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PRONAC 247581IndeferidoMecenato

PLANO ANUAL MUSEU DO SAMBA 2025

MUSEU DO SAMBA
Solicitado
R$ 2,17 mi
Aprovado
R$ 2,17 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O Plano Anual do Museu do Samba 2025 apresenta ações estratégicas e permanentes da instituição, visando ainda fortalecer o Plano de Salvaguarda das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro registradas como Patrimônio Cultural do Brasil, por meio da preservação e difusão da memória dessa expressão cultural com relização de: (1) tratamento técnico de documentação de fontes históricas do samba; (2) difusão da história samba por meio de exposições, encontros, seminários, publicação periódico e apresentações artísticas; (3) realização premiação.

Sinopse

Dar continuidade ao desenvolvimento de um Museu socialmente responsável - amparado em um conjunto distinto de valores que dão forma a sua prática e perspectivas. Com base nestes valores, o Museu do Samba quer ser um museu inclusivo, e buscar representar toda a sociedade em suas coleções, exposições, displays e atividades, com ações em três campos : (1) a salvaguarda da memória do samba, preservação e perpetuação de sua história para as presentes e futuras gerações; (2) divulgação, promoção e fortalecimento dos detentores desses saberes, através de eventos pautados no processo de patrimonialização do samba; e (3) desenvolvimento de processos educativos voltados para empreendedorismo, conhecimento e conscientização de nossa história, raízes e formação cultural.

Objetivos

Valorizar bem registrado como patrimônio cultural imaterial nacional, como formas de expressão, incentivando acesso da população à fuição e à produção de bens culturais, bem como fomentar atividades culturais que promovam desenvolvimento humano e social, contribuindo ainda para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal. OBJETIVO ESPECÍFICO Preservar valores, símbolos e identidades que dizem respeito ao samba; (1) tratamento técnico de documentação de fontes históricas do samba; Tratamento técnico do acervo compreendendo catalogação, descrição, acondicionamento de 160 registros de história oral das principais personalidades do samba que compreende minutagem, resumo biográfico, transcrição depoimentos, pesquisa complementar das citações dos depoentes. Contribuir para o re-conhecimento do que é ser brasileiro através da difusão, promoção e multiplicação do legado e da história do samba; Desenvolver públicos existentes e potenciais do Museu do Samba; Criar rede de pessoas e comunidades interessadas na memória social do samba (2) difusão da história samba por meio de: exposição (1), realização de encontro (1) e apresentações artísticas (6); Mediação visitação exposições permanentes e temporária Despertar o espírito empreendedor das pessoas envolvidas na salvaguarda do samba, incentivando-as a gerar mudanças significativas na comunidade onde residem e atuam; (4) realização premiação. Realização premiação mestres do samba.

Justificativa

Uma organização museológica de ponta que trate do tema da cultura de matriz africana é elementar para a consolidação de um país inclusivo, que compreende e valoriza seus traços culturais mais profundos e dá a eles caráter e potencial transformador, para ser vivido e absorvido por toda a sociedade. Assim, salvaguardar nosso patrimônio cultural e imaterial é uma missão primordial de responsabilidade social. O samba é nosso passaporte para o mundo. Através dele somos mundialmente reconhecidos. Ele é nossa matriz cultural e está nas raízes de nossa identidade. É um dos testemunhos da África que habita em nós, brasileiros. Assim, dar voz e vez aos detentores de nossa principal referência cultural, que secularmente foram silenciados de nossa história oficial, é de suma importância. Preservar nossa memória, salvaguardar nosso patrimônio, difundir e transmitir esse legado que vem de longe, é uma tarefa de enorme responsabilidade com a história do país. A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se dá pelo enquadramento em todos os incisos do Art.1 da Lei 8363/91, uma vez que o presente projeto busca aproximar o samba, reconhecido patrimônio cultural imaterial do país, do público em geral, promovendo a difusão da cultura brasileira para seu povo, preservando os bens e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Cumpre destacar que, por se tratar de um projeto de salvaguarda e preservação de patrimônio, a ação se enquadra no inciso II na alínea "c", III do Art.3 da presente lei. Na alínea "d", a premissa de proteção a uma das principais tradições populares nacionais, o samba, é contemplada. A proposta se encaixa ainda no inciso IV, tendo em vista sua ação de difusão dos conhecimentos e saberes do samba para diversos públicos, através de atividades educativas.

Estratégia de execução

NA

Especificação técnica

O samba carioca é um fenômeno pujante que atravessou o século XX, passando de alvo de discriminação a ritmo-símbolo da nação. Ainda que considerado o maior espetáculo a céu aberto mundialmente conhecido, o carnaval das escolas de samba não traduz sozinho toda a complexidade e riqueza do samba, que precisa ser compreendido e valorizado como uma das formas de expressão mais genuínas do Brasil. O Museu do Samba atua há 23 anos com programas e metodologias próprias dedicadas à pesquisa, acervo, preservação, educação e comunicação da história social, memória, expressão artística e legado do samba carioca e sua salvaguarda como patrimônio imaterial.O presente Plano Anual desenvolve eixos estratégicos da salvaguarda de patrimônios imateriais, privilegiando ações de preservação, apoio, promoção, advocacy e acesso ao bem cultural reconhecido pelo Estado Brasileiro. Isso, através de ações museológicas criativas voltadas para difusão de bens imateriais e fortalecimento de seus detentores.

