzenais) ao longo de 10 meses, totalizando 20 encontros.2) Realizar 48 oficinas de 1h sobre Educomunicação, 02 vezes por semana ao longo de 06 meses, totalizando uma carga horária de 48h.3) Realizar 96 oficinas de 1h sobre Educação Socioambiental, 03 vezes por semana ao longo de 08 meses, totalizando uma carga horária de 96h.4) Realizar 40 oficinas de 30 min. sobre Contação de Histórias, 01 vez por semana ao longo de 10 meses, totalizando uma carga horária de 20h.5) Realizar 36 oficinas de 1h sobre Artesanato e Ambientação Sustentável na Década da Cultura Oceânica, 01 vez por semana ao longo de 09 meses, totalizando uma carga horária de 36h.6) Realizar 48 oficinas de 45 min. sobre Artes (teatro, música, dança e literatura), 02 vezes por semana ao longo de 06 meses, totalizando uma carga horária de 30h.7) Realizar 04 oficinas de 2h sobre Gastronomia, 01 vez por semana ao longo de 01 mês, totalizando uma carga horária de 8h.8) Produzir eventos culturais caracterizados como resultado do Plano Anual com a parceria de 45 instituições, contando 10 apresentações por dia ao longo de 03 dias, totalizando 30 apresentações e a previsão de venda de 1.500 ingressos.
As regiões litorâneas do Estado de São Paulo são muito ricas em talentos e saberes comunitários tradicionais e atrativos imateriais históricos e culturais (Maracatu, Congada, Maculelê, Folia de Reis, Puxada de Rede, gastronomia, artesanatos e artefatos caiçaras, indígenas e quilombolas, contação de histórias e memórias, entre tantos outros). Contudo, em sua maioria, estão na invisibilidade e perdendo cada vez mais espaço nas festividades, nas atividades cotidianas das cidades e no comércio de turismo, importante fonte de economia do litoral. Seja pela crescente urbanização com mudanças no tipo de comércio, preferências da sociedade e contratação pública de atrativos atuais que chamam maior público mas, também, porque muitos destes talentos individuais e grupos se vêem fragilizados e sem articulação em rede com os demais movimentos de grande valor regional da cultura nacional. Assim, a experiência do Instituto Supereco (fundado em 1994, presente há 20 anos no litoral paulista e com mais de 30 programas em várias regiões do Brasil) sempre adotou como prioridade a cultura local e o resgate dos saberes e talentos para o protagonismo social nas mudanças socioambientais desejadas, além da valorização da iconografia brasileira como grande inspiração de seus produtos de cultura, educação e comunicação, por assim entender que cada localidade é um território criativo em potencial. E, foi dessa forma que se deu o sucesso em investir na criação dessa cultura de valorização regional, sendo realizada por meio de estratégias eficientes, de forma contínua e em redes colaborativas, como é a proposta do Projeto "Saberes e Fazeres das Águas Caiçaras". Ao prever o mapeamento e o fortalecimento do empreendedorismo artístico, cultural e socioambiental dos povos tradicionais do litoral paulista também os torna protagonistas do "aprender-fazendo-agindo" em prol da cultura criativa e da atuação em rede. O projeto proporciona maior visibilidade aos talentos comunitários, influenciando a sua valorização desde as crianças da 1ª infância até os adultos e a possibilidade de ampliar as oportunidades de geração de renda anualmente. Assim, a proposta prevê um Plano Anual com o desenvolvimento de atividades integradas de caráter permanente e continuado, realizando oficinas culturais temáticas, capacitações e organização coletiva de eventos artísticos e culturais sustentáveis (festivais e feiras), calendarizados e continuados em edições anuais recorrentes. E, ainda, contempla em média 45 instituições parceiras (ONGs, pequenas empresas, pequenos empreendedores), como convidadas a integrar a Rede de Empreendedorismo Cultural e Economia Criativa _ Rede São Francisco _ para organizar, apresentar, comercializar e participar ativamente do Festival Cultural Tecendo as Águas: serra, terra e mar em alusão à Década da Cultura Oceânica (2021-20230), como a culminância do sucesso dos resultados projeto e do protagonismo comunitário. Dessa forma, observa-se que a proposta cultural se enquadra na forma de Plano Anual de atividades, conforme o artigo 6° da Normativa MINC n°11 de 2024, que é baseado no Decreto o art. 54° do Decreto no 11.453, de 2023, contempla: 1) a manutenção de instituições culturais ou artístico-culturais, incluídas suas atividades de caráter permanente e continuado e demais ações constantes do seu planejamento (artigo 6°, I, a); 2) a manutenção de grupos e coletivos culturais ou artístico-culturais estáveis com execução contínua de atividades (artigo 6°, I, c); e, 3) a realização de eventos culturais ou artístico-culturais calendarizados e continuados, como festivais, mostras, seminários, bienais, feiras e outros tipos de ação cultural realizada em edições recorrentes, observando os limites do art. 7º desta Instrução Normativa (artigo 6°, II, a). Portanto, a participação e adesão no projeto é vista pelos participantes como uma grande oportunidade de expandir a visibilidade, distribuição e/ou comercialização de suas produções artístico-culturais e de seus produtos, valorizando, assim, os conteúdos, temas e características locais que resguardam a sobrevivência do modo de viver da comunidade caiçara e dos demais povos tradicionais (serra, terra e mar). Além do empreendedorismo cultural e dos eventos artístico-culturais, a proposta de projeto "Saberes e Fazeres das Águas Caiçaras" também prevê a produção de oficinas de formação artística e cultural que valoriza o talento e a participação de oficineiros do litoral, estimulando a produção de bens culturais de valor universal e difundindo a cultura caiçara, indígena e quilombola, bem como as tradições históricas locais e os saberes dos povos do mar. O investimento na Educomunicação como estratégia transversal e na criação comunitária da juventude de produtos educomunicativos com conteúdo dos saberes resgatados eleva o projeto e seus públicos para uma escala de abrangência nacional e internacional pelos meios de comunicação, descritos no Plano de Comunicação (localizado na sinopse da obra) . Por fim, diante de tudo exposto, o projeto se enquadra na captação e canalização de recursos por meio da Normativa MINC n°11 de 2024 que dispõe sobre as leis do sistema de financiamento à cultura, as quais visam contribuir para as seguintes finalidades específicas do art. 1° da Lei no 8.313, de 1991: 1) promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Art. 1°, II); 2) apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art. 1°, III); 3) salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (Art. 1°, V); 4) estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Art. 1°, VIII); 5) priorizar o produto cultural originário do País (Art. 1°, IX). E, para o cumprimento dessas finalidades expressas, o projeto propõe alcançar os seguintes objetivos específicos previstos do art. 3° da mesma lei: 1) incentivo à formação artística e cultural, mediante instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (Art. 3°, I, c); 2) fomento à produção cultural e artística, mediante estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes (Art. 3°, I, d); 3) fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (Art. 3°, II, c, e); 4) estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (Art. 3°, IV, a); 5) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais (Art. 3°, V, b).
