| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 352,0 mil |
O projeto busca fomentar as ações de manutenção de atividades do Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS ao longo de quatro anos, realizando exposições, aplicando ações de organização e conservação de seu acervo, fomentando também ações educativas ligadas aos cinco eixos do Hip Hop (grafite, MC, DJ, Breaking e conhecimento), visitas guiadas para o público e escolas públicas, eventos de promoção a cultura Hip Hop e pesquisa de avaliação de impacto junto ao público frequentador.
Eventos multiculturais A programação artística local será definida pela curadoria do museu através do EDITAL ABERTO VEM PRO MUSEU! Em cada ano, serão realizados três eventos multiculturais, totalizando 12 eventos ao final do plano quadrienal. Em cada evento, a curadoria convida um artista/coletivo nacional, para dividir o palco com oito atrações estaduais selecionadas via edital, sendo duas de cada elemento: MC, DJ, Graffiti e Breaking. Museu Literário Mensalmente (de março a dezembro de cada ano), a Biblioteca Chiquinho de Villas recebe escritores e escritoras ligados ao movimento Hip Hop para palestras, apresentações e lançamentos de livros. Os autores são selecionados pela curadoria através do EDITAL ABERTO VEM PRO MUSEU! Serão realizadas 10 edições por ano, totalizando 40 ao final do plano quadrienal, fomentando a cena literária local e gerando renda para os artistas selecionados. Coletânea Estúdio Deejay Only Jay Anualmente, o EDITAL ABERTO VEM PRO MUSEU! selecionará 20 rappers para gravação de singles no estúdio do Museu. Nosso produtor Musical Nitro Di fará a gravação dos singles, mixagem e masterização. Ao fim de cada ano, será lançada uma coletânea das músicas gravadas para distribuição nas plataformas digitais, lançando 80 novos artistas ao final do projeto NOVAS EXPOSIÇÕES As exposições serão definidas pela curadoria ao longo do ano, selecionando propostas pelo EDITAL ABERTO VEM PRO MUSEU, ou através de convites diretos ou criados pela equipe de museologia, sendo temáticas ao Hip Hop. Anualmente serão lançadas 3 novas exposições para ocuparem a Sala Hip Hop Criado na Rua. EXPOSIÇÕES PERMANENTES A exposição permanente, apresenta conteúdos como a história do movimento no mundo e no Brasil, a apresentação dos cinco elementos principais da cultura Hip Hop - MC (rapper), DJ, breaking (dança de rua), graffiti e conhecimento; um quadro evolutivo das 5 décadas do Hip Hop e seus cruzamentos com outras linguagens como a moda, comunicação, esporte e os movimentos sociais. A exposição Universo Hip Hop homenageia grandes nomes da cultura Hip Hop: Lady Pink, Carla Zhammp, Lu Hackers Crew, Nelson Triunfo, Tio Trampo, Sharylaine, Grande Master Flesh, Rock Steady Crew, Os Gêmeos e o DJ Nezzo, retratados em graffite realista pelos artistas Erick Citron, Ana Scarceli e Leandro Alves. A terceira sala expositiva destaca os movimentos sociais ligados diretamente à cultura Hip Hop, com exposição de cartazes de iniciativas e eventos, troféus e premiações, casas do Hip Hop com importante atuação no estado do RS. Também, são exibidas imagens em vídeo sobre todo o processo de construção e implementação do Museu. Nossas exposições permanentes contam com audiodescrição, que podem ser acessadas no link abaixo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLg3jkGwklsH-Jm-5_wqmBRr-Rm1YzoGI1
Objetivo Geral Garantir o desenvolvimento das atividades formativas e culturais do Museu Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS e a manutenção do patrimônio e recursos humanos necessários para a gestão e atendimento do público no espaço, garantindo suas ações de acessibilidade e democratização do acesso. Objetivos específicos Garantir os recursos humanos necessários para o pleno funcionamento do Museu da Cultura Hip Hop RS, gerando mais de 50 empregos diretos, incluindo profissionais de acessibilidade para garantir o atendimento de todos os públicos; Atender anualmente mais de 10.000,00 pessoas com visitas gratuitas ao acervo e exposições do Museu; Realizar pelo menos 80 visitas guiadas gratuitas por ano, voltadas para escolas públicas, universidades e instituições sociais ao longo de dezoito meses; Realizar 3 eventos multiculturais gratuitos por ano, com apresentações dos elementos MC, DJ, Graffiti e Breaking, voltadas para a comunidade em geral; Viabilizar três novas exposições por ano sobre a cultura Hip Hop, que serão definidas pela curadoria, ficando em cartaz cada uma pelo período de 3 meses, abertas de quartas a domingo, das 9h às 17h, com entrada franca; Realizar 10 eventos Museu Literário por ano, com a participação de escritores e escritoras do movimento Hip Hop, na