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O projeto visa a itinerância da exposição dedicada à artista Eleonore Koch, realizada originalmente no Museu de Arte Contemporânea da USP, para as capitais Curitiba, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte.
Eleonore Koch: Em CenaA retrospectiva da obra da artista Eleonore Koch pretende apresentar ao público uma exposição histórica que aborda a produção da artista alemã de origem judaica, que chega ao Brasil aos 12 anos de idade com sua família, exilando-se da perseguição nazista.A mostra propõe uma aproximação à obra da artista (nascida em 1926 e falecida em 2018) a partir da expressiva coleção de suas obras pertencentes ao MAC USP. Esse conjunto de obras, parte da coleção Theon Spanudis doada ao museu em 1979, dá ensejo ao exame da produção da artista, que viveu em São Paulo, Rio de Janeiro e Londres. Consideradas parte fundamental da produção da artista, que desde os anos 1950 se utilizou da técnica da têmpera, as pinturas também compreendem todos os gêneros pictóricos aos quais Koch se dedicou, interiores, naturezas-mortas e paisagens. A obra de Eleonore Koch, artista que adota a têmpera a partir do convívio com o pintor Alfredo Volpi, ganha maturidade e consolida essas temáticas a partir dos anos de 1960, quando passa a viver no Rio de Janeiro. Nesse período de produção, a artista afirma a gramática e o vocabulário de sua pintura, ganhando características próprias, independentes de seu mestre Volpi, tanto no que diz respeito aos seus temas quanto às suas estratégias artísticas. Eleonore Koch passou a basear seu trabalho numa incessante, e por vezes obsessiva, meditação sobre variações cromáticas e de composição e na reflexão sobre como elas afetam tanto a artista quanto seu público: uma pesquisa sobre a fenomenologia da pintura. É também no Rio que Eleonore passa a trabalhar com a temática da paisagem, até então não muito explorada por ela, aumentando a escala de suas pinturas e sintetizando cada vez mais sua relação com o mundo exterior. A seleção é completada por um conjunto de documentos que propõem entradas aos universos da artista, escolhidos a partir do expressivo arquivo Eleonore Koch, em processo de doação para a instituição, indicando a possibilidade de desdobramentos da pesquisa a respeito da visualidade de suas obras, de sua trajetória artística e das relações entre sua produção e os meios de arte do Brasil e da Inglaterra. Organizada por núcleos – a cena, a importância do objeto, o método e interiores – a exposição convida os e as visitantes a experimentar o processo criativo da pintora, as transformações de sua prática, sua sensibilidade para a cor, a composição, mas também sua consciência em relação ao potencial afetivo de sua obra. Configurando-se como um espaço aberto, à maneira singular com que Lore concebe a relação estética e a pluralidade de sentidos da arte, a mostra propõe a interação entre artista, obra e público – tal como a concebeu a artista - uma zona de encontro porosa e transitável: “Mesmo trabalhos que são resultado de alguma intenção consciente não deveriam prescindir de manter um espaço aberto entre eles e um todo”. Núcleos da exposiçãoO métodoEleonore Koch experimentou várias técnicas artísticas até adotar a pintura em têmpera como seu principal meio. A escultura e a pintura a óleo ocuparam seus primeiros anos de trabalho, até que em 1953 a artista aprende a técnica da têmpera, no ateliê de Alfredo Volpi. Frequentava o ateliê desse artista, mas não tomava “aulas” propriamente. Observava seu método, discutia arte, mas também nas idas e vindas do ateliê assistiam filmes na Liberdade, compravam brinquedos para servir de objetos de trabalho: carrinhos japoneses, luminárias, manés-gostosos, piões, entre tantos outros que compartilharam como motivos de suas obras. A têmpera, técnica adotada por Volpi por seu interesse com a pintura dos ditos “primitivos” italianos, isto é, a pintura do Quattrocento, passa a ser também utilizada pela artista, ainda que Volpi nunca tenha passado por