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PRONAC 247594ArquivadoMecenato

UNIMÚSICA 2025

CIDA CULTURAL LTDA.
Solicitado
R$ 669,0 mil
Aprovado
R$ 606,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 172,7 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-31
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Esta proposta consiste na realização do Unimúsica 2025 que engloba uma programação musical regional, de diferentes regiões do Brasil, inteiramente gratuita. A programação combina shows e ações formativas mensais, ao longo de 2025. As atividades são abertas ao público em geral e têm entrada franca e ações de acessibilidade.

Sinopse

PROGRAMAÇÃO UNIMÚSICA 2025 Show Mateus Aleluia // Referência fundamental na história da música negra brasileira - Mateus Aleluia é natural de Cachoeira, na Bahia. Autor e compositor popular, cantor e instrumentista, pesquisador da cultura e ancestralidade pan-africana, com mais de 60 anos de carreira. Desde o início da sua trajetória à frente do trio vocal “Os Tincoãs”, Mateus vem desenvolvendo uma trajetória artístico-musical que tem como expressão principal os elementos que marcam a cultura afro-brasileira, ressaltando como fio condutor deste processo as conexões entre a história do Brasil e da África. Referência fundamental na história da música negra brasileira, o legado de Mateus Aleluia vai além de sua própria obra. Sua influência pode ser sentida em uma geração inteira de artistas. Além disso, ele é reconhecido por seu ativismo pela igualdade racial. Como pesquisador, cunhou o termo "Afrobarroco" às expressões musicais oriundas do encontro de diferentes matrizes artísticas e culturais que marcam a sociedade brasileira. Desenvolve seu trabalho na fronteira entre a arte e a etnomusicologia. Neste show na UFRGS, ele apresenta alguns dos sucessos da sua carreira solo, além de clássicos da época do trio vocal "Os Tincoãs", convidando o público gaúcho a um mergulho nas águas misteriosas do seu canto. Indicado ao Grammy no ano de 2022 Mateus tem dedicado seus últimos anos ao desenvolvimento da obra "Afrocanto das Nações", projeto etnomusical que se debruça sobre pan-africanismo presente nas matrizes musicais dos cultos e das culturas afro-brasileiras. Recuperando músicas dos álbuns “Olorum”, “Fogueira Doce” e “Cinco Sentidos”, Mateus apresenta ao público um panorama vasto da sua obra poética e musical. Show Mestrinho // Forró na veia - Mestrinho é natural de Itabaiana, em Sergipe. Nasceu em uma família apaixonada por música, tendo avô e pai sanfoneiros. Suas influências incluem Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho do Acordeon, Hermeto Pascoal, Pixinguinha, Gilberto Gil e Milton Nascimento. Desde 2005, vive em São Paulo. Ao longo de sua carreira, teve oportunidade de dividir o palco com muitos dos artistas que foram suas referências, além de gravar com Benito di Paula e Jair Rodrigues. Possui vários discos lançados, tendo recebido indicações e prêmios no 29º Prêmio da Música Brasileira. No momento, o trabalho do cantor, compositor e instrumentista busca novas sonoridades. O forró abre espaço para o pop e R&B. “Quero expandir o universo, tocar vários estilos. Mas sei da responsabilidade do gênero forró e não abro mão dele por nada. Manter a tradição, carregar as raízes, a simplicidade, mas modernizando para ir adiante.”, afirmou em entrevista à Carta Capital. Show Alessandra Leão + Sapopemba + Zé Manoel // O encontro dos tambores com o piano - A compositora, cantora e percussionista pernambucana Alessandra Leão começou sua carreira na efervescência do Mangue Beat. Traz para seu trabalho o movimento das culturas populares e, sem negar suas raízes, reinventa-se a cada disco. O alagoano Sapopemba, por sua vez, é um artista conhecido por sua voz potente, e por ser um pesquisador nato da história e da diversidade musical afro-brasileira. Os dois se encontram sonoramente em uma São Paulo migrante, diversa, e apontam para um futuro difuso com o passado, para um tempo não linear que se movimenta e movimenta os corpos. Neste show, pela primeira vez, eles contam com a participação especialíssima do compositor, cantor e pianista pernambucano Zé Manoel, indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira por seu álbum “Do Meu Coração Nu” (2021). Show Guitarrada das Manas // Protagonismo feminino em um cenário amazônico - Experimentalismo instrumental aliado a sonoridade regional e mundial. Esta é a proposta do duo paraense formado pelas multi-instrumentistas Beá e Renata Beckmann, que executam o gênero, até então, tocado apenas por homens. Como símbolo do protagonismo feminino, o Guitarrada das Manas pesquisa ritmos regionais como a cumbia, a lambada, a guitarrada, o carimbó e o brega. “Guamaense” (Natura Musical, 2019), primeiro álbum do duo, traz uma sequência de músicas instrumentais e experimentais que caminham entre três vertentes: oitentista, world music e guitarrada paraense. O disco se destaca na história da música paraense por ser o primeiro disco do gênero com a autoria de mulheres. Dentro do Unimúsica, as duas fazem sua estreia em Porto Alegre. Sonoridade amazônica forjada por mestres como Solano e Vieira, a guitarrada surgiu na década de 1970, de uma mistura de ritmos, com pitadas de carimbó, cúmbia, merengue, mambo, bolero e iê-iê-iê. Show Lyryca Cunha + DJ Joseph Rodriguez // Sabedorias originárias semeadas na cultura hip-hop - Lyryca Cunha é psicóloga, agente da cultura Hip-hop, no elemento MC e na luta pelos direitos indígenas. Foi idealizadora e co-fundadora dos projetos Pé na Porta (Assis), Expresso Hip-Hop (Marília) e do projeto O Não-Lugar - Retomadas Indígenas (SP), que têm como objetivo registrar narrativas em contexto urbano, pelo direito à ancestralidade na cidade. Como cantora e MC, denuncia através das rimas, as estruturas de violência que oprimem o povo preto e originário, periférico, lgbt+. No show “Colheyta”, ao lado de Joseph Rodriguez DJ, ela propõe uma interação cósmica e sensitiva pelas antenas do R.A.P e pelas linguagens das quebradas do mundo. Em um momento de mudança de paradigmas e retomada de sabedorias originárias, Lyryca busca nas memórias preservadas pela resistência de seus ancestrais as sementes para o seu trabalho na cultura hip-hop, que sempre foi quilombo para seu corpo-território. Show Thayãn Martins Trio // O choro gaúcho tocado por mulheres - Thayãn Martins é natural de Porto Alegre, e atua como artista, percussionista e educadora. Iniciou sua formação no pandeiro na Oficina de Choro e Samba do Santander Cultural, ministrada pelo professor e mestre Luiz Machado, grande mentor de uma geração atuante nessa cena em Porto Alegre. Atualmente integra pelo menos dez projetos no estado e fora dele, como Trabalhos Espaciais Manuais, Projeto Ialodê, Ngoma Tambor, Oficina Panderô, Grupo Três Marias e Cachaça de Rolha. Para o Unimúsica, ela prepara um show inédito, acompanhado por outras mulheres instrumentistas, com repertório dedicado à tradição que lhe serviu de berço e se tornou Patrimônio Cultural do Brasil em 2024: o choro. Mostra Discente - A proposta é oportunizar a estudantes dos cursos de Música da UFRGS a experiência de participar de um edital e integrar uma programação profissional, de dimensão nacional, em um dos principais palcos da cena cultural porto-alegrense, o Salão de Atos da UFRGS. Estreia local do documentário “Aleluia, o canto infinito do Tincoã”, seguida de bate-papo - Durante seis anos a cineasta Tenille Bezerra acompanhou o cantor Mateus Aleluia em uma jornada que atravessa o documentário “Aleluia, o canto infinito do Tincoã”. Pensador inquieto, espírito revolucionário, filósofo e poeta, Mateus Aleluia é um artista que como poucos consegue olhar dentro dos olhos do século. Suas canções são reflexo de uma profunda ligação com a arte de viver. “O sonhador, o homem d’arte, é um anunciador daquilo que há de vir”, ele revela em uma das cenas do documentário que atravessa o início da sua carreira no grupo vocal “Os Tincoãs”, para desaguar na expressão artística atual de Mateus. “O oceano que nos separa também nos une”, assim é que o filme transita entre Luanda e Cachoeira sem fazer distinção dos lugares em um gesto marcante de compor uma geografia íntima, por onde o tempo passeia e a todo momento se bifurca: “estamos falando de 1966, mas basta fechar os olhos que estamos vivendo isso agora”. “Aleluia, o canto infinito do Tincoã” dialoga com o ponto de vista do personagem, suas memórias, criando um imaginário da sua visão de mundo, cuja expressão poética encontra abrigo no trabalho musical, e indo além, revelando um agudo pensador do Brasil nos dias atuais.