Ações Ambientais O Instituto Supereco é uma grande referência em sustentabilidade em todas as suas ações, tendo uma Matriz de Desempenho de Ecoeficência e Sustentabilidade em eventos e atividades internas e de campo; promove mutirões de limpeza a cada 15 dias (quinzenalmente) no bairro São Francisco com o intuito de sensibilizar a população para a importância da preservação dos Oceanos e das comunidades de vida marinha e, portanto, inclui esta atividade na programação do Festival Cultural. Com resíduos do mutirão, o público pode fazer oficinas de upcycling no evento. Além disso, o Supereco possui 06 núcleos do seu Programa “O Mar não está pra lixo” implantados no litoral paulista, sendo 01 em Ilhabela, 04 em São Sebastião – costa sul e costa norte e 01 em Caraguatatuba, tendo coletado um total de 1.942,63 kg de resíduos em 12 meses, especialmente com ênfase no microlixo, muitos provenientes de sazonalidade e eventos turísticos das cidades. Expectativas do Projeto O Plano Anual “Saberes e Fazeres das Águas Caiçaras” têm como expectativa alcançar os seguintes objetivos: 1) Mapear os territórios criativos de municípios do litoral paulista, identificando talentos, saberes e fazeres culturais e representatividades artísticas, populares e históricas de comunidades tradicionais, articulando-os em rede de “Empreendedorismo cultural e Economia Criativa” (Rede São Francisco). 2) Capacitar os(as) pequenos(as) empreendedores(as) locais, por meio de ações profissionalizantes que visem o desenvolvimento de produtos artesanais mais atrativos e com maior valor agregado para a comercialização. 3) Influenciar e formar novos públicos consumidores de produtos artesanais e gastronômicos e participantes de festividades comunitárias locais com o intuito de contribuir para o desenvolvimento profissional e a sustentabilidade histórico-cultural e econômica dos povos tradicionais litorâneos. 4) Executar oficinas temáticas que resgatem e valorizem a cultura caiçara, as tradições históricas locais, entre outras, em escolas públicas e organizações sociais da região. 5) Produzir festival de empreendedorismo cultural, economia criativa e sustentável, tendo como protagonista social os beneficiários do projeto, incluindo: apresentações artísticas, populares e culturais; oficinas socioambientais; feiras com produtos artesanais e gastronômicos regionais; rodas de conversa dos saberes dos povos das águas; transmissão ao vivo pelos educomunicadores comunitários; roteiro histórico-cultural; etc.; visando dar visibilidade aos talentos e ao resultado do trabalho realizado no Plano Anual.
As especificações técnicas de cada produto estão, no formato pdf, detalhadas nas Informações Adicionais da Prosposta em documentos anexos.
O projeto prevê medidas para garantir a acessibilidade do espaço físico do Instituto Supereco, na sede localizada na cidade de São Sebastião, no estado de São Paulo. O objetivo é tornar o acesso ao espaço mais acessível tanto às pessoas com dificuldades de locomoção, instalando rampas de acesso e pisos táteis, quanto para o público em geral, disponibilizando banheiros adaptados. Para a realização do Festival “Tecendo as Águas”, o local do evento deverá oferecer estruturas próprias e/ou instaladas visando a acessibilidade, tais como: rampas; cadeiras anfíbias; duchas ecológicas adaptadas; painéis e pisos táteis para facilitar o acesso de pessoas com baixa visão e deficiências visuais; a contratação de intérprete para tradução e interpretação de Libras para facilitar o acesso às atividades da programação; espaços reservados para cadeiras de rodas e assentos sinalizados. Por fim, com relação a acessibilidade ao conteúdo das oficinas de capacitação, seja ela a tradução em Libras e/ou adaptação de materiais em Braille e/ou em formatos apropriados para pessoas com neurodivergências, os recursos serão avaliados de acordo com a demanda apresentada pelo mapeamento do projeto.
O projeto prevê medidas para promover a inclusão, a diversidade e a democratização do acesso à cultura com apresentações, oficinas artístico-culturais e ações ambientais que deverão ser oferecidas de forma 100% gratuita aos seus beneficiários e ao público em geral, visando assim atender o inciso 1° do artigo 30° da IN nº 11/2024, o qual define que “em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I) - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento)” (Art.30, inciso I). E, além do inciso 1°, o projeto também adota o inciso 6° do mesmo artigo 30°, onde é disposto que se deve “realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil” (Art.30, inciso VI), a qual será realizada em Oficinas direcionadas especificamente para este público. Por fim, outra ação de democratização que não está prevista na lei, mas que será adotada devido a sua importância de reparação histórica, será a oferta de oportunidades direcionadas preferencialmente a profissionais locais, comunitários, mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência e LGBTQIAP+ na contratação da equipe e/ou dos prestadores de serviços.
