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PRONAC 247575Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Plano Anual do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande - 2025

FUNDACAO PEDRO AMERICO
Solicitado
R$ 7,95 mi
Aprovado
R$ 6,36 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
PB
Município
Campina Grande
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Campina Grande Paraíba

Resumo

O projeto visa garantir a continuidade e a expansão das atividades do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande. Inclui a manutenção do edifício, a realização de exposições temporárias e de longa duração, e a promoção de eventos educativos e culturais. O objetivo é fortalecer a oferta cultural do museu, aumentar a acessibilidade e atrair um público diversificado.

Sinopse

Exposições Temporárias 1. Exposição Temporária 1: "Arte e Ciência: O Diálogo Entre Dois Mundos" Sinopse: Esta exposição explora a interseção entre arte e ciência, destacando como ambos os campos se influenciam mutuamente. Obras de arte contemporânea e experimentos científicos são apresentados lado a lado, permitindo que os visitantes experimentem a beleza estética da ciência e a precisão metódica da arte. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 2. Exposição Temporária 2: "Futuro Sustentável: Inovações para o Amanhã" Sinopse: Focada em inovações tecnológicas e científicas que promovem a sustentabilidade, esta exposição apresenta projetos de engenharia, design e ciência ambiental que estão moldando o futuro. Protótipos, maquetes e apresentações interativas permitem que os visitantes compreendam as soluções para os desafios ambientais contemporâneos. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 3. Exposição Temporária 3: "Mundos Invisíveis: Explorando o Microscópico" Sinopse: A exposição convida os visitantes a descobrir o fascinante universo do microscópico, com imagens ampliadas de células, micro-organismos e estruturas invisíveis a olho nu. Através de microscópios interativos e exposições de arte inspiradas na microcultura, a mostra revela a beleza oculta do mundo ao nosso redor. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 4. Exposição Temporária 4: "Raízes do Tempo: Arqueologia e História" Sinopse: Esta exposição apresenta descobertas arqueológicas importantes que narram a evolução da humanidade. Com artefatos antigos, réplicas e exibições multimídia, a mostra oferece uma jornada pelo tempo, explorando as civilizações antigas e seu legado. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Eventos Educativos e Culturais 1. Seminário: "Ciência e Arte na Educação Contemporânea" Sinopse: Este seminário reúne educadores, cientistas e artistas para discutir o papel da arte e da ciência na educação moderna. Com palestras e mesas-redondas, o evento aborda métodos inovadores para integrar essas disciplinas no currículo escolar. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 2. Workshop: "Criatividade Científica: Inovação na Sala de Aula" Sinopse: Um workshop prático destinado a professores e educadores, focado em estratégias para estimular a criatividade dos alunos através da ciência. Inclui atividades experimentais e exemplos de como a ciência pode ser ensinada de maneira envolvente e criativa. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 3. Palestra: "Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais" Sinopse: Palestra que discute as melhores práticas para tornar os espaços culturais acessíveis a todos. Especialistas em acessibilidade compartilham experiências e apresentam soluções para inclusão em museus e centros culturais. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 4. Performance: "Som e Luz: Uma Experiência Sensorial" Sinopse: Um espetáculo de som e luz que combina música, iluminação e projeções visuais para criar uma experiência imersiva. A performance é projetada para ser inclusiva, oferecendo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 5. Oficina: "Arte Têxtil e Tradições Locais" Sinopse: Oficina prática que explora as tradições têxteis locais, ensinando técnicas de tecelagem, tingimento e bordado. Os participantes criam suas próprias peças de arte têxtil, aprendendo sobre a herança cultural da região. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 4. Contrapartodas Sociais: Programas de Educação e Inclusão 1. Programa Educativo: "Ciência para Crianças" Sinopse: Programa destinado a crianças em idade escolar, com visitas guiadas, experimentos interativos e atividades lúdicas que introduzem conceitos científicos de maneira acessível e divertida. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 2. Programa de Inclusão: "A Arte do Tato: Experiência Tátil para Deficientes Visuais" Sinopse: Este programa oferece uma experiência museológica adaptada para deficientes visuais, com roteiros táteis e guias em áudio. Os participantes são incentivados a explorar obras de arte e objetos científicos através do toque. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o Plano Anual do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande - 2025. Promover as atividades, o fortalecimento e a expansão do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande, garantindo a manutenção adequada das instalações e a oferta diversificada de atividades culturais e educativas, com o objetivo de enriquecer a experiência do público e ampliar o acesso à arte e à ciência. Objetivos Específicos 1. Manutenção e Conservação do Museu Manutenção Predial: Realizar reparos e melhorias nas instalações do museu, incluindo a restauração de áreas danificadas, pintura, e atualização de sistemas elétricos e hidráulicos. Investir em sistemas de climatização e controle de umidade para a preservação adequada das coleções. Conservação de Acervos: Implementar medidas de conservação preventiva para o acervo permanente do museu, que inclui a limpeza e a restauração de obras de arte e peças científicas. Contratar profissionais especializados para a conservação e armazenagem de itens frágeis. 2. Exposições Temporárias e de Longa Duração Exposições Temporárias: Organizar 4 exposições temporárias ao longo do ano, cada uma com um tema específico que aborde diferentes aspectos da arte e da ciência. Estas exposições serão planejadas para atrair novos públicos e manter o interesse dos visitantes regulares. As exposições incluirão obras de artistas locais e nacionais, bem como exposições de caráter científico que apresentem inovações e descobertas recentes. Exposições de Longa Duração: Atualizar e revitalizar 2 exposições de longa duração, ajustando a apresentação e a narrativa das coleções para refletir as melhores práticas museológicas e as necessidades do público. Essas exposições serão dedicadas a temas centrais da arte e ciência, com curadoria que favoreça a educação e o engajamento do público. 3. Eventos Educativos e Culturais Eventos Educativos: Desenvolver 12 eventos educativos, como palestras, workshops e seminários sobre temas relacionados às exposições em curso e ao acervo do museu. Estes eventos serão voltados para diferentes faixas etárias e níveis educacionais, promovendo a aprendizagem e a discussão crítica. Eventos Culturais: Realizar 6 eventos culturais, incluindo concertos, performances e apresentações artísticas que complementem as exposições e enriqueçam a experiência do visitante. Os eventos culturais serão selecionados para refletir a diversidade cultural e artística, e estimular a participação da comunidade. 4. Contrapartodas Sociais: Programas de Educação e Inclusão Programas para Escolas: Implementar programas educativos destinados a professores de escolas públucas locais e grupos comunitários, oferecendo palestras e cursos para diferentes disciplinas. Esses programas incluirão materiais pedagógicos e atividades interativas que promovam a integração da arte e da ciência no currículo escolar. Inclusão e Acessibilidade: Desenvolver atividades inclusivas para públicos com necessidades especiais, garantindo que as visitas ao museu sejam acessíveis e adaptadas às diversas necessidades dos visitantes. Isso incluirá a disponibilização de recursos como guias em áudio, legendas, e materiais em braille. 5. Ampliação do Acesso ao Museu Campanha de Marketing e Comunicação: Criar e executar uma campanha de marketing e comunicação para promover o museu e suas atividades, utilizando mídias sociais, imprensa local e parcerias com outras instituições culturais. A meta é aumentar a visibilidade do museu e atrair um público mais amplo. Estratégias de Engajamento: Desenvolver estratégias para aumentar a frequência de visitantes, como programas de fidelidade, descontos em ingressos para grupos e iniciativas para atrair turistas e visitantes de outras cidades.

