Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 247673Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

CABOCLOS DA AMAZÔNIA: Arquitetura, Design, Música - o Livro

ALAN ISIDIO DE ABREU PRODUCOES E EVENTOS
Solicitado
R$ 474,0 mil
Aprovado
R$ 474,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-03
Término

Resumo

A proposta é registrar em um livro de arte, editado com qualidade, o cenário amazônico retratado na exposição "Caboclos da Amazônia _ Arquitetura, design e música". Exibindo fotos, vídeos, objetos, instalações e imagens gráficas, testemunhas do modo de viver da população nativa amazônica, que criou intuitivamente uma bela identidade local, a mostra, inaugurada em Belém do Pará, em maio de 2022, seguiu itinerando em mais cinco cidades brasileiras: Canãa dos Carajás, Marabá, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A exposição alcançou um público de mais de 30 000 visitantes, em importantes espaços culturais do país. O projeto do livro prevê o registro fotográfico da exposição em duas itinerâncias - estado do Pará e região Sudeste, textos explicativos, e as fotos clicadas durante a pesquisa que deu início ao projeto. A intenção é fazer o lançamento e a distribuição do livro durante a COP 30, a ser realizada em Belém no próximo ano.

Sinopse

A Amazônia é internacionalmente conhecida por suas riquezas naturais. O que poucos conhecem são as riquezas construídas pelo povo que a habita. "Caboclos da Amazônia" desvenda o universo da arquitetura e do design elaborados na região, mostrando que as criações locais atendem com muita inteligência as funções a que se destinam e são totalmente adaptadas ao território em que se inserem. Ao contrário de agredir aquela natureza exuberante, convivem harmonicamente com ela. O livro traz imagens que mostram as fachadas das casas, interiores e objetos, através de cerca de 200 fotos pelo designer Carlos Alcantarino, além de trazer outras que testemunham o modus vivendi dos ribeirinhos, como barcos com nomes pintados pelos profissionais conhecidos como "abridores" de Letras, o carrinho de raspa-raspa, que tem o formato de barco, as pipas, os brinquedos de miriti e muitas outras que comprovam que a população nativa amazônica criou intuitivamente uma bela identidade local. O projeto "Caboclos da Amazônia" começou como exposição em 2022, em Belém do Pará, como evento paralelo à descida da Santa do Círio de Nazaré, acontecimento paraense realizado há mais de 200 anos, uma das maiores celebrações religiosas do planeta. No mesmo ano, foi apresentada em duas cidades paraenses: Canaã dos Carajás e Marabá. Entre 2023 e 2024, a mostra fez a Itinerância Sudeste, nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Tudo isto é registrado no livro. As imagens são acompanhadas de textos produzidos por especialistas: Adélia Borges faz a apresentação; Fernanda Martins escreve sobre as "Letras que flutuam", a forma de escrever os nomes nos barcos dos ribeirinhos; Gustavo Godinho fala da música, dos diversos ritmos que compõem a música amazônica e os seus famosíssimos bailes. O livro aborda, de forma aprofundada, mas ludicamente, os temas: • A floresta - sua exuberância, sons e magia, através das fotos de uma lona imitando a floresta no traço do artista paraense Fernando Barrão; • Letras – os signos comunicantes do caboclo amazônico, com ênfase nos “abridores de letras”: gente simples, autodidata e que sem se dar conta criou uma tradição tipicamente ribeirinha, uma forma de cultura itinerante, cada um com seu estilo próprio, muitas vezes seguindo tradições familiares de diferentes cidades da região; • Arquitetura – As fotos de Carlos Alcantarino focalizam as casas dos caboclos, que se inserem em paisagens amazônicas deslumbrantes, sempre