Biblioteca Chiquinho de Villas, pertencente ao espaço; Realizar 20 atividades formativas gratuitas por ano ligadas aos cinco eixos do Hip Hop (grafite, MC, DJ, Breaking e conhecimento), com carga horária total de 24h cada, e contemplando até 200 pessoas por ano com as atividades; Viabilizar a gravação de 20 singles de rap de artistas gaúcho, lançando uma coletânea por ano e contribuindo no impulsionamento de carreira dos mesmos; Realizar 4 atividades por ano em parceria com outras associações sem fins lucrativos, representantes de casas e coletivos do movimento Hip Hop RS, para realização de atividades culturais, educativas e sociais em parceria com o Museu, podendo ser locais ou descentralizadas, descentralizando recursos e promovendo 16 ações ao fim do projeto; Realizar uma pesquisa de avaliação de impacto e monitoramento das atividades realizadas pela instituição, a ser publicada ao final do projeto, avaliando os resultados pretendidos.
O primeiro museu do HIP HOP da América Latina está localizado em Porto Alegre. Inaugurado em dezembro de 2023, o espaço se propõe a preservar a história do Hip Hop do RS, com o objetivo de celebrar, preservar e resgatar a história do Hip Hop desenvolvido no estado do RS, através de exposições interativas, eventos culturais e ações educativas. O complexo conta com quatro edificações, abrigando quatro salas expositivas, estúdio de gravação, biblioteca, loja, café, acervo, salas multiuso e para oficinas, área para grafite, breaking, discotecagem, espaços para shows, sala administrativa, horta, anfiteatro e quadra poliesportiva. Nos espaços expositivos são exibidos artigos importantes da história do gênero, bem como itens de acervo de famosos nomes da cultura. O Museu do Hip Hop RS está localizado na Rua Parque dos Nativos, 545, na Vila Ipiranga em Porto Alegre, em um prédio cedido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre da antiga EEEF Dr. Oswaldo Aranha. O projeto é assinado pela Associação Cultural do Hip Hop de Esteio (A.C.H.E), idealizadora e gestora da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, um projeto pioneiro que é, atualmente, o maior centro independente e sustentável da Cultura do Hip Hop na América Latina. O processo de construção do Museu teve início em 2021, com a Pesquisa Histórica do Museu do Hip Hop RS, que mapeou as histórias e agentes culturais do movimento nas nove regiões funcionais do estado, financiado via LIC/RS. Em 2022, com recursos e apoio do Ministério Público do Trabalho, foi realizada a etapa MUCHRS NA ESTRADA, que viajou para as nove regiões do RS recolhendo mais de 6.000 itens de acervo para compor as exposições permanentes e temporárias do Museu do Hip Hop RS. Com recursos da LIC/RS, o MUCHRS realizou sua reforma emergencial, concomitantemente à elaboração dos projetos arquitetônicos e complementares para o restauro completo do complexo. Ainda em 2022, o projeto realizou o projeto MUSEU MAIS CORES, realizando três eventos de ocupação do espaço, com apresentações de DJ, Rap, Breaking, atividades formativas e grafitagem dos espaços externos do museu. Em 2023, o projeto captou recursos junto a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio do Nubank e Petrobrás, inaugurando o complexo no dia 10 de dezembro de 2023, com quatro exposições que preservam a história do Hip Hop produzido no RS. Em 2024, com recursos via Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Petrobras e do Instituto Neoenergia, o projeto realiza suas ações culturais e educativas do plano bienal, com montagem de novas exposições, eventos multiculturais, visitas guiadas gratuitas, palestras com escritores e atividades formativas ligadas aos cinco elementos que compõe o Hip Hop: DJ, MC, Breaking, Graffiti e Conhecimento. A proposição do Plano Quadrienal 2026 - 2029, busca garantir a sustentabilidade do espaço a longo prazo, independente de mudanças em gestões governamentais, garantindo suas atividades culturais e educativas, a manutenção da sua equipe e a geração de empregos diretos e indiretos a centenas de artistas do movimento Hip Hop no RS. Ainda, é válido ressaltar a grande aceitação das atividades realizadas pelo Museu do Hip Hop, através da pesquisa parcial que vem sendo realizada desde fevereiro e está anexada a esse projeto. A realização do projeto celebra e preserva a história da música e cultura hip-hop locais e globais para inspirar, capacitar e promover a compreensão do mundo que vivemos e queremos, apresenta ainda como proposta uma integração comunitária entre os atores sociais que favorecem uma mudança no meio em que vivem. Desde sua abertura, o projeto promove a visitação e inclusão social de mais de 1.000 jovens das redes municipais e estaduais mensalmente, que além da visita guiada pelos espaços expositivos, participam de um projeto educativo com mediadores artistas do movimento Hip Hop, vivenciando na prática os elementos que compõe essa cultura. Todas as atividades realizadas pelo Museu são gratuitas, democratizando o acesso à história da cultura hip hop no estado do RS, além de promover ações educativas e culturais fomentando a cultura e ampliando o acesso ao conhecimento. Ainda, o projeto contempla todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E contempla os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;
