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Bigode é um projeto de curta-metragem (duração 15 min), na qual acompanhamos a história de Bigode, um trabalhador surdo que mora e trabalha em uma fábrica de manequins. Após ter sua única companhia, uma manequim, vendida por seu chefe, Bigode planeja uma inusitada vingança, transformando o patrão em um manequim. O curtaaborda temas como exploração trabalhista, isolamento de pessoas PCD e a resistência silenciosa dos oprimidos. Um filme que explora, através do ponto de vista de um deficiente auditivo, as relações de trabalho em uma sociedade desigual, onde a manutenção da precariedade é um método que garante uma força de trabalho submissa e sobrecarregada, e a caridade é, na verdade, uma forma de controle social. Este projeto também agrega um produto secundário: uma oficina voltada para estudantes de escola pública sobre a produção de curtas-metragens.
BIGODE (65), trabalha e vive em uma fábrica de manequins no bairro do Brás, na região central de São Paulo. Surdo, vive isolado no seu mundo, trabalhador esforçado, responsável com sua segurança no trabalho, escultor de muito esmero, gasta seu tempo livre com sua manequim favorita com quem divide os momentos de diversão em seu pequeno quarto no sótão da fábrica. Depois de um furto nas dependências da fábrica que termina em uma grande confusão entre funcionários onde o real problema fica em segundo plano, o chefe resolve vender a manequim por quem o Bigode tem grande estima para acabar com o clima hostil na sua empresa. Deprimido, Bigode vive sua rotina isolado de tudo e todos, sem nunca deixar suas responsabilidades de lado, está cada vez mais isolado. Isso não muda o fato do chefe atazanar a sua vida a cada interação possível. Os monólogos do patrão são sempre cheios de lições de moral, broncas e afirmação de que ele faz tudo pelos funcionários, que dá a vida pela empresa e que o que recebe dos colaboradores é o mínimo dos mínimos. Ameaças de demissão para o Bigode e o resto da equipe é uma constante no ambiente de trabalho, assim como as constantes cobranças, incluindo algumas que não deveriam ser responsabilidade dos trabalhadores da fábrica. Um dia, enquanto os trabalhadores se arrumavam para o seu tradicional forró, Bigode aproveita que está a sós com chefe na fábrica para o transformar em um manequim que passa a tomar conta da fábrica; com a própria vida!
Objetivo Geral: Produzir o curta-metragem "Bigode", com duração aproximada de 15 minutos, abordando temas como exploração trabalhista, isolamento social, e a resistência silenciosa dos oprimidos, protagonizado por um personagem surdo. O filme busca não apenas contar uma história envolvente e sensorial, mas também promover a inclusão de personagens com deficiência no cinema brasileiro, valorizando a diversidade e o protagonismo de pessoas com deficiência (PCD) nas narrativas audiovisuais. Objetivos específicos: - Gerar empregos diretos e indiretos para profissionais da indústria criativa, especialmente no Rio Grande do Sul, onde muitos foram afetados pelas enchentes;- Promover a inclusão e representatividade através de um projeto audiovisual com protagonista surdo;- Garantir a acessibilidade do curta-metragem, com legendas descritivas, audiodescrição e libras;- Criar um ambiente de produção e set acessível, garantindo acessibilidade atitudinal e o trato adequado a pessoas com deficiência (PCD);- Assegurar que uma porcentagem da equipe de produção seja composta por pessoas com deficiência (PCD), promovendo a inclusão e diversidade no projeto;- Produzir um conteúdo de qualidade que leve o audiovisual brasileiro, especialmente gaúcho, a festivais ao redor do mundo;- Realizar uma oficina prática de produção de curtas-metragens em uma escola pública, democratizando o acesso a novas oportunidades de carreira dentro das artes.
O curta-metragem "Bigode" justifica-se pela necessidade de promover a inclusão social, a diversidade e a democratização do acesso ao audiovisual, abordando temas de extrema relevância social como a exploração trabalhista, a intolerância e a vida de pessoas com deficiência. Este projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, que estabelecem os princípios gerais da política cultural brasileira. O projeto "Bigode" está alinhado com os seguintes objetivos: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Art. 1º, I): O curta-metragem "Bigode" promove a inclusão cultural ao retratar a vida de um personagem PCD, oferecendo uma narrativa acessível e relevante que amplia a representação e visibilidade de pessoas com deficiência no audiovisual brasileiro. Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Art. 1º, II): Ao ser produzido e gravado no Rio Grande do Sul, o projeto valoriza e destaca os talentos locais, incentivando a produção audiovisual fora do eixo Rio-São Paulo e contribuindo para a descentralização da cultura brasileira. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art. 1º, III): "Bigode" é um projeto que valoriza o trabalho de artistas e técnicos audiovisuais do Rio Grande do Sul, proporcionando oportunidades de emprego e desenvolvimento profissional, especialmente em um momento de necessidade devido aos impactos das recentes enchentes na região. Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Art. 1º, VIII): O filme aborda questões universais como o abuso de poder e a luta pela dignidade humana, temas que transcendem fronteiras culturais e encontram ressonância em diferentes contextos ao redor do mundo. Priorizar o produto cultural originário do País (Art. 1º, IX): "Bigode" é um produto genuinamente brasileiro, que reflete a realidade e os desafios enfrentados por muitos trabalhadores no Brasil, utilizando a linguagem cinematográfica para promover o debate sobre temas de relevância nacional. Além disso, o projeto também se alinha com os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, que inclui o fomento à produção cultural e artística, especialmente no que se refere à produção de obras cinematográficas de curta e média metragem (Art. 3º, II, a). A produção de "Bigode" contribui para o desenvolvimento da cultura local, gerando emprego e renda para trabalhadores da indústria criativa do Rio Grande do Sul, uma região que recentemente enfrentou desafios significativos devido às enchentes. Adicionalmente, o curta-metragem incluirá uma oficina para estudantes de escolas públicas, onde terão a oportunidade de aprender sobre o processo de produção de um curta-metragem. Essa ação formativa visa democratizar o acesso ao conhecimento e incentivar o envolvimento dos jovens com o audiovisual, proporcionando-lhes novas perspectivas e oportunidades. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é, portanto, essencial para viabilizar a execução do projeto "Bigode", especialmente no contexto emergencial atual no Rio Grande do Sul. As recentes enchentes afetaram severamente a infraestrutura cultural e as atividades criativas na região, tornando imprescindível o apoio financeiro para a reconstrução e continuidade das iniciativas culturais. O financiamento através da Lei de Incentivo à Cultura permitirá que "Bigode" não apenas seja realizado, mas também contribua para a revitalização do setor cultural local, fortalecendo a economia criativa e promovendo a inclusão social.
Não se aplica.
Curta-metragem de ficção, aproximadamente 15 minutos, em cores.
A acessibilidade em audiovisual é um princípio fundamental que deve ser incorporado em todas as etapas de uma produção cinematográfica. A proposta para o filme em questão visa promover a inclusão e a igualdade, garantindo que o filme seja acessível a todos os públicos. Para isso, serão implementadas medidas de acessibilidade a fim de enriquecer a experiência dos espectadores e garantir que a narrativa seja compreendida por todos. Será promovida a inserção de recursos essenciais, como a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), tornando o filme acessível aos espectadores surdos. Intérpretes de Libras serão incorporados ao conteúdo, garantindo que os diálogos sejam traduzidos de forma precisa e expressiva. Isso permitirá que as pessoas surdas tenham acesso completo à trama, aos personagens e às emoções transmitidas pelo filme, promovendo a inclusão e a compreensão da história. Outra medida que a ser implementada é a disponibilidade de Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE), recurso essencial para os espectadores surdos que não estão familiarizados com a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). Essas legendas não se limitam apenas a transcrever os diálogos, mas também incluirão informações adicionais, como a representação de efeitos sonoros importantes e as nuances na comunicação entre personagens. Isso assegurará que todos os espectadores, independentemente de sua capacidade auditiva, tenham acesso completo às nuances da trama e à riqueza das interações entre os personagens. Além disso, a audiodescrição será