harmoniosas nesse contexto. As cores e os grafismos dos balcões nas casas das vilas de pescadores são originais, com um resultado estético extraordinário e uma forte influência dos desenhos marajoaras. Em geral, as casas estão suspensas em decorrência das variações das marés. São diversos exemplos da arquitetura cabocla, de diferentes cidades e povoados da região; • Interiores – Na contramão da decoração residencial no Brasil, onde o minimalismo associado a cores neutras predomina nos projetos de interiores, a casa do caboclo é uma explosão de cores, objetos e móveis kitsch. O exagero associado ao total descompromisso com qualquer tendência resulta em imagens únicas e surpreendentes mostradas em fotos também de Carlos Alcantarino; • Objetos – São objetos quase extintos nas demais regiões do Brasil e que ainda fazem parte do cotidiano ribeirinho amazonense. São as pipas, os vidrinhos com as porções das erveiras do Mercado Ver-o-Peso, os brinquedos de miriti e o carrinho de raspa-raspa com suas garrafas coloridas; • Música – A cena musical paraense, com seus ritmos e movimentos, desde os tambores de ritmos ancestrais como o caribó, passando pelas guitarradas, que levou a lambada do Brasil para o mundo,até o tecnobrega das festas de aparelhagem, em grandes performances que acontecem na periferia de Belém e no interior do estado do Pará. A aparelhagem em si já é um elemento escultórico instigante, onde os DJs comandam a festa. Cada festa tem aparelhagem e estilo característicos, onde centenas ou até milhares de pessoas se aglomeram para dançar e participar desse movimento incrível. O projeto é enriquecido com um encontro de arquitetos, designers e músicos de Belém, onde o livro vai ser lançado, com o designer Carlos Alcantarino, a designer Fernanda Martins, a crítica de Design e curadora Adélia Borges, um abridor de Letras, um produtor de brinquedos de miriti e uma erveira do Mercado Ver-o-Peso. O abridor de Letras vindo de uma cidadezinha faz uma performance mostrando como desenvolve seu trabalho. O produtor de brinquedos de miriti ministra uma oficina para ensinar a fazer seus lindos objetos.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir, publicar e distribuir o livro de arte "Caboclos da Amazônia" para mostrar os signos identitários amazônicos da arquitetura, design e música, com cerca de 200 imagens que reproduzem a atmosfera típica das regiões ribeirinhas amazonenses. São fotos artísticas que retratam o cotidiano do "caboclo" amazônico: as fachadas e os interiores de suas casas, as letras que formam os nomes dos barcos, os objetos diferenciados como o carrinho de raspa-raspa em forma de barco, as pipas, os brinquedos de miriti, as pencas com vidrinhos de poções das erveiras do Ver-o-Peso. A proposta pretende valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão e estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. O importante é viabilizar esta expressão cultural da região amazônica e sua difusão em escala nacional. Objetivos específicos: 1. Imprimir 1.000 exemplares do livro; 2. Fazer o lançamento com cerimônia de comemoração durante a COP 30, em Belém do Pará; 3. Fazer uma roda de conversa com o coordenador do livro, a autora do texto de apresentação, a autora do texto sobre os abridores de Letras, um abridor de Letras, um produtor de brinquedos de miriti e um profissional da área de arquitetura; 4. Realizar uma oficina de produção de brinquedos de miriti; 5. Realizar um workshop com um abridor de Letras; 6. Colaborar para divulgação da arte, artesanato e design amazônico; 7. Apresentar a tradição ribeirinha amazônica em seus diferentes aspectos: a vida cotidiana, o "morar", seus objetivos decorativos, suas formas de diversão, entre outros.

Justificativa

A pertinência do livro "CABOCLOS DA AMAZÔNIA" é seu foco numa região cuja importância é inquestionável: a Amazônia. Apresentar as imagens das casas, da decoração, dos objetos criados pela população ribeirinha, sem formação técnica tanto em arte quanto em Arquitetura, levanta questões como a conceitos de design e decoração, a criação de utilitários bastante específicos para a população ribeirinha, o conceito de moradia onde as cores e os grafismos das pinturas das casas se combinam com a exuberância da floresta. A Arquitetura e o Design, bem como o artesanato estão presentes na história do homem desde o início. Havia a necessidade de se proteger das mudanças do tempo e dos perigos como animais, em uma casa ou qualquer tipo de habitação. Como não haviam máquinas, era preciso produzir objetos manualmente e de forma a atender às necessidadesutilitárias de cada comunidade. As diversas culturas e povos podem ser caracterizados pelos seus fazeres e habilidades manuais. O que mostra o livro são os fazeres e habilidades amazônicas, região onde 70% da população é urbana e a maioria vive em condições precárias, desempregados, sem saneamento básico. Sem alternativas ou canais para comercializar os frutos do seu trabalho extrativista, as populações rurais se tornam vulneráveis às ações predatórias e migram para as periferias das cidades. Os jovens vão buscar na cidade novo paradigma cultural globalizado e encontram o desemprego e a violência. Por isso se diz que o problema ambiental tem forte origem social. "Caboclos da Amazônia" evidencia que as dificuldades que impediriam a beleza na vida dos ribeirinhos amazônicos, na maioriadas vezes, trabalha no reverso, levando-os à busca de casas lindas externa e internamente, onde a profusão de cores imita adiversidade da natureza local. Os barcos que trafegam nos rios amazônicos são pintados artesanalmente por artistas e abridores de letras que escrevem os nomes excêntricos nos barcos. E a música? O projeto apresenta a trilha sonora que embala a cultura amazônica, com ritmos diversos como caribó, guitarrada e festa da aparelhagem. A fala de profissionais da área revelam o caminho percorrido para chegarem nos sons tão familiares para os amazônidas. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1ª da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da culturanacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados ecanalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

Livro: Caboclos da Amazônia Formato: 25x28cm, 200 páginas Miolo: Papel couché matte 150g/m2, impressão 4x4 Capa: Dura forrada de couché, impressão 4x0 Sobre capa: em papel couché 180g Guarda: Color plus 240g/m2 Tiragem: 1.000 exemplares

Acessibilidade

O livro é acessível para pessoas com dificuldade de locomoção e pessoas com deficiências auditivas.Acessibilidade de conteúdo: serão produzidos 100 áudiolivros em pendrive para pessoas com deficiências visuais, com todas as imagens descritas através de profissionais especializados em Audiodescrição.

Democratização do acesso

200 livros serão distribuídos gratuitamente para instituições que promovem leitura ou distribuição de livros para pessoas em estado de vulnerabilidade.