Acessibilidade

A maioria das atividades propostas, abertas ao público, é gratuita. Essa perspectiva vai encontro do propósito do Museu de trabalhar com a difusão cultural para todas as camadas da população, procurando atuar junto às parcelas mais desfavorecidas, com especial atenção ao desenvolvimento de crianças e adolescentes, à inserção do jovem na sociedade e ao amparo ao idoso. Tudo isso em torno da memória e de ações educativas de valorização do samba como importante elemento da identidade nacional. O Museu do Samba possui acessibilidade arquitetônica com rampas de acesso desde a entrada principal. O que permite que as pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida circulem com autonomia pelo espaço e sua manutenção e salvaguarda. Inclui ainda serviços para de acessibilidade a deficientes visuais e auditivos às nossas exposições, como intérprete de libras. Esta proposta preve ainda aquisicao placas de Braille e libras para nova exposição. A instituição conta com um modelo de educação experiencial, que adapta atividades, em busca de uma construção participativa, desenvolvendo ações que podem ser moldadas a diversos públicos, valorizando a participação do indivíduo. Deste modo, o Museu busca tornar a experiência no espaço a melhor possível, a partir do entendimento das limitações pessoais dos visitantes, com utilização de objetos tridimencionais oportunizando visita sensorial.

Democratização do acesso

PRODUTO: Festival/Mostra (exposição) e atividades de ativação Acesso gratuito a visitação da exposição e nas atividades de ativação como encontro e seminário. Gravação de visita virtual da mostra, a ser disponibilizada em meio virtual nas redes do Museu do Samba; PRODUTO: Periódico Distribuição gratuita da publicação PRODUTO: Acervo Bibliográfico e Documental - Depoimentos Possibilitar acesso gratuitamente aos depoimentos no centro de documentação e pesquisa do Museu do Samba PRODUTO: Plano Anual* atende ainda: Realização ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; *Cumpre notificar que as visitas mediadas às exposições do Museu, atividade integrante do Plano Anual Museu do Samba, serão realizadas em consonância à Política de Gratuidade seguida pela instituição, tendo entrada gratuita: Escolas Públicas (Alunos e professores), Idosos, Moradores do entorno e Deficientes.

