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PRONAC 247514Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Plano Bianual Museu A CASA do Objeto Brasileiro 2025-2026

A CASA - MUSEU DE ARTES E ARTEFATOS BRASILEIROS
Solicitado
R$ 4,15 mi
Aprovado
R$ 4,15 mi
Captado
R$ 383,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
***062108**RENATA CUNHA BUENO MELLAO1900-01-01R$ 350,0 mil
***207798**Maria Diederichsen Villares1900-01-01R$ 23,0 mil
***112368**José Pedro Costa1900-01-01R$ 10,0 mil
***329768**LUCIANA DE ALMEIDA SAMPAIO1900-01-01R$ 602,00

Eficiência de captação

9.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término

Resumo

O Plano Anual de Atividades do Museu A CASA do Objeto Brasileiro tem como objetivo o exercício e fortalecimento do seu papel na sociedade e no campo cultural por meio da promoção de uma programação pública e gratuita, com múltiplas frentes, para o fomento do artesanato feito no país. O projeto compreende ações voltadas à programação de exposições, mostras e eventos públicos, manutenção do equipamento cultural e de sua equipe técnica, ações educativas e a preservação, manutenção e extroversão do acervo.

Sinopse

1/ Preservação e extroversão do acervo O programa de preservação e extroversão inclui todas as ações referentes à manutenção, preservação e difusão do acervo do Museu. Constam também ações de conservação e catalogação para consolidação da política de registro, catalogação, manuseio, conservação e acesso ao acervo, visando a conservação adequada das peças e documentos, bem como facilitação do acesso e à pesquisa por parte dos visitantes, estudiosos e pesquisadores interessados na história e na cultura representadas pelo museu. O acervo do Museu A CASA do Objeto Brasileiro também possui documentos, fotografias e publicações que ilustram técnicas, relação com o meio e insumos utilizados, além de processos, relações e fazeres presentes na produção artesanal no país. São mais de 600 objetos artesanais feitos por comunidades tradicionais no Brasil. O projeto também prevê a produção de um catálogo impresso sobre o acervo do museu. 2/ Ações formativas e educativas Estão previstas 04 oficinas-vivências com artesãos, designer e criativos. Essas oficinas ocorrerão no espaço do museu com objetivo de promovê-lo como local de encontro e difusão de saberes artesanais, aproximando o público e sensibilizando-o quanto aos fazeres implicados nas peças e as histórias de seus autores. 10 sessões do "Papo de Casa" - rodas de conversa mediadas pela equipe do museu ou convidados com debatedores especialistas. Todas as sessões do Papo de Casa serão veiculadas no canal do museu no YouTube e poderão ser acessadas de forma integral e gratuita. 03 sessões para "Seminário" com viés de formação educacional sobre o artesanato, tendo como temáticas: economia criativa, economia circular, herança cultural, economia das florestas, finanças ecológicas. 3/ Exposições O programa de exposições prevê 02 exposições de curta duração que serão realizadas de acordo com 04 linhas curatoriais para 2025, conforme segue: 1/ Saberes Artesanais: revela a sabedoria, a tradição e a habilidade envolvidas na produção artesanal. Esta seleção destaca o conhecimento transmitido de geração em geração e a maneira como os artesãos utilizam seus saberes para criar peças que são tanto funcionais, quanto culturalmente significativas. 2/ Processos, Manualidades e Materialidades: tem como objetivo destacar a riqueza dos processos criativos, as habilidades manuais e a diversidade de materiais utilizados na produção artesanal e artística brasileira. Esta abordagem busca proporcionar uma compreensão profunda das técnicas, tradições e inovações que caracterizam o artesanato e o design no Brasil 3/ Design: é dedicada a explorar a intersecção entre arte, funcionalidade e inovação presentes nos objetos. Esta seleção visa apresentar a criatividade e a engenhosidade de designers brasileiros, destacando como suas obras refletem e respondem às diversas necessidades e contextos culturais do Brasil. 4/ Recorte do Acervo: apresentar a riqueza e a diversidade dos objetos que compõem o acervo, destacando a singularidade das peças. As exposições contemplarão programação pública com até 04 apresentações, performances e oficinas entre outras atividades pertinentes à expansão de seus conteúdos. 4/ Mediação e Educativo O programa de Mediação e Educativo do museu estabelece parcerias permanentes com instituições de ensino superior nas áreas de design, artes visuais, arquitetura e outras áreas de conhecimento afins, além de acolher grupos assistidos pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e pelas unidades do Centro Dia para o Idoso (CDI) da Secretaria de Assistência Social de São Paulo. Essas parcerias incluem visitas às exposições temporárias, ao acervo do museu e à loja - que também é um dispositivo pedagógico e informativo da instituição. Além disso, o museu desenvolve uma programação específica para professores da rede pública, visando aprimorar seus conhecimentos e ampliar suas ferramentas de ensino. Outras ações sociais do museu incluem parcerias com comunidades locais para aprimorar técnicas artesanais, visibilizar seus trabalhos e capacitar seus membros, fortalecendo os laços comunitários e ampliando oportunidades de geração de renda. Essas iniciativas não apenas enriquecem a experiência dos visitantes, mas também têm um impacto positivo nas comunidades envolvidas, promovendo inclusão, empoderamento,valorização cultural e formação de redes. Há previsão de oferecimento de 60 visitas guiadas ao longo do ano, além do atendimento ao público espontâneo. Este projeto também prevê a contratação de projeto e execução de mobiliário para as atividades educativas. 5/ Festivais Realização de uma edição do evento aberto e gratuito "SP Artesanal", com duração de dois dias, apresentando expositores convidados a fim de gerar renda direta aos artesãos e divulgar seu trabalho. Os eventos prevêem também a realização de oficinas, atividades musicais, experiências gastronômicas e outras atividades complementares. Como parte da programação, a SP Artesanal prevê um encontro de artesãos no espaço do Museu e da Loja, com 02 oficinas, 01 feira, 01 roda de conversa, 01 apresentação musical e 01 oficinas para crianças. 6/ Manutenção da instituição cultural A manutenção da instituição cultural inclui contratação de equipe técnica fixa, gestão institucional e divulgação das atividades, além da conservação predial das instalações, pequenas obras de reparo, serviços de limpeza e segurança, despesas de consumo, equipamentos e aquisição de material permanente de reposição.

