Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 247510Apresentou prestação de contasMecenato

VILA FLORES- programação cultural 2025

ASSOCIACAO CULTURAL VILA FLORES - A C V F
Solicitado
R$ 491,6 mil
Aprovado
R$ 490,4 mil
Captado
R$ 23,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

4.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto pretende realizar a programação de atividades do espaço cultural Vila Flores, promovendo apresentações de música e artes cênicas e atividades formativas de artes visuais, abrindo espaço para diversas manifestações artísticas produzidas na cidade, democratizando o acesso à cultura através da realização das atividades gratuitas. O Vila Flores se configura como um centro cultural e núcleo de práticas colaborativas, que abriga espaços de trabalho de artistas e coletivos criativos e locais para atividades culturais, além de promover junto à sua comunidade e das comunidades do entorno, diversos projetos de inovação social e valorização dos saberes e fazeres da região do 4º Distrito.

Sinopse

Apresentações musicais: Serão selecionadas 8 bandas locais, com produção autoral, através do edital público a ser lançado. Espetáculos de teatro: Serão convidados 2 grupos de espetáculo de teatro para apresentarem um espetáculo para todos os públicos

Objetivos

Objetivo geral Realizar a programação de atividades artísticas e culturais do espaço Vila Flores, com atividades diversas com entrada franca, contemplando os seguintes incisos do 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Objetivos Específicos Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Promover duas apresentações de artes cênicas, descentralizando o acesso à produção cultural da cidade e auxiliando na formação de públicos, contemplando até 300 pessoas por apresentação; Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL: Fomentar a produção artística local através da realização de quatro edições do evento Pátio Sonoro, com duas apresentações musicais gratuitas em cada, valorizando os artistas da cidade, fomentando a formação de público, democratizando o acesso à cultura e contemplando até 300 pessoas por edição; Produto: CURSO/OFICINA/ESTAGIO: Criar um projeto de formação artística na área das artes, através da realização de seis oficinas gratuitas ligadas à produção artística de artes visuais, estimulando a formação, difusão de saberes e fomentando a expressão criativa através de intervenções artísticas no espaço urbano, contemplando 20 vagas por atividade; realizar 10 visitas guiadas gratuitas, voltadas para escolas e universidades, contamplando aproximadamente 300 pessoas com as atividades.