OFICINA DE MC Número de vagas: 10 por oficina - 4 oficinas por ano - 12 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h Aproximar a escrita do rap, da música e da periferia. A proposta da oficina de MC tem o objetivo de provocar as juventudes e despertar interesse na vida que os cercam, com um olhar poético, tanto em versos quanto em prosa rimada ou não. A oficina será um passeio pela história da música Rap, contado e experimentado através desta linguagem. Reconhecendo a evolução da escrita e da Cultura Hip Hop na história da civilização: mídias contemporâneas, atos históricos, movimentos sociais, direitos humanos, dentre outros temas de suma importância. Como produto final, objetiva-se uma produção musical autoral, desde a composição literária, bem como aprofundamento na produção musical. OFICINA DE BREAKING Número de vagas: 10 por oficina - 4 oficinas por ano - 12 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A oficina de dança Breaking traz o conhecimento na prática sobre a dança que deu origem às danças relacionadas ao Hip Hop, e abordará fundamentos da dança como: Top Rock, Drop, Foot Work Freezes, Power Moves e Stance, utilizando dinâmicas de grupos e trabalho individual, de modo inclusivo e acolhedor, abrindo espaço para debates como a profissionalização do Breaking que também é modalidade olímpica, com estreia marcada para 2024 em Paris na França. OFICINA DE GRAFFITI Número de vagas: 10 por oficina - 4 oficinas por ano - 12 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A oficina de Graffiti visa aprofundar os conhecimentos dos participantes sobre a arte do grafite na ótica da Cultura Hip Hop, transformando em arte o cotidiano que estão inseridos. Serão concebidas atividades nas quais os participantes irão conhecer um pouco da história do grafite, seus diferentes estilos e técnicas, suas principais características, seus principais representantes a nível local, estadual, nacional e internacional, além de vivenciarem a grafitagem na prática, desde a criação do esboço no papel até a sua aplicação na parede. OFICINA DE DJ Número de vagas: 10 por oficina - 4 oficinas por ano - 12 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A Oficina de DJ busca gerar oportunidade para quem quer aprender a tocar como hobby ou se lançar no mercado, utilização de equipamentos, técnicas de mixagem, além de apresentar a diferença entre as versões de músicas e mídias utilizadas pelos DJs. As juventudes aprendem em aulas práticas sobre disparo, volume, ganho, compasso, contagem de compasso, harmonia musical, loop, Master Tempo, mixagem usando Pitch, Pitch Bend, Modo Vinyl, Break, além de introdução à mixagem em computador: Pitch X Sinc. Também serão dadas orientações sobre como se comportar no mercado da música, abordando temas como ética, postura e público Buscando gerar oportunidade para que os alunos entrem no mercado de trabalho, possibilitando assim a geração de renda na economia criativa da cultura. Ensinando teoria e prática, abordando também o trabalho na montagem e conexão de diversos equipamentos, afinação, controle de pitch, regras, batidas por compasso, equalização, práticas e gravação de uma mixtape. OFICINA DE CONHECIMENTO Número de vagas: 10 por oficina - 4 oficinas por ano - 12 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A oficina de Conhecimento, o 5º elemento da Cultura Hip Hop, é um âmbito de reflexão e ação no qual se pretende superar a separação que existe entre a teoria e a prática, entre conhecimento e trabalho e entre a educação e a vida. A oficina é uma metodologia de trabalho que prevê a formação coletiva. Ela prevê momentos de interação e troca de saberes a partir da uma horizontalidade na construção do saber inacabado. Sua dinâmica toma como base o pensamento de Paulo Freire no que diz respeito à dialética/dialogicidade na relação educador e educando. Sendo assim, é uma dinâmica democrática, participativa e reflexiva que toma como fundamento do processo pedagógico a relação teoria-prática, sem enaltecer a figura do educador como única detentora dos conhecimentos.
PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possui acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível. O projeto prevê a compra de um elevador para implantação de acessibilidade completa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as exposições permanentes do espaço contam com audiodescrição. Está prevista a contratação de audiodescrição para demais exposições. A equipe do museu é treinada para recebimento e condução de pessoas com deficiência visual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todos as atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é qualificada para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações,possuindo treinamento pelo Bancão dos Direitos das pessoas Atípicas, da Assembleia Legislativa. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possui acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível. O projeto prevê a compra de um elevador para implantação de acessibilidade completa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as exposições permanentes do espaço contam com audiodescrição. Está prevista a contratação de audiodescrição para demais exposições. A equipe do museu é treinada para recebimento e condução de pessoas com deficiência visual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Será contratado intérprete de libras para os eventos de abertura das exposições. Todas as obras contam com legendas e textos explicativos, facilitando a acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é qualificada para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações,possuindo treinamento pelo Bancão dos Direitos das pessoas Atípicas, da Assembleia Legislativa. PRODUTO: MANUTENÇÃO DE MUSEU ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possui acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível. O projeto prevê a compra de um elevador para implantação de acessibilidade completa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as exposições permanentes do espaço contam com audiodescrição. Está prevista a contratação de audiodescrição para demais exposições. A equipe do museu é treinada para recebimento e condução de pessoas com deficiência visual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todos as atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é qualificada para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações,possuindo treinamento pelo Bancão dos Direitos das pessoas Atípicas, da Assembleia Legislativa. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possui acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível. O projeto prevê a compra de um elevador para implantação de acessibilidade completa. Caso haja aluno com deficiência física, o espaço definido para as aulas contará com acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Caso haja inscritos com deficiência visual, eles serão acompanhados por monitor especializado nas aulas para audiodescrição necessária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Caso haja inscritos com deficiência auditiva, eles serão acompanhados por intérprete de libras nas aulas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é qualificada para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações,possuindo treinamento pelo Bancão dos Direitos das pessoas Atípicas, da Assembleia Legislativa. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possui acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível. O projeto prevê a compra de um elevador para implantação de acessibilidade completa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A equipe do museu é treinada para recebimento e condução de pessoas com deficiência visual que poderão escutar as bandas contratadas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todos as atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é qualificada para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações,possuindo treinamento pelo Bancão dos Direitos das pessoas Atípicas, da Assembleia Legislativa. PRODUTO: PESQUISA ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possui acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível. O projeto prevê a compra de um elevador para implantação de acessibilidade completa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as exposições permanentes do espaço contam com audiodescrição. Está prevista a contratação de audiodescrição para demais exposições. A equipe do museu é treinada para recebimento e condução de pessoas com deficiência visual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todos as atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é qualificada para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, democratizando o acesso de todos e todas.
