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A proposta visa a realização o 1º Festival - Microteatro Goiás com duração 06 meses composta por diversas atividades, dentre elas: - realizar06sessões compostas por 04 microcenas cada, sendo 05 apresentações por noite de cada microcena. Sendo 14 microcenas escolhidas por meio de inscrição em Edital e 10 microcenas de grupos/artistas convidados; - realizar 02 oficinas de capacitação em Acessibilidade Cultural promovidas pelo Instituto Arte e inclusão, sendo elas: Oficina de Acessibilidade Cultural 01 -Criação de Microcenas Acessíveis eOficina de Acessibilidade Cultural 02 -Acessibilidade em Projetos Culturais; - além da contrapartida social que prevê atividades - microcenas voltadas para Instituições que assistem pessoas com deficiência- Associação de Surdos de Goiânia ASG, APAE, NAIA e Pestalozzi.
A programação do Festival - Microteatro Goiás é composta por 24 microcenas e 04 oficinas de Acessibilidade cultural. Cada cena a ser selecionada terá as seguintes informações: Título da microcena: ***** Direção: ***** Texto: ***** Atuação: ***** Sinopse:***** Referente às informações das oficinas: __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Oficina 01: Criação de Microcenas Acessíveis Ementa: A Oficina de Criação de Microcenas Acessíveis, tem como objetivo desenvolver habilidades para a criação de peças cênicas inclusivas, integrando princípios de acessibilidade cultural, design universal e percepção sensorial. A oficina aborda a dramaturgia audiodescritiva e bilíngue, além da criação de microcenas em grupo. Os participantes terão a oportunidade de aplicar técnicas práticas e apresentar suas criações, promovendo uma arte mais acessível e sensível às diversidades. Professores: Ms. Thiago de Lemos Santana e Esp. Alinne Vieira Teixeira Público-Alvo: artistas e estudantes das artes da cena N° de Vagas: 20 Objetivo Geral: Desenvolver habilidades para criar peças cênicas acessíveis, utilizando princípios de acessibilidade cultural, design universal e percepção sensorial. Duração Total: 08 horas divididas em duas partes com intervalo mínimo de uma semana entre elas. Divisão em Partes: - Parte 1: Criação de Dramaturgia Audiodescritiva/ Bilíngue e Fundamentos para a Preparação do Ator e Criação da Personagem (4 horas) - Parte 2: Criação de Cenas Curtas (4 horas) Parte 1: Criação de partituras dramatúrgicas dos corpos e textosObjetivos Específicos: - Compreender os princípios da acessibilidade cultural. - Desenvolver habilidades de escrita e composição corporal audiodescritivas e bilínguesConteúdo: 1. Introdução à acessibilidade cultural - Conceitos e importância. - Exemplos práticos. 2. Audiodescrição - Definição e técnicas. - Exercício prático: audiodescrever uma cena de uma peça conhecida. 3. Dramaturgia bilíngue - Estruturas e desafios. - Exercício prático: criar diálogos bilíngues para uma cena curta. 4. Composições corporais audiodescritivas e bilíngues - Jogos dramáticos para estimular a percepção sensorial. - Características e construção de personagens acessíveis. - Dinâmica: cada participante cria um personagem com base em uma descrição acessível. Parte 2: Criação de Microcenas (4 horas)Objetivos Específicos: - Integrar os conhecimentos adquiridos em peças cênicas curtas. - Apresentar e avaliar o trabalho em grupo.Conteúdo: 1. Estrutura de uma cena - Elementos essenciais de uma microcenas . - Discussão sobre a integração da acessibilidade nas microcenas . 2. Criação em grupo - Formação de grupos para criar microcenas . - Uso de técnicas de audiodescrição e bilíngue nas microcenas . 3. Ensaio e ajustes - Ensaios das microcenas com feedback contínuo. - Preparação para apresentação final. 4. Apresentação final - Apresentação das microcenas para o grupo. - Discussão sobre o processo de criação e desafios enfrentados.Recursos Necessários - Datashow para apresentações e vídeos. - Caixa de som para reprodução de áudio e audiodescrições. - Materiais para anotações e exercícios (papel, canetas, etc.).Avaliação - Feedback contínuo durante os módulos. - Avaliação final baseada na apresentação das cenas e na reflexão sobre o processo de criação. __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Oficina 02: Acessibilidade em Projetos Culturais Ementa: A oficina tem como objetivo capacitar produtores, gestores, artistas e estudantes das artes da cena a integrar a acessibilidade em projetos culturais, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência. Serão abordados conceitos de acessibilidade cultural, direitos culturais, design universal e estética acessível. Os participantes desenvolverão propostas práticas para implementar ações inclusivas em seus projetos. A atividade inclui discussões, estudos de caso e um workshop de criação