Justificativa

O Vila Flores se configura como um centro cultural e núcleo de práticas colaborativas no bairro Floresta, em Porto Alegre. O projeto trouxe nova vida a um conjunto arquitetônico de valor histórico e cultural, datado de 1928 e que se encontra listado como imóvel de estruturação do patrimônio arquitetônico da cidade. Formado por 3 edificações (2 edificios para salas comerciais e um galpão) e um pátio, o conjunto sofreu um avançado estado de degradação estrutural entre as décadas de 1970 e anos 2000, transformando, atualmente, sua relação com o entorno e servindo como espaço de referência nas áreas de cultura, arquitetura, educação, economia criativa e colaborativa. A Associação Cultural Vila Flores (ACVF) é uma associação sem fins lucrativos, responsável pela administração e programação cultural do espaço e pela articulação de projetos junto à sociedade civil, universidades, gestão pública e à iniciativa privada, buscando promover a integração entre a comunidade criativa do Vila Flores e a comunidade do entorno. Possui quatro eixos norteadores: Arte e Cultura, Educação, Empreendedorismo Social e Criativo, Arquitetura e Urbanismo. Desde 2012, o espaço vem se consolidando na cidade de Porto Alegre como uma nova possibilidade para produção e realização de atividades e eventos ligados à cultura e à economia criativa, re-significando a relação do espaço com seu entorno e seu público. Até 2023 o Vila Flores recebia cerca de 100 eventos ligados à arte, educação e economia criativa, por onde circulavam cerca de 50 mil pessoas. Em maio de 2024, todos os espaços localizados no térreo do Centro Cultural Vila Flores, como os ateliês de arte, estúdios de empreendedorismo, assim como o galpão cultural e a entrada que abrigava uma cafeteria, foram severamente afetados pela enchente ficando 22 dias submersos em 1,5m de água. O térreo, que ao longo dos 10 anos de existência do Centro Cultural Vila Flores, foi sempre o local de acolhimento das atividades socioculturais e promoção da integração de diversos grupos sociais e comunidades do bairro Floresta e da região do 4° Distrito, é considerado o coração do centro cultural. Recursos provenientes de financiamenro coletivo e financiamento bancario estao sendo empregados para a reconstrução dos espaços, para que as atividades culturais possam voltar a acontecer, a equipe da Associacao Cultural Vila flores possa voltar a produzir e artista, coletivos e artes educadores voltem a se apresentar e realizar atividades formativas nesse espaço que tem grande relevância historica e cultural para a região e para a cidade. Atualmente, o espaço sedia mais de 40 iniciativas e projetos ligados à economia criativa, totalizando mais de 120 empreendedores residentes do espaço. Toda a diversidade do fazer criativo do espaço será abordada nas visitas guiadas gratuitas oferecidas como contrapartida social do projeto a escolas e universidades, inspirando jovens a pensarem em novas possibilidades profissionais ligadas à cultura e à economia criativa. Através das visitas guiadas, o público poderá também compreender a importância da preservação e manutenção do patrimônio arquitetônico que guarda a memória cultural e a história das cidades, assim como vislumbrar oportunidade de formação para o mercado de trabalho na área do patrimônio material e imaterial. Para incentivar o consumo de bens culturais e movimentar a cadeia econômica criativa, o projeto também realizará feiras de empreendedorismo criativo. O projeto busca ainda promover atividades artísticas gratuitas para a população de Porto Alegre, se fortalecendo enquanto espaço acessível para a fruição e difusão das práticas artísticas. Para isso, serão realizadas apresentações musicais, atividades formativas de artes visuais e artes cênicas, visitas guiadas, apresentações de teatro, exposição, feira de economia criativa e residência artística, formando novos públicos para a arte produzida localmente. Através da realização deste projeto via lei de incentivo, o Vila Flores poderá oferecer uma programação cultural e formativa gratuita para a população de Porto Alegre, além de fortalecer e valorizar sua equipe gestora, de comunicação e administrativa, sem depender exclusivamente da locação privada dos espaços para sua sustentabilidade, potencializando ainda mais o espaço Vila Flores como uma possibilidade para o fazer cultural e democratizando o acesso à cultura e à educação. Por sermos um espaço privado, que depende de valores de locação do espaço para mantermos nossa sustentabilidade financeira, não conseguimos atender todos os pedidos de ocupação gratuita. Também, a crise relacionada as enchentes afetou mais de 90% da rentabilidade da associação, tornando-se necessário criar novas frentes que sustentem as iniciativas culturais gratuitas promovidas pela ACVF. Por acreditar em nosso papel enquanto espaço cultural democrático e diverso, buscando ampliar diálogos com a comunidade artística e o público em geral e fomentar o acesso à cultura e à educação, vimos na formação desse plano anual uma oportunidade de ampliar nossa promoção de atividades culturais gratuitas, valorizando as artes visuais, as artes cênicas e a música autoral da cidade, ao mesmo tempo em que o projeto nos possibilita manter nossa sustentabilidade financeira. Assim, o projeto busca subsidiar parte dos salários da equipe gestora e administrativa da ACVF e garantir a comunicação dos projetos que aqui ocorrem, oferecendo gratuitamente atividades culturais e formativas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como está de acordo com os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

