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"Ar.vore" comemora os 32 anos de trabalho continuado de pesquisa e criação artística em teatro, circo e dança da Cia. Cênica Nau de Ícaros, com a realização de circulação do espetáculo pelas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país, por 6 estados: Alagoas, Pernambuco, Ceará, Pará, Amazonas e Rio de Janeiro. Serão 22 apresentações no total, sendo 3 nas seguintes cidades: Maceió, Recife, Fortaleza, Belém, Santarém e Manaus. E por fim 4 no Rio de Janeiro. Faz parte ainda da turnê, a fim de proporcionar maiores e mais profundos ambientes de troca com os territórios e comunidade artística local, a realização de 7 oficinas formativas gratuitas para público geral e 7 oficinas formativas gratuitas para estudantes e professores da rede pública (contrapartida social), a partir da técnica de dança aérea - prática desenvolvida pelo grupo há 25 anos - e 7 debates sobre o atual trabalho. Todas as apresentações terão tradução simultânea para libras, além de 7 delas contarem com audiodescrição.
Ar.vore Inspirados pelo livro "Ideias para adiar o fim do mundo", de Ailton Krenak, a Cia Cênica Nau de Ícaros mergulha no universo encantado das árvores, seivas e rios, pelos cantos e danças para criar novas possibilidades para cena. Aliando sua pesquisa de mais de 20 anos nas técnicas da dança aérea, a Nau lança seus estudos em um projeto envolvendo dança, circo e o teatro, com imagens que nos faz lembrar o quanto a arte, a espiritualidade e a natureza caminham juntos e engendrados. “Quanto mais alto o voo, mais fortes terão que ser suas raízes” Foram 22 espetáculos, onde a pesquisa, a cada ano, foi se verticalizando nas acrobacias com cordas e trazendo novos desafios na relação entre técnica e a dramaturgia. Agora queremos voar mais alto, sabendo que para isso é necessário fincar raízes ainda mais profundas na nossa linguagem, no nosso modo de fazer e criar. Ár.vore utiliza técnicas de dança aérea e acrobacias, a partir de um sistema de cordas, polias e cadeirinhas de escalada, desenvolvidas ao longo dos últimos anos pela Nau de Ícaros. Partimos do livro de Krenak, da poética trazidas por Emanuele Coccia e Davi Kopenawa para mergulhamos na terra, nas seivas e raízes da mitologia dos encantados, para buscar na nossa ancestralidade e subjetividade modos de suspender o céu e ampliar os horizontes. Inspirados pelo livro "Ideias para adiar o fim do mundo", de Ailton Krenak, a Cia Cênica Nau de Ícaros mergulha no universo encantado das árvores, seivas e rios, pelos cantos e danças para criar novas possibilidades para cena. O espetáculo é um convite para que cada espectador crie seu próprio “paraquedas” adiando o fim do mundo, como propõe Krenak em seu livro, e que ele venha da riqueza que a natureza nos oferece.
O projeto tem como objetivo geral difundir o conjunto artístico cultural desenvolvido pela Cia. Cênica Nau de Ícaros a partir do espetáculo "Ar.vore", realizando uma turnê pelas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil, além de promover e estimular o desenvolvimento artístico e cultural local com a realização de oficinas formativas e debates em cada cidade da turnê. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Com Circulação do espetáculo "Ar.vore" pretende-se a. Realizar 09 apresentações na Região Norte _ Pará e Amazonas _ Belém, Santarém e Manaus _ 3 apresentações em cada cidade de sexta a Domingo. b. Realizar 09 apresentações na Região Nordeste _ Alagoas, Pernambuco e Ceará _ Maceió, Recife e Fortaleza _ 3 apresentações em cada cidade de sexta a Domingo. c. Realizar 04 apresentações na Região Sudeste - Rio de Janeiro _ Rio de Janeiro - 4 apresentações na cidade de quinta a Domingo. 