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PRONAC 247552Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

É Pra Jazz | Henrique Mota Trio e Convidados

T. P. DE MIRANDA PRODUCOES ARTISTICAS
Solicitado
R$ 310,5 mil
Aprovado
R$ 310,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (5)
Salvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Itinerância do show de lançamento do mais recenteálbum do pianista e compositor paulista Henrique Mota: É Pra Jazz por cinco capitais do país, com um convidado especial local em cada uma delas. Como contrapartida social, o artista fará um workshop de teclado em escolas da rede pública de ensino, nas cidades onde se realizarem os shows.

Sinopse

O pianista e compositor paullsta Henrique Mota realiza turnê nacional de lançamento do seu mais novo álbum É Pra Jazz, junto ao seu trio e um músico convidado local em cinco capitais do país. Ingressos gratuitos. Oferece wokrshop de teclado nas escolas de ensino público de cada cidade como contrapartida. Classificação indicativa LIVRE

Objetivos

Objetivos Gerais - Levar uma produção musical inédita deste compositor paulista para as outros 5 estados da Federação, compreendendo 3 regiões: Nordeste, Centro Oeste e Sudeste. Em respeito ao DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023, incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais por meio apresentações gratuitas. VI- fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural, ao promover ações de acessibilidade física, comunicacional, atitudinal, informação e divulgação sobre essas ações e a busca ativa de parcerias com instituições que trabalham com as pessoas com deficiência para garantir o acesso de todos aos produtos do projeto. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais, ao ter em cada cidade equipes compostas de profissionais locais e instituições parceiras locais. XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação, levando à escolas da rede pública de cada cidade uma atividade cultural e educativa sobre música e teclado com o compositor Henriique Mota. Objetivos específicos - Levar o aprendizado musical de Henrique Mota às outras 3 regiões brasileiras, apresentando 5 concertos gratuitos do novo álbum pianista paulista, em Teatros de lotação média de 200 a 300 pessoas das cidades de Brasília/DF, Fortaleza /CE, Salvador/BA, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG podendo impactar diretamente até 1500 pessoas no produto principal. - Apresentar um woskshop musical gratuito em escolas da rede pública de cada cidade para uma turma de até 30 alunos, totalizando 150 crianças assistidas. - Divulgar a obra de um novo compositor brasileiro em escala nacional, valorizando a renovação artística; - Valorizar a mão de obra local da cadeia cultural e formas novas redes de fazedores de cultura em âmbito nacional; - Promover intercâmbio artístico cultural por meio da criação de oportunidade de parcerias inéditas nos palcos, entre o artista em circulação e os artistas locais de cada cidade. Promover conscientização pedagógica sobre acessibilidade cultural através das diversas ações afirmativas do projeto que impactam não só as pessoas com necessidades especiais, mas toda a sociedade ao perceber a sinalização das peças de divulgação e ao ppresenciar a aplicação prática dessas ações.

Justificativa

A história do piano através dos últimos três séculos, desde suas origens marginais, passando pela opulência nobre até a sua posição firme na música popular, notadamente o jazz, é uma história inspiradora que conquistou apaixonados pelo instrumento no mundo todo. Embora as revoluções tecnológicas dos últimos cem anos, como o toca-discos e o rádio, tenham tirado da música ao vivo o protagonismo de experiência cultural favorita da grande massa, acreditamos estar percebendo,, nos anos recentes, um retorno da valorização deste modo de usufruir música: presencial, sensorial, palpável e, sobretudo, íntimo. E é desta forma que "É Pra Jazz" pretende contar a história de vida do nosso artista, Henrique Mota; Nascido e criado na comunidade Jardim Oratório, na município de Mauá, região metropolitana de São Paulo, dentro de um contexto humilde em lugares onde falta o simples, mas que também gera crianças e jovens fortes, com sede de mudança e de crescimento. Inspirados na experiência de vida do artista com a ascensão musical e social em paralelo das suas origens como jovem periférico á hoje músico profissional do jazz em São Paulo que pretendemos levar à cinco grandes capitais do Brasil sua música, onde ele terá a honra de convidar ao palco artistas locais renomados como Toninho Horta (em Belo Horizonte), Márcio Resende (em Fortaleza), Marcelo Martins (Rio de Janeiro, Felipe Guedes (Salvador) e Ademir Júnior (em Brasília), a fim de disseminar a cultura que o formou e o alimentou em São Paulo e exaltar as diversas formas de abordá-la, para outros lugares fora do Estado mais rico do país. Queremos contar, através da música instrumental e dos encontros inéditos no palco, a história de vida de um menino que conheceu o piano e se apaixonou vendo ali sua única oportunidade de mobilidade e rompimento de barreiras sociais. Lei 8313/91 Para realizar uma ação de difusão dessa produção artística instrumental em âmbito nacional, recorremos ao mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais como uma ferramenta fundamental para tal empenho, ressaltando o atendimento às metas primordiais contidas no Art. 1º da Lei 8313/91, Incisos : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nosso projeto contribui diretamente para o atendimento de mais de um objetivo almejado no Art. 3º da Lei 8313/91, sendo eles: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Os deslocamentos aéreos da equipe que viaja com o projeto serão realizados nos seguintes trechos: Coordenação Geral - Thiago Pellegrino Rio de Janeiro - Fortaleza - Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Brasília - Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Salvador - Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Rio de Janeiro Pianista - Henrique Mota Baixista - Iury Batista Baterista - Cuca Teixeira São Paulo - Fortaleza - São Paulo São Paulo - Brasília - São Paulo São Paulo - Salvador - São Paulo São Paulo - Belo Horizonte - São Paulo São Paulo - Rio de Janeiro - São Paulo

Especificação técnica

Os shows terão duração de 90 minutos e os workshops nas escolas irão durar até 60 minutos.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA Os teatros e locais para os concertos serão escolhidos de acordo com sua arquitetura acessível, permitindo a participação inclusiva de espectadores cadeirantes, com uso de muletas ou dificuldades de locomoção, afim de atender às normas e critérios básicos de acessibilidade física dispostas no decreto nº 5.296/2004, Art. 23, entre eles: caput; serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação da edificação. § 2º Cinquenta por cento dos assentos reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida devem ter características dimensionais e estruturais para o uso por pessoa obesa, conforme norma técnica de acessibilidade da ABNT, com a garantia de, no mínimo, um assento. § 3º Os espaços e os assentos a que se refere este artigo deverão situar-se em locais que garantam a acomodação de um acompanhante ao lado da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput, haverá, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT, a fim de permitir a saída segura de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º As áreas de acesso aos artistas, tais como coxias e camarins, também devem ser acessíveis a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. De acordo com a NBR 9050/2015, A indicação de acessibilidade nos espaços escolhidos para o evento deve ser feita por meio do símbolo internacional de acesso – SIA e deverá conter ítens como rampas, elevadores, cadeiras de rodas, banheiros adaptados, piso tátil e assentos para obesos. Acessibilidade de CONTEÚDO ou COMUNICACIONAL Defendemos o conceito de acessibilidade atitudinal do professor matogrossense e estudioso do assunto Romeu Sassaki (1938-2022), como “força impulsionadora para todas as outras formas de acessibilidade, capaz de provocar pequenas mudanças, qualificando as iniciativas de inclusão e acesso das pessoas com deficiência nos espaços culturais.” Entre as ações garantidas pela produção do projeto estão: Realização de treinamento em Acessibilidade Atitudinal com os músicos e membros da produção e montagem, contratação de 1 monitores de acessibilidade local em cada concerto; Todas as publicações de posts e stories de divulgação do projeto nas redes sociais contará com a tag #PraCegoVer, oferecendo a audiodescrição de imagens para apreciação pelas pessoas com deficiência visual.programa do espetáculo disponibilidade de QR-Code levando a uma versão catálogo virtual com videolibras, audio descrição e legendas descritivas sobre o projeto.Permissão de acesso ao cão guia com carteira de vacinação atualizada;Instalação de sinalização tátil dos assentos (braille, caso não tenha sido instalado previamente)A produção de todas as artes, impressas e digitais, será guiada pelo princípio do Design Universal, aliando beleza, atratividade e efetividade comunicacional para todos os públicos, priorizando linguagem simples, contraste de pelo menos 25% entre as cores e o texto, fonte mínima 14 nos programas impressos e informações claras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS As pessoas que estão dentro do espectro autista são consideradas pessoas com deficiência pela Lei nº 12.764/12 e com direito a atendimento prioritário pela lei nº 14.426, de 19 de julho de 2023. O projeto irá fornecer até 5 (cinco) abafadores de ruído por sessão para empréstimo de pessoas (autistas ou não) que sentirem desconforto acústico. A disponibilidade do equipamento será anunciada em off antes do início das sessões e também por comunicação visual.Em cada sessão a equipe de produção terá um monitor de acessibilidade com o aplicativo Matraquinha instalado em seu celular ou tablet, para facilitar a comunicação de pessoas autistas não verbais.O projeto se dispõe a desenvolver um espaço de regulação sensorial para momentos de crise, ao modelo que já existe em alguns aeroportos, com brinquedos, luz baixa, música ambiente e um monitor treinado. Propomos que a pessoa que acessou a sala possa livremente retornar ao espetáculo, se assim desejar, na próxima pausa entre músicas. O conjunto dessas medidas não tem apenas o objetivo de informar e atrair o público cego ou de baixa visãi, autistas e pessoas com necessidades especiais, mas também familiarizar e instruir o público em geral sobre atitudes inclusivas de combate ao capacitismo.

Democratização do acesso

Todos os shows terão entrada gratuita. A escolha dos locais de realização dos shows também levarão em conta a facilidade de acesso por transporte público, sendo considerada a proximidade a estações de metrô, ônibus e a eixos urbanos arteriais. A divulgação do espetáculo incluirá uma campanha de estímulo ao uso do transporte público ou bicicleta. A fim de garantir a lotação de público nos espetáculos, o projeto irá buscar parcerias com as administrações públicas locais a fim de que o evento seja inserido em um calendário oficial da cidade, ampliando o alcance da divulgação do projeto. Nos termos do capítulo IV, seção II, Art. 30 da Instrução Normativa Nº 11/2024 da Lei Rouanet, o projeto promove: inciso II - fornecimento de transporte gratuito (e lanche) em todos os shows para 30 alunos e professores da rede pública de ensino fundamental e médio.inciso VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Coordenação Geral – Thiago Pellegrino Thiago Pellegrino / / Produtor musical, radialista pela UFRJ e agente de booking no mercado internacional de jazz desde 2005, à frente da agência Pellegrino Live Music atua como uma ponte entre artistas, empresários e promotores de eventos, em alcance nacional e internacional, com foco em agenciamento, desenvolvimento de projetos, produção artística, executiva, coordenação de turnês e logística. Coordena a produção de shows e turnês musicais, tendo já produzido shows em mais de 40 países, passando por festivais de todos os portes, jazz clubs, teatros e concert halls. Já trabalhou como agente e produtor internacional de artistas como João Bosco, Leny Andrade, Hermeto Pascoal, Billy Cobham, Elomar, Paula Lima, Robben Ford, Yilian Cañizares, Omar Sosa, Ravi Coltrane, entre muitos outros. Marca presença constante como expositor em feiras internacinais, entre elas: World Music Expo (Womex): 2008 (Sevilla), 2009, 2010 e 2011 (Copenhagen), 2012 (Thessaloniki), 2013 (Cardiff, UK), 2014 (Santiago de Compostela) e 2015 (Budapeste), Jazzahead, Bremen: 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2021 (online), 2022, 2023.MusicConnect (2019, Paris) Jazz Export Days (2020, Mont Saint-Michel) Les Rencontres AJC (2021, Paris) Le Forum Jazz (2021, Clemond Ferrand) InJazz Meeting (2022), Amsterdam e Rotterdam. O Proponente será responsável por todos os processos decisórios do projeto, bem como a gestão administrativa, de comunicação e a direção musical. Será remunerado pelas rubricas COORDENAÇÃO GERAL Artista – Pianista/Compositor - Henrique Mota Henrique Mota, pianista e compositor, traz consigo uma formação sólida em Piano Erudito pela Fundação das Artes em São Caetano do Sul. Sua presença é cada vez mais destacada na cena da música instrumental, especialmente nos gêneros de jazz e fusion, onde tem conquistado prestígio. Ao longo de sua carreira, Henrique colaborou com grandes nomes da música brasileira, incluindo Filó Machado, Thiago do Espirito Santo, Cuca Teixeira, Daniel D’Alcântara, Edu Ribeiro, Bocato, Carlos Bala, Nuno Mindelis, Luedji Luna, entre outros. Sua participação em projetos instrumentais de jazz/blues e a presença em festivais de música e contribuições para gravações de discos e DVDs demonstram sua versatilidade e presença marcante na cena musical. Em 2019, lançou seu primeiro trabalho autoral de jazz contemporâneo, o disco "Herança". Em 2023, Henrique Mota apresenta o projeto, "Concerto Livre". Este projeto inovador é distinto por ter sido totalmente gravado no improviso, guiado pela profunda emoção que norteia sua arte. Músico – Baterista – Cuca Teixeira Filho de músicos, Cuca teve contato com a bateria e com grandes músicos desde sua infância, principalmente com seu pai baterista, Edegar Teixeira, sua mãe cantora, Sara Chretien, seu irmão, saxofonista, Wilson Teixeira, e com Arismar do Espírito Santo, multi-instrumentista, que o levaram naturalmente a tornar-se músico profissional aos 15 anos de idade, tocando na noite de São Paulo. Desde então apresenta-se em shows, gravações, workshops e projetos de vários artistas, tais como: Celso Pixinga, Arthur Maia, Sizão Machado, Raul de Souza, Hermeto Pascoal, Bocato, Lee Konitz, George Benson, Claudio Roditti, Joe Lovano, Frank Gambale, Michael Brecker, Scott Henderson, Roberto Sion, David Richards, Leo Gandelman, Heartbreakers, Pavilhão 9, Jane Duboc, Eduardo e Silvinha Araujo, Peri Ribeiro, Supla, Fábio Jr., Dominguinhos, Wilson Simonal, Renato Borghetti, Zerró Santos Big Band, Chico