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Esta proposta se refera à manutenção das atividades da Escola Pernambucana de Circo, Organização Não Governamental, que atua a 28 anos na Macaxeira, zona norte do Recife, através da pedagogia do circo social, com 200 crianças, adolescentes, jovens e suas famílias, trabalhando oportunidades sócio-educativas com a ferramenta pedagógica das artes circenses, construindo projetos de vida com o objetivo de possibilitar aos mesmos o destino de "ser mais" na vida, como pregava Paulo Freire. Além das formações em artes circenses, oferecemos também atividades de ateatro, dança, música percussiva e acesso aos bens culturais para cerca de 6.000 pessoas do público em geral das periferias do Recife, através de ações reaizadas pela instituição. Atualmente somos o único espaço cultural na zorte da capital, com todas as condições técnicas e de espaço para esse atendimento. Atua também com formação profissional para jovens artistas circenses e educadores sociais com sua Trupe Circus.
Temos o Título de Utilidade Pública Municipal concedido de forma unânime pela Câmara de Vereadores do Recife desde 2014, porque somos uma referência na atuação social que desenvolvemos no território, sendo a única instituição que atua na zona norte de forma estruturada e com formações sistemáticas em prol da construção de projetos de vida das pessoas que atendemos através da arte e da educação popular que tem o trabalho coletivo como objetivo da transformação social, dando voz e vez para todes, construindo a realização de sonhos possíveis para o “Ser Mais”, como pregava Paulo Freire. Somos Ponto de Cultura reconhecido pelo MINC desde 2004 e temos atuado juntes em prol de melhorias de condições de vida nesse território já tão árido que tem na arte a esperança de dias melhores e isso já está acontecendo porque ao longo dos 28 anos de nosso trabalho, diminuímos o número de mulheres violentadas, do etnocídio das juventudes negras, da transfobia para com as pessoas LGTQIAPN+, com a aceitação das diferenças como nossa forma de ser e estar no mundo, modificando de forma significativa o olhar da sociedade para com as pessoas moradoras da zona norte, não vendo somente a periferia como um local apenas de graves problemas sociais, mas sim, como um lugar onde vivem pessoas que tem habilidades, capacidades e potencialidades e que se expressam através da cultura popular como uma forma de resistência a todo tipo de preconceito. Invertemos a lógica de que as juventudes negras são um problema, não, são uma força descomunal de expressividades, de garra, coragem e talento para fazer e viver da arte que tanto amam e para a qual se dedicam com afinco e através dela temos conseguido gerar emprego e renda para essas pessoas viverem suas vidas de forma mais digna como cidadãos e cidadãs que lutam cotidianamente pela garantia dos seus direitos e que acreditamos JUNTES que a ARTE TRANSFORMA VIDAS SIM! Parcerias Secretaria de Educação, de Juventude e Direitos Humanos do Recife - parceria com escolas públicas do território e na atuação em rede com instituições sociais; Fórum DCA/Estadual; Rede Nacional das Escolas Livres; Rede Circo do Mundo Brasil, Rede Nacional Cultura Viva; Rede Estadual de Pontos de Cultura; Fórum de Mulheres Negras de Pernambuco; Fórum de Juventudes do Recife; – troca de experiências e fortalecimento das ações nos territórios e na cidade; UFPE – Espaço de estágios/diversos cursos. Público atendido: Atuamos na zona norte do Recife, com cerca de 15 bairros, com cerca de 40 mil habitantes, 57% homens e 43% mulheres, a maioria na faixa etária entre 20 e 55 anos, com 62% se autodeclarando pardos e negros, esses dados são os oficiais do censo de 2022, mas sabemos que a população negra é bem maior, acreditamos que cerca de 75% da população. Trabalhamos diretamente com 200 crianças, adolescentes, jovens, adultos e suas famílias, chegando a cerca de 2.000 pessoas indiretamente e, 80% são negros e negras, principalmente os adolescentes, jovens, as mulheres e as pessoas LGBTs. Além do atendimento de mais de 5.000 pessoas por ano nas ações dos projetos que desenvolvemos para a população em geral, incluindo atividades de acesso aos bens culturais no fazer e apreciar. Com relação ao nível de escolaridade da região, 