Nome: Instituto Supereco (Associação Super Eco de Integração Ambiental da Criança)CNPJ: 02.140.032/0001-18Função: Proponente e Gestão Administrativa e FinanceiraBio: O Instituto Supereco, uma OSCIP fundada em 5 de outubro de 1994, possui 29 anos de experiência e 30 projetos e programas desenvolvidos (mais de 1 milhão de beneficiados) envolvendo cultura, arte e questões socioambientais em diversos biomas do Brasil, tendo o protagonismo dos talentos locais e as redes como o caminho para a transformação dos territórios. Há 19 anos, elegeu o Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar (ES, RJ, SP, PR) como seu território prioritário para desenvolver o eixo “Oceano, águas, floresta, clima e sociedade” e também porque a Mata Atlântica é uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade e sociodiversidade, incluindo povos tradicionais e caiçaras, sendo prioritária na conservação mundial e ameaçada pela ocupação desordenada. O Supereco é reconhecido como uma das ONGs nacionais que mais criou um número expressivo de obras literárias, documentários, audiovisuais, radionovelas, spots, festivais, eventos e feiras culturais, produtos educomunicativos, campanhas de comunicação, entre outros, valorizando a iconografia brasileira, seus cenários, e tendo as comunidades, seus saberes, histórias, cultura e talentos como protagonistas. Desde 2013 realizou 3 etapas do Projeto Tecendo as Águas no litoral norte de SP (ver portfolio) em 3 municípios e com recursos de editais da Petrobras, incluindo seis edições do consagrado Festival Tecendo as Águas de Arte, Cultura, Empreendedorismo e Sustentabilidade com sucesso de público, em média mil pessoas/dia, promovendo diálogos sobre o Oceano, os povos do mar e boas práticas, oferecendo uma programação cultural diversificada com atrativos históricos da cultura nacional; sendo este projeto uma grande referência para a Petrobras em relacionamento comunitário, marketing de causa e comunicação pela excelência e qualidade da divulgação e dos produtos/resultados com alto valor cultural e socioambiental. O Supereco possui um acervo de mais de 100 obras literárias usadas em programas educativos pelo Brasil, reforçando os aspectos já mencionados, apoiados pela MWV Rigesa, o Instituto Ayrton Senna, WWF, SOS Mata Atlântica, Suzano Papel e Celulose, Petrobras, Arcellor Mittal, Colgate Palmolive, Grupo Abril, entre outras instituições. Foi coordenador técnico, co-produtor e parceiro institucional do Festival Digital Black da Quebrada (solução online em razão da Pandemia da Covid-19), em 2021, envolvendo crianças e jovens negros da periferia de Salvador, em alta vulnerabilidade social, uma iniciativa da Ideia Sustentável e o patrocínio da Ultragaz. Em parceria com o Instituto Voz dos Oceanos, foi idealizador, co-produtor e executor técnico, por 12 meses do Projeto Pilar Educação – Voz dos Oceanos (2023/2024) e do Festival Voz dos Oceanos do Guarujá (2023), com comunidades tradicionais e de periferia do distrito de Vicente Carvalho - Guarujá (SP), muitas vivendo em palafitas, fomentando a arte, a cultura e a sustentabilidade nos processos educativos contínuos e a culminância de seus talentos nos eventos realizados no projeto, patrocinado pela Santos Brasil. Pelo porte de seus projetos, o Instituto Supereco adquiriu muita experiência em prestações de contas, auditorias, estratégias de comunicação e articulação de parcerias redes (só no Festival Tecendo as Águas já são mais de 45 instituições coexecutoras), bem como a divulgação de balanços finais de resultados e impactos, transformando documentos técnicos de sistematização em obras artísticas como documentários, livros e audiovisuais. Possui ainda a TV Escola Supereco no canal de youtube.com e a Radioweb Supereco para divulgar suas produções feitas pelo público beneficiado. A instituição pratica os princípios do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, a Carta da Terra