Objetivos

Objetivos geraisO conjunto das atividades previstas neste projeto reforça a missão da instituição em contribuir efetivamente para a compreensão e a conscientização sobre a importância da cultura material e imaterial relacionada ao artesanato e ao design no Brasil. Os objetivos gerais previstos são:- Contribuir com os processos de preservação da memória por meio de formação cultural e fomento do debate acerca dos saberes artesanais ancestrais, tradicionais e contemporâneos;- Realizar atividades de caráter transdisciplinar visando a conexão com agendas e pautas urgentes e contemporâneas a partir de assuntos pertinentes ao acervo do Museu e sua missão;- Apoiar e/ou promover atividades culturais, sociais, artísticas e de ensino, pesquisa e formação profissional dentro das necessidades inerentes à sua atuação no campo do artesanato;- Contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento da produção artesanal tradicional e contemporânea;- Articular a instituição e suas atividades com as comunidades de artesãos no país;- Manter-se como referência do saber artesanal, contribuindo para a consolidação da sua importância no imaginário coletivo;- Valorizar e gerar visibilidade do artesanato brasileiro e seus saberes dando protagonismo aos seus criadores, seus meios, saberes e práticas;- Integrar e difundir o saber artesanal na agenda cultural de São Paulo;- Promover um espaço de investigação, produção de conteúdo, exposição, intercâmbio e divulgação de propostas culturais contemporâneas, locais e nacionais;- Formar públicos por meio das atividades realizadas e programação oferecida;- Realizar um cronograma de atividades relacionado às principais linhas de atuação da instituição.Objetivos EspecíficosA partir destas perspectivas, o Plano Bianual Museu A CASA do Objeto Brasileiro 2025-2026, pretende articular as atividades nos seguintes agrupamentos de programas:1/ Preservação e extroversão do acervo (produto acervo) - Ações de conservação preventiva, restauração, organização e guarda de obras e desenvolvimento de banco de dados para posterior extroversão digital do acervo. É previsto também a realização de um catálogo;2/ Ações formativas e educativas (produto Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage) - Eventos e programas públicos para fomento do diálogo, troca de informações e difusão cultural incluindo atividades de formação e difusão cultural em diálogo com o calendário de exposições, sendo: 04 oficinas, 13 registros dos conteúdos a serem disponibilizados online e 13 debates;3/ Exposições (produto exposição) - 02 exposições gratuitas e abertas ao público em geral, de curta duração, ocupando a área expositiva do Museu com convidados, artistas e curadores a serem confirmados;4/ Mediação e Educativo (produto plano anual) - Ações e práticas dedicadas a facilitar e expandir as possibilidades de compreensão, interação e engajamento dos visitantes com as exposições e o conteúdo do museu. O programa de mediação compreende 60 visitas guiadas;5/ Festivais (produto festival) - realização de duas edições do evento aberto e gratuito "SP Artesanal", com duração de dois dias, apresentando expositores convidados a fim de gerar renda direta aos artesãos e divulgar seu trabalho. O evento prevê também a realização de oficinas, atividades musicais, experiências gastronômicas e outras atividades complementares;6/ Manutenção da instituição cultural (produto plano anual) - conjunto de ações e medidas estruturantes que incluem conservação e melhorias prediais e de infra-estrutura, manutenção da equipe e investimentos em gestão, sistematização e fortalecimento institucional e divulgação das atividades realizadas.Contrapartidas Sociais - Ação educativa contínua de visitas agendadas - especificamente para alunos da rede pública e outros grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade social -, além de mediação a visitantes espontâneos nas exposições do museu. O objetivo desta ação educativa é oferecer uma atividade de formação integral como parte complementar do calendário escolar em observância à promoção dos direitos culturais dos estudantes. Realizar visitas mediadas para 500 alunos da rede pública