47% possuem o ensino fundamental incompleto e somente 1% possui o ensino superior completo, mesmo com mais de 10 escolas no entorno, é alto a evasão, principalmente de adolescentes e jovens que deixam de estudar para trabalhar e ajudar suas famílias no sustento da casa, já que apenas 2% dos moradores ganham mais de dois salários mínimos (R$2.900), sendo que 40% têm como renda menos de um salário mínimo (R$1.100) muitos atuando em trabalhos informais. O índice de violência na região é alto com o domínio da ação do tráfico de drogas, e é altíssimo o índice de violência contra as juventudes negras e a população LGBTQIAPNA, e a principal causa de morte entre jovens do sexo masculino e com idade entre 15 e 29 anos é a violência policial. GRADE CURICULAR E DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESCOLA PERNAMBUCANA DE CIRCO: Relação: O nosso processo de ensino-apredizagem se dá considerando as potencialidades e o conhecimento que cada um traz a partir das suas vivências pessoais possibilitando um ambiente de troca de saberes, onde os educandos participam ativamente junto aos educadores, desde a elaboração do contrato de convivência, até a criação e produção dos números artísticos apresentados abertamente para as famílias e comunidade. A Roda: Este é um instrumento importantíssimo no processo pedagógico porque permite que os educandos possam se expressar livremente, expondo suas sensações trazidas a partir de seu convívio pessoal/familiar e escolar. É também o espaço onde eles se percebem críticos por estarem cotidianamente avaliando as ações da escola, a postura dos educadores junto a estas ações e se auto-avaliando dentro desse contexto. A partir dessa prática constante o educando vai se percebendo mais desinibido e melhorando a elaboração do seu discurso, respeitando, através da escuta, as opiniões dos colegas, sentindo-se parte do processo pedagógico e responsável junto aos demais pela qualidade e melhoria do mesmo. Aulas: Na EPC temos atividades de teatro, dança popular, música e percussiva, e nos circo as seguintes atividades: acrobacia de solo (incluindo saltos, pirâmides humanas, adágios, mini-tramp, pista acrobática e cama elástica), acrobacia aérea (trapézio, tecido, lira e corda indiana), malabares com claves, bolas, argolas e diabolô, equilíbrio em perna-de-pau, arame, bola de equilíbrio e rola-rola. Destacamos nesse processo as aulas coletivas, onde os educadores em seus planejamentos elaboram atividades conjuntas misturando modalidades circenses e outros segmentos artísticos, além de desenvolverem juntos atividades que estimulam a escrita e a leitura através da interpretação do estatuto da criança e do adolescente - ECA, livros infantis, leitura de jornais, produção de um jornal mural mensal e pesquisas sobre o universo do circo.A FORMAÇÃO DO EDUCADOR DE CIRCO SOCIAL:O planejamento institucional é realizado semestralmente com toda equipe da instituição, onde em janeiro é realizada avaliação do ano e o planejamento geral e em julho faz-se uma avaliação do I semestre e o (re) planejamento para o II semestre caso seja necessário. Depois são transcritos no quadro de ações e monitorado durante as reuniões pedagógicas e administrativas. O planejamento dos educadores é feito mensalmente, seguindo um instrumento dado pela Coordenação Pedagógica, sendo monitorado pela Coordenação e Assessoria Pedagógica.São realizadas sistematicamente oficinas de Leitura de Mundo, Gênero e Elaboração de projetos, Primeiros Socorros, Papel e Responsabilidades do Educador Social e atualmente estamos trabalhando com o tema “Relevância da Segurança no Processo da Educação”, que discute a segurança para além das Técnicas Circenses, mas relacionando-a com o cuidado de uma forma geral, envolvendo questões como a relação educador/educando, a ampliação do conhecimento técnico e teórico, propriedade sobre os objetivos da instituição e outras questões que norteiam o processo das atividades junto aos educandos e ações institucionais de um modo geral. Os educadores também têm na Trupe Circus um espaço para sua formação no campo específico das técnicas circenses, onde além dos encontros semanais a instituição possibilita a formação com diversos artistas, grupos, escolas e outros atores na formação técnica circense durante o ano.
