| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 23096269000119 | RIO PARANA ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,30 mi |
| 03581989000162 | COMPANHIA ENERGETICA DO JARI - CEJA | 1900-01-01 | R$ 225,9 mil |
O projeto visa garantir a manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e a realização de atividades rotineiras, de preservação e de divulgação do patrimônio cultural sob a sua guarda, executadas em seu acervo histórico e na rede de Museus da Energia (conforme artigo 6º da Instrução Normativa 11, de 30 de janeiro de 2024). O projeto contempla, ainda, os seguintes produtos: Exposições Itinerantes, Publicação, Oficinas e a Contrapartida Social (Programa Educativo dos Museus da Energia).
Plano Anual (produto principal) Ações cotidianas de manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e ações de pesquisa, preservação e difusão do Acervo Fundação Energia e Saneamento, realizados dentro e fora das unidades dos Museus da Energia em São Paulo, Itu e Salesópolis pela equipe multidisciplinar da organização. Evidenciando o papel da Fundação na preservação do patrimônio dos setores de energia e saneamento paulistas, as ações de salvaguarda do acervo sob a responsabilidade da Fundação são organizadas na sede do acervo, em Jundiaí - SP, como também na sede da instituição, em São Paulo - SP. Há, também, de se destacar, o Programa Educativo dos Museus, em atendimento ao artigo.32 da Instrução Normativa 11/2024 a respeito de exigência de contrapartida, “ § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos” Com o objetivo de disponibilizar os Museus da Energia à comunidade educacional como uma ferramenta pedagógica não formal, o programa é executado junto a instituições de ensino da rede pública (municipal e estadual), dos Ensinos Infantil, Fundamental I e II e Médio. O programa pretende, em 2025, ofertar o transporte gratuito a escolas públicas, além de oferecer a entrada gratuita e a realização de ação educativa atrelada. Os estudantes poderão realizar os roteiros temáticos dos museus atrelados às competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular - BNCC, fazendo com que vivenciem na prática o conteúdo que foi discutido e aprendido em sala de aula. Exposições Itinerantes Exposição 1: Há apenas um século, os eletrodomésticos passaram a fazer parte das casas brasileiras. O contexto social, em especial, da metade do século XX, caracterizou o surgimento da “classe média”, com o fortalecimento da ideia de “vida moderna” e consumo facilitado pelo sistema de crédito popular, modificando a dinâmica das famílias dentro e fora dos lares, ao otimizarem o tempo gasto em afazeres domésticos. A exposição, que terá seu nome definido na pré-produção, apresenta a trajetória desses aparelhos até os dias atuais, e sua influência na cultura e economia. Exposição 2: A criação de “cidades inteligentes”, sustentáveis, com planejamento urbano e soluções inovadoras para a melhoria da qualidade de vida, dos serviços públicos e atenção ao meio ambiente, é um conceito que desperta cada vez mais interesse de governos e sociedade. Nelas, a tecnologia e a inovação promovem a sustentabilidade, mas também visam, além de um olhar consciente no uso dos recursos, o bem-estar de seus moradores. A exposição, que terá seu nome definido na pré-produção, abordará essas e outras temáticas, com ações educativas associadas. Publicação Elaboração e Publicação de Revista com temática sobre museus (nome a ser definido na pré-produção): ampliando as ações de diálogo e conexão com os demais museus do Estado de São Paulo, e contribuindo junto ao Sistema Estadual e ao Sistema Brasileiro de Museus, o primeiro número da Revista abordará o perfil dos museus paulistas a partir de pesquisas oficiais existentes. Oficinas O projeto contempla uma programação de oficinas culturais formativas, abordando temas relacionados à permacultura, a serem realizadas em seis cidades. A) “Fazendo a Diferença” A ação tem como objetivo despertar a cultura da autonomia, do protagonismo e da força criativa a partir de um processo de mobilização social que consiste em momentos de aprendizagem de conteúdos e de intervenções e criações nos territórios atendidos pelo projeto a partir de oficinas teóricas e práticas, com a entrega final de produtos culturais. A ação será realizada no estado da Paraíba, nas cidades de São Vicente do Seridó (PB) e Baraúna (PB). Classificação etária das oficinas: jovens e adultos. OBS: A ação ocorrerá na mesma ocasião nas duas cidades próximas. Por essa razão, foi criada uma única planilha orçamentária para esse produto, contendo os custos totais. B) “No Movimento das Águas” Por meio de oficinas teóricas e práticas, o projeto consiste em criar um processo de geração de conhecimento, sensibilização e resgate cultural que demonstre a importância da água e dos rios em seu território. As oficinas têm como objetivo resgatar a água como patrimônio cultural histórico dos municípios, entendendo que a água e o meio natural fazem parte da construção cultural local (passado), e de que sua gestão é essencial no dia a dia das pessoas (presente), além de sua conservação ser indispensável para um planeta mais resiliente (futuro). Prevista para ser realizada nas cidades paulistas de Brotas, Rio Claro, Salesópolis e Santa Rita do Passa Quatro.Classificação etária das oficinas: jovens e adultos. Contrapartida A proponente não apresenta contrapartida, uma vez que dentro do produto principal (Plano Anual), está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no 32º artigo da Instrução Normativa 11/2024 a respeito de exigência de contrapartida, “§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos ”.
Objetivo Geral Considerando o artigo 6º da Instrução Normativa 11 de 30 de janeiro de 2024, com a determinação de que "Pessoas jurídicas sem fins lucrativos poderão apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades [...]", e, ainda, o artigo terceiro do Decreto nº 11.453, de 2023, que indica, entre as finalidades dos projetos a serem apoiados pelo PRONAC, o incentivo à "ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais" (inciso V) e o apoio ao "desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação" (inciso XV), o objetivo geral do projeto é garantir, em 2025, a manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e a realização de atividades rotineiras, de preservação e de divulgação do patrimônio cultural dos setores de energia e saneamento paulistas, sob a guarda da entidade, acervo este de grande relevância para a história do desenvolvimento urbano, industrial e social do estado de São Paulo, e que tem como uma de suas formas de extroversão os Museus da Energia, geridos pela mesma entidade; bem como de garantir a realização de duas exposições Itinerantes, uma Publicação, Oficinas e a Contrapartida Social (Programa Educativo dos Museus da Energia). Objetivos específicos A) Produto PLANO ANUAL: Realizar as ações cotidianas de manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e ações de pesquisa, preservação e difusão dentro e fora das suas unidades: Acervo Fundação Energia e Saneamento (arquivo histórico, em Jundiaí - SP, com ações atreladas à sede, em São Paulo - SP) e os Museus da Energia em São Paulo - SP, Itu - SP e Salesópolis - SP. B) Produto secundário EXPOSIÇÃO: produzir duas exposições itinerantes;C) Produto secundário: PUBLICAÇÃO (Revista com a temática "Museus"), com 10 mil exemplares e versão digital. D) Produto secundário OFICINAS: realizar uma programação de oficinas formativas culturais em diferentes cidades, sendo elas:a) Oficina Formativa "Fazendo a Diferença", a ser realizada em São Vicente do Seridó -PB e Baraúna - PB;b) Oficina Formativa "No Movimento das Águas", a ser realizada em Brotas - SP, Santa Rita do Passa Quatro - SP, Rio Claro - SP e Salesópolis - SP .OBS: a Proponente está considerando, como contrapartida social, o Programa Educativo dos Museus da Energia, haja vista que, nesta proposta, está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Sinopse da Obra e Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no artigo 32, a respeito de exigência de contrapartida, "§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos.
Considerando o artigo 6º da Instrução Normativa 11/2024, com a determinação de que "Pessoas jurídicas sem fins lucrativos poderão apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades [...]", o projeto Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento - 2025 permitirá à instituição continuar suas atividades de preservação e difusão do patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e saneamento paulistas sob sua guarda, e disponibilizar documentos históricos aos pesquisadores e interessados em seu arquivo histórico, bem como ao público dos Museus da Energia. Criada em 1998, a Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento, mais conhecida como Fundação Energia e Saneamento, é uma organização cultural sem fins lucrativos, que tem como missão preservar e garantir o acesso ao acervo sob a sua guarda e ao patrimônio cultural da energia e saneamento, para construir sociedades sustentáveis. Quatro pilares sustentam as ações da Fundação, tendo, entre eles: pesquisar, preservar e comunicar a memória dos setores (de energia e saneamento), para reforçar o vínculo com a sociedade e contribuir com sua transformação; promover a troca de cultura e conhecimento com seus públicos, por meio de uma relação sensível e prazerosa, visando a transformação social; e contribuir para a transformação social, compartilhando a importância do acervo para inspirar o desenvolvimento cultural, ambiental, ético e econômico. Vale destacar que, a partir de 2025, a Fundação Energia e Saneamento procurará ampliar suas ações de interlocução e intercâmbio com os museus do Estado de São Paulo, potencializando resultados conjuntos nos âmbitos dos sistemas estadual e brasileiro de museus. A Fundação atua por meio de dois eixos principais, sendo um deles o acervo histórico, com sede em Jundiaí - SP e atendimento a pesquisadores em São Paulo - SP, que reúne a memória da energia e da água e oferece acesso gratuito a pesquisadores; e uma rede de Museus da Energia, com unidades nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e São Paulo - SP, por onde ocorre a extroversão desse acervo, como também o fortalecimento de seu propósito à sociedade em geral, por meio de ações de educação, cultura e lazer. Além de manter atividades culturais e educativas em suas unidades (acervo histórico e rede de Museus da Energia), a Fundação, cumprindo sua missão, também desenvolve projetos diversos como livros, exposições, materiais educativos e ações socioambientais. A instituição reúne o maior acervo histórico a respeito da eletrificação do estado de São Paulo, composto por mais de 1.600 metros lineares de documentos técnicos e gerenciais, 260 mil documentos fotográficos, 4.050 objetos museológicos, 50 mil títulos na biblioteca (uma das maiores especializadas em energia do Brasil), 10 mil mapas e desenhos técnicos, além de documentos audiovisuais, sonoros e coleção de entrevistas de História Oral, reunidos a partir de meados do século XIX e provenientes de diversas fontes. Uma equipe multidisciplinar atua na organização e conservação do material na sede da instituição, em São Paulo - SP, e na sede do acervo, em Jundiaí - SP. Ao longo de seus 26 anos, a instituição realizou o atendimento gratuito a mais de 7 mil pesquisas, em grande parte, oriundas do universo acadêmico, contemplando pesquisadores nacionais e de instituições estrangeiras. Nos Museus da Energia, o público tem a oportunidade de aprender e vivenciar experiências educativas e de lazer onde questões sobre o passado, o presente e o futuro da energia e da água no Brasil e no mundo são tratadas de maneira didática e divertida. Fazem parte da rede as unidades do Museu da Energia situadas nas cidades paulistas de Itu, São Paulo e Salesópolis, instaladas, respectivamente, em dois imóveis históricos em área urbana e na centenária Central Geradora Hidrelétrica (CGH) de Salesópolis. Esses espaços oferecem aos visitantes atividades culturais voltadas para todas as idades, e que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, explorando tais questões por abordagens históricas, científicas e sociais. O patrimônio de cunho arquivístico, bibliográfico, museológico e arquitetônico salvaguardado pela Fundação Energia e Saneamento, para além de contar a história de setores específicos, integra um registro material que auxilia na compreensão das transformações da sociedade brasileira a partir da expansão da urbanização e industrialização das cidades, abrindo amplas possibilidades de pesquisa sobre os aspectos sociais, econômicos e, também, relacionados à construção da memória e identidade das culturas locais, diante da marcha da "modernidade" empreendida, a partir do século XX, com a ajuda do impulso elétrico. Desta forma, dada a importância da Fundação como referência na memória brasileira e sendo uma instituição cultural privada e sem fins lucrativos, sem mantenedores para a viabilidade da continuação de suas ações, a organização necessita das possibilidades de apoio oportunizadas pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais do Ministério da Cultura. Considerando os apontamentos acima, destacamos, na sequência, que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de artes, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Seguem abaixo as informações sobre o Programa Educativo dos Museus da Energia, e, ainda, sobre o plano de distribuição do Plano Anual, contemplando o produto principal e os produtos secundários. 1. PROGRAMA EDUCATIVO DOS MUSEUS DA ENERGIA (contrapartida social) Objetivo: disponibilizar o Museu da Energia à comunidade educacional, a partir da relação entre a educação formal e a educação museal, capaz de construir a identidade cultural, o sentimento de pertinência afetiva e de lugar junto aos educandos de escolas públicas. Objetivos Específicos: transformar o Museu da Energia em uma ferramenta pedagógica reconhecida pelas instituições de ensino local; determinar diretrizes para formação de público para a unidade museológica; proporcionar experiências no espaço museológico, contribuindo para a formação dos educandos; desenvolver novas ações com as instituições de ensino participantes a partir desse projeto. Justificativa: A escola deve ser intermediadora entres os estudantes e os equipamentos culturais associados à expressão ‘cultura cultivada’ (bibliotecas, livrarias, teatros, museus e cinemas). A escola é o meio mais eficaz para fazer crescer tal prática – ou seja, a frequência aos museus, teatros ou concertos, assim como a leitura e a escuta dos programas de rádio e televisão. A influência da escola na formação do hábito só é determinante quando há uma sistematização das visitas, por exemplo, quando ir ao museu passa a fazer parte do cotidiano escolar. Não é apenas o fato de ir ao museu por influência da escola que determina o gosto, mas a competência cultural adquirida através da instrução que a escola proporciona. É importante destacar que se na escola, há um princípio formal da educação, no museu a construção das práticas educativas estão relacionadas à mediação entre os bens musealizados e o presente, possibilitando não apenas uma imersão histórica, mas uma reflexão crítica sobre a vida e o contexto atual, permitindo que a