e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e as metas da Década da Cultura Oceânica (ONU-2021-2030), fortalecendo instituições locais, influenciando políticas públicas e articulando redes de parceiros e alianças estratégicas para construir sociedades mais sustentáveis, justas e pacíficas. O site www.supereco.org.br oferece transparência sobre resultados e parceiros operacionais, que incluem uma ampla rede de colaboração técnica e estrutural, além de recursos financeiros diretos. Nome: Andrée Marie Louise de Ridder VieiraCPF: 629.792.729-49Função: Direção técnica e geralBio: Bióloga (PUC/PR), especialista em Gestão Ambiental (FSP-USP) e Mestranda em Ciências da Comunicação (UFP, Porto, Portugal). Autora de 132 obras especializadas em educação, cultura, comunicação e sustentabilidade, desenvolvendo, desde 1991, a paixão e o estudo da iconografia brasileira e seus elementos naturais, culturais e saberes tradicionais do país; materializando em suas obras, documentários, projetos e no seu trabalho como comunicadora e empreendedora social e de negócios sustentáveis, com grande ênfase em questões de gênero. Palestrante, docente, facilitadora, articuladora e formadora de redes e consultora há 35 anos em estratégias, execução e avaliação de impactos de iniciativas de educação, cultura, comunicação e responsabilidade socioambiental para empresas, governo e terceiro setor, tendo sido gestora geral de 30 programas e projetos socioambientais e culturais, incluindo a curadoria técnica das 6 edições do Festival Tecendo as Águas, Festival Black da Quebrada e Festival Voz dos Oceanos e feiras de empreendedorismo social e o Documentário Expedição Yandú (exibido na TV Cultura e TV Bandeirantes). Uma das fundadoras do Instituto Supereco; Coordenadora do Comitê de ESG e Sustentabilidade da OBME – Organização Brasileira de Mulheres Empresárias, ligada à FCEM mundial; State Chair SP of G-100, São Paulo, Brasil: grupo de mulheres líderes de todo o mundo, em 100 setores diversos, para a relevante defesa, conscientização e impacto em governos e organizações globais para um futuro igualitário de gênero; Membro do VTT ((Vocational Training Team) – Grupo de Estudos de Recursos Hídricos do ROTARY INTERNACIONAL D4420, eleita pelo notório saber em “Recursos hídricos” e causas humanitárias. Especialista em Economia azul, segurança hídrica e gestão compartilhada de territórios e humanidades: oceano, água, floresta, clima e sociedade. Docente da pós-graduação da FAAP/Ideia Sustentável – Curso ESG, Liderança e Inovação (EAD). Nome: Anita Pereira do AmaralCPF: 027374308-28Função: Coordenadoria de Cultura, Empreendedorismo e Desenvolvimento Comunitário Bio: Assistente Social com especialização em Saúde Pública, em Gerenciamento e Administração em Saúde (FGV – SP) , Ecoturismo e Educação Ambiental (UFLA MG). Desenvolveu e foi gestora de ações de Educação, Campanhas e Eventos Técnico Científicos em Saúde Coletiva por 23 anos, de 2004 a 2010 foi presidente e membro da ONG Ecoficina de Oficinas, consultora do Centro de Educação Ambiental de Guarulhos, desde 2010 foi docente do curso de Educação Ambiental do Senac por 4 anos (2010 a 2014). Coordenou e desenvolveu o Projeto cultural "ERA VIRTUAL Museu Guarulhos de Educação e Cultura", além de formar jovens e comunitários como agentes de cultura local do projeto. Palestrante de temas de Saúde e Educação Ambiental para escolas, instituições e comunidades. Facilitadora, articuladora e formadora de "Mulheres em Ecoempreendedorismo social" pelo Instituto Supereco, coordenadora técnica de 6 edições do Festival Tecendo as Águas, na Cidade de São Sebastião, e participante da organização e realização do Festival Voz dos Oceanos, organizadora de feiras de empreendedorismo social, membro da Companhia de Teatro Pintando o Sete, aprendiz de oficinas de teatro desde 2020, com participação na apresentação de 04 peças no Teatro Municipal de São Sebastião, SP.
PROJETO ARQUIVADO.