Justificativa

Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Apresentação da Instituição A Fundação Pedro Américo é a mantenedora do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande, uma instituição cultural e educacional dedicada à promoção e à preservação do patrimônio artístico e científico. Fundado com a missão de enriquecer a vida cultural e educativa da comunidade local e regional, o museu oferece um espaço de aprendizado e descoberta que integra exposições de arte e ciência com atividades educativas e culturais. Seu acervo é constituído por obras de arte, peças científicas e objetos históricos que ilustram o desenvolvimento cultural e científico, além de servir como um centro de pesquisa e educação. Justificativa dos Objetivos Específicos 1. Manutenção e Conservação do Museu Manutenção Predial Justificativa: A manutenção regular das instalações do museu é crucial para garantir a segurança dos visitantes e a integridade das coleções. O edifício deve atender aos padrões de segurança e conforto, o que inclui a restauração de áreas deterioradas e a atualização de sistemas essenciais. A preservação das condições adequadas de climatização e controle de umidade é particularmente importante para proteger o acervo das variações ambientais que podem acelerar o processo de deterioração. Conservação de Acervos Justificativa: O acervo do museu é um patrimônio valioso e vulnerável que exige cuidados especializados para sua preservação. A conservação preventiva, incluindo a limpeza e restauração das peças, é fundamental para prolongar a vida útil dos objetos e garantir que eles permaneçam acessíveis para futuras gerações. Investir na contratação de conservadores especializados e em técnicas modernas de preservação é uma prática recomendada para qualquer instituição que valorize a integridade de seu acervo. 2. Exposições Temporárias e Permanentes Exposições Temporárias Justificativa: As exposições temporárias são uma ferramenta eficaz para atrair novos públicos e manter o interesse dos visitantes regulares. Ao apresentar temas variados e atuais, essas exposições oferecem oportunidades para a exploração de novas perspectivas e o engajamento com diferentes aspectos da arte e da ciência. Exposições bem curadas podem promover a educação e estimular o diálogo sobre temas relevantes, além de permitir a participação de artistas e cientistas contemporâneos, fortalecendo a conexão entre o museu e a comunidade cultural. 3. Eventos Educativos e Culturais Contrapartodas Sociais: Programas de Educação e Inclusão Justificativa: Os eventos educativos, como palestras, workshops e seminários para professores da rede pública, são essenciais para a missão do museu de promover a educação e o aprendizado contínuo. Ao oferecer uma variedade de eventos que abordem temas relacionados às exposições e ao acervo, o museu pode engajar diferentes públicos e fornecer experiências de aprendizagem práticas e teóricas. Estes eventos também ajudam a construir parcerias com instituições educacionais e especialistas, enriquecendo a oferta educativa e ampliando o impacto do museu na comunidade. Eventos Culturais Justificativa: A realização de eventos culturais, como concertos e performances, complementa as exposições e enriquece a experiência dos visitantes. Esses eventos proporcionam uma plataforma para a expressão artística e cultural, fomentam a diversidade cultural e atraem uma audiência ampla. A integração de eventos culturais no calendário do museu promove uma programação dinâmica e vibrante, essencial para manter o interesse e a relevância do museu na vida cultural local. 4. Programas de Educação e Inclusão Programas para Escolas Justificativa: Programas educativos direcionados a escolas são uma forma eficaz de integrar o museu ao currículo escolar e promover a educação cultural e científica desde a infância. Oferecer visitas guiadas e atividades práticas adaptadas para diferentes faixas etárias permite que os alunos tenham uma experiência de aprendizado enriquecedora e interativa. Esses programas também incentivam a visitação escolar regular, criando um vínculo duradouro entre o museu e as instituições educacionais. Inclusão e Acessibilidade Justificativa: A inclusão e a acessibilidade são princípios fundamentais para garantir que todos os indivíduos tenham a oportunidade de participar e beneficiar-se das atividades do museu. Desenvolver atividades e recursos adaptados para públicos com necessidades especiais é essencial para promover a equidade e a inclusão social. A acessibilidade não apenas atende às exigências legais, mas também reflete o compromisso do museu com a diversidade e a justiça social. 5. Ampliação do Acesso ao Museu Campanha de Marketing e Comunicação Justificativa: Uma campanha de marketing eficaz é crucial para aumentar a visibilidade do museu e atrair novos visitantes. Utilizar estratégias de comunicação abrangentes, incluindo mídias sociais e parcerias com outras instituições culturais, pode expandir o alcance do museu e promover suas atividades de forma mais ampla. Aumentar o público visitante não só contribui para a sustentabilidade financeira do museu, mas também amplia seu impacto cultural e educativo. Estratégias de Engajamento Justificativa: Desenvolver estratégias para aumentar a frequência de visitantes, como programas de fidelidade e descontos para grupos, é uma abordagem proativa para engajar diferentes segmentos da população. Essas iniciativas ajudam a criar uma base de visitantes regulares e a estimular o interesse contínuo no museu. A promoção de uma experiência de visita agradável e acessível é fundamental para garantir que o museu seja uma opção atraente para a comunidade.

Estratégia de execução

O Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC), administrado pela Fundação Pedro Américo, é uma instituição cultural de grande importância para a cidade de Campina Grande e toda a região circunvizinha. O museu se destaca como um espaço único que integra arte e ciência, criando um ambiente onde o conhecimento, a criatividade e a inovação são promovidos de forma interdisciplinar. Desde sua concepção, o MAC tem sido um pilar fundamental na cena cultural e educacional de Campina Grande. Ligado ao Centro Universitário Unifacisa (UNIFACISA), o museu surgiu como uma extensão natural do compromisso da universidade com a educação, o esporte e a cultura na cidade. Ao ser reconhecido como o primeiro museu de âmbito de arte e ciência no Nordeste, no estado e na cidade, o MAC reafirma sua relevância por meio de exposições que dialogam com a contemporaneidade e a tradição, abarcando uma vasta gama de temas que vão desde as artes plásticas até as ciências naturais e tecnológicas. A transformação do antigo Museu Assis Chateaubriand em Museu de Arte e Ciência de Campina Grande não foi apenas uma mudança de nome, mas um redesenho conceitual que ampliou o escopo e a missão da instituição. O edifício modernista, projetado pelo renomado arquiteto Acácio Gil Borsoi, foi cuidadosamente reformado para abrigar o novo museu, mantendo suas características arquitetônicas originais, que são um marco na paisagem urbana de Campina Grande. Embora o prédio não seja tombado, ele possui um valor simbólico e arquitetônico significativo, sendo uma referência estética e histórica na cidade. O MAC tem como um de seus focos principais as exposições de caráter digital, explorando as possibilidades que a tecnologia oferece para a educação e a divulgação científica. As exposições interativas e imersivas são projetadas para atrair e engajar visitantes de todas as idades, oferecendo uma experiência educativa que vai além da mera observação passiva. As coleções científicas e artísticas do museu são apresentadas de forma a estimular a curiosidade, o pensamento crítico e a apreciação estética, criando um espaço onde o fazer científico e a criatividade artística se encontram e dialogam. A relevância do MAC para Campina Grande e região é multifacetada. Por um lado, o museu desempenha um papel crucial na promoção do conhecimento e na democratização do acesso à cultura, servindo como um centro de pesquisa, educação e inovação. Por outro lado, ele é um ponto de encontro para a comunidade local, proporcionando um espaço onde as pessoas podem se conectar com o patrimônio cultural e científico, refletir sobre questões contemporâneas e participar de uma rica programação de eventos culturais e educativos. A Fundação Pedro Américo, mantenedora e responsável pela criação e gestão do MAC, tem se dedicado a expandir as atividades do museu e a assegurar sua posição como uma instituição de destaque no cenário cultural brasileiro. O compromisso da fundação com a excelência, a inovação e a inclusão reflete-se nas diversas iniciativas promovidas pelo museu, que visam não apenas a preservação do patrimônio cultural, mas também o desenvolvimento social, cultural e econômico da Paraíba. O Museu de Arte e Ciência de Campina Grande é mais do que um simples espaço expositivo; ele é um catalisador de mudanças positivas na sociedade, inspirando descobertas, questionamentos e transformações tanto pessoais quanto coletivas. Através de suas exposições, programas educativos e eventos culturais, o MAC contribui para a formação de uma sociedade mais informada, criativa e culturalmente rica, solidificando-se como um dos mais importantes centros de excelência em arte, ciência e educação no Brasil.

