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PRONAC 247665Expirado o prazo de captação parcialMecenato

Lições da pedra

PENNACCHI ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 710,4 mil
Aprovado
R$ 710,4 mil
Captado
R$ 214,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

30.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2024-10-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (3)
Botucatu São PauloItu São PauloRibeirão Preto São Paulo

Resumo

“Lições da pedra" consiste na realização de três exposições de Artes Visuais concebida a partir da produção artística e poética da artista Naira Pennacchi (Jacutinga, MG, 1980), ancorando-se no caráter multifacetado de sua produção e nas materialidades particulares adotadas em linguagens variadas, tendo como fundamento a vivência rural, a memória afetiva e doméstica e o persistente labor de ateliê, em especial com a pintura. O projeto, ainda, contemplará a realização de uma palestra com a artista e o curador destinada a professores e estudantes da rede pública de ensino, além de um folder com texto crítico e imagens das obras.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto "Lições da pedra" possui como objetivo geral realizar três exposições individuais de Artes Visuais sobre a produção artística e poética da artista Naira Pennacchi (Jacutinga, MG, 1980) na em Botucatu, Itu e Ribeirão Preto , cidades do interior do estado de São Paulo. A proposta expositiva multidisciplinar reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo de sua carreira, englobando desde pinturas à trabalhos realizados a partir de outras linguagens, como produções audiovisuais, objetos, instalações, desenhos e obras sonoras, além de uma série inédita de obras.Objetivos específicos Os objetivos específicos do projeto "Lições da pedra" são: - Realizar três exposições itinerantes de Artes Visuais da artista Naira Pennacchi;- Disponibilizar a exposição "Lições da pedra" nas cidades do interior do estado de São Paulo, Itu e Botucatu, por um período de 3 meses cada;- Disponibilizar a exposição "Lições da pedra" na cidade de Ribeirão Preto (SP) por um período de 1 mês;- Aproximar um público amplo e diversificado de uma das produções de maior destaque no campo das artes visuais por meio de uma proposta curatorial inédita;- Organizar, publicar e distribuir um folder / catálogo com texto crítico e imagens das obras do projeto, com lastro na trajetória da artista, em cada uma das cidades;- Organizar e realizar palestra destinada a professores e estudantes da rede pública de ensino, como medida de democratização de acesso;

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo, hoje, é uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. A exposição "Lições da pedra" representa uma proposta curatorial inédita na trajetória artística de Naira Pennacchi (Jacutinga, MG, 1980) e se destaca por ser um projeto conceitualmente coerente com a contemporaneidade. A exposição se ancora no caráter multifacetado de sua produção e nas materialidades particulares adotadas em linguagens variadas, tendo como fundamento a vivência rural, a memória afetiva e doméstica e o persistente labor de ateliê, em especial com a pintura. Através do diálogo entre distintas técnicas artísticas, da riqueza das experimentações de materiais e de processos híbridos de criação, a exposição apresentará obras com diferentes classificações, escalas e formatos: produções audiovisuais e fotográficas como a fotoperformance "Emparelhador", o autorretrato móvel "Ensaio" e a série de vídeos "Basalto", "Compasso", "Pedreira" e "Mineira"; os objetos da série Escovão - bidimensionais feitos com ‘pentes’ para crinas de cavalos; desenhos; pinturas de cromatismo plástico e artificial; a obra sonora Berrante; entre outros. Portanto, pleitear recursos de Incentivo Fiscal pela obtenção de benefícios da Lei Rouanet, um dos principais mecanismos de fomento à cultura, se justifica na medida em que se entende a importância de realização de ações como esta para promover, estimular e disponibilizar ao público novas pesquisas da arte brasileira. A proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, inciso IV - ARTES VISUAIS: a) exposição de artes visuais que possua em sua concepção tratamento artístico e curatorial, em quaisquer suportes abrangendo as seguintes categorias: pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, objeto, grafite, instalação, performances, vídeo-arte, artes digitais, arte eletrônica, design, arquitetura, moda, arte cibernética e artes gráficas, que poderão se organizar sob a forma de exposições, feiras, festivais, mostras, circuitos artísticos; e (art. 18, § 3º, alínea d)Referente ao artigo Art. 3° da Lei 8313/91 os objetivos que serão alcançadas com o projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Equipe de produção e curadoria Ribeirão Preto - São Paulo: 2 São Paulo - Ribeirão Preto: 2São Paulo - Botucatu: 2 Botucatu - São Paulo: 2Itu - São Paulo: 2 São Paulo - Itu: 2