Oliveira, Faíska, Ulisses Rocha, Edsel Gomez, entre outros. Músico – Baixista – Iury Batista Natural de Fortaleza-CE, aos 15 anos iniciou sua experiência com a música. O primeiro contato com o contrabaixo surgiu quando precisou substituir certo baixista numa apresentação. A partir daí, os graves lhe encantaram, aumentando a aproximação de seu instrumento. Ganhou o primeiro contrabaixo de seu irmão, o baterista Paulinho Santos, que observava seu talento crescer a cada dia. Começou então a estudar com afinco seu instrumento , influenciado por nomes como: Nico Assumpção, John Patitucci, John Clayton, Ron Carter, Ray Brown, Christian McBride, Avishai Cohen, Arthur Maia, Thiago do Espírito Santo, dentre outros mestres. Sua carreira profissional começou aos 16 anos, quando teve aulas com grandes baixistas do cenário cearense como Renato Campos e Miquéias dos Santos. Aos 18 anos, conheceu o saxofonista e professor Márcio Resende, que dá continuidade a sua formação musical até hoje. Em seguida, já se encontrava trabalhando como sideman de vários artistas em sua cidade. Desde então participa de Shows e gravações de alguns artistas como : Arismar do Espirito santo Leo Gandelman, Flavio Venturine , Paulinho Mosca , Chico Cesar , Seu Jorge ,Arnaldo Antunes , Mestrinho , Daniel DÁLCANTRA , Eloa Gonçalves , Cuca Texeira ,Ohad Talmor , Henrique mota , Cainã Cavalcante , Edu ribeiro, Otto , Xenia Fança , entre outros. Participação Especial - Belo Horizonte - Toninho Horta Toninho Horta é o principal nome do violão e da guitarra no grupo de jovens artistas que despontam na música popular brasileira nos anos 1970, sob o guarda-chuva do movimento musical mineiro Clube da Esquina. Características marcantes dessa geração, a busca de uma sonoridade inovadora e, principalmente, a síntese de múltiplas influências estão presentes na trajetória do músico desde sua formação. Participação Especial - Rio de Janeiro - Marcelo Martins Marcelo Martins já excursionou por vários países do mundo, entre eles Itália, Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Espanha, Venezuela, Uruguai Argentina e Portugal, e marcou presença em eventos como o Heineken Jazz Festival, França, 1990, e JVC Grande Parade du Jazz, França, 1990. Trabalhou como músico e arranjador em gravações e shows de diversos artistas da música brasileira, tais como: Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lulu Santos Cidade Negra, Titãs, Leila Pinheiro, Roberto Carlos, Beto Guedes, Flávio Venturini, Francis Hime, Jaques Morelembaum, entre outros. Participação Especial - Fortaleza - Márcio Resende Mestre em música pelo New England Conservatory of Music, Estados Unidos, adotou em 1997 a cidade de Fortaleza como sua casa, tornando-se também um cearense de coração. Reconhecido como um dos melhores saxofonistas do país. Tendo a diversão e a liberdade como marcas registradas, o músico traz em seu currículo nomes como Wilson Simonal, Raimundo Fagner, Claudio Nucci, Simone Guimarães, Toninho Horta, Nelson Ângelo, Elza Soares, Belchior e Fausto Nilo. Participação Especial - Salvador - Felipe Guedes Embora a sua iniciação musical tenha ocorrido na infância, os primeiros passos da trajetória profissional mesmo foram dados na adolescência; a princípio, em dois ambientes: o Carnaval e depois na Jam no MAM, no Museu de Arte Moderna da Bahia. Daí para frente percorreu um sólido percurso, seja improvisando em sessões abertas de jazz, seja acompanhando ou participando de shows de artistas com atuação na cena musical de Salvador, a exemplo de Lazzo Matumbi, Michaela Harrison, Saulo Fernandes, Peu Meurray, Roberto Mendes, Grupo Garagem e Gabi Guedes. Dedicou-se, ao mesmo tempo, à gravação de discos de colegas e jingles publicitários. Participação Especial - Brasília - Ademir Junior Destaque na música instrumental brasileira e mestre na improvisação, o multi-instrumentista, arranjador e compositor Ademir Junior está entre os melhores saxofonistas da atualidade.Iniciou sua jornada musical aos sete anos, com aulas de solfejo com o pai. Estudou na Banda do SESI, em Brasília, onde se tornou solista. Ainda muito jovvem, gravou com o cantor Oswaldo Montenegro. Determinado, Ademir completou em menos de dos anos um método francês de teroia e prática musical com mais de 600 páginas. Foi indicado para ingressar na Universidade de Brasília com apenas 13 anos, mas como não tinha idade suficiente, finalizou o curso de clarineta como aluno de extensão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.