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O Plano Anual de Atividades 2025: Museu das Culturas Indígenas e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuire, proposto pela Organização Ssocial de Cultura ACAM Portinari implantará projetos de desenvolvimento e manutenção dos museus públicos estaduais: Museu das Culturas Indígenas, Museu Índia Vanuíre, Museu Casa de Portinari e Museu Felícia Leirner, que consistirão em:1 - Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais);2 - Oficinas de Educação Patrimonial e Culturas Indígenas _ uma construção dialógica;3 - Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas;4 - Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas;5 _ Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas;6 - Aquisição de Equipamento de Audiovisual para Programação, Registro e Manutenção de Acervo Museológico;7 -Preservação Cultural: Estruturação da Reserva Técnica do MCI;8 - Contrapartida Social: Cursos de Elaboração de Projetos para Estudantes e Professores de Artes e Cultura.Palestras e Feira de Economia Criativa para Artistas e Artesãos Indígenas - Humanidades - Ações de formação e capacitação em gestão empreendedora
Seguem as sinopses, conforme produto cultural do Plano Anual de Atividades 2025 - MCI/MIV: 1. Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais) – Museus e Memórias – Espaços Museais: a atividade de regularidade mensal deverá compor a programação cultural do MCI, oferecendo à população apresentações de grupos de cantos tradicionais indígenas; 2. Oficinas de Educação Patrimonial e Culturas Indígenas: uma construção dialógica - Patrimônio Cultural – Oficinas envolverão diretamente as comunidades índigenas por meio de trocas interculturais que promovam o reconhecimento e valorização dos bens culturais e das pessoas que formam o patrimônio cultural do território. As atividades contemplam processos educativos formais e não formais com foco no patrimônio cultural, apropriado socialmente como recurso para a compreensão sócio-histórica das referências culturais em todas as suas manifestações, a fim de colaborar para o fortalecimento identitário. 3. Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas – Patrimônio Cultural – Ações Educativas Culturais (Manutenção do Museu): Seminários mensais de formação patrimonial dos conselheiros indígenas do Museu das Culturas Indígenas, que aprofundam temas que tratam da museologia social, preservação de memórias, constituição de acervos e preparam as ações extramuros do MCI. Temas: 4.1.1 São Paulo é Terra Indígena 4.1.2 Patrimônio, Legislação Patrimonial e Direitos Conexos 4.2 Eestado e Direitos 4.3.1 História, Estruturas, Experiências Museais 4.3.2 Museus e Territórios 4.4 Legislação Patrimonial e Direitos Conexos 4.5 Educação Patrimonial e Inventários Participativos 4.6 Educação e Museus 4.7 Documentação, Gestão de Acervos 4.8 Arte Indígena, curadoria e expografia 4.9 Construção de narrativas e produção de materiais educativos 4.10 Redes e estratégias de Comunicação 4.11 Plano Museológico: Introdução ao tema 4.12 Construção de um Plano Museológico em diálogo com comunidades indígenas; 4. Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas propõe oficinas de formação audiovisual conduzidas por cineastas indígenas para jovens dos territórios indígenas no Estado de São Paulo. Por meio das oficinas, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) desenvolverá ações de integração entre suas equipes e os territórios, promovendo a valorização e a produção de narrativas sobre os diversos patrimônios culturais das comunidades envolvidas e fomentando a circulação. 5. Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas prevê o desenvolvimento de um conjunto de ações formativas ao longo de 12 meses direcionadas a membros do Conselho Aty Mirim, corpo técnico do museu e convidados, incluindo três eventos abertos ao público de um modo geral, sendo a conferência de abertura do ciclo de aulas com o título “São Paulo é terra indígena”, uma aula específica ao final do primeiro semestre com a temática “Museologia indígena, sustentabilidade e bem-viver” e a cerimônia de encerramento e apresentação de uma versão atualizada do Plano Museológico. 6. Aquisição de Equipamento de Audiovisual para Programação, Registro e Manutenção de Acervo Museológico – Não se aplica 7. Preservação Cultural - Estruturação da Reserva Técnica do MCI. O MCI vai funcionar em uma nova sede a partir de 2025, onde será possível estruturar uma Reserva Técnica, contendo sala de processamento técnico de acervos, sala de guarda temporária, sala de salvaguarda e um corredor visitável. Também está prevista para 2025 a chegada de uma coleção com mais de 100 artefatos indígenas doada pelo Museu Xingu (Casa Amarela), surgindo a necessidade de estruturação da RT. Com os recursos do projeto, serão adquiridos mobiliários funcionais, estantes e demais equipamentos para controle de umidade do ar, luz e temperatura. 