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PRONAC 247612Arquivado a pedido proponenteMecenato

Semana de Roteiro de Belo Horizonte

PANFONICA LTDA
Solicitado
R$ 119,2 mil
Aprovado
R$ 119,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto se propõe à realização do evento de formação Semana de Roteiro de Belo Horizonte, elaborado pelo proponente Célio Dutra. Trata-se de evento com oficinas, debates e exibição de filmes, cujo objetivo principal é fomentar a indústria do audiovisual em BH e em Minas Gerais, valorizando a pesquisa e o roteiro. A Semana de Roteiro de Belo Horizonte conta com os apoios institucionais da ABRA (Associação Brasileira de Autores Roteiristas), PAVIC (Pesquisadores de Audiovisual, Iconografia e Conteúdo), MIS-BH (Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte), P7 Criativo (aparelho da Indústria Criativa da FIEMG), SINDAV (Sindicato da Indústria do Audiovisual de Minas Gerais). Local e data - MIS e P7,sempre nos meses de dezembro. (Nessa primeira ediçãono corrente ano de 2024,o evento se realizaráentre os dias 10 e 12 de dezembro.)

Sinopse

Para tratar de definir os rumos de como serão as oficinas que definem a Semana de Roteiro de Belo Horizonte, vou buscar dois caminhos, um pelo roteiro e outro pela pesquisa. Creio que ambos caminhos acabarão se cruzando, numa interseção que será dada pelos debates que finalizam cada um dos dois dias de oficinas. Das duas oficinas, o roteiro, evidentemente, tem mais material sobre o qual me debruçar para explicar (ou expor) a quem quer que analise esse projeto. Por isso, vou começar com a pesquisa. Tratarei de ser simples, buscando o material descritivo de ambas oficinas em lugares consolidados. Para a pesquisa, vou à página da PAVIC (Pesquisadores de Audiovisual, Iconografia e Conteúdo) para trazer os rumos da oficina. Para o roteiro, fui à ABRA (Associação Brasileira de Autores Roteiristas) para pincelar o Doc Comparato. Assim, trago quem apoia a Semana de Roteiro de Belo Horizonte para definir os rumos que tomaremos conjuntamente, de uma forma ou outra. Sobre a pesquisa: "Promover a visibilidade, o entendimento e a valorização da profissão de pesquisa de audiovisual, iconografia e conteúdo no mercado audiovisual, editorial, televisivo, museográfico, iconográfico, artístico, nos centros de memória e em quaisquer outros locais de atuação. (...) Contribuir no debate em torno da preservação, da difusão e do restauro da memória audiovisual do país, divulgando sua importância nos projetos culturais e educacionais." (Fonte: https://pavic.com.br/) Trazendo essas diretrizes para uma oficina especializada na pesquisa significa, sobretudo, fornecer mais ferramentas de trabalho para os profissionais envolvidos na elaboração de roteiro e também em outras etapas da produção audiovisual. Sobre o roteiro, vale mencionar o grande roteirista Doc Comparato. Reproduzo aqui o início do Capítulo 2 do seu livro "Da Criação ao Roteiro", 3ª edição (2009)... ""Conselho aos dramaturgos... Tente ser original na sua obra e tão diligente quanto lhe seja possível, mas não tenha medo de se mostrar pateta. Devemos ter liberdade de pensamento e só é um pensador emancipado aquele que não tem medo de escrever patetices. [...] a brevidade é irmã do talento. Lembre-se, a propósito, de que declarações de amor, de infidelidades de maridos e esposas, viúvos, órfãs e outras desditas vêm sendo descritas desde há muito. [...] e o principal é que o pai e a mãe devem comer. Escreva. As moscas purificam o ar, e as obras, a moral." Anton Tchekhov (Letters on the short story, the drama and other literary topics. Nova York: Minton Balch and Co., 1924, p. 170-80)" REFLEXÕES SOBRE O ROTEIROExistem diferentes formas de definir um roteiro. Uma simples e direta seria: a forma escrita de qualquer projeto audiovisual.Atualmente o audiovisual abarca o teatro, o cinema, o vídeo, a televisão e o rádio. Syd Field define como uma “história contada em imagens, diálogo e descrição, dentro do contexto de uma estrutura dramática” Para outros é simplesmente a “elaboração do argumento” em que “os elementos acrescentados