Objetivo Geral: Possibilitar a manutenção das atividades da Escola Pernambucana de Circo, que existe a 28 anos, e atua com pedagogia do circo social, no atendimento de 200 crianças, adolescentes, jovens, suas famílias e cerca de 6.000 pessoas do público em geral no acesso aos bens culturais no fazer e apreciar, comprovando sempre que a arte transforma vidas! Objetivos específicos para atendimento de 200 crianças, adolescentes e jovens a cada ano· Possibilitar oportunidades sócio-educativas para crianças, adolescentes e jovens, através de atividades artísticas, lúdicas e sócio-pedagógitcraasb alhando com a identidade cultural e os valores da cidadania;· Desenvolver através da arte, especificamente a circense, os potenciais, a criatividade, a concentração, a sociabilização, a desinibição e o gosto pela escrita e leitura dos seus educandos;· Promover atividades artístico-culturais, seminários, pesquisas e sistematização de trabalho com a pedagogia do circo social como um processo de educação popular e alternativa para o desenvolvimento humano;· Contribuir significativamente na melhoria da qualidade de vida dos seus educandos e da comunidade, com ações educativas e culturaiso, portunizando várias possibilidades de formação para agentes sociais multiplicadores da educação através da arte.· Formar e preparar uma nova geração de artistas, dotados de conhecimentos, atitudes e habilidades para estruturarem seus percursos autônomos e coletivos nos diferentes elos da cadeia produtiva e segmentos estéticos das artes circenses e performáticas, impactando na qualificação dos processos criativos e de produção do circo como linguagem e forma de organização do espetáculo;· Promover a inserção econômica e produtiva de jovens artistas formados e/ou em formação nos seus programas, projetos e atividades, através da modelagem, difusão e fruição de espetáculos e eventos circenses e performáticos, contribuindo para a expansão da produção criativa do circo;· Difundir suas metodologias, produtos e serviços junto à diferentes públicos, ampliando a fruição da cultura e das artes circenses e performáticas; - Atender um público de mais de seis mil pessoas no acesso aos bens culturais no fazer e apreciar como forma de transformação de vidas. - Realizar mais de 20 ações artísticas e pedagógicas nas comunidades da zone norte da cidade, como o Bloco EPC em Folia, a quadrilha em perna de pau, a caminhada do dia do circo e do teatro, o dia de combate à violência contra as mulheres, caminhada contra o racismo, dia da diversidade, dentre outras ações que já fazem parte do calendário festivo, cultural e social da zona norte da cidade da própria cidade de Recife. METAS:- Atender 200 crianças, adolescentes e jovens nas atividades circenses diárias da EPC - Atender 50 jovens no processo de profissionalização da Trupe Circus - Atender 6.000 pessoas nas atividades artísticas de acesso aos bens culturais desenvolvidas na EPC, quanto por outros grupos artísticos e culturais da cidade de Recife- Realizar 20 formações com os 04 monitores e 06 educadores de circo social, teatro, dança e música percussiva como forma de possibilitar um rendimento maior dos mesmos em suas atividades pedagógicas com as crianças, adolescentes e jovens- Realizar 02 avaliações institucionais semestrais e 01 planejamento anual da EPC - Realizar 20 eventos artístico-culturais produzidos pela EPC para o público em geral.
A Escola Pernambucana de Circo tem como missão: "promover a inclusão de crianças, adolescentes e jovens em situação de risco social através das artes, especificamente o circo, fortalecendo a identidade cultural, o vínculo social e os valores da cidadania". A Escola Pernambucana de Circo (EPC) através da pedagogia do circo social atua diretamente com cerca de 200 crianças, adolescentes, jovens, suas famílias e as comunidades das classes populares da zona norte do Recife, contribuindo na conscientização do exercício da cidadania, desenvolvendo a autoestima, criando possibilidades para que tenham maior participação em sua formação cidadã, possibilitando o acesso ao conhecimento e à vivência de diversas formas de expressão de cultura e arte, trabalhando a identidade cultural e seus valores humanos e sociais, a partir dos aspectos lúdicos da arte circense como ferramentas criadoras do desenvolvimento de potencialidades como o autoconhecimento, a disciplina e a solidariedade na construção de um mundo mais justo e igualitário para todos. Portanto esse projeto se justifica no que se refere ao Art. 1° da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Atualmente a EPC é a única instituição consolidada da cidade e do estado que trabalha de forma sistemática com formação em artes circenses desde o atendimento às crianças, adolescentes e jovens, à formação de jovens artistas e educadores na área das artes circenses, que, em 28 anos de atividades ininterruptas e, depois de muitos saltos e cambalhotas dos seus fundadores, equipe, participantes e parceiros, expandiu seus projetos e atividades, transformou-se em uma das mais expressivas instituições do circo brasileiro. Desenvolvendo ações nos campos da formação, produção, difusão e fruição das artes circenses, a Escola Pernambucana de Circo é hoje um empreendimento com atuação em todos os elos da cadeia produtiva do circo, assumindo uma posição de vanguarda na renovação estética e na atualização criativa das artes circenses no Brasil. Além do seu trabalho artístico-pedagógico a EPC tem, ao longo desses 28 anos de história, ampliado suas ações na área da arte circense participando de fóruns, seminários, colegiados e redes municipais, estaduais e nacionais que discutem e propõe políticas públicas para o fortalecimento das artes circenses, isso porque acreditamos estar cumprindo com nossa missão institucional e contribuindo de forma significativa com a formação na área das artes circenses da cidade de Recife e no estado de PE. Dessa forma, esse projeto se justifica confirme os seguintes objetivos do Art 3 da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A