colaborativa. Professores: Ms. Thiago de Lemos Santana e Esp. Maressa Stephany Ferreira Souza Público-Alvo: Produtores, gestores, artistas e estudantes das artes da cena N° de Vagas: 30 Objetivo Geral: Capacitar os participantes a integrar a acessibilidade em projetos culturais, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência e respeitando seus direitos culturais. Duração Total: 08 horas divididas em dois dias consecutivos Divisão em Partes: - Parte 1: Introdução à Acessibilidade Cultural (1 hora) - Parte 2: Design Universal e Acessibilidade Estética (2 horas) - Parte 3: Direitos Culturais da Pessoa com Deficiência (2 horas) - Parte 4: Elaboração de Propostas de Acessibilidade para projetos culturais (3 horas) Parte 1: Introdução à Acessibilidade Cultural (1 hora) Objetivos Específicos: - Compreender os conceitos de acessibilidade cultural e sua importância. - Identificar barreiras e oportunidades na inclusão cultural. Conteúdo: 1. Definição e Importância da Acessibilidade Cultural - Conceitos básicos e legislações relevantes. 2. Barreiras à Acessibilidade - Identificação de barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais em estudos de caso. Parte 2: Direitos Culturais da Pessoa com Deficiência Objetivos Específicos: - Compreender os direitos culturais das pessoas com deficiência. - Analisar estratégias para garantir esses direitos em projetos culturais. Conteúdo: 1. Direitos Culturais e Legislação - Análise da legislação nacional e internacional sobre direitos culturais. - Discussão sobre a relação entre acessibilidade e direitos culturais. 2. Estudo de Casos - Análise de casos reais de projetos que respeitam e promovem direitos culturais. - Discussão em grupo sobre o impacto desses projetos na comunidade. Parte 3: Design Universal e Acessibilidade Estética Objetivos Específicos: - Explorar os princípios do design universal. - Refletir sobre o conceito de acessibilidade estética em projetos culturais. Conteúdo: 1. Princípios do Design Universal - Definição e aplicação nos projetos culturais. - Análise de exemplos de design universal em eventos e espaços culturais. 2. Acessibilidade Estética - Discussão sobre a importância da estética na acessibilidade. Parte 4: Elaboração de Propostas de Acessibilidade para projetos culturais Objetivos Específicos: - Discussão sobre estratégias para tornar projetos acessíveis. - Criação de um esboço de projeto cultural acessível em grupos. - Avaliação Conteúdo:1. Workshop de Criação - Criação de um plano de ação para implementar práticas que garantam os direitos culturais em projetos. - Divisão em grupos para desenvolver um mini-projeto que incorpore design universal e acessibilidade estética. - Apresentação dos projetos desenvolvidos e feedback do grupo. 2. Reflexão e Encerramento - Discussão sobre os aprendizados da oficina. - Reflexão sobre como aplicar os conhecimentos adquiridos em futuras práticas profissionais. Recursos Necessários - Datashow para apresentações e vídeos. - Caixa de som para reprodução de áudio e multimídia. - Materiais para anotações e exercícios (papel, canetas, etc.). Avaliação - Feedback contínuo durante os módulos. - Avaliação final baseada na apresentação dos projetos e na participação nas atividades práticas.
Objetivo geral O principal objetivo deste projeto é a realização a 1ª Edição do Festival - Microteatro Goiás promover o fomento, estímulo à criação artística regional e difusão das artes cênicas, com vistas na descentralização da produção cultural, pesquisa e desenvolvimento de fazeres criativos, transversalidade das expressões artísticas; Fomento à economia criativa eformação de plateia. De modo específico pretende-se: - Realizar 24 apresentações de cenas curtas, sendo 14 selecionadas via edital e 10 convidadas, 02 oficinas de capacitação em Acessibilidade Cultural promovidas pelo Instituto Arte e Inclusão. - Promover a fruição artística de grupos e coletivos artísticos de Goiânia. - Incentivar, através de edital público, o interesse dos artistas a divulgarem seus trabalhos a população Brasileira. - Compartilhar com a população da cidade os repertórios dos grupos, artistas e coletivos como um bem cultural. - Contribuir com a difusão de cultura na capital e fortalecer a memória cultural da mesma. - Difundir os produtos culturais goianos. - Contribuir para a apreciação e participação do público em espetáculos. - Garantir o acesso da população aos bens culturais. - Disseminar o trabalho artístico-cultural dos atores da cidade de Goiânia. - Proporcionar ao público com deficiência e em vulnerabilidade social à fruição teatral. - Garantir uma agenda cultural diversificada e permanente, promovendo a qualificação do Turismo na cidade. - Promover curos de capacitação em Acessibilidade Cultural (comunidade geral).