são diálogo e descrição no drama, e narração no documental”. A especificidade do roteiro no que respeita a outros tipos de escrita é a referência diferenciada a códigos distintos que no produto final comunicam a mensagem de maneira simultânea ou alternada. Nesse aspecto ele tem pontos em comum com a escrita dramática, que também combina códigos, uma vez que não alcança sua plena funcio-nalidade até ter sido representado. A “representação” do roteiro, no entanto, é perdurável em função da tecnologia da gravação. Ela se assemelha ao romance na possibilidade de manipular a fantasia nanarração, já não na sua capacidade de jogar com o espaço e o tempo de forma mais fidedigna, mas sim inclusive no fato de não depender da representação do humano ao vivo. Em outras palavras, o ator continua atuando mesmo depois de morto.Para Jean-Claude Carrière, cuja posição compartilho, o roteirista está muito mais perto do diretor, da imagem, do que do escritor. O roteiro é o princípio de um processo visual e não o final de um processo literário. “Escrever um roteiro é muito mais do que escrever. Em todo o caso, é escrever de outra maneira. Com olhares e silêncios, movimentos e imobilidades, com conjuntos incrivelmente complexos de imagens e desons que podem possuir mil relações entre si, que podem ser nítidos ou ambíguos, violentos para uns e suaves para outros. Podem impressionar a inteligência ou alcançar o inconsciente, se entrelaçam, se misturam e por vezes até se repudiam. Fazem surgir as coisas invisíveis...” “O romancista escreve, enquanto o roteirista trama, narra e descreve.” O campo de trabalho de um roteirista é cada vez mais amplo. Na realidade, um chefe de família que mostra fitas gravadas em vídeo e narra como foram suas férias está fazendo o papel de roteirista. Na minha trajetória, creio que trabalhei em todas as especialidades, desde os desenhos animados até o balé. Os produtores compreendem cada vez melhor que sem material escrito não se pode dizer nada. O que fica bem no papel fica bem na tela. Um bom roteiro não é garantia de um bom filme, mas sem um bom roteiro não existe com certeza um bom filme. Um roteiro deve possuir três aspectos fundamentais:Logos Pathos EthosA ferramenta de trabalho que dará forma ao roteiro e o estruturará é a palavra. O logos é essa palavra, o discurso, a organização verbal de um roteiro, sua estrutura geral. A lógica intrínseca do material dramático. Um roteiro contém uma história que provoca identificação, dor, tristeza. Pathos é o drama, a porção dramática para ativar a ação. É a projeção da vida em ação, o conflito cotidiano que eclode em acontecimentos. O pathos afeta as personagens que, arrastadas por sua própria história e drama, reagem aos fatos se convertendo em heróis ou vítimas, ou inclusive em motivo de divertimento numa comédia para os outros. A mensagem tem sempre uma intenção. É inútil tentar fugir à responsabilidade da falta de “ter algo a dizer”. Tudo é escrito para produzir uma influência, mesmo que esta seja somente para divertir. É o ethos, a ética, a moral, o significado último da história, as suas implicações sociais, políticas, existenciais e anímicas. O ethos é aquilo que se quer dizer, a razão pela qual se escreve. Não é imprescindível que seja uma resposta, pode ser uma simples pergunta. De maneira muito geral podemos dizer que essa forma escrita a que chamamos roteiro é algo muito efêmero. Existe durante o tempo que leva para se converter num produto audiovisual. Embora haja roteiros editados em forma de livro, atualmente até existem coleções ou sites dedicados a isso, o roteiro propriamente dito é como se fosse uma crisálida que se converte numa borboleta, imagem proposta por Suso d’Amico,a grande roteirista italiana." As duas oficinas de dois dias serão transmitidas ao vivo, com tradução simultânea em libras. Ao fim de cada dia, acontecerá um debate sobre os temas abordados nas oficinas, promovendo a interação entre a pesquisa e o roteiro. Além disso, acontecerão exibições de filmes roteirizados pela professora de roteiro convidada e/ou filmes pesquisados pela professora de pesquisa.