2. Oficina Formativa Dança Aérea para público em geral a. Realizar 03 oficinas formativas na técnica de dança aérea na Região Norte _ Pará e Amazonas _ Belém, Santarém e Manaus _ sendo 01 oficina com 2 dias, em cada cidade, totalizando 18 hrs de oficina. b. Realizar 03 oficinas formativas na técnica de dança aérea na Região Nordeste _ Alagoas, Pernambuco e Ceará _ Maceió, Recife e Fortaleza - sendo 01 oficina com 2 dias, em cada cidade, totalizando 18 hrs de oficina. c. Realizar 01 oficina formativa na técnica de dança aérea na Região Sudeste _ Rio de Janeiro - sendo 01 oficina com 2 dias, totalizando 6 hrs de oficina. 3. Debates a. Realizar 03 debates após espetáculo na Região Norte _ Pará e Amazonas _ Belém, Santarém e Manaus _ sendo 01 em cada cidade. b. Realizar 03 debates após espetáculo na Região Nordeste _ Alagoas, Pernambuco e Ceará _ Maceió, Recife e Fortaleza _ sendo 01 em cada cidade. c. Realizar 01 debate após espetáculo na Região Sudeste _ Rio de Janeiro 4. Oficina Formativa Dança Aérea para estudantes e professores da rede pública de ensino (contrapartida social) a. Realizar 03 oficinas formativas na técnica de dança aérea na Região Norte _ Pará e Amazonas _ Belém, Santarém e Manaus _ sendo 01 oficina com 1 dia, em cada cidade, totalizando 9 hrs de oficina. b. Realizar 03 oficinas formativas na técnica de dança aérea na Região Nordeste _ Alagoas, Pernambuco e Ceará _ Maceió, Recife e Fortaleza - sendo 01 oficina com 1 dia, em cada cidade, totalizando 9 hrs de oficina. c. Realizar 01 oficina formativa na técnica de dança aérea na Região Sudeste _ Rio de Janeiro - sendo 01 oficina com 1 dia, totalizando 3 hrs de oficina.
A Cia. Cênica Nau de Ícaros iniciou seus trabalhos em 1992, aliando o conhecimento e a prática nas técnicas circenses à linguagem do teatro e da dança. Ao longo desse período intenso de pesquisa continuada, o projeto Nau de Ícaros foi responsável pela criação e produção de inúmeros espetáculos, muitos deles premiados, e pela criação e gestão de um espaço de investigação e pesquisa que pôde promover um intenso intercâmbio de linguagem com diversos artistas, grupos, diretores e público em geral. Como resultado deste intercâmbio e do trabalho continuado de pesquisa e criação, a Nau de Ícaros tornou-se uma referência importante dentro do segmento artístico - não só no Brasil, como em países como França, Itália, Suíça, Bélgica, Espanha, Colômbia, Argentina e Cuba. Fruto de suas investigações, a Nau lança olhar para as práticas dramatúrgicas, dentro de uma perspectiva atual e contemporânea, sempre inspirados no universo cultural popular e tradicional brasileiro, na busca de uma estética singular. O grupo soma mais de 32 espetáculos para diversos espaços como rua, teatro, fachada, praça, entre outros; mais de 1000 apresentações; diversas indicações a prêmios; 5 Prêmios Mambembe (ator coadjuvante, direção, texto, melhor espetáculo e categoria especial _ técnicas circenses para o teatro), 2 Prêmios Coca-Cola (figurino, iluminação) e 2 Prêmios APCA (ator e cenário). Já esteve em mais de 50 cidades e 7 países. Participou de inúmeros festivais nacionais como: Porto Alegre em Cena; Inverno Cultural de São João del Rey; Festival SESC de Novo Circo; Anjos do picadeiro; Bienal SESC de Dança; Mostra SESI de Teatro Infantil; Caxias em Cena; Virada Cultural, São Paulo; Tiradentes em Cena, Tiradentes, MG; CIRCOS - Festival Internacional SESC de Circo; FarOFFa - São Paulo; Festival Recife do Teatro Nacional. Assim como em festivais internacionais, como: Artisti in Piazza, Pennabilli, Itália; Il Teatro che Chamina, Castel San Pietro, Itália; Fête de la Musique, Genebra, Suíça; Festival de la Cité, Lausanne, Suíça; Paléo Festival, Nyon, Suíça; Sfinks Festival, Antuérpia, Bélgica; Saint Agil, França; Tra il Sole e la Luna, Montone, Itália; Immaginia...Festival Internazionale del Nuovo Circo Contemporaneo, San Valentino, Itália; Festival Internacional de Teatro Callejero "Al Aire Puro", Bogotá, Colômbia; Festival Internacional de la Cultura, Tunja, Colômbia; Europalia, Bruxelas, Bélgica; Festival Iberoamericano de Teatro de Cádiz, Cádiz, Espanha. Ao longo de sua trajetória o grupo já executou diversos projetos contemplados por leis de incentivo, assim como editais e programas do Estado e da Prefeitura de São Paulo. Nessa força de existência nasce o projeto "Ar.vore", mais recente espetáculo da Nau de ícaros, um espetáculo que estabelece paralelos entre dois mundos - nosso corpo e a floresta, onde tudo se encontra interligado e conectado. O projeto pretende a realização de turnê do espetáculo pelas regiões norte, nordeste e sudeste em comemoração aos 32 anos de trabalho coletivo continuado envolvendo parcerias, afetos e resistência. "Ar.vore" é um espetáculo que estabelece um paralelo entre nosso corpo e o ecossistema da floresta, onde tudo se encontra interligado e conectado num organismo só, que respira. Próximos ou não do "ponto de não retorno" - podendo inclusive já tê-lo ultrapassado - a floresta coração do mundo, sem ar, deixa de cumprir sua função de bombear sangue para regular o sistema climático do planeta. No centro de São Paulo, numa UTI, o entupimento de uma artéria prejudica a passagem do sangue e pode levar à morte parte do tecido do órgão. Qual a relação do fim do homem com a destruição da natureza? Como salvar a si mesmo sem salvar o mundo e vice-versa? É aí que nasce "Ar.vore"! A partir de "Ideias para Adiar o Fim do Mundo", de Ailton Krenak, e de poéticas de Emanuele Coccia e Davi Kopenawa, o grupo mergulha na terra, entendendo que somos seiva e raízes, e busca em nossa ancestralidade, memórias e subjetividades, maneiras de suspender o céu, ampliar horizontes e respirar. O espetáculo apresenta essa poética através do uso e da técnica em cordas de alpinismo (linguagem desenvolvida pela Cia ao longo de 30 anos), do estudo em imagens que se sobrepõem aos corpos dos intérpretes e nas acrobacias que dialogam teatro, circo e dança. Após anos de política de governo ambiental fragilizada, principalmente no que diz respeito ao desmatamento da Amazônia, o Brasil precisa voltar a ser um importante agente no pensar da agenda ecológica global. A busca por solução e conscientização da atual circunstância de crise climática, imposta pelas condições da natureza em consequência das ações humanas, procura criar uma sociedade menos vulnerável e desigual, a fim de manter a convivência e sobrevivência da humanidade. Pensar a floresta como um antepassado, como provoca Krenak, é pensar a vida no futuro. É neste sentido que entendemos a importância da circulação de uma obra artística como "Ar.vore". Estreado no início de 2024, traz em sua temática a importância da conexão, ou reconexão - uma vez que nossos hábitos cotidianos estão cada vez mais longe dessa relação - do ser humano enquanto organismo ligado à natureza _ tanto divina, quanto humana - e a floresta. Interpretando a relação profunda entre o coração que bate, o pulmão que respira, o rio que deságua, as seivas e artérias com todas as ramificações que se interligam do nosso corpo com as redes que se comunicam embaixo da terra. Pensar e falar de meio ambiente é falar de nós mesmos. Por outro lado, no meio de uma pandemia onde pessoas morriam por falta de ar, um dos integrantes da Cia sofre um infarto e passa 5 dias numa UTI. No paralelo floresta-pulmão-coração, "Ar.vore" é a possibilidade de nós mesmos, enquanto pensamos também a floresta. O que significa manter de pé uma companhia por mais de 30 anos de trabalho de pesquisa, produção e formação continuada no cenário cultural brasileiro? Essa turnê potencializa ao grupo modos de trocar, aproximar, fazer e pensar, tanto seu trabalho quanto a cultura de seu país, nosso modo de existência. As cidades propostas possibilitam conexão e reflexão da temática do espetáculo, a própria vida do grupo e seus integrantes, com um mergulho na ancestralidade, na mitologia dos encantados, nas festividades e brasilidades de nosso país, como fonte renovável de desenvolvimento amplo: o que somos, onde estamos e para onde vamos. A caminhada da Nau até aqui, assim como o projeto aqui proposto, demonstra sua importante contribuição para a cultura nacional e seu alinhamento com os objetivos e finalidades da Lei 8.313/91: Artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." Artigo 3º: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: [...] c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
-
não se aplica
Acessibilidade Física• Realização de todas as atividades deste projeto em espaços totalmente acessíveis; Acessibilidade de Conteúdo• Tradução simultânea para libras em todas as 22 sessões do espetáculo “Ar.vore” objeto desta turnê; • 7 das 22 sessões do espetáculo “Ar.vore”, com audiodescrição para pessoas cegas, com baixa visão, autismo e ou TDAH. • Todas as publicações contarão com legenda descritiva acompanhada das tags #paratodesverem #paratodosverem #paracegover • Todos os vídeos contarão com legendas
Respeitando o artigo 27 da I.N. nº 01/2023 do Ministério da Cultura, realizaremos as seguintes ações de democratização de acesso: - 50% dos ingressos a preços acessíveis (no máximo R$ 60);- 20% dos ingressos a preços populares (no máximo R$ 20);- 10% dos ingressos oferecidos gratuitamente a ONGs, escolas públicas e ou outras iniciativas sociais e educacionais;- 10% dos ingressos oferecidos gratuitamente para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico;- 10% para distribuição gratuita pelo patrocinador;- Garantia da meia entrada para idosos, professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior, jovens de baixa renda com ID JOVEM, pessoas com deficiência e artistas;- 100% das vagas para oficinas serão gratuitas. Em complemento e em respeito ao artigo 28 da mesma I.N. nº 02/2019, iremos oferecer: - II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27 - Não haverá limite na oferta de meia entrada;- V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos - Nossa assessoria de imprensa entrará em contato com órgãos de comunicação locais para negociar a cobertura das ações em cada cidade;- VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas - 1 oficina gratuita em cada cidade para estudantes de professores da rede pública de ensino (7 no total).
Espetáculo: “Ar.vore” Roteiro e direção: Marco Vettore Co-direção: Erica Rodrigues Intérpretes criadores: Alvaro Barcellos, Celso Reeks, Erica Rodrigues, Letícia Doretto e Marco Vettore Vídeo Cenário: Estúdio Bijari Videodança: Bruta Flor Filmes Iluminação: Wagner Freire Preparação dos intérpretes: Letícia Doretto, Workshops para cenas: Mariana Camarote e Diogo Granato Coreografias: Erica Rodrigues e Letícia Doretto Trilha Musical: Simone Soul e Gustavo Souza Figurino: Carol Badra Figurino Encantados: Lia Damasceno Cenografia: Cia Cênica Nau de Ícaros Direção técnica: Celso Reeks Operação de Luz: Paulo Souza Operação de som e vídeo: Rodrigo Oliveira Técnicos de palco: Marcos Ribeiro e Edmar Santos Fotografia: Cris von Ameln, Alexandre Catan, Rafael Sá Produção Executiva: Gabriela Morato Produção local Nordeste: Fábrica Estúdios Produção local Norte: a definir Produção local Rio de Janeiro: a definir Administração: Álvaro Barcellos Idealização: Cia Cênica Nau de Ícaros A Cia. Cênica Nau de Ícaros é composta por: Marco Vettore Ator, diretor. Ator pelo INDAC. Iniciou suas atividades circenses no Circo no Circo Escola Picadeiro, em 1992 fundando então a Cia. Cênica Nau de Ícaros onde atuou nos espetáculos; “Nau de Ícaros”, “Duelo Negro Amarelo”, “Sob o Céu”, “O Pallácio não Acorda”,“Cidade dos Sonhos”, “O Físico e o Simbólico - Aula-Espetáculo