OFICINA DE GRAVURA Número de vagas: 20 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h Um passeio pela história da gravura contado e experimentado através desta linguagem. Reconhecendo a evolução da escrita e da comunicação na história da civilização: imagens nas cavernas, xilogravura na China, prensa de Gutemberg, litografia em 1789 e as mídias contemporâneas. A partir da escolha de uma única imagem o participante vai experimentar xilogravura, gravura em metal e litografia. Irá trabalhar esta imagem nas 3 técnicas aprendendo suas premissas e diversificando a imagem original. Introduzindo, assim, o aprendizado às técnicas tradicionais da gravura e o conceito de diversificação/diversidade, onde uma imagem, igual frente a todas as técnicas utilizadas, se traduz em suas diferenças, muitas vezes sutil, mas de forma muito singular. OFICINA DE CERÂMICA Número de vagas: 20 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h A oficina de cerâmica propõe uma imersão no universo do barro e suas múltiplas possibilidades de moldagem, incluindo técnicas de impressão de gravuras, desenhos, e recortes. As aulas abordarão todas as etapas do processo de cerâmica, incluindo a moldagem, intervenções no barro, secagem, queima, e esmaltação, focas na produção de obras de arte, esculturas e utensílios. OFICINA DE MURALISMO Número de vagas: 20 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h A Oficina de Muralismo propõe uma imersão no universo das artes, entrelaçando os conhecimentos técnicos e as experiências do artista Kelvin Koubik com referências teóricas e momentos práticos de pintura. Dialogando entre a pintura clássica, o graffiti e a arte urbana, os encontros passeiam entre o surgimento da linguagem artística, nomes importantes na história até a efervescência dos dias de hoje. Durante as aulas - conduzidas pelo artista residente do complexo cultural Vila Flores há 7 anos - será possível vivenciar tal linguagem desde a sua concepção inicial até a sua representação em grande escala, falando sobre técnica e tecnologia. OFICINA DE ZINE E DESENHO Número de vagas: 20 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h A proposta da oficina é incentivar a criação experimental de narrativas a partir do desenho em uma publicação independente. A ilustradora e designer gráfico Mitti Mendonça compartilhará sobre seu processo criativo na elaboração de livros gráficos, aspectos como mapeamento de ideias, escrita criativa, técnicas e materiais de desenho. Cada participante produzirá uma fanzine, tendo como objetivo escrever e ilustrar a história criada. Durante a jornada, serão apresentados: o contexto histórico da fanzine, referências de artistas e formatos de publicação, como transformar o texto em imagem, composição visual, teoria da cor, possibilidades de desenhar a partir de fotografias e como diagramar uma fanzine. OFICINA DE CRIATIVIDADE PARA CRIANÇAS Número de vagas: 20 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h A oficina tem como objetivo estimular a criatividade das crianças utilizando técnicas manuais de artesanato com materiais diversificados. Buscamos trabalhar com elementos recicláveis para despertar a consciência do reaproveitamento e resignificado de produtos. OFICINA DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL COM CELULAR Número de vagas: 20 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h O objetivo da oficina é capacitar os estudantes a gravarem seus próprios filmes através do celular. Para isso serão abordados conceitos teóricos do processo de gravação, demonstração de referências e festivais que existem nessa área, além de uma parte prática do REC. VISITAS GUIADAS COM PALESTRA Número de vagas: até 30 pessoas por visita Público alvo: adolescentes de escolas públicas do entorno