Justificativa

O Museu A CASA do Objeto Brasileiro é uma instituição sem fins lucrativos fundada em 1997. Desde então, tem se dedicado a valorizar a identidade brasileira e seu patrimônio cultural por meio do fazer artesanal. Durante este período, foram realizadas mais de 130 atividades entre projetos de inovação, exposições, feiras, oficinas, shows, debates, mesas redondas, lançamento de livros e premiações. Pelo museu, já passaram obras de artesãos, designers, criativos, artistas na sua mais ampla acepção, criações individuais e coletivas. O acervo do Museu é composto pelo conjunto de peças e obras resultantes de ações e projetos promovidos pela própria instituição para gerar diálogo, intercâmbio e revelar a potência criativa do país. O primeiro projeto criativo-colaborativo foi o "Mão na Moda" - uma parceria entre o estilista Walter Rodrigues e as artesãs da Associação das Rendeiras de Morros da Mariana, no Piauí, em 2000. Em 2001, surgiu o "Design Solidário Brasil-Holanda", feito em conjunto com a Design Academy Eindhoven, da Holanda, e duas associações comunitárias brasileiras; e o projeto "Poética da Palha", de 2011, uma realização do Museu A CASA do Objeto Brasileiro com grupos de artesãos do Vale do Ribeira (PR), juntamente com o designer Renato Imbroisi. Em 2013, nasceu o "Bordado Boa Noite - Ilha do Ferro", feito entre a cooperativa de mulheres artesãs Art-Ilha e os designers Paula Ferber e Renato Imbroisi. Em 2015, o estilista Dudu Bertholini viajou para diferentes cidades do Nordeste para trabalhar ao lado de comunidades rendeiras e promover o projeto "Renda-se" com estilistas como André Lima, Glória Coelho, Karlla Girotto, Marcelo Sommer e Lino Villaventura. Por fim, em 2018, o Museu A CASA do Objeto Brasileiro e Ambev se juntaram para desenvolver o projeto "A CASA AMA Carnaúba", com artesãos do município de Jaguaruana (CE). O acervo do Museu A CASA do Objeto Brasileiro possui objetos, documentos, fotografias e publicações que ilustram técnicas, relação com o meio e insumos utilizados, além de processos, relações e fazeres presentes na produção artesanal no país. O museu é um espaço de referência do saber artesanal que, a partir de um dos recortes possíveis de abordagem deste conteúdo, atua na salvaguarda do patrimônio imaterial, coloca-o em novos contextos e em fricção com outros modos de pensar e fazer. Fomenta, promove, articula e constrói pontes, ampliando o alcance do tema e aproximando-o de outras pautas e práticas contemporâneas. O foco principal do trabalho desenvolvido pelo Museu A CASA do Objeto Brasileiro está na manutenção do saber artesanal com um viés também de impacto sócio-econômico. Cada projeto desenvolvido visa contribuir para que comunidades artesãs - quilombolas, caiçaras, ribeirinhas e povos originários - espalhadas pelo país possam criar formas adequadas de sustentabilidade financeira, autogestão e autonomia, além do incentivo a produções ambientalmente responsáveis que respeitem os ciclos da natureza e privilegiem a reutilização de materiais próprios a cada território. A solicitação de apoio ao projeto junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. Para garantir a longevidade da instituição, consolidando um programa estratégico de múltiplas receitas, o Museu A CASA do Objeto Brasileiro, em seu atual grau de maturidade institucional, deseja ampliar sua capilaridade e adesão com a sociedade civil permitindo ações de parceria para manutenção financeira. Sobre o atendimento ao Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3o da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

O Museu A CASA do Objeto Brasileiro, reconhece a importância de sua atuação no segmento do artesanato para além da preservação dos objetos e da cultura que gera essa produção. Para além do seu trabalho museológico que será fortalecido pelo projeto aqui proposto, o museu atua de forma transversal endereçando temas contemporâneos complexos e complementares ao âmbito cultural como: populações em situação de vulnerabilidade, imigração, sustentabilidade e regeneração ambiental, cadeia justa do trabalho, entre outros. Como exemplo original e contundente desta missão ampliada, o museu propôs e operacionalizou o projeto "Artesania Warao" por 05 anos. Em 2019, o Museu A CASA entrou em contato com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para propor um projeto em que poderia trabalhar o artesanato com um grupo de refugiados. Dias depois, as equipes do Museu A CASA do Objeto Brasileiro e da ACNUR se reuniram para iniciar uma parceria com a população venezuelana indígena da etnia Warao (Povo da Água), em Manaus, no Amazonas, e em Boa Vista e Pacaraima, em Roraima. Juntou-se a este projeto o BID Lab, também parceiro financiador do projeto e indutor de ações ligadas à inovação. Os Warao, grupo étnico constituído há mais de oito mil anos no delta do rio Orinoco, começaram a migrar para o Brasil de forma mais intensa a partir de 2016, principalmente para os estados de Roraima, Amazonas e Pará, em função de problemas econômicos e políticos na Venezuela. Para eles, a palmeira buriti é considerada uma mãe, proporcionando tudo que necessitam para alimentação, habitação e artesanato. Dela, usam como base a fibra da sua palma. Ao contemplar as artesãs trançando ou tecendo, fica evidente que a habilidade em executar suas técnicas artesanais se transformou em um conhecimento inerente à sua existência. Durante o projeto, foram realizadas oficinas de trabalho na capital do Amazonas, Manaus, onde o museu convidou o designer Sérgio J. Matos, experiente no manuseio de fibras da região amazônica, para co-criar junto aos Warao. No processo, foram feitos cestos e vasos com a palha ao natural, respeitando a tradicional técnica indígena. Para divulgar o trabalho destas comunidades e gerar renda direta, o Museu A CASA do Objeto Brasileiro comprou e revendeu uma vasta produção de objetos além de manter parte de sua equipe permanentemente mobilizada em São Paulo, Brasília, Manaus, Boa Vista e Pacaraima para acompanhar as comunidades em todas as fases da produção (busca de insumos, colheita do buriti, beneficiamento da matéria-prima, confecção das peças, transporte e comercialização). Além das fases descritas, a estrutura do projeto "Artesania Warao" previa atendimento humanitário, formação e infra-estrutura (local de trabalho, mobiliário e equipamento) para realização das atividades. "Artesania Warao" esteve em curso de forma ininterrupta entre 2019 e 2024 impactando diretamente 2 centenas de famílias. Este projeto demonstra a potência transformadora de uma instituição museal engajada com sua missão e com as urgências de um mundo em plena transformação.

Especificação técnica

01 Publicações/Catálogos de até 100 páginas, formato fechado 16 x 23 cm, formato aberto 32 x 46 cm, lombada brochura, papel couchê, 4x4 cores (CMYK). Bilíngue português/inglês. Tiragem 1.000 unidades (sujeito à adaptações).