Toda a programação prevista neste projeto será gratuita. O projeto contempla os seguintes inciso/medida do art. 30 da IN nº 11/2024: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A ASSOCIAÇÃO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO - Proponente, gestora administrativa e financeira do projeto A Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), criada em 2012, é gestora da maior Casa da Cultura Hip Hop independente e sustentável da América Latina na cidade de Esteio-RS. Atende e sensibiliza 4.000 jovens de 15 à 24 anos anualmente, através das Oficinas 5 Elementos do Hip Hop, Programa Consumo Consciente, Estúdio Musical, Shows e mais de 3.000 famílias anualmente por meio do Programa Hip Hop Alimentação, metodologia própria de sucesso na emancipação crítica e econômica das chefes de família atendidas. A atuação da ACHE se dá ainda no desenvolvimento social e cultural com protagonismo estadual e nacional, como gestora do primeiro Museu da Cultura Hip Hop do continente Sul Americano na cidade de Porto Alegre-RS, inaugurado em 2023, com perspectiva de 10 mil visitações ano no complexo cultural; e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais Vozes da Periferia em toda região sul do Brasil em aliança com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal, por meio do maior sociólogo de língua portuguesa vivo atualmente, Boaventura de Sousa Santos. Compõe a Corporação Brasileira das Casas de Hip Hop, tendo vasta experiência na área cultural, educacional, ações de garantia dos direitos das juventudes e, articulada com os(as) artistas MV Bill, Emicida, Eliane Dias, entre outros. A ACHE é parceira da Secretaria de Justiça, Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Sul, gestora dos seis Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos financiados pelo BID, desde implantação desta importante política pública até a construção do plano de sustentabilidade pós contrato com o Banco, experiência que subsidiou a construção dos Centros de Referência da Juventude no Estado do Espírito Santo. Conta também no hall de parcerias com o Ministério Público do Trabalho, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, além de agências das Nações Unidas, como a Organização Internacional do Trabalho, Unesco e HeForShe da ONU Mulheres. RAFAEL DIOGO DOS SANTOS (Rafa Rafuagi) - Coordenação Geral Rafael Diogo dos Santos, vulgo Rafa Rafuagi, jovem negro, nascido no dia 13 de setembro de 1988 em Porto Alegre/RS. Morador de Esteio/RS, com mais de vinte anos de atuação artística e social em âmbito nacional e internacional. É idealizados da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop do RS. É MC (mestre de cerimônias) do grupo de rap Rafuagi, premiado nome da Cultura Hip Hop do Brasil, reconhecido internacionalmente em países do continente americano e europeu, através dos Festivais Hip Hop Al Parque na Colômbia e Paris Hip Hop na França, onde é parceiro desde 2014, atualmente uma das principais referências da Cultura Hip Hop nacional em atividade, registrando mais de 1.000 shows em 300 cidades. Com 26 prêmios na carreira, destacam-se o Prêmio Hutúz 2006/2009, da Cufa; Prêmio Estadual de Direitos Humanos 2013 na categoria Garantia dos Direitos da Juventude, promovido pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil; Medalha Zumbi dos Palmares 2017, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e Prêmio Destaque Bom Exemplo na Educação 2021 do Grupo Sinos. Membro do Comitê Gaúcho Impulsor do HeForShe (Eles Por Elas) da ONU Mulheres, atuou como Consultor de Articulação Social e Mobilização Comunitária do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Programa de Oportunidades e Direitos (POD). É fundador e atual coordenador de Autogestão e Sustentabilidade da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, gestora do projeto da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, equipamento que se configura como a maior casa independente da América Latina e primeira do Estado do Rio Grande do Sul, atendendo 4000 jovens anualmente. É também fundador do projeto Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da América Latina, a ser inaugurado em Porto Alegre no dia 14 de maio de 2022. É fundador e educador popular da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia. Criador do projeto Partiu Aula nas escolas gaúchas, ganhou selo de parceiro da Organização