8. Contrapartida Social: Cursos de Elaboração de Projetos para Estudantes e Professores de Artes e Cultura - Humanidades – Ações de Formação e capacitação de treinamento pessoal: curso de capacitação voltado à elaboração de projetos de fomento à cultura e economia criativa, aplicando design thinking, com previsão de duração de 3 encontros (dois encontros noturnos (de 2:30 cada), com no mínimo um dia de interstício para desenvolvimento de atividades extraclasse, e um encontro final de imersão no sábado (5:00), somando 10 horas, o que resulta em um laboratório prático em que cada grupo de aluno/professor de artes ou cultura sai com seu escopo de proposta personalizada desenhada. Temas: Aula 1 A. Fomento e Financiamento Cultural (1:30h) - aula expositiva e videografia; B. O que é um projeto Cultural? (1:00h) - dinâmica de integração de grupo, aula expositiva e videografia; Aula 2 C. Como elaborar seu projeto Cultural: Escopo, Cronograma e Planilha (2:00h) - aula expositiva e sessões de design thinking: Mapa de Empatia e Ideação; D. Orientações da Atividade Extra-Classe: Requisitos da montagem do escopo inicial (0:30h); Aula 3 C. Leitura de um Edital e Apresentação dos Sistemas de Inscrição (1:30h) - leitura comentada e atividade prática nos sistemas de cadastro de projetos; D. Laboratório Aplicado de montagem de projeto (3:30h) - sessões de design thinking para ideação e prototipação de projeto cultural.
OBJETIVO GERAIS: O Plano Anual de Atividades 2025: Museu das Culturas Indígenas e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuire tem como objetivo geral a qualificação de atividades culturais dos equipamentos culturais geridos pela ACAM Portinari, que faz a gestão dos Museus Públicos Casa de Portinari, Índia Vanuíre, Felícia Leirner e Museu das Culturas Indígenas. Esses museus estaduais, com acervos de arte, história, etnologia e preservação do patrimônio imaterial indígena, estão sediados no interior do estado de São Paulo e na Capital do estado, respectivamente em Brodowski, Tupã, Campos do Jordão e São Paulo, e estão sob a gestão da ACAM Portinari por meio de contrato de gestão com a Secretaria da Cultura e Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Estão previstos no Plano Anual de 2025 um programa com propostas de ações e atividades não contempladas no Plano de Trabalho 2025 pactuado com a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, instituição mantenedora dos quatro museus. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são a implementação dos seguintes projetos: 1 - Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais); 2 - Oficinas de Educação Patrimonial e Culturas Indígenas _ uma construção dialógica; 3 - Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas; 4 - Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas; 5 _ Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas; 6 _ Aquisição de Equipamento de Audiovisual para Programação, Registro e Manutenção de Acervo Museológico; 7 _ Estruturação da Reserva Técnica do MCI; 8 - Contrapartida Social: Cursos de Elaboração de Projetos para Estudantes e Professores de Artes e Cultura.
Cabe destacar que a ACAM Portinari - Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari, Organização Social de Cultura, localizada no interior do estado de São Paulo, na cidade de Brodowski, tem como objetivo estatutário colaborar com o desenvolvimento de museus no estado de São Paulo. Por esse objetivo, concorreu para a tarefa de gerir museus estaduais através de contrato de gestão com a Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, que envolve atender premissas de conservação, pesquisa e difusão de acervos respeitando princípios de economicidade, transparência, qualidade técnica, responsabilidade socioambiental e com o desenvolvimento humano. Como resultado, desde 2009 os museus Casa de Portinari, Índia Vanuíre e Felícia Leirner têm a gestão realizada pela ACAM Portinari sob contrato com a Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, sendo que por meio de um aditamento no CG em 2021, o Museu das Culturas Indígenas passa a integrar o portfólio da entidade. Os recursos para ações museológicas estruturantes são providos pelo Contrato de Gestão com o Governo do Estado de São Paulo. Porém, há ações condicionadas à captação de recursos, que fogem ao constructo do CG e são incrementais para os demais