Acessibilidade

O espaço físico do museu está equipado com rampas e banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, além de disponibilizar cadeira de rodas. Produto Plano Anual Acessibilidade física: os espaços físicos do museu são acessíveis através de rampas. Há banheiros que contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos.Acessibilidade de conteúdo: o museu disponibilizará os conteúdos de seus debates e principais atividades abertas ao público em LIBRAS se identificada a necessidade nos momentos de inscrição. Em relação ao site, também serão implementados recursos de LIBRAS, contraste e aumento de fonte para permitir o acesso de pessoas com deficiência aos conteúdos produzidos na manutenção de suas atividades. A partir de 2025, o Museu contará com sinalização acessível para deficientes visuais e/ou pessoas com baixa visão. Os conteúdos a serem hospedados em plataformas como youtube contaram legendagem e audiodescrição. Produto Preservação de Acervo Cultural Acessibilidade física: os espaços físicos do Museu são acessíveis através de rampas. Há banheiros que contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos.Acessibilidade de conteúdo: para além das medidas de acessibilidade de comunicação já previstas, o acervo do museu será digitalizado e disponibilizado em banco de dados de acesso aberto e gratuito, podendo ser acessado por portadores de deficiências motoras, deficientes auditivos e deficientes visuais. Produto Exposição Acessibilidade física: os espaços físicos do Museu são acessíveis através de rampas. Há banheiros que contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos.Acessibilidade de conteúdo: os conteúdos serão disponibilizados no site que terá a implementação de recursos de LIBRAS, contraste e aumento de fonte para permitir o acesso de pessoas com deficiência aos conteúdos produzidos na manutenção de suas atividades. O museu terá o conteúdo audiovisual de seus projetos acessível a pessoas com deficiência auditiva e visual, com intérpretes de LIBRAS, legendagem e audiodescrição nas peças e conteúdos. As visitas mediadas às exposições facilitarão o acesso a pessoas surdas e/ou com deficiência auditiva, disponibilizando a possibilidade de agendar visitas guiadas com intérprete de LIBRAS. Através de consultoria especializada, vamos analisar a aquisição de tecnologias assistivas voltadas para a cultura que possibilitem a modernização e democratização do acesso aos bens culturais. Nosso programa educativo será desenvolvido com o objetivo de promover o acesso a pessoas com deficiências, mobilidade reduzida, síndrome de Down e neurodivergentes, através de mediação acessível e inclusiva, com atividades de sensibilização voltadas para a diversidade. Produto Educativo - Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ VernissageAcessibilidade física: os espaços físicos do museu são acessíveis através de rampas. Há banheiros que contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos. Acessibilidade de conteúdo: o museu disponibilizará os conteúdos de seus debates e ações de mediação e principais atividades abertas ao público em LIBRAS se identificada a necessidade nos momentos de inscrição, essas medidas facilitarão o acesso a pessoas surdas e/ou com deficiência auditiva. Produto FestivaisAcessibilidade física: os espaços físicos do museu são acessíveis através de rampas. Há banheiros que contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos. Acessibilidade de conteúdo: o museu disponibilizará os conteúdos de suas principais atividades abertas ao público em LIBRAS se identificada a necessidade nos momentos de inscrição. A partir de 2025, o Museu contará com sinalização acessível para deficientes visuais e/ou pessoas com baixa visão. Os conteúdos a serem hospedados em plataformas como youtube contaram legendagem e audiodescrição.

Democratização do acesso

Todas as atividades realizadas são gratuitas para toda a comunidade. Como medida de ampliação do acesso, os registros audiovisuais das palestras e outras atividades serão disponibilizados livremente na internet, acompanhados por intérprete de LIBRAS ou audiodescrição. Além disso, serão realizadas ações como visitas mediadas voltadas para o público infantil e infantojuvenil. O museu também atua com horários alternativos aos finais de semana para possibilitar a visita das pessoas que trabalham e estudam em horário comercial de segunda a sexta-feira.