Internacional do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul. Formado no curso de Epistemologias do Sul pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/Portugal em 2018, desde 2012 é técnico em Publicidade e Propaganda pelo Colégio Cristo Redentor em Canoas/RS e, atualmente, é acadêmico de Direito na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul. É idealizador do projeto de lei que institui a Semana Hip Hop em sete municípios do estado do Rio Grande do Sul (Esteio, Canoas, Pelotas, Cidreira, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Montenegro) como eventos oficiais no período de 2011, 2012 e 2013. Foi o delegado mais jovem e único representante da Cultura Hip Hop na delegação gaúcha presente na III Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2013 na cidade de Brasília/DF. Também foi delegado gaúcho na Conferência Nacional da Igualdade Racial realizada em 2017 na mesma cidade. Elaborou e desenvolveu de 2010 à 2013 os projetos Observatório Comunitário de Editais e Incubadora Social, na Casa da Juventude nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, ambos no Território de Paz do Pronasci em Canoas/RS, atendendo mais de 800 jovens da região metropolitana de Porto Alegre. Também atuou como educador social de comunicação comunitária no projeto Guardiões da Água do Semae, da Prefeitura Municipal de São Leopoldo/RS em 2021. É militante do movimento negro nacional, por meio das ações do grupo Rafuagi e do grupo Unir Raças, do qual sua mãe, Maria Odete Diogo dos Santos, é fundadora e está como presidenta. É ministrante do Curso Antirracismo, como identificar e combater o racismo estrutural para professores da rede pública de ensino, e um dos idealizadores do projeto Caravana Antirracista, levando verdade e consciêcia nos Estados brasileiros. Entre parcerias musicais, destacam-se nomes como Emicida, Rashid, Daniel Drexler, MV Bill, RAPadura Xique Chico, Rappin Hood, Thaíde, Lica Tito, Nitro Di, SNJ, Vitin Onze:20, a atriz Denise Fraga e o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, entre muitos outros, já tendo dividido palco com Wu Tang Clan, Mos Def, Gavlynn, Afu-Ra, DJ Premier, Caetano Veloso, Jorge Drexler, dentre outros. Autor do Livro Teoria Prática, a história das juventudes na engenharia social com Prefácio de Boaventura de Sousa Santos e Posfácio de Emicida, lançado dia 10 de dezembro de 2021. RAFAEL MAUTONE - KALUNGA PRODUÇÕES - Coordenação Pedagógica Rafael Mautone é músico, professor, historiador e produtor cultural. Licenciado em História pela UFRGS e Mestre em Educação pela Unilassale, sua dissertação versa sobre a utilização das Educabilidades da Cultura Hip Hop no Ensino de História no Ensino Fundamental. É Coordenador Pedagógico e de Oficinas da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade gestora da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop RS. Como produtor, organizador e artista venceu o PROCULTURA/RS 2012 para realização do festival de artes integradas "Neunderground" na cidade de Alvorada, Prêmio FUNARTE de Artes na Rua 2014 pela montagem da peça "Sepé Guarani Kuery Mbaraeté" com a Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela e os editais Estúdio Geraldo Flach 2015 da Prefeitura de Porto Alegre para gravação do álbum "Na Trilha e no Rítmo do Negro" e do Edital Aldir Blank 2021 para gravação do álbum “Com a força dos ancestrais” ambos com a Banda Kalunga. LIÉGE BIASOTTO - CUCO PRODUÇÕES - Coordenação de Projeto Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção do Projeto Farol.Live, Festival Kino Beat, Festival de Música de Nova Prata, Projeto Circuitos Musicais e do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular. Ainda, é gestora de projetos incentivados do Museu do Hip Hop do RS, Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Casa de Cultura Mario Quintana e Orquestra de Câmara da ULBRA. ALAN BITELLO - Coordenador técnico Alan Bitello, brasileiro, natural de Sapucaia do Sul RS, MC, Beatmaker, produtor cultural,militante, ativista social e um dos fundadores da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio. Ocupou a coordenação finaceira da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip hop de Esteio e também o Museu do Hip Hop do RS. Atualmente ocupa a coordenação de projetos, eventos e produção cultural na entidade. Amante da música e imerso na Cultura Hip Hop desde