projetos de desenvolvimento e ações continuadas de preservação, pesquisa e difusão das coleções e de atendimento de público com qualidade são buscados diretamente por essa Associação e, para tanto, busca patrocínios junto à sociedade para manter suas ações de apoio como um dos meios para que esses museus atendam suas missões institucionais. Atendendo ao Previsto na Lei 8313/91, Art. 1º IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Fomentar o relevante fazer artístico e técnico nos museus, tanto como forma de expressão dos visitantes quanto como instrumento de observação, percepção e apreciação das obras de arte (do acervo do Museu Casa de Portinari) e de objetos históricos e etnológicos (do acervo do Museu Índia Vanuíre) e do Patrimônio Imaterial (do Museu das Culturas Indígenas), ações pelas quais serão atendidos os incisos III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Ficha técnica do Projeto Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas 1. Angélica Policeno Fabbri – Diretora Executiva da Proponente Museóloga com MBA em Gestão de Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, especialização em arte educação e museus pela ECA/USP e graduação em Letras. Dirigente, de 1984 a 2008, do Museu Casa de Portinari em Brodowski, SP. Desde 2009, é diretora executiva e responsável pelas atividades museológicas da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari, que atua na gestão de museus e em atividades culturais e de preservação patrimonial. 2. Davidson Panis Kaseker – Coordenador geral Mestre em Museologia pela Universidade de São Paulo (PPGMUS-USP). Graduado em Letras pela USP (1983). Possui especialização em Administração de Empresas pela FAAP - Faculdades Armando Álvares Penteado (2000), em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (ES)/Itaú Cultural em Gestão Estratégica da Sustentabilidade pela FIA - Fundação Instituto de Administração. Foi secretário municipal da Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Itapeva no período de 2007-2012 e membro suplente do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), no período 2019-2020e membro titular desde 2023. De 2013 a 2021, foi diretor do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP). Desde 01/02/2022, assume a gerência do Museu das Culturas Indígenas, gerido pela ACAM Portinari/Secretaria da Cultura e Economia e Indústria Criativas de São Paulo. 3. Ana Carolina Estrela da Costa – Coordenação Pedagógica Antropóloga e documentarista, atualmente é supervisora de Formação e Educativo no Museu das Culturas Indígenas. É doutora em Antropologia Social pela USP e mestre em Antropologia Social pela UFMG, na linha de pesquisa em Antropologia da Imagem e do Som. Desde 2009, trabalha na formação de cineastas indígenas e na elaboração e edição audiovisual em aldeias indígenas, realizando diversas oficinas em projetos da UFMG, Museu do Índio/Funai, INCTI-Inclusão, e Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Etnomusicologia e produção de filmes etnográficos. É fundadora da Rede CineFlecha e co-fundadora do Pẽnãhã - Coletivo de Cinema Maxakali / Tikmũ ́ũn. Foi produtora e curadora das mostras I Mostra CineFlecha, Mostra Tikmũ´ũn de Cinema, ambas realizadas em 2020 com apoio do PROAC, além das Mostras Jean Rouch e Divino Tserewahú do Festival do Filme Etnográfico do Pará, entre 2020 e 2023. 4. Carlos Papá – Coordenação pedagógica Carlos Papá Mirim Poty é guarani mbya, morador da aldeia do Rio Silveira. Trabalha há mais de 20 anos com audiovisual, focando-se em documentários, filmes e oficinas culturais para os jovens. Também atua como líder espiritual em sua comunidade, é representante da comissão guarani Yvyrupa, fundador e conselheiro do Instituto Maracá e membro do Conselho Indígena Aty Mirim do Museu das Culturas Indígenas. São inúmeros os projetos e eventos dos quais participou e para os quais. 5. Alberto Álvares Guarani – Professor Alberto Alvares é cineasta indígena da etnia Guarani Nhandewa, nascido na aldeia de Porto Lindo, Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. É também ator, professor e tradutor de Guarani. Atualmente mora no interior do Estado do Rio de Janeiro desde 2010, período em que começou a se dedicar ao audiovisual como realizador e formador. Graduado em licenciatura intercultural para educadores indígenas pela Faculdade de Educação de Minas Gerais (UFMG), foi professor de audiovisual na formação de cineastas indígenas em Biguaçu (SC), em Paranhos (MS), no projeto da série de tevê Amanajé, o mensageiro do futuro e no projeto Inventar com a Diferença, da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, no Rio de Janeiro. 6. Michele Perito Kaiowá – Professora Formada em direção pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, Michele Perito Kaiowá pertence ao povo Guarani Kaiowá. É professora na Escola Municipal Indígena Pai Chiquito (Panambizinho, MS) e participa da Ascuri (Associação Cultural dos Realizadores Indígenas). Formada em 2008 por jovens realizadores/produtores culturais Guarani, Kaiowá e Terena, a Ascuri busca, por meio de novas tecnologias de comunicação, criar estratégias de resistência para os povos indígenas do Mato Grosso do Sul (MS), fortalecer a luta pelo território tradicional e pela democracia midiática. Participou do projeto Nhemongueta Kunhã Mbaraete, trocas de vídeo-cartas com Graci Guarani, Michele Kaiowá e Patrícia Ferreira, comissionada pelo Instituto Moreira Salles durante a pandemia de Covid-19. 7. Leandro Pires Gonçalves – Coordenador de Comunicação
1. Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais) – Museus e Memórias – Espaços Museais. Do Mês 01 ao Mês 12, contemplando uma apresentação cultural de um grupo de Comunidade Indígena (coral, dança e música), com duração de até 30 minutos e roda de conversa de mais 1:00 hora, para um público de até 80 pessoas em cada espetáculo. Todas as apresentações de Cantos Indígenas serão gravadas pela equipe técnica do Núcleo de Comunicação do Museu das Culturas Indígenas, e as apresentações serão disponibilizadas no canal do YouTube do Museu das Culturas Indígenas, para ampliação de acesso de público e difusão das Culturas Indígenas. A curadoria dará preferência para o intercâmbio cultural promovendo que os grupos culturais se apresentem em regiões distintas de suas respectivas origens. 2. Oficinas de Educação Patrimonial e Culturas Indígenas: uma construção dialógica - Ações Educativas Culturais: propõe a realização da circulação de 3 oficinas sequenciais de formação patrimonial, com suporte de conteúdo audiovisual de temática indígena, em 6 territórios indígenas do estado de SP, totalizando 18 oficinas, para até 240 pessoas indígenas, com suporte de conteúdo audiovisual de temática indígena, em 6 territórios indígenas do estado de SP, sendo na Capital de São Paulo 2 aldeias urbanas e quatro em TIs: Avaí, Registro, Peruíbe e Ubatuba, totalizando 18 oficinas. O projeto contará com 7 pesquisadores-articuladores locais indígenas, contratados por 3 meses, 2 professores fixos do projeto e 14 professores indígenas locais, contratados para as oficinas, por 2 semanas. 3. Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas – Patrimônio Cultural – Ações Educativas Culturais (Manutenção do Museu): O projeto Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas, com duração de 13 meses, cujo proponente é o Instituto Maracá, pretende desenvolver um conjunto de ações formativas direcionadas a membros do Conselho Aty Mirim, funcionários do museu e convidados, incluindo três eventos abertos ao público de um modo geral, sendo a conferência de abertura do ciclo de aulas com o título “São Paulo é terra indígena”, uma aula específica ao final do primeiro semestre com a temática “Museologia indígena, sustentabilidade e bem-viver” e a cerimônia de encerramento e apresentação de uma versão atualizada do Plano Museológico. A proposta pedagógica parte da premissa de que os diálogos interculturais e transdisciplinares devem pautar todas as atividades previstas (aulas, rodas de conversa, sessões de trabalho dos GTs, assembleia) e, dessa forma, assegurar a representatividade do texto final, seguindo nessa perspectiva os parâmetros políticos e conceituais que estruturam o MCI, pautados pelos princípios da participação, da colaboração e do protagonismo de povos e movimentos indígenas em todas as etapas do processo museológico. O projeto tem como público-alvo representantes e lideranças dos povos indígenas do estado de São Paulo, em especial aqueles que compõem o Conselho Aty Mirim, e/ou gerem museus e centros culturais em suas comunidades; e as equipes indígena e não indígena do Museu das Culturas Indígenas e do Instituto Maracá. A metodologia proposta é composta por um ciclo de 7 (sete) encontros presenciais, dividido entre 12 aulas expositivas, sendo 2 delas abertas ao público, e 12 sessões de trabalho que terão como resultado a revisão do Plano Museológico do Museu das Culturas Indígenas. Nas sessões expositivas, o foco está na apresentação dos conceitos teóricos, fundamentos e diretrizes que servirão de base para o desenvolvimento das atividades subsequentes. Para essas sessões serão convidados palestrantes com trajetórias notórias nos temas, podendo eles se repetirem em mais de um encontro, a depender do tema de cada aula e do assunto de domínio