Ficha técnica

O Museu do Samba será a instituição executora do projeto, tendo seu conselho deliberativo atuando como curadores da execução da proposta, estabelecendo parcerias para mobilização de público-alvo como por exemplo estudantes, pesquisadores, moradores da comunidade onde o museu está inserido e cooperação técnica com universidades e outras entidades como as Escolas de Samba. Currículo resumido dos participantes: NILCEMAR NOGUEIRA – Coordenação Geral Doutora em Psicologia Social, mestra em Bens Culturais. Foi presidente do Museu da Imagem e do Som e Secretária Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro. Fez treinamento em Metodologias de Pesquisa de Públicos em Museus (University of Leicester, UK) e em Desenvolvimento de Públicos em Museus (International Museum Academy, British Council). Atua na valorização da cultura afro-brasileira, criou o Instituto da História e da Cultura Afro-brasileira (IHCAB); levou arte-educação às escolas da rede municipal de ensino criando o programa Arte-Escola Territórios Sociais; participou ativamente pelo reconhecimento do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial. Implantou o Sistema Municipal de Cultura no Rio de Janeiro, marco importante para uma política cultural republicana e democrática. Coordenou a pesquisa que levou ao registro do Samba do Rio de Janeiro como Patrimônio Cultural do Brasil. Atuou como pesquisadora nos musicais Cartola o mundo é um moinho e Dona Ivone Lara um sorriso negro. Idealizadora e integrante do grupo musical Matriarcas do Samba. TALITA FERREIRA DE SOUZA – Pesquisadora Museóloga graduada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com especialização em conservação e restauro em obras de arte em papel. Extensionista no Núcleo Multidimensional de Gestão do Patrimônio e da Documentação em Museus (NUGEP). Trabalhou na Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SECEC-RJ) com experiência em pesquisa, inventário e catalogação de coleções e gestão de acervo museológico. Educadora museal, no Museu do Samba, responsável pelo projeto de difusão em Educação Patrimonial para a implementação da lei 10639/03. Pesquisadora no projeto CURA- Didáticas Urbanas de Matrizes Africanas - Experiências que curam: Instituto Black Bom e Rede Carioca De Rodas de Samba. JULIANO DUMANI – Assistente Pesquisa Professor graduado em Letras - Português e Inglês (2020), pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Especialista em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e o Mundo do Trabalho (2022) e em Linguagens, suas Tecnologias e o Mundo do Trabalho (2022), pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Membro do Grupo de Pesquisa de Análise do Discurso e Formação de Professores (UVA). Seus estudos abrangem as áreas de Análise de discurso crítica, mídia e movimentos sociais; Educação na área de linguagens e suas tecnologias; Estudos de Cultura; e Práticas de ensino e aprendizagem em língua portuguesa e inglesa. Os seus principais temas abordados são: educação antirracista, gêneros textuais, afro-brasilidade, cultura e patrimônio, análise de discurso crítica e livro didático. Atualmente, tem voltado seus esforços para a pesquisa sobre o samba, com ênfase às escolas de samba e aos sambas-enredo no âmbito pedagógico, artístico, social, cultural e político. EDUARDA ANGELIM SOARES SOUZA – Coordenador Pedagógico Licenciada e Bacharel em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IH - UFRJ). Tem mais de 10 anos de experiência como Professora da Educação Básica, tanto da Rede Pública Federal, como na Rede Particular de Ensino da Cidade do Rio de Janeiro. Atuou na produção de material didático utilizado pelo Colégio de Aplicação da UFRJ para visitação no Museu Histórico Nacional e no Museu Nacional. Pesquisadora na relação entre currículo e ensino, centrado na formação inicial docente. Educadora museal no Museu do Samba responsável pelo projeto de difusão em Educação Patrimonial para a implementação da lei 10639/03. Coordenadora Pedagógica do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo Santos Neves - CADON no projeto de Apoio ao desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades negras tradicionais, financiado pelo Fundo de População das Nações Unidas. SAIONARA BARBOSA PONTES – Produção Formação Acadêmica Gestão de Carnaval e Eventos Culturais – Faculdade Estácio de Sá, Membro do Colegiado das Culturas Populares (Porto Alegre/RS), Membro do Grupo de Estudo Combatendo o Racismo “Somos Quilombistas” (Porto Alegre-RS), Professora no curso de Gestão Cultural no Edital Cadeia Produtiva do Carnaval – POA (2018/2019), Produtora Cultural de Projetos na Secretaria de Igualdade Racial/RJ (2017),Produtora Cultural Associação de Mulheres Aquilah - AMA+ (2016/2017), Curso em Planejamento Estratégico para Festas e Eventos Carnavalescos, Professora na FENASAMBA (FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ESCOLAS DE SAMBA) DE Gestão para as escolas de samba, Cultural, “Oficineira” contando a história do samba e a arte carnavalesca em escolas municipais (Museu do Samba 2016), com diversos trabalhos realizados na área cultural do Museu do Samba. RACHEL VALENÇA - Consultor Formada em Letras, é Coordenadora de Literatura no Instituto Moreira Salles. Atuou como pesquisadora na Casa de Rui Barbosa por 33 anos, 12 como Diretora do Centro de Pesquisa. Foi vice-presidente do Museu da Imagem e do Som(2010-2017).Subsecretária de Cultura na Prefeitura do Rio de Janeiro(2017-2019).Sua dissertação de mestrado(UFF),intitulada Palavras de purpurina, abordou a retórica do samba de enredo. Formou-se em Jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso(1990). Coautora, com Suetônio Valença, do livro Serrano, Serra, Serrinha, Serrano: o Império do Samba(1981 e 2017). Autora do livro Carnaval: pra tudo se acabar na quarta-feira(1996) e Carnaval: para saber mais(2003). Por 8 anos foi membro do Conselho do Carnaval da Cidade do Rio de Janeiro. Foi membro da equipe de elaboração do Dossiê das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, para registro, junto ao IPHAN, do samba do Rio de Janeiro como patrimônio cultural(2007).Compõe o júri do Prêmio Estandarte de Ouro, do jornal O Globo. VINICIUS NATAL - curadoria Doutor em Antropologia Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, instituição a qual também se tornou mestre, pelo mesmo curso. É graduado em História pela Universidade Federal Fluminense e possui curso técnico em Publicidade e Propaganda, pela Escola Técnica de Comunicação. Atualmente, cursa o Pós-Doutorado no Instituto de História da Arte, na UERJ. Atuou como pesquisador do Centro Cultural Cartola, atual Museu do Samba, instituição responsável pelo encaminhamento do dossiê que titulou as matrizes do samba do Rio de Janeiro como patrimônio imaterial brasileiro (IPHAN); Também foi Diretor Cultural do GRES Unidos de Vila Isabel, coordenando a instalação de um centro de memória - físico e virtual - www.vilaisabelcultural.com.br -além de implementar a constituição de um acervo de memória oral com componentes da agremiação, dando origem ao documentário "Kizomba - 30 anos de um grito negro na sapucaí"; FELIPE FERREIRA - Consultor Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996), doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e pós-doutorado em Letras pela Université Paris III - Sorbonne Nouvelle. Atualmente é professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, editor da revista Textos Escolhidos de Cultura e Arte Populares, coordenador do Centro de Referência do Carnaval e líder do grupo de pesquisa Laboratório da Arte Carnavalesca. Tem experiência nas áreas de Artes e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: carnaval, cultura popular, arte popular, festas, Rio de Janeiro e escola de samba.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.