O microteatro é um exercício de perspectiva que conduz a um modo radicalmente simples de perceber a si e a Natureza enquanto cenas em ação e nada mais, a busca por uma experimentação da vida despida de significados. Talvez se possa dizer que tal jogo é uma arte que produz saúdes quando põe em prática o esquecimento ativo capaz de abandonar, ainda que temporariamente, as representações, conceitos, imagens, valores, memórias e justificativas que impedem o viver em devir, dissolvendo assim a catatonia formal e trazendo de volta o riso e os movimentos livres no corpo, na mente e no desejo. Na multiplicidade e diversidade das artes cênicas, artistas e não artistas podem se encontrar e contemplar uns aos outros como microteatros, alcançando afinidades, que abre novas perspectivas e possiblidades, para que esta ou aquela vida consiga se inspirar e abandonar certas estruturas fixas que ordenavam seu desejo em um só modo imagético, estático, de existir. O microteatro se pode fazer entender como a expressão, a atualização e o movimento de tudo aquilo que acontece durante a passagem do tempo. Para além da visão, as cenas microteatrais também se revelam sonoras, táteis, gustativas, etc, pois, somos e estamos, vivendo as múltiplas e particulares perspectivas das cenas e ações que acessamos e nos acessam, desde as quais, também nós somos ações, cenas, palco, plateia, atores e artífices. O microteatro busca, portanto, convidar a vida a experimentar o corpo, a mente, o desejo, como arte em movimento, a se encantar com seus mistérios, com as cenas que se desdobram, aparecem e desaparecem, sem um "por trás das cortinas", uma arte espontânea e viva que faça os ouvidos se abrirem para sua música, para sua voz, para sua poesia. A proposta visa a prática da pesquisa em microteatro que inclui experimentações presenciais coletivas com atores e não atores, elenco e público. O microteatro propõe um modo de devolver à vida seu valor imenso, fazendo nítida a expressão de que viver "vale a pena", pois note-se bem: vale a dor, vale o sofrimento, vale a náusea e a repulsa, vale o tédio e a doença, vale o desconforto, vale a dúvida e a revolta, o esforço, o horror, o desespero, o riso e o choro, a euforia, a diversão, a ansiedade e o estranhamento, o desejo, a excitação, o temor e o medo, a calma e a empatia, a dúvida, o nojo, o encantamento, a nostalgia, a satisfação e a admiração, o romance, a tristeza, a surpresa e a simpatia, o triunfo, ointeresse e a alegria. O microteatro surge de uma ideia básica: de que toda a experiência pode se resumir a cenas em ação. Cenas e ações inocentes, sem nomes, significados, finalidades ou funções. Tão somente cenas em ação, com suas luzes e sombras, intensidades e movimentos, cores, sons, aromas, sabores que se experimentam. O Microteatro e´ um formato inovador nascido em Madri, com mais de cem ediço~es realizadas em todo o mundo. Sa~o micro-obras de ate´ quinze minutos, para no ma´ximo quinze espectadores, simultaneamente representadas em pequenos ambientes na~o teatrais, va´rias vezes por noite. E´ um teatro em primeiro plano, um teatro dos sussurros. Utilizamos o Know how e a experiência de sucesso do Microteatro Madrid como modelo e parâmetro para produzir no Estado de Goiás um evento de igual sucesso e ousadia. A proposta se configura e se estabelce pela originalidade e multiplicidade: grupos expoentes e independentes do teatro brasileiro contemporâneo reunidos em um so´ lugar, realizando trabalhos autorais com total liberdade criativa e com infra estrutura destinada a estimular trocas entre artistas e pu´blico. O Microteatro Goiás promove uma experiênica de imersão cênica 01 vez por mês sendo um acontecimento na vida da cidade, o ingresso em um universo diferente e potente composto pelas obras, mas tambe´m pelos corredores e escadas, banheiros, salas e quartos, pelo ambiente social, pela mu´sica e, principalmente, pelos encontros. Uma experiência nova no panorama teatral da cidade de Goiânia, buscando consolidar o formato e abrindo caminho para futuras ediço~es. A realização do Festival Microteatro Goiás pelo Instituto Arte e Inclusão visa a contribuição e se estabelece como um facilitador, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e apoiar, valorizar e difundir o teatro local, por meio do fomento à produção cultural conforme estabelecido na Lei 8.313/91, art. 1º, incisos I a III e art. 3o., inciso II). Com 08 anos de trabalho artístico e atividade continuada, o Instituto Arte e Inclusão (INAI) tem por finalidade principal propor, realizar e apoiar ações artístico culturais por meio de políticas inclusivas que visem prioritariamente a promoção da Pessoa com Deficiência (PcD) e de seus familiares/acompanhantes, ampliando suas ações para favorecer jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social e crianças à partir de 5 anos. Para a consecução de sua finalidade, o INAI desenvolve ações em parceria com entidades idôneas da comunidade, do Estado, do Brasil e outros países. O Instituto surgiu em 2016, no então ITEGO em Artes Basileu França (ITEGOABF) / ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Inovação do Estado de Goiás (SEDI). Surgiu da constatação da necessidade de se fortalecer ações inclusivas, iniciadas à partir de 1992, no Centro Livre de Artes (CLA) / Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia. Vários projetos, iniciativas e eventos de grande relevância social, cultural e ambiental foram efetuados anteriormente à data da criação do INAI. Os caminhos trilhados pela equipe precursora após rica trajetória (1992 _ 2016) surge o INAI. Desde a sua criação tem apoiado ações inclusivas no ITEGO e em outras Entidades e oficializado/renovado parcerias como: ONG Moradia e Cidadania que possibilitou a continuação; o Rotary Club de Goiânia Anhanguera ; a Universidade Federal de Goiás; Universidade Federal de Catalão _ UFCAT; Organização das Voluntárias de Goiás _ OVG/Gerência de Voluntariado e Parcerias Sociais; PROCENA Produtora Cultural, responsável pela produção executiva dos projetos e espetáculos cênicos desenvolvidos. A sede do instituto Arte e Inclusão se mantém como um espaço de fruição artirtico cultural, de formação e um ambiente propício e rico de troca entre artistas, grupos e coletivos que acompanham o que está sendo pensado, criado e produzido artisticamente na cidade. O desejo de desenvolvimento é o que motiva este projeto, que visa promover ações importantes para a classe artística, especialmente teatral, com uma proposta desafiadora e resultados gratificantes, em busca de favorecer a ampliação de horizontes, seja pelo efeito da qualificação profissional ou em virtude da promoção e valorização dos artistas, especialmente os regionais. A relação entre cultura e desenvolvimento vem assumindo, crescente e aceleradamente, um lugar de destaque na agenda contemporânea. Está claro que, nessa perspectiva, falamos de cultura no seu conceito mais pleno. Todavia, dar conta dessa dimensão conceitual da cultura e das potencialidades de desenvolvimento social aí inscritas não é tarefa fácil, sendo de grande relevância um projeto que estimula o fazer artístico no centro do Brasil, o Estado de Goiás. O Estado é um pólo de desenvolvimento situado em região extremamente importante na economia do país, acreditamos que projetos dessa natureza, além de favorecer a constituição de um mercado efetivo para artistas, técnicos e produtores, em âmbito regional, contribuem para a ampliação do acesso à fruição de bens e valores culturais, sem distinção de classe econômica, haja vista a gratuidade de grande parte dos eventos. A formação em Acessibilidade Cultural , assim como as qualificações profissionais dos trabalhadores na cultura, também são contemplados no fundamento conceitual do Espaço e na estrutura de funcionalidade acima descrita. É importante lembrar que a aprovação deste projeto é de suma importância para a continuidade do trabalho artístico cultural que vem sendo desenvolvido, uma vez que pode-se dizer que, nos últimos anos, o INAI fez uma significativa diferença em Goiás, pelo trabalho sério que vem desenvolvendo ao longo desses anos, com todas as dificuldades que existem de se manter um espaço em atividade, no qual, por enquanto, as despesas são maiores que as receitas.
Duração do Festival: 06 meses sendo 01 edição por mês Cada edição é composta por 04 microcenas. Cada cena possui entre 8 a 15 minutos, sendo apresentadas até 05 vezes na noite de edição. Cada edição possui 20 apresentações. Ao total, são 120 apresentações no Festival Microteatro Goiás. ---------------- Oficinas de Capacitação em Acessibilidade Cultural Duração: 08 horas de duração cada Responsável /Coordenador Pedagógico - Thiago Santana e Alinne Vieira Oficina de Acessibilidade Cultural - Criação de Microcenas Acessíveis Oficina de Acessibilidade Cultural - Acessibilidade em Projetos Culturais
A acessibilidade faz parte das condições essenciais para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia, enquanto instrumento de integração dos cidadãos que, se encontram em situação de vulnerabilidade socialou que corram o risco de serem excluídos de participar nos mais variados contextos da sociedade.Acessibilidade significa permitir que todos desfrutem de todos os espaços e serviços que a sociedade oferece,independentemente da capacidade de mobilidade de cada um. Significa não apenas permitir que pessoas com defiociência ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação,mas a inclusão e extensão do uso destes para uma determinada população. O projeto em sua completude conta com assessoria de acessibilidade, abrangendo todas as ações e intenções do projeto, desde o conceito à atuação no campo da promoção e divulgação para este público específico. Para além das estratégias pensadas para atingir opúblico específico, a proposta visa como recurso de acessibilidade o intérprete de Libras e audiodesrição aberta, em todas as sessões do espetáculo, pensando na democratização do acesso e dos bens culturais.O espaço permite o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. No entanto, antes de se ter uma determinada vontade, o ser humano contemporâneo tem o direito de ir e vir. Para isso, a sede do instituto Arte e inclusão - INAI, possui as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número de pessoas, a fim de oferecer atenção a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que a sede do INAI possui entre outros quesitos:Rampas de acesso, corrimão, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de pessoas com deficiência visual, auditiva ou locomoção, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável às pessoas com deficiência e idosos em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto5761/06, e nos termos do art. 23 da lei no 10 741, de 1o de outubro de 2003, e a pessoas com deficiência, conformeo disposto no art. 46. Para além da acessibilidade arquitetônica o projeto conta com acessibilidade comunicacional, com intérprete de libras e audiodescrição em todas as apresentações e ações formativas.
Para que se obtenha a democratização do acesso e da produção da cultura, uma série de medidas serão tomadas. Dentre elas, destaca-se a necessidade de conferir a cada indivíduo ou grupo social produtor de cultura o poder de disseminar a sua produção cultural e assim fazer frente à produção massificada para que eles possam preservar a sua diferença, a sua individualidade. Por outro lado, é necessário que o acesso ao bem produzido possa ser levado ao maior número possível de pessoas. A democratização do acesso a cultura só pode ser entendida como a criação de condições que facilitem e promovam o acesso aos bens culturais. Ela significa a garantia de que ninguém, sejam quais forem e qual for a sua origem ou condição social, será impedido de exercer esse direito.Significa desenvolver o espírito crítico, é facilitar a iniciativa pessoal e ajudar os indivíduos a expressar os seus valores e as suas necessidades. Este é um projeto que pretende convidar a sociedade a participar junto com toda a equipe como formadores de opinião e de novas platéias. Pensando na democratização do acesso, atendendo a IN 05/2017 declaramos que será adotada a medida prevista no Inciso I do artigo 21 da referida Normativa para o Principal e único Produto deste Projeto: Espetáculo de Artes Cênicas, a saber: I - doar, além do previsto no INCISO I, do art 44, do Decreto5761 de 2006, no mínimo 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Sendo assim, 20% dos ingressos gratuitos do projeto serão distribuídos, proporcionalmente em número de sessões, ampliando as perspectivas culturais e artísticas de várias pessoas em vulnerabilidade social, pesoas com deficiência, entidades assistenciais e equipamentos culturais de acesso franqueado. Para isso, serão mobilizadas a Secretaria Municipal (quando houver) de Cultura, previamente, afim de estabelecer parcerias e identificar os grupos que precisam ser beneficiados com esse tipo de ação. Para além destas ações, todas as apresentações serão gratuitas.