o final dos anos noventa, MC desde o ano dois mil já produzia eventos, festivais e ações comunitárias alusivas e diretamente lincadas a Cultura Hip Hop e seus artifícios. No ano de dois mil e onze começou trabalhar inteiramente com a produção cultural, projetos e eventos realizando, articulando e produzindo celebrações com dimensões significativas tanto com número de público como relevância,importância e notoriedade de artistas. ARETHA ABENÁ RAMOS COELHO - Coordenadora administrativa e financeira Aretha Abená Ramos Coelho de 31 anos, mais conhecida como Aretha Ramos, é envolvida diretamente com a Cultura Hip Hop do estado do Rio Grande do Sul desde 2009. Iniciou em 2010 participando de um grupo de rap chamado “Rima à Pampa”. Em 2011 a Aretha organizou a edição “Batalha da Leste em POA”. Fundadora da Batalha do Mercado, projeto que desde 2010 já completou mais de 100 edições. Participou como jurada de importantes eventos, como Rap In Cena, Festival Zumbi dos Palmares, Copa Sul Freestyle, Planeta Beat do Planeta Atlântida, Eliminatória Estadual para o Duelo de MCs Nacional 2022, Slam Peleia. Formada em Administração em 2020 e cursando Pós-Graduação em Gestão Empresarial, durante a sua trajetória na Cultura Hip Hop, a Aretha também atuou por 13 (treze) anos na área administrativa e gestão de pessoas em ambientes corporativos, com atuação estratégica. Atualmente, está como dirigente da ACHE - Associação da Cultura Hip Hop de Esteio como Coordenadora Administrativo-Financeira, trabalha exclusivamente com a Cultura Hip Hop, onde unifica todas as suas experiências, com o objetivo de prestar serviços estratégicos, contribuir na profissionalização dos projetos artísticos/culturais do RS e principalmente, entregar resultados com impacto social através da: Gestão de Projetos, Coordenação de Projetos, Produção Cultural e Mentoria & Consultoria estratégica. FULVIO BOTELHO DICKEL - Museólogo Tem por premissa a interdisciplinaridade, sendo aficionado por vivenciar toda a forma de cultura. Influenciado pelas mais diferentes escolas de arte, desde as mais clássicas às mais contemporâneas, vem experimentando, pesquisando e estudando estas últimas desde muito cedo. Participa desde o ano de 2001 de oficinas, cursos, mostras e eventos de arte urbana onde pôde aprender e conviver com os artistas gaúchos mais representativos desta manifestação artística. No ano de 2009 passa a dedicar-se aos trabalhos manuais e esculturais obtendo seu registro como artesão pela Casa do Artesão Gaúcho. Em 2015 graduou-se em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul onde apresentou como trabalho de conclusão de curso uma monografia original evidenciando o mal entendimento e falta de compreensão acerca das diferentes vertentes da arte urbana no Brasil obtendo nota máxima. Vem atuando principalmente nos temas referentes à Documentação Museológica; Artes e Paisagens Urbanas; Organizações Sociais; Memórias do Esporte. Durante sua formação pôde atuar como mediador em diferentes exposições e assinar duas curadorias conjuntas nas exposições "Brinquedo é Coisa Séria", 2012 e "Cem Anos de Inezil Penna Marinho", 2015, além de uma curadoria individual com a exposição "Contrastes", 2015, pelo Centro de Memória do Esporte - ESEF ? UFRGS, um dos centros de maior referência no Brasil se tratando de memória esportiva, onde atuou como estagiário, museólogo e pesquisador nos anos de 2015 e 2016, podendo vivenciar e desenvolver pesquisas e projetos em âmbito nacional como "Garimpando Memórias", "Gaúchos Olímpicos" e "Memórias do Programa Segundo Tempo", projeto este desenvolvido em parceria com o Ministério dos Esportes. Ainda como integrante do CEME produziu pesquisa museológica e expográfica em diferentes tipologias de acervo, além de investigar as contribuições proporcionadas pelo livre acesso à informação dentro da esfera museal. Sob os aportes da História Oral atuou na transcrição de entrevistas em áudio as convertendo em fonte documental escrita. Paralelamente dedica-se ao estudo dos aspectos culturais das sociedades alternativas e movimentos Contracultura dos séculos XX e XXI, bem como às formas e fazeres artísticos não consagrados em seu tempo e espaço. Desde de então dedica-se de forma autônoma ao empreendedorismo digital e formalização de um instituto de pesquisa museológica pelo qual elabora seus estudos, projetos e pesquisas em áreas como