Objetivos

- Realizar 6 shows gratuitos no Salão de Atos da UFRGS, totalizando público estimado de 6.600 pessoas; - Realizar uma Mostra Discente, levando estudantes da graduação e pós-graduação em Música, selecionados por meio de edital, ao palco do Salão de Atos da UFRGS, em um show com público estimado de 1.100 pessoas; - Realizar 5 encontros com os artistas no Centro Cultural da UFRGS, totalizando um público estimado de 800 pessoas; - Realizar a estreia local do documentário "Aleluia, o canto infinito do Tincoã", na Sala Redenção - Cinema Universitário, em sessão seguida de debate com o artista, Mateus Aleluia, e a diretora, Tenille Bezerra, com público estimado de 200 pessoas. - Atingir um público total de 8.700 pessoas no projeto Unimúsica 2025.

Justificativa

O Unimúsica é um dos projetos culturais mais antigos de Porto Alegre, tendo sido criado em 1981. É desenvolvido pelo Departamento de Difusão Cultural da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS. Ao longo de sua trajetória, tornou-se referência tanto para o público que acompanha a programação, quanto para os profissionais da música, que reconhecem nele um espaço privilegiado para a difusão da música popular brasileira. Desde seu início, desempenhou um papel fundamental para a formação simultânea de artistas e de plateias e abriu o caminho para a legitimação da música popular como campo de ação cultural em uma universidade pública. Sua experiência pioneira possibilitou a ampliação e consolidação da difusão artístico-cultural no meio universitário. Nos últimos anos, o Unimúsica tem se dedicado a articular a produção de músicos e pensadores em torno de temáticas anuais. Desde 2004, foram realizadas quinze séries com edições mensais e quatro festivais, promovendo shows, conversas e oficinas que contaram com participação de convidados não só do Brasil como também de outros países. O projeto foi contemplado com importantes prêmios, como Líderes e Vencedores _ Expressão Cultural, outorgado pela Assembleia Legislativa do Estado e Federasul; Destaque Cultural 2006 UNITV; Prêmio Especial do Açorianos de Música da Prefeitura de Porto Alegre em 2016 pelos 35 anos de criação; e Prêmio Especial do Açorianos de Música em 2019 pela série 'cidade presente - a cidade que se vê, a cidade que se escuta'. Em seu percurso de mais de 40 anos, o Unimúsica passou por diferentes configurações e enfrentou muitos desafios, mas apostou permanentemente na surpresa, na ampliação de nosso repertório simbólico e na extraordinária capacidade que têm as músicas e as canções de nos fazer repensar nossas relações coletivas, nosso comum compartilhado. Mantido pela Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o Unimúsica conta com parceria cultural da Fundação Médica do Rio Grande do Sul há mais de uma década. No entanto, os recursos vêm sendo reduzidos, de ambas as partes, nos últimos anos. No cenário de crise que atinge nosso estado, em meio à emergência climática, prevê-se um agravamento da situação. A busca por captação por meio da Lei Rouanet, em parceria com uma produtora profissional, com larga experiência na área, a Cida Cultural, neste momento, visa à diversificação de fontes financiadoras para manutenção e ampliação do projeto, tendo em vista o potencial do espaço universitário para a difusão da cultura brasileira em sua diversidade. Os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 em que este projeto se enquadra são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados são: II - fomento à produção cultural artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Acesse o ebook “Unimúsica 40” para conhecer mais dessa história: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/273956.

Especificação técnica

Na véspera de cada show, o público tem oportunidade de participar de um encontro com cada artista convidado e conhecer mais sobre seu trabalho. Na Mostra Discente, estudantes do curso de Música da universidade têm a experiência do processo de um edital e da participação na concepção, produção, divulgação e realização de um espetáculo em um dos principais palcos da cena cultural porto-alegrense, o Salão de Atos da UFRGS. Após assistir à estreia local do documentário “Aleluia, o canto infinito do Tincoã” na Sala Redenção - Cinema Universitário, o público tem oportunidade de participar de um bate-papo com a cineasta Tenille Bezerra e o artista Mateus Aleluia.

Acessibilidade

Produto APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: A programação do Unimúsica ocorre no Salão de Atos da Universidade Federal de Porto Alegre, no Centro Cultural UFRGS e na Sala Redenção - Cinema Universitário, locais com acessibilidade universal, com elevador, piso tátil, banheiros acessíveis, cadeira de rodas para empréstimo, corrimões com duas alturas nas escadas, totens de localização com tradução em Braile, cadeiras ampliadas nos auditórios e espaço para cadeira de rodas. Os eventos irão dispor de monitores para auxílio ao deslocamento deste público.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: monitores Acessibilidade para deficientes visuais: Serão convidados como ouvintes das apresentações. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica no orçamento do projeto. Os locais aonde irão ocorrer as atividades do produto possuem totens de localização com tradução em Braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: legendagem ou intérprete de libras, o que for mais adequado as apresentações musicais quando cantadas ou somente instrumentais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de Libras/ legendagem Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores do corpo técnico da instituição, treinados para auxiliar esse público em todas as apresentações e disponibilidade de uso de fones abafadores de ruido. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: monitores / locação de equipamento. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A programação do Unimúsica ocorre no Salão de Atos da Universidade Federal de Porto Alegre e na Sala Redenção - Cinema Universitário, locais com acessibilidade universal, com elevador, piso tátil, banheiros acessíveis, cadeira de rodas para empréstimo, corrimões com duas alturas nas escadas, totens de localização com tradução em Braile, cadeiras ampliadas nos auditórios e espaço para cadeira de rodas. Os eventos irão dispor de monitores para auxílio ao deslocamento deste público.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: monitores Acessibilidade para deficientes visuais: Serão convidados como ouvintes das apresentações.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica no orçamento do projeto. Os locais aonde irão ocorrer as atividades do produto possuem totens de localização com tradução em Braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: legendagem ou intérprete de libras, o que for mais adequado as apresentações musicais quando cantadas ou somente instrumentais.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de Libras/ legendagem Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores do corpo técnico da instituição, treinados para auxiliar esse público em todas as apresentações e disponibilidade de uso de fones abafadores de ruido. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: monitores / locação de equipamento.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto Unimúsica têm entrada franca. Também são firmadas parcerias com escolas públicas de Porto Alegre, estimulando a frequência aos shows. E, de acordo com a LEI Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. o projeto se enquadra nos seguintes incisos: Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos,das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráterpresencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta instrução Normativa; Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente. § 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28, podendo abranger uma das seguintes ações: I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ou III - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos.

