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PRONAC 247608Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Maria, essa fé que me leva

ANDALUZ PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 647,7 mil
Aprovado
R$ 647,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2025-02-17
Término
2026-02-16
Locais de realização (2)
Pinheiros Espírito SantoVila Velha Espírito Santo

Resumo

"Maria, essa fé que me leva" é um projeto de média-metragem documentário sobre a devoção mariana no estado do Espírito Santo, manifestada na figura de Nossa Senhora da Penha, padroeira dos capixabas. O filme acompanha três mulheres devotas que se preparam e participam da Festa da Penha, a terceira maior celebração mariana do Brasil.

Sinopse

“Maria, essa fé que me leva” é um documentário de 50 minutos sobre a devoção mariana e sua manifestação em três famílias católicas do Espírito Santo, à medida que elas se preparam para ir à festa de Nossa Senhora da Penha. São histórias de pessoas tocadas pela Mãe em diversas dimensões: o amparo, o consolo, a intercessão, a inspiração, o exemplo que arrasta e que conduz a Deus. No dia dedicado a ela, todos vão à Penha. E nos levam.

Objetivos

Objetivos gerais: O objetivo deste projeto é produzir um filme de 50 minutos sobre a devoção de fiéis capixabas a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo. Objetivos específicos: Gravar e finalizar um documentário de 50 minutos que acompanha a preparação e a participação de fiéis na festa de Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha (ES).

Justificativa

"Maria, essa fé que me leva" é um média-metragem documentário sobre a devoção mariana expressa a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo. Dentre os objetivos alcançados de acordo com a Lei 8313/91, o projeto contempla os incisos II e III do artigo 1º: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Do artigo 3º, contempla o inciso II, alínea a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Desde o período colonial, o catolicismo no Brasil tem como forte pilar a devoção mariana, que é a manifestação da fé no poder de intercessão de Maria, mãe de Jesus. A primeira imagem de Nossa Senhora trazida a solo brasileiro veio numa das caravelas da expedição de Pedro Álvares Cabral. Era uma representação de Nossa Senhora da Esperança. A partir de então, a conversão de índios e de negros escravizados ao cristianismo foi um de vários processos violentos a que a metrópole portuguesa sujeitou as populações de suas colônias. Esse ambiente, como crêem as principais hipóteses dos estudos mariológicos, criou as condições para estabelecer a figura de Maria como uma mãe amorosa, intercessora e que ampara os fiéis diante das dores e dificuldades do cotidiano. Essa é a raiz da devoção mariana no Brasil e na América Latina. No Espírito Santo, essa devoção começou com a chegada de um painel de Nossa Senhora das Alegrias, trazido pelo frei Pedro Palácios em 1558. Inicialmente abrigada numa pequena capela na Prainha, ela foi transportada anos depois para uma ermida construída no alto de um morro, entre duas palmeiras. Foi a primeira construção feita onde hoje está o Convento de Nossa Senhora da Penha, chamado assim por estar sobre um rochedo elevado a 154 metros, do qual se vê toda a Grande Vitória. O convento foi fundado em 1566 e é o local mais visitado do Espírito Santo. Ele atrai romeiros o ano inteiro, mas também encanta os visitantes não católicos pelas belas paisagens que se pode ver lá de cima. Ao longo dos séculos, ele se tornou um símbolo importante do estado, assim como a imagem de Nossa Senhora que abriga. Basta ver que as cores da bandeira do estado — azul, rosa e branco — remetem ao manto de Maria conforme representado na imagem. Ao mesmo tempo em que o convento nascia, os frades franciscanos e os fieis de Vila Velha organizavam a primeira festa da Penha. Já são 454 anos dessa tradicional celebração, uma das antigas das Américas, que reúne anualmente mais de um milhão de pessoas em oito dias de comemorações. A primeira festa, realizada em 1570, já foi marcada por uma romaria, cuja representação pode ser vista numa pintura de Benedito Calixto exposta no convento. Aos poucos, os romeiros foram se tornando personagens marcantes da celebração. Na romaria das famílias, a principal do oitavário da Penha, mais de um milhão de pessoas acompanham a imagem de Nossa Senhora desde a Catedral de Vitória até o parque da Prainha, aos pés do morro do Convento - um percurso noturno de mais de 15 quilômetros. Para os devotos, ir ao Convento da Penha é como atender a um chamado. Por isso, a grande marca da festa são as romarias, que são realizadas ao longo de todo o oitavário e tem nomes que remetem a seus participantes ou à maneira como vão até a Prainha: romaria das mulheres, romaria dos ciclistas, remaria (de barco), entre outras. A romaria dos conguistas é um forte exemplo do sincretismo religioso e da valorização de elementos da cultura local, quando bandas de congo de origem afroindígena sobem as ladeiras do convento ao batuque dos tambores e entoam os versos "Iaiá, você vai à Penha? Me leva, oh, me leva…". Segundo o censo demográfico do IBGE, de 2022, metade da população brasileira é formada por católicos. A porcentagem nacional acompanha a realidade do estado do Espírito Santo, onde 53 em cada 100 habitantes estão ligados à religião católica. O dia de Nossa Senhora da Penha, sempre numa segunda-feira, é feriado estadual, o que permite que caravanas de romeiros se desloquem de quase todos os municípios do estado para participar dos festejos. Esse volume de pessoas movimenta a economia, o turismo, a hotelaria, o artesanato e inúmeras outras áreas que ultrapassam a religião. Católicos espalhados por outros estados e pelo mundo desembarcam no Espírito Santo atraídos pela Senhora da Penha. Com este média-metragem, será possível apresentar a devoção mariana capixaba e a Festa da Penha para outros locais, em diferentes janelas de exibição, despertando olhares para essa importante manifestação cultural do Espírito Santo, que também é um evento turístico de grande importância, junto a um dos principais cartões portais do estado, o Convento da Penha. Com a captação de recursos via Lei de Incentivo à Cultura, este projeto atrairá patrocinadores alinhados com o propósito do filme, empresas e instituições presentes nas festividades da Penha, além de parceiros exibidores interessados em obras de cunho cultural, etnográfico e religioso. Há especial interesse do público católico pelo tema, o que permite projetar o alcance de milhões de espectadores na TV aberta, no streaming e na internet. "Maria: essa fé que me leva" pretende mostrar para o público nacional e local as riquezas de uma tradição antiquíssima difundida entre os capixabas. Pessoas que já conhecem os festejos ao redor do Brasil, e outros tantos que ainda sequer ouviram falar da padroeira, serão apresentados por este documentário a uma fé simples de um povo, que está localizado fora do eixo Rio-São Paulo, e que propaga confraternização, alegria, solidariedade e paz. Durante as romarias das festas, pode-se notar famílias a distribuírem alimentos aos romeiros, além de água e objetos de devoção, de maneira voluntária. Essa união, que por vezes se desfaz em contextos de intolerância pelo país, parece florescer durante os dias da festa pelas ruas da cidade. É difícil não se emocionar com imagens como essas. Se até os dias atuais essas cenas estavam reservadas apenas ao público capixaba, por meio do filme serão apresentadas a todos os espectadores deste média-metragem. Para a primeira janela de exibição do filme, a produtora pretende licenciá-lo com a TV Aparecida, com a qual tem parceria firmada em outros trabalhos. A TV foi selecionada por alcançar diretamente o público-alvo do filme, ou seja, os católicos em nível nacional, e também porque no meio religioso é uma das maiores emissoras do Brasil, além de exibir conteúdo gratuito em sinal aberto, o que faz com que o filme seja visto pelo maior número de pessoas e da forma mais acessível possível.

Especificação técnica

Captação: 4k Master: Full HD prores Mixagem: stereo 2.0 Taxa de quadros: 30fps Razão de aspecto: 16:9 Imagem: colorida Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legendagem descritiva

Acessibilidade

Medida de acessibilidade de conteúdo LIBRAS: A obra será disponibilizada em versão com intérprete de LIBRAS, visando alcançar o público com deficiência auditiva. Audiodescrição: A obra será disponibilizada em versão com audiodescrição, visando alcançar o público com deficiência visual. Legendagem descritiva: A legendagem descritiva estará disponível em todas as versões distribuídas, podendo ser acionada conforme as condições técnicas de cada plataforma. Divulgação em mídia: Todos os conteúdos de divulgação sobre o média-metragem “Maria, essa fé que leva”, a serem produzidos para redes sociais, disporão de legenda #paracegover, descrevendo o conteúdo visual das publicações. Além disso, os vídeos promocionais do filme, como trailers e teasers, terão legendas para auxiliar pessoas com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

A distribuição de uma obra audiovisual é uma etapa posterior a sua finalização e depende de inúmeros fatores relacionados a encontrar os parceiros adequados e os canais mais promissores para ampliar a circulação do produto. É intenção da proponente que o filme seja assistido pelo maior número possível de pessoas, preferencialmente de forma gratuita. Como filme, a principal janela da obra deve ser a TV aberta, conforme explicitado a seguir, com potencial de penetração em TV fechada, streaming e plataformas de vídeo gratuitas online. A proponente possui intenções estratégicas e mensuráveis de distribuição e comercialização da obra, tendo como objetivo a democratização e ampliação do acesso, a fim de atingir o público interessado na Festa de Nossa Senhora da Penha e na expressão da devoção mariana dentro do catolicismo brasileiro e latinoamericano. As ações apresentadas a seguir descrevem a maneira como a proponente pensa a distribuição da obra e algumas parcerias já encaminhadas. PRÉ-ESTREIA: Após a finalização do filme, a proponente pretende realizar uma sessão de pré-estreia em sala de cinema antes da exibição em TV e web. Essa sessão deve reunir a equipe, personagens, apoiadores e o público em geral, que poderá conseguir ingressos gratuitos pelas redes sociais da proponente. JANELA DE EXIBIÇÃO EM TV ABERTA: A proponente pretende firmar parcerias de exibição em TV aberta para o filme, tanto no Espírito Santo quanto em rede nacional. A produtora já iniciou entendimentos com a TV Aparecida para que a emissora seja a primeira janela de exibição do média-metragem, colaborando com a mídia de lançamento. A emissora faz parte do grupo Rede Aparecida de Comunicação e chega a mais de 1300 municípios em todos os estados da federação, com potencial para levar o filme a milhões de espectadores. Além disso, a emissora possui ampla presença digital através de suas redes sociais, entre elas o Youtube, Instagram e Facebook. O interesse pela TV Aparecida é estratégico pois o filme tem grande aderência à grade da emissora e o público-alvo, majoritariamente católico, é predominante em sua audiência. OUTRAS JANELAS: Após o lançamento do filme em TV aberta, a proponente pretende circular a obra em TV fechada, VoD e, por fim, na plataforma Youtube. Serão buscados parceiros exibidores nessas janelas que permitam ao filme o maior alcance possível de público, sobretudo o gratuito. DIVULGAÇÃO: A partir do fechamento do plano de distribuição e comercialização, poderão ser melhor tratadas as estratégias de divulgação e comunicação do filme. Entre as ações visadas, estão a assessoria de imprensa, a gestão de conteúdos para redes sociais da produtora e parceiros, peças de comunicação visual (folder, banner, cartaz, camisa, caneca) e campanha de comunicação interna entre paróquias e associações católicas do estado do Espírito Santo e outras localidades estratégicas. Como medida de ampliação de acesso, a produtora optou pelo item IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Neste intuito, a proponente se propõe a garantir exibição do filme “Maria, essa fé que me leva” na TV Educativa do Estado do Espírito Santo (TVE-ES), ao término do licenciamento da obra em primeira janela, com duração a ser futuramente acordada. Para além disso, a produtora já está em conversa com o Convento da Penha para firmar parceria de divulgação de registros e conteúdos sobre o média-metragem nos canais de comunicação do santuário — site, Youtube, Instagram e Facebook — resultando em um alcance potencial do público-alvo da obra, grupos católicos que participam da Festa da Penha e devotos de Nossa Senhora da Penha.

Ficha técnica

Rodrigo Cerqueira do Nascimento Função: Produtor Executivo Rodrigo Cerqueira é jornalista, documentarista, doutor em História e sócio da produtora Andaluz Filmes. Trabalhou como repórter do jornal O Globo entre 1999 e 2003, e como professor e pesquisador entre 2005 e 2017. Dirigiu as séries de TV “Relatos Ausentes” e “Sou Casaca”, exibidas no Canal Futura, e codirigiu os documentários “Congo Santo” e “Acerca da Pele”. Como produtor executivo, está à frente dos projetos da Andaluz Filmes em seus oito anos de atividades no mercado. Roberta Fernandes Função: Diretora Roberta Fernandes é jornalista, documentarista, sócia na produtora Andaluz Filmes. Vencedora do Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas 2018 com o curta “Se Você contar”. Dirigiu também o longa documentário “Ato Final” e os telefilmes documentários “Congo Santo” e “Acerca da Pele”. Atuou como roteirista e produtora executiva de outras obras. Ana Luiza Calmon Rodrigues de Oliveira Função: Produtora Ana Luiza de Oliveira é comunicadora e produtora cultural, proprietária da Aroeira Gestão Criativa. Trabalhou como coordenadora de produção e produtora executiva na Agência Beta, tendo coordenado eventos e produções de conteúdo para redes sociais. É produtora de conteúdo do Festival de Danças Populares de Vitória e desenvolvedora de projetos da Andaluz Filmes. Atua também como produtora executiva de outros projetos. Lohanna Mendes Função: Produtora Lohanna Mendes se formou em Jornalismo pela Universidade Vila Velha (UVV) em 2012, e possui experiência diversificada nas áreas de comunicação. Atuou como assessora de imprensa, onde desenvolveu habilidades em gestão de relacionamento com a mídia e comunicação estratégica. Além disso, trabalhou como gestora de mídias sociais, criando conteúdos e estratégias para redes sociais. Atualmente trabalha como produtora de audiovisual, no segmento de documentários.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.