Ficha técnica

Renata Mellão, diretora presidente É economista, tem passagem pelas Ciências Sociais e experiência em artes plásticas e moda. Em 1997, inaugurou o Museu A CASA do Objeto Brasileiro como diretora geral com objetivo de contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento da produção artesanal, do design e da arte brasileira. Em 2000, desenvolveu um centro de referência na internet (www.acasa.org.br) onde se encontra seu acervo. Em 2008, idealizou o Prêmio Objeto Brasileiro - atividade bienal que caminha para sua nona edição -, edição de livros e catálogos, além de várias exposições temporárias e projetos de desenvolvimento e inovação em várias localidades do Brasil sobre arte/design e produção artesanal. Sônia Kiss, diretora Desde 1980, atua nas áreas de moda, design e cultura. Como estilista, desenvolveu projetos para Fiorucci e Ralph Lauren, entre outras marcas, além de criar sua marca própria de confecção e loja, “Kiss Baby”. No Senac Moda, foi convidada a implantar o primeiro centro de moda e design do Senac Rio de Janeiro, em 1999. Em seguida, já no Sesc SP, criou e coordenou a implantação dos uniformes para os funcionários entre 1999 a 2019. Na cultura, gerenciou ao lado de João Cândido Galvão, a Oficina Cultural Oswald de Andrade, na gestão do secretário de cultura Ricardo Otake. Realizou a curadoria da sala da moda na exposição "Virando Vinte", na Casa das Rosas. Nos últimos anos, tem colaborado como curadora e produtora em exposições e eventos como a produção de "A chita na moda”, na Galeries Lafayette, em Paris, e a idealização, concepção e curadoria da exposição "Panos", no Sesc Bom Retiro. Fez a co-curadoria de "A Moda na Casa", no Museu A CASA do Objeto Brasileiro com Renata Mellão. Atualmente, integra a diretoria do Museu. Eduardo Sena, diretor executivo Profissional com dezoito anos de experiência no campo da cultura, atuando em funções de direção e assessoria. Atual diretor executivo do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, ocupou os cargos de Gerente Geral de Operações e Finanças do Theatro Municipal de São Paulo, Diretor do Departamento de Expansão Cultural da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Gerente de Projetos do Instituto Pedra e Coordenador de Relações Institucionais da Fundação Bienal de São Paulo, entre outros. Possui graduação em Administração Pública pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), mestrado e doutorado em Cultura e Informação pelo programa de pós-graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). Desenvolve suas pesquisas acadêmicas explorando as relações entre política cultural, gestão pública e teoria social da informação e comunicação. Halinni Garcia, coordenadora de comunicação Tem formação em Comunicação Visual com habilitação em Design Gráfico e é pós-graduada em Gestão de Negócios. Teve artigo premiado no 8o Congresso Brasileiro de Pesquisa & Desenvolvimento em Design/ P&D DESIGN 2008, área em que atua desde 2007. Nos últimos 10 anos, desenvolveu diversos projetos nas áreas de produção editorial, cenografia e direção criativa para Editora Companhia das Letras, L’Occitane, Nike, Samsung, entre outras empresas. Atualmente, está à frente da área de comunicação do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, em São Paulo. Carolina Rocha, coordenadora de desenvolvimento institucional Profissional atuante há mais de 10 anos no setor cultural com foco em gestão cultural, tecnologia e economia criativa. Atuou em projetos culturais nas esferas privada e pública. Trabalhou como coordenadora de projetos, quando produziu eventos e espetáculos nas áreas de música, cinema, dança e artes visuais. Tem experiências em elaboração de conteúdos, interlocução com agentes e especialistas dos diferentes setores criativos e assessoramento executivo a diretorias. É bacharel em Produção Cultural e mestre em Cultura e Territorialidade pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente, está como Coordenadora de Desenvolvimento Institucional no Museu A CASA do Objeto Brasileiro. Renata Zanetti, coordenadora de produção Graduada em Propaganda e Marketing pela Universidade Paulista, atua há mais de 20 anos na área de comunicação com passagens por agências de publicidade, de marketing e comunicação. Possui ampla experiência nas áreas de atendimento, coordenação de eventos e gestão de projetos para clientes de diversos segmentos: imobiliário, automotivo, industrial, tecnológico, alimentício, hoteleiro, moda, varejo, público, cultural e órgãos do terceiro