Ficha técnica

Cida Cultural/ Maria Aparecida Herok Proponência, planejamento e gestão do projeto Maria Aparecida Herok, é pedagoga, pós-graduada em Administração e Organização Educacional pela UNISINOS, em Economia da Cultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas. Há 34 anos atua na área cultural como empreendedora, produtora e gestora de projetos culturais. É proponente, idealizadora e realizadora de diversos projetos socio culturais para instituições públicas e privadas do RS através de Leis de Incentivo à Cultura. Presta consultoria em planejamento e gestão cultural para artistas, associações, fundações, governos e empresas. A Cida Cultural, como proponente, terá a responsabilidade decisória no projeto e atuará na coordenação geral do projeto, assim como no planejamento e gestão do projeto, e, assessoria na captação de recursos. Ana Laura Freitas Coordenação Unimúsica Coordenadora de Programas Culturais no Departamento de Difusão Cultural da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS: responsável pela idealização e realização de ações culturais nas áreas da música, artes cênicas, literatura e interdisciplinares. A partir de 2022, coordena o projeto Unimúsica, um dos mais antigos da cidade, com 40 anos de história. Desde 2017, integra o Conselho Consultivo do Centro Cultural da UFRGS. Atualmente, também faz parte do grupo de pesquisa Som, colonialidade e pensamento musical contra-hegemônico, coordenado pelo prof. Felipe Merker Castellani, do Departamento de Música do Instituto de Artes da UFRGS. Colaboradora da Rádio da Universidade: produziu e apresentou o programa semanal de entrevistas Música em Pessoa durante 11 anos (no início voluntariamente). Manteve o programa diário Nota Musical, dedicado à música de concerto, entre 2018 e 2019. Foi uma das criadoras e produtoras da primeira temporada da série Piano Forte. Lígia Petrucci Produção Excutiva UnimúsicaAtua como produtora cultural na UFRGS desde 1989. Na coordenação do Unicultura, concebeu e produziu, entre outros projetos, a série Coisas essenciais da vida (2002/2003) – encontros mensais em que artistas e pensadores das mais diferentes áreas eram convidados a dar seu depoimento sobre o tema. Participaram da série o cineasta Beto Brant, o psicanalista Contardo Calligaris, o professor e escritor Teixeira Coelho, a cantora Elza Soares ao lado do professor e compositor Zé Miguel Wisnik, a poetisa Alice Ruiz ao lado da compositora Alzira Espíndola. De 2002 a 2012 foi responsável pela coordenação e curadoria do Projeto Unimúsica. Dedicado à música popular brasileira, o Unimúsica é um dos projetos culturais mais antigos de Porto Alegre e vem realizando desde 2004 edições temáticas com espetáculos e ações formativas diversas. Em 2020 passou a responder pela direção do Departamento de Difusão Cultural e Centro Cultural da UFRGS. Felipe Castellani Curadoria Unimúsica É professor, pesquisador e artista multimídia. Participou de eventos nacionais e internacionais dedicados à criação artística experimental, como o Festival Música Nova, o Encontro Internacional de Música e Arte Sonora, o Sonorities Festival (Belfast, Irlanda do Norte), o Festival Sonoimágenes (Buenos Aires, Argentina), a Mostra Arquinterface (Galeria de Arte do Sesi-SP), o Programa de Exposições Individuais do Centro Cultural São Paulo, a Mostra Labmis 2016 (MIS-SP), dentre outros. Foi coordenador do projeto de pesquisa “Som, racialidade e território: perspectivas afrodiaspóricas”, contemplado com o Auxílio Recém Doutor (2020) da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2021 foi contemplado na chamada ERC – CONFAP – CNPq, por meio da qual realizou estágio de pesquisa no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. De 2018 a 2023 foi professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), onde atuou como coordenador dos Bacharelados em Música e do Laboratório de Etnomusicologia (LABET - UFPel). É líder do Grupo de Pesquisa Epistemologias contra-hegemônicas no campo da arte (CNPq). Atualmente é professor adjunto do Departamento de Música da UFRGS, e membro do corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPel. Loua Pacom Oulai Curadoria Unimúsica Artista, dançarino, percussionista, ator e professor, com raízes profundas na tradição Wé, mandé e Akan da Costa do Marfim. Graduado em Teatro, Dança e Comunicação Oral, pelo Instituto Nacional Superior de Artes e de Ações Culturais, em Abidjan, em 2014. Em 2016, vem ao Brasil, onde passou a atuar como instrutor de percussão e dança tradicional africana em espaços culturais em diversas regiões do país. Em 2018 foi um dos mestres convidados no Stage Camp em Bombinhas, SC, juntamente com outros renomados artistas africanos. Ministrou oficinas na Semana da África de UFRGS desde 2017 até dias atuais, na semana acadêmica da UniPampa em Jaguarão em 2017, na Ufpel em 2016 e na Universidade Federal do Ceará em 2016. Loua participou na UNMÚSICA em 2017 com o projeto Deslocamento 4D e em 2019 na serie Cidade presente - A cide se vê a cidade se escuta. Mauryani Oliveira Curadoria Unimúsica Atua na área de atendimento publicitário, gestão de projetos, produção de eventos e curadoria para clientes de pequeno, médio e grande porte. Já esteve à frente de projetos para instituições e empresas como Farol Santander, Instituto Ling e Natura Musical. Atualmente está cursando Relações Públicas na Unisinos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.