atuação do museu se conecte ao exercício de estabelecer pontes dialógicas entre passado e presente, bem como promover por meio das ações educativas o exercício de imaginar futuros possíveis, cumprindo assim seu papel na transformação social e na interpretação da cultura e da memória. Carga Horária: 1 a 2 horas por turma/ação educativa, conforme cartas de atividades anexas. Público-alvo: Alunos das escolas públicas nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e Grande SP. Metodologia e materiais: a Carta de Serviços Educativos oferecidos às escolas públicas são as mediações (ações educativas atreladas às exposições temporárias e de longa duração de cada museu). O Programa compreende a realização de uma visita mediada ao Museu da Energia e de uma ação educativa adequada à faixa etária dos alunos atendidos (detalhes em documentos anexados na proposta, como cartas de atividades). Conteúdos: as ações educativas abordam temas como história e cultura local e regional, geração de energia, fontes de energia, sustentabilidade, identidade, uso consciente da água. Profissionais envolvidos: Amanda Christina Macedo é licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos UFSCar), tem extensão universitária em Bioarqueologia. Atuou como estagiária no setor educativo no Museu da Energia de Itu e no momento trabalha como assistente de Coordenação do Museu da Energia de São Paulo. Ana Sbrissa é bacharel em Turismo (Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp), Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/ECA/USP); e possui MBA em Gestão Pública pela Universidade Cruzeiro do Sul. Fernanda Cristina de Morais, é educadora museal, historiadora, licenciada (CEUNSP), bacharel e especialista em História da Arte (Universidade Estácio de Sá), pós graduada em Docência no Ensino Superior (SENAC) e graduanda em Antropologia (Uniasselvi). Desde 2009 trabalha na intersecção da educação formal e educação museal desenvolvendo projetos nas áreas de cultura e museus. Foi Coordenadora do Educativo da Fundação Energia e Saneamento. Atualmente é Coordenadora do Museu da Energia de São Paulo e integra os comitês gestores da Rede Temática de Museus de Ciência e Tecnologia e da Rede de Educadores em Museus de São Paulo REM SP. Fernando Maia é licenciado e bacharelado em Ciências Biológicas, pela Universidade Braz Cubas. Foi estagiário do Museu da Energia de Salesópolis e desde 2012 atua como educador. Pedro Candello Scavacini é Licenciado em História pela Uniso, pós-graduando em História e Cultura no Brasil pela Universidade Estácio de Sá e Ensino de Geografia pela Faculdade Dom Alberto. Foi bolsista pelo PIBID - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Foi estagiário e atualmente é auxiliar educativo no Museu da Energia de Itu. Simone Villegas possui graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNITAU); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Poli/USP), Sistema de Gestão Integrada – Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social (UMC) e Qualidade Ambiental ISO14000 (Senac SP).
PRODUTO SECUNDÁRIO EXPOSIÇÕES ITINERANTES As propostas museográficas das exposições itinerantes do Projeto encontram-se em anexo no campo “Proposta Museográfica”. PRODUTO SECUNDÁRIO PUBLICAÇÕES Miolo Formato: 21 x 28 cmQuantidade de Páginas Miolo: (Pers.) 120Cores: 4x4 (colorido)Papel: Couché Fosco 90gAcabamento: Lombada QuadradaEnobrecimento: Sem EnobrecimentoExtras: Sem ExtrasAuxiliaries: Sem ExtrasCapa Formato: 21 x 28 cmQuantidade de Páginas Capa: 4 PáginasCores: 4x4 (colorido)Papel: Couché Fosco 250gAcabamento: RefileEnobrecimento: Laminação Fosca FrenteExtras: VincoShrink: Sem Extras PRODUTO SECUNDÁRIO “OFICINAS” - PROJETO PEDAGÓGICO Plano de Execução: A proponente irá expandir a programação de oficinas culturais formativas abordando conceitos sobre energia, água e sustentabilidade, a serem realizadas em cidades brasileiras selecionadas, sendo uma ação, denominada “Fazendo a Diferença” (título provisório); e outra, intitulada “No Movimento Águas” (título provisório). Objetivo geral: contribuir para a troca e produção de novos conhecimentos capazes de estimular a autonomia, o protagonismo, a criatividade e o resgate e identificação cultural local dos participantes nos territórios em que atuam. Objetivos específicos: produzir mudanças no território por meio da arte e de oficinas; debater temas sobre o conceito de permacultura e gestão dos recursos, por meio dos eixos água, energia e sustentabilidade. Metodologia: Para esse processo ocorrer, a equipe envolvida na ação será responsável pelo levantamento e articulação com organizações públicas locais, instituições da sociedade civil organizada, entre outras, para apresentar o projeto e garantir a adesão e apoio local. Através desses contatos se chegará ao grupo de participantes. Após a inscrição dos participantes, a ação será executada por meio de oficinas e intervenções artísticas. Público-alvo: jovens e adultos. Carga horária : Fazendo a Diferença: 14 horas; No Movimento das Águas: 11 horas Currículo dos responsáveis: Consultoria e oficinas – João Lucas Neves Possui mais de 20 anos de formação e experiência na área da construção civil. Técnico em Edificações, graduado em Arquitetura e Urbanismo, mestrando em Manejo e Conservação de Recursos Hídricos. Como Diretor do Lacan – Laboratório de Bioconstrução e Permacultura, atua também como multiplicador destes princípios por meio de cursos e palestras. Coordenação – Rafael Ferreira Facilitador e mobilizador de processos sociais e coordenador de projetos. Graduado em Turismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora, com mestrado em Gestão de organizações turísticas pela Universidade de Toulouse. Formação em Design Permacultural pelo Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – IPEC. “Fazendo a Diferença” Justificativa: A ação tem como objetivo despertar a cultura da autonomia, do protagonismo e da força criativa a partir de um processo de mobilização social que consiste em momentos de aprendizagem de conteúdos e de intervenções e criações nos territórios atendidos pelo projeto, com a entrega final de produtos culturais. Formato: intervenções teóricas e práticas. Conteúdo programático A) Conhecimento e sensibilização Apresentação de conteúdos capazes de gerar conhecimento e inspirar as pessoas a atuarem. Trata-se de uma etapa preparatória para as intervenções e criações nos territórios. Os temas trabalhados serão organizados da seguinte forma: - Introdução - Cultura e meio ambiente, leitura da paisagem; - Soluções de baixo custo e alto impacto: conhecimentos tradicionais e tecnologias socioambientais (troca de saberes); - Hora do fazer: o que precisamos, queremos e podemos fazer já em nossa comunidade. B) Intervenção prática Os participantes irão produzir e instalar tecnologias ambientais de baixo custo em locais escolhidos pelo grupo. Esse será o momento de experimentar o poder da transformação a partir da identificação de um problema e do protagonismo como agente da mudança. Produtos resultantes As intervenções servirão de elemento para criação de um vídeo de curta duração que registrará o momento de realização e transformação de uma situação problema em inspiração para o protagonismo por meio da arte e da ação prática. Esse video será exibido nos territórios onde o projeto foi realizado, em um evento chamado “Festival Fazendo a diferença”. “No Movimento das Águas”Historicamente, o processo de formação das cidades acontece a partir dos rios. Por isso, as formações socioculturais das nossas comunidades carregam uma intensa relação com o ambiente natural e com a água que nele circula — ainda que, neste contexto rico e abundante. As oficinas têm como objetivo resgatar a água como patrimônio cultural histórico dos municípios, entendendo que a água e o meio natural fazem parte da construção cultural local (passado), e de que sua conservação é indispensável para um planeta mais resiliente (futuro). O projeto consiste em criar um processo de geração de conhecimento, sensibilização e resgate cultural que demonstre a importância da água em seu território. Formato: intervenções teóricas e práticas, imersão em campo, entrevistas-diálogo, mini vídeo documentário. Conteúdo programático A) Conhecimento e sensibilização Apresentação de conteúdos capazes de gerar conhecimento e inspirar as pessoas a atuarem. Trata-se de uma etapa preparatória para as intervenções e criações nos territórios. As oficinas serão realizadas em formato de rodas de conversa sobre a temática água. - Introdução: Cultura e Meio Ambiente; - Água em meu território e a água em minha casa: leitura da paisagem, caminhos da água na cidade, no campo, na minha casa, usos da água, efluentes etc (2h) - Como eu posso cuidar da água? Soluções de baixo custo e alto impacto - tecnologias sociais. B) Intervenção prática Os participantes irão produzir e instalar tecnologias ambientais de baixo custo em locais escolhidos pelo grupo. Esse será o momento de experimentar o poder da transformação a partir da identificação de um problema e do protagonismo como agente da mudança. Produtos resultantes As intervenções e entrevistas servirão de elemento para criação de um vídeo de curta duração que registrará as ações do projeto e buscará resgatar a água como patrimônio cultural histórico do município onde a ação foi executada. Ao final, o vídeo será exibido em local a ser escolhido no município de realização. PROGRAMA EDUCATIVO DOS MUSEUS DA ENERGIA (INCLUSO NO PRODUTO PRINCIPAL) A descrição do Programa Educativo e seu plano pedagógico, que se constitui por um conjunto de ações integradas ao Produto Principal (Plano Anual), serão inseridos em “Outras informações”, em razão da maior disponibilidade de espaço.
A) PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as atividades serão realizadas na sede do Acervo da Fundação Energia e Saneamento, na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: acervo da Fundação, em Jundiaí - SP: possui rampas de acesso e banheiro adaptado; Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): rampas de acesso, elevador (apenas no Museu) e banheiro adaptado. Museu da Energia de Itu: rampas de acesso (não fixas), elevador e banheiro adaptado; Museu da Energia de Salesópolis: rampas de acesso e banheiros adaptados; Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam nos edifícios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as atividades serão realizadas na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): os textos da exposição de longa duração estão disponíveis em caderno em braile; há placas táteis da arquitetura com legendas em braile; reprodução de peças acervo disponível para toque inseridas ao longo da exposição; objetos em 3D para toque (turbina e vertedouro de usina hidrelétrica); identificação em braile nas rampas de acesso, maquete da sede do museu e mapa tátil com legenda em braile a ser utilizado com o público. Museu da Energia de Itu: caderno em braile com textos da exposição de longa duração; dois objetos 3D e duas placas com detalhes da arquitetura do sobrado que abriga o Museu; Museu da Energia de Salesópolis: duas maquetes táteis (área do museu e casa de máquinas da usina), dois objetos em 3D (gerador e turbina de hidrelétrica) e caderno em braile com textos sobre a história da usina e geração de energia. Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam nos edifícios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as atividades serão realizadas na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: Museu da Energia de São Paulo: na exposição de longa duração há, vídeo-libras com legenda disponível no site, youtube e com QR code no espaço. Museu da Energia de Itu: vídeo-guia sobre a exposição de longa duração "História, Energia e Cotidiano" e o sobrado do Museu da Energia de Itu; Museu da Energia de Salesópolis: estão disponíveis nas redes sociais da Fundação dois vídeos já produzidos sobre o Museu, com a participação de educadora surda. Além disso, todos os vídeos a serem produzidos pela Fundação no exercício deste Plano Anual, em 2025, para divulgação nas redes sociais, serão legendados. Nas ações do Programa Educativo dos Museus da Energia, haverá contratação de intérprete de libras com foco na visitação de escolas. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: As unidades oferecem visitas mediadas para públicos com deficiência intelectual, explorando aspectos materiais multissensoriais, priorizando uma linguagem simples e baseada em experiências poéticas. Especificamente para públicos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), propõe-se visitas em grupos reduzidos antes do horário de início da visitação das unidades, permitindo uma experiência com menos ruídos e com maior liberdade para que estes públicos possam fruir o espaço. Sem custo na planilha orçamentária. B) PRODUTO: EXPOSIÇÃO CULTURAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as exposições serão instaladas na sede do Acervo da Fundação Energia e Saneamento, e nos Museus da Energia, além de espaços a serem selecionados. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: acervo da Fundação, em Jundiaí - SP: possui rampas de acesso e banheiro adaptado; Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): rampas de acesso, elevador (apenas no Museu) e banheiro adaptado; Museu da Energia de Itu: rampas de acesso (não fixas), elevador e banheiro adaptado; Museu da Energia de Salesópolis: rampas de acesso e banheiros adaptados; Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam no edifício. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as exposições contarão com audioguia e audiodescrição, disponíveis por Qr Code. Item da planilha orçamentária: Narrador de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Durante o período de vigência das exposições, haverá a contratação de intérprete de Libras para atendimento de público nos Museus, em datas a serem definidas durante a etapa de produção. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: As unidades oferecem visitas mediadas para públicos com deficiência intelectual, explorando aspectos materiais multissensoriais, priorizando uma linguagem simples e baseada em experiências poéticas. Especificamente para públicos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), propõe-se visitas em grupos reduzidos antes do horário de início da visitação das unidades, permitindo uma experiência com menos ruídos e com maior liberdade para que estes públicos possam fruir o espaço. Sem custo na planilha orçamentária. C) PRODUTO: LIVRO (PUBLICAÇÃO) - Revista ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 10 exemplares em braile Item da planilha orçamentária: Braile ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: pluggin para leitor/janela libras na revista digital Sem custo na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: será oferecida uma versão da Revista em linguagem simples. Sem custo na planilha orçamentária. D) PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de realização das oficinas será definido no período de pré-produção, garantindo a utilização de espaço que ofereça segurança e autonomia, com rampas de acesso e cotas de assentos reservados para pessoas em cadeira de rodas, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas obesas. Sem custo na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os oficineiros oferecerão apoio ao participante com deficiência visual, descrevendo objetos e orientando a utilização dos mesmos. Os vídeos finais das ações culturais contarão com legendas. Sem custo na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá intérprete de Libras para a oficina, caso haja público surdo inscrito no período de inscrições. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Nas abordagens iniciais, ainda no processo de mobilização e adesão ao projeto, são levantadas informações sobre o público participante, suas características, se existem limitações e dificuldades de acesso etc. Quando há alguma pessoa com algum tipo de neuro divergência, reforçamos que esse público pode participar e perguntamos quais os principais pontos de atenção que a equipe deve ter durante as oficinas e adaptamos as abordagens de acordo com essas necessidades. Como as oficinas práticas trabalham com materiais táteis, nesse momento aproveitamos para intensificar a interação e participação desse público. Sempre priorizamos uma linguagem simples nas falas com os participantes, para facilitar a compreensão do conteúdo. O educador também utiliza recursos de desenhos em folhas de papel grande (Flip-chart). Sem custo na planilha orçamentária. OBS: a Proponente está considerando, como contrapartida social, o Programa Educativo dos Museus da Energia, haja vista que, nesta proposta, está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Sinopse da Obra e Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no artigo 32 da Instrução Normativa 11/2024 a respeito de exigência de contrapartida, “ § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuito” Por se tratarem de ações realizadas nos Museus da Energia, vale para a contrapartida social o explicitado como acessibilidade no produto principal (Plano Anual), além do item da planilha orçamentária “Intérprete de libras”.
O Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento - 2025 permitirá à instituição continuar suas atividades de preservação e difusão do patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e saneamento paulistas sob sua guarda, e disponibilizar documentos históricos aos pesquisadores e interessados em seu arquivo histórico, bem como ao público dos Museus da Energia. Importante destacar que a consulta ao acervo, realizada por pesquisadores, é gratuita. Como política de democratização de acesso, a rede de Museus da Energia (nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e São Paulo - SP) pratica a cobrança de entrada a preços populares (R$ 10,00 a inteira), além das seguintes categorias de meia-entrada e isenção: Meia-entrada: Estudantes, pessoas com deficiência e um acompanhante, jovem de baixa renda com ID Jovem. Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino. É necessário a apresentação de comprovante. Ingresso-família: crianças até 07 anos são isentas e os responsáveis pagam meia-entrada. Isenção: Moradores dos municípios de cada unidade museológica (e moradores do território - região central, no caso da unidade de São Paulo - SP), professores, maiores de 60 anos, guias e monitores de turismo. É necessário a apresentação de comprovante. O produto “exposições culturais” que integram este projeto, além de exibidas nos Museus da Energia e sede do acervo, serão levadas a espaços externos ainda não definidos, tendo como premissa de seleção a circulação em locais públicos e outros em que haja entrada gratuita e/ou acesso amplo. O produto “Livro” - A revista será distribuída gratuitamente, a todos os museus do Estado de São Paulo. Além disso, haverá uma versão digital, compatível com os principais dispositivos digitais, Android, IOS, windows e e-readers e que também será disponibilizada na página institucional via download gratuito. O produto oficinas, denominadas “Fazendo a Diferença” e “No Movimento das Águas”, que contemplam programação de oficinas formativas culturais, ocorrerão, também, de forma totalmente gratuita, sem cobrança para participação, em espaços de acesso gratuito. Além das condições acima, como medida de ampliação do acesso, conforme Artigo 30 da Instrução Normativa 11/2024, esta proposta cultural irá: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. OBS: o inciso acima será viabilizado tendo como referência as rubricas do produto contrapartida social “Locação de ônibus”, “alimentação/lanche para educandos", e “Intérprete de libras”, ao possibilitar a locação de ônibus para o transporte gratuito de estudantes de escolas públicas ao Programa Educativo dos Museus da Energia. OBS: a Proponente está considerando, como contrapartida social, o Programa Educativo dos Museus da Energia, haja vista que, nesta proposta, está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Sinopse da Obra e Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no 32º artigo da Instrução Normativa 11/2024 a respeito de exigência de contrapartida, “ § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuito
Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento A Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento será a responsável pela gestão do projeto, desde o planejamento, coordenação, acompanhamento e execução dos trabalhos de pré-produção, produção e até a pós-produção das diferentes atividades. Realizará, também, a contratação e acompanhamento do trabalho de prestadores, profissionais e técnicos externos que não componham seu quadro de funcionários, quando necessário. Profissionais participantes: NOME: Ana Paula Sbrissa FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora do Museu da Energia de Itu. Responsável pelo acompanhamento técnico das atividades do projeto que acontecerão no Museu da Energia de Itu. CURRÍCULO RESUMIDO: Bacharel em Turismo (Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp), Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/ECA/USP); e possui MBA em Gestão Pública pela Universidade Cruzeiro do Sul. NOME: Andressa Romualdo FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora de Acervo. Responsável pelo acompanhamento técnico das atividades de preservação, pesquisa e difusão dos acervos. CURRÍCULO RESUMIDO: Arquivista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pós-graduanda em Gestão de Documentos e Informação pela Faculdade Unyleya. Na Fundação Energia e Saneamento, gere e direciona as atividades do tratamento técnico, preservação e difusão dos acervos históricos arquivístico, bibliográfico e museológico, além do arquivo corrente e intermediário institucional. NOME: Edilane Maria da Silva Vasconcelos FUNÇÃO NO PROJETO: Analista de projetos. Responsável pelo acompanhamento administrativo e prestação de contas do projeto CURRÍCULO RESUMIDO: Graduada em Secretariado pela Universidade Nove de Julho, cursando pós-graduação em Gestão de Projetos e Programas Sociais pela Faculdade Facu Minas. Atua na Fundação Energia e Saneamento na área de Analista de Projetos - Projetos e Produção Editorial, assessorando tecnicamente os projetos culturais da instituição. NOME: Fernanda Cristina Morais FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora de Educativo da Fundação. Responsável pelo acompanhamento técnico das ações educativas do projeto. CURRÍCULO RESUMIDO:Historiadora, licenciada pelo CEUNSP, bacharel e especialista em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada em Docência no Ensino Superior pelo SENAC. Há 13 anos trabalha na intersecção da educação formal e não formal, desenvolvendo projetos nas áreas de educação, museus e cultura. Atualmente é Representante Regional do Sistema Estadual de Museus de São Paulo. NOME: Fernando Ferreira de Souza Lima FUNÇÃO NO PROJETO: Designer Gráfico da Fundação, responsável pelo acompanhamento técnico do projeto, como a produção do mobiliário e a exposição (diagramação, tratamento de imagens, curadoria, etc). CURRÍCULO RESUMIDO: Graduado em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi, atua como designer gráfico com experiência em materiais de divulgação, produtos editoriais (livros, revistas e catálogos), exposições (designer e expografia) e publicações digitais. NOME: Rita de Cassia Martins Souza FUNÇÃO NO PROJETO: Diretora Executiva da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e dirigente legal da instituição. Responsável pela gestão de todo processo decisório, por todas as ações realizadas no âmbito deste projeto e da instituição. CURRÍCULO RESUMIDO: Rita Martins é advogada, especialista em Direito Processual Civil pela PUC/SP, pós-graduada em Direito do Terceiro Setor pela ESA (Escola Superior de Advocacia) - OAB/SP e em Direito da Energia Elétrica pela Faculdade de Direito da Universidade Cândido Mendes/RJ. Desde 1999 atua na Fundação Energia e Saneamento como Assessora Jurídica, e em 2013 foi nomeada como Diretora Executiva da instituição. A Proponente, dirigente da Pessoa Jurídica, é a representante legal da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento (nomeada como Diretora Executiva em 23/10/2019 para um mandato de 4 anos), de acordo com o disposto em seu Estatuto Social em vigor, como segue: Seção III – Diretoria - Art. 14. A Diretoria é o órgão gestor da Fundação e é constituída por 03 (três) Diretores, um deles o Diretor Executivo, eleitos pelo Conselho de Administração para mandato de 04 (quatro) anos, sendo permitidas reconduções. Art. 17. Compete ao Diretor Executivo, isoladamente: a) Dirigir e orientar a administração da Fundação, zelando pelo cumprimento das diretrizes de trabalho e das normativas que venham a disciplinar suas funções pelo Conselho de Administração (documentação regularizada no cadastro da Proponente). NOME: Simone Villegas Reis FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora do Museu da Energia de Salesópolis. Responsável pelo acompanhamento técnico das atividades do projeto que acontecerão no Museu da Energia de Salesópolis. CURRÍCULO RESUMIDO: Possui graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNITAU); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Poli/USP), Sistema de Gestão Integrada – Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social (UMC) e Qualidade Ambiental ISO14000 (Senac SP).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.