completo a “sua” receita da técnica. Koch a aprendeu por observação e aprimorou o método, cujo segredo também nunca revelou por completo. O conjunto de pigmentos de Eleonore, minerais, vegetais e alguns poucos sintéticos, alguns deles herdados de Volpi, hoje fazem parte da coleção do Núcleo de Conservação e Restauro da Pinacoteca de São Paulo.A importância do objeto e InterioresEleonore tinha uma profunda consciência sobre as ideias concretistas, tendo convivido com o círculo de artistas associados ao movimento, entre eles Geraldo de Barros, e observado o diálogo de Volpi com as proposições da arte concreta. Ainda assim, ela se recusava a abandonar a figuração e tornar-se “abstrata”. Koch falava de sua predileção pelos objetos: “porque eles são lindos”, daí a importância da natureza-morta em sua produção, bem como os interiores. Ainda assim, sua pintura não é uma questão exclusivamente de “assunto” ou temática, ainda que veementemente figurativa. A “solução do quadro”, no sentido de Volpi e Ernesto de Fiori, isto é, a preocupação com a composição – linhas, planos, cores – dentro do espaço da tela, é o foco de sua pintura. Pode-se perceber esse fato através dos inúmeros estudos realizados pela artista para cada composição, ou para suas variações. Minuciosas anotações de cor estão quase sempre presentes, assinalando as possibilidades combinatórias. Também se observa o uso de papéis coloridos, recortados, que podiam ser colocados e tirados, variando as composições, permitindo a observação incessante dos efeitos da interação das cores (Eleonore foi grande estudiosa dos textos de Joseph Albers, que era seu parente distante). A aparição dos objetos, das paisagens, dos interiores, na “visão interna” da artista, imantada pelas cores de sua fantasia, a forma como impactavam sua percepção, sensibilidade, seus afetos, e assim propunham um certo estar-no-mundo, isso é o que interessava à sua prática artística.A cena As paisagens realizadas por Eleonore Koch na Inglaterra são um capítulo da maior relevância no seu trabalho. Feitas num processo que se iniciava na visita aos famosos parques e jardins de Londres e arredores – como o Regent´s Park, projetado por John Nash para o príncipe regente em princípios do século XIX – essas pinturas combinam observações diretas da paisagem, anotações fotográficas e elaborações mentais e compositivas que muitas vezes misturam realidade e fantasia. Várias dessas paisagens têm algo de encenado, artificial, assim como os próprios parques, em que a natureza é composta para parecer “natural”. Elas se assemelham a cenários teatrais ou imagens do pensamento, do sonho, algumas com elementos incongruentes, que apontam para essa imaginação onírica; as balaustradas, as escadas, os terraços, os famosos elementos clássicos desses parques, que remetem às villas italianas, surgem nas composições da artista como palco para suas meditações de cor e composição, onde se “intrometem” elementos da memória e do afeto: a cadeira predileta, plantas azuis, um chão como a superfície do mar. Nessa exposição estão expostas algumas dessas fotografias. Elas permitem compreender os processos artísticos singulares de Eleonore.Arquivo Lore KochO arquivo da artista é fonte importante para o conhecimento biográfico de sua trajetória, mas também fornece elementos fundamentais para o estudo e compreensão do seu processo criativo. Composto de centenas de correspondências com críticos, artistas e amigos, como Theon Spanudis, Lourival Gomes Machado, Geraldo de Barros, Paulo Emilio Salles Gomes, Barbara Spanudis e Margrit Herzberg, fotografias, postais, diários, anotações sobre processos de produção e técnicas pictóricas, folders de exposição, além de um precioso conjunto de diapositivos, o arquivo Eleonore Koch, que o MAC USP recebeu em doação, permitirá a continuidade da pesquisa da obra da artista por diversas vertentes da história da arte, história das exposições, além da história da arte técnica, especialmente interessada na pesquisa do uso da têmpera por artistas modernos e contemporâneos.
Objetivo geral Realizar a itinerância da exposição da artista Eleonore Koch, realizada originalmente no Museu de Arte Contemporânea da USP, em quatro capitais brasileiras com objetivo de preservar e divulgar a obra e o legado da artista, ampliando o acesso do público à sua evolução artística e à sua profunda relação com o país. Objetivo específico Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES a) Realizar 04 (quatro) exposições individuais da obra de Eleonore Koch em quatro capitais brasileiras (Curitiba, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte). A exposição será uma retrospectiva das diferentes fases da carreira da artista, com duração de 03 (três) meses em cada cidade, e organizada em núcleos temáticos: a cena, a importância do objeto, o método e interiores. Os espaços culturais em negociação incluem o Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba, o Museu Nacional da República em Brasília, o Palácio das Artes em Belo Horizonte e a Pinacoteca do Ceará em Fortaleza b) Realizar, como medida de ampliação do acesso, em parceria com o Educativo de cada espaço cultural, visitas guiadas gratuitas, direcionadas a alunos de escolas públicas das cidades onde as exposições ocorrerão, visando envolver o público de maneira significativa e aprofundar o conhecimento sobre a vida e obra de Eleonore Koch.
A itinerância da exposição dedicada à obra de Eleonore Koch visa ampliar o acesso do público às importantes contribuições da artista para a arte brasileira. Ao levar a exposição para quatro capitais brasileiras - Curitiba, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte - o projeto democratiza o acesso à cultura, garantindo que um público diverso tenha a oportunidade de conhecer e apreciar o legado da artista. A exposição, que apresenta uma retrospectiva abrangente de sua carreira, é uma iniciativa crucial para preservar e divulgar a história da arte no Brasil, especialmente considerando a trajetória única da artista, que, como uma imigrante judia alemã, trouxe uma perspectiva singular para a cultura brasileira. O uso da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar essa itinerância de forma gratuita, assegurando que a qualidade da mostra seja mantida e que o projeto possa alcançar um público amplo e diversificado. A exposição não só valoriza a obra de Eleonore Koch, mas também contribui para a preservação do patrimônio cultural brasileiro, oferecendo ao público o acesso a obras e documentos pouco conhecidos. Esta iniciativa promove o conhecimento, a formação de novos públicos, e reforça o pluralismo cultural, alinhando-se diretamente com os objetivos da Lei Rouanet, especialmente nos aspectos de preservação e difusão do patrimônio cultural, estímulo à produção cultural de valor universal, e priorização do produto cultural originário do Brasil. Em consonância com os princípios da lei, ressalta-se que a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1˚da Lei n˚ 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto proporciona livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais. O projeto oferece uma oportunidade inclusiva para que o público explore, aprenda e aprecie as obras e trajetória da artista Eleonore Koch, promovendo a democratização do acesso à cultura. Essa abordagem enriquece a experiência cultural e reforça a cidadania cultural. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto proporciona uma oportunidade para que o público em geral tenha acesso e aprecie o trabalho de uma artista proeminente no cenário artístico brasileiro. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pois o projeto visa apoiar, valorizar e difundir a manifestação cultural por meio da exposição de obras e documentos da artista, quase não conhecidas pelo público em geral, promovendo e difundindo sua criação e contribuindo para a apreciação da arte, a valorização dos criadores e a disseminação do conhecimento cultural. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Pois o projeto contribui para a proteção das expressões culturais que compõem a sociedade brasileira e enriquecem o pluralismo da cultura nacional. Ao destacar a trajetória e obra da artista Eleonore Koch, originária da Alemanha e com vivências no Brasil, o projeto abraça a diversidade cultural e contribui para a preservação e promoção do patrimônio artístico e das experiências que enriquecem a cultura nacional. A exposição e os eventos relacionados proporcionam um espaço para a valorização e celebração das contribuições culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, fortalecendo o respeito pela pluralidade e pelo legado cultural do país. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Pois o projeto inspira a continuidade da criatividade e expressão artística, promovendo a vitalidade dos modos de criar e fazer presentes na cultura brasileira. O projeto oferece uma plataforma para a apreciação e reflexão sobre as práticas artísticas, incentivando a conexão entre tradições culturais e as expressões contemporâneas, fortalecendo assim a riqueza e diversidade dos modos de viver no Brasil. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Ao expor a obra e o processo criativo da artista, o projeto mantém viva uma parte significativa da história da arte brasileira. Além disso, ao contextualizar o trabalho de Eleonore Koch dentro de seu tempo e cenário cultural, o projeto contribui para a preservação do contexto imaterial que moldou sua produção, enriquecendo a compreensão e valorização do patrimônio cultural do país. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois o projeto, enriquece o conhecimento cultural e artístico, oferecendo uma perspectiva única sobre a fenomenologia da pintura. A exposição, seminário e publicação contribuem para a disseminação de conhecimentos que transcendem fronteiras, fortalecendo a cultura, a memória e o patrimônio, em linha com o propósito de enriquecer a humanidade com valores universais. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ao explorar a trajetória da artista Eleonore Koch, que viveu grande parte de sua vida no Brasil, o projeto destaca e valoriza a contribuição brasileira para a formação da sua obra. Ao fazê-lo, o projeto reafirma a importância de priorizar e celebrar as manifestações culturais nacionais, enriquecendo o panorama artístico e promovendo a identidade cultural do Brasil. Com relação ao Art. 3˚ da Lei 8.313/91, o presente projeto enquadra-se nos seguintes incisos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto alinha-se com o inciso II, alínea "e", ao promover o fomento à produção cultural e artística por meio da realização de uma exposição individual de grande porte em quatro cidades diferentes.
Duração/Visitação: 3 meses Entrada gratuita Classificação livre.
Produto: Exposição de Artes Medidas de Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: O projeto garantirá a acessibilidade arquitetônica nos quatro centros culturais onde a exposição será realizada (Curitiba, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte). Todos os locais possuem estrutura adequada para o acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, incluindo elevadores, rampas e banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Medidas de Acessibilidade para PcD Visuais:Audiodescrição disponível para todas as obras da exposição. Item da planilha orçamentária: legendagem Medidas de Acessibilidade para PcD Auditivos: Legendagem em todas as obras audiovisuais. Item da planilha orçamentária: legendagem Medidas de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Monitores treinados e materiais em formato acessível. Item da planilha orçamentária: não se aplica
Os espaços culturais em negociação incluem o Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba, o Museu Nacional da República em Brasília, o Palácio das Artes em Belo Horizonte e a Pinacoteca do Ceará em Fortaleza. Todos os espaços culturais são abertos e gratuitos ao público, sem cobrança de ingresso. Em cumprimento ao disposto no ARTIGO 30 da Instrução Normativa Minc n º 11, de 30 de janeiro de 2024, o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso: VI- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; O projeto organizará, em parceria com o Educativo de cada espaço cultural, atividades paralelas, como visitas guiadas gratuitas, especialmente direcionadas a alunos de escolas públicas das cidades onde as exposições ocorrerão.