Ficha técnica

Proponente / Coordenação administrativa e financeira - Alan Isidio de Abreu - dirigente da Alan Isidio de Abreu Produções eEventos (Aia Produções) O proponente fará a coordenação administrativo-financeira do projeto A Aia Produções nasceu em 2010 com a missão de produzir e promover espetáculos artísticos e culturais, desde sua concepção até a realização. Também mantém em sua área de atuação a administração financeira de projetos. Em 2019, a empresa expandiu seu ramo de atuação para outros nichos artísticos como exposições, festivais, feiras e atividades esportivas egastronômicas, sempre mantendo o foco em experiências capazes de criar emoções que marcam a vida das pessoas. Além da produção, também presta o serviço de consultoria em patrocínios culturais e artísticos para empresas de diversos ramos de negócio. Em 2023 e 2024, produziu a exposição "Caboclos da Amazônia - Itinerância Sudeste", em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em 2022, fez o trabalho de produção local do espetáculo “ALEGRIA DE NÁUFRAGOS” do grupo paraibano Ser Tão Teatro, no Teatro Ipanema. Em 2021, produziu o espetáculo “SUJEITO A REBOQUE” no Teatro PetraGold. Em 2020, produziu oespetáculo de teatro online “AMADO MONSTRO”, classificado no edital da Funarte. Produziu a peça “UMA INTERVENÇÃO”, que fez temporada no Teatro Ipanema e no Teatro XP, no Rio de Janeiro, em 2019. Montou o espetáculo “SILÊNCIO!”, de Renata Mizrahi, indicado a nove prêmios, como Prêmio Shell de Melhor Atriz (Suzana Faini), Prêmio Cesgranrio de Melhor Atriz e Autora e Prêmio FITA em cinco categorias. Estreou em 2014 e permaneceu até 2019 em circulação por diversas cidades. Em 2017, o espetáculo foi LENDA SABIÁ, de André Arteche, no SESC Tijuca. Em 2014, estreou a “CABARÉ FOGUETE - A Insaciável eUmedecida Saga de Ana Foguetinho”, dramaturgia e direção de Ivan Sugahara e Gustavo Damasceno, com várias temporadas (a última em junho de 2017 no Teatro Sérgio Porto) no Rio de Janeiro e apresentações em São Paulo. Em 2013 e 2014, circulou como espetáculo Infantil “COISAS QUE A GENTE NÃO VÊ”, texto de Renata Mizrahi e direção de Joana Lebreiro, vencedor do Prêmio Zilka Salaberry por melhor texto e atriz, com circulação por dezenas de cidades brasileiras, já assistido por mais de 10 mil pessoas. Ainda em 2013, permaneceu em temporada com o espetáculo O Homem que Queria Ser Rita Cadillac, de Márcio Américo e supervisão de Ricardo Blat; que se apresentou em dez cidades e circulou por SESCs do Estado do Rio de Janeiro. Também em 2013, produziu o espetáculo “Sarau Das Putas”, dramaturgia e direção de Ivan Sugaraha, resultado de uma residência do diretor no Teatro Poeira sobre prostituição. Além de produzir, também é responsável pela administração de espetáculos como “Os Sapos” (Prêmio de Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante FITA 2013 e indicado como melhor Texto Prêmio Cesgranrio), de Renata Mizrahi, o espetáculo musical infantil “A Menina Edith e a Velha Sentada”, de Lázaro Ramos, (Prêmio Zilka Salaberry de Direção). Em 2016, foi responsável pela administração de “Os Insones”, de Tony Belotto, direção de Érika Mader, e, em 2017, de “Fauna”, de Romina Paula, direção de Erika Mader e Marcelo Grabowsky. No ano de sua criação, em 2010, produziu dois espetáculos no formato de leitura dramatizada de Jean-Paul Sartre: O Diabo e o Bom Deus e Entre quatro paredes e Tomando chá nas tardes de outono, de Gualdino Calixto. Diretor Geral, concepção e coordenação do projeto - Carlos Alcantarino Carlos Alcantarino nasceu em Belém do Pará em 1958, é Graduado e Mestre em engenharia civil pela PUC/RJ. Designerautodidata, está radicado no Rio de Janeiro onde montou em 1996 o Estúdio Alcantarino, especializado no desenvolvimento demóveis e objetos utilitários, projetos arquitetônicos e cenográficos e consultoria em design. Participou de diversas exposições eganhou os principais prêmios de design no Brasil e no Exterior.Alguns Projetos e Clientes:- Feira do Empreendedor – Sebrae –PA – 2004 –Projeto cenográfico- Programa de desenvolvimento de distritos industriais - Sebrae-PA , em parceria com a Promos e o BID - 2005 – Direção decriação - Desenvolvimento de mobiliário para associação de moveleiros no Estado do Pará.- Feira Amazontec – Sebrae-PA– 2006 – Projeto cenográfico- Projeto Experiência Design – Companhia Vale – 2007 - Projeto e coordenação – Exposição de moveis e objetos de minha autoriaem uma balsa ancorada no porto de Belém, com oficina de design para crianças da rede pública. Site do projeto:www.alcantarino.com- Projeto Cabanos – Companhia Vale - 2008 - Projeto, coordenação e direção de criação – Desenvolvimen to de móveis e objetosa partir do material de rejeito da empresa Albrás.- Projeto Experiência Design – Feira Casa Brasil – Sindimóveis – 2011 – Coordenação e direção de criação . Projeto especial paraa feira onde crianças da rêde pública de Bento Gonçalves criaram moveis e objetos utilizando materiais de descarte dasempresas locais para expor na Feira Casa Brasil.- Projeto Coletivo - Coca Cola/ Rede ASTA – 2011 - Coordenação do projeto e direção de criação. Desenvolvimento de objetosutilitários a partir de descarte de Coca Cola em 5 comunidades do Rio de Janeiro.- Rede Ipiranga – 2012 – Projeto de objetos utilitários utilizando Lona descartada pelo posto para distribuir como brinde.- Procompi – Firjan – 2013 – Desenvolvimento de moveis para 4 empresas no Rio de Janeiro.- Club Med – Rio de janeiro – 2013 – Projeto de moveis e cenografia para o restaurante.· Caboclos Butzke - 2014 - desenvolvimento da linha Salinas com móveis para área externa. - Caboclos da Amazônia - 2022 - Exposição temática sobre os povos ribeirinhos da Amazônia - Belém, Canaã dos Carajás e Marabá (PA) - Caboclos da Amazônia - Itinerância Sudeste - 2023 e 2024 - São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ) Produtor Executivo - Maria Alice Silvério Produtora cultural desde 1987, trabalhou em eventos importantes como “100 Anos da Avenida Paulista (SP)”, e produziu mais de trinta espetáculos teatrais, cerca de vinte projetos editoriais e vários projetos em outras áreas.Últimas produções teatrais: Ecos da Inquisição (2010/11), Joaquim e as estrelas (10-13), Ilda e Nicole (10/11), Patagônia (11),Coisas que a gente não vê (12-14), Lar Doce Lar (12), Bette Davis e a Máquina de Coca-Cola (12/13), Sarau das Putas (13), Bisa Bia, Bisa Bel (14-24), No Ar com Lasanha e Ravióli (14), Cabaré Foguete (14-17), Eugênia (15-18), War (15-17), RadiofoniasBrasileiras (15-16), A Lenda do Valeda Lua (15-18), A última Revolução possível (17), Meus Duzentos Filhos (18-19), Uma Intervenção (2019), Freud e Mahler (2019), Amado Monstro (2020), Sujeito a Reboque (2021), Alegria de Náufragos (2022), Instruções para descer uma escada (2023-24).Produções Editoriais:- Bibi, uma vida no Palco, fotobiografia da atriz e diretora Bibi Ferreira (2003); edição em inglês lançada nos Estados Unidos (2014); nova edição revista e atualizada (2021);- Arte Popular in Natura, coleção de cinco volumes sobre artesanato em pedra, barro, fios, fibras e madeira (2007);- Rio de Cantos 1000, livro de arte com fotos de Custódio Coimbra (2009);- José Bechara desenhos, Como piscada de vaga-lume (2010);- De braços abertos Cristo Redentor 80 anos, texto de Lilian Fontes, organização e concepção de Maria Izabel Noronha (2011);- Blocos de Rua do Carnaval do Rio de Janeiro, texto de Aydano André Motta, e fotos de André Arruda e Custódio Coimbra(2011).- Bibi Ferreira a life on stage, edição revista e atualizada de Bibi Ferreira, uma vida no palco de 2003, traduzida para o inglês(2013).Eventos:- Lançamento da plataforma Manivanet (2018);- Eventos do Mater: encontro de artistas no Teatro Poeira, Teatro XP e Teatro Serrador (2018);- Seu Bené e Dona Maria – organização e produção de curso de artesanato e produção de paneiros em Bragança (PA), com aparticipação de mais de 200 agricultores (2010-11) - - Experiência Design: - Exposiçãoretrospectiva de Carlos Alcantarino em Belém (2007) e Projeto Cabanos – produção de uma linha de produtos pela Cooperativade Artesãos de Barcarena (PA) com a participação de três escritórios de design de São Paulo e Rio de Janeiro (2007-2009)Documentários:- Seu Bené e Dona Maria e Seu Bené vai pra Itália, direção Teresa Corção; Artesanato In Natura, direção Gloria Mayworm,Professor da Farinha, direção Teresa CorçãoVídeoarte:- G, de Thiago Sacramento Texto de apresentação do livro - Adélia Borges Autora de 19 livros, 21 capítulos de publicações, dezenas de catálogos e outros textos sobre a sua área de pesquisa, Adélia Borges é uma historiadora do design com uma trajetória de mais de 30 anos norteada pela valorização de projetos que promovam o bem-estar das pessoas, respeitem o meio ambiente e, em especial, expressem a cultura brasileira. Possui livros, ensaios e/ou artigos publicados em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, polonês, coreano e japonês. Algumas dessas publicações cumprem papel vital para entender o design nacional, como aquela veiculada no aniversário de 60 anos da poltrona Mole, um símbolo