setor. Possui experiência em estratégia, coordenação e execução de grandes festivais nas áreas de tecnologia, criatividade, inovação e música. Destaque para atuação como gestora de projetos culturais, onde liderou todas as etapas, desde a idealização e concepção dos projetos até a execução e mensuração dos resultados. Camilla Denelci Vieira Pires, arte educadora Arte Educadora Socioambiental. Aprendiz, praticante e difusora de conhecimentos ancestrais regenerativos através da cultura e da arte. Atua com educação popular há 11 anos. Estudou Ciências Econômicas e depois Licenciatura em Artes Visuais. Na arte educação, atua como artista, educadora, pesquisadora e mediadora cultural. Na economia, atuou como analista de projetos elaborando relatórios técnicos para tomadas de decisão. Atualmente, cuida da área do Educativo e Mediação do Museu A CASA do Objeto Brasileiro. Patricia Kede Godoy, coordenadora da loja Carioca com ascendência afro-árabe, tem a produção, comunhão e habilidades manuais no seu DNA. Desde os anos 2000, atua como produtora executiva e gerente de projetos de cultura e arte junto a galerias, museus como o Paço das Artes e MIS-SP, editoras, festivais de artes e literatura como Arte Serrinha e FLIP, entre outros. Na última década - vivendo na Serra da Mantiqueira em São Paulo -, mergulhou no movimento agroecológico, entendendo o ser humano como potencial agente transformador e desenvolvedor socioambiental e cultural. É sócia e curadora da Loja Arte Serrinha, onde exibe e comercializa peças autorais de criadores da região e artistas convidados. Atualmente, desenvolve projetos têxteis autorais e atua como gestora da loja do Museu A CASA do Objeto Brasileiro. Tatiana Rodrigues de Sousa, coordenadora financeira Profissional atuante há mais de 26 anos no setor financeiro, com ênfase na gestão operacional, administrativa e financeira, visando o planejamento e execução financeira da instituição e de seus projetos. Tem experiência com fiscalização de contratos, gestão de processo admissional, relacionamento com o cliente e vendas, controle de fluxo de caixa, análise de documentação, contas a pagar/receber, conciliações bancárias, entre outros, tendo destaque principalmente nas áreas de gerenciamento financeiro. Faz a interface com parceiros, fornecedores e clientes, orçamentos, compras de produtos e serviços, elaboração e melhoria de documentos e sistemas de gestão operacional. Há 9 anos é a responsável pelo departamento financeiro do Museu A CASA, atuando no planejamento, execução, controle e atualizações orçamentárias da instituição e dos seus projetos (orçamento planejado x orçamento executado; realocações orçamentárias), zelando pela correta performance de execução. Janice Masson, coordenadora de manutenção predial Formada em Administração atuando na área administrativa, com experiência em Hotelaria em sistemas de reservas online. Há 20 anos na área de design e artesanato brasileiro, fazendo a conexão com os artesãos para exposições, projetos e comercialização de seus produtos, atuando em produção de eventos, exposições, curadoria de loja, artesã. Atualmente coordenando a manutenção predial no Museu A CASA do Objeto Brasileiro. Mônica Novaes Esmanhotto, consultora Profissional de gestão de projetos atuante no setor cultural nos âmbitos de articulação internacional e nacional, privada e pública. Atuou como gerente executiva (2011-2015) e consultora (de 2015-2019) para o projeto de internacionalização do mercado brasileiro de arte contemporânea “Latitude: platform for brazilian art galleries abroad”. De 2015 a 2017, co-fundou e geriu a “bólide: ações pró-cultura”, agência de projetos culturais. Em 2018, coordenou a publicação "Guia do Artista Visual", promovido em parceria entre o Ministério da Cultura e a UNESCO. De 2018 a 2024, ocupou a função de coordenação de desenvolvimento institucional na Casa do Povo, centro cultural em São Paulo, além de desenvolver de forma independente produção, gestão e consultoria para diversas instituições culturais, incluindo o Museu A CASA do Objeto Brasileiro com quem trabalha desde outubro de 2023. Leciona pontualmente sobre temas ligados à gestão cultural e mercado da arte. É graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Mestre em Estética e História da Arte pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP). Em Londres, cursou Art&Business pela Sotheby's Institute of Art em 2010.

Providência

Projeto aprovado e publicado no Diário Oficial da União.

2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo