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PRONAC 247617Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

O que não aprendi na escola

SABRINA RODRIGUES MARTINS ROSA LTDA
Solicitado
R$ 239,8 mil
Aprovado
R$ 239,8 mil
Captado
R$ 15,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

6.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-06
Término
2025-08-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto O QUE NÃO APRENDI NA ESCOLA, propõe a produção de uma websérie, no formato de contação de histórias, sobre personalidades negras que marcaram a história brasileira e que foram silenciadas e invisibilizadas por narrativas e embranquecidas. A série contará com 8 capítulos que serão veiculados gratuitamente através de plataformas virtuais e distribuídos para escolas públicas através de exibições gratuitas seguidas de debates com presença da equipe do projeto.

Sinopse

O QUE NÃO APRENDI NA ESCOLA é uma websérie, no formato de contação de histórias, sobre personalidades negras que marcaram a história brasileira e que foram silenciadas e invisibilizadas por narrativas e embranquecidas. A série contará com 8 capítulos que serão veiculados gratuitamente através de plataformas virtuais e distribuídos para escolas públicas através de exibições gratuitas seguidas de debates com presença da equipe do projeto. Com a ajuda do Professor e Historiador Flavio Cardoso, os roteiros irão discorrer sobre a trajetória de personalidades negras que contam a história do nosso país como; Mãe Menininha do Gantois, Mercedes Baptista, Anastásia, Luiz Gama, Esperança Garcia, Luísa Mahin, Tereza de Benguela, Aqualtune, Maria Fimina dos Reis, João Cândido, Dona Ivone Lara e outros.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Colaborar para o desenvolvimento de ações que promovam o ensino e o reconhecimento da história negra do Brasil, através da produção de uma websérie voltada ao público infanto juvenil, sobre as conquistas e trajetórias de personagens negros que contam uma outra história do nosso país. Objetivos específicos: - Produzir 8 capítulos da websérie, com duração de 5 minutos cada, em alta qualidade (4k); - Disponibilizar o conteúdo gratuitamente na modalidade virtual em plataformas digitais, com meta inicial de 8 mil visualizações até a conclusão do projeto. - Realizar 10 exibições da websérie em 10 escolas públicas do Rio de Janeiro, na modalidade presencial, para estudantes e professores, com meta de 500 beneficiários por escola, somando um total de 5000 espectadores.

Justificativa

A história do Brasil, como é frequentemente contada, privilegiou ao longo dos anos, narrativas de protagonismo de determinados grupos sociais, em detrimento de outros, resultando em um apagamento sistemático de contribuições e vidas de pessoas negras. Trata-se aqui de uma expressão das desigualdades históricas que ainda reverberam em nossa sociedade. Por tal razão torna-se urgente e necessário resgatar as histórias de personagens negros que, embora tenham desempenhado papéis fundamentais em diversas esferas _ seja na ciência, nas artes, na política, ou em movimentos sociais _ foram deixados à margem da narrativa histórica dominante. A websérie proposta visa preencher essa lacuna ao trazer à luz as trajetórias de figuras negras cujas histórias foram esquecidas ou negligenciadas. Ao fazer isso, o projeto não apenas busca resgatar a memória dessas personalidades, mas também fomentar um maior entendimento sobre o impacto da diversidade racial e cultural na construção da sociedade. Além disso, o projeto pretende servir como uma ferramenta utilizando a produção audiovisual com o objetivo de auxiliar os professores em seus processos educativos, através de representações históricas de personagens reais e que apesar de não constarem no plano de ensino da maioria das escolas, contribuíram de forma fundamental para a formação da cultura brasileira. No formato de série episódica, com duração de 5 minutos cada, "O QUE NÃO APRENDI NA ESCOLA" será apresentada e interpretada com elementos lúdicos de som, música, luz e cenário, para elucidar a trajetória dos personagens e auxiliar educadores a difundir o tema para os alunos de uma forma leve, alegre, de fácil entendimento coletivo e democrático. E junto das escolas estimular um debate saudável sobre o tema. Em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 10.639, uma das políticas públicas mais importantes na busca por uma demanda curricular com novas abordagens, garantindo a inclusão obrigatória do ensino de História da África e das culturas afrobrasileiras nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficial e particular. Segundo a lei, os currículos deveriam contemplar o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, "resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à história do Brasil". A lei determina que o assunto seja ministrado em todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história. Mais de vinte anos após a legislação entrar em vigor, a implementação da medida ainda é irregular pelo país. Muitas vezes há menção à lei, mas sem indicação de ações que a tornem efetiva. Porém, é possível ver hoje as diversas iniciativas criadas por artistas, educadores, agentes culturais e governantes a fim de mostrar que a história do negro vai muito além da escravidão. A série foi feita de forma mais simples no Instagram e já no nosso primeiro capítulo, teve 177 mil visualizações, com feedbacks positivos de professores das Redes Públicas e Particulares. Foi aí que entendemos a necessidade dessas histórias circularem de forma itinerante pelas escolas de todo Brasil. Nosso projeto deseja fazer parte desse movimento, provocando a sociedade no exercício de buscar um novo imaginário para as representações do negro nas obras ficcionais - muitas vezes preso ao estigma da pobreza, da violência, da sexualização e da subserviência. Queremos mostrar o protagonismo preto sob uma ótica moderna, utilizando da estética Afrofuturista, e com bases no afeto e na felicidade, através da arte e do entretenimento, uma potente ferramenta pedagógica, capaz de promover a análise sobre questões fundamentais através do riso, da emoção e da diversão. Uma forma de promover a esperança,a tolerância, o respeito e o amor. De acordo com as informações expostas acima, a proposta está de acordo com o Art. 25 Lei n.º 8.313/91, ao promover modos de criar e fazer, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais, no segmento II - produção cinematográfica, videográfica, fotográfica, discográfica e congêneres. O acesso virtual será gratuito, bem como as atividades presenciais realizadas em parceria com escolas públicas, contribuindo para a promoção da cultura brasileira e para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, alinhada ao que determina o parágrafo I do Art 1° da Lei n.º 8.313/91. De acordo com o Anexo V da IN 01/22, o projeto, por seu produto principal - Websérie - se enquadra no Artigo 18 da Lei n.º 8.313/21.

Especificação técnica

Produto: Websérie Para a realização do projeto serão necessários: - Equipamentos de filmagem; - Equipe: equipe de direção e criação; equipe de produção; câmeras, técnicos de som e luz; equipe de visagismo; equipe de edição e finalização. - Estúdio; - Transporte equipe e equipamentos; - Alimentação equipe. PRODUTO: Encontros nas Escolas - Equipamentos de projeção: tela, equipamento de som e projetor; - Equipe: equipe de produção; palestrantes. - Apoio de espaço cedido em parceria com as escolas; - Serviços de Comunicação/ Divulgação; - Transporte;

Acessibilidade

Sabemos da importância da Acessibilidade por isso o projeto irá contar com as seguintes medidas de acessibilidadeI- no aspecto comunicacional = todos os capítulos da websérie irão contar com audiodescrição, legendagem descritiva e libras. Nossas mídias e canais de comunicação também contaremos com marketing inclusivo. II - no aspecto arquitetônico: para a realização das exibições presenciais nas escolas serão escolhidos locais que possuam acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida, além da presença de um intérprete de libras em todos os encontros (10 ações).

Democratização do acesso

A série “O que não aprendi na escola” será distribuída gratuitamente, na modalidade virtual, através de plataformas digitais com meta de 8000 visualizações até a finalização do projeto. Como medida de democratização, de acordo com os parágrafo VI e VII do Art. 28 da IN 01/23, realizaremos exibições da websérie seguidas de debates com a presença da equipe do projeto, em 10 escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro com meta de 5000 beneficiários entre estudantes e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

DIREÇÃO E ROTEIRO: Sabrina Rosa SABRINA ROSA, tem 36 anos de carreira e foi criada na FAVELA DO VIDIGAL, a Comunidade mais Cultural da Zona Suldo Rio de Janeiro. Com apenas 9 anos de idade, ingressou no grupo de Teatro Nós do Morro, conhecido internacionalmente por revelar grandes talentos do Cinema e TV. Ainda em sua adolescência ingressou na primeira turma de Cinema do grupo, que foi ministrado pelos cineastas Rosane Svartman e Vinícius Reis. E assim sua vida artística foi crescendo trabalhando nas grandes mídias, como Atriz, Diretora e Roteirista, sempre com a intenção de abrir caminho para a Arte Preta Periférica. Em 2010 quando roteirizou e dirigiu o seu primeiro filme de longa-metragem chamado "VAMOS FAZER UM BRINDE", se tornou a SEGUNDA CINEASTA NEGRA, a realizar um longa-metragem de ficção no Brasil. Roteirizou séries para Globoplay - “Musical Vicky e a Musa” (2023/2024), Star Plus – “How To be a Carioca” (2023) e Novelas para TV Globo – “Vai na Fé”(2023). HISTORIADOR/ PESQUISADOR: Professor Flávo Cardoso Professor de História, Fundador do NegrociandoHistóriaCriador da aula ”História Negra Brasileira- Aquela que os livros não contam” ATRIZ E IDEALIZADORA: Cíntia Rosa Atriz que começou sua vida artística aos nove anos no grupo Nós do Morro, atuandodurante 20 anos. No cinema atuou nos seguintes filmes: Cidade de Deus - O Maior Amor do Mundo -Broder - A Suprema Felicidade - Solteiro no Rio de Janeiro - Vamos Fazer um Brinde - Confissões deAdolescente - 13Noir - 5X Favela, agora por nós mesmos - O Fim e os Meios.Na TV: As Cariocas - Sandy e Junior - Cidade dos Homens - Faça a sua História - Tapas e Beijos -Romance Policial-Espinosa - Os Terminadores. Em teatro atuou em Gimba, O presidente dos Valentes -Machado a 3X4 - Funk Brasil, 40 anos de Baile. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Flávio Cabral dos Prazeres Operador de Câmera, pelo SENAI-RJRealização e Produção Audiovisual pela Escola de Cinema Darcy RibeiroRealizou, Campanha Ipanema “Fervo e Folia” (2018), Campanha Cruz Vermelha “Humanos” (2017), Campanha Ajeblack (2017), Filme Lençol de Inverno (2017). Habilidades, Adobe Premiere Avançado, Adobe Lightroom Avançado, Videomapping (projeção mapeada) DIREÇÃO DE ARTE: Hugo Alves Diretor de Arte, Cenógrafo e Ator. Iniciou sua formação artística aos 15 no Grupo de Teatro Nós do Morro. Lá trabalhou como ator em diversas montagens, entre elas “Domando a Megera” e "Bataclã" - ambas com direção de Fernando Mello da Costa; e “Barrela”, com direção de Paulo Giannini. Ainda através do grupo, desenvolveu habilidades para cenografia e aos 22 anos fez seu primeiro no cinema na função de contra regra na série “Mais x Favela” do canal Multishow - Globosat. Atualmente trabalha como Diretor de Arte, Assistente de Arte e Cenógrafo nas áreas do cinema, publicidade e videoclipes. Entre os últimos trabalhos destacam-se videoclipes de artistas como Anita, Ludmila, Juliete, Maria Rita, Diogo Nogueira; campanhas publicitárias para empresas como HBO, Leader, Unimed; as séries Além da Ilha - Canal Multishow; “Tua mãe não te falou” - Netflix; e “A festa de Léo” (2024), dir. Luciana Bezerra e Gustavo Mello, seu primeiro longa-metragem como Diretor de Arte. FIGURINISTA: Vivi Cunha Figurinista e stylist assina desde 2010 até então trabalhos nacionais e internacionais de artistas do Rap Funk , como T.I , Iggy Azaleia, Filipe Ret ( chegando a viajar para o México junto com a equipe de ret para gravar três clipe sua primeira viagem internacional) , Orochi, Anitta, Denis DJ , Xamã, Mr.Catra, Mc Cabelinho , Oruam , Chefin, Bin, BK Bonde das Maravilhas entre outros . Seu trabalho chamou atenção Também de atuaras de outros nichos como Cléo Pires , Ponto de Equilibrio, Diogo Nogueira, Léo Santana entre outros. Em 2019 assina o figurino do show rapper Duguetto para inauguração do palco favela no Rock In Rio, o figurino contava com 80 furos que fariam uma alusão à morte do músico pelos militares na época por engano. O figurino repercutiu em muito jornais e Midias na época sendo considerado até hoje pela própria artista o trabalho mais representativo. Nesse Rock In Rio também vestiu para o palco favela com figurino exclusivo o rapper Xamã. EDIÇÃO: Bebel Rodriguez Bebel Rodriguez iniciou a carreira como assistente de montagem. Atualmente trabalha como montadora e também como produtora de conteúdos para canais no YouTube. Montagem do filme Cartas de Amor | 2022Montagem do filme Poder | 2018, Flocks.TV | 2018 até agosto2020, edição de vídeo e áudio para os canais noYouTube (Buenas Idéias, Casseta e Planeta, IEPG, Canal IXI, Viviane Mosé, Sergio Besserman, Paparazzo Rubro-Negro),Montagem Bipolar Show 3o temporada | 2017, Assistente de edição - Tempero de família GNT | 2015 - 2016, Trace Brazuca | Edição de vídeo do programa Trace Bio | Julho 2020 até janeiro 2021 PRODUTORA EXECUTIVA: MELISSA ARIEVO Atriz. Cantora. Produtora Cultural. Graduada em Teatro – UFRGS. Produziu as edições de 2022 e 2023 do FIL - Festival Internacional de Intercâmbio de Linguagens - festival com mais de 20 anos de tradição na cidade do Rio de Janeiro. Trabalhou na produção do Festival de Cinema do Rio em 2012 e 2013. Foi Coordenadora de Projetos da Asbrinc - Associação Brincar e Crescer de 2018 a 2022. Atualmente é diretora da Fruta Gogoia Projetos Culturais, empresa de Elaboração e Produção de projetos culturais, Curadora e Produtora do Festival Cinema Negro em Ação, no Rio Grande do Sul, é Produtora Executiva e atuadora no grupo teatral Gira Cia Andante. Atuou em diversos espetáculos, dentre eles, “Havana Café”, com a Cia Ensaio Aberto - Dir. Luiz Fernando Lobo; “Lady Day” - monólogo baseado nas palavras e canções de Billie Holiday - Dir. Marco Mafra; “Flora e o Passarinho”, com a Gira Cia. Andante; no papel de Clara Nunes em “A Sabiá – Tributo a Clara Nunes”, "Domando a Megera” e "Bataclã" - ambos com o Grupo Nós do Morro, direção de Fernando Mello da Costa; “Opereta Pé de Pilão” – musical infantil Prêmio Rumos Itaú Cultural Infantil de 2011; entre outros. Também trabalhou na Escola Carioca do Espetáculo com Amir Haddad e Grupo Tá Na Rua. No cinema recebeu os Prêmio de Melhor Atriz coadjuvante no Festival O Cubo por “Maré Mansa Traiçoeira” de Daniel Paes e de Melhor Atriz no Brazilian Film and Television Festival of Toronto - BRAFFTV com o “O Sol pode cegar”, de Toti Loureiro. Está em cartaz nos cinemas com os filmes A festa de Leo, de Luciana Bezerra e Gustavo Mello; e Mundo Novo, de Álvaro Campos. ASSISTENTE DE DIREÇÃO: HÉLIO RODRIGUES Ator. Produtor Cultural. Nascido e criado na comunidade do Vidigal , Rio de Janeiro. Ingressou no grupo de teatro Nós do morro em 1997. Em 2010 produziu o documentário Copa Vidigal com direção de Luciano Vidigal. Entrou na Escola de Cinema Darcy Ribeiro em 2014 e em paralelo administrou o Teatro do Vidigal. Em 2018 produziu o making off do filme Bandeira de Retalhos de Sérgio Ricardo e no mesmo ano também fez a produção executiva do documentário A Favela do Papa de Marco Antonio Pereira. Em 2023 produziu a figuração do longa metragem A Festa de Léo de Luciana Bezerra e Gustavo Melo. Produz o sarau João in Sarau que acontece todo ano desde de 2018 e atualmente é Coordenador do projeto voluntário de restauração e conservação do acervo de livros e textos de espetáculos do grupo de teatro Nós do Morro.

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.