cuidadosamente elaborada para enriquecer a experiência dos espectadores com deficiência visual. A audiodescrição consiste em descrições detalhadas de cenas, expressões faciais, gestos e outros elementos visuais essenciais para a compreensão do enredo. Isso permitirá que as pessoas com deficiência visual tenham uma experiência completa do filme, sentindo-se totalmente imersas na narrativa. Com essas medidas, a produção está empenhada em criar um filme que celebre a diversidade e cumpra os princípios de acessibilidade essenciais a um produto audiovisual. É importante mencionar que, a proponente já aplica essas medidas em suas produções, contando com parcerias essenciais: SOM DA LUZ O Som da Luz, pioneiro no formato de tecnologias de acessibilidade e propostas de inclusão, é reconhecido como referência de soluções em Acessibilidade Universal em conteúdo audiovisual no Brasil e tem como lema: “Tudo para Todos!”! Produzindo acessibilidade para uma parcela da população carente de conteúdo acessível e ávido pela participação em ambientes onde os diferentes são iguais. Desde seu início em 2010, a empresa Som da Luz tem uma gestão focada na responsabilidade social, sempre investindo no desenvolvimento de novas tecnologias e qualidade técnica. Ao longo deste período tem criado importantes parcerias e aglutinado profissionais de diversas áreas, tais como roteiristas, narradores, intérpretes de LIBRAS, revisores de acessibilidade PDV, operadores de áudio, técnicos em vídeo, assistentes sociais, especialistas em acessibilidade, arquitetos, educadores, músicos, entre outros. A empresa com seu projeto inovador e pioneiro no Brasil, o Festival de Cinema Acessível, em 2015, com segunda edição em 2016, tornou-se referência em Acessibilidade Universal em conteúdo audiovisual, sendo citada na revista EXIBIDOR - edição de agosto de 2016 - como referência de soluções em acessibilidade no Brasil. No ano seguinte, a empresa produziu o Festival de Cinema Acessível Kids, que teve chancela da UNESCO e apoio da SNPD - Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência, e outros parceiros de peso. ACELB (Associação de Cegos Louis Braille), ACERGS (Associação de Cegos do Rio Grande do Sul) e ADEVIC (Associação dos Deficientes Visuais de Canoas) As três instituições são associações parceiras da proponente, já tendo recebido outros produtos culturais acessíveis desenvolvidos pela empresa, como é o caso da Mostra Sonhos Acessíveis, produzida pela coprodutora Druzina Content. Assim, como forma de ampliação do acesso aos bens culturais, as produtoras pretendem valorizar essa parceria, realizando a difusão da versão acessível da obra finalizada, com LIBRAS, audiodescrição e legendagem acessível (closed caption). Dessa forma, as instituições poderão realizar sessões abertas da obra audiovisual para seus associados, e ainda, compartilhar a obra ao seu mailing, abrangendo em torno 32 mil pessoas cegas e com baixa visão diretamente e mais de 50 mil indiretamente. Para além da aplicação das tecnologias de Acessibilidade Comunicacional no produto final, e das parcerias pré-estabelecidas pelos produtores, a Lazuli Filmes e sua coprodutora, a Druzina Content, vêm de longa data tomando ações práticas que visam um fazer audiovisual múltiplo e repleto de diversidade. Assim, em seus projetos, a composição da equipe é realizada com vistas a uma participação equilibrada, não só no que tange ao gênero, mas também, as questões raciais e de inclusão profissional de pessoas com deficiência. A concepção da equipe do filme, em sua totalidade, das funções criativas de direção de arte e fotografia até as funções de estágios mais iniciais, é pensada pela produção como um espaço de talentos, de oportunidades e de inclusão. Nesta ordem, a composição da equipe do filme é realizada somente após a captação dos recursos do projeto, na medida que perpassa por um longo processo de seleção. Com a intenção de romper com a famosa "panelinha do cinema gaúcho", as funções criativas em abertos neste projeto, ou seja "as vagas", serão amplamente divulgadas nos canais de comunicação do setor, permitindo que qualquer profissional tenha a oportunidade de candidatar-se a vaga. Esse processo, que já é praticado nos projetos das empresas, resulta em uma pluralidade do cinema ainda pouco vista no nosso estado. Além das medidas de conteúdo, o projeto "Bigode" também dará ênfase à acessibilidade atitudinal. A equipe de produção passará por capacitações específicas sobre o trato e inclusão de pessoas com deficiência, a fim de garantir um ambiente de trabalho acolhedor, respeitoso e inclusivo. Isso inclui treinamentos sobre como interagir adequadamente com pessoas PCD, entendendo suas necessidades e garantindo que sejam tratadas com a devida dignidade e respeito. Afinal, será garantido que uma porcentagem da equipe técnica do projeto seja composta por pessoas com deficiência, promovendo a inclusão e o protagonismo dessas pessoas no ambiente de trabalho. Essa iniciativa não só fortalece a representatividade, como também enriquece o processo criativo e produtivo com diferentes perspectivas e experiências.
"Bigode" é um curta-metragem de ficção que será distribuído em diversas plataformas para maximizar seu alcance e garantir que o público possa ter acesso ao filme em diferentes janelas de exibição. A estratégia de distribuição do curta-metragem "Bigode" foi cuidadosamente planejada para explorar múltiplas possibilidades de difusão, levando em consideração o perfil do público-alvo e o impacto cultural do filme. O primeiro passo na estratégia de distribuição será a participação no circuito internacional e nacional de festivais de cinema. A exibição em festivais e mostras especializadas será fundamental para apresentar "Bigode" a críticos, agentes de vendas, distribuidores e exibidores. Festivais como o Festival de Cannes - Short Film Corner, o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (Curta Kinoforum), e o Festival de Gramado, entre outros, serão prioridades para a inscrição do filme. A participação em festivais possibilitará que "Bigode" ganhe visibilidade no cenário cinematográfico, recebendo o feedback da crítica especializada e estabelecendo contatos com possíveis distribuidores. Depois do circuito de de festivais, o objetivo das produtoras é viabilizar o lançamento comercial de "Bigode" em cinemas selecionados, preferencialmente em salas independentes e culturais que abrigam curtas-metragens em suas programações. Embora o lançamento de curtas em cinema seja menos comum que o de longas-metragens, a proposta é buscar exibições em sessões especiais, cineclubes, e eventos cinematográficos que permitam a apresentação do curta ao grande público. Além disso, parcerias com escolas e universidades serão exploradas para realizar exibições educativas, seguidas de debates e discussões sobre os temas abordados no filme. Após o lançamento comercial, "Bigode" será apresentado a plataformas de streaming e canais de TV, com o objetivo de licenciar o filme para exibição digital e televisiva. Plataformas como Prime Video, Mubi, Canal Brasil, Curta!, e Box Brazil Play serão algumas das opções a serem consideradas para sua distribuição.. A inclusão do filme em plataformas de streaming permitirá que ele alcance um público global, acessível em qualquer lugar do mundo e a qualquer momento. Cabe mencionar que a produtora e coprodutora deste projeto já possui articulação com diversas dessas plataformas e canais, facilitando o processo de licenciamento da obra. Como parte do compromisso com a democratização do acesso à cultura, o projeto "Bigode" inclui uma ação formativa de grande relevância: uma oficina sobre a produção de curta-metragens, voltada para estudantes de escolas públicas. Nessa oficina, os alunos terão a oportunidade de aprender sobre os principais processos envolvidos na criação de um curta-metragem, desde a concepção do roteiro até a gravação final. Além disso, a oficina incluirá a produção de um roteiro coletivo e a gravação de um curta-metragem pelos próprios alunos, incentivando o desenvolvimento de novas habilidades e a participação ativa na criação audiovisual. A divulgação de "Bigode" será amplamente realizada através de uma estratégia de marketing digital que incluirá a criação de perfis específicos para o filme nas principais redes sociais, como Instagram e Facebook. Essas plataformas servirão como canais de comunicação direta com o público, permitindo que os seguidores acompanhem o processo de produção, bastidores, making of, e as seleções em festivais. Além disso, serão utilizados para divulgar as datas de lançamento, exibições especiais, e a disponibilidade do curta em plataformas de streaming. Essa interação constante com o público visa manter um engajamento ativo, garantindo que "Bigode" alcance uma ampla audiência e se conecte com espectadores de diversas partes do mundo. As parcerias com influenciadores e plataformas especializadas em conteúdo audiovisual também serão exploradas para ampliar ainda mais o alcance da campanha de marketing. Ao aliar uma estratégia de distribuição abrangente com ações formativas inclusivas e um robusto plano de divulgação digital, o projeto "Bigode" se posiciona como uma obra cultural de grande impacto, com potencial para alcançar e engajar públicos diversos, tanto no Brasil quanto no exterior.
“Bigode” nasce sob a expertise de duas produtoras experientes, sendo um projeto de coprodução da Lazuli Filmes e da Druzina Content. Essa parceria, que atua em conjunto há cerca de 10 anos, se destaca pela produção de filmes, séries, games e eventos culturais no estado do Rio Grande do Sul e em todo o Brasil. Juntas, as produtoras colecionam mais de 20 anos de experiência na área, o que comprova a capacidade gerencial e logística aplicada no projeto. A Lazuli Filmes atua principalmente nas áreas de produção, co-produção, produção executiva, showrunner, roteiro e criação. Entre as produções que gerenciou através da produção executiva, destacam-se as séries “Lupita no Planeta de Gente Grande” - Segunda Temporada, “Lupita Curiosidades” e “Lupita Pelo Mundo” (TVCultura / TVBrasil / ZooMoo / BoxKids / Youku / Playkids, entre outras), o longa-metragem “LOOP”, com grande repercussão em festivais internacionais, e o documentário “Diga-me Adeus”, contemplado pelo FAC Filma RS, e atualmente em fase de pós-produção. A Druzina Content é uma premiada empresa com mais de 20 anos de experiência no mercado de inovação audiovisual. Suas obras já participaram de diversos festivais e mercados, recebendo inúmeros prêmios, estando presente em mais de 60 países. Em reconhecimento à sua atuação no mercado externo, conquistou o Prêmio Exportação ADVB por cinco anos consecutivos (2020 - 2024), uma conquista inédita para o setor de economia criativa e para a indústria audiovisual brasileira. A empresa é conhecida por suas produções como as séries infantis “Universo Z” e “Lupita”, os longas “Loop” e “Contos do Amanhã”, e os games “Winged” e “Silo”. Amanda Ruano (Produtora, Produtora Executiva, Controller) CEO da Lazuli Filmes, formada em Produção Audiovisual pela PUCRS e em Direito pela UFRGS com foco na área do Direito do Entretenimento, Amanda faz parte do time executivo da produtora Druzina Content, atuando em projetos como longas-metragens, curtas, séries e games, desde animação a live-action. Luciana Druzina (Coprodutora, Produtora Executiva) CEO da Druzina Content, atua em dezenas de séries de TV, filmes e jogos como produtora, produtora executiva, showrunner, diretora, game designer e co-criadora. É membro da International Academy of Television Arts & Sciences e fez parte da comissão julgadora do International Emmy®️ Awards. Marco Antônio Ferreira (Direção; Direção de Fotografia) Marco Antônio Ferreira atua há mais de 20 anos no audiovisual, estando envolvido como Diretor de Fotografia e Diretor de Cena em documentários, produções publicitárias, conteúdo para canais televisão fechada e internet, além de clipes. Pretende com esse projeto, que recupera o ambiente onde cresceu e desenvolveu suas primeiras habilidades artísticas, se lançar como Diretor de Cena de projetos de dramaturgia. Esteve à frente da fotografia do premiado “Exu e o Universo”, longa que fala sobre a invisibilização e marginalização das religiões de matriz africana e que ganhou Prêmio do Júri de Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro em 2022 e Prêmio do Público de Melhor Documentário na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2022. Também assina a direção de fotografia de “A última vanguarda”, que foi reconhecido com o Prêmio do júri de melhor documentário de artes no festival curta documentários em 2024. Na publicidade, já fez a direção de cena - e fotografia - de comerciais para a Revista Veja, Banco do Brasil e Volt Sports. Foi o responsável pela direção de fotografia de filmes para marcas como; Volvo, Fiat, Arno, Tok&Stok, SmartFit, Heinz, Arno, Fusion Energy Drink, SuperDigital e para a marca Eudora do Grupo Boticário. Fez a produção executiva, direção de cena e direção de fotografia dos clips “Dias de Luta”, “Não Vá me Machucar” e “Blues do Gato Preto” para o projeto musical solo do do Nasi, vocalista do Ira. Também exerceu as mesmas funções nos clipes “Axé de Ouro” da Anna Tréa e “Dias Melhores” da banda Faca Preta No entretenimento, assinou a direção de fotografia dos 20 episódios do programa “Happy Hour” com Mariana Ximenes. O curta BIGODE pretende ser o primeiro trabalho de dramaturgia que Marco Antonio Ferreira vai assinar como co-produtor, diretor de cena e diretor de fotografia. Monteiro Monteiro (Direção de Arte) Iniciou na área cinematográfica como figurinista de videoclipes e filmes publicitários, desenvolveu como stylist a imagem de vários artistas ao longo de quase 2 anos em parceria com o Midas Music do produtor musical Rick Bonadio. Diretor de arte desenvolve cenários para publicidade, campanhas de conteúdo, cenografia para shows e ambientes para eventos. Em parceria com artistas e coletivos diversos, atua com uma equipe criativa levando o conhecimento cênico para ambientes pessoais e comerciais. Alexandre d’Albergaria (Roteirista) Alexandre d’Albergaria, depois de uma longa, sólida e premiada carreira internacional como Diretor de Arte e Diretor de Planejamento Estratégico em grandes agências de publicidade, abandonou a propaganda para se dedicar à dramaturgia, começou como diretor de Cena onde assinou campanhas para Caloi, Governo de Pernambuco e para o Fantástico - O show da vida. Foi estudar roteiro por entender que seria a base da sua nova profissão e se apaixonou tanto pela escrita de roteiros que transformou o ofício em seu principal objetivo de vida. Na área, começou a trabalhar analisando roteiros para Aleksei Abib, de quem, por dois anos, foi assistente - depois de fazer duas vezes o curso do mesmo, sendo a segunda, como monitor e facilitador criativo entre o mestre e os alunos. Criador da franquia de quadrinhos independentes “Contos do Subverso”, que já teve seu primeiro episódio publicado e está prestes a publicar o segundo e terceiro, e onde, atualmente, trabalha no roteiro do quarto episódio. Durante a pandemia, aproveitou que a Fundación Universidad del Cine abriu uma turma remota e fez parte da formação de roteiro nesta respeitada instituição. Responsável pelo roteiro de “Congado” e “Ruas - As veias abertas de São Paulo”, ambos, documentários em fase de produção, também esteve à frente da série de webdocs “Criar Cinema” que fala do processo criativo no cinema - onde teve a oportunidade de entrevistar nomes de peso da indústria cinematográfica brasileira e usou como fio condutor as reflexões de Charles Watson, respeitado educador e palestrante especializado em processo criativo. Daniela Azeredo (Assistente de Produção Executiva) Mulher negra, CEO da Hathor Filmes, formada em Cinema de Animação pela UFPel, estudante de Pós-Graduação em Produção Executiva Criativa pela Faculdade Méliès. Atua como assistente de produção executiva, game designer e diretora na Druzina Content. É produtora convidada do Match Me! 2024, do Festival de Cinema de Locarno. Giovanna Guedes (Assistente de Produção Executiva) Formada em Produção Audiovisual e graduanda de Cinema e Audiovisual na Universidades Federal de Pelotas, Giovanna é natural de São Paulo e faz parte do time executivo da produtora Druzina Content, auxiliando em projetos de diversos gêneros e formatos.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.