de Danças Brasileiras”, “De um Lugar para o Outro” e “Tirando os Pés do Chão”. Diretor artístico da Nau de Ícaros desde 98 realizou os seguinte espetáculos: “ Sob o céu” (nova montagem), “Quase uma...”, “O casamento de Lina”, “El gran Circo Carnaval” , “Nauhumoricos”, “O CirCo”, “ÂnimaAção”, “E Agora?”, “Fronteiras” e “O Físico e o Simbólico - aula espetáculo de Danças Brasileiras”, “Tirandos os Pés do Chão” e “Menor que o Mundo”. Atuou como co-diretor do espetáculo “Cidade dos Sonhos”. Além dos trabalhos realizados na Nau de Ícaros atuou nos espetáculos: “O Pescador de Pérolas” (Ópera), ”Maria Borralheira” e “O Saci”, ambos de Vladmir Capella, ”Seqüências”, ”O Alquimista” e “Zerói”. Com Antunes Filho atuou no espetáculo “Trilhas da Transilvânia”. Álvaro Barcellos Ator, diretor e autor teatral. Antes de realizar suas atividades profissionais em São Paulo atuou nos espetáculos “Dona Xepa”, “Os Divorciados”, “Tudo Azul no Hemisfério Sul”, “A Bruxinha que Era Boa”, “Aprendiz de Feiticeiro”, vários shows de variedades além de vocalista do conjunto performático “The King Size Taylor ́s and Nicotinous”. Em São Paulo, trabalhou com Antunes Filho no CPT e com Robert MacCrea, com quem realizou os espetáculos “Dinheiro” e “A Trágica História de Dr. Faustus”. Ator e produtor da Cia. Cênica Nau de Ícaros desde 1996, participou dos espetáculos “Sob O céu”, “O CirCo”, “NauHumoricos”, “Quase uma...”, “ÂnimaAção”, “O Casamento de Lina”, “El Gran Circo Carnaval”, “E Agora?”, “Cidade dos Sonhos”, “Fronteiras”, “O Físico e o Simbólico - Aula- Espetáculo de Danças Brasileiras”, “De um Lugar para o Outro”, “Tirando os Pés do Chão”, “Menor que o Mundo” e “A.N.J.O.S”. Celso Reeks Cantor, artista circense e web-artista, trabalhou no espetáculo “Os Caprichos de Goya”, direção de Mônica Guimarães e texto de Paulo Rogério Lopes. Entrou na Nau de Ícaros em 1998, como aluno, vindo a integrar a Cia Cênica no ano seguinte, participando dos espetáculos “Sob o Céu”, “Quase uma...”, “O Casamento de Lina”, “O CirCo”, “NauHumoricos”, “ÂnimaAção”, “Cidade dos Sonhos”, “Fronteiras”, “O Físico e o Simbólico - Aula-Espetáculo de Danças Brasileiras”, “De um Lugar para o Outro”, “Tirando os Pés do Chão”, “Menor que o Mundo” e “A.N.J.O.S”. É o responsável pela programação visual e site da Nau de Ícaros. Erica Rodrigues Bailarina de formação Clássica e Contemporânea, com cursos realizados na “School for New Dance” em Amsterdã e no “CND Ménagerrie de Vere”, em Paris. É a professora responsável pela área de danças-contemporâneas na escola da Nau de Ícaros, grupo onde também atua cenicamente, tendo participado dos espetáculo “O Pallácio Não Acorda”, “Quase Uma...”, “Sob O céu”, “O CirCo”, “NauHumoricos”, “ÂnimaAção”, “O Casamento de Lina”, “El Gran Circo Carnaval”, “E agora?” e os mais recentes “Fronteiras”, “Cidade dos Sonhos”, “O Físico e o Simbólico - Aula-Espetáculo de Danças Brasileiras”, “De um Lugar para o Outro”, “Tirando os Pés do Chão” e “Menor que o Mundo”. É diretora dos espetáculos “Tirando os Pés do Chão” e “A.N.J.O.S”. Letícia Doretto Bailarina, pesquisadora e intérprete formada em bacharelado e licenciatura pelo Curso Superior de Dança da UNICAMP. Vem desenvolvendo pesquisas e trabalhos na área de dança brasileira e contemporânea nos últimos anos, tendo atuado em diversos grupos de São Paulo como Abaçaí, Cultura e Arte e Teatro-Escola Brincante. Atualmente integra a Cia. Cênica Nau de Ícaros, responsável pela área e aulas de Danças Brasileiras e atuando como intérprete-criadora nos espetáculos; “El Gran Circo Carnaval”, “O Casamento de Lina”, “E agora?”, “Quase Uma...”, “ÂnimaAção”, “Fronteiras”, “Cidade dos Sonhos”, “O Físico e o Simbólico - Aula-Espetáculo de Danças Brasileiras”, “De um Lugar para o Outro”, “Tirando os Pés do Chão”, “Menor que o Mundo” e “A.N.J.O.S”.
PROJETO ARQUIVADO.