Proponente Casaplanta - A Casaplanta é um estúdio de criação e desenvolvimento de projetos artísticos e culturais que nasceu em 2016 da parceria de Amanda Dafoe e Julia De Francesco. Amanda Dafoe é formada em Arquitetura e Urbanismo. Dedica-se ao desenvolvimento de exposições, produção de conteúdo, coordenação e curadoria, além de trabalhar com direção de arte e comunicação visual. É mestra pela FAU-USP, com dissertação que trata da museografia original do MASP. Desde 2009 atua no desenvolvimento de exposições de arte contemporânea e projetos culturais em âmbito nacional e internacional. É idealizadora do projeto Panela Coletiva, ação comunitária que apoia pessoas em situação de insegurança alimentar que já entregou mais de 3 toneladas de alimentos na cidade de São Paulo. Sócia fundadora da Casaplanta desde 2016. Julia De Francesco é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Escola da Cidade, com especialização em Arte, Crítica e Curadoria pela PUC-SP. Atua nas áreas de criação e produção executiva de projetos cenográficos, expositivos e culturais. Em sua bagagem traz o desenvolvimento de cenografia para óperas e exposições nacionais e internacionais. Sócia fundadora da Casaplanta desde 2016. Ao longo desses últimos 7 anos realizamos projetos de exposições de arte contemporânea atuando em frentes como produção executiva, coordenação e produção, pesquisa, curadoria, comunicação e design, cenografia, produção de conteúdo visual e textual. Principais projetos realizados: Línguas africanas que fazem o Brasil no Museu da Língua Portuguesa (2024), Hendu Porarã: escuta com o corpo no Museu das Culturas Indígenas (2023), Mariana Castillo e Pol Taburet no Espaço Pivô (2023) Entre nós – 10 anos da Bolsa Zum Parceria entre Instituto Moreira Salles e espaço Pivô (2023), Rios Descobertos, do Jerivás ao Rio Pinheiros no Sesc Santo Amaro e Sesc Interlagos (2022/2023), Performance Perdido do artista Nuno Ramos na Biblioteca Mário de Andrade (2022), Expo Dinos no Pavilhão Pacubra no Parque do Ibirapuera. Produção e Coordenação de montagem (2022), Os Gêmeos, nossos segredos no CCBB RJ, BH e Instituto Brennand em Recife (2022/2023), “Sonhei em Português” no Museu da Língua Portuguesa (2021), Exposição “A liberdade da Cor | Carlos Cruz-diez, no Espaço Cultural Porto Seguro (2019), Exposição "Instrumentos | Ismael Bahri” no Espaço Cultural Porto Seguro (2019), 6* MIT sp – Mostra de Teatro internacional (2019) e Exposição “Transumantes - Marcelo Moscheta”, no Sesc Pompeia - Produção executiva, produção da obra e comunicação visual (2018). Curadoria Fernanda Pitta Professora Doutora da Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Historiadora da arte, foi curadora sênior da Pinacoteca de São Paulo entre 2014 e 2022. Realizou, entre outros projetos, a curadoria das exposições Trabalho de artista: imagem e autoimagem (1826-1929), Ninguém teria acreditado: Alvim Côrrea e 10 artistas contemporâneos, todos na Pinacoteca de São Paulo e Eleonore Koch: espaço aberto, no MAR, Rio de Janeiro. Atuou como coordenadora curatorial de Véxoa: nós sabemos, com curadoria de Naine Terena (Pinacoteca de São Paulo) e como consultora da mostra Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (SESC 24 de maio). É coordenadora da equipe Brasil do projeto de pesquisa Decay without mourning, future thinking heritage practices (Riksbankens Jubileumsfond GI21-0001, Pinacoteca e MAC-USP). Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA). Atua na área de história da arte, com ênfase na historiografia da arte no Brasil. Projeto expográfico Juliana Godoy Arquiteta, diretora de arte e cenógrafa. Seu escritório transdisciplinar parte da investigação teórica e experimental dos projetos em que atua, o que possibilita a inovação no uso de materiais e a produção de espaços singulares para dialogar com os conceitos de cada trabalho. Tem desenvolvido projetos de expografia, arquitetura, mobiliário, cenário entre outros, em diversas instituições pelo Brasil, como Sesc, Instituto Moreira Salles, MAM Rio de Janeiro, Itaú cultural e Auditório Ibirapuera. É responsável pelo projeto expográfico da 1ª Bienal das Amazônias, além de ter trabalhos executados em Portugal, Holanda, Inglaterra e Estados Unidos. Produtora Beatriz Vinci Graduada em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). Foi integrante do GRAVI - Grupo de Antropologia Visual - sediado no Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA/USP). É ex-bolsista de iniciação científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), com o projeto “Imagem e palavra: relações das poéticas fotográficas e literárias nos livros de Maureen Bisilliat”. Suas áreas de pesquisa são Antropologia Visual - com foco nos usos da fotografia e da imagem pela pesquisa antropológica - e Antropologia da Arte. Entre 2019 e 2022 trabalhou como assistente de arte do artista e fotógrafo Mauro Restiffe. Durante esses anos, auxiliou o fotógrafo no desenvolvimento conceitual e na produção das exposições individuais History as landscape na OGR - Officine Grandi Riparazioni, em Turim; Laço rastro traço e Rastro traço laço, na Fortes D’Aloia & Gabriel; a participação de Restiffe da 34ª Bienal de São Paulo; Amanhã de manhã da Galeria Zé dos Bois em Lisboa; A lua busca la sombra diálogo de Mauro com o pintor Juan Araújo, na Galeria Luisa Strina e Santo Sospir Mauro Restiffe / Jean Cocteau no Nouveau Musée National Monaco. Desde 2021 Beatriz colabora como produtora na Casaplanta. Nela, produziu as exposições Sonhei em português no Museu da Língua Portuguesa; Perdido, de Nuno Ramos, na Biblioteca Mário de Andrade; Psicodemia, de Antoine D'Agata, na Praça das Artes; De onde vêm os nomes, de Marcelo Moscheta no Sesc Interlagos; Rios Des.Cobertos: dos Jerivás aos Pinheiros nos Sescs Santo Amaro e Interlagos; Dinossauros - Patagotitan O Maior Do Mundo no Pacubra, Entre nós: dez anos de Bolsa ZUM/IMS no Pivô Arte e Pesquisa Projeto luminotécnico Anna Turra Arquiteta e urbanista pela FAU-USP e atua como lighting designer em projetos cênicos, expositivos, arquitetônicos e audiovisuais, nos quais por vezes colabora também na direção de arte/set design. Destacam-se projetos de iluminação para exposições como Raio-que-o-parta (Sesc 24 de Maio/2022); Nhe'e-Porã e Sonhei em Português (Museu da Língua Portuguesa/2021/2022); Trienal de Artes FRESTAS (Sesc Sorocaba 2021); Kader Attia (Sesc Pompeia/2020), Meta-Arquivo (Sesc Belenzinho/2019), Arte-Veículo (Sesc Pompeia/2018), diversas montagens na Associação Cultural Videobrasil (2017-2018), entre outras. Projeto expográfico e Iluminação para instalação Perder a Imagem, de Tiganá Santana (Itaú Cultural 2022-2023). Projeto de Iluminação Arquitetônica e Expositiva permanente para Museu Boulieu em Ouro Preto/MG (2022) e sede da Galeria A Gentil Carioca em São Paulo. Iluminação e Set Design para o musical Merlin e Arthur – um sonho de liberdade – Aventura Entretenimento, dir. Guilherme Leme (2019); Iluminação para Ninho, direção Bruno Guida (2020); Cenografia para Bárbara, com Marisa Orth (dir. Bruno Guida/2021); cenografia para A Domadora, dir. Otavio Dantas (2017); Direção de Arte, Iluminação e Cenografia para espetáculo multimídia Voos de Villa (2019), dir. Maestro Gil Jardim; Iluminação e cenários para turnês diversas dos artistas Elza Soares (2015-2018), Gal Costa (2021-2022); Arnaldo Antunes (2011-atual), Ana Carolina (2019), 5 a Seco (2017), Anelis Assumpção (2008-2012), entre outros. Iluminação cênica para os reality shows Nasce Uma Rainha, de Netflix e Boutique Filmes (2019) e para Match nas Estrelas (Amazon e Sentimental Filme, em finalização). Premiada pela Iluminação em Merlin e Arthur – um sonho de liberdade na 14º edição do Prêmio APTR de Teatro (2019) e indicada pelo Set Design do mesmo espetáculo na categoria Especial do Prêmio Cesgranrio 2019.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.