do(a) palestrante. Já as sessões de trabalho serão voltadas à aplicação prática, promovendo exercícios de aplicação e estudos de caso facilitando a consolidação do conhecimento e sua aplicação nos planos Educativo, de Comunicação, na Política de Acervos e, por fim, no Plano Museológico do MCI. Para garantir a participação dos representantes e lideranças dos povos indígenas de 5 regiões do estado de São Paulo (capital e região metropolitana (RM), Vale do Ribeira, litoral norte, litoral sul e oeste e sudoeste paulista) que compõem o Conselho Aty Mirim será necessário custear transporte e alimentação e, exceto no caso dos territórios na capital e na região metropolitana, diárias e hospedagem. O número de participantes de acordo com a região e o território de origem estão descritos na tabela a seguir: RMSP: Terra Indígena (TI) Jaraguá, TI Tenondé Porã, Reserva Indígena Filho Desta Terra, Comunidade Pankararu do Real Parque (13 pessoas); Vale do Ribeira: Tekoa Takuari, Aldeia Itapuã, Aldeia Itapu Mirim (4 pessoas); Litoral Norte: Tekoa Rio Silveira, Aldeia Rio Bonito , TI Renascer (4 pessoas), Litoral Sul: Aldeia Bananal , Aldeia Tapirema, Tekoa Nhanderu Pó, Aldeia Nhamandu Oua (4 pessoas); Oeste e Sudoeste Paulista: TI Vanuíre, Aldeia Tereguá, Aldeia Ekeruá, Aldeia Kopenoti, Aldeia Nimuendaju, TI Icatu (11 pessoas). 4. Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas propõe oficinas de formação audiovisual conduzidas por cineastas indígenas para jovens dos territórios indígenas no Estado de São Paulo. Por meio das oficinas, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) desenvolverá ações de integração entre suas equipes e os territórios, promovendo a valorização e a produção de narrativas sobre os diversos patrimônios culturais das comunidades envolvidas e fomentando a circulação. A oficina, com duração de 15 (quinze) dias, ocorrerá numa aldeia Guarani Mbya, na Terra Indígena do Jaraguá, no município de São Paulo, contando com uma fase de excursão da equipe para atividades práticas em aldeias indígenas no Vale do Ribeira. A atividade se constitui por aulas teóricas e práticas, gerando processos de ativação, compartilhamento e registro de saberes tradicionais, memórias e narrativas em âmbito comunitário. Os produtos finais serão os vídeos produzidos na própria oficina, que serão exibidos para as comunidades e lançados ao final do projeto para um público mais amplo, no museu e através das redes sociais. As Comunidades Indígenas que integram e receberão o projeto em seus territórios são atuantes permanentemente no MCI, através do Conselho Aty Mirim, conselho indígena que atua ativamente na gestão compartilhada com Museu das Culturas Indígenas, em parceria com o Instituto Maracá. 5. Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas O projeto Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas visa promover a comercialização dos produtos de artes manuais indígenas, com base nos princípios do comércio justo, além de fortalecer a cadeia produtiva do artesanato por meio da troca de saberes e fazeres no que diz respeito às técnicas artesanais, estimulado os artistas indígenas a continuarem a desenvolver suas habilidades e a transmitir os conhecimentos ancestrais de modo a contribuir para a preservação da herança cultural das comunidades envolvidas. Como um dos objetivos específicos, o projeto visa oferecer formação e qualificação de artesãos e artesãs indígenas, potencializando o desenvolvimento e a apropriação de habilidades gerenciais da cadeia produtiva, como cálculo de preço, técnicas de venda, produção de feiras e eventos, e de forma mais abrangente a comercialização, exportação, embalagem, design, associativismo, cooperativismo, empreendedorismo, marketing etc. Com base nestes objetivos gerais e específicos, o projeto Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas compreende a realização de dois produtos: 01 - Feira de Artes Manuais e Artesanato Indígena a ser sediada mensalmente pelo MCI de abril a dezembro de 2025, com a participação de 10 (dez) artesãos e artesãs pré selecionados em cada edição, beneficiando diretamente ao todo 90 artesãos. 02 – Nove seminários sobre Bioeconomia Criativa e Sustentável Indígena, incluindo troca de saberes e fazeres com participação de mestres artesãos, especialistas em economia criativa e vídeos instrutivos envolvendo os artesãos participantes da Feira de Artes Manuais e Artesanato Indígena e o público espontâneo do museu de um modo geral. 6. Aquisição de Equipamento de Audiovisual para Programação, Registro e Manutenção de Acervo Museológico Aquisição de equipamentos para preservação e manutenção de acervos Notebook gamer Alienware R7 Notebook: para tratamento e edições de imagens em ações de salvaguarda local extramuro e transmissões ao vivo das TI; iMac 24' m1, 16 GB de RAM, 1 tera Edição de fotos, vídeo e áudio - Edição de fotos, vídeo e áudio CPR; Mac Pro m2 512 GB, 13' Edição de fotos, vídeo e áudio. Edição de fotos, vídeo e áudio - Comunicação; Mesa digitalizadora Huion Kanvas 22 plus para produção de design Câmera Canon T8i Excelente captura de imagem e possibilidade de vídeo. WI-FI Câmera Canon R7 Excelente captura de imagem e possibilidade de vídeo. WI-FI Filmadora Canon Xa15 full HD Equipamento para captação de vídeo Bateria Bp-820 Para Canon Hf-10 Hf-g20 Hf-m30 Xa75 maior capacidade de carga Controle câmera NEO ID controle câmera robô Câmera robô para transmissão NEOiD PTS NDI 30X Para transmissão ao vivo Fone de ouvido Arcano ARC-SHP80 Overear Para utilização nas edições Cartão de memória classe 10 64 GB (170 Mbps) Para câmera KIT BOOM MICROFONE YOGA HT-81 para captação de áudio Mesa de som Behringer Misturador Xenyx QX1204USB com USB e efeitos Para mixagem de som Microfone Condensador USB Blue Yeti Nano com Captação Cardióide e Omnidirecional, Conexão Plug and Play Gravação e Streaming em PC e Mac Para captação de áudio em estúdio Microfone Lapela Duplo Sem Fio Boya By-wm4 Pro K4 Lightning para celular Para captação de áudio em campo Microfone Sem Fio Lapela Quadruplo Ksr Pro Para captação de áudio KIT 2X BATERIAS E CARREGADOR NP-F960 / F970 PARA SONY, MONITORES E ILUMINADORES DE LED+tripé Iluminação Kit Iluminação Estúdio Softbox + Girafa + 2 Bocal Quadruplo Iluminação Placa de captura de vídeo Atem Mini pro Para melhor transmissão ao vivo Bolsa Canon Gadget Bag 300DG Para Câmera Canon Para melhor transportar e armazenar o equipamento Flash Speedlite Canon 430EX III-rt Para aprimorar as capturas fotográficas Tripé para câmeras DSLR Para câmera Tripé para câmeras de vídeo profissional Para câmera Hub Mac Pro M2 para Mac M2Case de silicone para Mac Pro M2 Para melhor transportar e armazenar o equipamento Estabilizador para celular DJI Om 4 Para melhor captação de imagem em campo HD Externo Portátil Toshiba Canvio Basics 2TB Preto USB 3.0 Para melhor armazenamento e organização de arquivos HP Laserjet Pro M479FDW Impressão e scanner de fotos, documentos Bateria Canon LP-E6NH (7.2V, 2130mAh para câmeras Canon EOS compatíveis).Base para notebook Pichau com dois ventiladores Melhor ergonomia e resfriamento dos equipamentos Bateria LP-E17 para Canon T8i Otimização do carregamento Seminários de Formação Patrimonial do Conselho Indígena Aty Mirim – Patrimônio Cultural – Ações Educativas Culturais (Manutenção do Museu). 7. Preservação Cultural - Estruturação da Reserva Técnica do MCI. Para a sala de RT, aquisição de 06 estantes em aço tipo estoque, com reforço; 03 plataformas em aço, com reforço e rodízios; 02 mapotecas; 01 Bancada com gaveteiros. Para a vitrine que apresentará a salvaguarda do acervo em RT, 01 vitrine de 10,5x 0,50cm (marcenaria e iluminação). Além destas aquisições, haverá contratação do projeto técnico para a instalação da RT. 8. Contrapartida Social: Cursos de Elaboração de Projetos para Estudantes e Professores de Artes e Cultura Curso de capacitação voltado à elaboração de projetos de fomento à cultura e economia criativa, para 100 Estudantes e Professores de Artes e Cultura, aplicando design thinking, com previsão de duração de 3 encontros, somando 10 horas, o que resulta em um laboratório prático em que o agente cultural sai com seu escopo de proposta personalizada desenhada.
Todos os museus onde serão desenvolvidas as programação estão sediados em edifícios acessíveis. A sede do Museu das Culturas Indígenas, propriamente dita, conta com recursos de acessibilização atitudinal, motora, auditiva, visual e sensorial. As ações da ACAM Portinari que serão realizadas nas sedes dos museus referidos irão se valer das medidas de acessibilidade física, sensorial e cognitiva já implantadas nas edificações, exposições e atividades educativas. Em todos esses museus, existem intervenções físicas e materiais, como rampas para superar degraus, pontos de descanso, cadeiras de rodas, exibições em dimensões adequadas e materiais táteis, além de educadores com treinamento específico que facilitam o livre acesso, permanência e autonomia de idosos, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência, em conformidade com a Lei nº 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. As demais iniciativas preveem legendagem e intérpretes de LIBRAS, quando houver público PCD inscrito, a ser providenciado junto à equipe de apoio dos Museus e demonstrado por meio de relatório executivo.
Os inscritos em todas as ações de formação: cursos, seminários, palestras e oficinas do programa previsto no Plano Anual, fomentadas por recursos incentivados da PRONAC, têm participação gratuita garantida. O Museu Histórico-Pedagógico Índia Vanuíre tem como política a gratuidade integral no ingresso; O Museu das Culturas Indígenas oferece um dia grátis por semana e pratica o preço popular de R$ 15,00 o ingresso inteiro. O Museu das Culturas Indígenas cobra o ingresso popular de: R$15,00, o ingresso integral R$7,50 a meia-entrada nas: terças, quartas, sextas, sábados, domingos e oferece gratuidade às quintas-feiras. Portanto, haverá cobrança de ingresso apenas na atividade prevista no programa: Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais) - Museus e Memórias - Espaços Museais. As medidas adotadas atendem ao art. 28 da IN nº 01/2023, nos incisos: II - ampliar a meia-entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; Conforme previsto na ação: 6.Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais) - Museus e Memórias - Espaços Museais, que amplia meia entrada a todos os ingressos comercializados, para pessoas elegiveis. Também está previsto que os ingressos gratuitos serão oferecidos aos familiares acompanhantes (parentes) dos indigenas que irão se apresentar, e que eventualmente não participam do espetáculo, como é da tradição dos povos indigenas e também para os mebros do Conselho Aty Mirim, que exercem suas atividades como voluntários (buscando convergir as apresentações com as datas de abertura ou encerramento Seminários de Formação Patrimonial do Conselho Indígena Aty Mirin), otimizando assim as despesas de transporte e deslocamento do das aldeias até o Museu e promovendo a integração do Conselho com as diversas etnias e povos. III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência; Conforme previsto na ação: 3. Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas - Ações Educativas Culturais (Manutenção do Museu); 4 - Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas; 5 – Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Conforme previsto nas ações: 2 - Oficinas de Educação Patrimonial e Culturas Indígenas – uma construção dialógica; 3 - Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas; 4 - Saberes Tradicionais e Narrativas Audiovisuais em Territórios Indígenas; 5 – Saberes e Fazeres Artesanais Indígenas; 6 - Aquisição de Equipamento de Audiovisual para Programação, Registro e Manutenção de Acervo Museológico; 7 – Preservação Cultural - Estruturação da Reserva Técnica do MCI; 8 - Contrapartida Social: Cursos de Elaboração de Projetos para Estudantes e Professores de Artes e Cultura.
ACAM PORTINARI Angelica Policeno Fabbri: Responsável pela coordenação geral do Plano Anual de Atividades 2025: Museu das Culturas Indígenas e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre. Museóloga com MBA em Gestão de Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, especialização em arte educação e museus pela ECA/USP e graduação em Letras. Responsável, de 1984 a 2008, pelo Museu Casa de Portinari em Brodowski, SP. Desde 2009, é diretora executiva da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari que atua na gestão de museus e em atividades culturais e de preservação patrimonial. Responsável pelas atividades museológicas dos Museus Casa de Portinari, Índia Vanuíre e Felícia Leirner. Luiz Antonio Bergamo: Coordenação administrativa financeira do Plano Anual 2025. Graduado em Gestão Financeira pelo Claretiano - Centro Universitário de Batatais. Desde 2008, é diretor administrativo financeiro da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari que atua na gestão de museus, atividades culturais e de preservação patrimonial. Museu das Culturas Indígenas Davidson Panis Kaseker – Coordenador executivo das ações previstas do Plano Aniual 2025. No MCI exerce o vargo de Gerente de Unidade. Mestre em Museologia (PPGMUS-USP), Graduado em Letras (USP). Especialista em Administração de Empresas (FAAP), em Gestão Estratégica da Sustentabilidade (FIA) e em Gestão e Política Cultural (Universidade de Girona - ES/Itaú Cultural). Foi Secretário da Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Itapeva (2007-2012) e membro do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo Condephaat (2019-2020) Diretor do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP, 2013 - 2021). Clarice Pankararu – Será responsável pela coordenação cultural da programação de atividades. Coordenadora de Programação Clarice Pankararu, nascida na aldeia Pankararu Brejos dos Padres, em Pernambuco, é formada em Serviço Social pela PUC-SP, pós graduanda em MBA Gestão de Muses e Inovação pela Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) e