Objetivos

O principal objetivo da Semana de Roteiro de Belo Horizonte está na valorização da indústria do audiovisual na cidade de Belo Horizonte e no estado de Minas Gerais, a partir de ações de fomento, formação e debates sobre pesquisa e roteiro audiovisual.Esta proposta também visa coletivizar a nível institucional estas ações, ao angariar apoio de diversas entidades representativas da área. Desta forma, cumpre-se também outro objetivo, dando voz e ampliando a visibilidade de toda a diversidade da sociedade brasileira, a partir destas entidades representativas da indústria do audiovisual.Este Projeto visa promover o roteiro, ressaltando a importância da pesquisa como forma de engrandecer e enriquecer as histórias, com suas variadas formas de narrativa.Também são nossos objetivos:Valorizar a profissão do roteirista-autor, com suas diversas formas e possibilidades de mercado;Promover a visibilidade, o entendimento e a valorização da profissão de pesquisa de audiovisual, iconografia e conteúdo no mercado audiovisual, editorial, televisivo, museográfico, iconográfico, artístico, nos centros de memória e em quaisquer outros locais de atuação;Divulgar, promover e defender o trabalho da pesquisa audiovisual, iconográfica e de conteúdo e sua representação em políticas públicas culturais;Defender a pesquisa como elemento chave de toda produção que se vale de forma expressiva de nosso trabalho;Contribuir no debate em torno da preservação, da difusão e do restauro da memória audiovisual do país, divulgando sua importância para toda a sociedade. Contar histórias é coisa boa, coisa de quem gosta de observar, de quem é curioso e gosta de saber das coisas. Porque trem bom é coisa boa, contação de história também é. Coisa de causo… uns causo de coisa.Na prática, os objetivos do projeto podem ser descritos como sua própria metodologia: o evento será levado a cabo a partir de duas oficinas de dois dias, uma de roteiro e outra de pesquisa, de forma presencial e remota, com transmissão ao vivo pela internet. Uma parte dessas oficinas ocorrerá no edifício sede do P7 Criativo e outra será composta por visitas técnicas guiadas a dois aparelhos culturais de Belo Horizonte - MIS-BH (Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte) e o APCBH (Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte). Ao final de cada um dos dois dias das oficinas, ocorrerá um debate com temas relativos à pesquisa audiovisual e à criação do roteiro. Além disso, também é objetivo do projeto a exibição de três filmes da professora da oficina de roteiro (Elza Cataldo é a convidada da primeira edição).

Justificativa

Esse projeto surge da necessidade de valorizar as diversas formas de narrativa, a partir de sua experiência germinal que é a ideia da história que se vai contar.O roteiro audiovisual pode surgir de diversas formas. Ele pode surgir da literatura, do romance e do conto, como também pode surgir de outros lugares, de uma vivência, da oralidade de uma outra história contada por alguém, de um documento, de um sonho. Enfim, de diversos lugares.Pesquisa iconográfica, audiovisual e de conteúdo possibilita e viabiliza uma percepção mais ampliada de uma história. Com a pesquisa a elaboração do roteiro se torna algo mais dinâmico, dando à história um corpo mais robusto que proporciona um alcance maior de público.Dialogando com o público mais amplo, a história se consolida mais fortemente.A 1ª Semana de Roteiro de Belo Horizonte se justifica por dar visibilidade às ações germinais das narrativas, dando voz a mulheres experientes, cujos conhecimentos serão passados ao público interessado.O termo roteiro audiovisual não diz respeito somente à versão cinematográfica, senão que também pode ser lido, colocado, transpassado, transcrito, traduzido ou direcionado para outros meios, tais como narrativas sonoras (podcasts ou programas de rádio), quadrinhos, jogos, realidade aumentada, entre outros.Um roteiro corresponde a um mapa que conduz e norteia a produção. Quanto mais rico de informações for o roteiro, melhor. Assim, imbuído do espírito da contação de histórias e carregado de informações, o roteiro reluz.Este projeto se justifica pela luz que o conhecimento irradia, pelo resplendor deste conhecimento transformado em cinema, em audiovisual. Conhecimento que será repassado pelas nossas convidadas já confirmadas, além dos outros que farão parte desta empreitada que enaltece a nossa indústria audiovisual. Como cineasta, procuro desenvolver e elaborar novos projetos, principalmente em Belo Horizonte. Costumo dizer que meu trabalho é garimpar histórias mineiras principalmente belorizontinas, a fim de levá-las às telas de cinema. Infelizmente, dadas as condições contingentes da nossa situação de produção, não tenho conseguido produzir como gostaria. O resultado disso é que eu tenho diversos projetos de filme ainda em fase de desenvolvimento. Considero que essa condição não é exclusividade minha, mas de todos que, como eu, buscam realizar suas histórias. Considerando isso, a ideia da 1ª semana de roteiro de Belo Horizonte busca alcançar um público mais amplo para o cinema de modo a valorizar nossos trabalhos cotidianos. Trata-se de um evento curto que se fortalecerá com o tempo, visto que é de interesse de todos os envolvidos na cadeia produtiva do audiovisual.Valorizadas as ideias é fundamental.