Especificação técnica

O Museu de Arte e Ciência de Campina Grande se destaca como um espaço cultural e educativo de grande relevância, não apenas para a cidade, mas também para toda a região. Este projeto pedagógico detalhado visa orientar e consolidar as práticas educativas do museu, assegurando que suas atividades estejam alinhadas com os princípios de inclusão, acessibilidade, interdisciplinaridade e valorização da diversidade cultural e científica. O museu, mantido pela Fundação Pedro Américo, possui um compromisso profundo com a educação, entendendo-a como um processo contínuo de construção de conhecimento e cidadania. Contextualização e Justificativa O Museu de Arte e Ciência de Campina Grande desempenha um papel crucial na mediação cultural e educativa, atuando como um ponto de convergência para diferentes saberes e práticas. Localizado em uma região de rica diversidade cultural e histórica, o museu está posicionado estrategicamente para influenciar e transformar a experiência educacional dos visitantes, especialmente estudantes. Este projeto pedagógico responde à necessidade de formalizar e estruturar as atividades educativas do museu, garantindo que estas sejam sistemáticas, inclusivas e coerentes com os desafios contemporâneos da educação e da cultura. A justificativa para a elaboração deste projeto pedagógico está ancorada na missão do museu de promover a educação para a cidadania, a valorização do patrimônio cultural e científico, e o desenvolvimento de competências críticas e criativas nos visitantes. A educação no museu deve ir além da mera transmissão de informações, proporcionando uma experiência imersiva que instigue a curiosidade, o pensamento crítico e o engajamento ativo com os temas apresentados. Objetivos Educacionais O principal objetivo deste projeto pedagógico é promover uma educação integral, que contemple não apenas o conhecimento cognitivo, mas também o desenvolvimento emocional, social e cultural dos visitantes. Para tanto, o Museu de Arte e Ciência de Campina Grande se propõe a: 1. Desenvolver atividades educativas interdisciplinares que integrem as áreas de arte, ciência e história, permitindo que os visitantes estabeleçam conexões significativas entre diferentes campos do conhecimento. 2. Promover a inclusão e a acessibilidade, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou condições, tenham pleno acesso às atividades e aos conteúdos do museu. 3. Estimular o pensamento crítico e a criatividade através de oficinas, palestras, seminários e exposições que desafiem os visitantes a questionar, interpretar e criar a partir das informações e experiências oferecidas. 4. Fortalecer a ligação entre o museu e as instituições educacionais, promovendo parcerias e programas que integrem as visitas ao museu ao currículo escolar e acadêmico. 5. Valorizar e difundir o patrimônio cultural e científico da região, criando uma consciência de pertencimento e responsabilidade na preservação e promoção desses bens. Metodologia e Abordagem Pedagógica A metodologia educativa adotada pelo Museu de Arte e Ciência de Campina Grande será pautada em princípios construtivistas e interacionistas, que valorizam o papel ativo do visitante na construção do conhecimento. O museu não será apenas um local de visitação, mas um espaço de experimentação e aprendizado onde os participantes possam explorar, descobrir e criar. As atividades serão organizadas de maneira a promover a aprendizagem colaborativa e dialógica, onde o diálogo entre os visitantes, mediadores e o próprio ambiente museológico seja a principal ferramenta de construção do conhecimento. Serão utilizadas metodologias ativas, como a problematização, a investigação guiada e a experimentação prática, que permitam ao visitante atuar como protagonista de seu processo educativo. Estrutura das Atividades Educativas As atividades educativas do museu serão estruturadas em diversos formatos, atendendo às diferentes necessidades e interesses do público. Entre as principais atividades, destacam-se: Visitas guiadas interativas: As visitas guiadas serão planejadas para ir além da simples explicação dos conteúdos expositivos. Serão momentos de diálogo e interação, onde os mediadores incentivarão os visitantes a participar ativamente, questionando e contribuindo com suas próprias percepções. Para diferentes faixas etárias e perfis de visitantes, serão adaptados os roteiros e a linguagem utilizada, sempre buscando um equilíbrio entre a informação e a experiência sensorial. Oficinas práticas: As oficinas terão um caráter experimental e prático, permitindo que os participantes coloquem a mão na massa e vivenciem processos artísticos e científicos. As oficinas serão projetadas para estimular a criatividade, o raciocínio lógico e a capacidade de trabalho em equipe. Serão realizadas em diferentes formatos, incluindo oficinas de arte, ciência, tecnologia e artesanato, sempre integrando conhecimentos teóricos e práticos. Programas educativos para escolas: O museu desenvolverá programas específicos para grupos escolares, com roteiros e atividades adaptadas aos conteúdos curriculares de diferentes níveis de ensino. As visitas escolares serão acompanhadas por materiais didáticos preparados pela equipe pedagógica do museu, que incluirão guias para professores, atividades pré e pós-visita, além de recursos interativos para serem utilizados em sala de aula. Contrapartodas Sociais: Serão organizados eventos de caráter educativo, como seminários e palestras, que abordarão temas relevantes nas áreas de arte, ciência, educação e cultura. Esses eventos terão como objetivo ampliar o debate e a reflexão sobre questões contemporâneas, oferecendo ao público a oportunidade de ouvir e dialogar com especialistas e pensadores de diferentes áreas. Exposições temáticas educativas: As exposições do museu serão planejadas com um forte componente educativo, onde a curadoria buscará criar narrativas que favoreçam a compreensão dos temas e a participação ativa do visitante. As exposições contarão com recursos interativos, como multimídia, jogos educativos e espaços de experimentação, que permitirão uma abordagem multisensorial e inclusiva. Acessibilidade e Inclusão A acessibilidade é um princípio central no projeto pedagógico do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande. O museu se compromete a ser um espaço inclusivo, onde todas as pessoas possam participar plenamente das atividades oferecidas. Para tanto, serão implementadas as seguintes ações: Acessibilidade física: Serão garantidos o acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, com a instalação de rampas, elevadores, banheiros adaptados e mobiliário acessível. Além disso, serão oferecidas áreas de descanso acessíveis e espaços de estacionamento próximo à entrada do museu. Acessibilidade de conteúdo: Todos os conteúdos do museu serão apresentados em formatos acessíveis, incluindo a tradução para Libras, a disponibilização de materiais em Braille, legendas em vídeos e audiodescrição para exposições e materiais audiovisuais. Serão também criados roteiros táteis e experiências sensoriais para pessoas com deficiência visual. Inclusão digital: O museu desenvolverá recursos digitais acessíveis, como aplicativos e websites que permitam a navegação por pessoas com diferentes necessidades. Esses recursos incluirão versões em áudio, vídeo e texto simplificado, além de conteúdos específicos para públicos com deficiência intelectual. Avaliação e Monitoramento A avaliação das atividades educativas do museu será contínua, com o objetivo de garantir a qualidade e a pertinência das ações desenvolvidas. Serão utilizados diferentes instrumentos de avaliação, como questionários de satisfação, entrevistas com os participantes e observação direta. A equipe pedagógica do museu realizará reuniões periódicas para analisar os resultados das avaliações e implementar melhorias nos programas e atividades. Além disso, o museu estabelecerá indicadores de sucesso para cada tipo de atividade, considerando aspectos como o número de participantes, a diversidade do público, o nível de engajamento e a qualidade do aprendizado proporcionado. O feedback dos visitantes será essencial para ajustar e aperfeiçoar as práticas educativas. Considerações Finais O Museu de Arte e Ciência de Campina Grande, através deste projeto pedagógico, reafirma seu compromisso com a educação como um direito fundamental e um processo contínuo de desenvolvimento humano. Ao integrar arte, ciência e história em suas atividades educativas, o museu se propõe a ser um espaço de transformação, onde o conhecimento é construído de maneira colaborativa, inclusiva e crítica. Este projeto pedagógico é uma ferramenta essencial para orientar as ações educativas do museu, garantindo que estas estejam alinhadas com os princípios de qualidade, inclusão e relevância social. Com ele, o Museu de Arte e Ciência de Campina Grande se consolida como um centro de excelência na promoção da cultura e do conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento integral de seus visitantes e para a valorização do patrimônio cultural e científico da região.

Acessibilidade

A acessibilidade será dividida entre Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo, garantindo que todos os visitantes possam desfrutar e compreender as ofertas do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande. 1. Manutenção e Conservação do Museu DEFICIÊNCIA FÍSICAGarantir que o local seja acessível a cadeiras de rodas, com rampas e elevadores adequados.Disponibilizar estacionamento acessível próximo ao local.Instalar corrimãos em áreas de acesso e de escadas. 2. DEFICIÊNCIA VISUAL:Oferecer informações em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual.Oferecer roteiros táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar objetos ou exposições de forma tátil.Utilizar sinalização clara e de alto contraste para orientar os visitantes.Proporcionar áudio descrição para exposições interativas ou vídeos, tornando o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual. 3. DEFICIÊNCIA AUDITIVA:Incluir legendas em vídeos e materiais audiovisuais para atender às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Contratar intérpretes de Libras para auxiliar visitantes surdos na comunicação. 4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAISUtilização de uma linguagem clara e simples em materiais escritos e placas para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição.Integração de tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonoraSerá permitido que visitantes toquem e interajam com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora.Será garantido que a equipe esteja capacitada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedor 5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis:Garantir que haja áreas de descanso acessíveis com assentos confortáveis.Disponibilizar banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. 6. Treinamento da Equipe:Treinar a equipe da exposição em como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia e a comunicação eficaz. 2. Exposições Temporárias e de Longa Duração DEFICIÊNCIA FÍSICAGarantir que o local seja acessível a cadeiras de rodas, com rampas e elevadores adequados.Disponibilizar estacionamento acessível próximo ao local.Instalar corrimãos em áreas de acesso e de escadas. 2. DEFICIÊNCIA VISUAL:Oferecer informações em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual.Oferecer roteiros táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar objetos ou exposições de forma tátil.Utilizar sinalização clara e de alto contraste para orientar os visitantes.Proporcionar áudio descrição para exposições interativas ou vídeos, tornando o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual. 3. DEFICIÊNCIA AUDITIVA:Incluir legendas em vídeos e materiais audiovisuais para atender às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Contratar intérpretes de Libras para auxiliar visitantes surdos na comunicação. 4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAISUtilização de uma linguagem clara e simples em materiais escritos e placas para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição.Integração de tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonoraSerá permitido que visitantes toquem e interajam com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora.Será garantido que a equipe esteja capacitada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedor 5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis:Garantir que haja áreas de descanso acessíveis com assentos confortáveis.Disponibilizar banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. 6. Treinamento da Equipe:Treinar a equipe da exposição em como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia e a comunicação eficaz. 3. Eventos Educativos e Culturais DEFICIÊNCIA FÍSICAGarantir que o local seja acessível a cadeiras de rodas, com rampas e elevadores adequados.Disponibilizar estacionamento acessível próximo ao local.Instalar corrimãos em áreas de acesso e de escadas. 2. DEFICIÊNCIA VISUAL:Oferecer informações em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual.Oferecer roteiros táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar objetos ou exposições de forma tátil.Utilizar sinalização clara e de alto contraste para orientar os visitantes.Proporcionar áudio descrição para exposições interativas ou vídeos, tornando o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual. 3. DEFICIÊNCIA AUDITIVA:Incluir legendas em vídeos e materiais audiovisuais para atender às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Contratar intérpretes de Libras para auxiliar visitantes surdos na comunicação. 4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAISUtilização de uma linguagem clara e simples em materiais escritos e placas para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição.Integração de tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonoraSerá permitido que visitantes toquem e interajam com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora.Será garantido que a equipe esteja capacitada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedor 5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis:Garantir que haja áreas de descanso acessíveis com assentos confortáveis.Disponibilizar banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. 6. Treinamento da Equipe:Treinar a equipe da exposição em como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia e a comunicação eficaz. 4. Contrapartodas Sociais: Programas de Educação e Inclusão DEFICIÊNCIA FÍSICAGarantir que o local seja acessível a cadeiras de rodas, com rampas e elevadores adequados.Disponibilizar estacionamento acessível próximo ao local.Instalar corrimãos em áreas de acesso e de escadas. 2. DEFICIÊNCIA VISUAL:Oferecer informações em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual.Oferecer roteiros táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar objetos ou exposições de forma tátil.Utilizar sinalização clara e de alto contraste para orientar os visitantes.Proporcionar áudio descrição para exposições interativas ou vídeos, tornando o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual. 3. DEFICIÊNCIA AUDITIVA:Incluir legendas em vídeos e materiais audiovisuais para atender às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Contratar intérpretes de Libras para auxiliar visitantes surdos na comunicação. 4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAISUtilização de uma linguagem clara e simples em materiais escritos e placas para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição.Integração de tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonoraSerá permitido que visitantes toquem e interajam com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora.Será garantido que a equipe esteja capacitada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedor 5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis:Garantir que haja áreas de descanso acessíveis com assentos confortáveis.Disponibilizar banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. 6. Treinamento da Equipe:Treinar a equipe da exposição em como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia e a comunicação eficaz. 5. Ampliação do Acesso ao Museu Acessibilidade Física Campanhas Inclusivas: Desenvolvimento de campanhas de marketing inclusivas que considerem a diversidade de habilidades e necessidades dos potenciais visitantes. Espaços de Estacionamento Acessíveis: Disponibilização de vagas de estacionamento reservadas próximas à entrada do museu para pessoas com deficiência. Acessibilidade de Conteúdo Comunicação Acessível: Garantir que todas as comunicações e materiais promocionais estejam disponíveis em formatos acessíveis, como texto simples e versões em áudio. Essas medidas de acessibilidade visam garantir que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou necessidades, possam acessar e participar plenamente das ofertas culturais e educativas do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande. Implementar essas práticas é essencial para promover a inclusão e assegurar que o museu seja um espaço acolhedor para todos.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso A proposta do Plano Anual do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande para 2025 tem como objetivo primordial ampliar e democratizar o acesso às suas atividades culturais e educativas, garantindo que todos os públicos, independentemente de suas condições socioeconômicas, geográficas ou físicas, possam participar e se beneficiar dos produtos culturais oferecidos. Para isso, a distribuição e comercialização dos produtos e atividades serão realizadas de forma inclusiva e acessível, conforme descrito abaixo: Distribuição e Comercialização dos Produtos 1. Ingressos Subsidiados e Gratuitos: Serão oferecidos ingressos gratuitos ou a preços subsidiados para estudantes de escolas públicas, idosos, pessoas com deficiência e moradores de comunidades de baixa renda. A política de gratuidade será estendida a determinados dias da semana, para garantir que todos tenham a oportunidade de visitar o museu e participar das atividades. 2. Distribuição de Materiais Educativos: Materiais educativos e informativos, como catálogos de exposições, guias interativos e roteiros pedagógicos, serão distribuídos gratuitamente em versões impressas e digitais. Esses materiais estarão disponíveis em formatos acessíveis, como Braille, áudio, e linguagem simplificada, para atender a todos os públicos. 3. Venda Online e Fisicamente Acessível: Os produtos do museu, incluindo publicações, lembranças e ingressos para eventos, serão comercializados tanto na loja física do museu quanto online. A plataforma online será otimizada para ser acessível a pessoas com deficiência visual e auditiva, oferecendo recursos como texto alternativo para imagens, navegação por teclado, e vídeos com legendas. Medidas de Ampliação de Acesso 1. Ensaio Aberto: Antes da abertura oficial de cada nova exposição ou evento cultural, será realizado um ensaio aberto, permitindo que o público tenha uma prévia das atividades. Este ensaio será gratuito e aberto a todos, com prioridade para escolas públicas, ONGs e grupos comunitários, permitindo uma primeira experiência cultural de alto valor. 2. Oficinas Paralelas: Serão organizadas oficinas paralelas relacionadas às temáticas das exposições e eventos culturais, voltadas para diferentes faixas etárias e perfis de público. Essas oficinas serão gratuitas e realizadas tanto presencialmente quanto online, ampliando o alcance para aqueles que não podem se deslocar até o museu. As oficinas online incluirão recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras e legendas. 3. Transmissão pela Internet: Todos os eventos principais, como palestras, debates e apresentações culturais, serão transmitidos ao vivo pela internet, com acesso gratuito. As transmissões serão disponibilizadas em múltiplas plataformas, garantindo uma maior abrangência e acessibilidade. As gravações ficarão disponíveis posteriormente para consulta, permitindo que o conteúdo seja acessível a um público ainda maior. 4. Programas de Visitação Escolar e Comunitária: Serão desenvolvidos programas específicos para escolas e comunidades, com visitas guiadas gratuitas, que incluirão transporte para grupos de locais mais distantes ou de comunidades de baixa renda. Estes programas serão planejados em parceria com instituições educacionais e sociais para garantir um impacto educacional e cultural significativo. Todas essas medidas visam garantir que as atividades e produtos culturais do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande sejam acessíveis a um público amplo e diversificado. O museu se compromete a continuar inovando em suas estratégias de democratização do acesso, garantindo que a arte, a ciência e a cultura sejam experimentadas e apreciadas por todos.

Ficha técnica

Historiador, Museólogo e Historiador da Arte | Lucas Olles, formado em História pela PUC-SP, Mestre em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo e Técnico em Museologia pela ETEC, MBA em Gestão de Economia Criativa pela Universidade Belas Arte, profissional com ampla experiência em múltiplas áreas (corporativa, museológica, cultural, teatral e acadêmica); extenso histórico e experiência nas áreas de pesquisa histórica e museológica; captação de recursos e leis de incentivo; gestão e produção cultural e teatral; roteiros e atividades pedagógicas; experiência em coordenação de equipes em simultâneos projetos com prazos e orçamentos variados; consultoria de implantação e gestão museológica e cultural; gestão de políticas públicas culturais. Há mais de 10 anos atua na área de gestão cultural de forma ampla e em múltiplos segmentos como: teatro, exposições, publicações, circo, cinema, shows, mídias e projetos sociais e esportivos. Realiza projetos em conjunto com órgãos públicos e privados de diversos portes. Também tem histórico de atuação em instituições museológicas e de salvaguarda de patrimônio como: Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, Museu Antropológico do Vale do Paraíba e outros; além de exposições temáticas de grande porte como “Roberto Carlos: 50 anos de Carreira”, “Água”, “Roma” e outras; e centros culturais como Itaú Cultural, Caixa Cultural, CCBB, Farol Santander, SESC e FIESP. Tem em seu currículo acadêmico mais de 50 visitas técnicas em museus na América Latina, EUA e Europa. Curadoria | Karina Israel, com mais de 20 anos de atuação profissional, Karina Israel é uma das pioneiras no desenvolvimento de negócios de interatividade no Brasil. Começou sua carreira nos anos 90, na MediaLab, e dirigiu a produção da Ogilvy Interactive em São Paulo, antes de sua ida à Europa para um mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade na Universidade de Salamanca. Em Portugal, a executiva criou a divisão de Brand Experience da YDreams, pioneira no movimento de Phygital no mundo, liderou as primeiras atividades interativas em tempo real em dispositivos móveis, outdoor e lojas conceito, exposições interativas e museus imersivos do Ocidente. Em 2006, cursou Pós-graduação em Gestão de Empresas, da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, retornou ao Brasil para assumir a direção executiva da YDreams Brasil. Em 2012, concluiu uma Pós-graduação na USP, em Cultura, Mídia e Informação. Já assinou a curadoria de mostras interativas de grande sucesso de público de mídia como Senna Emotion, Niemeyer Vida e Obra, Niemeyer Sensorial, Niemeyer em Curvas e recentemente Paisagens de Van Gogh e Tarsila para Crianças. Atualmente dirige a operação da YDreams Global no Brasil. Pesquisa | Ceci Amorim, possui 15 anos de experiência em diversos segmentos de comunicação, passando por jornais, revistas, editoras e estúdios de design. Trabalhou três anos no Projeto Guri, como produtora, e há nove anos se dedica a projetos de inovação, tecnologia e design na YDreams Global. Formada em Jornalismo (Universidade São Judas Tadeu - 2006) e Design Editorial (Faculdades Integradas Rio Branco - 2009), com pós-graduação em Direção de Arte em Comunicação (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo - 2014), com Especializações em: História da Arte: a Arte como Expressão Social da Renascença à Modernidade (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2013), Transformational Design Thinking (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2016), Trade Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing - 2018), Marketing Digital e Digital Account Manager (São Paulo Digital School - 2019). Diretora de Produção | Simone Freitas, formada em Gestão em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, com mais de 17 anos em Gestão de Eventos, com destaque em produção executiva, pré-produção e produção in loco. Minha experiência envolve desde projetos simples como ativações de marcas até grandes acontecimentos como o Réveillon na Paulista com público superior a 2 milhões de pessoas e uma equipe com mais de 400 profissionais. Ao longo de minha carreira, construí uma vasta rede de contatos com prestadores de serviços das mais diversas áreas e fornecedores categorizados por nível de excelência em entrega, tendo atuado nas Empresas: Playcorp Produção de Eventos, Diverti Eventos e atualmente na YDreams Global. Produtora Executiva | Danielle Picolo, formada em Produção Cultural pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), tem experiência com produção de exposições de temáticas variadas com suportes tecnológicos, imersivos e interativos. É a responsável pelo gerenciamento e produção do projeto Senna do Brasil - Arte Urbana e Turismo Cultural (Pronac 201020) pela YDreams. Atua também na área de treinamentos e de gestão de bilheterias online e suporte à venda presencial. Diretor de Criação | Daniel da Rocha Brum, Diretor de Criação, arquiteto e Urbanista, UFRGS, 1995. Cria, dirige e desenvolve projetos de design para os meios físicos (cenografia, exposições) e digitais (games, aplicativos, websites). Um dos pioneiros na indústria digital no Brasil, atendeu as agências de comunicação Africa, DM9DDB, McCann-Erickson, Leo Burnett, Salles D´Arcy, DPZ, entre outras. Conquistou o 1o. Cyberlion brasileiro em Cannes/1998 (em parceria com a DM9DDB), além de prêmios nos Festivais de Londres e NY. Atendeu Brahma, Natura, Nivea, Pão de Açúcar, Sadia, Samsung, TV Globo, Toyota, Vivo, Correios, Lucky Strike, Nike, Paralamas do Sucesso, BankBoston, HSBC e Itaú. Desde fevereiro de 2019 atua como Diretor de Criação da Ydreams Global. Suporte de TI | Luiz Claudio Balbone Marques, bacharel em administração de empresas, técnica de eletrônica, 30 anos na empresa Hewlett Packard atuando em diversas áreas e por último em Gerente de finanças em vendas. UX Designer | Rodrigo Panassolo, formado em Engenharia Mecatrônica, empreendedor na área de tecnologia, musico e produtor musical, Rodrigo Panassolo trabalha com desenvolvimento de diversos projetos multidisciplinares. Com a olhar criativo e experiência de 15 anos no mundo das artes, é um profissional que busca sempre a inovação, criando soluções impactantes em vários segmentos da indústria. Gestor de Conteúdo | Raphael de Oliveira Homem é formado em Comunicação Social - Jornalismo e Letras - Português/Literaturas e tem vasta experiência em produção e gestão de conteúdo em diversas plataformas, tanto digitais quanto analógicas. Participa do carnaval do Rio de Janeiro como enredista em diferentes escolas de samba. Foi coordenador de comunicação no Programa Caminho Melhor Jovem, financiado pelo BID. Na YDreams, participou da elaboração e gestão de conteúdo de diversos projetos, como "Praça e Naves do Conhecimento"; "Décadas e Descobertas", no Centro Cultural da Light; "Eu, Ayrton Senna da Silva“, dentre outros. Designer | Levi Cintra, é ilustrador, artista plástico e designer gráfico. Formado em Design Gráfico (Universidade Estácio de Sá), possui mais de 10 anos de atuação na área, com experiências sólidas em publicidade, marketing, figurino, ilustração, edição de livros, artes plásticas (Carnavalesco) e coordenação de eventos (Pós-graduado em Produção Cultural de Eventos pela Faculdade Candido Mendes). Na área de Carnaval possui experiência como julgador de Desfile das Escolas de Samba nas Cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória-ES, além de ter sido convidado pela The New Carnival Company (Londres) para realizar projeto de acessibilidade no carnaval de 2018 em Isle of Wight. Atualmente é coordenador dos projetos gráficos e programação visual do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, Prêmio Plumas & Paetês Cultural e Designer da empresa Ydreams Brasil. Arquiteta | Fernanda Coutinho Troncoso - Arquiteta, design e Cenógrafa - Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), especializada em Acompanhamento de Obras e Montagens (EPA), e Mestrado na área de Cenografia, Espaços expositivos e Eventos pelo Instituto Europeu de Design (IED), Madrid. Experiência de mais de 12 anos, iniciada na construção civil, atuou por muito tempo na área de design de interiores, e sempre envolvida em projetos criativos e conceituais, trabalhou como design para espaços de evento/festas, e experiências imersivas, se dedicando cada vez mais a especialidade expográfica e cenográfica. Passou de cerca de 2 anos junto a equipe de produção cenográfica da DIAGONAL TV emissora/produtora Espanhola, antes de retornar ao Brasil em 2019. Atualmente compõe a equipe YDreams Global e atua como arquiteta criativa e técnica, desenvolvendo projetos expositivos, viabilidade espacial para implantação de montagens, e dando vida a novas experiências através da inovação dos espaços, mergulhando no segmento que torna a arquitetura ainda mais interativa. Arquiteta | Virginia C. Fantinel Dias, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou sua carreira com o desenvolvimento de projetos, acompanhamento de obras/montagens, compras e logística para o setor corporativo e hotéis da Rede Accor, Hilton Morumbi, Wyndham, entre outros. Trabalhou na nacionalização e coordenação de projetos para o Parque Kidzania no Shopping Eldorado/SP e no desenvolvimento de projetos e padronização das franquias da rede Escape 60. Se aperfeiçoou na área de cenografia, executando projetos tanto no setor de varejo (Havaianas, FINI, Ambev, Loungerie, Fast Shop), quanto de eventos (Bradesco, Jeep, Raizen, Avon). Na YDreams tem participado de projetos de exposições de arte que envolvem interatividade e imersão; além do planejamento e implantação arquitetônica de museus e centros culturais. Diretora de Arte | Patrícia Machado Fernandes, apaixonada pelo design e pelas suas possibilidades, tem graduação e mestrado em Design pela PUC-Rio. Dedica-se a direção de arte e coordenação de projetos em design nas áreas de cultura e entretenimento há mais de 30 anos, com trabalho publicado no livro Strong Marks – International Selection. Sua carreia na criação teve início no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro onde, por 4 anos, desenvolveu material para exposições como Krajberg, Lasar Segall, Luiz Aquila, Claudio Tozzi, Margareth Mee e Rio92, entre outras. Sua experiência profissional passa pelo mundo corporativo, por agências e pelo empreendedorismo com criações para Shell Brasil, Souza Cruz, Xerox, Giovanni+FCB, Generali e Paramount Pictures; atuando como diretora de arte da revista Veredas e produtora de arte da exposição permanente Galeria De Valores do CCBB Rio de Janeiro e coordenando os departamentos de arte das gravadoras EMI Music e Universal Music. Criou o design do espetáculo imersivo online Hell Center e do evento online Festival Estar Bem. Em Produção de Arte para TV, participou de diversos projetos na Rede Globo, Rede Record, Multishow e TV Shoptime. Desde maio de 2021 atua como Diretora de Arte da YDreams Global. Artista 3D e Arquiteto | Lucas Ruas Amado, formado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Católica de Santos, fala e compreende ingles e português. Dedica-se a produção de maquetes eletronicas e projetos de arquitetura e execução de obras há mais de 16 anos. Participou de projetos e acompanhamento de obras ainda como estagiário na PRODESAN, desenvolvendo projetos em conjunto com a prefeitura de Santos, também realizou diversas maquetes eletrônicas para empreendimentos realizados por incorporadoras e arquitetos na cidade de Santos e região. Integrante da Equipe de Criação da YDreams Global desde 2020, produz maquetes eletrônicas e desenvolve projetos diversos com destaque para O Jardim das Maravilhas de Miró, Paisagens Impressionistas de Monet, Eu, Ayrton Senna da Silva, Flores de Van Gogh, Play-Doh Universo da Imaginação, PJ Masks Heróis de Pijama e Uma Aventura no Espaço e tantos outros. Gerente de Projetos | Eduardo Santana Ortega, gerente de Projetos Sr. Formado em Engenheiro Eletrônica com MBA em Gerenciamento de Projetos e Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. Certificado como Gerente de Projeto Profissional pelo PMI (Project Management Institute). Atua na implantação e operação de Escritório de Gerenciamento de Projeto (PMO) para organização, padronização e administração de projetos e portfólio de projetos. Desde 2003 vem atuando em gerenciamento de projetos e administração de contratos. Foi sócio diretor de empresa de Telecomunicações, prestou serviços de PMO para a Petrobras ao longo de 7 anos vinculado a empresa Accenture do Brasil e gerenciou múltiplos contratos em diferentes áreas para o setor de Petróleo e Gás pela L.A. Falcão Bauer Centro de Controle Tecnológico e Qualidade. Gerente de Projetos | Claudionor Rafael Zuccheratto de Mesquita, cursando Analise e Desenvolvimento de Sistemas, trabalha no ramo de téclogia desde 2011, iniciando como Cordenador de TI na empresa Future Robot, produzindo Eventos Corporativos, Direção Técnica e Executiva, entregando eventos e festivais como: Rock In Rio, Tomorrowland, Lollapalooza, Rock Brasil, APAS, ABRAS, Salão do Automovel, F1, BGS (Brasil Game Show), CCXP, dentre outros. Amplo conhecimento em totens e soluções interativas para eventos e projetos, conhecimento em Mapping, Morou em Portugal de 2018 à 2019, onde desfrutou de experiencias na área de gastronomia, de 2020 a 2022 teve uma Produtora de conteúdos Audio Visual em Fortaleza-CE, hoje exerce função de Gerente de Projetos Na Ydreams Global até o momento. Gerente de Projetos | Leonardo Nichols Magalhães, formado em publicidade e propaganda pela PUC-Rio (2007), estudou gestão de eventos na Ege em Lisboa (Portugal) e iniciou Gestão Empresarial na FGV (2020). Desde o início de sua carreira profissional trabalhou com eventos, no início em eventos escolares, principalmente festas e depois passou para eventos corporativos, em destaque estão o lançamento da Blackberry com a Tim no nordeste brasileiro, uma turnê do Cirque du Solei, Eventos de treinamento para os novos gerentes do Banco do Brasil (Brasilacap), assim como o Trabalho para o Rock in rio Brasil, e também as edições de Portugal e Espanha em 2011. Outro grande marco foi ter tido a chance de ser integrante do quadro de funcionários da Olimpíada e Paraolimpíadas no Brasil em 2016. Passei pelas empresas, Be interactive, COB, Actio, Infra e Ydreams. Analista de mídias sociais | Andrea Riveros, analista de mídias sociais: Cursa o primeiro semestre de Publicidade e Propaganda na Universidade São Judas Tadeu. Tem experiência com gestão de redes sociais e atua na área de comunicação, criando, planejando, organizando e analisando conteúdos, com o objetivo de atrair novos seguidores para as páginas da empresa e converter em vendas. Auxilia no relacionamento com o cliente e desenvolve estratégias de marketing para exposições e eventos imersivos de variados temas que acontecem em todas as regiões do Brasil.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.