PROPONENTE, DIREÇÃO DE ACESSIBILIDADE E PEDAGÓGICA: Francis Otto de Camargo Santana Francis Marques Otto de Camargo Santana - nascida em Passo Fundo – RS. Tem experiência na área de Artes com ênfase em Educação Artística e promoção de Eventos que privilegiem a pessoa com deficiência, a cultura goiana e seus profissionais. Aposentada como Analista em Cultura e Desporto II pela Secretaria Municipal de Cultura / Centro Livre de Artes, onde atuou na Divisão de Música como professora, orientadora quanto Apoio à Inclusão em todas as divisões e como uma das pesquisadoras/autoras do Projeto Arte e Trabalho com a Natureza – Inclusão para a Diversidade; professora PIV aposentada da Secretaria de Estado de Educação/ ITEGO em Artes Basileu França como professora de música, Pesquisadora/Coautora dos Projetos Arte & Inclusão e Teatro para Surdos e Coordenadora do Núcleo de Arte e Inclusão; Uma das articuladoras para a difusão da modalidade de esporte japonês denominado Takkuu Volley. Presidente da Associação Goiana de Takkyu Volley; Presidente do Instituto Arte e Inclusão (INAI); atualmente por meio do INAI articula e apoia ações e projetos de caráter inclusivo, estando em andamento com o ITEGO em Artes Basileu França e Parceiros, o projeto Plantando Arte e Inclusão (PAI) – projeto técnico. Pertence ao Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência em Goiânia e ao Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência – CEDD. 2005 Mestrado em Gestão do Patrimônio Cultural pela Pontifícia Universidade Católica – PUC GOIÁS cuja dissertação recebeu o título de Abram Alas Para estes Carnavais: reconstruindo o carnaval de Vila Boa à nova Capital Goiânia. 1970 e 1985 Licenciatura em Letras Modernas – Inglês e Música, ambas pela Universidade Federal de Goiás. Algumas outras atividades das quais participou: 2008 Pesquisa e elaboração do CD Carnavais de Goiás, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. 2007 Por atividade denominada Vozes de Goiânia mereceu o Prêmio Cultura Viva, Ministério da Cultura/ SEMPEC, prêmio este destinado a estimular e dar visibilidade às práticas culturais e educativas desenvolvidas para e com a participação da comunidade. 2004 - 2007 Projetos de pesquisa na PUC, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa sob o tema Antropologia na Cidade: memória, identidade e referências culturais sobre o Núcleo Pioneiro de Goiânia, cujo resultado é a obra Formas e Tempos da Cidade contribuindo especialmente com o capítulo Pioneiros: compondo o passado. 2004 - 2008 Pesquisadora do Patrimônio Imaterial no Centro de Memória e referência de Goiânia – Grande Hotel, realizando eventos como os denominados: Exposição Fotográfica sobre o Carnaval de Goiânia 1930-1980, Encontros e Debates sobre o índio, estabelecendo um recorte Regional e Carnavais de Goiás versus sala dos Pioneiros de Goìânia – GRANDE HOTEL. 2000 Coordenadora do Musical Como Nasceu A Alegria, durante o lançamento em Goiânia do Programa Estadual de Educação para a Diversidade numa Perspectiva Inclusiva pela SEE. 1994 Seleção / Orientação de Profissionais a Intercâmbios realizados com Melwood Horticultural Training Center, Washington D.C., entidade que prepara, coloca e acompanha a pessoa com deficiência no mundo do trabalho. 1993 Ministrou em Goiânia curso de Aperfeiçoamento para professores da rede estadual Musicoterapia e Artes como recursos para o trabalho com o portador de deficiência mental. 1998 – 2001 Palestras, Organização de Exposições e Apresentações Artísticas, acompanhando equipe de Professores e Alunos a Congressos por cidades goianas, outros estados e Estados Unidos, na qualidade de Coordenadora do Comitê de Goiás do Programa Very Special Arts / Artes Sem Barreiras / FUNARTE. 1990 Recebe o prêmio de Funcionária Municipal Pública Padrão, Secretaria Municipal de Cultura. 1989, 1993 e 1996 Idealização e Coordenação do Projeto Vida e Obra de Octo Marques, realizado em Goiânia por ocasião do aniversário da cidade e na Cidade de Goiás. 1989 Organização do Show Carmem Costa em Benefício da Associação Pestalozzi de Goiânia. DIREÇÃO GERAL, CURADORIA E OFICINEIROS: Alinne Vieira e Thiago Santana Thiago Santana - Atua no campo artístico em funções como: ator, produtor cultural, diretor e professor de teatro, cenotécnico, caracterizador cênico, audiodescritor e consultor de acessibilidade cultural. Mestre em Artes da Cena (UFG), Especialista em Educação Desenvolvimento Humano e Inclusão Escolar (UnB), Especialista em Arteterapia (FACUMINAS), Licenciado em Artes Cênicas (UFG), Licenciado em Pedagogia (Fac Única), Graduado em Propaganda e Marketing (UNIP), Audiodescritor e Consultor em Audiodescrição (Cinema Cego/UnB, FASULMG). Iniciou sua atuação profissional em 1997 como ator e despertou anos mais tarde seu interesse pela pluralidade de movimentos criativos que transpõem à cena e suas relações com a recepção. Alinne Vieira - Diretora, Atriz, professora de Teatro e produtora cultural. Especialista em Arte Educação Intermidiática Digital (2016-2017) e licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Goiás (2007-2010). Trabalhou como professora na rede Estadual, Municipal e particular de ensino de 2008 a 2020. Foi professora substituta do curso de Licenciatura em Artes Cênicas da EMAC – UFG (2014 e 2015). Como produtora cultural foi responsável pela programação de cultura do Sesc Goiás de 2019 a 2022. Atualmente atua como produtora, atriz e coordena as atividades artísticas do Grupo Plenluno Teatro e desenvolve projetos como gestora e sócia fundadora da Procena Produtora Cultural. COORDENAÇAO DE PRODUÇÃO E CURADORIA: Maressa Stephany Maressa Stephany - Especialista em Docência do Ensino Superior, graduada em Serviço Social pela Puc Goiás e em Tecnologia em Produção Cênica pelo Instituto Tecnológico de Goiás em Artes Basileu França onde também se formou em Música. Fundadora da empresa NósDuas Produções, atualmente ocupa o cargo de Chefe do Setor de Cultura do Sesc Goiás e Coordena o Núcleo de Acessibilidade do Sesc Goiás. PRODUÇÃO EXECUTIVA E CURADORIA: Tarcísio Peris Tarcísio Peris - Ator e produtor cultural, graduado em Produção Cênica pela EFG em Artes Basileu França, sócio-fundador da Produtora Procena, atuou como Produtor no Sesc Goiás entre fevereiro e dezembro de 2023. Ainda como produção integrou eventos como Natal do Bem OVG (2021, 2022 e 2023), Goiânia Mostra Curtas (2018 e 2019), DIGO Festival (2018 e 2019) e outros. Como ator compôs elencos de diversos trabalhos para teatro, cinema e TV, desde 2014. Sócio-fundador da PROCENA Produtora Cultural e como ator integrou elencos como da vídeo-peça “Latumia” - Grupo Arte & Fatos (2022), Série "Rensga Hits" para Globoplay (2021); Curta-metragem “Filhos da Mãe”, de Lucy L (2019); Espetáculo “Despertar da Primavera” - Anthropos Cia de Arte (2018); Curta-metragem “SIRUMI” - Mandra Filmes (2018); Espetáculo “Baseado na Vida” - Grupo Arte & Fatos (2017); Espetáculo “Cara-de-Bronze” - Cia Martim Cererê (2016), entre outros trabalhos desde 2014. ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: Alessandro Caetano Alessandro Caetano é administrador e produtor cultural, formado em Administração pela UNIALFA, integra o Instituto Arte e Inclusão (INAI) desde 2018, onde atua como produtor cultural, tesoureiro e audiodescritor. Possui experiência em acessibilidade, trabalhando como guia-intérprete em espetáculos como Patativa, ARVORE(SER)-Rita Pó e participando de festivais como o MIT Catalão e FESTIN - Goiás. Como audiodescritor atuou em curtas-metragens como Na trilha da vida, OIKORA e Eles fazem cinema. Como membro de equipes de produção de figurino e cenografia, contribuiu em produções teatrais como Patativa e ARVORE(SER) - Maria Grampinho e ARVORE(SER) - Tereza Bicuda, além de atuar como assistente de produção em projetos como Eu te Aceito e no 3° e 4° Encontro Bienais PROCENA. ASSESSORIA DE ACESSIBILIDADE: Thiago Santana Thiago Santana - Atua no campo artístico em funções como: ator, produtor cultural, diretor e professor de teatro, cenotécnico, caracterizador cênico, audiodescritor e consultor de acessibilidade cultural. Mestre em Artes da Cena (UFG), Especialista em Educação Desenvolvimento Humano e Inclusão Escolar (UnB), Especialista em Arteterapia (FACUMINAS), Licenciado em Artes Cênicas (UFG), Licenciado em Pedagogia (Fac Única), Graduado em Propaganda e Marketing (UNIP), Audiodescritor e Consultor em Audiodescrição (Cinema Cego/UnB, FASULMG). Iniciou sua atuação profissional em 1997 como ator e despertou anos mais tarde seu interesse pela pluralidade de movimentos criativos que transpõem à cena e suas relações com a recepção. ILUMINAÇÃO: Rodrigo Horse Rodrigo Horse - Trabalhando há mais de 25 anos com projetos de Iluminação voltados para artes cênicas, shows, instalações, desfiles e afins; Rodrigo Assis é Iluminador Cênico, formado em Design de Interiores pela Faculdade Cambury, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Pós-Graduado em Master em Arquitetura e Iluminação. Atualmente, além do trabalho como iluminador, é professor do IPOG (Instituto de Pós-Graduação) na Pós Graduação de Arquitetura e Lighting, professor de Pós-Graduação nas Faculdades/Universidades UNICURITIBA, UniRV – Universidade de Rio Verde e Unigran – Centro Universitário da Grande Dourados em Campo Grande, colunista da revista "Luz & Cena" na coluna ILUMINANDO, colunista da revista DIntBR na coluna sobre iluminação, ministra oficinas em diferentes eventos e como convidado em faculdades; é iluminador cênico da Universidade Federal de Goiás – UFG onde também elabora projetos de iluminação. Atua também em cinema e vídeo, com projetos de direção de fotografia e iluminação. Conquistou diversos prêmios como melhor iluminador em festivais nacionais. Organizador do evento ENCONTRO SOM & LUZ que se iniciou no ano de 2018 reunindo diversas empresas de iluminação e som, sendo que tivemos presença de empresas e palestrantes nacionais e internacionais. Autor do livro DESIGN DA ILUMINAÇÃO: ILUMINAÇÃO CÊNICA DE UM ESPETÁCULO TEATRAL, onde discorre sobre os processos de criação de luz espetáculos cênicos, o livro aborda também a história da iluminação e da cenografia, equipamentos analógicos e digitais e como podemos aplica-los em projetos de iluminação. IDENTIDADE VISUAL E PROJETO GRÁFICO: Kennedy - Baset Kennedy Mauro - Desde a adolescência desenvolveu a curiosidade, criatividade e estudo em desenho. Tal interesse surgiu ainda no ensino fundamental, reproduzindo desenhos do livro de história. A partir daí, descobriu a arte urbana, o universo dos grafites e a arte de rua. Nascido em Goiânia, foi no ambiente das escolas públicas da cidade que mergulhou no universo da arte de rua, em contato com amigos que já desenhavam e, assim, criando novas conexões nos mutirões de grafite que aconteciam na capital. Hoje possui diversos projetos autorais, trabalhos com parceria de outros artistas e projetos comerciais pelos muros da cidade. Além disso, desenvolve projetos em arte digital, expandindo para o design de personagens e murais ilustrativos. Cursando 7 período do Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC Goias e cursando o Técnico em Artes Visuais da EFG em Artes Basileu França FOTO E VÍDEO: Amanda Mushroom Amanda Mushroom - Formada no curso superior de Tecnologia em Fotografia e Cinema pela faculdade Cambury de Goiânia (2017) e graduada em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal de Goiás UFG (2022). Possui 27 anos e reside em Goiânia. Tem experiência como atriz, cantora e arte educadora, participando de dezenas de peças de teatro, incluindo Goiânia Goiânia, do diretor Hugo Zorzetti, e Carmina Burana, dirigida por Jonatas Tavares, no CEP em Artes Basileu França. Além de musicais e filmes. Foi indicada ao prêmio de melhor atriz de comédia no Rio Webfest 2020, o maior festival de Web Series do mundo, ocorrido no Rio de Janeiro. Atualmente atriz e produtora na Absurdo Cia de Teatro, e lançando seu primeiro EP solo, com influências na cena "underground" urbana e na paisagem cerradence. Atua como professora de teatro no Instituto Arte Inclusão INAI.
PROJETO ARQUIVADO.