Especificação técnica

Os exemplares do folder / catálogo do projeto serão desenvolvidos pela empresa Fonte Design e impressos pela gráfica Leograf. O serviço contratado inclui o desenvolvimento de projeto gráfico, editoração eletrônica e acompanhamento de produção gráfica incluindo versão digital e convites digitais para exposição.Componente: LâminaCores: 4 x 4Substrato: Couché Brilho 210Formato: Aberto - 660 x 235 mm | Fechado - 165 x 330 mmAcabamento: Laminação frente / verso fosco, com 3 dobras, refilado

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO CULTURAL DE ARTESAcessibilidade física: Serão selecionados espaços nas três cidades de apresentação da exposição com acessibilidade universal. Referente à deficiência visual (a): Serão disponibilizadas 10 placas em braille das legendas das obras. Item orçamentário: Placa em braille. Referente à deficiência auditiva (b): Será disponibilizado intérprete de libras para conteúdo aplicável em dois vídeos que serão disponibilizados nos três locais da exposição. Item orçamentário: Intérprete de libras. Referente à deficiência intelectual (c): Monitores treinados serão disponibilizados para acompanhar esses visitantes. Item orçamentário: Monitores.Em adição, a palestra que será realizada pela artista e pelo curador, dedicada a professores e alunos da rede pública de ensino, contará com intérprete de libras. Como a palestra não contará com recursos visuais, não será necessário acessibilidade para deficiência auditiva. Item orçamentário: Intérprete de libras.