partir do seu trabalho com a pedagogia do circo social agregou ao seu histórico diversos prêmios e títulos como o de Ponto de Cultura pelo MINC, além dos prêmios Bahai de Cidadania 2003, em 2007 o Prêmio Escola Viva do Programa Cultura Viva do MINC e em 2008 o Prêmio Ludicidades também do MINC. Além do Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo da Funarte-MINC em 2004, 2005, 2006, 2009, 2010 e 2013. Em 2010 recebeu o Prêmio Orilaxé do Grupo Cultural Afro reggae na categoria projeto social e em 2013 foi Finalista Regional/Nordeste do Prêmio Itaú-Unicef na sua 10ª edição que reconhece e estimula o trabalho de organizações que desenvolvem ações socioeducativas, contribuindo para a educaçãointegral de crianças, adolescentes e jovens. Ressaltamos ainda que a Escola pernambucana de Circo é atualmente um dos 04 Centros de Referência de Formação de Educadores de Circo Social da Rede Circo do Mundo Brasil com a chancela do Programa Cirque du Monde do Cirque du Soleil, cujas ações reiteram esse espaço como uma referência importante no campo da formação das artes circenses da cidade e do estado que em 28 anos de história expandiu seus projetos e atividades e transformou-se em uma das mais expressivas instituições do circo brasileiro desenvolvendo ações nos campos da formação, produção, difusão e fruição das artes circenses e é hoje um empreendimento com atuação em todos os elos da cadeia produtiva do circo, assumindo uma posição de vanguarda na renovação estética e na atualização criativa das artes circenses no Brasil. De um modo geral pode-se definir a Metodologia de Circo Social como a construção por meio da arte circense de um diálogo pedagógico no contexto da educação popular e numa perspectiva de promoção da cidadania e de transformação social. Assim, pelo longo processo de sistematização das suas práticas, que data de inícios da década de 1990, e pelo explícito conteúdo social, político e cultural da proposta e do contexto em que se desenvolve, o conceito de Circo Social é muito mais do que simplesmente aplicar oficinas de técnicas circenses em projetos sociais. É sim, uma proposta políticopedagógica que aposta no desenvolvimento criativo e na construção da cidadania a partir dos saberes, necessidades e potencialidades das crianças, adolescentes e jovens das classes populares.
Entre malabarismos, acrobacias, superação de desafios e muito compromisso social, equilibra-se com maestria a Escola Pernambucana de Circo (EPC). A OSC, criada em Recife no ano de 1996, completa 28 anos de atuação agora em 2024. Criada por um grupo de jovens educadores sociais, artistas de teatro popular de rua e ativistas dos direitos humanos que buscavam através das artes melhores condições de vida para suas famílias e para o território periférico na zona norte do Recife, aonde moramos até hoje. Temos como missão promover a inclusão de crianças, adolescentes e jovens das classes populares, por meio das artes, especificamente o circo, teatro, dança e música percussiva, fortalecendo sua identidade cultural, os direitos humanos, o vínculo social e os valores da cidadania numa formação para a vida. Uma instituição multifacetada, criada por gente, que acredita em gente para transformar outras gentes e, sempre teve como metodologia a Pedagogia do Circo Social, cuja perspectiva de promoção da cidadania e transformação social é regida tendo como base a Educação Popular numa formação humana para a construção de projetos de vidas, para mais de 200 crianças, adolescentes, jovens e adultos e suas famílias, população de baixa renda, em situação de extrema vulnerabilidade social, com 80% dos moradores sendo negras e negros, local que já foi considerada uma área de grande tráfico de drogas na cidade, que atraia principalmente as juventudes para uma vida de risco e violência, muitas famílias tendo como pilar as mulheres, trabalhadoras autônomas e informais, muitas mães solos e vítimas de violências domésticas e sofrendo com a falta de uma rede de apoio institucionalizada pelos poderes públicos para o exercício de uma cidadania digna, por isso atuamos com projetos em prol do combate ao racismo, à violência contra as mulheres, transfobia, violência e etnocídio das juventudes periféricas e cumprimento dos sistemas de garantias de direitos humanos e sociais. Nossa missão: Promover a inclusão de crianças, adolescentes e jovens das classes populares através das artes, especificamente o circo, fortalecendo a identidade cultural, o vínculo social e os valores da cidadania a partir da pedagogia do circo social. Nossos princípios e valores: Inovação – Encantamento – Magia – Cooperação – Solidariedade - Perseverança Nossa visão de futuro: Ser referência na construção de conhecimentos e metodologias inovadoras de educação, organização e inclusão sócio-produtiva de crianças, adolescentes e jovens das classes populares, através de processos de formação, produção, difusão e fruição da cultura e das artes circenses. Nossos objetivos institucionais: - Possibilitar oportunidades sócio-educativas para crianças, adolescentes e jovens, através de atividades artísticas, lúdicas e sócio-pedagógicas trabalhando com a identidade cultural e os valores da cidadania. - Desenvolver através da arte, especificamente a circense, os potenciais, a criatividade, a concentração, a sociabilização, a desinibição e o gosto pela escrita e leitura dos seus educandos. - Promover atividades artístico-culturais, seminários, pesquisas e sistematização de trabalho com a pedagogia do circo social como um processo de educação popular e alternativa para o desenvolvimento humano. - Contribuir significativamente na melhoria da qualidade de vida dos seus educandos e da comunidade, com ações educativas e culturais, oportunizando várias possibilidades de formação para agentes sociais multiplicadores da educação através da arte. - Formar e preparar uma nova geração de artistas, dotados de conhecimentos, atitudes e habilidades para estruturarem seus percursos autônomos e coletivos nos diferentes elos da cadeia produtiva e segmentos estéticos das artes circenses e performáticas, impactando na qualificação dos processos criativos e de produção do circo como linguagem e forma de organização do espetáculo. - Promover a inserção econômica e produtiva de jovens artistas formados e/ou em formação nos seus programas, projetos e atividades, através da modelagem, difusão e fruição de espetáculos e eventos circenses e performáticos, contribuindo para a expansão da produção criativa do circo. - Difundir suas metodologias, produtos e serviços junto à diferentes públicos, ampliando a fruição da cultura e das artes circenses e performáticas. Portanto, a história da consolidação da Escola Pernambucana de Circo como uma instituição pioneira no desenvolvimento do circo social em Recife acontece depois de muitos saltos e cambalhotas dos seus fundadores, equipe, participantes e parceiros, expandiu seus projetos e atividades, transformou-se em uma das mais expressivas instituições do circo brasileiro. Desenvolvendo ações nos campos da formação, produção, difusão e fruição das artes circenses, a Escola Pernambucana de Circo é hoje um empreendimento com atuação em todos os elos da cadeia produtiva do circo, assumindo uma posição de vanguarda na renovação estética e na atualização criativa das artes circenses no Brasil. No campo da cadeia produtiva e, consequentemente, da economia da cultura, através de nossa experiência pedagógica e artística estamos criando um ambiente para que o circo social na cidade de Recife e no estado de Pernambuco experimente novos parâmetros estéticos, formule propostas pedagógicas e metodologias inovadoras de educação e de formação para as artes circenses, construindo mecanismos de profissionalização de sua gestão a partir dos canais de diálogo com parceiros da área de economia criativa na área da arte e da cultura. Mais especificamente na área das artes circenses, estamos contribuindo para que o circo seja valorizado como espaço de expressão artística; agente de democratização do acesso a bens culturais; formador de platéias e produtor de novos paradigmas estéticos e econômicos, dinamizando as artes circenses assim como as demais expressões das artes cênicas.
PROPOSTA POLÍTICA PEDAGÓGICA DA ESCOLA PERNAMBUCANA DE CIRCO: O CIRCO QUE FAZEMOS: NOSSOS SABERES E FAZERES COM A PEDAGOGIA DO CIRCO SOCIAL.A Escola Pernambucana de Circo (EPC) surgiu em Recife no ano de 1996, com a missão de promover a inclusão de crianças, adolescentes e jovens das classes populares através das artes, especificamente o circo, fortalecendo a identidade cultural, o vínculo social e os valores da cidadania. CIRCO SOCIAL é entendido pela Escola Pernambucana de Circo como a articulação dos processos de ensino e aprendizagem das artes e habilidades circenses a conceitos pedagógicos dando forma a metodologias de educação (não-formal) que utilizam os fatores de “risco” e “sedução” do circo como elementos centrais de atividades que propiciam às crianças, adolescentes e jovens, especialmente os de classes e comunidades populares, o desenvolvimento de suas múltiplas potencialidades, a elevação da sua autoestima, a construção da sua autonomia e a ampliação do seu repertório cultural para o pleno exercício dos seus direitos de cidadania. É na ideologia da teoria do educador Paulo Freire, a teoria da educação popular como forma de humanizar, já que, sonhar é um ato político necessário, que nos pautamos para pensar o que é esta alma do circo social, pois acreditamos que todo dia no trabalho com o circo social, cada educador (a) busca construir um mundo melhor junto com seus educandos, procurando conhecer sua história de vida, de sua família, sua comunidade, sua cidade, seus sonhos e seu projeto de vida, pois só podemos mudar aquilo que conhecemos acreditando que essa construção só é possível de forma coletiva. E assim é construída na relação dialógica entre educandos e educador. Pois toda prática formativa tem como objeto ir mais além de onde se está. É exatamente essa a possibilidade que a prática educativa com o circo social tem: a de mover-se até algo, um sonho, um projeto de vida, e esse ir além tem a ver com a característica do circo de superação de limites. É isso que a gente chama de EDUCAÇÃO no processo de ensino-aprendizagem do circo social. O que somos é um presente da vida para nós. Mas o que nos tornamos é um presente que damos a nós (e à vida). É a questão de aproveitar as oportunidades sócio-educativas que é dada a cada um, a cada uma no circo. O ir além na superação dos limites oportuniza acreditar em si mesmo, e isso é internalizado como possibilidade de sonhar e poder, ser capaz de realizar seus sonhos. A arte circense, especificamente, é, por essência, integrada, materializando o conceito de autonomia e reciprocidade. As habilidades específicas desenvolvidas por meio das artes circenses possibilitam a materialização deste conceito, uma vez que nelas o jovem tem possibilidade de fazer escolhas e caminhar no ritmo de seu próprio desenvolvimento (o que responde pelo princípio de autonomia). Ao mesmo tempo, ele entende que, independentemente da escolha que faça, sempre terá que contar com o apoio e a complementaridade do trabalho de alguém (o que responde peloprincípio de reciprocidade). Esse espírito de equipe, encontrado no circo, impregna o jovem em sua vivência. As múltiplas alternativas oferecidas pelas artes circenses e as demais expressões artísticas possibilitam a descoberta de habilidades que, pela falta de oportunidades, estes jovens, em suas trajetórias de vida, foram impedidos de desenvolver. Para tanto, a participação, a equidade, a igualdade, a cooperação, a criatividade, o dinamismo, a felicidade, o protagonismo, a harmonia e a transformação são os procedimentos mais importantes da abordagem pedagógica do circo social, os quais deverão orientar tanto educadores como os jovens e suas práticas em busca de reconhecimento de suas potencialidades enquanto artistas e educadores populares e, principalmente em busca de um mundo melhor.
Quanto á questão da acessibilidade utilizaremos as seguintes estratégias: Do ponto de vista da acessibilidade trabalharemos com os no aspectos atitudinal, arquitetônico, comunicacional e metodológica. Primeiro do que qualquer outra ação de acessibilidade para PCDs, acreditamos que a acessibilidade mais importante é a atitudinal, porque esse é o aspecto mais simples de ser colocado em prática, porque depende apenas de nós. Acessibilidade atitudinal diz respeito às ações que tomamos como indivíduos para diminuir as barreiras entre as pessoas com deficiência e sem deficiência. É se colocar minimamente no lugar do outro, pensar e realizar ações que promovam um mundo mais justo e inclusivo para todas as pessoas. - No aspecto arquitetônico, Para os ensaios abertos e apresentações na sede da Escola Pernambucana de Circo, ressaltamos que ela foi construída para possibilitar o acesso de todas as pessoas e para as deficientes existem rampas de acesso e sanitários para cadeirantes além de condições adequadas de acesso com pisos táteis e sinalização para pessoas com deficiência motora e visibilidade reduzida e cegas, essas contam ainda com sinalização e localização especifica no espaço/galpão para participarem de todas as ações oferecidas. No aspecto comunicacional: Haverá tradução em libras em todas as apresentações, bem como, legendas ou closed captions (CC) em textos de falas de personagens e pessoas que estão em um conteúdo audiovisual e ainda, audiodescrição, em pelo menos, 04 ações de apresentações realizadas especificamente para um público de pessoas com visão reduzida e cegas. Já no aspecto da acessibilidade metodológica, que é a inexistência de barreiras nos métodos, teorias e técnicas de ensino-aprendizagem – ressaltamos que nossa equipe pedagógica já domina e pratica nas nossas ações de formação, assim, podemos afirmar que as oficinas de formação contarão com: Acessibilidade programática - que envolve iniciativas de formação no combate ao preconceito, trabalhando com os adolescentes e jovens, o combate ao preconceito e à discriminação e demais atitudes que impeçam ou dificultem o acesso aos recursos e serviços oferecidos pela sociedade, promovendo a inclusão e a equiparação de oportunidades.
Todas as ações, seja de formações, de apresentações produzidas por nós ou outros grupos que utilizem o espaço da instituição, são gratuítos desde que começamos nosso trabalho, porque acreditamos no que está posto na nossa Constituição Federal de 1988 (Art. 215) que diz: compete ao Estado garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais, através da democratização do acesso aos bens de cultura. A cultura materializa o direito de ser o que somos perpetuados nas gerações vindouras. É o modo como um povo sente e se expressa, segundo uma mesma identidade intertemporal. Arte, tradições populares, folclore, festas, danças, religiosidade, música, crenças, lendas e mitos, arquitetura, artesanato e hábitos alimentares formam a cultura peculiar a um povo, que não pode ser reduzida a simples entretenimento. O Brasil é admirado por sua diversidade cultural e produção artística. No entanto, o que é produzido em solo nacional é inacessível para uma grande parcela da população, segundo o IBGE (2010), as regiões metropolitanas concentram 41% de todo consumo cultural. Em outras palavras, existe um descompasso entre a oferta dos produtos artísticos e o acesso a eles. É por meio da cultura e da arte que novos hábitos podem ser criados. O capital cultural traz mudanças que se traduzem em comportamentos, como a melhoria da autoconfiança e da autoestima, que podem contribuir diretamente para a mobilidade social, e a redução da pobreza. Um importante agente desse processo são as instituições sociais que atuam nas milhares de comunidades periféricas no Brasil. Essas iniciativas buscam fortalecer indivíduos para que as comunidades sejam multiplicadores e apropriem-se das suas histórias e culturas e avancem no processo de acesso à arte e à cultura no nosso país. Trazemos essas questões para reafirmar que a importância de como OSC, entidade sem fins lucrativos, estarmos acessando a Lei de Incentivo à Cultura, e acreditamos que isso por si só já seria uma forma do Governo de democratizar o acesso aos bens culturais, pois não temos fontes permanentes de financiamento de nenhum órgão governamental de nenhuma instância e também de iniciativas privadas, o que mantém há 28 anos nosso trabalho em Recife/Pernambuco, região Nordeste, uma das mais pobres do país, é a participação constante e sistemática em editais públicos e privados e a oferta de nossos serviços artísticos, portanto, esse seria por si só já a nossa forma de fazer chegar ao público em geral o acesso total e irrestrito aos bens culturais. No entanto, sabemos que cada vez mais a arte e a cultura precisam chegar em mais pessoas, em mais locais, em espaços diversos, em formas diversas, precisamente a grandiosidade de nossa diversidade cultural brasileira, por isso, como retorno social, cultural e artístico, temos neste projeto como acesso aos bens culturais temos as seguintes ações: - Todas as ações serão gratuitas para o público em geral, incluindo estudantes das redes públicas de ensino municipal e estadual e OSCs que atuem no campo da formação em arte e cultura no segmento das artes cênicas, que desenvolvemos na instituição/periferia/zona norte do Recife; as ações formativas são voltadas para um público de crianças, adolescentes jovens, incluindo estudantes das redes públicas de ensino municipal e estadual e OSCs que atuem no campo da formação em arte e cultura no segmento das artes cênicas e instituições sem fins lucrativos que atuam nas periferias da cidade do Recife.
Coordenação Geral do Projeto Fátima Pontes: Formada na graduação em artes cênicas – teatro - pela UFPE, fez mestrado na área da educação popular na mesma Universidade, atua como atriz, produtora cultural, professora de teatro, dramaturga e roteirista de espetáculos de circo e, também é gestora de projetos sociais, artísticos e culturais. Atuou como gestora pública na Secretaria de Educação do Recife, entre os anos de 2004 a 2009, atuando como assessora, coordenadora de teatro e Gerente do Programa de Animação Cultural. Há 26 anos coordena a área executiva e artística da OSC Escola Pernambucana de Circo. Coordenação Pedagógica do projeto: Everton Lima Graduado em Pedagogia pela Faculdade Joaquim Nabuco, Integrante da Escola Pernambucana de Circo (EPC) desde a sua fundação, ocupando o cargo de Coordenador Pedagógico desde 2001. Iniciou sua trajetória como ator no Grupo de Teatro Popular Vem Cá Vem Vê, realizando diversos espetáculos e colaborando na elaboração de roteiros e textos no período de 1994 a 2010. É membro da Comissão Setorial de Circo do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco – Secult-PE/Fundarpe para o biênio 2021-2023. Participou do curso de extensão: Circo Social – Pedagogia em Arte-educação pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP-SP em 2023. Fez a coordenação pedagógica do curso: CirFormando – Curso de Educadores de Circo Social promovido pela Escola Pernambucana de Circo através da Lei Aldir Blanc PE em 2021. Coordenação Artística do projeto e educador de circo: ÍtaLo Feitosa: Como Educador de Circo Social o mesmo realiza oficinas diárias na modalidade de Acrobacias Coletivas (Pirâmides, Adágio) e em outras modalidades circenses. Participou do curso NR35 – Segurança para montagem e manutenção de equipamentos circenses aéreos (1º módulo) realizado na sede da Escola Pernambucana de Circo em novembro de 2019. É autor do capítulo: Acrobacia Aérea - Trapézio do livro “Escola Pernambucana de Circo: Guia Metodológico de suas Práticas Pedagógicas e Técnicas Circenses com o Circo Social” da Escola Pernambucana de Circo. Participou como Artista Circense e Educador de Circo Social do FestiCirco - Festival de Circo Social Villa El Salvador, Perú em 2016. Participou do I Seminário Circo – Educação: Construindo Pontes entre o conhecimento e a prática – CIRCUS-FEF/UNICAMP – Núcleo de Estudo e Pesquisa das Artes Circenses em 2017. Educador de técnicas em artes cênicas: Felipe Braccialii Formado em Técnico de Produção Cultural e Design (PRONATEC). Graduado em Teatro (Bacharelado - Integral) pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com intercâmbio acadêmico no curso de Teatro da Universidade de Évora (Portugal). Especialista em Iluminação e design de Interiores pela IPOG. Mestre em Artes pela UFU, com foco de pesquisa sobre a relação existente entre iluminação cênica e comicidade (Dissertação: Luz-personagem: o jogo de manipulação da iluminação cênica em cenas cômicas) e Doutor em Educação Física pela UNICAMP, fazendo parte do grupo CIRCUS (Grupo de pesquisa e estudo das artes circenses). Professor de história do circo: daniel Carvalho Doutorado em Educação Física pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – USP e Mestre em Artes pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP. Atua como educador de circo social, é Coordenador do Portal da Diversidade circense e membro do grupo de Pesquisa em Circo – CIRCUS FEF – UNICAMP, também realiza estudos e pesquisas nos temas: Histórias do Circo, da educação e educação física e pedagogia das atividades circenses. Educador de Circo: Bruno Luna Iniciou sua trajetória na Escola Pernambucana de Circo como aluno em 2001, em 2004 ingressou na Trupe Circus (grupo artístico da Escola Pernambucana de Circo) e desde 2009 é Educador de Circo Social da instituição. Participou do curso NR35 – Segurança para montagem e manutenção de equipamentos circenses aéreos (1º e 2º módulo) realizado na sede da Escola Pernambucana de Circo em novembro de 2019 e Março de 2020. É autor do capítulo: Malabares do livro “Escola Pernambucana de Circo: Guia Metodológico de suas Práticas Pedagógicas e Técnicas Circenses com o Circo Social” da Escola Pernambucana de Circo. É Formador da Formação Básica em Circo Social organizada pelo Cirque du Soleil em parceria com a Rede Circo do MUNDO Brasil, desde 2015. Ministrou a Oficina de Malabares no Curso de Iniciação as Artes Circenses numa realização da Escola Pernambucana de Circo nas edições de 2014 e 2012. Participou do Seminário: A Evolução, Mudanças e Desafios do Circo Social na América latina nos últimos 10 anos e sua interface com as artes circenses realizado pela Rede Circo do Mundo Brasil na Universidade de Campinas – UNICAMP – SP. Educadora de Circo: Maria Karolina – Formada pela Escola Nacional de Circo (2022). Iniciou sua trajetória na Escola Pernambucana de Circo como aluna no ano de 2007. Atualmente é artista da Trupe Circus (Grupo artístico da instituição) e Educadora de Circo Social desde 2015. Como Artista integrante da Trupe Circus tem treinamento diário voltado para o aperfeiçoamento técnico e artístico na arte circense e em outras linguagens artísticas como Teatro, Dança e Música, colabora na criação de números para montagem dos espetáculos e esquetes circenses, realiza os serviços da Trupe Circus externa e internamente e participa das diversas formações realizadas com profissionais de Circo e de outras linguagens artísticas da cidade, do estado e do país. Ainda como artista circense, integra o elenco das últimas produções em repertório da Trupe Circus: Flores Fortes - Um Convite a Sororidade, Círculos Que Não Se Fecham ... Fragmentos e Um Dia de Circo Na Praia – Uma Aventura Inusitada. Participou como artista circense do espetáculo “Afro Fulgor Beleza e Fé”, com direção de Hammai de Assis. Como Educadora de Circo Social a mesma realiza oficinas diárias na modalidade de Contorção e em outras modalidades circenses, além de realizar estudos e pesquisas sistemáticas que visem contribuir e fortalecer sua prática pedagógica. Autora colaboradora do capítulo: Acrobacia de Solo do livro “Escola Pernambucana de Circo: Guia Metodológico de suas Práticas Pedagógicas e Técnicas Circenses com o Circo Social” da Escola Pernambucana de Circo. Educadora de Circo: Thalita Andrade Formada em Educação Física pela Universidade Federal de Pernambuco. Iniciou sua experiência circense na Escola Pernambucana de Circo (EPC) em 2011, através do Curso de Iniciação às Artes Circenses. Sendo convidada a ingressar na Trupe Circus da EPC em 2014. Atualmente é Educadora de Circo Social na modalidade de Acrobacias Aéreas na Escola Pernambucana de Circo no projeto Brincar e Aprender para Crescer com Você, destinado a crianças e adolescentes. Atua como educadora de circo na modalidade de acrobacias aéreas no Casulo Artes Circenses. Ministrou diversas oficinas e vivências na modalidade ao logo dos 13 anos de trabalho com o circo, como: Educadora de circo no Projeto Tiúma Circense do Sesc Tiúma em parceria com o Casulo Artes Circenses e aulas particulares de Tecido, trapézio e lira acrobática para adultos. Assessora de Comunicação: Michelle de Assumpção Formação: Comunicação Social / Jornalismo Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – 1996. Jornalista, escritora, assessora de comunicação e gestora pública na área da Comunicação da Cultura. Cobriu movimentos como Manguebeat e vem acompanhando a cena da cultura popular de Pernambuco. Como gestora especializada e tem vasta experiência em projetos que capitalizam a força da instituição e dos fazedores culturais. Coordena grandes coberturas, como a do Festival de Inverno de Garanhuns. É autora da biografia Lia de Itamaracá e do livro Festival de Inverno de Garanhuns - 30 anos do maior festival de Arte, Cultura, Formação e Diversidade da América Latina.
PROJETO ARQUIVADO.