Especificação técnica

Duas oficinas, uma de roteiro e outra de pesquisa audiovisual, cada uma com vinte vagas presenciais e transmissão ao vivo pela internet, com tradução em libras, ministradas por pessoas de notório saber em cada uma das duas áreas, contando com convidados de outros estados e gente daqui, de Belo Horizonte. Cada oficina tem duração de dois dias, com períodos pela manhã (9-12hs) e à tarde (14-18hs), seguidos de debates com convidados de outras áreas do audiovisual. Dessa forma, acontecerão dois debates, sendo que o segundo e último debate encerra as oficinas do evento, que ainda contará com uma exibição de filme no terceiro dia. Durante o período da tarde, acontecerão visitas guiadas dos participantes das oficinas a aparelhos culturais da cidade vinculados ao audiovisual e à pesquisa histórica: o Casarão do MIS-BH localizado na avenida Álvares Cabral, que funciona como depósito de filmes na cidade, sendo equipado para essa destinação, e o Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH), que preserva a memória da cidade. O evento também será composto pela exibição de três filmes, durante os dois dias de oficinas e no dia seguinte, no Cine Santa Teresa (MIS-BH), aparelho cultural da Prefeitura de Belo Horizonte destinado à exibição de filmes, entre outras funções culturais.

Acessibilidade

A Semana de Roteiro de Belo Horizonte conta com as medidas de acessibilidade física adotadas cotidianamente nos espaços onde será realizada, a saber: P7 Criativo, MIS-BH (Cine Santa Tereza), MIS-BH (Av. Álvares Cabral), Arquivo Municipal da Cidade de Belo Horizonte (APCBH). Além dessas, o evento conta com acessibilidade de conteúdo na tradução em libras ao vivo das oficinas e dos debates do evento.

Democratização do acesso

A democratização do acesso ao evento Semana de Roteiro de Belo Horizonte se dá, primeiramente, por sua gratuidade. O evento conta com uma programação gratuita: - oficina de roteiro; - oficina de pesquisa audiovisual, - debates sobre roteiro e pesquisa audiovisual; - exibição de filmes. As oficinas e os debates terão transmissão ao vivo pela internet, o que aumenta ainda mais o alcance de público ao conteúdo do evento.

Ficha técnica

A Semana do Roteiro de Belo Horizonte se compõe, nesse momento, das seguintes atividades: oficina de roteiro, oficina de pesquisa, debate sobre roteiro e pesquisa, exibição de filmes roteirizados pela pessoa responsável pela oficina de roteiro. Para a realização dessas atividades, já estão definidos: - Celio Dutra, como diretor do evento; https://embaubaplay.com/catalogo/preto-velho-da-lagoinha/ Com mais de 25 anos experiência, Célio Dutra tem vasta experiência em diversas áreas de diferentes campos artísticos, com destaque para premiações em salões de artes, festivais de fotografias e curtas, além dos diversos trabalhos que executou nas áreas técnicas cinematográficas, sempre tendo em mente a ampliação e o desenvolvimento do cinema em Minas Gerais. A Panfonica Cinema & Video nasce em 2012, fruto do sonho do cinema em Belo Horizonte e Minas Gerais. Com ela, surgem os curtas Impressão (2012), José (2012), Intuição (2014) e outros. Em 2013, convidado pelo Pai Ricardo, inicia o processo de produção do documentário de longa-metragem “Preto Velho na Lagoinha” (2016), que narra os ritos que marcam as celebrações do dia 13 de maio, a partir das preparações da Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente. Em 2015, Celio Dutra vence o edital do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) - PRODAV 04/2014, cujos recursos financiam o processo de elaboração do roteiro “Fantina”, baseado na obra abolicionista homônima de F.C. Duarte Badaró, publicada em 1881 (em fase de produção). Em 2017, ganha o edital Olhar Independente, da Rede Minas, com projeto “Sibila No Tijuco”, na categoria Documentário 4, cujo tema-orientador são as diversas manifestações relacionadas ao patrimônio cultural material e imaterial de Minas Gerais. “Sibila No Tijuco” acompanha o processo de restauração de imensos panos utilizados para cobrir os altares das igrejas na região de Diamantina, durante a época da Semana Santa, uma tradição secular daquelas localidades. Atualmente, a Panfonica encaminha o projeto de produção do “Fantina”, além dos projetos de desenvolvimento de outros três longas-metragens, todos com argumentos originais e aprovados para captação pela ANCINE - “Não Sei Onde Ela Está” (sobre um sujeito que precisa provar sua inocência, diante do desaparecimento da esposa grávida), “Rosa” (sobre uma mulher que se muda para o interior, fugindo da violência); “O filme da Loira” (sobre a lenda da Loira do Bonfim). - Elza Cataldo, como Professora da Oficina de Roteiro; https://www.personafilmes.com.br/personafilmes/nova-diretora/ Elza Cataldo é diretora, produtora e roteirista. Formada em Cinematografia pela Universidade de Nanterre e Doutora pela Sorbonne, França, foi também professora e pesquisadora pela Universidade Federal de Minas Gerais. Exibidora de cinema em Belo Horizonte. Consultora do ISVOR/FIAT sobre o tema Storytelling. Palestrante e professora da Fundação Dom Cabral sobre estruturas narrativas. Consultora do Programa Bahia Criativa (Minc/Secult) para desenvolvimento de roteiro. Consultora da Casa da Economia Criativa/ SEBRAE para projetos audiovisuais. Além de produzir e dirigir os filmes da produtora Persona Filmes, coproduziu os filmes de longa metragem “A Luneta do Tempo”, de Alceu Valença, e “Meu Pé de Laranja Lima”, de Marcos Bernstein. Foi ainda coordenadora do Laboratório CINEPORT de Roteiros e hoje é líder do Núcleo Criativo de roteiros da Brokolis do Brasil.- Helena Tassara, como Professora da Oficina de Pesquisa; https://pavic.com.br/pesquisadores/helena-tassara/ Pesquisadora e cineasta, formada em Ciências Sociais (FFLCH-USP), é doutora e pós-doutora em Cinema (ECA-USP). Atua como curadora e pesquisadora de conteúdos, de materiais iconográficos e audiovisuais, de personagens para filmes, impressos, multimídias, exposições e museus. Destacam-se as seguintes atuações recentes. Museus: Memorial da Democracia de Pernambuco (PE/2022); SESC 24 de Maio: “Utopia Brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos” (SP/2022); Museu da Língua Portuguesa (MLP/2006), experiências “Linha do Tempo da Língua Portuguesa” e “Nós da Língua” (MLP/SP/2018-2020), e na exposição “Sonhei em português!” (2021); Cais do Sertão Luiz Gonzaga (PE/2014); Museu de Saúde Pública Emílio Ribas/MUSPER do Instituto Butantan (SP/2020); MIS-RJ: experiências “Rio-40 graus” e “Rio no Cinema” com direção de Carlos Nader (RJ/2016). Audiovisuais: “Uma pequena história da mídia” de Toni Venturi (em produção); “O casamento de Diacuí Kalapalo” da Abrolhos Filmes (em produção); “FHC – Presidente Improvável” de Belisário Franca (2021); “BR-3: amores migrantes” série de S. Roizenblit e T. Lohmann (2018).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.