Democratização do acesso

Como medida de ampliação de acesso, o projeto oferece uma palestra com a artista e o curador dedicada principalmente a professores e estudantes da rede pública de ensino. Em adição, será realizado registros fotográficos / audiovisuais da exposição e da palestra, que serão disponibilizados no site da artista.Em atendimento ao prescrito no art. 30 da IN 11/2024 do Ministério da Cultura, informamos que a proposta contempla os incisos III e V desse artigo, in verbis: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Proponente (Coord. do projeto): Pennachi Arte Cultura LTDAArtista: Naira Pennacchi (Jacutinga, MG, 1980)nairapennacchi@gmail.com +55 (16) 98224-3030Naira Pennacchi vive e trabalha em Ribeirão Preto (SP) e São Paulo (SP). Artista visual multidisciplinar desde 2017, possui em sua produção o predomínio da pintura bem como trabalhos em outras linguagens, como vídeo, objeto, instalação, desenho e obra sonora. Naira Pennacchi teve projetos de sua autoria contemplados em editais públicos como o do Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti (2022), Museu de Arte de Blumenau (2021), 18º Programa de Exposições do Marp (2021) e Mostra Museu (2021), entre outros. No ano de 2019, participou de residência no Centro de Arte Contemporânea W. Entre as exposições com sua participação, destacam-se as coletivas, Sobre Planetas Edílios e Miudezas (AM Galeria de Arte, São Paulo, 2023, curadoria de Mario Gioia), Projeto Portfólio (AM Galeria de Arte, Belo Horizonte, 2023, curadoria de Guilherme Bueno), Breves Narrativas de Sonho (Casa da Luz, SP, 2020, curadoria de Mario Gioia), Interiores (Centro de Arte Contemporânea W, Ribeirão Preto, SP, 2018, curadoria de Josué Mattos) e as realizadas em conjunto com os artistas do Ateliê da Praça, grupo de estudos na cidade onde vive - Ao redor (2020), Em Meio A (2018) e (A)nota(çõe)s (2017). Fez as individuais Travessias (Galeria Gare, São Paulo/SP, 2023), Ornamento Cósmico (CAC W – Ribeirão Preto/SP, 2023) The Giving Tree (Galeria Pilar, São Paulo/SP, 2022), Garras de galo (Ateliê da Praça, Ribeirão Preto, 2021) e Acordes Cromáticos (Galeria de Arte Solange Viana, Cotia, SP, 2020). Participou de grupos de estudos como o de Thiago Honório e Ana Paula Cohen (2022), Paulo Pasta, no Instituto Tomie Ohtake (2018), Paulo Gallina (2018-19) e Mario Gioia (2017-19). Suas obras foram selecionadas e expostas em salões como o de Praia Grande (2018) e Ubatuba (2019). Telas da artista também foram exibidas nas recentes edições de diversas feiras de arte contemporânea, em 2018 e 2023.Curadoria: Mario Gioia (São Paulo, 1974)gioiamario@gmail.com +55 (11) 98306-7137Curador independente e crítico de arte, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de Ter Lugar para Ser, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Em 2011, passou a integrar o grupo de críticos do Paço das Artes, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Exercícios Cosmopolíticos (2023), de Gustavo Torrezan, Luz Vermelha (2015), de Fabio Flaks, Black Market (2012), de Paulo Almeida, e A Riscar (2011), de Daniela Seixas, além de Ateliê Fidalga no Paço das Artes (2010). Em 2019, iniciou o projeto Perímetros no Adelina Instituto, em SP, dedicado a artistas ainda sem mostras individuais na cidade, que contou com cinco exposições solo de artistas de BA, DF, RS e interior de SP. Em 2016, a mostra Topofilias, com sua curadoria, no Margs (Museu de Arte do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, foi contemplada com o 10º Prêmio Açorianos, categoria desenho. Na feira ArtLima 2017 (Peru), assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur, e fez o texto crítico de Territórios forjados (Sketch Galería, 2016), em Bogotá (Colômbia). Em 2018, assinou a seção curatorial dedicada ao Brasil na feira Pinta (Miami, EUA) e a curadoria de Esquinas que me atravessam, de Rodrigo Sassi (CCBB-SP). Já fez a curadoria de mostras em cidades como Brasília (Decifrações, Espaço Ecco, 2014), Porto Alegre (Fulgor na Noite, Galeria Mamute, 2022), Rio de Janeiro (Histórias Naturais, Caixa Cultural, 2014) e Salvador (Fragmentos de um discurso pictórico, Roberto Alban Galeria, 2017), entre outras. É colaborador de periódicos de artes como Arte al Día.Produção executiva: Júlia Hallal (Ribeirão Preto, 2000)hallaljulia@gmail.com+55 (16) 98180-8180 Júlia Hallal é Produtora Cultural e Artista Visual, natural de Ribeirão Preto (SP). Atua profissionalmente na área da cultura e vive em São Paulo (SP) desde 2019. É graduada pela FEBASP (Centro Universitário Belas artes de São Paulo) e trabalha atualmente na empresa N+1 Arte Cultura, empresa de produção cultural, com Têra Queiroz e Daniel Rangel, além de realizar projetos independentes. Como assistente de produção, de curadoria e produtora executiva, esteve presente em importantes exposições e projetos culturais como a exposição como "The Square", organizada pela marca Bottega Veneta e a empresa Iguatemi, realizada na Casa de Vidro, do Instituto Bardi; "O Mergulho - Renata Adler", no Farol Santander; "Arte é Bom", no MIS-SP; "A Natureza das Coisas - Carlito Carvalhosa", no SESC Pompeia; "Sem Sinal - João Bandeira", no Centro Universitário Maria Antônia; e "Linhas de Força, Superfícies de Contato", na Gare Galeria. Além disso, também participa através da empresa que trabalha da produção, comunicação e curadoria do Prêmio Museu é Mundo, premiação nacional. Com significativa experiência em diversas áreas do setor cultural, se envolveu em trabalhos com artistas como Afonso Tostes, Augusto de Campos, Augusto Leal, Christiano Lenhardt, Dalton Paula, Efrain Almeida, Emmanuel Nassar, Fernanda Gomes, Leda Catunda, Lenora de Barros, Luiz Zerbini, Nuno Ramos e Rosângela Rennó, entre outros, além dos colecionadores Rafael Moraes, Paulo Darzé e Edmar Pinto Costa. Costuma realizar projetos com o arquiteto Álvaro Razuk, o diretor do Centro de Estudos do Memorial da América Latina, Roberto Nertani, e a produtora Patrícia Galvão, da Ponto de Produção.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.