artes, esportes, permacultura e sustentabilidade. Recentemente fez parte do projeto "Na estrada" integrando a equipe de recolha do acervo para constituição do primeiro museu de Hip Hop da América Latina NITRO DI - ADVERSUS PRODUTORA - Produtor Musical Após sua saída do Da Guedes, em 2001, Nitro Di montou o estúdio chamado de “Adversus” e deu início à produção e assessoria aos grupos de Rap da Região Sul. Montou também o primeiro portal de Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul, o www.adversus.com.br, projeto que reúne diversos colaboradores e é feito pelos próprios artistas que utilizam as ferramentas oferecidas e compartilham deste espaço. Atualmente a Adversus Produtora mantém ativa o estúdio Adversus no Partenon em Porto Alegre e prepara um documentário especial sobre a história do coletivo, além de estar conectada e somando a construção do primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina em Porto Alegre, o Museu da Cultura Hip Hop RS. MARY NICE BRANCHI - Bibliotecária Mary Nice Branchi de Souza é Bacharel em Biblioteconomia, Especialista em Tecnologias em Educação e em Leitura e formação de leitores. É a atual diretora técnica na gestão do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10a Região. Atua como bibliotecária há 10 anos, com experiência em bibliotecas escolares, especializadas, públicas e comunitárias. Promove a gestão através do planejamento, organização e melhores práticas. Possui domínio dos softwares i10, Pergamum, Aleph, PHL, Sophia e Totvs. Conhecimento e experiência em RDA, CCAA2 (AACR2) em MARC21. CDU. CDD. Normatização e revisão de documentos (ABNT). Arquivos documentais e iconográficos. Organização e recepção da visita do MEC. Conhecimento avançado da legislação em Educação e Biblioteconomia vigentes. Palestrante dos temas “Fontes de Informação para Pesquisa na Internet”, “Processo de seleção de materiais no contexto da Biblioteca escolar”, “O mercado de trabalho no âmbito da Biblioteca Escolar” (Aula inaugural do curso de Biblioteconomia UCS 2017/1), “A leitura na infância e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Agenda 2030 da ONU.”, “Projetos para formação de leitores: novos formatos para novos tempos”, Cultura e literatura: tecendo memórias e práticas leitoras”. Ministra há mais de seis anos oficinas de dinamização de bibliotecas, bebetecas, alfabetização literária e digital, BNCC e a formação de leitores, professores, leitores e novas tecnologias para o livro e a leitura. Experiência em projetos de leitura e formação de professores na Educação básica, bibliotecários, técnicos em biblioteconomia, agentes culturais e leitores. Promove há seis anos encontros anuais de bibliotecários em parceria com a editora Paulus. Acredita no poder do livro, da leitura e das bibliotecas na construção de um mundo mais justo e inclusivo. ALINE KERBER - INSTITUTO FIDEDIGNA - Pesquisa de monitoramento e avaliação de impacto O Instituto Fidedigna, sediado em Porto Alegre, atua desde 2007 com pesquisas sociais aliadas às causas das juventudes e das populações negras e periféricas, vulneráveis às violências, na América Latina e Caribe, avaliando projetos sociais e realizando diagnósticos propositivos – a exemplo dos trabalhos realizados para a Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), proponente. Site: www.ifidedigna.com.br. Aline Kerber é Diretora-executiva e Sócia-fundadora do Instituto Fidedigna. Ela é Socióloga, Especialista em Segurança Pública e em Políticas Públicas. É pesquisadora e leciona no Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA). Associada Plena do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (desde 2011) e Conselheira da ACHE (desde 2017). Autora de 5 livros sobre juventudes, cultura e prevenção às violências como “Muitas Cabeças Muitas Sentenças” (PRONASCI em Canoas), coordenou campanhas nacionais e internacionais de segurança cidadã (Instinto de Vida, Conexões Fidedignas, Protocolo Latinoamericano de Investigação de Mortes Violentas de Gênero) e pelo direito à educação junto à Associação Mães e Pais pela Democracia. Implementou, entre 2010 e 2016, diversos observatórios, pesquisas e planos de segurança pública municipais em Prefeituras do RS (Canoas, Esteio, Rio Grande, Novo Hamburgo e Bagé) e coordenou a Academia Estadual de Guardas Municipais do RS (2012-2013) pela FADISMA.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.