e instituições sociais (15 a 18 anos) Duração: 2h A visita guiada percorre todos os espaços do Condomínio Cultural Vila Flores, ressaltando suas características arquitetônicas e contextualizando o histórico do prédio. Datado de 1928, localizado na antiga região industrial na várzea do Rio Guaíba, o conjunto de edificações, projetado originalmente para servir como casas de aluguel para os trabalhadores da indústria, não apenas permitiu como inspirou o projeto Vila Flores. A semente de um espaço compartilhado, adequado ao desenvolvimento de atividades colaborativas, já estava no projeto original de Joseph Lutzenberger, artista e arquiteto que assinou sua construção, pela diversificação dos tamanhos das unidades e pela concepção dos espaços de uso comum. Ocupar, trabalhar, viver e conviver são as bases para o processo de readequação do conjunto arquitetônico, que está listado como interesse cultural para o patrimônio da cidade. O projeto vem sendo desenhado de maneira processual e colaborativa desde 2011 quando o Vila Flores foi aberto para a comunidade com a intenção de tornar-se um Centro de Cultura, Educação e Economia Criativa. A resposta da cidade foi muito positiva e o local hoje abriga atividades culturais abertas ao público e mais de 40 iniciativas residentes nas áreas de artes, educação, gastronomia, cultura digital, design, moda, empreendedorismo social e arquitetura. O Vila Flores serve hoje para a comunidade como um laboratório de experiências culturais, inovação social e participação cidadã. A visita guiada passará pelas salas das iniciativas residentes, para apresentação de novos modelos de trabalho, produção e colaboração em segmentos criativos e contará com uma palestra sobre as atividades desenvolvidas pelo Vila flores e compartilhamento de experiências.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: o Vila Flores possui acessibilidade em todo seu espaço térreo, contemplando esse público para todas as atividades propostas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: contratação de audiodescrição. Item 1 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de intérprete de libras para apresentação. Item 3 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de monitor de acessibilidade especializado. Item 8 PRODUTO: CURSO / FORMAÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o Vila Flores possui acessibilidade em todo seu espaço térreo, contemplando esse público para todas as atividades propostas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as oficinas de cerâmica, gravura, dança e teatro, que podem atender esse tipo de público, caso haja a demanda, os alunos com deficiência serão acompanhados por um monitor de acessibilidade especializado. as visitas guiadas terão audiodescrição gravada. Item 20 e 23 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: caso haja a demanda, os alunos com deficiência serão acompanhados por um intérprete de libras. Item 21 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: as oficinas de cerâmica, gravura, dança e teatro, que podem atender esse tipo de público, caso haja a demanda, os alunos com deficiência serão acompanhados por um monitor de acessibilidade especializado. Item 23 PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: o Vila Flores possui acessibilidade em todo seu espaço térreo, contemplando esse público para todas as atividades propostas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: serão contempladas pelos shows, pois poderão ouvir a performance musical. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de intérprete de libras, em caso de shows com uso de voz (exceto se for instrumental). Item 33 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de monitor de acessibilidade especializado. Item 37

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão gratuitas, atendendo as seguintes medidas de democratização de acesso às atividades conforme art. 24 da IN nº 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Associação Cultural Vila Flores - proponente e coordenação administrativa e financeira do projeto A Associação Cultural Vila Flores é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 2014, com o objetivo de fomentar atividades socioculturais, educativas, de inovação socioambiental, de empreendedorismo e de educação patrimonial. Está sediada em Porto Alegre, no bairro Floresta, que faz parte da região denominada 4º Distrito, antigo pólo industrial da cidade localizado na várzea do Rio Guaíba. Nossa sede física, conhecida como Centro Cultural Vila Flores, é um complexo arquitetônico (dois prédios, um galpão e um pátio) de valor histórico e cultural listado no Inventário do Patrimônio Cultural de Bens Imóveis no bairro Floresta. Nos prédios estão ateliês e escritórios de mais de 50 artistas e empreendedores de diversas áreas da Economia Criativa, e no pátio e no galpão são realizadas atividades abertas ao público como seminários, festivais, oficinas, feiras, entre outras. Desde nossa fundação, realizamos projetos voltados ao desenvolvimento social, econômico, cultural e territorial do bairro Floresta, em especial, e da cidade de Porto Alegre. Aline Bueno - Coordenadora Geral Aline Bueno desenvolve projetos criativos, culturais e socioambientais há mais de 20 anos. Começou sua trajetória acadêmica, em 1998, no curso de Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda (PUCRS) complementando sua formação com um MBA em Gestão Empresarial (FGV-RS), uma especialização em Economia da Cultura (UFRGS) e um mestrado em Design Estratégico (UNISINOS). Durante seu percurso profissional, desenvolveu projetos junto a organizações exercendo atividades de criação, articulação, gestão, curadoria, comunicação e pesquisa. Foi uma das fundadoras da Associação Cultural Vila Flores, da Casa da Cultura Digital de Porto Alegre, do projeto de arte participativa Projeto Vizinhança e sócia de empreendimentos nas áreas do design, moda e arte contemporânea. Também foi professora universitária na Unisinos atuando em disciplinas de pensamento projetual e criativo, responsabilidade socioambiental e formação cultural, assim como na criação do Espaço Colaborativo de fomento à Extensão Universitária na mesma instituição, sendo este o hub de referência do ODS 11 Cidades e Comunidades Sustentáveis perante a United Nations Academic Impact, iniciativa da Organização das Nações Unidas junto à Instituições de Ensino Superior. Antônia Chaves Barcellos Wallig - Coordenação Pedagógica Antonia Wallig é Pedagoga e Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UDESC. Tem especialização em Terapia Artística Antroposófica pela Associação Sagres- Florianópolis. Atua na gestão de projetos criativos e colaborativos, na mediação de grupos nas áreas de arte-educação e sustentabilidade. Integrante do Coletivo de arte Geodésica Cultural Itinerante e do Projeto Rekombinando, é também uma das fundadoras do Centro Cultural Vila Flores (POA - RS), onde atua desde 2013 como gestora na Associação Cultural Vila Flores, orquestrando e produzindo as atividades culturais e educativas que acontecem neste espaço. É coordenadora do Lab Vila Flores, projeto de contraturno escolar realizado nas escolas municipais em convênio com a Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre. Roberta Dias da Silva - Produtora Executiva Roberta Dias é pós-graduada em Desenvolvimento Regional e Sustentabilidade pela Universidade de Lisboa e estudante de Políticas Públicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalha com produção cultural desde 2015, tendo atuado junto da Altos Eventos com clientes como Google e Melitta e, desde 2019, como gestora cultural na Associação Cultural Vila Flores, na qual gerencia projetos socioculturais diversos que visam a democratização do acesso à cultura. Maiara Dallagnol - Gestora de redes sociais Maiara Dallagnol é jornalista formda pela UFRGS. Interessada pelos desdobramentos da comunicação social e suas diferentes aplicações, é responsável pelo Núcleo de Comunicação da Associação Cultural Vila Flores desde 2018. Armazém Sonoro - curadoria das apresentações musicais O Armazém Sonoro é um estúdio musical e núcleo criativo idealizado e criado por Márcio Machado que acompanhado de Erick Endres, Lorenzo Flach, Bruno Neves e Fernando Agra formam este coletivo. Está localizado em um organismo culturalmente vivo chamado Vila Flores (Porto Alegre/RS). O Armazém Sonoro é o criador dos eventos Pátio Sonoro e Som Cine e o responsável pela curadoria musical do Vila Flores. A principal atividade é a produção musical em suas diversas formas. Criação de trilhas sonoras para cinema e publicidade, gravação de shows, captação e tratamento de áudio, gravação de bandas, criação e produção de conteúdo audiovisual e criação e produção de eventos e projetos musicais independentes. Márcia Braga - ministrante da oficina de cerâmica Márcia Braga é artista visual, arquiteta, professora substituta no Departamento de Artes Visuais/IA/UFRGS. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura Ritter dos Reis (1998) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2014). É pós-graduada em Arquitectura arte y espacio efímero pela Universidade Politécnica da Cataluña (1999), mestre e doutoranda em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participa do Grupo de Pesquisa CNPq “Arte pública participativa: articulação entre poética e cidadania”. Fernanda Soares - ministrante da oficina de gravura Fernanda Soares (São Leopoldo, RS/Brasil - 1966) é Mestre em artes visuais e bacharel em gravura pelo Instituto de Artes da UFRGS (2008 e 2005). Especialista em design gráfico pela Escola de Design da UNISINOS/Politécnico de Milão (2011). Artista visual, professora de gravura, designer e co-fundadora e da Design de Atelier (www.designdeatelier.com.br) Participa de exposições coletivas, nacionais e internacionais, desde 2001. Realizou exposições individuais em 2014, 2013, 2009, 2007, 2005. Reside e trabalha em Porto Alegre, onde mantém ateliê próprio e desenvolve seu trabalho. Em 2019, instalou o atelier de artes gráficas Gravura na Tulipa, no Centro Cultural Vila Flores, onde desenvolve seu trabalho como artista, professora e gestora de projetos gráficos. Kelvin Koubik - ministrante da oficina de muralismo Kelvin Koubik nasceu no Brasil em 1989 na cidade de Porto Alegre/RS, onde vive e trabalha. Artista, formado em Artes Visuais no Instituto de Artes da UFRGS, vem traçando seu percurso entre galerias, murais, ilustração e a arte urbana. Membro fundador do Atelier D43, possui dois prêmios açorianos, três exposições individuais, diversas exposições coletivas, tendo seu trabalho exposto em Paris, além de uma residência artística na cidade de Arcueil/França junto ao seu coletivo de desenho Atelier D43. Ilustrou diversos livros infantis e com uma experiência de 15 anos em Arte Pública, o artista vem sendo reconhecido e convocado a pintar diversos painéis de grandes formatos em diferentes cidades, lugares e espaços, públicos e privados. Desde 2014, seu ateliê se localiza no Vila Flores, um centro cultural no distrito criativo da capital gaúcha. Já fez colaborações com diversas agências de publicidade, escritórios de arquitetura e atendeu clientes como: O Boticário, Creditas, PUCRS, GERDAU, FIERGS, Sicredi, entre outros. Ricardo Ara - Estúdio etérea - ministrante da oficina de produção audiovisual com celular Ricardo Ara (Porto Alegre, RS, 1988) é bacharel em Comunicação Social e vem estudando a fotografia como formas de expressão e de reflexão. Passou por cursos na PUCRS, UFRGS, ESPM e por grupos de estudos dedicados à fotografia contemporânea. Participou de exposições coletivas em Porto Alegre e Minas Gerais e teve trabalhos exibidos no Festival de Fotografia de Tiradentes, Galeria Mascate, Acervo Independente, entre outros. Além do trabalho autoral é fotógrafo still de produtos e gastronomia, de shows e eventos, e videomaker. O Estúdio Etérea é um espaço para desenvolvimento de projetos audiovisuais e de design. Atua há mais de 5 anos no mercado e conta com uma equipe de profissionais de comunicação: artistas, publicitários, designers e jornalistas. Mitti Mendonça - ministrante da oficina de desenho Mitti Mendonça é Artista Têxtil, Designer Gráfico e Ilustradora, residente de São Leopoldo. Em 2017, criou o selo Mão Negra, para fomentar criações artísticas que alinham as poéticas negras, a memória, o afeto e a ancestralidade. Em suas obras, usufrui das técnicas de bordado, crochê, tapeçaria, colagem e arte digital. Além disso, atua no circuito de exposições e como arte-educadora, também tendo trabalhos expressivos com editoras, marcas e projetos sócio-culturais. Adriana dos Santos - ministrante da oficina de criatividade para crianças Criadora do Clube Invencionices, espaço para estimular a criatividade e desenvolver habilidades manuais de crianças, trabalha com oficinas e aulas de costura e manualidades com diversos materiais.Senac Canoas nos Cursos de Mercado Modelista e Costureiro, Cursos Técnicos de Criação e Coordenação de Moda, Modelagem do Vestuário e Produção de Moda, Orientação de alunos no trabalho final dos cursos técnicos. Curso Técnico em Administração, componentes: Teorias e Fundamentos da Administração, Marketing e Empreendedorismo e Gestão de Carreira. Luana Barros - coordenação administrativa e financeira Gestora administrativa na associação Vila Flores. Bacharel em administração pela UFRGS, com experiência em RH com foco na área de recrutamento e seleção e também em criação de indicadores administrativos. Experiência também na área financeira como contas a pagar e receber, planejamento de fluxo de caixa e prestação de contas para editais públicos. Carolina Ribeiro - Produtora Carolina Rothfuchs Ribeiro é psicóloga, especialista em Gestão e liderança de Pessoas e negócios pela ESPM, mãe do Francisco, apaixonada pela infância e idealizadora do coletivo parental Aldeinha, uma iniciativa de mães e pais que compartilham os cuidados da primeira infância de seus filhos e filhas. atuou como psicóloga clínica de crianças e adolescentes e profissional de recursos humanos, trabalhando sempre com o foco nas pessoas e nas dinâmicas de relacionamentos justos entre elas. Entusiasta da arte, da cultura e dos processos colaborativos, atualmente trabalha no complexo cultural vila flores, na articulação dos espaços, das pessoas e de projetos.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.