atua como supervisora de exposição e programação cultural no Museu das Culturas Indígenas, em São Paulo, SP. Ana Carolina Estrela da Costa - Como supervisora do NUTRAS - Núcleo de Transformação e Saberes, exercerá a coordenação pedagógioca dos projetos. Doutora em Antropologia Social na Universidade de São Paulo com período sanduíche no Laboratoire d'Anthropologie Sociale (LAS - EHESS - Paris) e bolsa da FAPESP. Mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na linha de pesquisa em Antropologia da Imagem e do Som e bolsa CAPES. Bacharel em Direito e em Música Popular, com formação complementar em Antropologia, pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008 e 2012). Trabalha na formação de cineastas indígenas e na elaboração e edição audiovisual com a etnia Maxakali. Tem experiência nas áreas de Antropologia e Artes, com ênfase em Etnomusicologia e produção de filmes etnográficos, atuando principalmente nos seguintes temas: etnologia indígena e etnografia, oficinas de cinema, registro audiovisual, documentário etnográfico, cinema indígena. Pesquisadora do GRAVI - Grupo de Antropologia Visual / USP. Camila Gauditano - Supervisionará as atividades de pesquisa. Antropóloga e educadora, ela conta com com prática de campo em terras indígenas, na formação de professores indígenas e não indígenas, e no acompanhamento pedagógico de crianças e jovens em temas interculturais. Tem experiência em pesquisa, gestão de projetos, produção de eventos, articulação interinstitucional, curadoria e organização de acervos físicos e digitais. Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre Tamimi David Rayes Borsatto - Coordenará as atividades previstas para o MVI. Gerente de Unidade, é formada pela Escola Normal Livre Nossa Senhora Auxiliadora, das Irmãs Salesianas, em Tupã/SP. Professora Normalista. Aprovada em Geografia pela Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do Ensino Secundário do MEC (C.A.D.E.S). Fez o curso de Pedagogia até o 3º Semestre, na FAFIT. Fez o curso de Educação Infantil na Escola Normal Nossa Senhora Auxiliadora, Tupã/SP. Atuou no Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre como comissionada da Secretaria da Educação para a Cultura durante 07 anos (1980 a 1987). Em 1989 atuou no Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre como diretora. Desde 1º de agosto de 2008, o Museu passou a ser gerido pela ACAM Portinari, atuando como Gerente da Unidade. Bruno Marqueti de Lima - Cursando Publicidade e Propaganda. Atua no Museu Índia Vanuíre no Núcleo de Comunicação, desde 2023. Gabriela da Silva Sanches Delboni - Graduada em Psicologia e Pedagogia. Técnico em Recursos Humanos, cursando graduação em Administração. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2014, anteriormente no Núcleo de Educação e atualmente no Núcleo de Administração. Gessiara Goes de Lima - Graduada em Letras e Administração de Empresas. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2010, anteriormente no Núcleo de Educação e atualmente no Núcleo de Programação. Isaltina Santos da Costa Oliveira - Doutoranda em Comunicação, Mestre em Ciências. Graduada em Letras e Pedagogia. Pós-Graduada em Psicopedagogia Educacional e Empresarial. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2013, anteriormente no Núcleo de Educação e atualmente no Centro de Pesquisa e Referência. Lilian Budaibes Zorato - Graduada em Direito e Letras. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2013, no Núcleo de Educação. Luís Fernando Marques - Graduado em História, Geografia e Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2014, no Núcleo de Educação. Raquel Maria Fonseca Miguel Sapag de Luna - Graduada em Ciências Biológicas. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2008, no Núcleo de Acervo, como Assistente de Acervo (Documentação). Sarah Danielli da Silva - Graduada em Matemática, Pedagogia, Ciências Sociais, Direito. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2024, no Núcleo de Educação. Uiara Potira Ribeiro - Pós-Graduada em Libras e Metodologias de Ensino para alunos surdos. Graduada em Letras e Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2013, no Núcleo de Educação. Valquiria Cristina Martins - Doutoranda e Mestre em Ciências. Pós-Graduada em Psicopedagogia Educacional e Empresarial, Pós-Graduada em Libras e Metodologias de Ensino para alunos surdos. Graduada em Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2010, no Núcleo de Educação. Viviani Micheli Gonela Bononi Justino - Pós-Graduada em Educação Especial Inclusiva. Graduada em Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2010 no Núcleo de Acervo, como Assistente de Acervo (Conservação preventiva).
PROJETO DILIGENCIADO NA MOVIMENTAÇÃO BANCÁRIA.