do design brasileiro, de autoria de Sergio Rodrigues (1927-2014). Adélia a associa às redes de dormir, “o equipamento doméstico brasileiro por excelência, que já existia antes da chegada dos portugueses, foi incorporado pelo colonizador e ainda hoje permanece na casa brasileira, de norte a sul”, escreveu. É a primeira doutora honoris causa da Unesp. Graduou-se em jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Trabalhou na Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e TV Globo, entre outros veículos. Em 1987, começou a trabalhar em uma revista especializada em design. Três anos depois, participou de um evento que marcou o início da trajetória como crítica: foi indicada ao júri de um dos principais prêmios de design em Stuttgart, Alemanha. Era a única mulher entre os escolhidos e também a única representante do Hemisfério Sul. Em 2003, assumiu a diretoria do Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, onde fez a curadoria de exposições sobre o design nacional, carreira consolidada nos anos seguintes. Texto sobre as Letras - Fernanda Martins Fernanda é designer e pesquisadora nas áreas de Tipografia e História do Design, em especial na Amazônia.Professora da Universidade Estácio-FAP. Doutora em História do Design na ESDI/UERJ. Cursou Master em Design Gráfico e Tipografia na Escola de Design da Basiléia, Suíça, e Especialização em Semiótica e Cultura Visual, pela ICA/UFPA. É formada em Artes Plásticas pela ECA/ USP. É sócia da empresa Mapinguari Design, pela qual desenvolve projetos culturais como o Letras Q Flutuam: mapeamento dos abridores de letras de barcos da Amazônia e MapinLab, voltado para o fortalecimento da cultura do design, além de projetos de design para a sustentabilidade e design participativo. O projeto Letras que Flutuam foi selecionado no edital Rumos do Itaú Cultural em 2016 que resultou no documentário “Marajó das Letras”, em 2018 recebeu, na Categoria Patrimônio Imaterial, o Prêmio Rodrigo de Mello Franco de Andrade do IPHAN e menção na Bienal Intermericana de Diseño em Madrid. Texto sobre Música - Gustavo Godinho Paraense que vive em Belém, é graduada em direito e cursou Film & TelevisionBusiness na FGV-SP. Diretor de cena, diretor de fotografia e produtor, codirigiu em 2006 o documentário As Filhas da Chiquita, sobre a festa gay que antecede o Círio de Nazaré, lançado em circuito comercial, exibido no GNT e vencedor do Festival Mix Brasil. Em 2009 dirigiu e roteirizou o documentário Brega S/A , sobre a cadeia econômica do tecnobrega de Belém. O documentário foi lançado diretamente na internet, foi adquirido e exibido na MTV Brasil, no festival InEdit, File Festival, Virada Cultural, entre vários outros.Dirigiu e roteirizou o documentário Energia das Torcidas, exibido na ESPN, sobre torcidas de futebol do Brasil. Fotografou o documentário Terra de Negro, sobre comunidades quilombolas na ilha de Marajó e o curta-metragem de ficção O Afinador, selecionado para mostra especial no Festival de Veneza. Dirigiu, roteirizou e fotografou uma série de 24 mini documentários debranded content para a Petrobrassobre as torcidas dos clubes da série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. Dirigiu, roteirizou e fotografou o documentário Paysandu – 100 Anos de Payxão, exibido em circuito comercial, lançado em DVD e VOD. Dirigiu, roteirizou e produziu a série de ficção Konsiderados, filmado na periferia de Belém com um elenco de atores iniciantes da própria comunidade. Foi contemplado na chamada Prodecine 01 da Ancine e dirigiu o documentário Estados Unidos do Brasil, sobre a comunidade brasileira na Flórida. Foi vencedor do II Edital Cultura de Audiovisual e dirigiu a série documental de 5 episódios Galera da Laje. Foi vencedor do Edital TVs Públicas da Ancine e dirigiu a série documental Cidades Negras. Atua na área publicitária como diretor de fotografia e diretor de cena. Já trabalhou para clientes como Coca-Cola, Google, Pepsi, TAM, Itaú, Ministério dos Esportes, Fiat, entre outros. Designer gráfico - Gustavo Portela 1999/ 2024 - Gustavo Portela Design - Sócio Gerente1990/1999 - Interface Designers - Sócio Gerente1989/1990 - Interface Designers - Designer Senior1987/1988 - Mestrado em Visual Communication - The Art Institute of Chicago1986/1987 - BFA Vidsual Communication - The Art Instuture of Chicago1980/1985 - Bacharel em Desenho Indistrial e Comunicação Visual - PUC- RJ

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.

2025-11-28
Locais de realização (2)
Belém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro